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notícia Sete funções que fizeram sucesso no Windows XP

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Dos temas à busca de arquivo: relembre as funções que deixaram saudades nos usuários.

 

1.jpg

windows-xp-tema-clássico — Foto: Reprodução

 

O Windows XP foi um dos sistemas operacionais mais bem-sucedidos da Microsoft e que ficou conhecido por ser "queridinho" dos usuários. Na época, ele se destacou por ter sido um dos sistemas mais bonitos, ágeis e seguros que a empresa havia criado até então. Essa versão tinha grandes diferenciais no design e ficou marcada pelo clássico papel de parede Bliss, com a foto de uma colina verde. Além disso, teve variantes de 32bits e 64 bits e uma arquitetura que não era baseada no MS-DOS, como os modelos anteriores, o que garantia maior estabilidade e velocidade.

 

Lançado em 25 de outubro de 2001, o sistema foi encerrado em 2014, quando a fabricante terminou o suporte. A seguir, relembre seis funções de destaque do Windows XP e que ajudaram o sistema a ser um sucesso no mundo todo.

 

1. Temas e personalização

 

O visual do Windows XP era uma das características que mais chamava a atenção. O sistema trouxe cores vibrantes, sombras e formas que tornavam a experiência de uso do computador bastante agradável, até mesmo com o tema padrão que tinha a barra azul. Além disso, uma de suas maiores revoluções foi a possibilidade de personalização. A partir do XP, os usuários puderam escolher entre usar tema moderno ou um clássico do Windows 95, com diversas opções de cores. Outra possibilidade era baixar e instalar novos temas para alterar cores, ícones e deixar o Windows do jeito que você quisesse.

 

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Zune: um dos temas mais conhecidos e usados do Windows XP — Foto: Reprodução/Wikipedia

 

2. Windows Media Player

 

O Windows Media Player tornou muito fácil a reprodução de músicas. O programa organizava a biblioteca do usuário e reproduzia formatos de áudio como mp3. Já quem quisesse ver filmes no PC, só precisava baixar o Media Player Classic ou VLC, dois reprodutores de vídeo que rodavam diversos tipos de arquivos. O Windows XP ainda foi produzido em uma arquitetura avançada para a época e podia, não apenas ler DVDs, mas também gravá-los. Para isso, bastava apenas um programa que “queimava” os discos, como o Nero.

 

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Um dos reprodutores mais úteis e utilizados no Windows XP — Foto: TechTudo

 

3. Busca de Arquivos

 

A Microsoft aprimorou a busca de arquivos ao longo das edições do Windows, mas no XP aconteceu o primeiro grande avanço da ferramenta. O sistema trouxe um recurso de busca textual que exibia uma gama de arquivos como resultado e ainda permitia a utilização de filtros fáceis. Sem dúvida, a função facilitou muito a vida dos usuários.

 

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Uma busca eficaz e com muitos filtros para facilitar a vida dos usuários — Foto: Reprodução/Edivaldo Brito

 

4. Conectar e desconectar dispositivos sem reiniciar o PC

 

O Windows XP foi desenvolvido sobre a proteção do Windows NT (New Tecnology). Um dos grandes avanços dessa estrutura era a desobrigação de reiniciar o computador após desconectar dispositivos, o que criava um ótimo ambiente para quem gostava de passar músicas por pen drive ou usar fones de ouvido, por exemplo. Além disso, para quem gostava de fazer dual boot, ou seja, usar um segundo sistema operacional no pendrive ou em partições do HD, essa potência toda do Windows XP acabava ajudando.

 

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Remoção de periféricos sem necessidade de reinicialização — Foto: Reprodução/TechTudo

 

5. Ajuda com figurinhas animadas

 

Um mago, um cachorro, um clipe de papel animado e outras figuras poderiam ser os guias de ajuda no Windows XP. A ferramenta clássica ficava em algum lugar do monitor para oferecer ajuda aos usuários. As figurinhas animadas se moviam, andavam e executavam ações inovadoras para os padrões da época, quase como versões primárias dos assistentes de voz que conhecemos hoje. Por isso, ficaram marcadas na memória de quem usou o sistema.

