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FLAVIOTECH
2 dias atrás por FLAVIOTECH
Visualizações: 31 | Comentários: 0

Atualmente, as TVs novas possuem um diferencial básico entre as configurações e especificações técnicas que classificam a qualidade do aparelho: ou o televisor é Smart, ou é comum. De um lado, TVs que possuem sistemas operacionais avançados, acessos a aplicativos e uma série de serviços da Internet. Do outro, modelos mais simples e que não se conectam à rede. Mas, além dessas diferenças, o que há de decisivo a favor das TVs que não são Smart?

Abaixo, confira os prós e contras de uma TV comum, sem acesso direto a Internet, e descubra se comprar ou usar um televisor sem ser Smart ainda vale a pena. Confira detalhes como qualidade de imagem, tela, suporte a dongles e, principalmente, preço.



O que você abre mão

Quando dizemos que uma TV é Smart nos referimos, principalmente, ao fato de que o aparelho pode ser conectado à Internet, tendo acesso a aplicativos, jogos e conteúdo distribuído via streaming a partir da rede.

Uma Smart TV costuma funcionar dentro de uma plataforma fechada desenvolvida pelo fabricante. As TVs da Samsung, por exemplo, rodam o sistema da marca, enquanto que as da LG usam uma plataforma exclusiva e assim por diante. Exceções nesse sentido são Sony e Philips, que usam o Android TV, sistema do Google para televisores e que tem como destaque acesso a aplicativos e jogos do Android dos celulares.

Já em uma TV convencional, não há nada disso: o aparelho não acessa a Internet e o sistema operacional, rudimentar, é feito apenas para gerenciar as funções do aparelho, como sintonização de canais, controle de volume, conexão com outros aparelhos via portas de saída e entrada e etc. Mas apenas observe que isso não quer dizer que são televisores inferiores em qualidade de som e imagem, e sim que são aparelhos com abordagem e experiência de uso mais simples.

Qualidade de imagem, som e conectividade

Em relação à qualidade de imagem, não há nada que faça uma Smart TV oferecer uma tela de melhor qualidade simplesmente porque ela é Smart. A qualidade de aparelhos sem conectividade com a Internet será sempre equiparável aos aparelhos mais caros, desde que você esteja comparando tecnologias similares: uma TV com painel IPS de 32 polegadas e Full HD terá a mesma qualidade de uma Smart do mesmo tamanho, tipo de tela e resolução.

É claro que se você comparar a qualidade de imagem de um televisor de 32 polegadas não Smart com uma Smart TV de R$ 80 mil reais, resolução 4K, painel com pontos quânticos e tudo mais, a TV de entrada perderá de lavada.

As Smart TVs podem tirar proveito de ajustes mais precisos e recursos de configuração da qualidade de imagem e som que você, eventualmente, não encontraria na TV comum. Mas, a rigor, essas configurações avançadas não vão deixar um aparelho anos-luz à frente do outro em termos de qualidade de áudio e vídeo.



Sobre conectividade, deixando de lado o fator evidente que a TV sem ser Smart em geral não acessa à Internet, é possível ver o mesmo grau de equilíbrio em termos de portas de entrada e saída.

Se você está no mercado por um novo televisor, aliás, quer o aparelho seja Smart ou não, sempre procure aparelhos de TV com a maior quantidade possível de portas HDMI e USB. O HDMI vai permitir deixar sua TV inteligente se você quiser (ou se ela já for Smart, vai te proporcionar uma porta de saída para experimentar outras plataformas), e a entrada USB garante que poderá baixar vídeos da Internet para reproduzir no seu aparelho.

Telas menores

Há um movimento no mercado que vem se consolidando nos últimos anos que aponta para a extinção dos televisores que não são Smart. Hoje, um aparelho de tela grande e alta tecnologia muito provavelmente será inteligente, já que os fabricantes estão privilegiando esse tipo de aparelho em suas linhas.

Pense nessa situação como aquela que basicamente dizimou os celulares que não são smart: eles ainda existem, são bem baratinhos, mas não são mais tão fáceis de encontrar. O resultado disso nas TVs é que aparelhos não inteligentes acabam sendo voltados para um nicho de mercado mais específico: quem procura um televisor digital barato, de tela menor, para ser um aparelho secundário na casa, do tipo que fica em um quarto, na copa ou na cozinha.



