Data: 02 de Julho de 2015, 23:33
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KLV Notebooks
Supporte
3 dias atrás por Supporte
Visualizações: 25 | Comentários: 0



Um HD externo pode ser útil para uma variedade de situações. Por exemplo, caso você sinta necessidade de aumentar a capacidade de armazenamento do seu computador, mas não se sinta à vontade para abri-lo e conectar um novo HD à placa-mãe. Ou caso você queira guardar seus filmes, músicas e fotos em outro lugar, de forma a deixar mais espaço para outros arquivos na sua máquina.

Outra possibilidade, ainda, é se você costuma transferir grandes quantidades de arquivos volumosos entre diversas máquinas. Ou, ainda, se você quiser criar um bakup do seu computador e poder levá-lo com você onde quer que você vá.

Os usos que podem ser feitos de um HD externo são diversos, e isso se reflete na grande quantidade de opções disponíveis no mercado. Pensando nisso, citamos abaixo os sete fatores que você deve considerar na hora de comprar um HD externo. Esperamos que eles te ajudem a escolher o dispositivo mais adequado para o seu padrão de uso!

Tipo de HD externo


Os HDs externos existentes no mercado podem ser divididos, basicamente, em dois tipos: os HDs externos de mesa (desktop-style) e os HDs externos portáteis (notebook-class). Os de mesa costumam ser maiores, mais pesados (portanto menos portáteis) mas mais rápidos e com mais capacidade (podendo chegar a mais de 10TB nos mais caros), e alguns deles exigem um adaptador de força - ou seja, além de conectá-los via USB, é preciso também ligá-los numa fonte de energia. Os portáteis, como o nome indica, são menores e mais leves, mas possuem capacidade menor (em geral até 2TB) e velocidade de transferência um pouco menor também.

O uso que você pretende fazer do HD externo vai determinar qual tipo é mais adequado. Os de mesa são difíceis de se levar por aí, então eles provavelmente serão mais úteis para expandir a capacidade de um desktop que usa muitos dados, para manter um backup atualizado de arquivos grandes e sensíveis ou para criar uma espécie arquivo ou repositório digital de fotos, vídeos e músicas, por exemplo.Um tipo uso adequado para esses HDs seria para expandir a capacidade de armazenamento de uma ilha de edição.

Agora, se você pretende levar o seu HD externo para lá e para cá, trocando arquivos com diversos computadores, sem dúvida um HD portátil será mais eficiente. O sacrifício de espaço de armazenamento e de velocidade de transferência valem a portabilidade e a conveniência de us que você ganha com HDs desse tipo.

Conexões


A velocidade de transferência de dados entre seu HD externo e os computadores aos quais você o conectar será determinada, em grande parte, pelo tipo de conexão que você usa. Atualmente, a maioria dos HDs externos possuem pelo menos conexões USB 3.0, que prometem taxas de transferência de até 5 Gbps (cerca de 625 MB/s, embora, na prática, velocidades de cerca de 200 MB/s sejam mais comuns).

Alguns deles possuem outros tipos de conexões mais rápidas ainda, como USB 3.1, Thunderbolt ou eSATA. Alguns HDs externos de mesa possuem também sinal WiFi, e permitem que você se conecte a eles via internet sem fio para enviar dados para ele (ou receber dados dele). Essas outras opções de conectividade, no entanto, costumam se traduzir num preço um pouco mais salgado. Mas, em alguns casos, o investimento extra pode valer a pena.

São poucos os HDs externos que ainda possuem apenas conexões USB 2.0, e eles só valerão a pena se o preço for consideravelmente menor (e se você não se incomodar esperar). Isso porque, como se trata de um dispositivo usado para transferir grandes quantidades de dados, uma conexão mais lenta fará uma enorme diferença.

Vale lembrar que só será possível aproveitar as conexões do HD externo se os computadores aos quais você for conectá-los também tiverem conexões desse mesmo tipo! Caso você pretenda usar seu HD externo majoritariamente com um computador que só possui portas USB 2.0, conexões mais rápidas que essa no HD não poderão ser aproveitadas.