 

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O XP disponibilizava ícones que se mexiam para te ajudar nas tarefas — Foto: Reprodução/Computer Business Review

 

6. Teclas de atalho

 

As teclas de atalho se tornaram bastante populares no Windows XP e muitas ainda continuaram em pleno funcionamento ao longo das versões seguintes do sistema. Se você quisesse esconder alguma coisa, por exemplo, era só apertar a tecla do Windows e a letra D, ou a letra L: uma minimizava tudo, enquanto a outra jogava o usuário para uma área de escolha.

 

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Pressione as teclas de atalho para ativar a iluminação do teclado do notebook — Foto: Barbara Mannara/TechTudo

 

7. Jogos - Pinball 3D

 

O Windows XP trouxe diversos jogos que eram uma boa forma de se distrair offline. O Freecell e Paciência Spider tiveram grandes melhoras nos gráficos depois, mas o Pinball faz falta até hoje no Windows.

 

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Um dos jogos preferidos do windows XP — Foto: Reprodução/Fitzssimmons

 

Fonte: https://www.techtudo.com.br/listas/2019/12/sete-funcoes-que-fizeram-sucesso-no-windows-xp.ghtml

 

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Um dos sistemas mais marcantes, junto com o Windows 7 e 10 (na minha opinião). Olhando agora nem parece que faz tanto tempo que o mesmo foi lançado kkk ... estou me sentindo velho.

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Em 10/12/2019 às 13:09, Italo Bandeira disse:

Um dos sistemas mais marcantes, junto com o Windows 7 e 10 (na minha opinião). Olhando agora nem parece que faz tanto tempo que o mesmo foi lançado kkk ... estou me sentindo velho.

Só gosto do Windows XP e o Windows 7.

Atualmente estou no Linux.

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do xp, um dos ítens que me traz nostalgia e que me agradou, é o som de inicialização, e de encerramento...como o tempo passa rápido!!!

 

 

 

 

 

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6 horas atrás, dadosbh disse:

do xp, um dos ítens que me traz nostalgia e que me agradou, é o som de inicialização, e de encerramento...como o tempo passa rápido!!!

 

 

 

Eu gosto do som de inicialização, e de encerramento do Windows 98.

 

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    • By SystSoftPcCelTv
      110 V ou 220 V? Por que regiões do Brasil têm padrões de tensão diferentes?
       

       
      Há algumas semanas, parti da capital de São Paulo, onde moro, para ir ao casamento de um amigo em Florianópolis, Santa Catarina. Para a surpresa das meninas (e dos amigos cabeludos), descobrimos em cima da hora que a tensão padrão em Santa Catarina é 220 V e o secador que levamos era 110 V.
      Muita gente (como nós) acaba caindo nessa — achar que todas as regiões do país possuem um mesmo padrão de voltagem, o que não é verdade. Mas, afinal, por que não existe um padrão único de tensão no Brasil? E o que pode acontecer quando usamos um aparelho eletroeletrônico feito para funcionar com 110 V, mas ligado no 220 V — e vice-versa?
      Atenção: Sabemos que em linguagem técnica, o uso de termos como “voltagem” ou “amperagem” não é muito bem visto, sendo tratados de maneira mais correta como “tensão” e “corrente”. Porém, como a linguagem popular compreende voltagem como tensão e amperagem como corrente normalmente, vamos usar todos esses termos, afinal, o importante é se fazer entender por todos.
       

       
      Vamos começar pelo básico
      Geralmente, os padrões de tensão de praticamente todos os lugares do mundo dividem-se em 110 V e 220 V, falando mais grosseiramente. De maneira bem generalizada, o continente americano inteiro usa mais 110 V, enquanto que Europa, África e Ásia optam em sua maioria por 220 V. Mas qual é a diferença entre os dois tipos na prática?
      O consumo doméstico de energia elétrica é medido em kilowatts/hora, visto que a grandeza de potência é medida em watts
      Para entender isso, precisamos saber que o fluxo de eletricidade pode ser compreendido de duas maneiras: pela tensão e pela corrente. Tensão, ou voltagem, medida em volts, é a “pressão” ou “impulso” com o qual a eletricidade passa pelos fios. Corrente, ou amperagem, medida em amperes, é o fluxo da eletricidade passando por um condutor.
      Quando a gente liga uma lâmpada, um chuveiro ou qualquer outro dispositivo em uma tomada, ele usa a eletricidade para funcionar. Esse consumo doméstico de energia elétrica é medido em kilowatts/hora, visto que a grandeza de potência é medida em watts e depende dos dois valores já mencionadas — de tensão e corrente.
       

