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notícia Galaxy A30s e A50s são oficialmente lançados pela Samsung

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Depois de uma série de rumores e vazamentos, a Samsung oficializou nesta quinta-feira (22) dois novos smartphones da linha intermediária com aspectos premium. Os modelos são o Galaxy A30s e Galaxy A50s — que, como o nome indica, são versões levemente turbinadas dos já lançados A30 e A50.

De acordo com a fabricante, os dois modelos são voltados para quem deseja "capturar e compartilhar as experiências instantaneamente", o que significa o foco em fotografia, bateria e qualidade da tela. Ainda não há informações sobre preço e disponibilidade dos dispositivos, nem em quais mercados eles serão lançados.

Entre as semelhanças, ambos os modelos possuem o mesmo tamanho e trazem bateria de 4.000 mAh, além de uma traseira modificada, com um efeito que dá a sensação de holografia. Todos estão disponíveis nas cores Prism Crush Black, Prism Crush White, Prism Crush Green and Prism Crush Violet. Porém, o A50s traz especificações mais poderosas no geral.

Galaxy A50s

Esse é o modelo mais poderoso entre os apresentados. Como carro-chefe, o Galaxy A50s tem uma câmera traseira de 48 MP, que vem acompanhada de uma lente ultra wide de 8 MP e outra de 5 MP para melhor capturar paisagens e grandes cenas panorâmicas.

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Fonte da imagem: Samsung/Divulgação

 

A tela é Full HD+ e Super AMOLED, com 6,4" e o padrão visual "Infinity-U", com bordas finas e um entalhe discreto no topo.

Galaxy A30s

Já o Galaxy A30s apresenta uma tela "Infinity-V", mas também com preocupação em aproveitar mais da dianteira do aparelho. A resolução também cai: ela tem 6,4", mas é HD+. Ao contrário do A30 tradicional, agora o leitor biométrico está embutido na tela.

Fonte da imagem: Samsung/Divulgação

As câmeras são diferentes do outro modelo, mas também parecem interessantes: o sensor principal tem 25 MP, acompanhado das lentes ultra wide (8 MP) e de profundidade (5 MP). Esta última traz a tecnologia Live Focus para a adição em tempo real de efeitos de foco, além de funções como detector de falhas e otimizadores de cenas.

 

Fonte: https://news.samsung.com/global/play-capture-share-meet-the-new-galaxy-a50s-and-a30s?CID=afl-ecomm-cjn-cha-092118-52057&cjevent=1d85da4bc4e011e9802800890a240610

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    • By SystSoftPcCelTv
      110 V ou 220 V? Por que regiões do Brasil têm padrões de tensão diferentes?
       

       
      Há algumas semanas, parti da capital de São Paulo, onde moro, para ir ao casamento de um amigo em Florianópolis, Santa Catarina. Para a surpresa das meninas (e dos amigos cabeludos), descobrimos em cima da hora que a tensão padrão em Santa Catarina é 220 V e o secador que levamos era 110 V.
      Muita gente (como nós) acaba caindo nessa — achar que todas as regiões do país possuem um mesmo padrão de voltagem, o que não é verdade. Mas, afinal, por que não existe um padrão único de tensão no Brasil? E o que pode acontecer quando usamos um aparelho eletroeletrônico feito para funcionar com 110 V, mas ligado no 220 V — e vice-versa?
      Atenção: Sabemos que em linguagem técnica, o uso de termos como “voltagem” ou “amperagem” não é muito bem visto, sendo tratados de maneira mais correta como “tensão” e “corrente”. Porém, como a linguagem popular compreende voltagem como tensão e amperagem como corrente normalmente, vamos usar todos esses termos, afinal, o importante é se fazer entender por todos.
       

       
      Vamos começar pelo básico
      Geralmente, os padrões de tensão de praticamente todos os lugares do mundo dividem-se em 110 V e 220 V, falando mais grosseiramente. De maneira bem generalizada, o continente americano inteiro usa mais 110 V, enquanto que Europa, África e Ásia optam em sua maioria por 220 V. Mas qual é a diferença entre os dois tipos na prática?
      O consumo doméstico de energia elétrica é medido em kilowatts/hora, visto que a grandeza de potência é medida em watts
      Para entender isso, precisamos saber que o fluxo de eletricidade pode ser compreendido de duas maneiras: pela tensão e pela corrente. Tensão, ou voltagem, medida em volts, é a “pressão” ou “impulso” com o qual a eletricidade passa pelos fios. Corrente, ou amperagem, medida em amperes, é o fluxo da eletricidade passando por um condutor.
      Quando a gente liga uma lâmpada, um chuveiro ou qualquer outro dispositivo em uma tomada, ele usa a eletricidade para funcionar. Esse consumo doméstico de energia elétrica é medido em kilowatts/hora, visto que a grandeza de potência é medida em watts e depende dos dois valores já mencionadas — de tensão e corrente.
       

