Jump to content
Sign in to follow this  
eliasgirardi

notícia Lâmpada catodoluminescente: Uma nova revolução na iluminação?

Rate this topic

Recommended Posts

010115190802-lampadas-catodo-luminescentes-4.jpg

Protótipos das lâmpadas catodoluminescentes com um conversor de voltagem incorporado com um difusor (a) e sem ele (b). A potência luminosa é de até 250 lumens, que é aproximadamente a saída de uma lâmpada incandescente de 25 watts, mas o consumo de energia é de apenas 5,5 watts. [Imagem: MIPT]

 

Lâmpada alternativa aos LEDs

 

Engenheiros russos apresentaram um protótipo de lâmpada catodoluminescente para iluminação geral.

A nova lâmpada, que se baseia no fenômeno de emissão de campo, é mais confiável, mais durável e mais luminosa do que todos os protótipos anteriores - há equipes trabalhando nesses projetos há décadas.

 

As lâmpadas de LED se tornaram comuns rapidamente, mas elas não são a única alternativa limpa e econômica para as lâmpadas fluorescentes - e seu mercúrio - e para as lâmpadas incandescentes - e seu alto consumo de eletricidade. Desde a década de 1980, engenheiros de todo o mundo têm trabalhado nas lâmpadas catodoluminescentes como outra opção para fins de iluminação geral.

 

Uma lâmpada deste tipo baseia-se no mesmo princípio que alimentou as antigas TVs de tubos de raios catódicos: um eletrodo carregado negativamente, ou catodo, em uma extremidade de um tubo de vácuo, funciona como um canhão de elétrons. Uma diferença de potencial de até 10 kilovolts acelera os elétrons emitidos em direção a um eletrodo revestido de fósforo carregado positivamente - o anodo - na extremidade oposta do tubo. Este bombardeamento de elétrons resulta em luz.

 

As lâmpadas catodoluminescentes têm a vantagem de poder emitir luz em quase qualquer comprimento de onda, do vermelho ao ultravioleta, dependendo de qual material fluorescente é usado. Lâmpadas catodoluminescentes ultravioletas, por exemplo, não contêm mercúrio, o que seria um desenvolvimento particularmente oportuno considerando a recente proibição de eletrodomésticos usando mercúrio sob a Convenção de Minamata, um tratado das Nações Unidas assinado por 128 países.

 

Outra vantagem importante da nova lâmpada em relação aos LEDs e lâmpadas fluorescentes é que ela não depende das chamadas matérias-primas críticas, incluindo gálio, o índio e alguns elementos de terras raras.

 

Lâmpada catodoluminescente

 

Já foram feitas tentativas de produção de lâmpadas catodoluminescentes em escala industrial nos Estados Unidos, mas os consumidores não gostaram principalmente porque as lâmpadas eram volumosas e demoravam vários segundos para aquecer o catodo até a temperatura de operação e começar a brilhar - era por isso que os televisores antigos demoravam para começar a mostrar as imagens.

 

Mas alguns catodos não necessitam de aquecimento. Eles são conhecidos como catodos de emissão de campo, porque dependem do fenômeno de emissão de campo, que envolve elétrons emitidos a partir de um catodo frio sob ação apenas de um campo eletrostático, graças ao fenômeno quântico do tunelamento.

 

O protótipo russo apresentado agora marca a primeira tentativa bem-sucedida de projetar um catodo desse tipo que é eficiente, com vida útil longa, que pode ser produzido em massa e vendido a um preço acessível.

 

"Nosso catodo de emissão de campo é feito de carbono comum," conta o professor Evgenii Sheshin, do Instituto de Física e Tecnologia de Moscou. "Mas esse carbono não é usado apenas como um produto químico, mas também como uma estrutura. Descobrimos uma maneira de moldar uma estrutura a partir de fibras de carbono que é resistente ao bombardeio de íons, produz uma corrente de alta emissão e é tecnologicamente adequada à produção [industrial]. Esta tecnologia é know-how nosso, ninguém mais no mundo tem."

