Jump to content
Sign in to follow this  
SystSoftPcCelTv

notícia Biometria é o ‘empurrão do governo’ para aumentar a bancarização

Rate this topic

Recommended Posts

Biometria é o ‘empurrão do governo’ para aumentar a bancarização

 

A experiência da Índia no processo de inclusão bancária da população tem lições importantes que podem ser aproveitadas pelos brasileiros, assinalou o diretor-geral da Tata Consultancy Services no Brasil, Tushar Parikh, durante o CIAB Febraban. Segundo ele, empurrão governamental e sistemas de identificação por biometria fazem grande diferença. 

“Na Índia, o governo teve um papel muito importante para a inclusão financeira. E esse mesmo caso pode ser aplicado ao Brasil, com o mercado financeiro, junto ao Banco Central, ao governo, para criar maior bancarização. Na Índia, o plano aumentou em até 80% a bancarização”, afirmou o executivo. 

Ele lembra que já está em curso por aqui um processo de identificação baseado na biometria. “O Brasil trabalha na identificação única. Na Índia, esse programa de inclusão financeira se beneficiou da identificação única, porque, se cada banco tivesse a sua, seriam mais de 1,9 mil.”

Um impulso vem da demanda não apenas de acesso aos bancos em si, mas de programas governamentais. “Isso ajuda a criar uma bancarização dos cidadãos de baixa renda, porque os benefícios chegam também ao acesso a programas governamentais mesmo onde não há bancos”.  Assistam à entrevista.

 

 

fonte

  • Like 1

Share this post


Link to post
Share on other sites

Join the conversation

You can post now and register later. If you have an account, sign in now to post with your account.

Guest
Reply to this topic...

×   Pasted as rich text.   Restore formatting

  Only 75 emoji are allowed.

×   Your link has been automatically embedded.   Display as a link instead

×   Your previous content has been restored.   Clear editor

×   You cannot paste images directly. Upload or insert images from URL.

Sign in to follow this  

  • Similar Content

    • By elias.girardi
      No grafeno há apenas átomos de carbono, enquanto cada hexágono no h-BN consiste em três átomos de nitrogênio e três átomos de boro. [Imagem: NTU Singapore]
       
      Material mais resistente do mundo
       
      O grafeno é famoso e muitos ainda se referem a ele como o material mais forte do mundo.
       
      Mas ele possui um parente bem próximo, chamado nitreto de boro hexagonal, que, além de muito parecido com seu primo mais famoso, é capaz de suportar uma força 10 vezes maior do que o grafeno.
       
      O nitreto de boro hexagonal, ou h-BN, também é um material bidimensional, com apenas uma camada atômica de espessura, e chegou a ser usado pela indústria de cosméticos nos anos 1940. Ele foi abandonado devido ao seu alto preço, mas ressurgiu no final da década de 1990, depois que a tecnologia tornou sua produção mais barata.
       
      Hoje, ele é usado em quase todos os cosméticos, devido à sua capacidade de absorver o excesso de sebo facial e dispersar os pigmentos uniformemente, e como uma camada protetora em eletrônicos, devido à sua capacidade de isolamento contra eletricidade e por resistir a temperaturas de até 1000 ºC.
       
      Contudo, até agora, os cientistas nunca haviam compreendido a razão da resistência mecânica extrema do nitreto de boro hexagonal, já que essa propriedade - tecnicamente chamada tenacidade - é muito maior no h-BN do que em materiais com estruturas semelhantes.
       
      Tenacidade
       
      Yingchao Yang e colegas de Cingapura e dos EUA agora finalmente conseguiram bolar um experimento - e repeti-lo durante mais de 1.000 horas - que revelou os segredos do nitreto de boro.
       
      Quando Yang examinou o h-BN conforme ele era exposto ao estresse, ele observou que quaisquer quebras no material se ramificavam como bifurcações em uma estrada, em vez de viajarem direto pelo material, o que significa que as fraturas no h-BN têm menos probabilidade de crescer quando mais estresse é aplicado.
       
      "Nossos experimentos mostram que o h-BN é o nanomaterial mais resistente medido até o momento. O que torna este trabalho tão emocionante é que ele revela um mecanismo de endurecimento intrínseco neste material - que deve ser frágil, pois tem apenas um átomo de espessura. Isso é inesperado, pois muitas vezes há uma compensação entre a resistência e fragilidade dos nanomateriais," comentou o professor Huajian Gao, cuja equipe descobriu o princípio que governa a resistência dos metais e que, mais recentemente, ajudou a criar uma versão nanotecnológica do concreto armado.
       
      A equipe afirma que essa nova compreensão das propriedades exclusivas do composto pode abrir caminho para o projeto de novos materiais flexíveis para a eletrônica.
       