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Velocidade


Quando se trata de HDs externos, a velocidade e as conexões são questões separadas. Por conexões, entendemos a capacidade que o HD tem de transferir arquivos para outras máquinas (e receber arquivos de outras máquinas). Quando falamos de velocidade, porém, nos referimos à agilidade com a qual o HD é capaz de acessar dados contidos nele mesmo.

Essa característica costuma ser medida em medida em RPMs, assim como nos HDs internos, e, grosseiramente, quanto mais RPMs, mais rápido o HD. Esse valor costuma girar entre 4200 RPM nos mais lentos e 10000 RPM nos mais rápidos (se bem que velocidades superiores a 7200 RPM, no geral, só poderão ser aproveitadas com conexões mais rápidas que o USB 3.0).

Essa questão é especialmente importante para HDs externos de mesa. Como eles costumam ficar ligados sempre a uma mesma máquina, não faz sentido transferir os dados dele para o computador antes de acessá-los. Um HD com boa velocidade funcionará quase como um HD interno do seu computador, e lhe permitirá acessar rapidamente todo o conteúdo dele.

Aqui também vale lembrar que a conexão do HD com o seu computador pode ser um gargalo. Se você ligar um HD externo de 10000 RPM ao seu computador via USB 1.1, por mais que o HD externo consiga ler os dados muito rapidamente, ele só conseguirá enviá-los ao computador numa taxa muito pequena. Nesse caso, a alta velocidade acabará se perdendo no caminho.

Capacidade


HDs externos portáteis em geral possuem capacidades de até 2 TB, embora algumas fabricantes ofereçam modelos um pouco maiores (e mais caros). Quanto maior a capacidade do HD portátil, maior será, também, seu preço. Mas a relação capacidade X preço não é direta: um HD portátil de 2GB não custará o dobro do preço de um de 1TB. Por esse motivo, se dinheiro não for um fator limitante, vale a pena investir no maior.

Caso contrário, procure algo que atenda às suas necessidades. Se você não costuma movimentar arquivos maiores de 10GB e não faz questão de manter muitos arquivos armazenados ao mesmo tempo, pode ser mais eficiente comprar um pendrive de grande capacidade do que investir num HD externo. Por outro lado, se você quer guardar toda a sua vida digital em um só dispositivo, pode valer a pena sacrificar a portabilidade em nome de uma capcidade de armazenamento maior e investir em um HD externo de mesa, que pode chegar a mais de 10TB de capacidade - embora ele venha com um preço adequado a seu tamanho.

Compatibilidade


É necessário prestar atenção também ao sistema operacional do(s) computador(es) a que você pretente conectar o seu HD externo. Windows e Mac trabalham com sistemas de arquivo diferentes (NTFS e HFS+ respectivamente), e por esse motivo, a maioria dos fabricantes oferece models específicos para cada plataforma. Os softwares de backup e guias de uso que costumam vir com os HDs externos também são pensados para um dos dois sistemas operacionais, então isso também deve ser considerado.

Os Macs até conseguem ler arquivos de um HD em NTFS mas, nativamente, não conseguem gravar arquivos neles. Será necessário instalar um programa separado no seu Mac, como o NTFS-3G, caso você pretenda usar o mesmo HD para transferir arquivos de um sistema para o outro. Caso essa seja uma questão crucial para você, talvez valha a pena pesquisar algum serviço de armazenamento na núvem que permita contornar essa dificuldade.

Para usuários de Linux, todos os HDs externos compatíveis com Windows devem funcionar normalmente. No caso de HDs voltados para Mac, pode ser melhor conferir com a loja antes de comprar.

Segurança

Alguns HDs externos oferecem opções de criptografia baseadas em software ou hardware. Se a proteção dos dados contidos no HD externo é algo essencial, o mais adequado é investir em um dispositivo que possua criptografia baseada em hardware.

A diferença entre a criptografia baseada em hardware e em software é que a criptografia baseada em software utiliza os recursos do computador ao qual ela se conecta para codificar os dados. Assim, um aparelho com esse tipo de proteção será apenas tão segura quanto o computador ao qual ela está conectado.

HDs com criptografia baseada em hardware, por outro lado, possuem em sua arquitetura um chip dedicado à codificação das informações contidas nele. Com isso, não ficam à mercê da máquina à qual se conectam. O chip dedicado também impede que a segurança dos dados atrapalhe o desempenho do HD na hora de transferir dados.

