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Capacitores 3D impressos no sistema DragonFly da Nano Dimension.

 

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A Nano Dimension desenvolveu capacitores impressos em 3D usando o pioneiro sistema de fabricação de aditivos DragonFly da empresa.

 

Esses capacitores foram incorporados ao corpo das placas de circuito impresso (PCBs) fabricadas de maneira aditiva, economizando espaço e eliminando a necessidade de montagem. Esse avanço na fabricação aditiva de eletrônicos valida a aplicabilidade de fabricação de

capacitores embutidos em PCBs impressas usando o sistema DragonFly, o único sistema de fabricação aditiva de precisão desse tipo.

 

Os extensos testes da Nano Dimension com capacitores de diferentes dimensões 3D mostraram resultados consistentes com dados estatisticamente validados. Os resultados da repetibilidade mostram variação menor que 1%. A tecnologia usa os mesmos traços dielétricos e metálicos dos capacitores de produção de PCB aditivos, com faixa de capacitância de 0,1nF a 3,2nF.

 

Esses resultados são baseados em mais de 260 testes com 30 dimensões diferentes de capacitores fabricados de maneira aditiva.

 

Ao integrar capacitores usando manufatura aditiva, os designers e fabricantes de eletrônicos poderão evitar o que costuma ser um processo demorado e de montagem em várias etapas, pois o DragonFly imprime todo o capacitor e PCB em um único trabalho de  impressão. Isso permite que as empresas reduzam o tempo de fabricação e superem muitos dos desafios impostos pelas técnicas tradicionais de produção.

 

A fabricação aditiva de capacitores nas camadas internas dos circuitos também pode liberar espaço para atender à crescente tendência de miniaturização e planicidade de dispositivos eletrônicos para aplicações industriais, militares e de consumo. Com espaço extra, os designers poderão compactar mais funcionalidades na placa de circuito e diminuir o tamanho dos componentes - tudo sem comprometer a confiabilidade.

 

Os capacitores desse tipo são usados principalmente para filtrar ruídos elétricos e ondulações de tensão em uma ampla gama de aplicações, incluindo linhas de transmissão de RF, processamento de áudio, recepção de rádio e condicionamento de circuitos de potência.

"Os resultados dos testes mostram claramente que, com o sistema DragonFly, nossos clientes podem obter repetibilidade comparável à dos processos tradicionais na fabricação de capacitores em curto prazo usando impressão 3D", disse Amit Dror, CEO da Nano Dimension. "Juntamente com alta precisão, miniaturização e economia de espaço na placa, esses são fatores-chave no processo de produção de eletrônicos e nas aplicações de próxima geração de eletrônicos."

 

fonte

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a ideia e boa...mas fiquei com uma duvida...esses capacitores q ficaram entre as camadas, se eles queimarem perde-se o equipamento? pois nessa situacao penso eu q nao haverá como realizar reparo desses componentes. 

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Nao duvido muito disso de ser um aparelho sem reparo, ja vemos muito disso hj em dia com placas q o processador controlam tudo.Quanto mais barato ficar a produçao mais dinheiro eles ganham e menos os produtos duram

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Conectividade , inteligencia artificial , miniaturização, tecnologia verde, imagem em utra definição, tudo em nuvens é a tendencia do futuro. E a eletrônica vai acompanhar isso com tecnologia capaz não de montar um circuito, mas de desenha-lo., talvez a solda seja aposentada, porque se os componentes são desenhados na placa o ponto de solda talvez deixa de existir. A micro solda talvez não faça sentido neste novo mundo de miniaturização onde a montagem perde espaço para o desenho sobre a placa.Um cabo de guerra entre estes dois processos - montagem versus desenho, que talvez resulte em uma completa substituíção  ou quem sabe em um subsistência.  Mas isto não é pra hoje não podemos saber ainda , pois as novas descobertas que são potencialmente capazes de revolucionar a Eletrônica ainda não são completamente dominadas e vai levar um tempo ainda até que se aperfeiçoe . Mas ela já se esboça dentro dos centros de pesquisa e tem avançado rápido.

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dai sim é pra acabar de vez com os reparos se isso virar moda 😳

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Nao tem com o que se preocupar.
somos ninjas.
Se der defeito, a gente fura o capacitor onboard  na placa utilizando a micro-retífica (isola ele) , e solda outro capacitor por fora.
15 anos atrás o Nec Tokin chegou "causando", e demos um jeito!
 

