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Grafeno pode acelerar ainda mais a transmissão de dados em cabos ópticos

 

Cientistas não param de descobrir novas possíveis aplicações "milagrosas" para o grafeno. O material, que é uma das formas cristalinas do carbono, pode ser usado para tornar prédios mais resistentes, melhorar a vida útil das baterias em smartphones e até nos ajudar no combate ao câncer. Agora, o projeto Grafeno Flagship demonstra que ele pode fornecer transição de dados muito mais rápida em cabos ópticos.

Pesquisadores afirmaram que isso é possível porque o grafeno pode capturar fótons, combiná-los e produzir um feixe de luz mais poderoso. Isso ocorre devido a um fenômeno físico chamado geração de terceiro harmônico (THG), que permite que os efeitos óticos sejam explorados em uma variedade de aplicações.

Essas aplicações incluem tecnologia de laser, processamento de material e telecomunicações. É aí que os pesquisadores podem se aproximar da criação de novos switches ópticos de grafeno, capazes de aproveitar novas frequências para transmitir uma maior quantidade de dados através de cabos ópticos.

De acordo com Giancarlo Soavi, principal autor do artigo e pesquisador do Centro de Grafeno de Cambridge (Universidade de Cambridge, Reino Unido), esse trabalho "mostra que a eficiência da geração de terceiro harmônico no grafeno pode ser aumentada em mais de 10 vezes ajustando um campo elétrico aplicado".

Para o professor Frank Koppens do Instituto de Fotônica Ciências, Barcelona, Espanha, "os autores encontraram novamente algo único sobre o grafeno", que são as aplicações do THG "em uma ampla faixa de comprimento de onda". E acrescenta que "este trabalho abre caminho para uma infinidade de tecnologias".

De fato, a pesquisa pode levar a dispositivos ópticos a capacidade de trabalhar em uma faixa de frequência mais ampla, permitindo assim que um volume de informações bem maior seja processado ou transmitido.

Fonte: https://www.tudocelular.com/tech/noticias/n125221/grafeno-acelerar-transmissao-dados-cabos-opticos.html

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      Há algumas semanas, parti da capital de São Paulo, onde moro, para ir ao casamento de um amigo em Florianópolis, Santa Catarina. Para a surpresa das meninas (e dos amigos cabeludos), descobrimos em cima da hora que a tensão padrão em Santa Catarina é 220 V e o secador que levamos era 110 V.
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      Instalações prediais elétricas que usam como padrão 220 V vão ter menos corrente passando pelos fios, permitindo que eles possam ser mais finos
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      Então, por que tem lugar que usa um ou outro?
      Existem dois motivos principais para algumas regiões usarem a tensão padrão de 110 V ou 220 V: o primeiro é a origem das empresas que instalaram as redes elétricas no Brasil quando essa tecnologia chegou aqui na virada do século XIX para o XX. Dependendo de onde essas companhias eram, acabavam trazendo seu padrão para cá — geralmente as empresas americanas e canadenses optavam por 110 V e as europeias por 220 V.
      O segundo motivo envolve um desequilíbrio entre prioridades — segurança e economia. As redes de 220 V são mais econômicas por exigirem condutores mais finos, o que gasta menos material, geralmente o cobre. O consumo também é levemente menor nas redes de 220 V, nada que faça diferença para o usuário final, mas para as fornecedoras pode até ser uma questão a se levar em conta.
       
       

       
      Já no quesito segurança, a preferência vai para as redes de 110 V, que oferecem um risco menor para quem, sem querer, acabar tomando um choque — porém, é muito mais fácil botar fogo em uma casa usando o 110 V, que geralmente funciona com uma corrente maior, gera mais atrito nos fios e se eles não forem espessos o suficiente, podem esquentar mais do que deveriam e entrar em combustão. Como já deu para ver, os prós e contras são bastante equilibrados.
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      Ok, mas tem problema ligar um aparelho de uma tensão em outra?
      Depende. Quando nós ligamos um aparelho que funciona com 110 V em uma rede de 220 V, as chances do dispositivo ser danificado são altíssimas. Geralmente, nesses casos, o aparelho vai torrar com a tensão mais alta e aí já era — é torcer para haver algum sistema de segurança para não ter que jogar o dispositivo fora.
      Já quando a gente liga um aparelho que usa 220 V na rede de 110 V, o problema é bem menor: via de regra, ele simplesmente não vai funcionar direito, pois está sendo alimentado só com a metade da tensão que deveria receber. Uma furadeira, por exemplo, não vai ter a rotação desejada ou um aparelho de som pode funcionar com o volume bem mais baixo. Nesses casos, o risco de acontecer algum dano ao dispositivo é quase nulo, mas não para se aproveitar de todo seu potencial.
       

