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Daniel

notícia Chegou o Linux CentOS 8! Conheçam as novidades

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Centos Linux 8 é uma distribuição Linux derivada do RHEL 8. O CentOS foi criado quando o Red Hat parou de fornecer o RHEL livre. Atualmente, o CentOS é usado principalmente em servidores, HPC e desktop. O CentOS é uma distribuição Linux de alta qualidade. Ele fornece controle completo de seus pacotes de software de código aberto e é totalmente personalizado para necessidades de pesquisa ou para a execução de um site de alto desempenho sem a necessidade de taxas de licença. Vamos ver o que há de novo no CentOS 8.

 

O que há de novo no CentOS Linux 8?

CentOS-Linux-8-released-and-here-default

A área de trabalho padrão do Gnome

 

O CentOS 8 Linux roda em:

- x86_64 (Intel / AMD de 64 bits)
- aarch64 (ARM de 64 bits)
- ppc64le (IBM POWER, little endian)

 

Console da Web Nativo

Agora é possível gerenciar servidores CentOS 8 com o Cockpit por meio de um navegador web. Um recurso útil para novos usuários e administradores de sistemas experientes.

Cockpit-runing-on-CentOS-8.png

 

 

Diga olá dnf
O comando yum agora está simbolicamente vinculado ao dnf do projeto Fedora. Ele fornece melhor gerenciamento de software. Você pode usar o yum ou o dnf para instalar, excluir, atualizar e gerenciar pacotes de software no CentOS 8. Em outras palavras, o CentOS 8 vem com o yum versão 4, que usa a tecnologia dnf como back-end. Você obtém suporte para o AppStreams de software para cargas de trabalho de contêiner em nuvem, CI / CD e Linux. Todos os comandos são compatíveis com versões anteriores, para que você possa usar o yum sem problemas. Por exemplo:
sudo yum 

 

Quote

sudo yum check-updates
sudo yum module list
sudo yum upgrade python2
sudo yum module install postgresql:10

 

Lista de softwares atualizados:

 

Software Version
Ansible 2.8.0
Apache 2.4.37
Emacs 26.1
Firefox 60.xx
GIMP 2.8.22
GNOME 3.28
Golang 1.11.13
Libreoffice 6.0.6.1
Linux kernel 4.18
MariaDB 10.3.11
MySQL 8
Nano 2.9.8
Nginx 1.14.1
OpenSSH 7.8p1
Perl 5.26
PHP 7.2.11
PostgreSQL 10.6
Python 2.7.15
Python 3.6.8
rsyslog 8.37.0
Ruby 2.5.3
Rust 1.35.0
Scala 2.10
Squid 4
Subversion 1.10
Varnish 6
Vim 8.0.1763

 

 

Outras melhorias e novos recursos no CentOS 8 Linux
1- O CentOS 8 suporta convidados ou VMs de inicialização segura que usam imagens assinadas criptograficamente para garantir a integridade.
2 - Agora usar o comando nmcli para gerenciar a configuração de rede através do NetworkManager.
3 - Gerenciamento e suporte de memória aprimorados. Por exemplo, o CentOS 8 fornece suporte para endereçamento de memória virtual de 57 bits (128 PiB) e endereçamento de memória física de 52 bits (até 4 PiB de RAM). O kernel do Linux suporta uma implementação de tabela de página de 5 níveis .
4 - O crash dump pode capturar a falha do kernel durante todas as fases da inicialização, o que não era possível no CentOS Linux 7
5 - O gerenciador de processos fez muitos aprimoramentos. 
6 - Pode instalar e inicializar a partir do módulo de memória in-line dupla não volátil ( NVDIMM )
7- O nftables é uma estrutura do Netfilter Projeto que fornece filtragem de pacotes, conversão de endereços de rede (NAT) e outro pacote de pacotes. É o back-end padrão do firewall no CentOS 8.
8- O chrony é uma implementação versátil do Network Time Protocol (NTP). Ele pode sincronizar o relógio do sistema com os servidores NTP e é o padrão no CentOS 8. O ntpd antigo se foi.
9- LUKS2 para armazenamento criptografado no CentOS 8

 

 

CentOS-8-Release-Date-450x300.jpg

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Usei o centos por um bom tempo no meu note e como gateway de internet, é uma das melhores distros que existem por ai, é robusto, estável, confiável e bem gerenciável em termos de configuração, mas depois a maioria das distros começou a migrar para o systemd, desde então só tenho usado o Slackware... maldito systemd..

