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notícia A história da Cobra (Computadores Brasileiros)

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A gente já fez aqui no história da tecnologia a história da Itautec, que é super importante pro mercado brasileiro e nasceu dentro do Itaú. Mas tem outra fabricante nacional que se ligou a outro banco e também foi bem relevante algumas décadas atrás. É a Cobra, que vai ter a história contada por aqui.

 

 

Fonte: TecMundo - YouTube

 

a-historia-da-cobra-computador-1000x600.jpg

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Caro @FLAVIOTECH , eu tenho orgulho de ter participado ativamente como projetista de HW da linha Cobra 305 e os terminais da série 200 , trazendo estes projetos do Serpro onde iniciei a minha carreira na eletrônica projetando o HW dos concentradores de teclados que substituíram as perfuradoras de cartões no processamento do Imposto de renda. Na época soluções revolucionarias inovadoras e totalmente brasileiras.

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@mariomendes77 amigo, Boa Noite. Muitoooooo legal saber de sua participação nesse projeto COBRA viu. E mais legal ainda é ter o senhor aqui no Fórum EBR como amigo colaborador participante. 🤝  Meu respeito e consideração total.

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Caro @FLAVIOTECH , Obrigado pelas suas palavras. Nunca parei de me atualizar na eletrônica e aqui aprendo muito com os colegas e procuro contribuir com a minha experiencia. A eletrônica evoluiu  muito e atualmente conhecer as entranhas de um equipamento é muito mais difícil e complexo do que naquela época. 

Fico feliz em participar do Fórum EBR, e estar sempre me atualizando com esse mundo vasto da técnica eletrônica.

 

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Se quiser saber mais sobre o inicio da era da informática aqui no Brasil, o livro de Vera Dantas é uma boa leitura:

https://www.yumpu.com/pt/document/read/12935069/vera-dantas-guerrilha-tecnologica-mci

 

Fiz parte (eu Mario Durso de S. Mendes) da banda de rock citada no capítulo 3 do livro.

Edited by mariomendes77
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Legal a história. Questionaria a  independência brasileira, se os processadores usados levam marcas Intel, Zilog, Motorola....como fazer computador sem um micro ? O que aconteceria desde sempre e hoje no dia, se os americanos decidirem que não entra um processador no Brasil ? Apesar que vastas habilidades em contrabando, alguém por aqui ainda lembra como fabricar os semicondutores ?

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A grande questão é que a tecnologia está cada vez mais dependente de equipamentos e processos extremamente complicados concentrados em poucos lugares do mundo. Somos cada vez mais um mundo globalizado que para ser viável tem de ser cooperativo, ou seja, altamente especializado e cada segmento se destaca em uma função específica. Nós nos especializamos na tecnologia agrícola que como todas as áreas dependem de componentes fabricados em poucas áreas do mundo que dependem da nossa produção de alimentos e assim vai...

A diversificação está perdendo para a especialização.

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Interdependência....tudo bem. Vou contar uma pequena história. Fui resolver falha de uma fresa CNC, ela tem uns 15 anos desde a fabricação, mas ainda atende TOP das necessidades, a mecânica não mudou tanto quanto a computação, eletrônica. O defeito até que era simples. Deterioração da bateria de backup causou perda de todas informações importantes, chamados parâmetros da máquina. Sem eles resta uma aglomeração de ferro e eletro-eletrônica, fazendo a máquina inoperante. É de origem da Taiwan, não vou citar a marca agora. Bastava obter e recarregar um arquivo de parâmetros nela, questão de 5 min. Enviar por e-mail o arquivo e carregar na memória da máquina. Quem tem o arquivo ? O fabricante. Não lhe interessa firma com poucas máquinas. Não respondem e-mails. Não estão falidos. Vendem máquinas a mil ao redor do mundo.  Não lhes interessa um pequeno cliente no outro lado do mundo. Talvez, uma encomenda de 10, 100 equipamentos, teria resposta e todo o interesse, bajulação, atenção. Não irão responder porque nós precisamos deles, não eles de nós. Direitos do consumidor ? Não os preocupam nossas leis. Não os preocupa meio ambiente. Os chineses envenenaram 90% da terra deles com venenos, poluentes, ficam comprando áreas no Brasil para respirar ar puro. Impossível agricultura no solo envenado.  Direitos trabalhista ? Não existem por lá...talvez trabalha, talvez recebe, senão, tente outra vez. Proteção ambiental por lá ? Mera quimera. Vai concorrer como fabricante nacional com eles ? Uma taxinha de 25% de importação para quem não tem compromisso nenum com nada.  Aqui há alimentos, tudo bem, espero que não se entre no caminho de destruição industrial da natureza. Porém, uma pequena história que contei, que sugere....será que aqui não será uma colônia agrícola, de mineração, para o mundo tecnológico ?

