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notícia Os 5 melhores celulares para você comprar com até R$ 1.000

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Está em busca de um celular com boa configuração, mas não pode gastar muito? Bem, essa é com certeza uma dúvida comum quando chega a hora de trocar aquele aparelho mais antigo por um mais moderno. E isso fica ainda mais complicado ao nos depararmos com uma ampla variação de marcas e valores.

Uma dica muito importante nesses momentos é observar quais modelos possuem os recursos ideais para as suas necessidades diárias. Esses fatores geralmente estão relacionados com o equilíbrio entre bateria eficiente, câmeras de qualidade, desempenho adequado e preço acessível. Para facilitar essa escolha, produzimos este artigo que com os 5 melhores celulares de até R$ 1.000 disponíveis no Brasil.

 

Xiaomi Redmi Note 7
Provavelmente um dos aspectos mais lembrados sobre o Xiaomi Redmi Note 7 seja sua dupla de câmeras traseiras, em especial o sensor de 48 MP. Com isso, o smartphone é capaz de entregar fotos e vídeos de boa qualidade, com aquele fundo desfocado sem parecer muito artificial.

Outro ponto alto do modelo é sua bateria de 4.000 mAh, que consegue se manter firme até o dia seguinte, claro, sem uso extremo. Já seu processador Snapdragon 660 de 8 núcleos e velocidade máxima de 2,2 GHz suporta apps mais pesados, como games, sem os engasgos de celulares de entrada. Esses detalhes aplicados a seu design refinado o tornam um dos melhores celulares baratinhos do segmento intermediário.

 

Samsung Galaxy M30
Quem fica o tempo todo grudado no celular deve preferir um smartphone que ofereça bateria de maior autonomia. E esse é justamente o recurso mais atraente do Samsung Galaxy M30, equipado com nada menos que 5.000 mAh. Só para se ter uma ideia, a fabricante coreana garante que somente 10 minutos de carregamento poderia render até 3 horas diretas de vídeo e mais de 10 horas de áudio.

Além disso, seu display AMOLED de 6,4’’ é levemente maior do que a maioria dos concorrentes e oferece imagens mais nítidas. Já sua câmera frontal de 16 MP garante selfies de qualidade, enquanto seu trio de câmeras frontais confere capturas de 120 graus e ampla profundidade.

 

Motorola Moto G7
O Moto G7 pode ser considerado um dispositivo interessante para quem deseja economizar, mas ainda assim ter um bom aparelho. No caso, ele oferece bateria de considerável duração e processador Snapdragon 632 de 8 núcleos, ou seja, mais avançado do que edições anteriores da linha.
Por isso, é capaz de rodar alguns apps de peso médio com certa suavidade. Já sua dupla de câmeras traseiras, promete captações de fotos e vídeos com boa qualidade. A configuração RAM 4 GB e armazenamento de 64 GB também pode ser considerada um atrativo diante de seu preço um pouco mais em conta.

 

Samsung Galaxy A20
Quer ainda mais baratinho? Então este Samsung Galaxy A20 pode ser perfeito para você. O aparelho conta com bateria de 4.000 mAh, que pode ter autonomia de um dia e meio de uso moderado. Já seu display AMOLED é capaz de exibir imagens nítidas sem gastar muita bateria.
Esse smartphone ainda é equipado com processador Exynos 7904 de oito núcleos, que permite até mesmo a execução eficiente de alguns apps de gráficos mais pesados. O conjunto de câmeras traseiras do aparelho, de 13 MP e 5 MP, pode garantir boas fotos e inclusive vídeos de qualidade Full HD.

 

ASUS Zenfone Max Shot

O ASUS Zenfone Max Shot pode ser uma outra alternativa com equilíbrio entre bateria de ampla autonomia (4.000 mAh) e configuração geral. Umas das grandes curiosidades desse celular intermediário é seu processador brasileiro Snapdragon SiP1, que agrupa em apenas um módulo toda a parte eletrônica do dispositivo.

Esse processador e sua configuração 4GB de RAM e 64 GB de armazenamento conferem ao smartphone considerável desempenho durante o uso de vários tipos de apps. Enquanto isso, seu trio de câmeras traseiras asseguram efeitos de profundidade, com ângulo de até 120 graus.

