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djsync
12 horas atrás por djsync
Visualizações: 30 | Comentários: 1

Você conhece Nikola Tesla? Muito provavelmente não, pois ele é um dos maiores injustiçados do mundo da ciência.

Pai de diversas invenções não creditadas ao seu nome, Tesla permitiu que o mundo em que vivemos se tornasse real. Por que tudo isso? Vejamos:

Responda rápido: Quem fez a revolução elétrica no mundo? Aposto que você disse Thomas Edison, certo? Mas não, não foi ele.

Quem realmente inventou esta e muitas outras coisas que se atribuem a diversas pessoas foi Nikola Tesla, o mesmo homem que possui desde uma unidade de medida para medir a densidade do fluxo magnético, uma cratera na lua, um asteroide, o maior prêmio de engenharia elétrica do mundo até um aeroporto, uma banda de heavy metal com o seu nome, um dia só seu (10 de julho, em diversos países), além de ser personagem do filme O Grande Truque e nomear a marca que promete um futuro verde ao mundo.

Mais de 300 patentes em quase 30 países (inclusive 2 aqui no Brasil), mas então porque ele não é reverenciado como um gênio? Tretas como as de Thomas Edison que você confere a partir de agora.

Quem foi Nikola Tesla
Nascido no finado Império Austro-Húngaro, onde hoje seria a Croácia, em 1856 durante uma tempestade de raios, segundo a lenda, teve seu primeiro contato com a eletricidade na Universidade de Praga onde estudou engenharia elétrica até o terceiro ano, desistindo depois de assistir às aulas.

Solteiro pela vida toda, pois dizia que isso era proveitoso às suas ambições e capacidades científicas, acredita-se que ele tinha uma memória fotográfica e podia decorar livros inteiros ao lê-los apenas uma vez; além disso tinha uma condição que fazia com que enxergasse clarões de luz que o cegavam, alucinações, e que lhe traziam inspiração e ideias.

Além disso ele era capaz de enxergar uma invenção completamente pronta em sua mente antes de começar a esboça-la em um papel.
O próprio motor elétrico de corrente alternada, invento que fez a revolução elétrica no mundo, foi visto por ele em uma dessas visões.

O projeto foi feito todo mentalmente, sem um protótipo sequer. E quando foi perguntado sobre como ele sabia que aquilo ia dar certo, ele respondeu: "Simples, eu estou vendo-o funcionar". Na época, pensar em um motor de corrente elétrica alternada seria tão surreal quanto pensar, hoje, em teletransporte.


Acredita-se também que ele tivesse transtorno obsessivo compulsivo, insônia (dizia dormir apenas 2 horas por noite, embora fossem apenas cochilos), além de outras manias e fobias, por exemplo: Não tocava em cabelos; não gosta de pérolas – despedindo uma secretária por ir trabalhar com um colar, uma vez –, fazia as coisas de acordo com o numeral 3 e nunca ficava em um quarto de hotel divisível pelo número. Atualmente, através dos relatos, seus biógrafos acreditam eu ele era misofóbico, ou seja, tinha completo pavor em entrar em contato com sujeira ou qualquer coisa que não julgasse estar higienicamente seguro. Antes de cada refeição ele polia cada utensílio até chegar à perfeição, utilizando 18 guardanapos (múltiplo de 3).

Chama a atenção, também, sua obsessão por pombos, alimentando-os regularmente no Central Park, em Nova Iorque, com sementes especiais que encomendava. Ele costumava, inclusive, leva-los ao seu quarto e os cuidar.

Além da memória eidética e talento para a física, Tesla também era poliglota. Falava 9 idiomas com fluência: sérvio, checo, latim, italiano, alemão, húngaro, francês e inglês.

Um de seus primeiros trabalhos foi na Companhia Nacional de Telefones, sendo o eletricista-chefe da empresa e engenheiro do primeiro sistema telefônico do país. Nesta época desenvolveu um aparelho que pode ser taxado como um repetidor ou amplificador de telefone, ou ainda, pode ser considerado o primeiro alto-falante do mundo. No entanto ele não divulgou ou publicou esse invento.

Seu laboratório durante um experimento

Nos anos 80 trabalhou na França e depois nos Estados Unidos, onde foi assistente do famoso Thomas Edison, aquele que você respondeu que inventou a lâmpada, lembra? Aqui começa o drama de Tesla com seu maior sabotador.

