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Dez curiosidades sobre a Internet Wi-Fi que você precisa conhecer

Você sabia que o Wi-Fi quase foi chamado de DragonFly? Confira fatos curiosos sobre a tecnologia.

 

A Internet Wi-Fi está presente no dia a dia de diversas pessoas, mas você sabia que uma atriz de cinema esteve envolvida no processo que levou à criação da tecnologia? Por trás da história da conexão wireless, existem algumas curiosidades que podem ser desconhecidas para os usuários. Uma delas é que a sigla Wi-Fi não possui qualquer significado em particular.

Outro fato curioso é que a conexão quase foi batizada de DragonFly. Na lista a seguir, descubra as dez principais curiosidades sobre a Internet sem fio. 

 

1) O que significa Wi-Fi? É uma sigla?

 

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o nome Wi-Fi não tem um significado em especial – ao contrário do Hi-Fi de “High Fidelity”, ou “alta fidelidade”, usado em equipamentos de som). O “Wi” da sigla remete ao termo “wireless”, sem fio, em inglês.

 

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Wi-Fi não é uma sigla — Foto: Divulgação/Wi-Fi Alliance

 

2) Não é wifi, WiFi, WIFI ou Wifi. É Wi-Fi!

 

A Wi-Fi Alliance, um consórcio que regulamenta o uso do padrão no mundo, batizou a tecnologia como Wi-Fi, em 1999. O nome foi o vencedor entre uma série de alternativas para rebatizar a tecnologia, originalmente conhecida por IEEE 802.11b.

 

3) Wi-Fi foi inventado por uma atriz de Hollywood?

 

image.png

 

Hedy Lamarr, atriz e inventora, patenteou conceitos e invenções que deram origem ao Wi-Fi — Foto: Divulgação/MGM

 

Não diretamente. Entretanto, estudos de Hedy Lamarr, atriz austríaca radicada nos Estados Unidos, deram origem a sistemas de comunicação via rádio, como a telefonia celular e o Wi-Fi.

Hedy, além de atriz da fase dourada do cinema norte-americano, foi também uma inventora talentosa. Ao lado do compositor George Antheil, ela desenvolveu um conceito e patenteou uma ideia de sistema de comunicação via rádio que seria útil aos Aliados na Segunda Guerra Mundial e daria origem ao Wi-Fi, décadas mais tarde.

 

4) O primeiro uso do Wi-Fi, ou algo bem parecido, ocorreu em 1971

As companhias norte-americanas NCR e AT&T testaram, em 1971 no Havaí, uma tecnologia de comunicação e troca de dados sem fio chamada de WaveLAN.

Apenas em 1997, a IEEE (sigla, em inglês, para “Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos”) liberaria o padrão IEEE 802.11, a primeira versão do Wi-Fi que, como você já sabe, só seria rebatizada para o nome mais agradável e fácil de lembrar em 1999.

 

5) Logo do Wi-Fi comunica a compatibilidade

Um equipamento com Wi-Fi lançado há 10 anos funciona normalmente em uma rede sem fio atual. Isso ocorre porque uma das principais características do Wi-Fi é a garantia da compatibilidade entre as diferentes gerações, e tipos de dispositivos, associados à tecnologia.

O logotipo oficial do Wi-Fi foi inspirado no Yin e Yang do taoísmo e busca fazer referência à capacidade do Wi-Fi de ser usado entre dispositivos completamente diferentes.

 

6) Wi-Fi é muito vulnerável a interferências

A tecnologia wireless de transmissão de dados nada mais é do que a troca de informações via ondas de rádio entre os seus dispositivos. As ondas são bastante suscetíveis a interferências, que podem ser provocadas por obstáculos físicos, como paredes e lajes da sua residência. Além disso, há intervenção de mais tipos de radiação, como redes Wi-Fi na área, Bluetooth, antenas, entre outras.

 

7) Você é um grande bloqueador de Wi-Fi

Uma das melhores substâncias naturais para bloquear o Wi-Fi é a água. Como o corpo humano é composto por cerca de 65% de líquido, é possível dizer que somos grandes bloqueadores de sinal.

 

8) 5 GHz é mais rápido, mas 2.4 GHz vai mais longe

Há muitas informações sobre as diferentes frequências de operação do Wi-Fi, mas o resumo é: com transmissão a 5 GHz, o sinal tem frequência mais alta. Com isso, é possível levar muito mais dados em menos tempo.

