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notícia Google anuncia Project Stream, serviço de streaming de jogos no Chrome

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O Google anunciou nesta segunda (1º) o Project Stream, um serviço da companhia que pretende levar grandes lançamentos dos games para dentro do navegador Chrome. Lançado em fase de testes, o primeiro jogo com suporte ao novo serviço será Assassin’s Creed Odyssey, que tem lançamento marcado para esta sexta (5).

 

Em uma publicação no seu blog oficial, a companhia lembra como o streaming de música e vídeo mudou completamente a forma como consumimos esses produtos, facilitando o acesso instantâneo a bibliotecas com milhares de itens. Mas, de acordo com o Google, o próximo grande avanço nessa área será ainda mais complicado que o streaming de filmes e séries.

 

“A ideia de fazer streaming de um conteúdo tão graficamente rico e que requer uma interação quase instantânea entre o controle do jogo e os gráficos na tela apresenta uma série de desafios. Quando fazem streaming de séries e filmes, os consumidores não se incomodam com alguns segundos de carregamento no início, mas o streaming de games de alta qualidade exige uma latência medida em milissegundos sem nenhum tipo de degradação gráfica”, diz o texto.

 

O Google ainda publicou um vídeo mostrando Assassin’s Creed Odyssey rodando em resolução 1080p e 60 quadros por segundo via Project Stream no Chrome. A empresa está aceitando inscrições para pessoas interessadas em testar o serviço nesta página, mas elas são apenas para quem mora nos Estados Unidos, tem mais de 17 anos e preferencialmente acesso a uma rede de 25 Mbps ou mais rápida.

 

Ao que tudo indica, esse é o primeiro passo de uma iniciativa do Google para competir com Sony, Microsoft e Nintendo no mercado de consoles. Em junho, uma reportagem do Kotaku conversou com diversas fontes que confirmaram o interesse da companhia em entrar na indústria de videogames com uma espécie de “Netflix para jogos”.

 

Detalhes sobre como o novo Assassin’s Creed vai rodar por streaming no Chrome devem ser revelados após o lançamento do jogo, quando começam os testes na plataforma. Você teria interesse em assinar um serviço do tipo? Deixe sua opinião nos comentários.

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    • By eliasgirardi
      Dos temas à busca de arquivo: relembre as funções que deixaram saudades nos usuários.
       

      windows-xp-tema-clássico — Foto: Reprodução
       
      O Windows XP foi um dos sistemas operacionais mais bem-sucedidos da Microsoft e que ficou conhecido por ser "queridinho" dos usuários. Na época, ele se destacou por ter sido um dos sistemas mais bonitos, ágeis e seguros que a empresa havia criado até então. Essa versão tinha grandes diferenciais no design e ficou marcada pelo clássico papel de parede Bliss, com a foto de uma colina verde. Além disso, teve variantes de 32bits e 64 bits e uma arquitetura que não era baseada no MS-DOS, como os modelos anteriores, o que garantia maior estabilidade e velocidade.
       
      Lançado em 25 de outubro de 2001, o sistema foi encerrado em 2014, quando a fabricante terminou o suporte. A seguir, relembre seis funções de destaque do Windows XP e que ajudaram o sistema a ser um sucesso no mundo todo.
       
      1. Temas e personalização
       
      O visual do Windows XP era uma das características que mais chamava a atenção. O sistema trouxe cores vibrantes, sombras e formas que tornavam a experiência de uso do computador bastante agradável, até mesmo com o tema padrão que tinha a barra azul. Além disso, uma de suas maiores revoluções foi a possibilidade de personalização. A partir do XP, os usuários puderam escolher entre usar tema moderno ou um clássico do Windows 95, com diversas opções de cores. Outra possibilidade era baixar e instalar novos temas para alterar cores, ícones e deixar o Windows do jeito que você quisesse.
       