Edited by FDONATO
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    • By eliasgirardi
      A ilustração mostra uma camada monoatômica cristalina de ouro sob grafeno (antracita). A estrutura eletrônica da camada de ouro e o grafeno (verde) é mostrada acima. [Imagem: Stiven Forti]
       
      Metal vira semicondutor
       
      Químicos conseguiram pela primeira vez produzir camadas cristalinas monoatômicas de metais preciosos - similares metálicos do grafeno, da molibdenita e tantos outros materiais 2D.
       
      E como o ouro e a prata estão entre os melhores condutores de eletricidade que se conhece, qual não foi a surpresa dos pesquisadores quando as camadas monoatômicas desses dois metais apresentaram uma identidade inusitada: elas são semicondutoras.
       
      O fato de que camadas monoatômicas de metais se comportem como semicondutores é mais uma demonstração de que os elétrons se comportam de modo diferente em camadas bidimensionais do que costumam fazer no material bruto 3D - as propriedades eletrônicas do grafeno são muito diferentes daquelas do grafite, de onde o material se origina.
       
      E, como ouro e prata estão largamente presentes na indústria microeletrônica, esta descoberta tem potencial para ser explorada em novas aplicações dentro e fora dos chips, além de sensores.
       
      Metais bidimensionais
       
      Embora o grafeno tenha sido retirado do grafite usando uma fita adesiva, fabricar camadas monoatômicas de metais não é fácil.
       
      "Com os métodos clássicos de deposição, os átomos de ouro, por exemplo, se aglomerariam imediatamente em cachos tridimensionais," explicam Philipp Rosenzweig e Ulrich Starke, do Instituto de Pesquisas do Estado Sólido, na Alemanha.
       
      A dupla então trabalhou com um método diferente que eles mesmos criaram, chamado intercalação. O processo começa com uma pastilha de carbeto de silício, sobre a qual é depositada uma camada de grafeno. Quando um vapor de ouro é aplicado sobre essa pastilha em ambiente de vácuo, os átomos de ouro acomodam-se entre as camadas de carbeto de silício e grafeno.
       
      A equipe já repetiu os experimentos com germânio, cobre, gadolínio e prata - e a prata também se torna semicondutora.
       

      Esta é a coisa real, vista por um microscópio de tunelamento. As flutuações de brilho ocorrem porque o ouro e o grafeno interagem, formando uma super-rede, conhecida como rede de Moiré. [Imagem: MPI for Solid State Research]
       
      Aplicações tecnológicas
       
      Como todas as teorias diziam que o ouro continuaria um excelente condutor metálico na forma 2D, a descoberta de seu comportamento semicondutor foi uma surpresa. "Interações entre os átomos de ouro e, ou o carbeto de silício ou o grafeno, obviamente desempenham seu papel aqui. Isso influencia os níveis de energia dos elétrons," arrisca Starke.
       