      Há uma ligeira assimetria na estrutura do nitreto de boro, o que é suficiente para impedir que as fraturas sigam adiante, como no grafeno. [Imagem: NTU Singapore]
       
      Grafeno versus nitreto de boro
       
      Parecidos com favos de mel, tanto o h-BN quanto o grafeno estão dispostos em hexágonos interconectados. No entanto, os hexágonos no grafeno consistem apenas de átomos de carbono, enquanto cada hexágono no h-BN consiste em três átomos de nitrogênio e três átomos de boro.
       
      Essa diferença na composição é o que faz com que uma rachadura em movimento no h-BN se ramifique, e essa tendência a se ramificar ou virar significa que é preciso mais energia para que uma rachadura avance. Em comparação, o grafeno quebra mais facilmente porque as fraturas viajam diretamente pelo material, como um zíper.
       
      Os pesquisadores afirmam que a surpreendente resistência do h-BN pode torná-lo a opção ideal para fazer eletrônicos flexíveis resistentes a rasgos, como dispositivos médicos vestíveis e celulares dobráveis. Ele também pode ser adicionado para fortalecer compostos feitos de outros materiais bidimensionais, que tendem a ser frágeis.
       
      "Nossas descobertas também apontam para uma nova rota para a produção de materiais resistentes, adicionando assimetria estrutural em seus projetos. Isso reduziria a probabilidade de fraturamento dos materiais sob estresse extremo, o que pode causar falhas nos dispositivos e causar efeitos catastróficos," finalizou o professor Gao.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=revelado-segredo-material-10-vezes-mais-forte-grafeno&id=010165210622
       
    • By elias.girardi
      Mesmo sendo extremamente alongada, a órbita do UN271 não dá a volta no Sol. [Imagem: Hd93129/Wikimedia]
       
      Maior cometa já visto?
       
      Astrônomos descobriram aquele que parece ser o maior corpo celeste já visto emergindo dos confins do nosso Sistema Solar e chegando relativamente próximo do Sol.
       
      O 2014 UN271 foi descoberto pelo rastreador DES (Dark Energy Survey), que pesquisa a energia escura no ano que ajuda a formar seu nome, mas agora os astrônomos acreditam ter dados para fazer estimativas mais precisas sobre esse corpo celeste.
       
      Os cálculos indicam que ele deve ter entre 100 e 370 km de diâmetro, o que o tornaria um dos maiores cometas já vistos pelo homem - se for confirmado que ele é mesmo um cometa.
       
      "[Isso] o coloca em uma escala semelhante, senão maior, do que o enorme cometa de Sarabat C/1729 P1, e quase sem dúvida o maior objeto da Nuvem de Oort já descoberto - quase no território de um planeta anão," comentou o astrônomo Sam Deen, que colabora com o projeto de monitoramento de pequenos corpos celestes da NASA.
       
      Inicialmente acreditou-se tratar de mais um planeta anão, mas o acompanhamento mostrou que o UN271 viajou mais de 7 unidades astronômicas (ua) nos últimos seis anos, rumando Sistema Solar adentro.
       
      Hoje ele está a uma distância do Sol similar à de Urano, mas deverá chegar a apenas 10,9 ua do Sol (próximo a Saturno) em seu ponto de maior aproximação, estimado para 2031.
       
      Ou seja, não teremos um show similar ao do histórico cometa Halley, mas os telescópios deverão ser capazes de captar imagens do tradicional formato do cometa, com sua cauda que se formará à medida que ele atinge as regiões menos frias do interior do Sistema Solar.
       
      Duas outras estimativas de Deen e sua equipe indicam que o UN271 poderá atingir no céu o brilho de Plutão e que ele possui uma órbita extremamente alongada, provavelmente só vindo tão perto de nós a cada 612.190 anos.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=megacometa-esta-entrando-sistema-solar&id=010175210621
       
    • By elias.girardi
      O primeiro módulo do maior ímã do mundo (esquerda) e sua aparência quando estiver totalmente montado (direita). [Imagem: General Atomics]
       
      Maior ímã do mundo
       
      O maior ímã do mundo está pronto para seguir rumo ao seu destino, o ITER (International Thermonuclear Experimental Reactor).
       
      Após uma década de projeto e fabricação, a empresa General Atomics divulgou que irá enviar o primeiro módulo do Solenoide Central, o ímã mais poderoso já construído, que se tornará um componente central do ITER, uma máquina projetada para replicar o poder de fusão nuclear que ocorre nas estrelas.
       
      Este experimento de fusão nuclear está sendo erguido na França por uma colaboração de 35 países parceiros: União Europeia (mais Reino Unido e Suíça), China, Índia, Japão, Coreia do Sul, Rússia e Estados Unidos.
       