       
      Tá confuso, me dá um exemplo?
      Para entender mais fácil, vamos pensar nessa situação: se você ligar uma lâmpada com potência de 300 watts em sua casa em 110 V, uma corrente de 2,72 amperes vai passar pelos fios. Se você ligar essa mesma lâmpada no 220 V, a corrente vai ser de 1,36 amperes, ou seja, consideravelmente menor. Isso significa que você vai precisar de fios condutores mais grossos para usar essa lâmpada no 110 V e mais finos no 220 V.
      Instalações prediais elétricas que usam como padrão 220 V vão ter menos corrente passando pelos fios, permitindo que eles possam ser mais finos
      Mas o que isso significa? Podemos dizer que instalações prediais elétricas que usam como padrão 220 V vão ter menos corrente passando pelos fios, permitindo que eles possam ser mais finos e, por consequência, são mais baratos. Esse é um dos motivos pelos quais aparelhos com bastante potência, como chuveiro e secador de cabelo, geralmente funcionam em 220 V — se funcionassem em 110 V, eles precisariam de correntes maiores e os fios teriam que ser mais grossos para não pegar fogo com o atrito.
       

       
      Então, por que tem lugar que usa um ou outro?
      Existem dois motivos principais para algumas regiões usarem a tensão padrão de 110 V ou 220 V: o primeiro é a origem das empresas que instalaram as redes elétricas no Brasil quando essa tecnologia chegou aqui na virada do século XIX para o XX. Dependendo de onde essas companhias eram, acabavam trazendo seu padrão para cá — geralmente as empresas americanas e canadenses optavam por 110 V e as europeias por 220 V.
      O segundo motivo envolve um desequilíbrio entre prioridades — segurança e economia. As redes de 220 V são mais econômicas por exigirem condutores mais finos, o que gasta menos material, geralmente o cobre. O consumo também é levemente menor nas redes de 220 V, nada que faça diferença para o usuário final, mas para as fornecedoras pode até ser uma questão a se levar em conta.
       
       

       
      Já no quesito segurança, a preferência vai para as redes de 110 V, que oferecem um risco menor para quem, sem querer, acabar tomando um choque — porém, é muito mais fácil botar fogo em uma casa usando o 110 V, que geralmente funciona com uma corrente maior, gera mais atrito nos fios e se eles não forem espessos o suficiente, podem esquentar mais do que deveriam e entrar em combustão. Como já deu para ver, os prós e contras são bastante equilibrados.
      Quando nós ligamos um aparelho que funciona com 110 V em uma rede de 220 V, as chances do dispositivo ser danificado são altíssimas
      Só mais uma coisa para não ficar nenhuma dúvida: a gente mencionou no texto todo a voltagem de 110 V, quando na realidade o correto aqui no Brasil é 127 V. Isso acontece porque o padrão de tensão do país anteriormente era de exatos 110 V, mas com o tempo ele foi sendo adaptado e houve um consenso entre as concessionárias para que 127 V fosse o padrão, pois esse valor é — explicando bem superficialmente — uma média da variação natural que existe quando medimos uma corrente alternada.
       

       
       
      Ok, mas tem problema ligar um aparelho de uma tensão em outra?
      Depende. Quando nós ligamos um aparelho que funciona com 110 V em uma rede de 220 V, as chances do dispositivo ser danificado são altíssimas. Geralmente, nesses casos, o aparelho vai torrar com a tensão mais alta e aí já era — é torcer para haver algum sistema de segurança para não ter que jogar o dispositivo fora.
      Já quando a gente liga um aparelho que usa 220 V na rede de 110 V, o problema é bem menor: via de regra, ele simplesmente não vai funcionar direito, pois está sendo alimentado só com a metade da tensão que deveria receber. Uma furadeira, por exemplo, não vai ter a rotação desejada ou um aparelho de som pode funcionar com o volume bem mais baixo. Nesses casos, o risco de acontecer algum dano ao dispositivo é quase nulo, mas não para se aproveitar de todo seu potencial.
       

