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Daniel

notícia Ganhe um Osciloscópio Digital 100MHz 2 canais

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Ainda estamos analisando alguns detalhes para este sorteio.

 

Posso adiantar que osciloscópio vai ser sorteado entre os usuários mais participativos do fórum.

 

Se você não participa ativamente! Não se preocupe... Comece agora mesmo!!!

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Tem de se inscrever em algum tópico? Ou só dizer que também quero e preciso rsrsrsrsr.

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to precisando demais de um, mas a verba ta meio curta. estava pensando pensando em pegar um mes que vem, parcelado em 10x no cartao kkkkk

 

agora esse sorteio caiu do céu !

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Boa sorte a todos! Ferramenta muito útil em bancada! Bacana o sorteio, incentiva o pessoal utilizar o fórum. Sempre que posso ajudo os colegas. Sempre sou ajudado por aqui. Parabéns aos organizadores.

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    • By brlacerda
      O americano Larry Tesler, criador do comando "copiar e colar" (CTRL C+CTRL V), morreu na última segunda-feira (17), aos 74 anos. A informação foi dada primeiramente pelo site especializado em tecnologia Gizmodo e o blog Apple Insider, nesta quarta (19).
      Formado em Ciências da Computação na Universidade de Stanford, na Califórnia, berço da indústria de tecnologia americana, Tesler começou a trabalhar na Xerox em 1973, onde criou, junto com Tim Mott, o processador Gypsy, que continha os termos “cortar,” “copiar” e “colar” ("cut", "copy" e "paste", em inglês) para edição de textos.
      Depois, em 1980, foi trabalhar na Apple, onde ficou até 1997 e desempenhou funções como cientista-chefe, posto que já tinha sido de Steve Wozniak, fundador da companhia junto com Steve Jobs.
      Depois de deixar a Apple, Tesler cofundou a Stagecast Software, focada em ferramentas que tornassem os conceitos de programação mais fácil de serem aprendidos por crianças.
      Em 2001, ele foi para a Amazon, onde ocupou o cargo de diretor de experiência de compra.
      Em 2005, se mudou para o Yahoo!, onde continuou trabalhando para melhorar a experiência dos usuários. Em 2008, passou a trabalhar na 23andMe, empresa de biotecnologia do Vale do Silício especialista em testes genéticos. Posteriormente, passou a atuar como consultor independente.