SSDs externos


Assim como existem HDs internos e externos, existem SSDs internos e externos também. Os SSDs externos oferecem os mesmos benefícios em relação aos HDs que suas versões internas: são mais rápidos, mais leves e mais resistentes a choques. Oferecem também a mesma grande desvantagens: são muito mais caros.

Quando se trata de um dispositivo de armazenamento interno, o preço elevado do SSD é compensado pela velocidade muito superior dele, que será traduzida num desempenho muito mais rápido do seu PC. Mas, em se tratando de dispositivos externos, essa vantagem não aparece tanto: a velocidade superior do SSD provavelmente esbarrará em algum gargalo, como a velocidade da conexão por meio da qual ele se liga à sua máquina. A não ser que você possua uma conexão de ponta, como a Thunderbolt, a difrença entre um HD externo e um SSD externo dificilmente será visível.

Assim, via de regra, é melhor ter um SSD dentro do seu computador do que fora dele, a não ser que você possua conexões de ponta e não se incomode com o considerável investimento a mais que isso acarretará.
Fonte Olhar Digital
Supporte
3 dias atrás por Supporte
Visualizações: 67 | Comentários: 3



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Pode ser mais que frustrante. Depois de muito esperar, você finalmente conseguiu instalar na sua casa uma internet decente. Com 50, 60 ou até mais megabits por segundo. Descontando o fato de que as operadoras no Brasil dificilmente vão te entregar aquilo pelo qual você paga, você tem alguma chance de ter boa velocidade na sua vida digital. Mas, aí vem o outro problema: o cômodo onde o seu modem e seu roteador estão instalados fica longe ou tem muitas paredes entre ele e sua TV – na qual, é claro, você quer assistir a filmes e seriados em Full HD e até em 4K. Em vez das imagens mais que bacanas, você tem a ampulhetinha do vídeo buferizando... É mais que frustrante. Soluções? Repetidor de Wi-Fi? Pode ser. Numa outra matéria vamos analisa-los. Passar um cabo de rede? Trabalhoso e nem sempre viável... A solução pode estar em cabos que já estão lá – só que fazendo outra coisa. O equipamentos PLC – power line communication – se propõem a fazer isso: usar os cabos de energia elétrica que já estão na sua casa para transmitir também o sinal da internet. Parece complicado, mas é mais simples do que parece. A questão é: será que funciona?

Instalar é fácil. Depois de ligar o adaptador na tomada, basta conectá-lo ao modem ou a um roteador e pronto. Na teoria, a principal vantagem do PLC é a velocidade e estabilidade da conexão. Também teoricamente, os pontos negativos seriam as interferências possivelmente causadas por outros eletrônicos. Para tirar nossa própria conclusão, resolvemos comparar três tipos de conexão aqui na redação do Olhar Digital: conectamos o mesmo notebook através do cabo de rede. Depois pelo nosso Wi-Fi e, por último, utilizando um dispositivo PLC. Veja só o que aconteceu.

Para descontar possíveis variações do nosso serviço de banda larga, fizemos cada medição de velocidade três vezes. Na conexão cabeada, a velocidade máxima alcançada foi de 46 megabits por segundo; no Wi-Fi, atingimos até 40 megabits por segundo; e, por último, usando o PLC, conseguimos chegar aos 30 megabits por segundo. Nosso serviço de banda larga contratado é de 60 megabits por segundo.

No final das contas, o resultado do nosso simples teste mostrou que, sim, o PLC realmente funciona. Em questão de estabilidade, ele é tão estável quanto a conexão cabeada, mas na questão da velocidade, ele fica para trás. Podem ser várias as explicações para essa perda. Uma delas é a quantidade de circuitos. Aqui, na redação, temos circuitos elétricos para todo lado. É bem provável que na sua casa a perda menor. O que notamos de boa vantagem no sistema foi a estabilidade do sinal: observamos pouca variação nesse quesito. Ou seja, com um equipamento PLC, a chance do vídeo buferizar bem na hora que mais uma cabeça ia rolar em Game of Thrones é menor do que se você tiver um sinal fraco de Wi-Fi.


