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Correios anunciam reajuste no frete, e comprar online vai ficar mais caro.

Renato Santino 27/02/2018 21h02 comércio eletrônicoe-commerce

 

A partir do dia 6 de março, suas compras online podem ficar mais caras. Isso se deve ao fato de que os Correios anunciaram um reajuste médio de 8% no frete, o que tornaria o transporte das encomendas mais caro.

 

A mudança foi anunciada nesta terça-feira, 27, e o percentual de 8% se refere especificamente a objetos postados entre capitais brasileiras e nos âmbitos local e estadual. A estatal não deu detalhes sobre qual será o impacto em outros tipos de entrega.

 

O Mercado Livre, empresa de comércio eletrônico que depende profundamente dos serviços dos Correios, se mostrou bastante insatisfeito com a alteração. Segundo a companhia, o aumento de 8% anunciado conta apenas uma parte da história: o aumento de preço pode chegar a até 51% dependendo das localidades envolvidas na entrega.

 

“O aumento máximo do frete acontecerá justamente para vendedores que moram ou atendem clientes fora dos grandes centros, podendo chegar a 51%. Quer um exemplo? O valor de frete de um produto enviado de São Paulo para Joinville, que hoje custa cerca de R$ 40,00, passará a ser R$ 57,00”, diz o site da campanha #FreteAbusivoNão, que tem ganhado força nas redes sociais. O Mercado Livre também questiona o peso desse reajuste diante de uma inflação sob controle, visto que o IPCA acumulado de 2017 não chegou a 4%, o que por si só já é bem abaixo dos 8% de reajuste entre grandes centros urbanos.

 

Os Correios, por sua vez, afirmam que o reajuste é parte de uma revisão anual dos preços, “baseada no aumento de custos relacionados à prestação de serviços, incluindo transporte, pagamento de pessoal, aluguéis de imóveis, combustíveis, contratação de recursos para segurança, entre outros”.

 

ATUALIZAÇÃO: 

 

Os Correios enviaram um comunicado ao Olhar Digital sobre o tema e a campanha do Mercado Livre. Segue o posicionamento da estatal na íntegra:

Sobre a campanha realizada pelo Mercado Livre em suas redes sociais a respeito do ajuste de preços que será aplicado pelos Correios a partir de 6 de março para os clientes de contrato, os Correios esclarecem:

 

Ao contrário do que foi divulgado, o reajuste não será de “até 51% no frete dos produtos a todos que compram e vendem pela internet”. A média será de apenas 8% para os objetos postados entre capitais e nos âmbitos local e estadual, que representam a grande maioria das postagens realizadas nos Correios.

 

Cabe ressaltar que o reajuste não é para os preços de e-commerce, mas para os serviços de encomendas dos Correios, também utilizados pelo e-commerce. Trata-se de uma revisão anual, a exemplo do previsto em contrato. A definição dos preços é sempre baseada no aumento dos custos relacionados à prestação dos serviços, que considera gastos com transporte, pagamento de pessoal, aluguéis de imóveis, combustível, contratação de recursos para segurança, entre outros.

 

Comparar o preço de frete praticado no Brasil com os países vizinhos, como faz a nota, é tendencioso e pode levar o consumidor a acreditar em uma falsa premissa. O maior dos países citados - a Argentina - tem cerca de um terço da extensão territorial do Brasil e 40% de toda a sua população concentrada na região metropolitana de Buenos Aires.

 

A maior cidade brasileira, por sua vez, tem 10% da população do país. Outro exemplo citado na nota, a Colômbia, é cerca de seis vezes menor que o Brasil. Os desafios de transporte em um país com dimensões continentais são muito maiores e os custos para manter a presença dos Correios em todo o território nacional são altíssimos. 

 

Os contundentes problemas relacionados à segurança pública em diversas localidades do país também são pontos que merecem ser destacados. Conforme amplamente divulgado pelos veículos de comunicação, no Rio de Janeiro a situação de violência chegou a níveis extremos e o custo para entrega de mercadorias nessa localidade sofreu altíssimo impacto, dadas as medidas necessárias para manutenção da integridade dos empregados, das encomendas e até das unidades dos Correios. Por esse motivo, foi estabelecida uma cobrança emergencial de R$ 3,00 para os envios destinados à cidade do Rio de Janeiro, cobrança essa que poderá ser suspensa a qualquer momento, desde que a situação de violência seja controlada. Vale esclarecer que essa cobrança já é praticada por outras transportadoras brasileiras desde março de 2017.