       
      Tabela com as tensoes mais comum por região.
       

       
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      Robô faz drinks complexos sozinho e pode ser montado em sua casa
       

       
      Quem gosta de drinks mais elaborados sabe que não é nada fácil fazê-los – por isso precisamos de um barman realmente bom – e geralmente eles não são nada baratos. Porém, como já vivemos em uma realidade onde robôs já estão fazendo de tudo, até realizando cerimônias fúnebres em templos budistas japoneses, por que não criar uma máquina para misturar nossas bebidas favoritas na medida certa sem a gente nem precisar dar gorjeta?
      Em menos de um minuto você tem um drink completo preparado sem a necessidade de mãos humanas
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      Como é possível ver nos vídeos, uma esteira conduz o copo até as bebidas específicas que compõem o drink e a máquina deposita a quantidade necessária do líquido no recipiente. Em menos de um minuto você tem um drink completo preparado sem a necessidade de mãos humanas.
       
      Quem se interessou e quer ter o seu próprio Barbot pode acessar o código aberto publicado pelo criador Lukas Šidlauskas no GitHub. Acessando também o Hackster.io, você pode montar o Barbot na sua casa e viver feliz para sempre com seus próprios drinks feitos por um robô. A desvantagem? Diferentemente de bartenders humanos, o Barbot não vai ouvir sua lamúrias quando você estiver bêbado e na fossa. Pelo menos por enquanto.
       
       
       
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    • By SystSoftPcCelTv
      Huawei: confira a nota oficial sobre impedimentos de MicroSD e WiFi
       

       
      A Huawei acaba de emitir um comunicado oficial acerca das suspensões que sofreu em algumas organizações e alianças industriais nos últimos dias, decorrentes das sansões do presidente norte-americano Donald Trump. A empresa ficou proibida que continuar usando padrões internacionais como micro SD e WiFi, tecnologias colaborativas criadas abertamente para facilitar a integração de equipamentos.
      Já colaborou com mais de 60 mil propostas para essas organizações
      Segundo o comunicado da empresa, essas proibições não devem afetar consumidores que possuem produtos das marcas Huawei ou Honor. A fabricante também ressaltou que participa de mais de 400 alianças padronizadoras e já colaborou com mais de 60 mil propostas para essas organizações.
      Outro ponto importante levantado pela companhia chinesa é de que, apesar das sanções norte-americanas, a sua suspensão nessas organizações é completamente ilegal.
      Confira o comunicado na íntegra:
      Recentemente, uma série de normas e organizações do setor suspenderam temporariamente alguns aspectos de sua contribuição com a Huawei, em resposta à pressão política atual. Estamos decepcionados por essas decisões, mas as mesmas não terão nenhum efeito em nossas operações diárias. Continuaremos fornecendo aos nossos consumidores produtos e serviços de máxima qualidade.
      A Huawei é um membro ativo de mais de 400 normas e organizações do setor, alianças da indústria e comunidades de código aberto, nos quais servimos em mais de 400 posições-chave. Contribuímos de forma proativa nesses grupos, e ao longo dos anos apresentamos mais de 60.000 propostas. Atualmente, nosso trabalho com a maioria das organizações normativas continua como de costume. No futuro, continuaremos fazendo a nossa parte ao trabalhar com padrões e organizações do setor com o objetivo de construir um ecossistema industrial robusto para todos.
      Padrões abertos e globalmente unificados promovem sinergia ao longo da cadeia de valor
      Os padrões representam a sabedoria que coletivamente obtivemos de todas as inovações em ciência e tecnologia. Padrões abertos e globalmente unificados promovem sinergia ao longo da cadeia de valor, ajudando a todos a fornecer aos seus clientes produtos e serviços não apenas mais avançados, mas de qualidade muito superior. Isso é o que ajudou a sociedade da informação a crescer tão forte desde o início.
      Em sua maioria, todas as organizações normativas, as comunidades de código aberto e as alianças da indústria aderem aos princípios de transparência, abertura, justiça e não discriminação. Esses princípios são a base do desenvolvimento saudável e sustentável da indústria de TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação).
      A Huawei não violou os artigos de associação de nenhuma destas organizações, ainda assim, um pequeno grupo decidiu suspender sua colaboração sem nenhuma base legal.
      Suas ações vão contra os princípios que dizem sustentar e rompem sua credibilidade como organizações internacionais
      Suas ações vão contra os mesmos princípios que dizem sustentar, e rompem sua credibilidade como organizações internacionais. Por fim, decisões como essa resultam em padrões fragmentados, incluindo a fragmentação dos padrões de informação e comunicação, e servirão somente para aumentar os custos e riscos para todos ao longo da cadeia de valor.
      Acreditamos que essas ações não representam as crenças da indústria. Apesar de contratempos como esse, estamos confiantes que a indústria de TIC desfrutará de um desenvolvimento sustentável e a longo prazo.
       
