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Identidade Digital deve começar a ser expedida a partir do segundo semestre

 

 

A partir deste ano, todos os brasileiros poderão emitir a Identidade Digital, e não somente os cerca de 90 milhões de eleitores já cadastrados na base de dados da Justiça Eleitoral. Isso porque, o programa Identificação Civil Nacional (ICN), responsável pela emissão do documento, também coletará as informações biométricas dos cidadãos que ainda não têm as impressões digitais cadastradas na JE. A expectativa é de que a emissão comece no segundo semestre de 2019.

 

No primeiro momento, a Identidade Digital, conhecida na legislação como Documento Nacional de Identificação (DNI), será emitida apenas para tablets e smartphones. Contudo, em breve, o seu número será incorporado aos documentos de identidade expedidos pelos estados. A Identidade Digital contará com um número de identificação – interno e individual para cada cidadão – que terá nove dígitos, e também exibirá a numeração de outros documentos, como a do CPF.

 

À frente da gestão do programa ICN, está o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que tem as atribuições de gerir o banco de dados com as informações biográficas e biométricas dos cidadãos. O TSE colocará toda sua estrutura à disposição e será responsável pelo armazenamento e pelo possível compartilhamento dessas informações com outros órgãos. Importante destacar que somente os dados previstos em lei poderão ser compartilhados.

 

 

Documento unificado e maior segurança

 

A Identidade Digital, que substituirá qualquer outro documento, terá a segurança como principal característica. O DNI, graças à biometria dos cidadãos, garantirá que ninguém tente se passar por outra pessoa na hora da identificação em qualquer instituição pública ou privada.

 

O documento será gerado e poderá ser autenticado mediante processo de verificação de chaves de segurança em um servidor protegido. Os dados que aparecerão nos dispositivos móveis aos cidadãos serão criptografados, o que também aumenta o resguardo da informação.

 

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Biometria garante maior segurança dos dados pessoais dos cidadãos, garante o TSE

 

O aplicativo apresentará ainda um QR Code, que será criado de forma dinâmica a cada novo acesso, mantendo os dados de validação vinculados à data e à hora de sua geração.

 

 

Fonte

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    • By jokazo
      boa tarde eletronicabr   ,acabei de renovar mais 6 meses ,paguei pelo boleto do mercado livre  ,hoje 20/02/2020 
      jorgeyamahita , tem como o mais rapido possivel liberar , obrigado 