 

Os Correios ressaltam que a parceria com o e-commerce brasileiro é de extrema importância para a empresa. Parceria que, inclusive, viabiliza a atividade de inúmeras micro, pequenas e médias empresas que vendem pela internet devido à oferta de pacotes de benefícios dos Correios exclusivos para os marketplaces brasileiros, incluindo reduções de preço que chegam a mais de 30% no SEDEX e 13% no PAC quando comparado aos preços à vista.

Também em função dessa parceria, a empresa mantém uma Política Comercial com uma estratégia de precificação que segue a lógica do mercado e, mesmo com os aumentos de custos, buscou o menor impacto possível nas praças mais relevantes para o e-commerce brasileiro.  

 

Por fim, essa revisão mantém os Correios competitivos em seus preços praticados no Brasil inteiro, garantindo sua presença em todo o território nacional. 

 

 

ATUALIZAÇÃO 2: 

 

Diante da manifestação dos Correios, o Mercado Livre enviou ao Olhar Digital o seguinte comunicado, reproduzido abaixo na íntegra:

 

Ao contrário do que os Correios informaram em posicionamento ontem, o Mercado Livre reforça, novamente, que existem diversas rotas entre cidades fora dos grandes centros que terão um aumento de até 51% no valor do frete. Como as encomendas são entregues em âmbito nacional, não somente entre capitais, o aumento mínimo será de 8% (relativo a envios de capitais para capitais), e a média será de 29%.

 

A título de comparação, fizemos estimativas baseadas no reajuste proposto pelos Correios, tanto para envios entre capitais quanto entre cidades distantes dos grandes centros. Uma postagem de um objeto que pese até 500g, via PAC, e tenha como origem São Paulo-SP e destino Brasília-DF, passará a custar, de R$14 para R$15 (8%). Já um envio de um produto de até 500g que saia de Caxias do Sul-RS e seja enviado, via PAC, para Recife-PE passará a custar de R$ 54 para R$ 82, ou 51% a mais.

 

Com a postura de levar em conta apenas os envios entre capitais, os Correios ignoram o fato de que o Brasil tem mais de 207,6 milhões de habitantes e, desse total, apenas 24% residem nas capitais, segundo levantamento do IBGE divulgado em agosto de 2017. Logo, o reajuste para encomendas nacionais impactará principalmente os moradores de cidades mais distantes dos grandes centros, indo contra a democratização do comércio e prejudicando milhões de compradores e vendedores que atuam no setor. 

 

Reafirmamos ainda que o Brasil é o país mais caro da América Latina em termos de frete. A comparação entre países que apresentamos (no comunicado inicial sobre a campanha) leva em consideração o envio de um pacote de 500g e a mesma distância de envio (500 KM) dentro desses países, independentemente da extensão de cada um deles. 

Caso tenha interesse em repercutir o assunto, podemos agendar entrevista com um porta-voz do Mercado Livre para comentar o impacto desse medida no segmento de comércio eletrônico.

 

Fonte:

 

Olhar Digital   -  

Conteúdo oculto

Correios.jpg

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- A situação dos importados, como aliexpress, estão sem solução, os produtos que chegaram da china, estão amontoados, no pátio do correio, em curitiba, desde novembro de 2017. 

- O serviço dos correios era ruim, e agora parece que piorou.

- Já até apelidaram o famigerado  Sedex,  de Seder.

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Procurando notícias dos Correios no Youtube descobri que na primeira quinzena de fevereiro agora ocorreram dois grandes incêndios em centros de distribuição dos Correios: Um no Rio de Janeiro e outro em Fortaleza. Além dos atrasos já acumulados tem gente reclamando de extravios também. Muita gente ficou sem poder receber encomendas. Uma boa prática é quem for enviar ou solicitar encomendas fazer previsão do seguro do valor declarado.

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Serviço publico com valor de privado. Essa é mais uma empresa forte que desmoronou nas mãos dos nossos políticos corruptos. Empresa sólida como era há 20 anos atrás, hoje esta fadada ao fracasso, e nós que dependemos tanto de um bom serviço prestado, ficamos desamparados. Tem cliente que até entende a demora, mas alguns reclamam, e não podemos tirar sua razão.

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@Rods  Nao vou defender os correios BR porque sei que o servico é uma bosta, mas nao acredite em tudo que a midia fala.

Frete mais caro da America Látina uma PINOIA !

O frete de R$18 (5.53USD) que voces pagam ai é o equivalente ao frete que estamos pagando aqui de 135 pesos ..... 6.57 USD !