 

Fonte: https://www.tecmundo.com.br/dispositivos-moveis/145321-5-melhores-celulares-voce-comprar-r-1-000.htm

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    • By elias.girardi
      Se tudo der certo, será o primeiro voo em outro planeta de um veículo autopropelido construído pelo homem. [Imagem: NASA/JPL-Caltech]
       
      Só voar
       
      O primeiro helicóptero que tentará voar em outro planeta - um helicóptero humano, pelo menos - é uma maravilha da engenharia, fruto da insistência do engenheiro Robert Balaram, que vem trabalhando no projeto há décadas.
       
      Depois de ter que ouvir "o tempo todo que era uma ideia maluca", Balaram finalmente triunfará ao ver seu helicóptero marciano, batizado de Engenhosidade, seguindo rumo a Marte, juntamente com o robô Perseverança.
       
      É importante salientar que o helicóptero Engenhosidade é um teste de voo - ele não leva nenhum experimento científico porque ele próprio é o experimento.
       
      É o que a NASA chama de "demonstração de tecnologia" - um projeto que busca testar um novo recurso pela primeira vez, com objetivos bem delimitados. As demonstrações de tecnologia anteriores incluem o rover Sojourner, da sonda Mars Pathfinder, e os pequenos cubesats MarCO (Mars Cube One), que foram lançados rumo a Marte em 2018.
       
      Helicóptero de Marte
       
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      Se ele tiver sucesso, então terá feito o primeiro voo com autopropulsão em outro planeta.
       
      Mas o que torna tão difícil para um helicóptero voar em Marte?
       
      Por um lado, a atmosfera muito rarefeita de Marte dificulta a obtenção de sustentação suficiente. Como a atmosfera de Marte é 99% menos densa que a da Terra, o Engenhosidade precisa ser leve, com pás do rotor muito maiores e que giram muito mais rápido do que seria necessário para um helicóptero da mesma massa voar na Terra.
       
      E também é assustadoramente frio na cratera Jezero, onde o robô Perseverança aterrará com a engenhoca presa à barriga em fevereiro de 2021 - pode fazer -90 ºC por lá durante a noite. Embora a equipe tenha testado o helicóptero em temperaturas marcianas e acredite que ele deva funcionar em Marte como planejado, o frio exigirá o máximo de desempenho de vários componentes.
       
      Além disso, os controladores de voo na Terra não poderão controlar o helicóptero com um joystick. Os retardos na comunicação são uma parte inerente do trabalho com naves espaciais através de distâncias interplanetárias. Os comandos precisarão ser enviados com bastante antecedência, com os dados de engenharia retornando da espaçonave muito tempo após a realização de cada voo. Enquanto isso, o Engenhosidade terá que contar com seus próprios sensores e softwares para tomar suas decisões sobre como voar para um determinado ponto e se manter aquecido.
       

      Comparativo de tamanho entre o robô Perseverança e o helicóptero Engenhosidade. [Imagem: NASA/JPL-Caltech]
       
      Veículos espaciais voadores
       
      Se o helicóptero de Marte tiver êxito, futuras explorações de Marte poderão incluir uma dimensão aérea ambiciosa, com veículos voadores robóticos avançados que possam ajudar em missões científicas ou de apoio à ocupação humana de Marte.
       
      Veículos voadores podem oferecer um ponto de vista único, não fornecido pelos orbitadores, que ficam alto demais, ou pelos robôs terrestres, confinados a uma área muito restrita.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=helicoptero-marte&id=010180200730#.XyMeRvlKgdU
    • By elias.girardi
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      Vidas passadas
       
      A rodovia espacial para nosso vizinho avermelhado está lotada, com a terceira missão partindo rumo a Marte em pouco mais de uma semana.
       
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      - SuperCam, um instrumento que pode fornecer imagens e análises de composição química e mineralógica à distância.
       
      - Instrumento Planetário para Litoquímica de Raios X (PIXL) é um espectrômetro de fluorescência de raios X e um gerador de imagens de alta resolução, que mapeará a composição elementar em escala fina dos materiais de superfície marcianos.
       
      - Rastreamento de Ambientes Habitáveis com Raman e Luminescência para Produtos Orgânicos e Químicos (SHERLOC) é um espectrômetro que fornecerá imagens em escala fina e usará um laser ultravioleta (UV) para mapear a mineralogia e compostos orgânicos.
       
      - Experimento de Utilização de Recursos in situ para Oxigênio em Marte (MOXIE) é uma demonstração de tecnologia que produzirá oxigênio a partir do dióxido de carbono atmosférico marciano.
       