A Guerra das Correntes

Thomas Edison contratou Tesla para resolver problemas que ele estava tendo com corrente contínua em geradores e motores. Se Tesla resolvesse o problema ganharia cerca de 50 mil dólares – o que corresponderia a 1 milhão de dólares em valores atuais –, essa era a promessa. Quando Tesla consertou ou problemas de Edison e perguntou sobre seu dinheiro, recebeu a seguinte resposta: "Tesla, você não entende o humor americano". Sim, para ele a promessa era uma piada e nunca foi paga.

Tesla não se abateu, continuou suas pesquisas, e, hoje, podemos ter luz elétrica em nossa casa graça à invenção e aplicação da corrente alternada desenvolvida por ele quando fora contratado pela Westinghouse para criar a linha de transmissão e viabilizar o primeiro sistema hidrelétrico do mundo. Na ocasião recebeu 1 milhão de dólares pela venda de suas patentes a George Westinghouse e mais US$ 2,50 dólares de royalties por HP gerado por suas invenções. Tesla começava a ficar rico e famoso, certo? Mais ou menos. Devido a jogadas mal planejadas, a Westinghouse ficou à beira de uma falência, e Tesla, não querendo que centenas de pessoas perdessem seus empregos, teve a grandiosidade de rasgar o contrato dos royalties, o que hoje valeria TRILHÕES de dólares.

Mas nem assim tudo foram flores para ele. O seu sistema de corrente alternada recebeu críticas duríssimas de Edison que dizia que ele era ineficiente e não devia ser levado a sério.

O motivo? O sistema de corrente contínua – que vimos acima – tinha sido criado por ele e era o padrão adotado nos Estados Unidos, com a mudança do padrão ele perderia uma montanha de dinheiro a cada ano em royalties. Assim começava a famosa Guerra das Correntes.

Seu motor elétrico em funcionamento na hidroelétrica das Cataratas do Niágara

Para termos luz na sala de casa hoje, segundo o sistema de Thomas Edison, precisaríamos de uma usina de energia elétrica a cada quilômetro quadrado. Inviável, certo? Já o sistema de Tesla usava cabos menores, alcançava maiores voltagens e podia transmitir energia elétrica a distâncias muito maiores.

Leia mais...
Spoiler
Frente a essa perda de dinheiro, nome e prestígio, Thomas Edison resolveu se mexer e tomou uma atitude muito adulta: Começou a pagar 25 centavos por cada cachorro ou gato que garotos trouxessem vivo para ele.

Depois, em uma exibição pública, eletrocutou todos usando a corrente alternada de Tesla, além de cavalos e até elefantes.
Ele queria mostrar como era perigoso sistema de corrente alternada e convencer a opinião pública de que não era segura para se ter em uma casa. A propaganda negativa foi tão forte que, na época, o estado de Nova Iorque passou a utilizar a eletrocussão por corrente alternada como método de execução de condenados.

Para a nossa sorte, o sistema de Tesla era mais barato e funcional e foi adotado não só nos EUA, como em diversos países, caminhando para ser o padrão global. Por isso, Tesla é o verdadeiro pai da era da eletricidade. Para conferir mais sobre a Guerra das correntes e a Guerra Elétrica


Outras invenções de Tesla
Ainda na época da Guerra das Correntes, época de muita criatividade para ele, Tesla desenvolveria diversas aplicações para seu uso de corrente alternada, como: motor elétrico, o princípio da criação de energia elétrica através de um campo magnético rotativo, ignição elétrica de motores à gasolina; o motor assíncrono giratório, comutadores elétricos, bobina de Tesla, que permitiu a comunicação sem fio, rádios e tv’s (SIM, AGRADEÇA A ELE CADA VEZ QUE LIGAR SUA WI-FI), lâmpada fluorescente, etc. (muitos etc.), controle remoto por rádio, etc. Pesquisou desde energia solar até o poder do mar, além de prever comunicações interplanetárias e satélites.

Há também relatos de ideias geniais e invenções ou teses feitas que ele preferiu não registrar.

Para ajudar, após a briga contra Edison, em 1895, seu laboratório pegou fogo misteriosamente, junto de todas as suas pesquisas.