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    • By raphael jonhy de lima tito
      Placa positivo pih55bo funciona com placa onboard mas, ao colocar minha rx570 nova liga mas não dar imagem, oq pode ser?
      Sistema: windows 7 64bits
      Placa: Positivo pos-pi55bo 
      Processador: core i3 550 3.20Ghz
      Memória 6gb ddr3
      Bios versão: 0102
      Fabricante: positivo informática SA(American megatronic)
       

    • By eliasgirardi
      Dos temas à busca de arquivo: relembre as funções que deixaram saudades nos usuários.
       

      windows-xp-tema-clássico — Foto: Reprodução
       
      O Windows XP foi um dos sistemas operacionais mais bem-sucedidos da Microsoft e que ficou conhecido por ser "queridinho" dos usuários. Na época, ele se destacou por ter sido um dos sistemas mais bonitos, ágeis e seguros que a empresa havia criado até então. Essa versão tinha grandes diferenciais no design e ficou marcada pelo clássico papel de parede Bliss, com a foto de uma colina verde. Além disso, teve variantes de 32bits e 64 bits e uma arquitetura que não era baseada no MS-DOS, como os modelos anteriores, o que garantia maior estabilidade e velocidade.
       
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      Zune: um dos temas mais conhecidos e usados do Windows XP — Foto: Reprodução/Wikipedia
       
      2. Windows Media Player
       
      O Windows Media Player tornou muito fácil a reprodução de músicas. O programa organizava a biblioteca do usuário e reproduzia formatos de áudio como mp3. Já quem quisesse ver filmes no PC, só precisava baixar o Media Player Classic ou VLC, dois reprodutores de vídeo que rodavam diversos tipos de arquivos. O Windows XP ainda foi produzido em uma arquitetura avançada para a época e podia, não apenas ler DVDs, mas também gravá-los. Para isso, bastava apenas um programa que “queimava” os discos, como o Nero.
       

      Um dos reprodutores mais úteis e utilizados no Windows XP — Foto: TechTudo
       
      3. Busca de Arquivos
       
      A Microsoft aprimorou a busca de arquivos ao longo das edições do Windows, mas no XP aconteceu o primeiro grande avanço da ferramenta. O sistema trouxe um recurso de busca textual que exibia uma gama de arquivos como resultado e ainda permitia a utilização de filtros fáceis. Sem dúvida, a função facilitou muito a vida dos usuários.
       

      Uma busca eficaz e com muitos filtros para facilitar a vida dos usuários — Foto: Reprodução/Edivaldo Brito
       
      4. Conectar e desconectar dispositivos sem reiniciar o PC
       
      O Windows XP foi desenvolvido sobre a proteção do Windows NT (New Tecnology). Um dos grandes avanços dessa estrutura era a desobrigação de reiniciar o computador após desconectar dispositivos, o que criava um ótimo ambiente para quem gostava de passar músicas por pen drive ou usar fones de ouvido, por exemplo. Além disso, para quem gostava de fazer dual boot, ou seja, usar um segundo sistema operacional no pendrive ou em partições do HD, essa potência toda do Windows XP acabava ajudando.
       

      Remoção de periféricos sem necessidade de reinicialização — Foto: Reprodução/TechTudo
       
      5. Ajuda com figurinhas animadas
       
      Um mago, um cachorro, um clipe de papel animado e outras figuras poderiam ser os guias de ajuda no Windows XP. A ferramenta clássica ficava em algum lugar do monitor para oferecer ajuda aos usuários. As figurinhas animadas se moviam, andavam e executavam ações inovadoras para os padrões da época, quase como versões primárias dos assistentes de voz que conhecemos hoje. Por isso, ficaram marcadas na memória de quem usou o sistema.
       

      O XP disponibilizava ícones que se mexiam para te ajudar nas tarefas — Foto: Reprodução/Computer Business Review
       
      6. Teclas de atalho
       
      As teclas de atalho se tornaram bastante populares no Windows XP e muitas ainda continuaram em pleno funcionamento ao longo das versões seguintes do sistema. Se você quisesse esconder alguma coisa, por exemplo, era só apertar a tecla do Windows e a letra D, ou a letra L: uma minimizava tudo, enquanto a outra jogava o usuário para uma área de escolha.
       

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      7. Jogos - Pinball 3D
       
      O Windows XP trouxe diversos jogos que eram uma boa forma de se distrair offline. O Freecell e Paciência Spider tiveram grandes melhoras nos gráficos depois, mas o Pinball faz falta até hoje no Windows.
       