Esse Argentino MUQUIRANA que inventou o Mercadolivre (sim, só podia ser Argentino o fundador dessa porcaria ) lanca a campanha reclamando do preco do Brasil mas aqui na Argentina que estamos pagando mais caro nao teve campanha nenhuma !

Lutar por um valor justo nos envios é uma atitude otima e acredito que a minha raiva é exatamente o fato de nao terem feito aqui, mas falar que no Brasil se paga 160% mais caro do que na Argentina é simplesmente manipular alguma estadistica deles para "fabricar" um numero e mentir para o povo !

Portanto, quando a coisa estiver ruim, mas ruim mesmo por ai, lembre-se sempre .....

Poderia ser pior, voce poderia estar na Argentina !

Ai pra voce ver:

Origem -  Buenos Aires - Capital
Destino - Rosario - Santa Fé

Distancia:  Menos de 300Km, nao chega a um RJ - SP
Pacote:  Um arduino que nao pesa nada
Cidades:  A capital e um dos maiores centros urbanos do pais 

Tempo de demora: Esse da imagem é se voce for privilegiado, eu aqui já cheguei a esperar 10 dias por um pacote que vinha de uma distancia de 70KM !  Poderia ter ido a pé e andando de costar para buscar o pacote e teria sido mais rapido !

Frete 2.PNG

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- O serviço dos correios não entregou minhas encomendas, vindas da china, adquiridas no aliexpress.

- O pedido foi feito em 15 de outubro de 2017, chegou no Brasil, 30 dias depois, no depósito dos correios, na cidade de Curitiba.

- Passados mais de 4 meses, após as compras, feito reclamação nos correios, recebendo protocolo, e ficou assim. Nada de chegar as encomendas.

- Fiz o pedido do reembolso, ao aliexpress, que depositou os valores no ebanx, em dólar, para efetuar novas compras.

- Moral da história, serviços parados, aguardando componentes eletronicos, e a culpa é de quem ?  do famigerado serviço dos correios, não dá para falar bem de um serviço desses !

- Seja a denuncia pelo valor do frete, via mercado livre, que acredito que será o mercado mais atingido, seja por um simples mortal, tem de se feito algo de contestação, deste péssimo serviço prestado pelos correios brasileiros.

- Pagar e chegar é uma coisa, agora, pagar e esperar, e nunca chegar, é outra coisa.

- Por fim, qualquer coisa na mão do nosso governo brasileiro, vira moeda de troca, como favorecimento político.

- E ficamos na mão deste governo corrupto, incapaz de solucionar problemas simples.

- Acredito, que como outros serviços, este está fadado a ser privatizado, ou seja, pode ser até uma fonte rentável de recursos, mas são tantos desvios ( para não falar que eles roubam o nosso patrimonio ), que somente nas mãos da iniciativa privada, este serviço poderá funcionar de verdade.

- Por enquanto, o que temos, é resolver nas urnas, no mes de outubro de 2018.

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Bom dia...? isso é um serviço muito ruim, caro e que nem sempre funciona, pior que eu moro em RO aqui quando chega uma encomenda que vem de SP ou outros estados mais longe kkk as caixas vem todas arrebentadas, comprar telas de notes sempre é um jogo de azar e torcer pra quando abrir esteja inteira... É triste, mas não temos para onde correr...

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@infosquad Informações são sempre bem vindas, jamais imaginaria que foi um argentino o inventor do ML. No Brasil a mídia é muito manipuladora mesmo. A crítica nossa não é muito em cima do valor, e sim do serviço prestado. Se subissem o valor e melhorassem o serviço, não seria ruim, já que incluo o valor do frete no preço final ao cliente. O serviço era bom, tive poucos problemas em alguns anos, mas ultimamente estamos mesmo sofrendo. Pagamos por um serviço que já conhecíamos e nos decepcionamos pela decadência de uma empresa que é a cara dos nossos governantes. Pelo seu relato do serviço prestado ai tbm, volto a dizer.... Maldita hora que um 'espanico' nos achou!!! Rs não poderia ter sido Cristóvão Colombo? a Culpa é do Cabral!! Vamos continuar sofrendo... e vou usar uma frase sua.

Poderia ser pior, você poderia estar na Venezuela!!

Forte abraço!

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Em 03/03/2018 às 10:20, regisfatef disse:

- O serviço dos correios não entregou minhas encomendas, vindas da china, adquiridas no aliexpress.

- O pedido foi feito em 15 de outubro de 2017, chegou no Brasil, 30 dias depois, no depósito dos correios, na cidade de Curitiba.

- Passados mais de 4 meses, após as compras, feito reclamação nos correios, recebendo protocolo, e ficou assim. Nada de chegar as encomendas.