       
      Tá confuso, me dá um exemplo?
      Para entender mais fácil, vamos pensar nessa situação: se você ligar uma lâmpada com potência de 300 watts em sua casa em 110 V, uma corrente de 2,72 amperes vai passar pelos fios. Se você ligar essa mesma lâmpada no 220 V, a corrente vai ser de 1,36 amperes, ou seja, consideravelmente menor. Isso significa que você vai precisar de fios condutores mais grossos para usar essa lâmpada no 110 V e mais finos no 220 V.
      Instalações prediais elétricas que usam como padrão 220 V vão ter menos corrente passando pelos fios, permitindo que eles possam ser mais finos
      Mas o que isso significa? Podemos dizer que instalações prediais elétricas que usam como padrão 220 V vão ter menos corrente passando pelos fios, permitindo que eles possam ser mais finos e, por consequência, são mais baratos. Esse é um dos motivos pelos quais aparelhos com bastante potência, como chuveiro e secador de cabelo, geralmente funcionam em 220 V — se funcionassem em 110 V, eles precisariam de correntes maiores e os fios teriam que ser mais grossos para não pegar fogo com o atrito.
       

       
      Então, por que tem lugar que usa um ou outro?
      Existem dois motivos principais para algumas regiões usarem a tensão padrão de 110 V ou 220 V: o primeiro é a origem das empresas que instalaram as redes elétricas no Brasil quando essa tecnologia chegou aqui na virada do século XIX para o XX. Dependendo de onde essas companhias eram, acabavam trazendo seu padrão para cá — geralmente as empresas americanas e canadenses optavam por 110 V e as europeias por 220 V.
      O segundo motivo envolve um desequilíbrio entre prioridades — segurança e economia. As redes de 220 V são mais econômicas por exigirem condutores mais finos, o que gasta menos material, geralmente o cobre. O consumo também é levemente menor nas redes de 220 V, nada que faça diferença para o usuário final, mas para as fornecedoras pode até ser uma questão a se levar em conta.
       
       

       
      Já no quesito segurança, a preferência vai para as redes de 110 V, que oferecem um risco menor para quem, sem querer, acabar tomando um choque — porém, é muito mais fácil botar fogo em uma casa usando o 110 V, que geralmente funciona com uma corrente maior, gera mais atrito nos fios e se eles não forem espessos o suficiente, podem esquentar mais do que deveriam e entrar em combustão. Como já deu para ver, os prós e contras são bastante equilibrados.
      Quando nós ligamos um aparelho que funciona com 110 V em uma rede de 220 V, as chances do dispositivo ser danificado são altíssimas
      Só mais uma coisa para não ficar nenhuma dúvida: a gente mencionou no texto todo a voltagem de 110 V, quando na realidade o correto aqui no Brasil é 127 V. Isso acontece porque o padrão de tensão do país anteriormente era de exatos 110 V, mas com o tempo ele foi sendo adaptado e houve um consenso entre as concessionárias para que 127 V fosse o padrão, pois esse valor é — explicando bem superficialmente — uma média da variação natural que existe quando medimos uma corrente alternada.
       

       
       
      Ok, mas tem problema ligar um aparelho de uma tensão em outra?
      Depende. Quando nós ligamos um aparelho que funciona com 110 V em uma rede de 220 V, as chances do dispositivo ser danificado são altíssimas. Geralmente, nesses casos, o aparelho vai torrar com a tensão mais alta e aí já era — é torcer para haver algum sistema de segurança para não ter que jogar o dispositivo fora.
      Já quando a gente liga um aparelho que usa 220 V na rede de 110 V, o problema é bem menor: via de regra, ele simplesmente não vai funcionar direito, pois está sendo alimentado só com a metade da tensão que deveria receber. Uma furadeira, por exemplo, não vai ter a rotação desejada ou um aparelho de som pode funcionar com o volume bem mais baixo. Nesses casos, o risco de acontecer algum dano ao dispositivo é quase nulo, mas não para se aproveitar de todo seu potencial.
       