      Zune: um dos temas mais conhecidos e usados do Windows XP — Foto: Reprodução/Wikipedia
       
      2. Windows Media Player
       
      O Windows Media Player tornou muito fácil a reprodução de músicas. O programa organizava a biblioteca do usuário e reproduzia formatos de áudio como mp3. Já quem quisesse ver filmes no PC, só precisava baixar o Media Player Classic ou VLC, dois reprodutores de vídeo que rodavam diversos tipos de arquivos. O Windows XP ainda foi produzido em uma arquitetura avançada para a época e podia, não apenas ler DVDs, mas também gravá-los. Para isso, bastava apenas um programa que “queimava” os discos, como o Nero.
       

      Um dos reprodutores mais úteis e utilizados no Windows XP — Foto: TechTudo
       
      3. Busca de Arquivos
       
      A Microsoft aprimorou a busca de arquivos ao longo das edições do Windows, mas no XP aconteceu o primeiro grande avanço da ferramenta. O sistema trouxe um recurso de busca textual que exibia uma gama de arquivos como resultado e ainda permitia a utilização de filtros fáceis. Sem dúvida, a função facilitou muito a vida dos usuários.
       

      Uma busca eficaz e com muitos filtros para facilitar a vida dos usuários — Foto: Reprodução/Edivaldo Brito
       
      4. Conectar e desconectar dispositivos sem reiniciar o PC
       
      O Windows XP foi desenvolvido sobre a proteção do Windows NT (New Tecnology). Um dos grandes avanços dessa estrutura era a desobrigação de reiniciar o computador após desconectar dispositivos, o que criava um ótimo ambiente para quem gostava de passar músicas por pen drive ou usar fones de ouvido, por exemplo. Além disso, para quem gostava de fazer dual boot, ou seja, usar um segundo sistema operacional no pendrive ou em partições do HD, essa potência toda do Windows XP acabava ajudando.
       

      Remoção de periféricos sem necessidade de reinicialização — Foto: Reprodução/TechTudo
       
      5. Ajuda com figurinhas animadas
       
      Um mago, um cachorro, um clipe de papel animado e outras figuras poderiam ser os guias de ajuda no Windows XP. A ferramenta clássica ficava em algum lugar do monitor para oferecer ajuda aos usuários. As figurinhas animadas se moviam, andavam e executavam ações inovadoras para os padrões da época, quase como versões primárias dos assistentes de voz que conhecemos hoje. Por isso, ficaram marcadas na memória de quem usou o sistema.
       

      O XP disponibilizava ícones que se mexiam para te ajudar nas tarefas — Foto: Reprodução/Computer Business Review
       
      6. Teclas de atalho
       
      As teclas de atalho se tornaram bastante populares no Windows XP e muitas ainda continuaram em pleno funcionamento ao longo das versões seguintes do sistema. Se você quisesse esconder alguma coisa, por exemplo, era só apertar a tecla do Windows e a letra D, ou a letra L: uma minimizava tudo, enquanto a outra jogava o usuário para uma área de escolha.
       

      Pressione as teclas de atalho para ativar a iluminação do teclado do notebook — Foto: Barbara Mannara/TechTudo
       
      7. Jogos - Pinball 3D
       
      O Windows XP trouxe diversos jogos que eram uma boa forma de se distrair offline. O Freecell e Paciência Spider tiveram grandes melhoras nos gráficos depois, mas o Pinball faz falta até hoje no Windows.
       

      Um dos jogos preferidos do windows XP — Foto: Reprodução/Fitzssimmons
       
      Fonte: https://www.techtudo.com.br/listas/2019/12/sete-funcoes-que-fizeram-sucesso-no-windows-xp.ghtml
       
    • By Daniel
      Sabemos que o EletrônicaBR tem milhares de esquemas, manuais, bios e outros, postados por mais de 3000 usuários ao longos dos anos.

