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notícia Samsung Galaxy Note 10+ vence iPhone XS Max em teste de quedas

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Samsung Galaxy Note 10+ vence iPhone XS Max em um teste de quedas realizado pelo site PhoneBuff, especializado em dispositivos móveis. No caso, ambos os modelos foram lançados de certa altura, para que fosse possível observar danos nas áreas frontal, traseira e lateral. Também foi analisado se os celulares continuariam a funcionar mesmo após sofrerem alguma danificação mais séria na parte estrutural.

O dispositivo da Apple se saiu melhor quanto à resistência nas partes traseira e frontal. Ao contrário do iPhone, o modelo da Samsung possui proteção Gorilla Glass apenas no display, o que explica o motivo de sua derrota em um desses quesitos. Já na avaliação das áreas laterais, os dois smartphones ficaram empatados.

 

No último teste, o Samsung Galaxy Note 10+ saiu na frente por manter grande parte de suas funções em operação, enquanto o iPhone XS Max deixou de exibir vários recursos básicos, como realizar uma chamada. Confira abaixo o vídeo completo com todas as etapas do teste:

 

https://youtu.be/WF7U0C0QGfQ

 

Fonte: https://www.tecmundo.com.br/dispositivos-moveis/145325-samsung-galaxy-note-10-vence-iphone-xs-max-teste-quedas.htm

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    • By djsync
      É a primeira vez que se cria um coletor-catalisador de molécula única para produzir hidrogênio solar - e, ainda mais, capaz de capturar todo o espectro da luz solar.

       
      Energias limpas
      Cientistas desenvolveram pela primeira vez uma única molécula capaz de absorver a luz solar com eficiência e também atuar como um catalisador para transformar a energia solar em hidrogênio, considerado o combustível limpo por excelência porque sua queima só produz água como resíduo.
      Esta nova molécula consegue capturar a energia de virtualmente todo o espectro visível da luz solar, o que lhe permite aproveitar mais de 50% mais energia solar do que as células solares atuais.
       
      "A ideia toda é que podemos usar fótons do Sol e transformá-lo em hidrogênio. Para simplificar, estamos capturando a energia da luz solar e armazenando-a em ligações químicas, para que ela possa ser usada posteriormente," disse a professora Claudia Turro, da Universidade Estadual de Ohio, nos EUA.
      Ela espera que a descoberta possa oferecer uma rota para ajudar a diminuir o uso dos combustíveis fósseis, migrando para fontes de energia que não contribuam para as mudanças climáticas.
       
      Sem precedentes
      A equipe demonstrou, pela primeira vez, que é possível coletar energia de todo o espectro visível da luz solar - incluindo o infravermelho de baixa energia, uma parte do espectro solar difícil de coletar - e transformá-la com rapidez e eficiência em hidrogênio - o chamado "hidrogênio solar".
      "O que o faz funcionar é que o sistema é capaz de colocar a molécula em um estado excitado, onde ela absorve o fóton e é capaz de armazenar dois elétrons para produzir hidrogênio," descreveu Turro. "Esse armazenamento de dois elétrons em uma única molécula, derivados de dois fótons, e usá-los juntos para produzir hidrogênio, não tem precedentes".
       
      A maioria das tentativas anteriores de coletar energia solar e transformá-la em hidrogênio se concentrou nos comprimentos de onda de maior energia da luz solar, como os raios ultravioleta, por exemplo. Tentativas anteriores também se basearam em catalisadores construídos a partir de duas ou mais moléculas, que trocam elétrons à medida que produzem combustível a partir da energia solar. Mas perde-se energia na troca, o que torna esses sistemas multimoléculas menos eficientes.
       
      Vitórias e desafios
      A equipe de Turro descobriu como fazer um catalisador com apenas uma molécula - uma forma do elemento ródio -, o que significa que se perde menos energia na conversão. E eles descobriram como coletar energia do infravermelho até o ultravioleta, abarcando todo o espectro visível.
       
      O sistema mostrou-se quase 25 vezes mais eficiente com luz infravermelha de baixa energia do que sistemas de molécula única anteriores operando com fótons ultravioleta.
      Mas muito trabalho terá que ser feito antes que o catalisador molecular da equipe possa ser usado em aplicações do mundo real. O ródio é um metal do grupo da platina, o que significa que ele é raro e caro.
       
      A equipe reconhece isso, e afirma que já está trabalhando não apenas para melhorar a molécula, para que ela produza hidrogênio por um período de tempo mais longo, como também na construção do catalisador a partir de materiais mais baratos.
       
      fonte: inovacaotecnologica
    • By djsync
      Sensor injetável: Microssensores minúsculos o suficiente para serem injetados sob a pele prometem monitorar sua saúde no futuro.
      Embora os sensores já estejam no limite da miniaturização, graças às tecnologias quânticas, faltava ainda um leitor sem fio sensível o suficiente para ler os dados coletados.

       
      Conforme foram sendo miniaturizados, os sensores ficaram pequenos demais para conter uma bateria, exigindo leitores ultrassensíveis e operando muito próximo do implante.
      É por isso que, até agora, os pesquisadores não tinham sido capazes de criar microssensores viáveis abaixo de 1 milímetro.
       
      Este foi o avanço apresentado agora por Zhenya Dong, da Universidade Nacional de Cingapura, dando um passo essencial em direção à viabilização de pequenos implantes sob a pele para medir continuamente a glicose no sangue, a frequência cardíaca e outras condições fisiológicas.