    • By Eduard Lord
      A indústria brasileira começa a sofrer impactos concretos da epidemia de coronavírus. Depois de amargar uma desaceleração no ano passado, as fábricas instaladas no país podem ter o desempenho do primeiro trimestre afetado por problemas no recebimento de componentes e matérias-primas da China, o maior parceiro comercial do Brasil.
      Fabricantes de eletroeletrônicos já relatam problemas no recebimento de componentes. Montadoras de veículos e representantes do setor farmacêutico estão em alerta.
      Do total de insumos importados – que servem de matéria-prima para os produtos que são feitos nas indústrias nacionais – 20% vêm da China.
      – A participação das importações chinesas é relevante. Se os embarques são interrompidos, pode haver atrasos ou pausas na produção brasileira – diz Marcos Casarin, economista-chefe para América Latina na Oxford Economics.
      De acordo com sondagem da Abinee, associação brasileira de fabricantes de produtos eletroeletrônicos como celulares e TVs, 52% do setor já tiveram algum problema no recebimento de materiais vindos da China.
      A pesquisa mostra que 22% dos associados, que participaram do levantamento, disseram que devem paralisar a produção em algum momento nas próximas semanas por falta de componentes.
      – Estamos avaliando a situação de perto – diz o presidente da Abinee, Humberto Barbato, lembrando que a China responde por 42% dos componentes eletrônicos importados pelo setor.
      Segundo José Salvino, presidente do SindMetal (Sindicato dos Metalúrgicos) de Jaguariúna, em São Paulo, a empresa Flextronics, que fabrica celulares da Motorola, enviou uma carta alertando sobre o problema. De acordo com Salvino, o setor pode ter 80% das atividades paralisadas:
      – A medida afeta quase todas as linhas de produção. Desde a semana passada estamos aguardando parecer da multinacional chinesa para ver se há possibilidade de contágio através das peças importadas.
      Risco de desabastecimento
      A Anfavea, associação brasileira da indústria automotiva, acompanha “24 horas por dia” os efeitos da epidemia de coronavírus na China sobre a cadeia produtiva de autopeças. Apesar de a doença ter interrompido a operação em fábricas em Wuhan – considerada a “Detroit Chinesa” pela concentração de montadoras – e em outras áreas da China, por ora não há risco de desabastecimento de peças no Brasil.
      — Estamos monitorando o tema não só das peças que importamos, mas também dos fornecedores dos nossos fornecedores. Hoje não temos problema (de desabastecimento) — diz Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea.
      Estudo da consultoria Oxford Economics vê o Brasil como um dos países com maior risco de desabastecimento na hipótese de a epidemia prolongar o período de fechamento de indústrias na China.
      A importação de placas solares da China já começa a ser afetada. Segundo Daniel Pansarella, diretor da fabricante chinesa de painéis Trina, os embarques têm atrasos de até duas semanas. Para ele, a falta de produtos no mercado brasileiro vai depender da extensão da crise no país asiático:
      — Muitos clientes têm programação trimestral, por isso os estoques maiores. Não vejo o varejo com falta de produto. Quem pode ter falta de material no primeiro momento são distribuidores menores, que não têm estoques.
      A relevância de fornecedores chineses no Brasil só é batida pela importância deles para a indústria de países da Ásia e da Oceania, cujas cadeias logísticas estão intimamente conectadas à China. Nos primeiros lugares da lista estão Vietnã (com 41% dos bens intermediários comprados dos chineses) e Filipinas (30%).
      — A produção industrial brasileira, tal como a da maioria dos países, depende muito de produtos intermediários (insumos) chineses. Há uma integração nas linhas de produção em vários setores — diz Cristiano Oliveira, economista-chefe do banco Fibra, para quem a queda deve ser maior em eletrônicos e têxteis.
      O economista avalia ainda que o coronavírus tem potencial de reforçar a perda de força da indústria brasileira ocorrida no ano passado, quando recuou 1,1% em relação a 2018.
      O risco de desabastecimento é maior entre componentes de maior valor agregado que chegam por transporte aéreo da China. O estoque no Brasil dá conta para os próximos 15 dias, nas contas da Eletros, associação dos fabricantes de eletrônicos da linha branca (geladeira), marrom (TV e som) e portáteis (secadores de cabelo, ventiladores, entre outros). Entre os insumos que chegam por navio, o estoque nacional é capaz de abastecer as indústrias por 90 dias.
      – Preocupa a instabilidade na cadeia logística de importação de insumos da China – diz José Jorge do Nascimento Junior, presidente da Eletros.
      Na fabricante de eletrônicos Multilaser, com portfólio que vai de celulares a aspiradores, boa parte da produção depende dos fornecedores chineses. Mensalmente as duas fábricas da Multilaser, em Extrema (MG) e Manaus (AM), produzem 2 milhões de produtos. Cada um tem, em média, 200 componentes do país asiático.
      – Os efeitos só serão sentidos em março, e se a situação atual persistir até lá — diz Alexandre Ostrowiecki, presidente da Multilaser.
      Henrique Tada, presidente executivo da Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais (Alanac), destacou que o setor acompanha a crise de perto. Mais de 90% das matérias-primas são importadas de países como China e Índia.
      – Estamos em alerta. Quase tudo vem da China. Acompanhamos a movimentação de cargas dentro da China.
      O Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) disse que os estoques de princípios ativos e insumos importados da China são suficientes para atender às necessidades da indústria nas próximas semanas. Informou ainda que os estoques de medicamentos prontos nos postos de saúde e nas farmácias e distribuidoras garantem o abastecimento da população e de clínicas e hospitais.
    • By Anael Medeiros
      Estou com um notebook em minha bancada, lg a410 i3 com placa DA0QL7MB, que nao da video 
      ja verifiquei todas as voltagens e estao ativas , alguem tem alguma dica?
    • By djsync
      É a primeira vez que se cria um coletor-catalisador de molécula única para produzir hidrogênio solar - e, ainda mais, capaz de capturar todo o espectro da luz solar.

       
      Energias limpas
      Cientistas desenvolveram pela primeira vez uma única molécula capaz de absorver a luz solar com eficiência e também atuar como um catalisador para transformar a energia solar em hidrogênio, considerado o combustível limpo por excelência porque sua queima só produz água como resíduo.
      Esta nova molécula consegue capturar a energia de virtualmente todo o espectro visível da luz solar, o que lhe permite aproveitar mais de 50% mais energia solar do que as células solares atuais.
       