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On 5/11/2019 at 6:07 PM, mariomendes77 said:

Caro @FLAVIOTECH , eu tenho orgulho de ter participado ativamente como projetista de HW da linha Cobra 305 e os terminais da série 200 , trazendo estes projetos do Serpro onde iniciei a minha carreira na eletrônica projetando o HW dos concentradores de teclados que substituíram as perfuradoras de cartões no processamento do Imposto de renda. Na época soluções revolucionarias inovadoras e totalmente brasileiras.

Legal a historia do colega. Conheço alguns profissionais desta empresa. O que se comenta é que esta subsidiaria esta na linha de privatização do atual governo.  

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    • By eliasgirardi
      A ilustração mostra uma camada monoatômica cristalina de ouro sob grafeno (antracita). A estrutura eletrônica da camada de ouro e o grafeno (verde) é mostrada acima. [Imagem: Stiven Forti]
       
      Metal vira semicondutor
       
      Químicos conseguiram pela primeira vez produzir camadas cristalinas monoatômicas de metais preciosos - similares metálicos do grafeno, da molibdenita e tantos outros materiais 2D.
       
      E como o ouro e a prata estão entre os melhores condutores de eletricidade que se conhece, qual não foi a surpresa dos pesquisadores quando as camadas monoatômicas desses dois metais apresentaram uma identidade inusitada: elas são semicondutoras.
       
      O fato de que camadas monoatômicas de metais se comportem como semicondutores é mais uma demonstração de que os elétrons se comportam de modo diferente em camadas bidimensionais do que costumam fazer no material bruto 3D - as propriedades eletrônicas do grafeno são muito diferentes daquelas do grafite, de onde o material se origina.
       
      E, como ouro e prata estão largamente presentes na indústria microeletrônica, esta descoberta tem potencial para ser explorada em novas aplicações dentro e fora dos chips, além de sensores.
       
      Metais bidimensionais
       
      Embora o grafeno tenha sido retirado do grafite usando uma fita adesiva, fabricar camadas monoatômicas de metais não é fácil.
       
      "Com os métodos clássicos de deposição, os átomos de ouro, por exemplo, se aglomerariam imediatamente em cachos tridimensionais," explicam Philipp Rosenzweig e Ulrich Starke, do Instituto de Pesquisas do Estado Sólido, na Alemanha.
       
      A dupla então trabalhou com um método diferente que eles mesmos criaram, chamado intercalação. O processo começa com uma pastilha de carbeto de silício, sobre a qual é depositada uma camada de grafeno. Quando um vapor de ouro é aplicado sobre essa pastilha em ambiente de vácuo, os átomos de ouro acomodam-se entre as camadas de carbeto de silício e grafeno.
       
      A equipe já repetiu os experimentos com germânio, cobre, gadolínio e prata - e a prata também se torna semicondutora.
       

      Esta é a coisa real, vista por um microscópio de tunelamento. As flutuações de brilho ocorrem porque o ouro e o grafeno interagem, formando uma super-rede, conhecida como rede de Moiré. [Imagem: MPI for Solid State Research]
       
      Aplicações tecnológicas
       
      Como todas as teorias diziam que o ouro continuaria um excelente condutor metálico na forma 2D, a descoberta de seu comportamento semicondutor foi uma surpresa. "Interações entre os átomos de ouro e, ou o carbeto de silício ou o grafeno, obviamente desempenham seu papel aqui. Isso influencia os níveis de energia dos elétrons," arrisca Starke.
       