Suspeitasse até hoje que fora causado por alguma grande companhia do ramo da eletricidade, já que após o incêndio, o que sobrou foi "sem querer" atropelado por tratores. A motivação seria a pesquisa dele em energia gratuita a todos, mas como veremos no parágrafo seguinte, Tesla não desistiria, e, mostraria que era uma das pessoas mais legais que já viveram.

Em seus estudos Nikola Tesla descobriu, em um de seus momentos de genialidade, uma forma de conceder energia elétrica wireless grátis para todo o planeta através de uma torre que seria contruída perto de Nova Iorque . O projeto saiu do papel e chegou a ter a torre e o prédio prontos, porém empacou em um detalhe: o empresário que estava financiando a construção da torre – um dos mais famosos financistas dos EUA, J. P. Morgan – decidiu encerrar o projeto quando se deu por conta de que não teria como regular essa energia, e, portanto, como cobrar por ela e lucrar com isso.

Na foto acima o prédio e a torre prontas, abaixo, a triste demolição dela, anos depois.

Hoje, cientistas, físicos e engenheiros elétricos dizem que aquilo seria impossível, que por não fazer cálculos no papel, ele não conseguiu ver um detalhe banal: ao passar para o ar, a energia rapidamente se esvaneceria.
Bom, funcionando ou não, é interessante notar a benevolência de Tesla que não queria 1 centavo por sua nova criação.

E se você ainda não entendeu ainda a importância de Tesla para nossas vidas e da sua genialidade, saiba que:
  • Foi o responsável pela construção da primeira hidroelétrica do mundo, nas cataratas do Niágara, provando a todos que a água era um meio prático de obter energia;
  • Conduziu experimentos com engenharia criogênica, quase meio século antes de sua invenção;
  • Patenteou mais de 100 inovações que foram usados na criação do transistor, aquela pecinha primordial que faz com que seja possível o computador moderno existir e você ler isso neste momento;
  • Foi a primeira pessoa a captar ondas de rádio do espaço, o que o torna, indiretamente, o pai da radioastronomia;
  • Descobriu a frequência de ressonância da terra, que só pode ser confirmada 50 anos depois, já que era muito avançado à época;
  • Desenvolveu uma máquina de terremotos que quase destruiu um bairro inteiro em Nova Iorque;
  • Inventou a poderosa Bobina de Tesla, que você pode não conhecer de nome, mas com certeza já a viu em algum lugar. Confira ela, abaixo:

  • Conseguiu, na década de 90, reproduzir em seu laboratório o fenômeno conhecido como "Ball Lighting", que consiste em uma luz que aparece na forma de uma esfera e viaja devagar enquanto plana a alguns pés do chão. É um fenômeno muito raro e até hoje os cientistas ainda não conseguiram replicar o feito em moderníssimos laboratórios;
  • Inventou o controle remoto, a luz de neon, motor elétrico moderno, comunicações wireless, e outras coisas que tornam nosso dia a dia mais prático e legal;
  • Inventou um raio da morte que poderia destruir o mundo caso caísse em mãos erradas. Parece ficção, mas não é, ao menos é o que diversas fontes juram. No entanto, destruiu o projeto antes dele vazar (alguns acreditam que o projeto está em posse do governo dos EUA, confira mais sobre isso, alguns parágrafos abaixo).
    O raio chegou perto de ser vendido para a Inglaterra por 30 milhões de dólares, durante a 2ª Guerra Mundial, mas foi desfeito nos últimos momentos. O próximo comprador seriam os Estados Unidos, porém, a reunião que daria desfecho à compra nunca ocorreu. Tesla morreria antes.



O mundo contra Tesla

Mas se você acha que o atrito com Thomas Edison foi a única injustiça com Tesla está muito enganado. Diga-me: Você sabe quem inventou o rádio? Se você souber, com certeza respondeu que foi o italiano Guilherme Marconi, mas, como você já deve ter imaginado, foi Tesla. Tudo que Marconi fez foi pegar o trabalho desenvolvido por Tesla e patenteado em 1896, que continha todos os diagramas esquemáticos descrevendo todos os elementos básicos do transmissor de rádio, mudar um pouquinho aqui, umas coisinhas ali e ficar mundialmente famoso ao mandar a primeira mensagem transatlântica da história. Ao ser perguntado sobre o que sentia, Tesla disse: "Marconi é um bom amigo. Deixem-no continuar. Ele está usando 17 das minhas patentes". Sim, ele é um baita parceiro.