      - Analisador Ambiental Dinâmico de Marte (MEDA) é um conjunto de sensores que fornecerão medições de temperatura, velocidade e direção do vento, pressão, umidade relativa e tamanho e forma da poeira.
       
      - Radar Imageador para Experimentos de Subsuperfície de Marte (RIMFAX) é um radar de penetração no solo que fornecerá uma resolução em escala de centímetros da estrutura geológica abaixo da superfície.
       
      Mas talvez o experimento que mais chama a atenção nesta missão é o helicóptero Engenhosidade, que não fará pesquisas científicas propriamente ditas, mas será o primeiro teste de voo em outro planeta.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=robo-perseveranca-parte-procurar-sinais-vida-marte&id=010175200730#.XyMbl_lKgdU
    • By djsync
      Você sabe quais as diferenças entre os cabos HDMI e DisplayPort? Confira aqui neste artigo todos os detalhes sobre as duas tecnologias.

       
      DisplayPort e HDMI são dois padrões distintos para a transmissão de vídeo e áudio de um player para um monitor. Mas qual é a diferença entre o DisplayPort e o HDMI, além dos conectores claramente distintos? Afinal, eles foram projetados para fazer a mesma coisa?
      Os formatos DisplayPort e o HDMI são concorrentes? Bem, não exatamente. Embora o HDMI e o DisplayPort tenham o mesmo objetivo (que é enviar vídeo e áudio digital em alta definição de um dispositivo de origem para um monitor), eles foram de fato concebidos sob diferentes óticas.
       
      HDMI vs. DisplayPort: Surgimento
      O HDMI (abreviação de High-Definition Multimedia Interface) foi introduzido em 2003 por um consórcio de fabricantes de displays, incluindo Sony, Philips, Panasonic e Toshiba, todas grandes corporações voltadas principalmente para dispositivos de reprodução de imagens. É por isso que o HDMI é o padrão mais comum em aparelhos como televisores, projetores e computadores domésticos.
      Alguns anos depois, em 2006, outro grande consórcio de fabricantes de PCs e chips trabalhou para criar o DisplayPort (DP), um acompanhamento dos padrões VGA e DVI mais antigos. O foco principal eram telas de computador e equipamentos profissionais de TI, para mercados mais centrados em dados.
       
      HDMI vs. DisplayPort: Conectores
      O conector HDMI possui 19 pinos e quatro tamanhos diferentes, que são: Tipo A (padrão), Tipo C (mini), Tipo D (micro) e o Tipo E. O tipo A é o mais comum e o mais utilizado, já o Tipo E é usado para aplicações automotivas. O padrão HDMI geralmente vem com parafusos para prender o cabo ao soquete, pois assim, a trava impede que os cabos sejam puxados e interrompidos.

       
      Já o conector do DisplayPort vem com 20 pinos e possui apenas dois tamanhos, o DisplayPort padrão e o DisplayPort Mini. A interface apresenta o mesmo mecanismo de trava comentado acima, mas somente em conectores full-size, porque a especificação oficial não exige.
       
      Cabos HDMI
      No caso de uso de um cabo HDMI, deve-se prestar atenção no padrão de cabo que se está utilizando, pois cada cabo é voltado para uma tarefa específica, e se usado para algo a que não é destinado ele poderá apresentar bugs de áudio e de sincronização de vídeo. Atualmente existem 4 padrões de cabo HDMI, sendo que mais um está para ser lançado com a mais recente especificação 2.1.
       
      Veja abaixo as versões atuais de cabo HDMI:
      Cabo HDMI padrão: largura de banda indicada apenas para vídeos com resolução de 720p e 1080p;
      Cabo HDMI padrão com Ethernet: mesma largura de banda, mas possui suporte para Ethernet de até 100Mbps.
      Cabo HDMI de alta velocidade: alta largura de banda, podendo transmitir vídeos com resolução de 1080p acima, até 4K e 3D.
      Cabo HDMI de alta velocidade com Ethernet: mesmas condições de banda do anterior, mas com suporte para Ethernet de até 100Mbps.
       
      Além dos recursos acima citados, todas as portas HDMI modernas devem suportar a tecnologia FreeSync da AMD, que elimina 'lags' em jogos, combinando a taxa de atualização do monitor com a taxa de quadros da placa de vídeo. O HDMI, no entanto, não suporta a tecnologia G-Sync da Nvidia - para isso, você precisa do DisplayPort.
       