FONTE   Olhar Digital
djsync
6 dias atrás por djsync
Visualizações: 49 | Comentários: 0

Ter uma placa de vídeo poderosa é essencial para um PC gamer. Em muitos casos, no entanto, é possível ter uma boa performance com placas baratas ou até mesmo que não cumpram os requisitos recomendados de determinado jogo. Confira uma lista de placas de vídeo com preço entre R$300 e R$500 reais, que conseguem rodar vários jogos atuais.

Confiras placas acessíveis com preços abaixo de R$ 500 reais (Foto: Montagem / Divulgação)

Radeon R7 240
Queridinha no quesito baixo custo e consumo, a Radeon R7 240 é uma das placas baratas mais versáteis do mercado. Graças a configurações até um pouco parrudas para placas de baixo custo, como uso de memórias GDDR5, a R7 240 faz valer cada centavo investido.


Ao pesquisar pela placa, é comum encontrá-la com a seguinte configuração: 1GB de RAM e largura de banda de 128bits. Se possível, procure a versão com 2GB, que vai garantir uma sobrevida maior para jogos que serão lançados no futuro. Com a Radeon R7 240 e um pc de boa configuração, é possível rodar jogos como The Witcher 3, Mortal Kombat X, GTA 5 e muitos outros.

GeForce 9500 GT
Citada como o “básico” na maioria dos “requisitos mínimos” dos jogos para PC, a Geforce 9500 GT foi lançada há bastante tempo, mas ainda é uma placa com um bom “poder de fogo”.


É a placa mais modesta da nossa lista. Geralmente, você vai encontrá-la com 1GB de RAM, mas é preciso estar atento para não levar um modelo com DDR3 no lugar de um com GDDR5. Nas configurações mínimas, é possível rodar jogos como: Battlefield 4, Titanfall, Resident Evil 6 e muitos outros.

Há ainda o modelo GeForce 9800 GT que pode ser encontrado com o mesmo preço da 9500 GT e com certeza vale o investimento. É preciso lembrar que ambas, apesar da boa configuração, possuem suporte apenas a DirectX 10.

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Radeon R7 250
Com preços entre R$ 400 e R$ 500 reais, já é possível investir em um equipamento mais potente. Nesse cenário, a Radeon R7 250 se encaixa muito bem. O modelo 250X, apesar de parecer ter a mesma configuração de outras placas, entrega uma qualidade muito superior.


A Radeon R7 250 consegue rodar quase todos os jogos da atualidade com configurações no “médio” e alguns jogos até com todos os efeitos ligados. Para quem tem um PC novo, não quer gastar muito com uma placa de vídeo, mas quer “sair do básico”, a R7 250 é uma ótima opção.

GeForce GTX 650
Outra placa de vídeo da Nvidia lançada a bastante tempo é a GeForce GTX 650. A placa que já foi intermediária, continua sendo um bom investimento, mesmo tendo se passado quase quatro anos do seu lançamento.


Apesar de ficar no DirectX 11, é comum encontrar a placa no modelo GTX 650 Ti Boost. Essa versão possui vários recursos como TXAA e Phsyx. Para quem deixou de jogar muitos jogos lançados recentemente, a GTX 650 consegue entregar um bom desempenho.

fonte: techtudo.com.br
djsync
uma semana atrás por djsync
Visualizações: 55 | Comentários: 0

O nome da “besta” é Nikon P900. Com zoom óptico de 83x (o que equivale a uma 2.000 mm), a nova DSLR apresenta o mecanismo de jogo de lentes mais parrudo da linha COOLPIX.


Na prática, significa que você pode monitorar as atividades que se desenrolam no horizonte sem sair de sua janela, conforme exibe o vídeo acima – em modo “Zoom de Ajuste Fino Dinâmico”, a aproximação da cena chega a 166x.