Porém, quando Marconi recebeu um prêmio Nobel por isso. Prêmio que deveria ser de Nikola (e essa não foi a primeira vez que ele perdeu um Nobel, já que a discussão e os avanços decorrentes da questão corrente alternada/contínua gerou o prêmio para ele e Edison. Prêmio que não foi entregue, pois a Academia de Ciências concedente não concordou em dividir o prêmio e ele foi repassado a um terceiro pesquisador - Willian Bragg). Ao perder o prêmio para Marconi ele terida dito: "Marconi é um asno". Nesse momento Tesla já estava sem dinheiro - note que foi quando J. P. Morgan havia removido o incentivo financeiro à Torre - e suas patentes começavam a expirar. Desesperado, tentou processar o italiano, desistindo ao ver que, sem recursos, não conseguiria disputar com uma grande companhia.

Outra: O radar, este invento que permite desviar de mísseis, submarinos navegarem por aí, sua comida sair quentinha do micro-ondas, etc. Hoje, credita-se a descoberta a Robert Watson-Watt, que o teria descoberto em 1935, porém, 18 anos antes (18 anos!!!), em 1917, ele havia apresentado à marinha americana (estávamos no início da 1ª Guerra Mundial) um sistema que poderia ter previsto milhares de baixas ocasionados pelos mísseis aquáticos alemães.

Daí você pergunta: E por que a marinha rejeitou o invento? Bem, é que Thomas Edison (lembra dele?) era chefe do centro de pesquisa e desenvolvimento da marinha e disse que o radar não teria aplicação prática na guerra.

Quer mais uma prova de que a vida é injusta? Lá vai: o Raio-X. Creditado a Wilhelm Rontgen, já havia sido descoberto e pesquisado por Tesla anos antes. Na euforia de sua "descoberta", acreditava-se que os raios-x poderiam curar problemas como a cegueira, porém, Tesla, que já havia investigado o assunto, e sabia do que ele podia causar, recusou-se a conduzir experimentos médicos com ele, tentando alertar o mundo sobre seu perigo.
Mas claro que alguém não ouviria as advertências. Quem seria? Se você citou Thomas Edison, ponto para você. Não perdendo a oportunidade de ser inconveniente, Edison começou a experimentar os raios-x em seus empregados. Um deles, Clarence Dally recebeu uma carga de raios-x tão grande que precisou ter seus 2 braços amputados para que não morresse. Pois é, não deu certo e ele morreu por causa de um câncer no mediastino =/ Parabéns, Thomas Edison. Aliás, o próprio Edison quase ficou cego por disparar raios-x contra seus olhos.

Um ser místico?

Por causa de sua incrível genialidade, invenções além do pensamento racional humano, criações sem nem mesmo protótipos, hábitos estranhos, transtornos de personalidade, etc. Tesla é visto por seitas e cultos como um ser místico.

Como criar seu próprio humano?Uma delas, os Newubianos o consideram um ser venusiano, enviado para passar ensinamentos ao planeta Terra. Louco, né? Mas nem é só isso, os seguidores dessa religião tem alguns preceitos nada convencionais, como enterrar a placenta após o nascimento para que Satanás não a use para fazer um clone do recém-nascido, ou então algumas coisas um tanto quanto preconceituosas, como pregar que as pessoas brancas foram destinadas a serem uma raça escravizada para servir os negros. Muito preconceituosa e impensável nos dias de hoje (opa, o cristianismo pregou o contrário por centenas de anos...melhor mudar de assunto).

Legado
Embora hoje ele não tenha o reconhecimento que lhe é devido, na sua época, foi uma celebridade, morando por diversos anos no Waldorf Astoria, onde organizava jantares com pessoas famosas que seriam as testemunhas de suas descobertas. Certa feita, perguntaram a Albert Einstein como era se sentir o homem vivo mais inteligente, a resposta foi: " Eu não sei, você vai ter que perguntar a Nikola Tesla".
E mais, Tesla era muito popular com as mulheres, existindo relatos incríveis de brigas homéricas por sua causa, no entanto, como dissemos antes, ele preferiu a castidade em nome de seu legado, morrendo sem nunca provar do pecado da carne.