      Um dos jogos preferidos do windows XP — Foto: Reprodução/Fitzssimmons
       
      Fonte: https://www.techtudo.com.br/listas/2019/12/sete-funcoes-que-fizeram-sucesso-no-windows-xp.ghtml
       
    • By Daniel
      Sabemos que o EletrônicaBR tem milhares de esquemas, manuais, bios e outros, postados por mais de 3000 usuários ao longos dos anos.

      Aqui estão 5 bons motivos para avaliar e comentar todos seus downloads:

      1- Muitos aquivos não foram devidamente testados e confirmados. 
      2- Sua correta avaliação pode te render alguns joinhas, valiosos para um futuro download.
      3- A colaboração de todos é muito importante para mantermos um acervo enxuto,  funcional e atualizado.
      4- Se quem testa não deixa um feedback, todos corremos o risco de baixar um arquivo inútil, você pode ser o próximo. 😟
      5- Agora temos disponível um painel que facilita a análise dos aquivos que baixamos e não avaliamos. (Como acessar abaixo 👇)

      Clicando no menu Downloads -> Meus Downloads ou no perfil pode acessar o painel que é bem intuitivo.
       

       
       
    • By Daniel
      Deu um trabalhão instalar a iluminação de natal.
      Favor não quebrar as lampadas!

       

    • By eliasgirardi
      O processador comercial usado como base continuou funcionando perfeitamente após a deposição da segunda camada de circuitos. [Imagem: Youngbae Son/Rose Anderson/Peterson Lab]
       
      Eletrônica 3D
       
      Os circuitos integrados de silício, como os processadores de computador, estão se aproximando da densidade máxima viável de transistores, por isso qualquer nova ideia é bem-vinda.
       
      Como esses chips atuais são tipicamente bidimensionais, com os transistores fabricados sobre uma placa plana de silício, há tempos se vem trabalhando com componentes tridimensionais, como os transistores 3D e até transistores 4D.
       
      Isso tem ajudado, mas as técnicas de fabricação são complicadas e caras, e não se aplicam a todos os componentes eletrônicos.
       
      Para contornar esses inconvenientes, Youngbae Son e colegas da Universidade Michigan, nos EUA, criaram uma tecnologia muito mais simples: Usar a mesma tecnologia atual para empilhar uma segunda camada de transistores diretamente em cima de um circuito integrado já pronto, criando não componentes 3D, mas uma "eletrônica 3D".
       
      Eles conseguiram isso usando um tipo diferente de semicondutor, conhecido como óxido de metal amorfo. Para aplicar essa camada de semicondutor ao chip de silício sem danificá-lo, eles cobriram o chip com uma solução contendo zinco e estanho e o giraram para criar uma camada uniforme.
       
      Depois que essa camada secou em um forno, o processo foi repetido para formar uma camada de óxido de zinco-estanho com cerca de 75 nanômetros de espessura. Durante o aquecimento final, os metais se ligaram ao oxigênio no ar, criando uma camada de óxido de zinco-estanho, que foi usada para criar os transistores por litografia tradicional.
       
      Esses transistores suportam tensões mais altas do que os transistores de silício abaixo.
       

      Componentes à base de óxidos também podem funcionar em modo analógico, abrindo caminho para processadores neuromórficos. [Imagem: Youngbae Son et al. - 10.1038/s41928-019-0316-0]
       
      Integração monolítica
       
      Embora também não possa ser aplicado em todos os casos, esse design permite eliminar a necessidade de um segundo chip para converter entre sinais de alta e baixa tensão, que atualmente fica entre os chips de processamento, de baixa tensão, e as interfaces de usuário, de alta tensão.
       
      Tensões mais altas poderiam danificar os transistores cada vez menores, o que fez com que os chips de processamento de última geração não sejam mais compatíveis com os componentes de interface de usuário de alta voltagem, que precisam funcionar com tensões mais altas para evitar efeitos como sinais de toque falsos ou configurações de brilho muito baixas em monitores.
       
      Como a segunda camada de transistores pode suportar tensões mais altas, eles essencialmente dão a cada transístor de silício seu próprio intérprete para conversar com o mundo exterior. Isso evita a custo atual de usar processadores de última geração com um chip extra para converter sinais entre o processador e os dispositivos de interface - ou usar um processador de nível inferior que roda com uma voltagem mais alta.
       
      Segundo a equipe, seus protótipos abrem caminho para circuitos integrados de silício que vão além da Lei de Moore, trazendo as vantagens analógicas e digitais da eletrônica de óxidos para os chips de silício de última geração.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=eletronica-3d-como-construir-chip-cima-outro&id=010110191206#.XepA94NKjIU

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