É por isso que ao considerar um televisor sem ser Smart você terá dificuldades em encontrar opções com tela maior do que 43 polegadas. Há exceções, claro, mas uma pesquisa nas principais lojas para ter ideia de opções e de preços vai consumir bastante tempo, já que há pouca oferta. Entre as marcas mais famosas, LG, Panasonic, AOC, Semp Toshiba e Philips contam com linhas mais completas de TVs sem Internet.

Preço de TV comum pode compensar

Por não oferecer conectividade com a Internet e acesso às plataformas na rede é comum que televisores sem o termo “Smart” sejam mais baratos que modelos similares, com as mesmas dimensões de tela.

Como comparação, podemos mencionar a LG 32LH515B, com 32 polegadas, e que pode ser encontrada por R$ 1.199 no mercado brasileiro. Uma TV da mesma marca, mesmo tamanho de tela, mas Smart, sai por R$ 1.300. Em um comparativo que examina TVs maiores, de 43 polegadas, a diferença cresce e pode passar dos R$ 400.



Essa é uma amostra de economia de apenas R$ 200 porque comparamos dois produtos da mesma marca, mas é possível encontrar diferenças ainda maiores se você estiver disposto a comparar fabricantes diferentes. A AOC, por exemplo, dispõe de produtos no mercado nacional na faixa das 32 polegadas e que saem por R$ 1.000.

Você pode tornar sua TV Smart quando quiser

Supondo que nada desanimou você, que a falta de acesso à Internet e às plataformas dos fabricantes, que o risco de comprar uma TV comum com menos portas não tenha preocupado e que as telas menores não sejam um problema, você pode comemorar o fato de que não apenas o preço é um atrativo para os televisores mais simples, mas também a possibilidade de converter o aparelho em uma Smart TV.

Há alguns jeitos de fazer isso: o mais simples, mas não tão eficiente, consiste em conectar seu computador à TV. Mas, a melhor opção, é investir um pouco em dongles, como o Chromecast e seus rivais: o aparelho acessa à Internet, pode ser conectado ao seu smartphone para ter acesso a vídeos, aplicativos, Netflix, YouTube e jogos: todos os pontos fortes da parte inteligente das TVs mais caras.



Conclusão

Comprar uma TV mais simples para depois ter que investir no Chromecast e em outros dispositivos do gênero pode ser interessante, já que o preço não assusta. O acessório do Google, por exemplo, pode ser encontrado no Brasil por R$ 160, tornando a proposta de adquirir um televisor não Smart mais atraente ao bolso.

Se o Chromecast não é exatamente sua praia, há opções similares no mercado, que também usam Android e oferecem as mesmas funcionalidades inteligentes por preços que saem dos R$ 120 e podem chegar a R$ 400 para as caixinhas mais completas. Há também a Apple TV, para quem gosta dos aparelhos da fabricante do iPhone.

Mas isso tudo só faz sentido se você souber muito bem do que está abrindo mão ao não comprar a Smart TV: telas menores, configurações e ajustes de som e imagem mais simples e risco de escassez de portas HDMI e USB são uma realidade para quem opta pelas TVs comuns.

Fonte: *** Você não tem permissão para ver links. Registre-se ou Login

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FLAVIOTECH
2 dias atrás por FLAVIOTECH
Visualizações: 12 | Comentários: 0

O Nifty MiniDrive é um adaptador, com design super compacto, que permite aumentar o armazenamento do MacBook. A vantagem do modelo é que o usuário não precisa ocupar espaço carregando dispositivos extras, como HDs externos ou pendrives, nem plugar aparelhos via cabo USB.

O MiniDrive se encaixa no design do computador da Apple pelo slot de cartão de memória e pode adicionar até 200 GB de espaço para guardar seus arquivos. A leitura é automática, sem softwares extras, e o dispositivo pode ser integrado à programas de músicas ou serviços de nuvem, como iTunes e Dropbox.



O dispositivo aparenta ser prático e tem o tamanho aproximado de um cartão de memória. Para funcionar, o usuário precisa adicionar um cartão microSD no MiniDrive para fornecer o armazenamento, já que o dispositivo não tem espaço interno.