E mesmo com toda essa história de vida surpreendente, Tesla não tem o reconhecimento que merece. Vivendo em uma época que somente invenções rentáveis e vendáveis eram "legais", ninguém dava bola para a radioastronomia. Suas invenções não eram aquelas que poderiam aperfeiçoar um produto e vender mais e mais, elas eram revolucionárias. Por toda sua vida ele foi leal e compreensivo com aqueles que o tentaram passar para trás, e mais, não via o lucro como principal motivação das suas pesquisas.

Em seus últimos anos de vida ele passava dias e noites sozinho em seu laboratório, que era o único modo de ele estar realmente feliz. Tesla morreu alucinado, pobre, considerado louco por muitos, sozinho em um quarto de hotel em Nova Iorque. Pagando o preço por ser um humanitário durante toda a sua vida, por tentar levar tudo de graça às pessoas, chegou ao fim de seus dias vivendo apenas de leite e bolachas e mesmo em sua pior situação não esquecia daqueles que amou durante toda sua vida: os pombos.

Em uma de suas últimas entrevistas disse:

Citar
Venho alimentando os pombos, milhares deles, há anos, mas havia um pombo, um pássaro bonito, branco puro com detalhes cinza claro em suas asas. Aquele era diferente... Não importa onde eu ia, aquele pombo iria me encontrar; quando eu queria ver ela só tinha que desejar e chamá-la para que ela viesse voando até mim... Eu amei aquele pombo... Eu a amava como um homem ama uma mulher, e ela me amava.

Então, uma noite eu estava deitado na minha cama, no escuro, resolvendo problemas, como de costume, ela voou pela janela aberta e ficou na minha mesa. Eu sabia que ela me queria; ela queria me dizer algo importante, então eu me levantei e fui até ela. Quando eu a olhei eu sabia o que ela queria me dizer - ela estava morrendo. E então, eu saquei sua mensagem, vinha uma luz de seus olhos - poderosos feixes de luz... uma luz mais intensa do que eu já tinha produzido pelas lâmpadas mais potentes em meu laboratório.

Quando aquele pombo morreu, algo saiu da minha vida. Até aquele momento, eu sabia com certeza que iria completar meu trabalho, não importa o quão ambicioso fosse, mas quando algo como aquilo saiu da minha convivência eu sabia que o trabalho da minha vida tinha acabado".

E assim, em 7 de janeiro de 1943, acabou a vida de um dos maiores gênios da humanidade: Vivendo na pobreza e conversando com pombos imaginários.

Ainda hoje existem diversas invenções que são classificadas como sigilosas pelo governo americano e que não foram entregues à família quando de sua morte, gerando muitas especulações sobre invenções fantásticas. Invenções essas que seriam mantidas no escuro devido à pressão das grandes petroleiras ou por outros assuntos tão sensíveis quanto. Outro episódio que suscitou borburinho durante a Guerra Fria foi o sumiço de algumas de suas pesquisas. Os EUA temiam que a União Soviética tivesse ficado com suas ideias e estivesse as desenvolvendo. No final do post tem um belo documentário que trata com detalhes essa questão.

Hoje ele tem um museu fundado em seu nome, com suas invenções e memória. No museu são realizadas diversas experiências e demonstrações, como a do vídeo abaixo. Os experimentos recriam as apresentações de Tesla que era um verdadeiro showman, conhecido por suas exibições performáticas, que muito lembravam os espetáculos de mágica.


E o mais legal: Em 2006 aquele terreno em que foi levantada a torre de eletricidade gratuita de Tesla que vimos acima, foi posto à venda. E aí vem a maravilha da internet, novidade que só foi possível pelas criações de Nikola Tesla. O site de quadrinhos OatMela criou uma campanha crowdfunding que conseguiu arrecadar mais de 1 milhão e 700 mil dólares em apenas 6 dias!!