A câmera grava vídeos em Full HD, pode disparar até 360 fotos por carga e conta com conexão WiFi, o que possibilita o emparelhamento da máquina junto de um smartphone ou tabet (recurso NFC disponível para sistemas Android 4.0 e superiores). Quem gosta de olhar para o céu tem um motivo a mais para ficar impressionado com o produto: se fixada sobre um tripé, imagens estonteantes da Lua, por exemplo, podem ser facilmente capturadas.


fonte: tecnogeek.com.br
Supporte
uma semana atrás por Supporte
Visualizações: 34 | Comentários: 0

Junho está quase acabando, mas as novidades para o sistema operacional iOS não param de surgir. Em nossa última seleção do mês, trazemos para você 10 games diversos e 5 programas imperdíveis para você instalar em seu iPod, iPhone ou iPad – totalizando 15 dicas para quem é dono de algum gadget da Maçã.

Para baixar os aplicativos listados neste artigo, tudo o que você precisa fazer é clicar em seus nomes para abrir as respectivas páginas no iTunes (clique aqui caso você ainda não tenha esse programa instalado no seu computador). Outra opção é pesquisar pelo app desejado através do campo de buscas na App Store do próprio dispositivo móvel no qual você quer baixá-lo. Divirta-se com nossa seleção e até a próxima semana!
APLICATIVOS
PicJoy (Gratuito)

Recentemente, a Google remodelou seu aplicativo “Fotos” adicionando uns recursos bem bacanas, incluindo a pesquisa inteligente que identifica o conteúdo de determinada imagem para catalogá-la. Tudo indica que a companhia criou uma tendência, visto que (para a nossa alegria) softwares semelhantes já começaram a surgir na internet. O PicJoy, exclusivo para iOS, é um desses casos.

O utilitário é capaz de vasculhar todas as informações presentes em cada fotografia de seu dispositivo móvel para organizar sua biblioteca de mídia automaticamente. Data, estação do ano, clima, eventos e locais são alguns dos dados extraídos pelo programa. Com isso, o PicJoy cria um catálogo de arquivos bem mais intuitivo e permite que você realize pesquisas mais preciosas para encontrar determinada foto.
Musify (Gratuito)

Queria usar algum serviço de streaming de músicas, mas não quer pagar nada por isso e não suporta propagandas durante as reproduções? Experimente o Musify. Ele permite que você escute suas canções prediletas sem gastar um único centavo: basta pesquisar por nome do artista, álbum ou gênero para encontrar as melodias desejadas e aproveitar à vontade. Não é preciso sequer fazer qualquer tipo de cadastro.
Está se perguntando como o app consegue oferecer tanta mídia de graça? O segredo aqui é simples: ele utiliza a API do serviço SoundCloud, mas com alguns incrementos na parte técnica e com uma interface aprimorada para melhorar a experiência do usuário. O programa é compatível com qualquer dispositivo da Apple (iPod, iPhone e iPad) que esteja equipado com a versão 7.0 do iOS ou superior.
Planner 5D – Home Design (Gratuito)

Originalmente projetado como uma ferramenta web para navegadores, o Planner 5D permite que qualquer pessoa desenhe seus próprios projetos de interior e paisagísticos como se fosse um profissional. É possível criar plantas de quartos, salas, cozinhas, jardins e outros cômodos de uma casa, adicionando toda a mobília, decoração e outros objetos que você julgar necessário.


Com uma interface simples, o software se destaca por ser extremamente fácil de usar. São centenas de itens para você colocar em sua planta – como sofás, mesas, janelas, papeis de parede e muito mais –, sendo que todos são customizáveis e podem ser personalizados com cores e texturas distintas. Ao acabar sua obra, visualize-a em uma bela renderização 3D para compartilhar com seus amigos e familiares.
Quik Downloader (US$ 1,99)

Que tal ter um gerenciador de downloads em seu dispositivo com iOS? O Quik Downloader integra-se ao navegador Safari (nativo do sistema operacional) e permite que você baixe qualquer arquivo presente na página que está sendo visualizada no momento. Basta abrir o menu de opções do browser, tocar no ícone do add-on e escolher qual arquivo detectado você deseja baixar – fotos, vídeos, documentos etc.

Além disso, o programa exibe uma série de informações detalhadas sobre os arquivos baixados, mostrando até mesmo um gráfico com as oscilações na velocidade de sua internet (algo comum em gerenciadores de desktops). Para usufruir de essas e outras funcionalidades bacanas do Quik Downloader, é necessário investir US$ 1,99 – o utilitário não conta com uma versão gratuita.
Halftone 2 (Gratuito)

Que tal criar uma história em quadrinhos usando suas próprias fotografias? Isso é uma tarefa muito simples com o Halftone 2, um app gratuito para iOS. Ele permite que você faça montagens divertidas e que lembram muito páginas de HQs usando as imagens presentes na memória de seu dispositivo móvel. Essas obras de arte podem ser salvas localmente ou compartilhadas com seus amigos pelas redes sociais.