 

Submetendo o carbono a um tratamento especial, são criadas inúmeras protuberâncias submicrométricas - com menos de um milionésimo de metro - na ponta do catodo. Isso resulta em um campo elétrico muito alto, expulsando os elétrons da extremidade rumo ao vácuo.

 

A equipe também desenvolveu uma fonte de energia compacta para sua lâmpada catodoluminescente, que fornece os milhares de volts suficientes para uma emissão de elétrons de campo bem-sucedida. A fonte é montada em torno da lâmpada de vidro, com um impacto mínimo em seu tamanho.

 

010115190802-lampadas-catodo-luminescentes-2.jpg

Lâmpada catodoluminescente: unidade moduladora do catodo (1), catodo (2), modulador (3), elétrons emitidos (4), fósforo (5), espelho de alumínio como anodo (6), saída anódica (7), tubo de vácuo de vidro (8). [Imagem: Evgenii Sheshin et al. - 10.1116/1.5070108]

 

Trocar as lâmpadas de LED

 

A equipe calcula que, se for produzida em massa, a lâmpada catodoluminescente poderia competir com as lâmpadas baratas baseadas em diodos emissores de luz (LEDs). A nova lâmpada também ajudaria a eliminar as lâmpadas fluorescentes, que contêm mercúrio e que ainda são usadas em áreas domésticas em todo o mundo.

 

"Ao contrário da lâmpada LED, nossa lâmpada não tem medo de temperaturas elevadas. Você pode usá-la onde os diodos esmaecem rapidamente, como em holofotes de teto, onde não se obtém um resfriamento adequado," disse Dmitry Ozol, membro da equipe.

 

Agora é esperar que a equipe consiga convencer a indústria a apostar em sua inovação para que comecemos novamente a trocar as lâmpadas de nossas casas.

 

010115190802-lampadas-catodo-luminescentes-5.jpg

Este eletrodo de carbono é a grande inovação da equipe, podendo viabilizar as lâmpadas catodoluminescentes. [Imagem: Evgenii P. Sheshin/MIPT]

 

Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=lampada-catodoluminescente-alternativa-leds&id=010115190802#.XUsKctJKjIU

  • Like 4

Share this post


Link to post
Share on other sites

Join the conversation

You can post now and register later. If you have an account, sign in now to post with your account.

Guest
Reply to this topic...

×   Pasted as rich text.   Restore formatting

  Only 75 emoji are allowed.

×   Your link has been automatically embedded.   Display as a link instead

×   Your previous content has been restored.   Clear editor

×   You cannot paste images directly. Upload or insert images from URL.

Sign in to follow this  

  • Similar Content

    • By elias.girardi
      O primeiro módulo do maior ímã do mundo (esquerda) e sua aparência quando estiver totalmente montado (direita). [Imagem: General Atomics]
       
      Maior ímã do mundo
       
      O maior ímã do mundo está pronto para seguir rumo ao seu destino, o ITER (International Thermonuclear Experimental Reactor).
       
      Após uma década de projeto e fabricação, a empresa General Atomics divulgou que irá enviar o primeiro módulo do Solenoide Central, o ímã mais poderoso já construído, que se tornará um componente central do ITER, uma máquina projetada para replicar o poder de fusão nuclear que ocorre nas estrelas.
       
      Este experimento de fusão nuclear está sendo erguido na França por uma colaboração de 35 países parceiros: União Europeia (mais Reino Unido e Suíça), China, Índia, Japão, Coreia do Sul, Rússia e Estados Unidos.
       
      Seu objetivo é provar que a energia da fusão do hidrogênio pode ser criada e controlada na Terra. A energia da fusão nuclear não tem os mesmos riscos dos atuais reatores de fissão nuclear, não polui o meio ambiente e tem potencial para suprir a necessidade de energia da sociedade por milhões de anos.
       

      Existem propostas alternativas, como a fusão nuclear feita em um equipamento de mesa. [Imagem: Y. Zhang et al. - 10.1103/PhysRevLett.122.135001]
       
      Solenoide Central
       
      O Solenoide Central, o maior dos ímãs do ITER, será composto por seis módulos. Quando totalmente montado, ele terá 18 metros de altura, 4,25 metros de largura e pesará mil toneladas.
       