      Em termos de material utilizado nos cabos, geralmente o cobre é o mais comum. Os sinais também podem ser transmitidos por cabos CAT 5 ou CAT 6, cabos coaxiais ou via fibra. São considerados "ativos" os cabos que possuem circuitos integrados embutidos com objetivo de amplificar o sinal, e são mais longos e finos do que os "passivos".

      Adaptador que liga DisplayPort para HDMI.
       
       
      Cabos DisplayPort
      O DisplayPort é mais restrito, pois não consegue carregar dados Ethernet e também não possui canal para retorno de áudio na opção padrão, somente transmitir áudio digital multicanal. Junto de um adaptador, é possível fazer um cabo DisplayPort conectar uma fonte DisplayPort que vá até um monitor VGA. Estes adaptadores também permitem a conexão de um cabo DisplayPort com um display de link único DVI ou HDMI. Já os cabos HDMI só podem ser conectados com interface DVI com o adaptador.
       
      Versões de DisplayPort:
      DisplayPort 1.2 : Suporta até 4K a 60Hz, algumas portas 1.2a também podem suportar o FreeSync da AMD
      DisplayPort 1.3 : Suporta até 4K a 120Hz ou 8K a 30Hz
      DisplayPort 1.4 : Suporta até 8K a 60Hz e HDR
       
      Isso pode parecer menos poderoso do que o HDMI (especialmente considerando os recursos do HDMI 2.1), mas o DisplayPort está presente em alguns dos melhores monitores - como o Acer XR382CQK, e também tem algumas vantagens.
       
      Primeiramente, ele suporta o FreeSync da AMD e o G-Sync da Nvidia, para que você tenha uma experiência de jogo livre de lacunas, independentemente de qual você usa (desde que o seu monitor suporte a tecnologia, é claro). Além disso, você pode conduzir vários monitores a partir de uma conexão DisplayPort, em vez de usar várias portas, o que é útil. Notebooks podem até enviar sinais DisplayPort através de uma porta USB-C.
       
      Áudio e Vídeo
      Neste ponto, é o HDMI que perde pontos, pois com ele só se consegue um único stream de áudio e um stream de vídeo apenas, ou seja, só pode transmitir para uma tela ou um monitor por vez. É um ponto negativo se pensado na quantidade de pessoas que utilizam mais de um monitor hoje em dia.
       
      Já com um cabo DisplayPort se vai mais longe. Uma interface garante transmissão para até quatro monitores com resolução de 1920x1200, ou ainda dois monitores de 2560x1600. Cada tela recebe fluxos de áudio e vídeo. Em alguns casos, dependendo da GPU, também é possível montar uma conexão para juntar seis monitores em uma só fonte.
       
      Conclusões
      Em conclusão, você deve ter em mente que a porta escolhida depende dos recursos do seu monitor, e dos recursos de que você precisa. O DisplayPort é um pouco mais versátil, mas se o seu monitor oferece apenas a escolha entre HDMI 2.0 e DisplayPort 1.2, o HDMI pode ser a melhor escolha. Isso porque o HDMI 2.0 suporta HDR e o DisplayPort 1.2 não. Naturalmente, você precisará consultar as especificações do monitor para decidir qual porta usar em sua configuração específica.
       
      fonte: oficinadanet.com.br
    • By djsync
      P1, P2, P3 e P10: Saiba a diferença entre os conectores TS, TRS e TRRS
      Se você está precisando entender a diferença entre os cabos P1, P2, P3 e P10, aqui você vai entender para que cada um deles serve e como utilizá-los.

       
      Neste universo tecnológico, a nomenclatura de dispositivos é fundamental, pois apenas uma letra ou um número diferente muda tudo sobre o produto. E se você está precisando de cabos conectores, muito provavelmente pode se deparar com o P1, P2, P3 e P10. Afinal, qual a diferença entre estes conectores? Aqui você aprendera um pouco mais sobre os cabos TS, TRS e TRRS.
       
      Você deve ter muitos cabos em casa, assim como eu. Eles estão por todo o lado. No computador, no smartphone, na TV, na sua guitarra ou violão. Enfim. Há vários tipos de cabos, e nem sempre sabemos para que cada um deles serve. Nesse artigo iremos abordar as funções e as diferenças entre os conectores.
       
      Entenda as variedades de entrada de áudio e como identificá-las, além de descobrir por que um determinado cabo não funcionará para todas as suas necessidades.
       