       
      Tabela com as tensoes mais comum por região.
       

       
      source
    • By SystSoftPcCelTv
      Robô faz drinks complexos sozinho e pode ser montado em sua casa
       

       
      Quem gosta de drinks mais elaborados sabe que não é nada fácil fazê-los – por isso precisamos de um barman realmente bom – e geralmente eles não são nada baratos. Porém, como já vivemos em uma realidade onde robôs já estão fazendo de tudo, até realizando cerimônias fúnebres em templos budistas japoneses, por que não criar uma máquina para misturar nossas bebidas favoritas na medida certa sem a gente nem precisar dar gorjeta?
      Em menos de um minuto você tem um drink completo preparado sem a necessidade de mãos humanas
      Conheça o Barbot, um robô cujo sistema tem como base as placas Arduino Mega 2560 e o Genuino Mega 2560, dois microcontroladores muito acessíveis. Com mais algumas partes montadas, a plataforma é muito simples de usar: basta você posicionar o copo certo (com gelo, caso o drink peça algumas pedrinhas) e selecionar o que você quer beber pelo aplicativo.
      Como é possível ver nos vídeos, uma esteira conduz o copo até as bebidas específicas que compõem o drink e a máquina deposita a quantidade necessária do líquido no recipiente. Em menos de um minuto você tem um drink completo preparado sem a necessidade de mãos humanas.
       
      Quem se interessou e quer ter o seu próprio Barbot pode acessar o código aberto publicado pelo criador Lukas Šidlauskas no GitHub. Acessando também o Hackster.io, você pode montar o Barbot na sua casa e viver feliz para sempre com seus próprios drinks feitos por um robô. A desvantagem? Diferentemente de bartenders humanos, o Barbot não vai ouvir sua lamúrias quando você estiver bêbado e na fossa. Pelo menos por enquanto.
       
       
       
      source
    • By SystSoftPcCelTv
      Huawei: confira a nota oficial sobre impedimentos de MicroSD e WiFi
       

       
      A Huawei acaba de emitir um comunicado oficial acerca das suspensões que sofreu em algumas organizações e alianças industriais nos últimos dias, decorrentes das sansões do presidente norte-americano Donald Trump. A empresa ficou proibida que continuar usando padrões internacionais como micro SD e WiFi, tecnologias colaborativas criadas abertamente para facilitar a integração de equipamentos.
      Já colaborou com mais de 60 mil propostas para essas organizações
      Segundo o comunicado da empresa, essas proibições não devem afetar consumidores que possuem produtos das marcas Huawei ou Honor. A fabricante também ressaltou que participa de mais de 400 alianças padronizadoras e já colaborou com mais de 60 mil propostas para essas organizações.
      Outro ponto importante levantado pela companhia chinesa é de que, apesar das sanções norte-americanas, a sua suspensão nessas organizações é completamente ilegal.
      Confira o comunicado na íntegra:
      Recentemente, uma série de normas e organizações do setor suspenderam temporariamente alguns aspectos de sua contribuição com a Huawei, em resposta à pressão política atual. Estamos decepcionados por essas decisões, mas as mesmas não terão nenhum efeito em nossas operações diárias. Continuaremos fornecendo aos nossos consumidores produtos e serviços de máxima qualidade.
      A Huawei é um membro ativo de mais de 400 normas e organizações do setor, alianças da indústria e comunidades de código aberto, nos quais servimos em mais de 400 posições-chave. Contribuímos de forma proativa nesses grupos, e ao longo dos anos apresentamos mais de 60.000 propostas. Atualmente, nosso trabalho com a maioria das organizações normativas continua como de costume. No futuro, continuaremos fazendo a nossa parte ao trabalhar com padrões e organizações do setor com o objetivo de construir um ecossistema industrial robusto para todos.
      Padrões abertos e globalmente unificados promovem sinergia ao longo da cadeia de valor
      Os padrões representam a sabedoria que coletivamente obtivemos de todas as inovações em ciência e tecnologia. Padrões abertos e globalmente unificados promovem sinergia ao longo da cadeia de valor, ajudando a todos a fornecer aos seus clientes produtos e serviços não apenas mais avançados, mas de qualidade muito superior. Isso é o que ajudou a sociedade da informação a crescer tão forte desde o início.
      Em sua maioria, todas as organizações normativas, as comunidades de código aberto e as alianças da indústria aderem aos princípios de transparência, abertura, justiça e não discriminação. Esses princípios são a base do desenvolvimento saudável e sustentável da indústria de TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação).
      A Huawei não violou os artigos de associação de nenhuma destas organizações, ainda assim, um pequeno grupo decidiu suspender sua colaboração sem nenhuma base legal.
      Suas ações vão contra os princípios que dizem sustentar e rompem sua credibilidade como organizações internacionais
      Suas ações vão contra os mesmos princípios que dizem sustentar, e rompem sua credibilidade como organizações internacionais. Por fim, decisões como essa resultam em padrões fragmentados, incluindo a fragmentação dos padrões de informação e comunicação, e servirão somente para aumentar os custos e riscos para todos ao longo da cadeia de valor.
      Acreditamos que essas ações não representam as crenças da indústria. Apesar de contratempos como esse, estamos confiantes que a indústria de TIC desfrutará de um desenvolvimento sustentável e a longo prazo.
       