Um dos pontos interessantes do modelo é que o adaptador se camufla no design do MacBook de forma discreta, com uma borda de mesma cor, em alumínio, sem plugues ou partes externas.

O MiniDrive começa a funcionar logo quando é inserido no MacBook, com a função Plug & Play. A velocidade de transmissão de dados, para leitura e gravação, é acima de 120 MB/s e o dispositivo é compatível com qualquer marca de microSD.



Com o aparelho, os usuários ainda podem mover pastas do Dropbox para dentro do armazenamento, guardar arquivos de música do iTunes e integrar com o Time Machine, tudo para ajudar a ter um backup completo, sem o risco de perder seus dados.

É possível comprar modelos específicos compatíveis com cada MacBook, como o MiniDrive Air (MacBook Air 13″), MiniDrive Pro (MacBook Pro 13″e 15″ e MacBook 2013 Pro 15″ Retina), MiniDrive R13 (MacBook Pro 13″ com display Retina) e MiniDrive R15 (MacBook Pro 15″ com display de Retina). A garantia é de um ano, em caso de defeitos, pela fabricante.



O dispositivo tem preço a partir de US$ 39,99 (cerca de R$ 129 em conversão direta), apenas para o adaptador, sem armazenamento. Acompanhando o microSD de 64 GB sai por US$ 79,98 (R$ 258), com 128 GB o preço é de US$ 139,98 (R$ 452) e com a opção mais avançada de microSD com 200 GB o valor chega a US$ 189,98 (R$ 614).

O Nifty MiniDrive pode ser encomendado por usuário brasileiros com o pagamento de uma taxa de entrega no valor de US$ 30 (R$ 96) com prazo de envio para o final de agosto de 2016.

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Kaio Macedo
5 dias atrás por Kaio Macedo
Visualizações: 47 | Comentários: 0




A ASUS anunciou o lançamento da placa de vídeo Strix GeForce GTX 1070, da linha Republic of Gamers, para os gamers brasileiros que estavam aguardando o modelo turbinado da marca.

Este componente foi desenvolvido para entregar experiências de realidade ainda mais imersivas, com um desempenho acima do que é visto no modelo de referência da NVIDIA.

Com sistema de resfriamento personalizado e design diferenciado, a ROG Strix GeForce GTX 1070 está disponível nas principais lojas especializadas e e-commerces brasileiros a partir de agosto.



Equipada com uma das melhores GPUs da atualidade, a GeForce GTX 1070, o novo modelo  ASUS atinge clock de até 1.860 MHz no modo Overclocking.
Segundo a fabricante, o desempenho da ROG Strix GeForce GTX 1070 é até 7,1% mais rápido no 3DMark Fire Strike Extreme e 8,5% mais rápido no Doom.
Confira as especificações.

Especificações da ASUS ROG Strix GTX 1070

.Clock base: 1.683 MHz (modo Gaming) / 1.721 MHz (modo OC)
.Clock boost: 1.835 MHz (modo Gaming) / 1.860 MHz (modo OC)
.Memória: 8GB de memória GDDR5X
.Interface da memória: 256-bit
.Saídas: 1 x DVI-D, 2 x HDMI 2.0, 2 x Display Port 1.4

A ROG Strix GeForce GTX 1070 conta com a tecnologia DirectCU III, que traz três ventoinhas, e a tecnologia patenteada 0dB Fan (que evita ruídos excessivos). Ela foi projetada para um fluxo de ar máximo 30% maior, o que evita problemas de superaquecimento.
A tecnologia Auto-Extreme e os componentes Super Alloy Power II garantem qualidade e confiabilidade.



Outro recurso da nova ROG Strix é a personalização completa da iluminação. Com a tecnologia Aura RGB, o jogador pode personalizar as cores dos LEDs, de modo que ela combina com qualquer sistema. A novidade estará disponível em breve, mas a ASUS ainda não confirmou o preço sugerido.



Fonte:TecMundo


Kaio Macedo
5 dias atrás por Kaio Macedo
Visualizações: 36 | Comentários: 0



Produtos especialmente criados para homenagear games geralmente são caros. Isso acontece porque é realizado um trabalho minucioso para representar todos os aspectos de uma determinada franquia, e não é raro que as edições sejam limitadíssimas.