       
      Tabela com as tensoes mais comum por região.
       

       
      source
    • By SystSoftPcCelTv
      Robô faz drinks complexos sozinho e pode ser montado em sua casa
       

       
      Quem gosta de drinks mais elaborados sabe que não é nada fácil fazê-los – por isso precisamos de um barman realmente bom – e geralmente eles não são nada baratos. Porém, como já vivemos em uma realidade onde robôs já estão fazendo de tudo, até realizando cerimônias fúnebres em templos budistas japoneses, por que não criar uma máquina para misturar nossas bebidas favoritas na medida certa sem a gente nem precisar dar gorjeta?
      Em menos de um minuto você tem um drink completo preparado sem a necessidade de mãos humanas
      Conheça o Barbot, um robô cujo sistema tem como base as placas Arduino Mega 2560 e o Genuino Mega 2560, dois microcontroladores muito acessíveis. Com mais algumas partes montadas, a plataforma é muito simples de usar: basta você posicionar o copo certo (com gelo, caso o drink peça algumas pedrinhas) e selecionar o que você quer beber pelo aplicativo.
      Como é possível ver nos vídeos, uma esteira conduz o copo até as bebidas específicas que compõem o drink e a máquina deposita a quantidade necessária do líquido no recipiente. Em menos de um minuto você tem um drink completo preparado sem a necessidade de mãos humanas.
       
      Quem se interessou e quer ter o seu próprio Barbot pode acessar o código aberto publicado pelo criador Lukas Šidlauskas no GitHub. Acessando também o Hackster.io, você pode montar o Barbot na sua casa e viver feliz para sempre com seus próprios drinks feitos por um robô. A desvantagem? Diferentemente de bartenders humanos, o Barbot não vai ouvir sua lamúrias quando você estiver bêbado e na fossa. Pelo menos por enquanto.
       
       
       
      source
    • By SystSoftPcCelTv
      Huawei: confira a nota oficial sobre impedimentos de MicroSD e WiFi
       

       
      A Huawei acaba de emitir um comunicado oficial acerca das suspensões que sofreu em algumas organizações e alianças industriais nos últimos dias, decorrentes das sansões do presidente norte-americano Donald Trump. A empresa ficou proibida que continuar usando padrões internacionais como micro SD e WiFi, tecnologias colaborativas criadas abertamente para facilitar a integração de equipamentos.
      Já colaborou com mais de 60 mil propostas para essas organizações
      Segundo o comunicado da empresa, essas proibições não devem afetar consumidores que possuem produtos das marcas Huawei ou Honor. A fabricante também ressaltou que participa de mais de 400 alianças padronizadoras e já colaborou com mais de 60 mil propostas para essas organizações.
      Outro ponto importante levantado pela companhia chinesa é de que, apesar das sanções norte-americanas, a sua suspensão nessas organizações é completamente ilegal.
      Confira o comunicado na íntegra:
      Recentemente, uma série de normas e organizações do setor suspenderam temporariamente alguns aspectos de sua contribuição com a Huawei, em resposta à pressão política atual. Estamos decepcionados por essas decisões, mas as mesmas não terão nenhum efeito em nossas operações diárias. Continuaremos fornecendo aos nossos consumidores produtos e serviços de máxima qualidade.
      A Huawei é um membro ativo de mais de 400 normas e organizações do setor, alianças da indústria e comunidades de código aberto, nos quais servimos em mais de 400 posições-chave. Contribuímos de forma proativa nesses grupos, e ao longo dos anos apresentamos mais de 60.000 propostas. Atualmente, nosso trabalho com a maioria das organizações normativas continua como de costume. No futuro, continuaremos fazendo a nossa parte ao trabalhar com padrões e organizações do setor com o objetivo de construir um ecossistema industrial robusto para todos.
      Padrões abertos e globalmente unificados promovem sinergia ao longo da cadeia de valor
      Os padrões representam a sabedoria que coletivamente obtivemos de todas as inovações em ciência e tecnologia. Padrões abertos e globalmente unificados promovem sinergia ao longo da cadeia de valor, ajudando a todos a fornecer aos seus clientes produtos e serviços não apenas mais avançados, mas de qualidade muito superior. Isso é o que ajudou a sociedade da informação a crescer tão forte desde o início.
      Em sua maioria, todas as organizações normativas, as comunidades de código aberto e as alianças da indústria aderem aos princípios de transparência, abertura, justiça e não discriminação. Esses princípios são a base do desenvolvimento saudável e sustentável da indústria de TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação).
      A Huawei não violou os artigos de associação de nenhuma destas organizações, ainda assim, um pequeno grupo decidiu suspender sua colaboração sem nenhuma base legal.
      Suas ações vão contra os princípios que dizem sustentar e rompem sua credibilidade como organizações internacionais
      Suas ações vão contra os mesmos princípios que dizem sustentar, e rompem sua credibilidade como organizações internacionais. Por fim, decisões como essa resultam em padrões fragmentados, incluindo a fragmentação dos padrões de informação e comunicação, e servirão somente para aumentar os custos e riscos para todos ao longo da cadeia de valor.
      Acreditamos que essas ações não representam as crenças da indústria. Apesar de contratempos como esse, estamos confiantes que a indústria de TIC desfrutará de um desenvolvimento sustentável e a longo prazo.
       