      Source
    • By GNMilasi
      Como instalar o Linux dentro do Windows para usá-lo via linha de comando e interface gráfica
       
      Neste artigo, iremos implantar uma distribuição Linux rodando como subsistema do Windows.
       
      Antes de prosseguirmos com os procedimentos, teremos que fazer as atualizações do windows 10, pois, esta opção de podermos instalar o Linux dentro do Windows, foi disponibilizada a partir da atualização “Fall Creators”.
       
      Após atualizarmos o Windows, iremos ativar o recurso que possibilita instalarmos o Linux. Um das formas mais rápidas de fazermos isso é escrevermos na caixa de pesquisa da barras de tarefas “programas e recursos” e clicarmos na opção que aparece entre as pesquisas “Ativar ou desativar  recursos do Windows“.
       
       
      Como instalar o Linux dentro do Windows com interface gráfica
       

       
       
      Ao abrir a janela de “Recursos do Windows”, iremos habilitar a opção “Subsistema do Windows para Linux” e clicar em “OK“
       

       
       
      Ao clicarmos em “OK”, o Windows instalará os recursos adicionados e ao terminar aparecerá a opção “Reiniciar agora” a qual deveremos clicar para reiniciar o Windows.
       

       
       
      Após o Windows ter reiniciado, iremos acessar a loja da Microsoft e iremos procurar por Linux na opção “Pesquisar”.
       
      Note que aparecerão algumas distribuição Linux disponíveis na loja. Neste artigo, iremos utilizar a distro Debian a qual iremos clicar na opção relacionada a esta distro para instalarmos. Os procedimentos que iremos utilizar, servirá para qualquer umas das distribuições disponíveis na loja da Microsoft.
       

       
       
      Dentro da opção do Debian, clicaremos em “Instalar“. 
       

       
       
      Finalizando a instalação, iremos clicar em “Iniciar” para executarmos o Debian Linux.
       

       
       
      Ao clicar em iniciar, abrirá uma janela na qual o Linux estará executando. Após terminar as instalações e configurações, será solicitado a inclusão de um novo usuário (aqui no exemplo foi colocado lqgusso), uma nova senha para o usuário e digitar novamente esta senha para confirmar. E então o Linux estará instalado é já executando no usuário criado.
       

       
       
      O próximo procedimento a ser feito, é fazer as atualizações dos pacotes instalados nesta distro. Para isso iremos executar o comando “sudo apt-get update”. Como estamos usando o sudo para executar com permissões administrativas, teremos que colocar a senha que criamos junto ao usuário para prosseguir com as atualizações.
       

       
       
      Conforme a imagem abaixo, irá verificar nos repositórios as atualizações disponíveis e instalá-las.
       

       
       
      Pronto! Agora Linux já estará rodando dentro do Windows.
       
      Qualquer distribuição do Linux que for instalada será executada por linha de comando e vai conter todas as estruturas e diretórios do Linux, porém, serão acessados somente via linha de comando.
       
      Mas, podemos também instalar interfaces gráficas como, por exemplo, o Gnome, KDE, XFCE, Fluxbox, Mate, Cinnamon e acessarmos o Linux com um ambiente gráfico e totalmente visual para aqueles usuários desktop.
       
      Neste caso, irei instalar como exemplo a interface gráfica MATE. Para isso, iremos digitar o comando “sudo apt-get install mate” e <enter> para baixar e instalar este pacote.
       

       
       
      Fez a verificação dos pacotes a serem atualizados e dos novos que serão instalado e então digitaremos “y” para confirmarmos as instalações.
       

       
       
      Ao finalizar, iremos digitar outro comando para instalar o pacote xrdp para podermos acessar via Conexão Remota do Windows. Para isso, executaremos o comando “sudo apt-get install xrdp” (lembrando que sudo para permissões administrativas). 
       