A 2.4 GHz, a frequência cai bastante, o que reduz a quantidade de pacotes de informação trocadas entre o roteador e seu computador em uma determinada unidade de tempo, por exemplo. Entretanto, essa frequência permite que o sinal se propague por uma área maior.

 

9) Poderíamos viver em um mundo conectado pelo... DragonFly

Antes de o nome Wi-Fi ser escolhido para a tecnologia, em 1999, ela foi chamada por diferentes termos. Entre os títulos alternativos, estão: DragonFly, WECA, WaveLAN, FlankSpeed e até o complicado IEEE 802.11b.

 

10) 50 bilhões de dispositivos em 2020

Até 2020, as estimativas são de que 50 bilhões de dispositivos wireless estejam em operação pelo mundo. Nessa conta, estão não apenas computadores e outros aparelhos convencionais, como também dispositivos IoT e até automóveis. Só em 2016, 15 bilhões de equipamentos compatíveis com o Wi-Fi foram vendidos no planeta.

 

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    • By eliasgirardi
      A ilustração mostra uma camada monoatômica cristalina de ouro sob grafeno (antracita). A estrutura eletrônica da camada de ouro e o grafeno (verde) é mostrada acima. [Imagem: Stiven Forti]
       
      Metal vira semicondutor
       
      Químicos conseguiram pela primeira vez produzir camadas cristalinas monoatômicas de metais preciosos - similares metálicos do grafeno, da molibdenita e tantos outros materiais 2D.
       
      E como o ouro e a prata estão entre os melhores condutores de eletricidade que se conhece, qual não foi a surpresa dos pesquisadores quando as camadas monoatômicas desses dois metais apresentaram uma identidade inusitada: elas são semicondutoras.
       
      O fato de que camadas monoatômicas de metais se comportem como semicondutores é mais uma demonstração de que os elétrons se comportam de modo diferente em camadas bidimensionais do que costumam fazer no material bruto 3D - as propriedades eletrônicas do grafeno são muito diferentes daquelas do grafite, de onde o material se origina.
       
      E, como ouro e prata estão largamente presentes na indústria microeletrônica, esta descoberta tem potencial para ser explorada em novas aplicações dentro e fora dos chips, além de sensores.
       
      Metais bidimensionais
       
      Embora o grafeno tenha sido retirado do grafite usando uma fita adesiva, fabricar camadas monoatômicas de metais não é fácil.
       
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      A equipe já repetiu os experimentos com germânio, cobre, gadolínio e prata - e a prata também se torna semicondutora.
       

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      Aplicações tecnológicas
       
      Como todas as teorias diziam que o ouro continuaria um excelente condutor metálico na forma 2D, a descoberta de seu comportamento semicondutor foi uma surpresa. "Interações entre os átomos de ouro e, ou o carbeto de silício ou o grafeno, obviamente desempenham seu papel aqui. Isso influencia os níveis de energia dos elétrons," arrisca Starke.
       
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      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=ouro-prata-viram-semicondutores-escala-atomica&id=010165200701#.XwYoE6FKgdU
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      ''Warpinator
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      Transístor de potência
       
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      A aplicação que mais se tem em vista neste segundo caso são os carros elétricos e aviões elétricos, mas mesmo veículos mais tradicionais, como locomotivas e navios, além de inúmeras aplicações industriais, estão exigindo cada vez mais da chamada "eletrônica de potência".
       
      "Para realmente impulsionar essas tecnologias para o futuro, precisamos de componentes eletrônicos de próxima geração, que possam lidar com maiores cargas de energia sem aumentar o tamanho dos sistemas eletrônicos de potência," disse Uttam Singisetti, da Universidade de Buffalo, nos EUA.
       
      Para atender a essas necessidades, Singesetti acaba de criar um transístor capaz de suportar nada menos do que 8.000 volts, o suficiente para torrar qualquer circuito eletrônico tradicional.
       
      Intervalo de banda dos semicondutores
       
      Para isso, ele conseguiu tirar proveito da largura do "intervalo de banda" (bandgap) do semicondutor óxido de gálio.
       
      O intervalo de banda mede quanta energia é necessária para colocar um elétron em um estado condutor. Os sistemas feitos com materiais com grande largura de banda podem ser mais finos, mais leves e controlam mais energia do que os sistemas feitos de materiais com larguras de banda mais baixas.
       