Atualmente, eles estão em busca de 10 milhões de dólares para criar "um centro de ensino de ciência e um museu digno de Tesla e seu legado." E parece que a ideia vai sair do papel, afinal, Elon Musk, fundador da Tesla Motors – maior e mais promissora montadora de carro elétricos do mundo – doou 1 milhão de dólares em troca de uma estação de abastecimento de carros no local.

Parece que a internet está conseguindo corrigir uma das maiores injustiças do mundo das ciências. Então ajude a desmistificar e desfazer esse mal-entendido, compartilhe esse post nas redes sociais e ajude a memória de Tesla. Comentário também são bem vindos abaixo.

Para saber mais sobre Tesla visite este site que diz reunir tudo que sai sobre ele. Quem sabe até nosso post aparece por lá. Abaixo, a primeira parte do documentário supracitado:

Fontes:oficinadanet, 9 Gag, History Channel, Biblioteca Playades, National Geographic e Universidade Federal do Paraná
djsync
13 horas atrás por djsync
Visualizações: 17 | Comentários: 0

Quem anda de bicicleta no trânsito sabe que, muitas vezes, ser visto pode fazer a diferença entre a vida e a morte. A Zackees é uma luva para ciclistas que conta com luzes LED para avisar aos motoristas para qual lado você está virando, aumentando a sua segurança nas ruas.


As luzes LED são bem brilhantes, assim você pode visto mesmo na maior escuridão.


fonte: digitaldrops.com.br
LVSystem
2 dias atrás por LVSystem
Visualizações: 72 | Comentários: 3

The Light Phone é um celular que pretende levar seus usuários de volta à década de 1990. Buscando financiamento no Kickstarter, o gadget não tem nada de “smart”, como se tornou comum hoje em dia. O diferencial do aparelho? Ele só faz ligações!! - nada de internet ou mensagens de texto. E vem tendo um ótimo progresso no site de crowdfunding.





A meta dos desenvolvedores é arrecadar US$ 200 mil (cerca de R$ 606 mil), e com mais de um mês para seu projeto ser encerrado, eles já passaram da metade desse valor. A chance, portanto, é grande de que o The Light Phone saia do papel. Uma unidade dele tem preço de US$ 100 (R$ 303, aproximadamente) para quem apoiar o projeto no Kickstarter.

O visual do The Light Phone é um dos seus grandes atrativos. Se ele não tem recursos super elaborados, seu design é bem interessante. Do tamanho de um cartão de crédito, ele é super fino, branco e com um teclado que se ilumina com uma luz também branca, mostrando o quanto ele é minimalista.

O telefone tem entrega esperada para 2016, e pode ser enviado para qualquer lugar do mundo. Ele tem bateria que dura 20 dias, slot para cartão SIM, porta microUSB, e uma medida de 85,6 x 53,9 x 4 mm, pesando 38,5 gramas. Ele vem com um cartão carregado e um aplicativo para interagir com seu telefone atual.
A ideia dele não é substituir o smartphone (até pq impossível) mas sim trabalhar em conjunto com ele. Afinal, ele receberá ligações do seu número do smart, para aqueles momentos em que você quer ficar quase incomunicável, só atendendo as chamadas necessárias. A ideia, pelo visto, está sendo bem recebida.

Fonte: Techtudo


alexaraujo
2 dias atrás por alexaraujo
Visualizações: 38 | Comentários: 1

Não há como negar que, por mais avançados que sejam os dispositivos de realidade virtual como o Oculus Rift, o HTC Vive, o Project Morpheus e até o Samsung Gear VR, todos acabam sendo limitados a uma mesma proposta: envolver a pessoa em uma experiência audiovisual, somente. Mas um novo projeto surgido no Kickstarter promete ser algo além.


Trata-se do FOVE, um aparelho de realidade virtual que tem uma pequena – e promissora – adição em seu hardware. Além de tudo o que você já espera de um acessório do gênero, ele também conta com um sensor de rastreamento dos olhos, permitindo uma interação com o ambiente sem que você precise utilizar suas mãos.

As possibilidades que isso traz são inúmeras, já que ainda é possível usar mouse e teclado enquanto realizamos outras ações com um simples olhar. Outro uso igualmente interessante seria na hora de trabalhar com o foco da imagem: assim como ocorre com nossa visão, o FOVE borra o que está em sua visão periférica, não apenas dando um aspecto mais real como também permitindo uma renderização mais detalhada onde você está focado.