- Fiz o pedido do reembolso, ao aliexpress, que depositou os valores no ebanx, em dólar, para efetuar novas compras.

- Moral da história, serviços parados, aguardando componentes eletronicos, e a culpa é de quem ?  do famigerado serviço dos correios, não dá para falar bem de um serviço desses !

- Seja a denuncia pelo valor do frete, via mercado livre, que acredito que será o mercado mais atingido, seja por um simples mortal, tem de se feito algo de contestação, deste péssimo serviço prestado pelos correios brasileiros.

- Pagar e chegar é uma coisa, agora, pagar e esperar, e nunca chegar, é outra coisa.

- Por fim, qualquer coisa na mão do nosso governo brasileiro, vira moeda de troca, como favorecimento político.

- E ficamos na mão deste governo corrupto, incapaz de solucionar problemas simples.

- Acredito, que como outros serviços, este está fadado a ser privatizado, ou seja, pode ser até uma fonte rentável de recursos, mas são tantos desvios ( para não falar que eles roubam o nosso patrimonio ), que somente nas mãos da iniciativa privada, este serviço poderá funcionar de verdade.

- Por enquanto, o que temos, é resolver nas urnas, no mes de outubro de 2018.

 

 

Bom dia! Sou a favor de um Brasil desenvolvimentista. Porém sou contra certa classe de funcionários públicos tempórários, eleitos para serem gestores da herança pública - patrimônio coletivo comum, acumulado na forma de impostos - para   (conforme promessa de suas próprias bocas ) se eleitos,  investirem em educação, saúde, segurança e melhoria da qualidade de vida  - direito comum de todos os cidadãos - (promessas para o rol de eleitores que lhe confiaram o voto - públicamente solicitados).  Estes funcionários públicos temporariamente diplomados para exercerem suas funções retributivas à confiança depositada, assenhoram-se do patrimônio público, como se donos fossem dos mesmos, e legislam em causa própria individual ou de associação partidária, ou a favor de lobbies de grupos específicos, porém contrários ao interesse coletivo comum à maioria dos brasileiros e em prejuízo dos mesmos.
Cadê as referidas prestações de contas obtidas com as privatizações da Vale, Telebrás, e todas as empresas públicas envolvidas nestas categorias de privatizáveis?  
A Vale em 2017 completou 20 anos da privatização. Foi arrematada à época do leilão por R$ 3,3 bilhões e possuía também à época um ativo em minerais em torno de  R$ 100 bilhões.
Ainda se questiona os "benefícios" da privatização da Telebrás que embora tenha aumentado o número de usuários de linhas telefônicas, estas ainda são caras e tem sido campeãs de reclamações pelos usuários dos serviços. O Brasil detinha a posse dos satelites de comunicações com altos investimentos do governo brasileiro em Telecomunicações. Hoje depende exclusivamente do fornecimento externo dos serviços, e ainda está à mercê do monitoramento  de suas comunicações. Tem que pedir licença para u$ar canais do satélite. Cadê a estratégia para nossa soberania nacional?  
"O Petróleo é nosso" - já mudou de dono!   Os royalts para a educação e para a saúde oriundos do petróleo já foram para o ralo.  A cláusula de proteção ao conteúdo nacional na contratação de produtos e serviços (para gerar mais empregos aqui) também foi para o ralo. O botijão de gás de cozinha a R$ 75,00 tá bem  "saboroso".   14 aumentos sucessivos no preço da gasolina nos últimos meses e uma redução de R$ 0,009 (pra tirar um bode da sala) - sem comentários. 
Os Correios não são exceção. É mais um bem público privatizável.  Ele é privatizável porque é ruim?  É o que nos querem fazer pensar assim. No momento está realmente ruim. Mas vai depender dos usuários cobrarem ações e posicionamentos adequados a quem de direito, e não ficarem esperando o Papai Noel trazer melhorias de presente.
As empresas de Telecomunicações e os Correios eram vinculados ao Ministério das Comunicações, discussões à parte, era gerido pelos militares com muito zelo, e mesmo depois desta época foi por muito tempo assim. Até que começaram as políticas de engessamento, fatiamento, e queda de qualidade nos serviços prestados pelas empresas públicas. Entre outras o próprio FMI nos impunham condições econômicas engessantes para nos fornecer os tais empréstimos econômicos por causa da dívida externa. Muitos hoje já se esqueceram disto, e foram brigar por R$ 0,20 do aumento das tarifas de ônibus e deu no que deu!   Hoje esquentam languidamente seus sofás entretidos assistindo o BIG BODE BRASIL.

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