      A descoberta abre a possibilidade de aplicações tecnológicas porque pequenos ajustes no método de fabricação definem se a camada monoatômica será condutora ou semicondutora: qualquer coisa maior do que uma camada, seja em toda a extensão do material, ou em pontos específicos, faz o ouro voltar a se tornar condutor. Assim, pode-se projetar componentes eletrônicos usando-se alternadamente mono e bi-camadas de ouro, obtendo funcionalidades usando um único material.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=ouro-prata-viram-semicondutores-escala-atomica&id=010165200701#.XwYoE6FKgdU
    • By Ryan Eme
      Novidades do Linux Mint 20:
      ''Warpinator
      A estrela do show no Linux Mint 20 é um novo aplicativo chamado Warpinator.
      Há 10 anos, o Linux Mint 6 apresentava uma ferramenta chamada "Giver", que podia compartilhar arquivos pela rede local. Sem nenhum servidor ou configuração, os computadores se veriam automaticamente e você poderia simplesmente arrastar e soltar arquivos de um para o outro. Quando o projeto Giver foi interrompido, ele teve que ser removido do Linux Mint e perdemos essa funcionalidade desde então.
      Warpinator é uma reimplementação do Giver. A configuração do servidor (FTP, NFS, Samba) é um exagero para transferências casuais de arquivos entre dois computadores, e é uma pena usar mídias externas (serviços de Internet, pen drives, HDs externos) apenas para compartilhar arquivos quando houver uma rede local que possa ser executada. só isso.
      Com o Warpinator, o Linux Mint 20 traz de volta o compartilhamento fácil de arquivos na rede local.''
    • By Josemaria Andrade
      A potência PMPO, como o próprio nome diz, é a potência de pico e é cerca de 3,6 vezes
      maior que a RMS.
      PMPO, lançada originalmente na China, pretende mostrar quanto um amplificador pode
      fornecer ou um alto-falante agüentar de potência durante um intervalo de tempo
      extremamente curto.
      Já a potência máxima ou de programa musical adota a música como sinal de teste. Essa
      potência pretende dar uma idéia melhor dos níveis possíveis a serem praticados na
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      seu sistema de som com sinal de ruído rosa e sim com música. Essa potência
      normalmente é o dobro da potência RMS.
      A potência RMS é a potência eficaz utilizada em todo mundo para amplificadores e
      alto-falantes. A medição de potência RMS utiliza uma sala a prova de som, onde o altofalante fica instalado livre (sem caixa acústica ou painel). Nele é injetada a potência
      RMS que se deseja homologar, com o sinal de ruído rosa. Nestas condições, o altofalante deve permanecer funcionando por duas horas. Após o teste, deve ser feita uma
      avaliação cuidadosa no produto, e, se constatado que não houve nenhuma alteração, ele
      recebe a especificação da potência aplicada. O amplificador de potência deve possuir no
      mínimo o dobro da potência a ser testada. Sobre os alto-falantes tri axiais, estes, em
      sistemas de alta potência, devem utilizar corte de freqüência passa alta para não
      receberem as freqüências baixas, combinados com as caixas de subwoofer.
    • By eliasgirardi
      O transístor de potência superou os 8kV. [Imagem: University at Buffalo]
       
      Transístor de potência
       
      Se, de um lado, exige-se transistores capazes de funcionar com tensões elétricas cada vez menores, para consumir menos energia, do outro, aplicações de alta potência exigem transistores com esteroides, capazes de operar em tensões muito elevadas.
       
      A aplicação que mais se tem em vista neste segundo caso são os carros elétricos e aviões elétricos, mas mesmo veículos mais tradicionais, como locomotivas e navios, além de inúmeras aplicações industriais, estão exigindo cada vez mais da chamada "eletrônica de potência".
       
      "Para realmente impulsionar essas tecnologias para o futuro, precisamos de componentes eletrônicos de próxima geração, que possam lidar com maiores cargas de energia sem aumentar o tamanho dos sistemas eletrônicos de potência," disse Uttam Singisetti, da Universidade de Buffalo, nos EUA.
       
      Para atender a essas necessidades, Singesetti acaba de criar um transístor capaz de suportar nada menos do que 8.000 volts, o suficiente para torrar qualquer circuito eletrônico tradicional.
       
      Intervalo de banda dos semicondutores
       
      Para isso, ele conseguiu tirar proveito da largura do "intervalo de banda" (bandgap) do semicondutor óxido de gálio.
       
      O intervalo de banda mede quanta energia é necessária para colocar um elétron em um estado condutor. Os sistemas feitos com materiais com grande largura de banda podem ser mais finos, mais leves e controlam mais energia do que os sistemas feitos de materiais com larguras de banda mais baixas.
       