      Source
    • By GNMilasi
      Quanto devem ganhar os profissionais de TI em 2020?
       
      Posições de Cientista de Dados, CTO e Analista de segurança estarão em alta, diz Robert Half. Consultoria também projeta salários para o ano que vem
       

       
       
      Gerente de TI Generalista, Desenvolvedor, Cientista de Dados, Chief Technology Officer (CTO) e Analista de Segurança da Informação estão entre os profissionais de tecnologia que ganharão mais destaque em 2020, segundo a 12ª edição do Guia Salarial da Robert Half.
       
      Para os profissionais que almejam preencher tais posições, a Robert Half recomenda desenvolver as habilidades mais demandadas pelo setor: domínio do idioma inglês, agilidade, foco em resultado, visão estratégica, boa comunicação, além dos skills técnicos. A consultoria também ressalta a importância de desenvolver as chamadas soft skills.
       
      “Para serem valorizados, os profissionais devem seguir investindo em suas habilidades técnicas, mas é essencial desenvolver também suas habilidades comportamentais. Além disso, independentemente da área de atuação, manter-se atualizado quanto às tendências em tecnologia será primordial para conseguir incremento no salário”, destaca Fernando Mantovani, diretor geral da Robert Half no Brasil.
       
       
      O que priorizar em 2020?
       
      A consultoria aponta que o ano de 2020 vai trazer boas oportunidades para aqueles que valorizam e praticam o planejamento, seja na carreira, na estruturação da equipe ou nos negócios.
       
      O estudo, entretanto, indica que devem ser raros os grandes saltos salariais, já que 2020 será um ano de retomada lenta da economia.
       
      Já para os empregadores, é importante saber que os candidatos e colaboradores buscam mais do que o salário. “Hoje os profissionais valorizam a possibilidade de crescimento dentro das organizações, além do pacote de benefícios, cultura organizacional e propósitos da empresa”, completa Mantovani. “Em 2020, as organizações devem encarar o recrutamento como uma estratégia do negócio, já que o grande desafio será encontrar e atrair talentos”.
       
       
      Nova metodologia
       
      Para sua edição de 2020, o Guia Salarial da Robert Half apresenta nova metodologia. As tabelas salariais - que antes traziam as remunerações mínimas e máximas para cada posição -, foram substituídas por quatro faixas salariais, determinadas pelo nível de qualificação e experiência do candidato, bem como pela complexidade de seu cargo ou indústria e setor de atuação.
       
      “A visão salarial mais fragmentada para todas as funções facilita a consulta para o profissional, permitindo identificar em qual faixa ele se encontra e, a partir disso, analisar quais pontos ele precisa evoluir para se aproximar da próxima faixa, seja por acúmulo de experiência, obtenção de certificados ou domínio de idiomas, por exemplo”, esclarece Mantovani. “Já para os contratantes, as tabelas também vão auxiliar na tomada de decisão”, completa.
       
      Como explica a Robert Half, os salários são divididos em percentis, representados por 25º/ 50º/ 75º/ 95º, sendo que 50º não significa, necessariamente, a mediana do salário para determinado cargo. Os critérios para determinar em que faixa o perfil se encontra podem variar em torno da experiência na função, tempo no segmento, porte da empresa, características setoriais, demanda e disponibilidade pelo perfil no mercado, habilidades e certificações extras, por exemplo.
       
       
      Quanto devem ganhar os profissionais em TI em 2020?
       