      História
      O tamanho de plug 3,5 mm foi originalmente projetado na década de 1950, como conectores de dois condutores para fones de ouvido em rádios de transistores, e continuam sendo usados como padrão atualmente. Esta versão de aproximadamente metade do tamanho do original, popularizada pelo rádio Sony EFM-117J (lançado em 1964), ainda é comumente usada em dispositivos portáteis.
       
      Tornou-se muito popular com os Walkmans, já que ao contrário dos rádios transistores mais antigos, esses dispositivos não tinham alto-falantes; a maneira usual de ouvi-los era conectar fones de ouvido.
       
      Os tamanhos de 2,5 mm foram similarmente popularizados em pequenos eletrônicos portáteis. Eles freqüentemente apareciam ao lado de um conector de microfone de 3,5 mm para um interruptor liga / desliga do controle remoto, nos primeiros gravadores portáteis; o microfone fornecido com essas máquinas tinha a chave liga / desliga e usava um conector de duas pontas, com os plugues de 3,5 e 2,5 mm.
       
      Eles também foram usados ​​para entrada de energia CC de baixa tensão de adaptadores de parede. No último papel, eles foram logo substituídos por conectores de alimentação CC coaxiais. As entradas de 2,5 mm também foram usadas como conectores de alguns telefones celulares.
       
      Qual a diferença entre os cabos P1, P2, P3 e P10?

       
      Identificando os plugs
      Atualmente, temos três tamanhos principais de fones de ouvido, medidos pelo seu diâmetro: 6,35mm, usado em instrumentos (P10), 3,5mm (P2 e P3) e 2,5mm (P1). Ou também chamados por polegada: 1/4" (P10), 1/8" (P2 e P3) e 3/32" (P1), mais três configurações principais de plugue, conforme você pode ver na imagem abaixo.

       
      É mais fácil e mais preciso fazer referência a cada tipo por meio da configuração P1, P2,P3, P10, para evitar qualquer mal-entendido, especialmente quando o áudio balanceado é levado em consideração. Esta descrição funciona para todos os tamanhos, por isso não desanime que os diagramas mostrem 3,5 mm e não 6,5 mm.
      Os cabos de áudio de nível profissional utilizados para apresentações ao vivo, têm por vezes os seus próprios conjuntos de regras. Neste artigo, estamos discutindo apenas tomadas de áudio não balanceadas, ou de uso geral.
       
      Microfone Estéreo Plus
      O local mais comum de encontrar um conector de áudio é em seu smartphone ou computador. Apenas conecte seus fones de ouvido e pronto. Tanto o áudio mono quanto o estéreo foram padronizados, para garantir a compatibilidade do equipamento entre sistemas analógicos - mesmo quando adaptados a RCA.
      Quando chegou a hora de adicionar um canal de microfone, as coisas ficaram um pouco em forma de pêra porque havia duas escolas de pensamento sobre como conectar as conexões. Um chamado CTIA e outro conhecido como OMTP. Alguns fabricantes optaram por trocar o soquete para fazer o contato da luva como a linha de aterramento (OMTP), enquanto outros optaram por deixar o contato com a base onde estavam, e espremer o novo canal na manga (CITA).

       
      Como você pode ver no diagrama acima, houve um benefício em manter inalterada a posição de contato com a base, e esta é a solução que vemos com maior frequência em fones de ouvido para computadores, smartphones e tablets. Este foi sem dúvida o primeiro padrão.
       
      Áudio e Vídeo
      O áudio do microfone não era o único tipo de sinal que esse novo contato poderia transmitir, e com a miniaturização de câmeras e filmadoras. A saída de áudio e vídeo analógica chegou logo à nós na forma de P3 para cabos 3RCA.
      Novamente, sem um padrão definido, as pinagens dentro do soquete fêmea podem mudar de um fabricante para outro. Uma filmadora Sony provavelmente não funcionaria com um cabo breakout Panasonic AV, porque elas não eram conectadas da mesma maneira.
      Em alguns casos, você pode trocar a RCA e continuar obtendo áudio e vídeo, mas nem sempre dá certo.

       
      Por que mover a forma de contato com a base? Se um fabricante mudasse os plug, impedia que os acessórios do concorrente e do mercado de reposição funcionassem em seus dispositivos, possivelmente com a intenção de forçar o consumidor a comprar "o original". Você pode agradecer as grandes marcas por isso!
       