      A descoberta abre a possibilidade de aplicações tecnológicas porque pequenos ajustes no método de fabricação definem se a camada monoatômica será condutora ou semicondutora: qualquer coisa maior do que uma camada, seja em toda a extensão do material, ou em pontos específicos, faz o ouro voltar a se tornar condutor. Assim, pode-se projetar componentes eletrônicos usando-se alternadamente mono e bi-camadas de ouro, obtendo funcionalidades usando um único material.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=ouro-prata-viram-semicondutores-escala-atomica&id=010165200701#.XwYoE6FKgdU
    • By Ryan Eme
      Novidades do Linux Mint 20:
      ''Warpinator
      A estrela do show no Linux Mint 20 é um novo aplicativo chamado Warpinator.
      Há 10 anos, o Linux Mint 6 apresentava uma ferramenta chamada "Giver", que podia compartilhar arquivos pela rede local. Sem nenhum servidor ou configuração, os computadores se veriam automaticamente e você poderia simplesmente arrastar e soltar arquivos de um para o outro. Quando o projeto Giver foi interrompido, ele teve que ser removido do Linux Mint e perdemos essa funcionalidade desde então.
      Warpinator é uma reimplementação do Giver. A configuração do servidor (FTP, NFS, Samba) é um exagero para transferências casuais de arquivos entre dois computadores, e é uma pena usar mídias externas (serviços de Internet, pen drives, HDs externos) apenas para compartilhar arquivos quando houver uma rede local que possa ser executada. só isso.
      Com o Warpinator, o Linux Mint 20 traz de volta o compartilhamento fácil de arquivos na rede local.''
    • By Josemaria Andrade
      A potência PMPO, como o próprio nome diz, é a potência de pico e é cerca de 3,6 vezes
      maior que a RMS.
      PMPO, lançada originalmente na China, pretende mostrar quanto um amplificador pode
      fornecer ou um alto-falante agüentar de potência durante um intervalo de tempo
      extremamente curto.
      Já a potência máxima ou de programa musical adota a música como sinal de teste. Essa
      potência pretende dar uma idéia melhor dos níveis possíveis a serem praticados na
      utilização normal dos equipamentos de som, uma vez que o consumidor não utiliza o
      seu sistema de som com sinal de ruído rosa e sim com música. Essa potência
      normalmente é o dobro da potência RMS.
      A potência RMS é a potência eficaz utilizada em todo mundo para amplificadores e
      alto-falantes. A medição de potência RMS utiliza uma sala a prova de som, onde o altofalante fica instalado livre (sem caixa acústica ou painel). Nele é injetada a potência
      RMS que se deseja homologar, com o sinal de ruído rosa. Nestas condições, o altofalante deve permanecer funcionando por duas horas. Após o teste, deve ser feita uma
      avaliação cuidadosa no produto, e, se constatado que não houve nenhuma alteração, ele
      recebe a especificação da potência aplicada. O amplificador de potência deve possuir no
      mínimo o dobro da potência a ser testada. Sobre os alto-falantes tri axiais, estes, em
      sistemas de alta potência, devem utilizar corte de freqüência passa alta para não
      receberem as freqüências baixas, combinados com as caixas de subwoofer.
    • By eliasgirardi
      O transístor de potência superou os 8kV. [Imagem: University at Buffalo]
       
      Transístor de potência
       
      Se, de um lado, exige-se transistores capazes de funcionar com tensões elétricas cada vez menores, para consumir menos energia, do outro, aplicações de alta potência exigem transistores com esteroides, capazes de operar em tensões muito elevadas.
       
      A aplicação que mais se tem em vista neste segundo caso são os carros elétricos e aviões elétricos, mas mesmo veículos mais tradicionais, como locomotivas e navios, além de inúmeras aplicações industriais, estão exigindo cada vez mais da chamada "eletrônica de potência".
       
      "Para realmente impulsionar essas tecnologias para o futuro, precisamos de componentes eletrônicos de próxima geração, que possam lidar com maiores cargas de energia sem aumentar o tamanho dos sistemas eletrônicos de potência," disse Uttam Singisetti, da Universidade de Buffalo, nos EUA.
       
      Para atender a essas necessidades, Singesetti acaba de criar um transístor capaz de suportar nada menos do que 8.000 volts, o suficiente para torrar qualquer circuito eletrônico tradicional.
       
      Intervalo de banda dos semicondutores
       
      Para isso, ele conseguiu tirar proveito da largura do "intervalo de banda" (bandgap) do semicondutor óxido de gálio.
       
      O intervalo de banda mede quanta energia é necessária para colocar um elétron em um estado condutor. Os sistemas feitos com materiais com grande largura de banda podem ser mais finos, mais leves e controlam mais energia do que os sistemas feitos de materiais com larguras de banda mais baixas.
       