      O intervalo de banda do óxido de gálio é de cerca de 4,8 elétron-volts, o que o coloca entre um grupo de elite de materiais considerados com um intervalo de banda ultra-amplo. Para comparação, ele excede largamente o silício (1,1 elétron-volts), o material mais comum na eletrônica de potência, bem como seus possíveis substitutos, como o carboneto de silício (3,4 elétron-volts) e o nitreto de gálio (cerca de 3,3 elétron-volts).
       
      Passivação
       
      Uma inovação importante no novo transístor gira em torno da passivação, que é um processo químico que envolve o revestimento do componente para reduzir a reatividade química da sua superfície.
       
      Para isso, Singisetti adicionou uma camada de SU-8, um polímero à base de epóxi comumente usado em microeletrônica.
       
      Simulações feitas pela equipe sugerem que o transístor possui uma força de campo de mais de 10 milhões de volts (ou 10 megavolts) por centímetro - a intensidade do campo mede a força de uma onda eletromagnética em um determinado ponto e, eventualmente, determina o tamanho e o peso dos sistemas eletrônicos de potência.
       
      "Essas forças de campo simuladas são impressionantes. No entanto, elas precisam ser verificadas por medições experimentais diretas," disse Singisetti, acrescentando que espera fazer isso logo após o fim da pandemia de covid-19.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=transistor-suporta-8-000-volts&id=010110200624#.XvOc0sRKgdU
       
       
    • By eliasgirardi
      O sono poderá ser tão vital para as máquinas inteligentes do futuro quanto é para nós. [Imagem: LANL]
       
      Máquinas que precisam dormir
       
      Os cientistas da computação, sobretudo os envolvidos com inteligência artificial, gostam de se perguntar se, no futuro, os androides vão sonhar com ovelhas robóticas.
       
      Ninguém sabe a resposta, mas essas inteligências artificiais do futuro quase certamente precisarão de períodos de descanso, que lhes oferecerão benefícios semelhantes aos que o sono proporciona aos cérebros vivos.
       
      Ocorre que as redes neurais tornam-se instáveis após períodos contínuos de auto-aprendizado. O que se descobriu agora é que elas podem retornam à estabilidade após serem expostas a estados que simulam o sono, sugerindo que mesmo cérebros artificiais precisam cochilar ocasionalmente.
       
      Yijing Watkins e seus colegas do Laboratório Nacional Los Alamos, nos EUA, expuseram as redes neurais a estados análogos às ondas que os cérebros vivos experimentam durante o sono. Isso estabilizou as redes depois que elas começaram a "se perder" em períodos contínuos de aprendizado não supervisionado.
       
      "Era como se estivéssemos dando às redes neurais o equivalente a uma boa noite de sono," disse a pesquisadora.
       
      Redes neurais pulsadas
       
      A descoberta curiosa surgiu quando a equipe trabalhava para desenvolver redes neurais que se aproximem de como os seres humanos e outros sistemas biológicos aprendem a ver. O grupo inicialmente lutou com a estabilização das redes neurais simuladas, submetidas a um treinamento não supervisionado de dicionário, que envolve a classificação de objetos sem ter exemplos anteriores para compará-los.
       
      "A questão de como impedir que os sistemas de aprendizado se tornem instáveis realmente surge apenas quando se tenta utilizar processadores neuromórficos biologicamente realistas, ou quando se tenta entender a própria biologia," disse o professor Garrett Kenyon. "A grande maioria dos pesquisadores de aprendizado de máquina, aprendizado profundo e inteligência artificial nunca encontra esse problema porque, nos sistemas muito artificiais que eles estudam, eles têm o luxo de realizar operações matemáticas globais que têm o efeito de regular o ganho dinâmico geral do sistema".
       
      O próximo objetivo da equipe é implementar seu algoritmo de dormir no chip neuromórfico Loihi da Intel. Eles esperam que permitir que o Loihi durma de tempos em tempos permita processar informações de forma estável a partir de uma retina artificial em tempo real.
       
      Se os resultados confirmarem a necessidade de sono dos cérebros artificiais, provavelmente podemos esperar o mesmo para androides e outras máquinas inteligentes que possam surgir no futuro.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=cerebros-artificiais-tambem-vao-precisar-dormir&id=010150200616#.XvJVJsRKgdU
       

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