O primeiro passo é escolher um layout de página; em seguida, adicione os arquivos desejados nos respectivos quadros em branco. O programa permite também que você adicione balões de fala, captions e stickers variados nas suas imagens. São dezenas de opções disponíveis para você se divertir. Há ainda dois pacotes com artes premium que podem ser adquiridas com dinheiro real – cada uma custa US$ 1,99.
JOGOS
SONIC RUNNERS (Gratuito)

Desenvolvido pela SEGA Corporation, SONIC RUNNERS foi anunciado no fim de 2014 como um jogo comemorativo para celebrar o aniversário de 24 anos do icônico ouriço azulado. O game chegou em fevereiro no território japonês, mas apenas hoje (25) foi lançado internacionalmente com os textos devidamente traduzidos para a língua inglesa. E o melhor de tudo: ele é gratuito!


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Como você deve ter percebido pelo trailer, SONIC RUNNERS adota um visual simples e que lembra muito os primeiros jogos da franquia, com visão lateral e tudo mais. Controlando Sonic, Tails e Knuckles, sua missão é avançar por uma série de cenários na maior velocidade possível, coletando argolas, desviando de obstáculos mortais e enfrentando periodicamente o impagável Dr. Robtnik (também conhecido como Eggman).
SBK15 (Gratuito)

SBK15 Official Mobile Game é o jogo oficial da temporada 2015 do Campeonato Mundial de Superbikes, primeiro e maior torneio internacional de motocicletas modificadas de fábrica. Desenvolvido pelo estúdio Digital Tales (também responsável pelo SBK14, do ano passado), o título permite que você experimente toda a emoção de pilotar esses furiosos veículos de duas rodas produzidos por montadores de renome.


Por ser um jogo licenciado pela própria Federação Internacional de Motociclismo (FIM), SBK15 apresenta uma reprodução fiel das 13 pistas usadas na vida real para o campeonato mundial. Além disso, você pode escolher entre 24 pilotos competindo para 14 times diferentes, incluindo Aprilia Racing, BMW Italia, Kawasaki Racing, Honda e Ducati Superbike. A obra é totalmente gratuita.
SpikeDislike3 (US$ 0,99)

Sim, o terceiro capítulo da desafiadora franquia SpikeDislike acaba de ser lançado na Google Play! Para quem não conhece o jogo, vale explicar que a missão aqui é simples: você precisa avançar o máximo possível sem encostar nos espinhos. Você controla uma esfera que se move sozinha pelo cenário, quicando ao tocar no chão.


O mais bacana é que SpikeDislike3 possui uma série de “skins” distintas que você pode desbloquear e ativar para mudar completamente o visual do título. Em determinado template, os espinhos são discos de vinil! No total, são 15 visuais distintos para você se divertir sem parar. SpikeDislike3 custa apenas US$ 0,99 na App Store.
Happy Kitten (Gratuito)

Happy Kitten é um jogo bastante simples que coloca você no comando de uma gatinha rosa – e de diversos outros personagens igualmente fofinhos, conforme você avança na aventura e desbloqueia conteúdos. Sua missão é simplesmente fazer com que a protagonista pule de plataforma para plataforma, tomando cuidado para que ela não acabe caindo.
Trata-se de um clássico joguinho sem fim, cuja único objetivo é chegar o mais longe que você puder. Com as estrelas coletadas ao longo da aventura, é possível desbloquear desafios in-game e comprar ainda mais personagens para a sua diversão. Happy Kitten é gratuito e pode ser executado em qualquer aparelho que tenha ao menos o iOS 7.0.
Downhill Riders (Gratuito)
Bob e Tod são dois jovens que sonham em se tornar celebridades no YouTube. Para isto, eles gastam dias e noites praticando manobras arriscadas no meio da rua – incluindo descer uma ladeira usando um carrinho de supermercado enquanto desvia de carros e pula sobre outros obstáculos urbanos.