      A força magnética do Solenoide Central é suficiente para levantar um porta-aviões 2 metros no ar. Em seu núcleo, ele atingirá uma força de campo magnético de 13 Teslas, cerca de 280.000 vezes mais forte do que o campo magnético da Terra.
       
      As estruturas de suporte do eletroímã terão que suportar forças iguais ao dobro do empuxo de uma decolagem dos foguetes que levavam ao espaço os ônibus espaciais.
       
      Ele deverá induzir uma poderosa corrente de plasma no interior do reator, chamado tokamak, ajudando a moldar e controlar a reação de fusão, impedindo que ela derreta o próprio reator.
       
      O primeiro módulo está pronto e será embarcado de navio dos EUA para a França. Cinco módulos adicionais, mais um sobressalente, já estão em vários estágios de fabricação - o Módulo 2 deverá ficar pronto em agosto.
       
      Ímãs no tokamak
       
      A criação de campos magnéticos em um tokamak requer três arranjos complementares de ímãs. Bobinas externas ao redor do anel do tokamak produzem o campo magnético toroidal, confinando o plasma dentro do reator. Bobinas poloidais, um conjunto de anéis empilhados que orbitam o tokamak paralelamente à sua circunferência, controlam a posição e a forma do plasma.
       
      No centro do tokamak, o Solenoide Central usa um pulso de energia para gerar uma poderosa corrente toroidal no plasma que flui ao redor do toro. O movimento dos íons nessa corrente, por sua vez, cria um segundo campo magnético poloidal que melhora o confinamento do plasma, além de gerar calor para a fusão.
       
      Juntos, os ímãs do ITER criam uma gaiola invisível para o plasma que se adapta precisamente às paredes de metal do tokamak. Com 15 milhões de amperes, a corrente de plasma do ITER será muito mais poderosa do que qualquer coisa possível nos tokamaks atuais.
       
      O material supercondutor usado nos ímãs do ITER foi produzido em nove fábricas em seis países. Os 43 quilômetros de supercondutores de nióbio-estanho para o Solenoide Central foram fabricados no Japão.
       

      Este esquema mostra o Solenoide Central (coluna azul e amarelo) no centro do reator de fusão nuclear do ITER. A área rosa em torno dele é o plasma, girando dentro do toro. [Imagem: ITER]
       
      Como funcionará a fusão nuclear no ITER
       
      Para que o ITER funcione, uma pequena quantidade de gás deutério e trítio, que são isótopos do hidrogênio, é injetada no tokamak, uma grande câmara de vácuo em forma de anel.
       
      O hidrogênio é aquecido até se tornar um plasma ionizado, que parece uma nuvem. Os ímãs supercondutores integrados ao tokamak confinam e moldam esse plasma ionizado, mantendo-o afastado das paredes de metal do reator.
       
      Quando o plasma de hidrogênio atinge 150 milhões de graus Celsius - dez vezes mais quente do que o núcleo do Sol -, uma pequena quantidade de massa é convertida em uma grande quantidade de energia (E = mc2) conforme os átomos de hidrogênio se fundem.
       
      Nêutrons de ultra-alta energia, produzidos pela fusão, escapam do campo magnético e atingem as paredes de metal do tokamak, transmitindo sua energia para as paredes na forma de calor. A água que circula nas paredes do tokamak recebe esse calor e o converte em vapor. Em um reator comercial, esse vapor acionará turbinas para produzir eletricidade.
       
      Finalmente, alguns nêutrons reagem com o lítio incorporado nas paredes do tokamak, criando mais combustível de trítio para a fusão.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=ima-mais-poderoso-mundo-pronto-fusao-nuclear&id=010115210617
       
    • By elias.girardi
      Recentemente, ganhou corpo na web a informação de que a Microsoft encerrará o suporte ao Windows 10 em 2025. Daqui a cerca de duas semanas, a Gigante de Redmond deve apresentar a próxima versão do sistema operacional, e "revelação" da data limite de suporte da edição atual foi vista como mais um indício do grande anúncio — essa informação, porém, não é nada nova.
       