      "A ideia toda é que podemos usar fótons do Sol e transformá-lo em hidrogênio. Para simplificar, estamos capturando a energia da luz solar e armazenando-a em ligações químicas, para que ela possa ser usada posteriormente," disse a professora Claudia Turro, da Universidade Estadual de Ohio, nos EUA.
      Ela espera que a descoberta possa oferecer uma rota para ajudar a diminuir o uso dos combustíveis fósseis, migrando para fontes de energia que não contribuam para as mudanças climáticas.
       
      Sem precedentes
      A equipe demonstrou, pela primeira vez, que é possível coletar energia de todo o espectro visível da luz solar - incluindo o infravermelho de baixa energia, uma parte do espectro solar difícil de coletar - e transformá-la com rapidez e eficiência em hidrogênio - o chamado "hidrogênio solar".
      "O que o faz funcionar é que o sistema é capaz de colocar a molécula em um estado excitado, onde ela absorve o fóton e é capaz de armazenar dois elétrons para produzir hidrogênio," descreveu Turro. "Esse armazenamento de dois elétrons em uma única molécula, derivados de dois fótons, e usá-los juntos para produzir hidrogênio, não tem precedentes".
       
      A maioria das tentativas anteriores de coletar energia solar e transformá-la em hidrogênio se concentrou nos comprimentos de onda de maior energia da luz solar, como os raios ultravioleta, por exemplo. Tentativas anteriores também se basearam em catalisadores construídos a partir de duas ou mais moléculas, que trocam elétrons à medida que produzem combustível a partir da energia solar. Mas perde-se energia na troca, o que torna esses sistemas multimoléculas menos eficientes.
       
      Vitórias e desafios
      A equipe de Turro descobriu como fazer um catalisador com apenas uma molécula - uma forma do elemento ródio -, o que significa que se perde menos energia na conversão. E eles descobriram como coletar energia do infravermelho até o ultravioleta, abarcando todo o espectro visível.
       
      O sistema mostrou-se quase 25 vezes mais eficiente com luz infravermelha de baixa energia do que sistemas de molécula única anteriores operando com fótons ultravioleta.
      Mas muito trabalho terá que ser feito antes que o catalisador molecular da equipe possa ser usado em aplicações do mundo real. O ródio é um metal do grupo da platina, o que significa que ele é raro e caro.
       
      A equipe reconhece isso, e afirma que já está trabalhando não apenas para melhorar a molécula, para que ela produza hidrogênio por um período de tempo mais longo, como também na construção do catalisador a partir de materiais mais baratos.
       
      fonte: inovacaotecnologica
    • By djsync
      Sensor injetável: Microssensores minúsculos o suficiente para serem injetados sob a pele prometem monitorar sua saúde no futuro.
      Embora os sensores já estejam no limite da miniaturização, graças às tecnologias quânticas, faltava ainda um leitor sem fio sensível o suficiente para ler os dados coletados.

       
      Conforme foram sendo miniaturizados, os sensores ficaram pequenos demais para conter uma bateria, exigindo leitores ultrassensíveis e operando muito próximo do implante.
      É por isso que, até agora, os pesquisadores não tinham sido capazes de criar microssensores viáveis abaixo de 1 milímetro.
       
      Este foi o avanço apresentado agora por Zhenya Dong, da Universidade Nacional de Cingapura, dando um passo essencial em direção à viabilização de pequenos implantes sob a pele para medir continuamente a glicose no sangue, a frequência cardíaca e outras condições fisiológicas.

       
      Ponto excepcional
      Dong e seus colegas desenvolveram uma nova maneira de medir o sinal gerado pelo sensor, calibrando o leitor sem fio para funcionar em um ponto excepcional - um estado especial em que o leitor se torna extremamente sensível a objetos próximos.
       
      O resultado é que o leitor é tão sensível - três vezes mais sensível que os leitores existentes - que pode até ler os pequenos sinais que os microssensores submilimétricos emitem.
      A equipe desenvolveu um protótipo funcional do leitor que pode ler um microssensor sem bateria, de 0,9 milímetro de diâmetro, que foi injetado sob a pele usando uma seringa. Em experimentos de laboratório, o leitor monitorou com precisão a taxa de respiração e a frequência cardíaca.
       
      "Agora que comprovamos a viabilidade do nosso leitor, o próximo passo é desenvolver um conjunto de microssensores passivos (sem bateria) que possam monitorar vários parâmetros fisiológicos, como glicose, atividade bioelétrica e química do sangue," disse o professor John Ho, coordenador da equipe.
       
      fonte: inovacaotecnologica
       
       
       

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