       
      Ponto excepcional
      Dong e seus colegas desenvolveram uma nova maneira de medir o sinal gerado pelo sensor, calibrando o leitor sem fio para funcionar em um ponto excepcional - um estado especial em que o leitor se torna extremamente sensível a objetos próximos.
       
      O resultado é que o leitor é tão sensível - três vezes mais sensível que os leitores existentes - que pode até ler os pequenos sinais que os microssensores submilimétricos emitem.
      A equipe desenvolveu um protótipo funcional do leitor que pode ler um microssensor sem bateria, de 0,9 milímetro de diâmetro, que foi injetado sob a pele usando uma seringa. Em experimentos de laboratório, o leitor monitorou com precisão a taxa de respiração e a frequência cardíaca.
       
      "Agora que comprovamos a viabilidade do nosso leitor, o próximo passo é desenvolver um conjunto de microssensores passivos (sem bateria) que possam monitorar vários parâmetros fisiológicos, como glicose, atividade bioelétrica e química do sangue," disse o professor John Ho, coordenador da equipe.
       
      fonte: inovacaotecnologica
       
       
       
    • By djsync
      Pesquisadores da Universidade Tufts, nos EUA, desenvolveram um tipo de transistor que tem potencial para tornar dispositivos eletrônicos completamente flexíveis.
      A novidade, ademais, pode ser entrelaçada para produzir tecidos ou ser incorporada a eles, podendo ser usados sobre a pele, ou até implantados em órgãos e estruturas do corpo humano para o monitoramento de doenças e realização de diagnósticos, além de apresentar outras possíveis aplicações.
       

       
      Segundo os engenheiros por trás do desenvolvimento dos transistores, a tecnologia pode ser usada na produção de circuitos lógicos e integrados e poderia substituir os – poucos – componentes rígidos que ainda estejam presentes em dispositivos flexíveis.
      Atualmente, eletrônicos com essa característica ganham maleabilidade graças ao uso de materiais como polímeros condutores capazes de se esticar e adotar diferentes formas, mas como algumas das estruturas internas continuam sendo rígidas, os aparelhos têm sua versatilidade limitada.
       
      Já os transistores criados pelos engenheiros poderiam ser combinados aos mais variados tipos de sensores e integrar outros componentes, assim como ser utilizados com diferentes materiais, eliminando de vez as limitações com relação à flexibilidade de dispositivos eletrônicos.
       
      Aplicações
      Com isso, além de abrirem o leque de possibilidades para a criação de eletrônicos com designs inovadores, os transistores poderiam ser empregados no desenvolvimento de dispositivos incrivelmente finos, maleáveis e elásticos para serem incorporados a tecidos biológicos e implantados em órgãos como a pele, o fígado, rins, o coração e o cérebro, por exemplo, sem afetar suas funções biológicas – e sem que o paciente sinta a presença dos aparelhos em seu organismo.

       
      Isso significa que os transistores poderiam dar origem a eletrônicos capazes de monitorar em tempo real e facilitar o tratamento de diversas doenças, como problemas cardíacos, diabetes e disfunções neurológicas. A tecnologia foi apresentada e tem inúmeras aplicações e, apesar de que ainda sejam necessários muitos estudos e experimentos para que novos dispositivos possam ser desenvolvidos e se tornem realidade, tudo indica que os eletrônicos maleáveis vão evoluir muito nos próximos anos.
       
      fonte: tecmundo
    • By clayton_en
      Olá amigos, sou Eletrônico e estou com uma bucha aqui, tenho um Dv5 que já troquei os dois chips de vídeo e I/O troquei BIOS, Processador e Memória porém ele não manda sinal para acender a tela.
      Fiz um teste jumpeando meu inverter nos dois pinos de 3,3v apenas um deles chega o outro não então aí acende. mas queria resolver a board.
      Agradeço se alguém tiver o esquema especifico da DA0QT8MB6F0 ou puder me indicar qual componente que costuma queimar neste caso pois não tenho acesso aos downloads aqui no site. Muito obrigado a todos.
    • By eliasgirardi
      Regulamentação da logística reversa
       
      Já está valendo o Decreto nº 10.240/2020, que regulamenta a logística reversa de produtos eletroeletrônicos, implantada pela Lei nº 12.305/2010.
       
      A legislação obriga empresas do setor a implantarem sistemas de coleta dos resíduos e equipamentos obsoletos e dar sua destinação correta.
       
      Em outubro do ano passado, o Ministério do Meio Ambiente assinou um acordo setorial com entidades que representam as principais empresas de eletroeletrônicos do país como forma de fazer cumprir a logística reversa, que prevê o retorno dos produtos após o uso pelo consumidor, de forma independente do serviço público de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos.
       
      Atualmente, existem 173 pontos de coleta de eletroeletrônicos no Brasil. O acordo, agora regulamentado pelo decreto, prevê que esse número aumente para 5 mil pontos até 2025, abrangendo os 400 maiores municípios do país, com mais de 80 mil habitantes, e representam, no total, 60% da população brasileira.
       
      Segundo a lei original, a logística reversa deve ser implantada na forma de regulamento ou de acordos setoriais e termos de compromisso firmados entre o poder público e o setor empresarial.
       
      O próximo setor que deve fechar um acordo com o governo federal para implantação da logística reversa é o de medicamentos. A indústria passará a ser responsável pela coleta medicamentos já vencidos ou fora de uso.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=decreto-obriga-empresas-recolherem-lixo-eletronico&id=010175200213#.Xkbeg09KjIU

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