      Aqui estão 5 bons motivos para avaliar e comentar todos seus downloads:

      1- Muitos aquivos não foram devidamente testados e confirmados. 
      2- Sua correta avaliação pode te render alguns joinhas, valiosos para um futuro download.
      3- A colaboração de todos é muito importante para mantermos um acervo enxuto,  funcional e atualizado.
      4- Se quem testa não deixa um feedback, todos corremos o risco de baixar um arquivo inútil, você pode ser o próximo. 😟
      5- Agora temos disponível um painel que facilita a análise dos aquivos que baixamos e não avaliamos. (Como acessar abaixo 👇)

      Clicando no menu Downloads -> Meus Downloads ou no perfil pode acessar o painel que é bem intuitivo.
       

       
       
    • By Daniel
      Deu um trabalhão instalar a iluminação de natal.
      Favor não quebrar as lampadas!

       

    • By Toin do radio
      Moro em Guaciaba do norte ceara trabalho com manutenção de notebooks
    • By eliasgirardi
      O processador comercial usado como base continuou funcionando perfeitamente após a deposição da segunda camada de circuitos. [Imagem: Youngbae Son/Rose Anderson/Peterson Lab]
       
      Eletrônica 3D
       
      Os circuitos integrados de silício, como os processadores de computador, estão se aproximando da densidade máxima viável de transistores, por isso qualquer nova ideia é bem-vinda.
       
      Como esses chips atuais são tipicamente bidimensionais, com os transistores fabricados sobre uma placa plana de silício, há tempos se vem trabalhando com componentes tridimensionais, como os transistores 3D e até transistores 4D.
       
      Isso tem ajudado, mas as técnicas de fabricação são complicadas e caras, e não se aplicam a todos os componentes eletrônicos.
       
      Para contornar esses inconvenientes, Youngbae Son e colegas da Universidade Michigan, nos EUA, criaram uma tecnologia muito mais simples: Usar a mesma tecnologia atual para empilhar uma segunda camada de transistores diretamente em cima de um circuito integrado já pronto, criando não componentes 3D, mas uma "eletrônica 3D".
       
      Eles conseguiram isso usando um tipo diferente de semicondutor, conhecido como óxido de metal amorfo. Para aplicar essa camada de semicondutor ao chip de silício sem danificá-lo, eles cobriram o chip com uma solução contendo zinco e estanho e o giraram para criar uma camada uniforme.
       
      Depois que essa camada secou em um forno, o processo foi repetido para formar uma camada de óxido de zinco-estanho com cerca de 75 nanômetros de espessura. Durante o aquecimento final, os metais se ligaram ao oxigênio no ar, criando uma camada de óxido de zinco-estanho, que foi usada para criar os transistores por litografia tradicional.
       
      Esses transistores suportam tensões mais altas do que os transistores de silício abaixo.
       

      Componentes à base de óxidos também podem funcionar em modo analógico, abrindo caminho para processadores neuromórficos. [Imagem: Youngbae Son et al. - 10.1038/s41928-019-0316-0]
       
      Integração monolítica
       
      Embora também não possa ser aplicado em todos os casos, esse design permite eliminar a necessidade de um segundo chip para converter entre sinais de alta e baixa tensão, que atualmente fica entre os chips de processamento, de baixa tensão, e as interfaces de usuário, de alta tensão.
       
      Tensões mais altas poderiam danificar os transistores cada vez menores, o que fez com que os chips de processamento de última geração não sejam mais compatíveis com os componentes de interface de usuário de alta voltagem, que precisam funcionar com tensões mais altas para evitar efeitos como sinais de toque falsos ou configurações de brilho muito baixas em monitores.
       
      Como a segunda camada de transistores pode suportar tensões mais altas, eles essencialmente dão a cada transístor de silício seu próprio intérprete para conversar com o mundo exterior. Isso evita a custo atual de usar processadores de última geração com um chip extra para converter sinais entre o processador e os dispositivos de interface - ou usar um processador de nível inferior que roda com uma voltagem mais alta.
       
      Segundo a equipe, seus protótipos abrem caminho para circuitos integrados de silício que vão além da Lei de Moore, trazendo as vantagens analógicas e digitais da eletrônica de óxidos para os chips de silício de última geração.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=eletronica-3d-como-construir-chip-cima-outro&id=010110191206#.XepA94NKjIU

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