      O dado de que o Windows 10 terá suporte oficial a ao menos um canal semestral de atualização até o dia 14 de outubro de 2025 é mais antigo do que o próprio Windows 10: o sistema foi oficialmente lançado em 29 de julho de 2015, mas cerca de duas semanas antes, a Microsoft já informava a data final de suporte.
       
      Fim da linha
       
      Os dias que antecederam a chegada oficial do aguardado Windows 10 há quase seis anos foram povoados de expectativa e uma das informações que mais correu os noticiários de tecnologia à éṕoca — inclusive aqui no Canaltech — foi de que o sistema teria um tempo de suporte de 10 anos.
       
      Essa definição, aliás, não chegava a surpreender, visto que esse é o tempo tradicional de garantia de atualizações oferecido pela Microsoft às edições do Windows. Em 2015, a empresa avisava que o Windows 10 seguiria recebendo grandes novidades até 13 de outubro de 2020, enquanto updates menores seriam disponibilizados por mais cinco anos, até 14 de outubro de 2025.
       
      Como uma pesquisa no Google mesmo comprova, outros veículos também citavam a própria fabricante para confirmar o tempo de suporte oficial do então novo sistema operacional.
       
      E qual a novidade?
       
      Atualmente, quando se verifica a página de suporte do Windows 10, é possível ler claramente que as versões Pro e Home do sistema terão suporte encerrado no mesmo dia 14 de outubro de 2025, daqui a quase cinco anos. Provavelmente, o único ajuste que a Microsoft fez quanto a isso foi visual, tornando mais clara a informação a respeito do fim do suporte para todas as edições do sistema — mas o dado em si já era sabido desde antes do lançamento em julho de 2015, lembrando que cada versão do Windows 10 lançada desde 2015 teve/tem suporte garantido por 18 ou 30 meses, dependendo do tipo de lançamento.
       
      Windows 11 vem aí?
       
      A MS tem um evento marcado para o dia 24 de junho deste ano no qual deve apresentar a maior renovação do Windows da última década. Até então oficialmente tratado apenas como mais uma atualização semestral do sistema, o update pode apresentar ao mundo o Windows 11 (ou Windows Sun Valley, como ele também vem sendo chamado).
       
      Para ter certeza mesmo a respeito dos planos da Microsoft, será preciso esperar até a próxima semana.
       
      Fonte: https://canaltech.com.br/windows/windows-10-tera-suporte-encerrado-em-2025-mas-isso-e-nao-e-novidade-entenda-187301/
       
    • By vagner12
      meu globalsat gs120 esta travado em boot e nao aceita recovery usb
       
    • By elias.girardi
      Ao longo dos últimos meses, a Microsoft e toda a imprensa mundial se referia à atualização do Windows 10 pelo codinome “Sun Valley”. Agora, novas informações dão conta de que o Sun Valley pode ser na verdade o novo Windows e que a gigante do software pode adotar o apelido como nome oficial do sistema em vez do tradicional numeral.
       
      A metadescrição HTML de uma página específica da Microsoft na web trouxe os seguintes dizeres: "Aprenda sobre gerenciamento de aplicativos no Windows 10 e no Windows Sun Valley". Esse era um nome interno e poderia ter subido para o site por engano, sem que houvesse a atualização, tanto que o conteúdo foi logo removido do ar.
       

      Parece que o Windows 11 será chamado de Sun Valley (Imagem: Reprodução/Windows Latest)
       
      Essa mudança de rumo significaria adeus à nomenclatura sequencial das versões anteriores do Windows. Historicamente, as atualizações do Windows são contabilizadas em números tais como 3.11, 95, 98, 7, 8, 8.1 e o Windows 10 — com exceções, como as versões Millenium, XP e Vista.
       
      Windows Sun Valley x Windows 11
       
      Com o grande evento da Microsoft agendado para 24 de junho, definido para revelar o futuro do sistema operacional, o que circula na web é um teaser da luz do sol ultrapassando o logotipo do Windows para formar um número onze abaixo dele. Isso fez com que as pessoas pensassem se tratar do nome do sistema, mas poderia ser apenas uma referência.
       