      Segundo a Robert Half, estas são as perspectivas médias salariais para os profissionais de tecnologia previstas para o ano que vem:
       
      Chief Technology Officer (CTO) - 24.700/ 32.000/ 41.350/ 50.300
      Cientista de Dados - 13.100/ 17.000/ 21.950/ 26.700
      Gerente de TI Generalista - 15.450/ 20.000/ 25.850/ 31.450
      Desenvolvedor full stack sênior - 8.100/ 10.500/ 13.550/ 16.500
      Analista de Segurança da Informação Sênior - 7.750/ 10.000/ 12.950/ 15.750.
       
       
       Fonte 
    • By GNMilasi
      O que a TI nos reserva para 2020?
       
      Corrida não deve ser pela tecnologia mais recente, mas sim pela que realmente contribui para uma melhoria real das operações
       

       
      Nos últimos anos as mudanças tecnológicas aceleraram de maneira exponencial. Tanto em nossa vida pessoal quanto nas empresas, parecia que nunca poderíamos ter a "tecnologia mais recente" porque novos produtos e atualizações surgem quase que imediatamente.
       
      Mas, em 2020, confirmaremos que a corrida não deve ser pela tecnologia mais recente, mas sim pela que realmente contribui para uma melhoria real das operações comerciais e garanta uma melhor experiência do trabalho para as pessoas, o que resultará em maior produtividade, melhor atendimento ao cliente e um maior compromisso com a empresa. Tudo isso, claro, sem descuidar da segurança dos dados. Acredito que, em 2020, veremos:
       
       
      Fim da moda da ‘Transformação Digital’
       
      Nos últimos anos as empresas começaram a incorporar novas tecnologias com o desejo de “transformar”. No entanto, muitos acabaram com processos mais complexos e sem conseguir ver mudanças reais em seus negócios. O fim da moda chegou. Em 2020, veremos claramente a transição da transformação digital para a transformação humana, onde as tecnologias implementadas devem se concentrar no aprimoramento do trabalho das pessoas, na simplificação dos fluxos de trabalho e no aumento da produtividade.
       
       
      Inteligência artificial, machine learning e assistentes virtuais na área de trabalho
       
      Essas tecnologias serão essenciais para criar um espaço de trabalho centrado nas pessoas. Isso permitirá alcançar o desejado equilíbrio entre as demandas dos usuários e as necessidades das equipes de TI. As empresas podem oferecer áreas de trabalho personalizadas, unificadas e integradas que ajudam os colaboradores a serem mais produtivos.
       
      A IA e o machine learning ajudarão a automatizar tarefas repetitivas, mas, acima de tudo, ajudarão a entender e a aprender como cada funcionário deseja trabalhar, como é o seu comportamento em termos de segurança e a monitorar como o espaço de trabalho funciona. Os assistentes virtuais, por sua vez, nos ajudarão a encontrar mais rapidamente as informações e aplicativos que precisamos para trabalhar, “devolvendo” o tempo que perdemos hoje. Eles também obterão um conhecimento completo de como trabalhamos e do que gostamos – o que é essencial para nos ajudar a acelerar os fluxos de trabalho e automatizar tarefas simples.
       
       
      Nuvem híbrida: a escolhida
       
      Neste ano, finalmente deveremos admitir que a nuvem híbrida é a modalidade predominante do futuro. Passamos anos discutindo se a nuvem deveria ser privada, pública ou híbrida, mas a verdade é que, no final das contas, o modelo que realmente funciona nas empresas é o híbrido.
       
      Nem todas as nuvens híbridas requerem conectividade de rede de baixo nível ou VPN entre vários pontos e, mesmo toda vez que uma empresa adquire um novo aplicativo SaaS, ela adiciona outra nuvem ao seu ambiente. Em resumo: o mundo, por definição, pertence à nuvem híbrida.
       
       
      ‘Tudo como serviço’
       
      Na América Latina vimos um aumento na adoção de tecnologias SaaS, mas também muitas aplicações ainda estão sendo desenvolvidos por equipes internas e de uma maneira muito diferente: são aplicações de microsserviços.
       
      Claramente esses tipos de aplicações requerem novas abordagens para desenvolvimentos e operações. Grandes fornecedores de nuvem estão lentamente entrando no data center corporativo com a promessa de oferecer "tudo como serviço" para o novo mundo em que estamos rapidamente entrando.
       
      Em 2020 continuaremos a dar passos na América Latina para a construção do Futuro do Trabalho. As tecnologias que oferecem flexibilidade serão as escolhidas e as empresas que as adotarem criarão maneiras mais inteligentes de trabalhar e, consequentemente, liberarão a inovação para seus colaboradores.
       
       
      Fonte

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