Como você já deve ter imaginado, é sua responsabilidade garantir que a dupla não se machuque. Downhill Riders é um endless runner vertical que desafia você a superar uma série de barreiras em altíssima velocidade. Conforme você arrecada dinheiro, é possível adquirir novos veículos malucos, incluindo skates e até mesmo um Segway.
The Silver Bullet (US$ 2,99)

Kali, a deusa hindu da destruição, se infiltra entre os humanos na forma de uma jovem de cabelos ruivos e incrível habilidade com armas de fogo. Ao investigar um estranho caso ocorrido em um complexo militar, ela se depara com um local infestado de demônios e decide dar uma limpada no local. E é aí que você, no controle da guerreira, assume os controles de The Silver Bullet.



O game é pura ação: você invade o complexo militar e começa a metralhar tudo o que estiver pela frente e esboçar qualquer movimento. O título chama atenção pelos controles simples e pelos gráficos caprichados, que certamente agradarão até mesmo aos gamers mais exigentes. The Silver Bullet está sendo comercializado por US$ 2,99 na App Store e seus desenvolvedores prometem que jamais cobrarão por compras in-app ou conteúdos adicionais.
DRAGON QUEST VI (US$ 14,99)

Aqui está um jogo que dispensa apresentações. Lançado originalmente para Super Nintendo (e posteriormente remodelado para PlayStation e Nintendo DS), o sexto capítulo da franquia Dragon Quest conta a história de um jovem guerreiro que parte em uma jornada para salvar o mundo de ser engolido pela escuridão. Trata-se do episódio final da trilogia de Zenithiana.



Com gráficos totalmente remodelados, o título apresenta diversos personagens que podem ser recrutados para sua equipe e várias horas de aventuras épicas em um encantador mundo medieval. O clássico sistema de batalha em primeira pessoa – que conta inclusive com um modo de combate automático – também está de volta, para a alegria dos fãs saudosistas.
Tales from Deep Space (US$ 6,99)

Controlando o vendedor viajante E seu fiel drone CASI, sua missão aqui é enfrentar batalhas perigosas enquanto tenta escapar de uma tragédia iminente. No caminho, também será necessário resolver diversos puzzles e usar as habilidades de cada personagem em conjunto para ultrapassar os obstáculos que surgem periodicamente.



Tales from Deep Space foi desenvolvido pelo estúdio de desenvolvimento de games da Amazon e está sendo comercializado por US$ 6,99 na App Store. O bacana é que você pode chamar seu amigo para jogar com você: no modo multiplayer, cada jogador controla um personagem e precisam se ajudar para concluir as missões.
Chaos Domain (Gratuito)

De acordo com seus próprios desenvolvedores, Chaos Domain “é um jogo sobre atirar na cara de pessoas malvadas”. Trata-se de um game de ação com comandos clássicos e progressão lateral, no qual você encarna um robô (muito parecido com o deus egípcio Anubis) que entra em uma espaçonave dominada por ocultistas do caos.



Sua missão é simples: eliminar todo mundo que entrar no seu caminho. Para isso, você contará com a ajuda de uma série de armas mortais e precisará explorar 10 cenários que se dividem em áreas menores – no total, são 30 níveis para você se divertir. Chaos Domain é totalmente gratuito.
LEGO Batman: Beyond Gotham (US$ 4,99)

Lançado originalmente para uma série de consoles (incluindo PS3, PS4, PS Vita, Xbox 360 e Xbox One), o aclamado LEGO Batman: Beyond Gotham agora aterrissa com tudo nos dispositivos equipados com iOS. Por apenas US$ 4,99 você pode controlar mais de 100 famosos do universo do Homem-Morcego, sem precisar gastar dinheiro com compras adicionais.



Divirta-se com uma história original estruturada em 45 missões diferentes, desbloqueie trajes especiais para seus super-heróis prediletos e alterne entre dois perfis de controles distintos: o Clássico e o “Touch Screen”, criado especialmente para telas sensíveis ao toque. LEGO Batman: Beyond Gotham pode ser instalado em qualquer aparelho que possua ao menos a versão 8.0 do sistema operacional iOS.

Fonte    iTunes
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