Esses são exatamente os aspectos que nortearam a criação do relógio abaixo, uma belíssima edição baseada em Super Mario Bros. que custa nada menos que US$ 27 mil (aproximadamente R$ 87 mil em conversão direta na cotação atual).

Esse relógio, fabricado pela renomada companhia Romain Jerome, está em exposição na chamada Mitsukoshis Watch Fair – feira anual com os mais impressionantes e valiosos acessórios da categoria. Ele é totalmente construído em titânio, e foram fabricadas apenas 85 unidades dessa edição.

Esse modelo já havia sido oficialmente apresentado ao público no ano passado, mas só agora ficou disponível para os felizardos que puderem adquiri-lo.

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Outros modelos

De acordo com informações publicadas no Twitter do jornalista Takashi Mochizuki, do The Wall Street Journal, a edição do relógio em exposição custa realmente mais de R$ 87 mil, mas é possível encontrar modelos mais baratos no site da fabricante.

Por lá, versões inspiradas em outras franquias, como PacMan, Space Invaders e Tetris, também pode ser encontradas. Os preços continuam nada convidativos: a partir de US$ 16 mil, ou aproximadamente R$ 51 mil em conversão direta na cotação atual. E você, teria coragem de pagar isso em um relógio?

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Fonte:TecMundo
FLAVIOTECH
uma semana atrás por FLAVIOTECH
Visualizações: 78 | Comentários: 2

O Lenovo IdeaPad 300 é um notebook que se destaca pelas boas especificações e preço compatível com o mercado: a partir de R$ 3.000. O aparelho promete agradar tanto aos usuário menos exigentes, que gostam apenas de usar a internet e navegar pelas redes sociais, quanto os que costumam exigir um pouco mais do PC, jogando alguns games um pouco mais pesados.

Veja abaixo as principais características do notebook da Lenovo para decidir se o dispositivo realmente é uma boa opção de compra para você. O aparelho tem duas versões, e uma delas conta com a sexta geração dos processadores da Intel.



Processador e sistema operacional

O Lenovo IdeaPad 300 já sai de fábrica com o que há de mais recente entre os sistemas operacionais, o Windows 10. O notebook conta com duas versões: a mais barata apresenta um processador Intel Core i5, de 2,3 GHz, e placa gráfica HD Graphics. Já a opção mais cara conta com i7 (sexta geração Intel Core), de 2,5 GHz, e placa gráfica da AMD Radeon, com 2 GB dedicados.

O sistema operacional que roda nas duas versões é o Windows 10 Home. Além disso, a memória RAM é de 8 GB (duas de 4 GB)

Tela, armazenamento e bateria

O computador conta com uma tela de 15,6 polegadas, com resolução HD. O tamanho promete agradar a maioria dos usuários, já que não muito grande, mas ainda é maior que boa parte das opções disponíveis no mercado.

O aparelho oferece ainda 1 TB de armazenamento interno no seu disco rígido. Já a bateria é de 32 Wh, para a versão mais em conta, e 41 Wh, na mais cara.



Dimensões, peso e entrada

Nestes quesitos, as duas versões do IdeaPad 300 têm as mesmas especificações. Com um peso de 2,3 Kg, o aparelho tem as seguintes dimensões: 384 x 265 x 23,44 mm. E, ao todo, são cinco portas de conexão: uma entrada HDMI, duas USB 2.0, uma USB 3.0, além de uma VGA.

Caso você ocupe todas as portas e esteja precisando de mais opções, o notebook também permite realizar conexões via Bluetooth.

Preço

O preço do Lenovo IdeaPad 300 é compatível com os demais notebooks que apresentam configurações semelhantes. A versão mais barata tem o valor oficial de R$ 2.999, no site da fabricante. Já o IdeaPad com processador mais potente custa R$ 3.849.

Levando em conta as especificações do aparelho e o preço, é possível afirmar que o Lenovo IdeaPad 300 é uma boa alternativa para os usuários intermediária. Ou seja, vão além do simples uso da Internet, mas também não precisam de um notebook tão potente quanto um gamer ou editor de vídeo.

Fonte: *** Você não tem permissão para ver links. Registre-se ou Login

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