      O intervalo de banda do óxido de gálio é de cerca de 4,8 elétron-volts, o que o coloca entre um grupo de elite de materiais considerados com um intervalo de banda ultra-amplo. Para comparação, ele excede largamente o silício (1,1 elétron-volts), o material mais comum na eletrônica de potência, bem como seus possíveis substitutos, como o carboneto de silício (3,4 elétron-volts) e o nitreto de gálio (cerca de 3,3 elétron-volts).
       
      Passivação
       
      Uma inovação importante no novo transístor gira em torno da passivação, que é um processo químico que envolve o revestimento do componente para reduzir a reatividade química da sua superfície.
       
      Para isso, Singisetti adicionou uma camada de SU-8, um polímero à base de epóxi comumente usado em microeletrônica.
       
      Simulações feitas pela equipe sugerem que o transístor possui uma força de campo de mais de 10 milhões de volts (ou 10 megavolts) por centímetro - a intensidade do campo mede a força de uma onda eletromagnética em um determinado ponto e, eventualmente, determina o tamanho e o peso dos sistemas eletrônicos de potência.
       
      "Essas forças de campo simuladas são impressionantes. No entanto, elas precisam ser verificadas por medições experimentais diretas," disse Singisetti, acrescentando que espera fazer isso logo após o fim da pandemia de covid-19.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=transistor-suporta-8-000-volts&id=010110200624#.XvOc0sRKgdU
       
       
    • By eliasgirardi
      O sono poderá ser tão vital para as máquinas inteligentes do futuro quanto é para nós. [Imagem: LANL]
       
      Máquinas que precisam dormir
       
      Os cientistas da computação, sobretudo os envolvidos com inteligência artificial, gostam de se perguntar se, no futuro, os androides vão sonhar com ovelhas robóticas.
       
      Ninguém sabe a resposta, mas essas inteligências artificiais do futuro quase certamente precisarão de períodos de descanso, que lhes oferecerão benefícios semelhantes aos que o sono proporciona aos cérebros vivos.
       
      Ocorre que as redes neurais tornam-se instáveis após períodos contínuos de auto-aprendizado. O que se descobriu agora é que elas podem retornam à estabilidade após serem expostas a estados que simulam o sono, sugerindo que mesmo cérebros artificiais precisam cochilar ocasionalmente.
       
      Yijing Watkins e seus colegas do Laboratório Nacional Los Alamos, nos EUA, expuseram as redes neurais a estados análogos às ondas que os cérebros vivos experimentam durante o sono. Isso estabilizou as redes depois que elas começaram a "se perder" em períodos contínuos de aprendizado não supervisionado.
       
      "Era como se estivéssemos dando às redes neurais o equivalente a uma boa noite de sono," disse a pesquisadora.
       
      Redes neurais pulsadas
       
      A descoberta curiosa surgiu quando a equipe trabalhava para desenvolver redes neurais que se aproximem de como os seres humanos e outros sistemas biológicos aprendem a ver. O grupo inicialmente lutou com a estabilização das redes neurais simuladas, submetidas a um treinamento não supervisionado de dicionário, que envolve a classificação de objetos sem ter exemplos anteriores para compará-los.
       
      "A questão de como impedir que os sistemas de aprendizado se tornem instáveis realmente surge apenas quando se tenta utilizar processadores neuromórficos biologicamente realistas, ou quando se tenta entender a própria biologia," disse o professor Garrett Kenyon. "A grande maioria dos pesquisadores de aprendizado de máquina, aprendizado profundo e inteligência artificial nunca encontra esse problema porque, nos sistemas muito artificiais que eles estudam, eles têm o luxo de realizar operações matemáticas globais que têm o efeito de regular o ganho dinâmico geral do sistema".
       
      O próximo objetivo da equipe é implementar seu algoritmo de dormir no chip neuromórfico Loihi da Intel. Eles esperam que permitir que o Loihi durma de tempos em tempos permita processar informações de forma estável a partir de uma retina artificial em tempo real.
       
      Se os resultados confirmarem a necessidade de sono dos cérebros artificiais, provavelmente podemos esperar o mesmo para androides e outras máquinas inteligentes que possam surgir no futuro.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=cerebros-artificiais-tambem-vao-precisar-dormir&id=010150200616#.XvJVJsRKgdU
       

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