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    • By GNMilasi
      Quanto devem ganhar os profissionais de TI em 2020?
       
      Posições de Cientista de Dados, CTO e Analista de segurança estarão em alta, diz Robert Half. Consultoria também projeta salários para o ano que vem
       

       
       
      Gerente de TI Generalista, Desenvolvedor, Cientista de Dados, Chief Technology Officer (CTO) e Analista de Segurança da Informação estão entre os profissionais de tecnologia que ganharão mais destaque em 2020, segundo a 12ª edição do Guia Salarial da Robert Half.
       
      Para os profissionais que almejam preencher tais posições, a Robert Half recomenda desenvolver as habilidades mais demandadas pelo setor: domínio do idioma inglês, agilidade, foco em resultado, visão estratégica, boa comunicação, além dos skills técnicos. A consultoria também ressalta a importância de desenvolver as chamadas soft skills.
       
      “Para serem valorizados, os profissionais devem seguir investindo em suas habilidades técnicas, mas é essencial desenvolver também suas habilidades comportamentais. Além disso, independentemente da área de atuação, manter-se atualizado quanto às tendências em tecnologia será primordial para conseguir incremento no salário”, destaca Fernando Mantovani, diretor geral da Robert Half no Brasil.
       
       
      O que priorizar em 2020?
       
      A consultoria aponta que o ano de 2020 vai trazer boas oportunidades para aqueles que valorizam e praticam o planejamento, seja na carreira, na estruturação da equipe ou nos negócios.
       
      O estudo, entretanto, indica que devem ser raros os grandes saltos salariais, já que 2020 será um ano de retomada lenta da economia.
       
      Já para os empregadores, é importante saber que os candidatos e colaboradores buscam mais do que o salário. “Hoje os profissionais valorizam a possibilidade de crescimento dentro das organizações, além do pacote de benefícios, cultura organizacional e propósitos da empresa”, completa Mantovani. “Em 2020, as organizações devem encarar o recrutamento como uma estratégia do negócio, já que o grande desafio será encontrar e atrair talentos”.
       
       
      Nova metodologia
       
      Para sua edição de 2020, o Guia Salarial da Robert Half apresenta nova metodologia. As tabelas salariais - que antes traziam as remunerações mínimas e máximas para cada posição -, foram substituídas por quatro faixas salariais, determinadas pelo nível de qualificação e experiência do candidato, bem como pela complexidade de seu cargo ou indústria e setor de atuação.
       
      “A visão salarial mais fragmentada para todas as funções facilita a consulta para o profissional, permitindo identificar em qual faixa ele se encontra e, a partir disso, analisar quais pontos ele precisa evoluir para se aproximar da próxima faixa, seja por acúmulo de experiência, obtenção de certificados ou domínio de idiomas, por exemplo”, esclarece Mantovani. “Já para os contratantes, as tabelas também vão auxiliar na tomada de decisão”, completa.
       
      Como explica a Robert Half, os salários são divididos em percentis, representados por 25º/ 50º/ 75º/ 95º, sendo que 50º não significa, necessariamente, a mediana do salário para determinado cargo. Os critérios para determinar em que faixa o perfil se encontra podem variar em torno da experiência na função, tempo no segmento, porte da empresa, características setoriais, demanda e disponibilidade pelo perfil no mercado, habilidades e certificações extras, por exemplo.
       
       
      Quanto devem ganhar os profissionais em TI em 2020?
       
      Segundo a Robert Half, estas são as perspectivas médias salariais para os profissionais de tecnologia previstas para o ano que vem:
       
      Chief Technology Officer (CTO) - 24.700/ 32.000/ 41.350/ 50.300
      Cientista de Dados - 13.100/ 17.000/ 21.950/ 26.700
      Gerente de TI Generalista - 15.450/ 20.000/ 25.850/ 31.450
      Desenvolvedor full stack sênior - 8.100/ 10.500/ 13.550/ 16.500
      Analista de Segurança da Informação Sênior - 7.750/ 10.000/ 12.950/ 15.750.
       
       
       Fonte 

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