      Sun Valley significa Vale do Sol, em tradução livre, por isso faria sentido usar uma imagem dos raios emitidos pelo Astro-Rei atravessando uma janela para se referir ao novo Windows.
       
      A única coisa que se pode concluir desse suposto vazamento é que a Microsoft deve trabalhar o novo Windows como algo autônomo e desvinculado da versão atual. Antes, esperava-se que o Sun Valley fosse apenas uma atualização específica do Windows 10, e um suposto Windows 11 fosse algo à parte. Agora, parece que ambos são a mesma coisa e que o mundo estará diante de uma versão 100% independente.
       
      O jeito é ficar ligado para conferir novos vazamentos e esperar, com ansiedade, a chegada do dia 24 de junho de 2021. Como está a sua expectativa para o anúncio da Microsoft? Deixe a sua opinião nos comentários.
       
      Fonte: https://canaltech.com.br/windows/windows-11-pode-ser-oficialmente-chamado-de-windows-sun-valley-sugere-vazamento-186936/
       
    • By elias.girardi
      Recentemente, o processador Intel Core i7-1195G7 apareceu em testes de desempenho do Geekbench e surpreendeu nos resultados. Desenvolvido para notebooks ultraleves, o modelo obteve uma pontuação comparável com o desempenho encontrado em processadores para desktop, tais como o Core i5-11600K e até mesmo o poderoso Ryzen 9 5950X, da concorrente AMD.
       
      O que mais chamou atenção nos resultados do Core i7-1195G7 foi seu desempenho nos testes de um único núcleo — também conhecidos como "testes single-core". Mais especificamente, o processador da 11ª geração da Intel, Tiger Lake, alcançou a média de 1680 pontos nesta categoria e contou com uma frequência base de 2,89 GHz e uma máxima de 4,98 GHz para realizar o feito.
       
      Apesar do Core i7-1195G7 ter obtido um resultado semelhante ao encontrado em processadores de desktop na performance de testes single-core, vale ressaltar que esse feito possivelmente não será replicável pelos consumidores.
       
      Isso acontece devido à natureza dos testes de estresse, que não apenas exigem uma grande quantidade de energia elétrica para alcançar o máximo desempenho dos modelos, mas também liberam uma grande quantidade de calor como consequência do processo. Sem a precaução e refrigeração adequada, o equipamento pode sofrer danos irreparáveis.
       

      Resultados do Core i7-1195G7, no modelo protótipo NV4XMJ, da CLEVO. (Fonte: VideoCardz / Reprodução)Fonte:  VideoCardz 
       
      Desempenho em testes multi-core
       
      Tratando-se de seu desempenho em testes de múltiplos núcleos, o Core i7-1195G7 alcançou a média de 6005 pontos e não desaponta, mas também não pode ser comparável ao resultado encontrado nos processadores para desktop. Por exemplo, o Core i5-11600K alcançou a média de 6955 pontos nesta categoria, enquanto o Ryzen R9 5950X ultrapassa com facilidade a faixa dos 17000 pontos — um aumento médio de 15% e 183%, respectivamente.
       
      Mesmo assim, o Core i7-1195G7 ainda se destaca e continua impressionando com o seu desempenho, especialmente ao considerar seu nicho. O modelo foi lançado recentemente pela Intel e em breve deve estrear em notebooks ultraleves.
       
      Fonte: https://www.tecmundo.com.br/produto/218937-novo-intel-core-i7-1195g7-aparece-testes-surpreende.htm

SOBRE O ELETRÔNICABR

EletrônicaBR é o melhor fórum técnico online, temos o maior e mais atualizado acervo de Esquemas, Bios e Firmwares da internet. Através de nosso sistema de créditos, usuários participativos têm acesso totalmente gratuito. Os melhores técnicos do mundo estão aqui!
Técnico sem o EletrônicaBR não é um técnico completo! Leia Mais...
×
×
  • Create New...