      Plugues de Mixagem e Soquetes
      Como você pode imaginar, conectar um plugue P2 em um soquete P3 ou vice-versa resultará em um curto-circuito entre um canal e o terra. Na maior parte, um curta como este não é uma grande preocupação:
      Os conectores TS/TRS são conhecidos como P1 (TS, TRS ou TRRS 2,5 mm), P2 (TS, TRS ou TRRS* 3,5 mm) e P10 (TS ou TRS 6,35 mm).
       

       
      O diagrama acima mostra um plug regular de fones de ouvido P2. Usar ele em um smartphone não permitirá fazer chamadas de voz com "mãos livres", mas também não danificará nada. Isso também funciona para outros dispositivos como tablets e notebooks/PC.
      Pode surgir problemas ao misturar cabos onde o contato com a base não está no primeiro anel. Os telefones Nokia, as filmadoras Panasonic e os leitores de DVD portáteis para automóvel tiveram suas pinagens movimentadas no passado, portanto, e é preciso ter cuidado para evitar danos ao trabalhar com equipamento especial ou ao tentar conectar diferentes tipos de produtos. Isso é difícil quando os cabos parecem idênticos, mas estão conectados de maneira diferente. Você não pode enviar muita energia em um circuito em curto.
       
      Soluções
      Infelizmente, não existe um produto universal que possa funcionar com todos os dispositivos, e é impossível olhar para dentro de um soquete fêmea para saber para qual plug usar.
      Quando se trata de filmadoras, a melhor opção é procurar um acessório oficial do fabricante. Para fones de ouvido estéreo com microfone, as coisas são muito mais fáceis. No máximo, você pode precisar dividir um TRRS em plugues estéreo, e de microfone separados, para se adequar ao seu notebook ou computador.
       
      Usos comuns de cada um
      TS (P10)
      Um plugue TS ou P1 possui dois condutores e pode existir pelo menos como 1/4 "e 3,5mm, podendo ser usado com conexões mono desequilibradas, no nível do microfone, no nível da linha ou no nível do alto-falante.
       
      TRS (P1 e P2)
      Um plugue P2 tem três condutores, e pode existir pelo menos como 1/4 "e 3,5mm, podendo ser usado com conexões mono balanceadas (especialmente quando não há espaço suficiente para o XLR de 3 pinos preferencial), embora muito seja usado para estéreo desbalanceado, no nível do microfone, no nível da linha ou no nível do alto-falante.
       
      TRRS (P3)
      Um plugue TRRS ou P3 possui quatro condutores, e é muito popular com 3,5 mm, podendo ser usado com áudio estéreo não balanceado com vídeo, ou com áudio estéreo não balanceado, e um condutor de microfone mono.
      O conector TRRS é extremamente popular entre smartphones e tablets e, até em certo ponto, com computadores, incluindo notebooks Windows e Macs. Infelizmente, existem dois padrões conflitantes associados ao seu uso, com áudio estéreo desbalanceado e um condutor de microfone mono.
       
      Algumas combinações permitidas e proibidas
      Aqui estão algumas combinações permitidas e proibidas.
       
      Conexão permitida
      De um modo geral, é perfeitamente possível conectar um fone de ouvido estéreo P2 - sem microfone - ao seu smartphone ou tablet que tenha um soquete P3. Como você verá observando os dois padrões P3, há uma sobreposição de padrões, de modo que o P2 se alinha perfeitamente aos conectores apropriados na parte externa do soquete. Em muitos smartphones, a detecção de um P2 desliga automaticamente o alto-falante interno, enquanto mantém o microfone do dispositivo ativo, para que você possa ter uma conversa telefônica ouvindo seu fone de ouvido estéreo, e ainda falando ao telefone.
       
      Combinações Proibidas
      Não conecte os fones de ouvido P3 na entrada de fone de ouvido P2 de alguns microfones MXL, que possuem um cabo Y embutido no cabo do microfone. Isso causará problemas graves.
       
      Se você estiver usando qualquer dispositivo de áudio digital para gravar com seu smartphone ou tablet (por exemplo, 30 pinos, Lightning ou USB OTG), incluindo qualquer um dos muitos dispositivos de áudio digital que funcionam com Android ou iOS, não conecte seus fones de ouvido na entrada P3 do seu smartphone ou tablet durante uma gravação.
       
      Você deve usar apenas o fone P2 (ou um adaptador) para monitorar quando estiver gravando de uma fonte digital no smartphone ou tablet. Caso contrário, em muitos casos, a presença do plugue P3 fará com que seu smartphone ou tablet substitua a fonte digital.
       
      fonte: oficinadanet.com.br
       

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