    • By brlacerda
      O americano Larry Tesler, criador do comando "copiar e colar" (CTRL C+CTRL V), morreu na última segunda-feira (17), aos 74 anos. A informação foi dada primeiramente pelo site especializado em tecnologia Gizmodo e o blog Apple Insider, nesta quarta (19).
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      Depois, em 1980, foi trabalhar na Apple, onde ficou até 1997 e desempenhou funções como cientista-chefe, posto que já tinha sido de Steve Wozniak, fundador da companhia junto com Steve Jobs.
      Depois de deixar a Apple, Tesler cofundou a Stagecast Software, focada em ferramentas que tornassem os conceitos de programação mais fácil de serem aprendidos por crianças.
      Em 2001, ele foi para a Amazon, onde ocupou o cargo de diretor de experiência de compra.
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    • By Eduard Lord
      A indústria brasileira começa a sofrer impactos concretos da epidemia de coronavírus. Depois de amargar uma desaceleração no ano passado, as fábricas instaladas no país podem ter o desempenho do primeiro trimestre afetado por problemas no recebimento de componentes e matérias-primas da China, o maior parceiro comercial do Brasil.
      Fabricantes de eletroeletrônicos já relatam problemas no recebimento de componentes. Montadoras de veículos e representantes do setor farmacêutico estão em alerta.
      Do total de insumos importados – que servem de matéria-prima para os produtos que são feitos nas indústrias nacionais – 20% vêm da China.
      – A participação das importações chinesas é relevante. Se os embarques são interrompidos, pode haver atrasos ou pausas na produção brasileira – diz Marcos Casarin, economista-chefe para América Latina na Oxford Economics.
      De acordo com sondagem da Abinee, associação brasileira de fabricantes de produtos eletroeletrônicos como celulares e TVs, 52% do setor já tiveram algum problema no recebimento de materiais vindos da China.
      A pesquisa mostra que 22% dos associados, que participaram do levantamento, disseram que devem paralisar a produção em algum momento nas próximas semanas por falta de componentes.
      – Estamos avaliando a situação de perto – diz o presidente da Abinee, Humberto Barbato, lembrando que a China responde por 42% dos componentes eletrônicos importados pelo setor.
      Segundo José Salvino, presidente do SindMetal (Sindicato dos Metalúrgicos) de Jaguariúna, em São Paulo, a empresa Flextronics, que fabrica celulares da Motorola, enviou uma carta alertando sobre o problema. De acordo com Salvino, o setor pode ter 80% das atividades paralisadas:
      – A medida afeta quase todas as linhas de produção. Desde a semana passada estamos aguardando parecer da multinacional chinesa para ver se há possibilidade de contágio através das peças importadas.
      Risco de desabastecimento
      A Anfavea, associação brasileira da indústria automotiva, acompanha “24 horas por dia” os efeitos da epidemia de coronavírus na China sobre a cadeia produtiva de autopeças. Apesar de a doença ter interrompido a operação em fábricas em Wuhan – considerada a “Detroit Chinesa” pela concentração de montadoras – e em outras áreas da China, por ora não há risco de desabastecimento de peças no Brasil.
      — Estamos monitorando o tema não só das peças que importamos, mas também dos fornecedores dos nossos fornecedores. Hoje não temos problema (de desabastecimento) — diz Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea.
      Estudo da consultoria Oxford Economics vê o Brasil como um dos países com maior risco de desabastecimento na hipótese de a epidemia prolongar o período de fechamento de indústrias na China.
      A importação de placas solares da China já começa a ser afetada. Segundo Daniel Pansarella, diretor da fabricante chinesa de painéis Trina, os embarques têm atrasos de até duas semanas. Para ele, a falta de produtos no mercado brasileiro vai depender da extensão da crise no país asiático:
      — Muitos clientes têm programação trimestral, por isso os estoques maiores. Não vejo o varejo com falta de produto. Quem pode ter falta de material no primeiro momento são distribuidores menores, que não têm estoques.
      A relevância de fornecedores chineses no Brasil só é batida pela importância deles para a indústria de países da Ásia e da Oceania, cujas cadeias logísticas estão intimamente conectadas à China. Nos primeiros lugares da lista estão Vietnã (com 41% dos bens intermediários comprados dos chineses) e Filipinas (30%).
      — A produção industrial brasileira, tal como a da maioria dos países, depende muito de produtos intermediários (insumos) chineses. Há uma integração nas linhas de produção em vários setores — diz Cristiano Oliveira, economista-chefe do banco Fibra, para quem a queda deve ser maior em eletrônicos e têxteis.
      O economista avalia ainda que o coronavírus tem potencial de reforçar a perda de força da indústria brasileira ocorrida no ano passado, quando recuou 1,1% em relação a 2018.
      O risco de desabastecimento é maior entre componentes de maior valor agregado que chegam por transporte aéreo da China. O estoque no Brasil dá conta para os próximos 15 dias, nas contas da Eletros, associação dos fabricantes de eletrônicos da linha branca (geladeira), marrom (TV e som) e portáteis (secadores de cabelo, ventiladores, entre outros). Entre os insumos que chegam por navio, o estoque nacional é capaz de abastecer as indústrias por 90 dias.
      – Preocupa a instabilidade na cadeia logística de importação de insumos da China – diz José Jorge do Nascimento Junior, presidente da Eletros.
      Na fabricante de eletrônicos Multilaser, com portfólio que vai de celulares a aspiradores, boa parte da produção depende dos fornecedores chineses. Mensalmente as duas fábricas da Multilaser, em Extrema (MG) e Manaus (AM), produzem 2 milhões de produtos. Cada um tem, em média, 200 componentes do país asiático.
      – Os efeitos só serão sentidos em março, e se a situação atual persistir até lá — diz Alexandre Ostrowiecki, presidente da Multilaser.
      Henrique Tada, presidente executivo da Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais (Alanac), destacou que o setor acompanha a crise de perto. Mais de 90% das matérias-primas são importadas de países como China e Índia.
      – Estamos em alerta. Quase tudo vem da China. Acompanhamos a movimentação de cargas dentro da China.
      O Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) disse que os estoques de princípios ativos e insumos importados da China são suficientes para atender às necessidades da indústria nas próximas semanas. Informou ainda que os estoques de medicamentos prontos nos postos de saúde e nas farmácias e distribuidoras garantem o abastecimento da população e de clínicas e hospitais.

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