      O intervalo de banda do óxido de gálio é de cerca de 4,8 elétron-volts, o que o coloca entre um grupo de elite de materiais considerados com um intervalo de banda ultra-amplo. Para comparação, ele excede largamente o silício (1,1 elétron-volts), o material mais comum na eletrônica de potência, bem como seus possíveis substitutos, como o carboneto de silício (3,4 elétron-volts) e o nitreto de gálio (cerca de 3,3 elétron-volts).
       
      Passivação
       
      Uma inovação importante no novo transístor gira em torno da passivação, que é um processo químico que envolve o revestimento do componente para reduzir a reatividade química da sua superfície.
       
      Para isso, Singisetti adicionou uma camada de SU-8, um polímero à base de epóxi comumente usado em microeletrônica.
       
      Simulações feitas pela equipe sugerem que o transístor possui uma força de campo de mais de 10 milhões de volts (ou 10 megavolts) por centímetro - a intensidade do campo mede a força de uma onda eletromagnética em um determinado ponto e, eventualmente, determina o tamanho e o peso dos sistemas eletrônicos de potência.
       
      "Essas forças de campo simuladas são impressionantes. No entanto, elas precisam ser verificadas por medições experimentais diretas," disse Singisetti, acrescentando que espera fazer isso logo após o fim da pandemia de covid-19.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=transistor-suporta-8-000-volts&id=010110200624#.XvOc0sRKgdU
       
       
    • By eliasgirardi
      O sono poderá ser tão vital para as máquinas inteligentes do futuro quanto é para nós. [Imagem: LANL]
       
      Máquinas que precisam dormir
       
      Os cientistas da computação, sobretudo os envolvidos com inteligência artificial, gostam de se perguntar se, no futuro, os androides vão sonhar com ovelhas robóticas.
       
      Ninguém sabe a resposta, mas essas inteligências artificiais do futuro quase certamente precisarão de períodos de descanso, que lhes oferecerão benefícios semelhantes aos que o sono proporciona aos cérebros vivos.
       
      Ocorre que as redes neurais tornam-se instáveis após períodos contínuos de auto-aprendizado. O que se descobriu agora é que elas podem retornam à estabilidade após serem expostas a estados que simulam o sono, sugerindo que mesmo cérebros artificiais precisam cochilar ocasionalmente.
       
      Yijing Watkins e seus colegas do Laboratório Nacional Los Alamos, nos EUA, expuseram as redes neurais a estados análogos às ondas que os cérebros vivos experimentam durante o sono. Isso estabilizou as redes depois que elas começaram a "se perder" em períodos contínuos de aprendizado não supervisionado.
       
      "Era como se estivéssemos dando às redes neurais o equivalente a uma boa noite de sono," disse a pesquisadora.
       
      Redes neurais pulsadas
       
      A descoberta curiosa surgiu quando a equipe trabalhava para desenvolver redes neurais que se aproximem de como os seres humanos e outros sistemas biológicos aprendem a ver. O grupo inicialmente lutou com a estabilização das redes neurais simuladas, submetidas a um treinamento não supervisionado de dicionário, que envolve a classificação de objetos sem ter exemplos anteriores para compará-los.
       
      "A questão de como impedir que os sistemas de aprendizado se tornem instáveis realmente surge apenas quando se tenta utilizar processadores neuromórficos biologicamente realistas, ou quando se tenta entender a própria biologia," disse o professor Garrett Kenyon. "A grande maioria dos pesquisadores de aprendizado de máquina, aprendizado profundo e inteligência artificial nunca encontra esse problema porque, nos sistemas muito artificiais que eles estudam, eles têm o luxo de realizar operações matemáticas globais que têm o efeito de regular o ganho dinâmico geral do sistema".
       
      O próximo objetivo da equipe é implementar seu algoritmo de dormir no chip neuromórfico Loihi da Intel. Eles esperam que permitir que o Loihi durma de tempos em tempos permita processar informações de forma estável a partir de uma retina artificial em tempo real.
       
      Se os resultados confirmarem a necessidade de sono dos cérebros artificiais, provavelmente podemos esperar o mesmo para androides e outras máquinas inteligentes que possam surgir no futuro.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=cerebros-artificiais-tambem-vao-precisar-dormir&id=010150200616#.XvJVJsRKgdU
       

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