Como se isso não fosse suficiente, a empresa também garante que o FOVE reduz problemas com a tão temida tontura causada por usar esse tipo de aparelho. Isso é resultado, mais uma vez, do sistema de rastreamento de visão: visto que você pode fazer ajustes menores de mira com os olhos, não há a necessidade de mover a cabeça com tanta frequência; logo, não há um movimento tão constante da câmera.

Promissor, mas potencialmente limitado

Mas será que a tecnologia realmente funciona? O pessoal do site The Next Web teve a chance de testar o aparelho e, segundo eles, o sistema apresentado nas demonstrações já se mostrou bastante eficiente, acompanhando com precisão consideravelmente alta as ações desempenhadas com um olhar. A tela com 2560 x 1440 pixels de resolução dá uma ajudinha para deixar tudo ainda mais bonito, é claro.

O único problema que surge com uma proposta dessas, no entanto, é que o FOVE precisaria de jogos e programas feitos especificamente para ele. E isso já foi a ruína de muitas ideias igualmente interessantes e promissoras. Felizmente, parece que os desenvolvedores interessados em criar algo para o acessório não vão ter que criar tudo “do zero”.



Para resolver essa questão, o FOVE é compatível com softwares desenvolvidos em algumas das ferramentas mais utilizadas no mercado – Unity, Unreal Engine e Cry Engine. Isso quer dizer que um game, por exemplo, poderia ser feito para todos os outros aparelhos de realidade virtual; e então, se desejado, os desenvolvedores podem criar algum suporte para o rastreamento de visão desde dispositivo.

Como se não fosse suficiente, a empresa também possui um acordo com a loja de aplicativos de realidade virtual WEARVR. Dessa maneira, temos a garantia de que apps para o dispositivo não vão fatar – mesmo que nem sempre trazendo suporte à sua tecnologia.

Além dos jogos

Se você pensa que a proposta do FOVE está limitada apenas aos games, porém, saiba que a ideia tem usos muito mais interessantes. Um exemplo disso pode ser conferido no vídeo abaixo, que mostra um garotinho deficiente conseguindo usar o aparelho para controlar as notas tocadas por um piano (um processo que pediu um bom treino e preparação de todas as partes, é claro).


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Como esse vídeo deixa bem claro, o aparelho pode garantir um nível de interação completamente diferente para deficientes físicos, que podem usar a tecnologia do FOVE para escrever mensagens ou mesmo utilizar o computador. É claro, tudo isso já é utilizado por muitas pessoas que sofrem de doenças como essas, mas essa é uma opção muito mais acessível e simples de utilizar.

Mesmo com toda essa promessa, o FOVE ainda está um pouco distante de atingir sua meta de 250 mil dólares no site de crowdfunding. Felizmente, ele acaba de alcançar a marca dos 175 mil arrecadados, no momento em que essa matéria é feita, e com um mês e meio restantes para o fim da campanha. É provável que, com todo esse tempo, eles atinjam seu objetivo; caso não consigam, porém, a empresa pretende voltar para a mesa de projeto com o aparelho.

Caso você tenha se interessado em comprar um FOVE, é melhor se apressar. Isso porque o aparelho normalmente está disponível na página do projeto por US$ 399 (mais ou menos R$ 1.214, em uma simples conversão e sem outras taxas), mas aqueles a apoiarem o dispositivo o quanto antes ainda podem conseguir um pequeno desconto e pagar apenas US$ 375 (R$ 1.141). E todos eles, vale notar, vêm com todo o suporte para o desenvolvimento de apps.

FONTE(S)Kickstarter/FOVE *** Você não tem permissão para ver links. Registre-se ou Login

The Next Web/Ben Woods *** Você não tem permissão para ver links. Registre-se ou Login
djsync
4 dias atrás por djsync
Visualizações: 47 | Comentários: 1

O responsável pelo site HomoFaciens deu a conhecer o projecto de uma plotter que utiliza o micro computador Raspberry Pi e peças de antigos leitores de CD.



O dispositivo pode ser controlado através de uma rede Wi-Fi. Mais informações sobre este projecto estão disponíveis para consulta nesta página:
*** Você não tem permissão para ver links. Registre-se ou Login

fonte:pcguia.pt
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