      Seu objetivo é provar que a energia da fusão do hidrogênio pode ser criada e controlada na Terra. A energia da fusão nuclear não tem os mesmos riscos dos atuais reatores de fissão nuclear, não polui o meio ambiente e tem potencial para suprir a necessidade de energia da sociedade por milhões de anos.
       

      Existem propostas alternativas, como a fusão nuclear feita em um equipamento de mesa. [Imagem: Y. Zhang et al. - 10.1103/PhysRevLett.122.135001]
       
      Solenoide Central
       
      O Solenoide Central, o maior dos ímãs do ITER, será composto por seis módulos. Quando totalmente montado, ele terá 18 metros de altura, 4,25 metros de largura e pesará mil toneladas.
       
      A força magnética do Solenoide Central é suficiente para levantar um porta-aviões 2 metros no ar. Em seu núcleo, ele atingirá uma força de campo magnético de 13 Teslas, cerca de 280.000 vezes mais forte do que o campo magnético da Terra.
       
      As estruturas de suporte do eletroímã terão que suportar forças iguais ao dobro do empuxo de uma decolagem dos foguetes que levavam ao espaço os ônibus espaciais.
       
      Ele deverá induzir uma poderosa corrente de plasma no interior do reator, chamado tokamak, ajudando a moldar e controlar a reação de fusão, impedindo que ela derreta o próprio reator.
       
      O primeiro módulo está pronto e será embarcado de navio dos EUA para a França. Cinco módulos adicionais, mais um sobressalente, já estão em vários estágios de fabricação - o Módulo 2 deverá ficar pronto em agosto.
       
      Ímãs no tokamak
       
      A criação de campos magnéticos em um tokamak requer três arranjos complementares de ímãs. Bobinas externas ao redor do anel do tokamak produzem o campo magnético toroidal, confinando o plasma dentro do reator. Bobinas poloidais, um conjunto de anéis empilhados que orbitam o tokamak paralelamente à sua circunferência, controlam a posição e a forma do plasma.
       
      No centro do tokamak, o Solenoide Central usa um pulso de energia para gerar uma poderosa corrente toroidal no plasma que flui ao redor do toro. O movimento dos íons nessa corrente, por sua vez, cria um segundo campo magnético poloidal que melhora o confinamento do plasma, além de gerar calor para a fusão.
       
      Juntos, os ímãs do ITER criam uma gaiola invisível para o plasma que se adapta precisamente às paredes de metal do tokamak. Com 15 milhões de amperes, a corrente de plasma do ITER será muito mais poderosa do que qualquer coisa possível nos tokamaks atuais.
       
      O material supercondutor usado nos ímãs do ITER foi produzido em nove fábricas em seis países. Os 43 quilômetros de supercondutores de nióbio-estanho para o Solenoide Central foram fabricados no Japão.
       

      Este esquema mostra o Solenoide Central (coluna azul e amarelo) no centro do reator de fusão nuclear do ITER. A área rosa em torno dele é o plasma, girando dentro do toro. [Imagem: ITER]
       
      Como funcionará a fusão nuclear no ITER
       
      Para que o ITER funcione, uma pequena quantidade de gás deutério e trítio, que são isótopos do hidrogênio, é injetada no tokamak, uma grande câmara de vácuo em forma de anel.
       
      O hidrogênio é aquecido até se tornar um plasma ionizado, que parece uma nuvem. Os ímãs supercondutores integrados ao tokamak confinam e moldam esse plasma ionizado, mantendo-o afastado das paredes de metal do reator.
       
      Quando o plasma de hidrogênio atinge 150 milhões de graus Celsius - dez vezes mais quente do que o núcleo do Sol -, uma pequena quantidade de massa é convertida em uma grande quantidade de energia (E = mc2) conforme os átomos de hidrogênio se fundem.
       
      Nêutrons de ultra-alta energia, produzidos pela fusão, escapam do campo magnético e atingem as paredes de metal do tokamak, transmitindo sua energia para as paredes na forma de calor. A água que circula nas paredes do tokamak recebe esse calor e o converte em vapor. Em um reator comercial, esse vapor acionará turbinas para produzir eletricidade.
       
      Finalmente, alguns nêutrons reagem com o lítio incorporado nas paredes do tokamak, criando mais combustível de trítio para a fusão.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=ima-mais-poderoso-mundo-pronto-fusao-nuclear&id=010115210617
       

SOBRE O ELETRÔNICABR

EletrônicaBR é o melhor fórum técnico online, temos o maior e mais atualizado acervo de Esquemas, Bios e Firmwares da internet. Através de nosso sistema de créditos, usuários participativos têm acesso totalmente gratuito. Os melhores técnicos do mundo estão aqui!
Técnico sem o EletrônicaBR não é um técnico completo! Leia Mais...
×
×
  • Create New...