      Aqui foi demonstrado como instalar o mate e o xrdp de forma separada. Se quiséssemos instalar os dois pacotes ao mesmo tempo, utilizaríamos “sudo apt-get install mate xrdp”
       

       
       
      Na sequência aparecerá a tela para escolhermos o layout do teclado.  Para quem tem o teclado com cedilha (ç), role até o fim e clique na opção Other (outros).
       

       
       
      Ao clicar em Other, selecione a opção Portuguese (Brazil).
       

       
       
      E em Portuguese (Brazil), selecione a opção “Portuguese (Bazil) – Portuguese (Brazil, no dead keys)” como é mostrada na imagem abaixo.
       

       
       
      Ao apertar na tecla <enter> sairá destas telas e o layout do teclado estará configurado.
       
      Agora para podemos utilizar via conexão remota, iremos abrir o arquivo xrdp.ini com permissões administrativas para edição do arquivo. 
       
      Para isso, iremos executar o comando “sudo nano /etc/xrdp/xrdp.ini“.
       
      Lembrando que sudo para permissões administrativas e que sem o sudo não conseguiríamos editar o arquivo. E estaremos utilizando o editor nano, mas poderíamos utilizar outro como por exemplo o Vi, Vim, Emacs, etc.
       

       
       
      Ao executar o comando, abrirá o arquivo no mesmo terminal no qual estamos executando o comando. Conforme destacado na imagem a seguir, a porta que está sendo utilizada é a 3389.
       

       
       
      Como aqui no meu computador já está sendo utilizada esta porta, irei mudá-la para 3391.
       

       
       
      Em seguida pressionaremos as teclas “Ctrl +  X” para sair do arquivo e será solicitada a confirmação para gravar as alterações feitas no arquivo e então pressionaremos em “Y” para confirmar.
       

       
       
      Ao sair do arquivo, iremos reiniciar o serviço para atualizar as informações que foram alteradas. Para isso executaremos o comando “sudo service xrdp restart“.
       

       
       
      Agora poderemos acessar o Linux pelo ambiente gráfico. Para isso, digitaremos no campo de pesquisa na barra de tarefas “rdp” e clicaremos em “Conexão de Área de Trabalho Remota” que aparecerá entre os resultados da pesquisa.
       

       
       
      Na janela de Conexão da Área de Trabalho, iremos digitar “127.0.0.1:3391“, onde 127.0.0.1 é o ip do localhost, pois o linux está na máquina local e a porta 3391 que é onde o linux estará respondendo.
       

       
       
      Ao clicar em “Conectar“, aparecerá a janela para confirmar o acesso, pois não consegue identificar o computador remoto, então clicaremos em “Sim“.
       

       
       
      Agora que estamos n área de trabalho remota, colocaremos o usuário e senha cadastrados lá no início e clicaremos em “OK“.
       

       
       
      Agora temos acesso a interface gráfica no Linux. Está totalmente pronta, funcional e executando dentro do Windows 10.
       

       
       
      Agora podemos instalar pacotes para utilizarmos na interface gráfica. As instalações podem ser feitas tanto via linha de comando como direto pelo desktop.
       
       
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    • By GNMilasi
      Quanto devem ganhar os profissionais de TI em 2020?
       
      Posições de Cientista de Dados, CTO e Analista de segurança estarão em alta, diz Robert Half. Consultoria também projeta salários para o ano que vem
       

       
       
      Gerente de TI Generalista, Desenvolvedor, Cientista de Dados, Chief Technology Officer (CTO) e Analista de Segurança da Informação estão entre os profissionais de tecnologia que ganharão mais destaque em 2020, segundo a 12ª edição do Guia Salarial da Robert Half.
       
      Para os profissionais que almejam preencher tais posições, a Robert Half recomenda desenvolver as habilidades mais demandadas pelo setor: domínio do idioma inglês, agilidade, foco em resultado, visão estratégica, boa comunicação, além dos skills técnicos. A consultoria também ressalta a importância de desenvolver as chamadas soft skills.
       
      “Para serem valorizados, os profissionais devem seguir investindo em suas habilidades técnicas, mas é essencial desenvolver também suas habilidades comportamentais. Além disso, independentemente da área de atuação, manter-se atualizado quanto às tendências em tecnologia será primordial para conseguir incremento no salário”, destaca Fernando Mantovani, diretor geral da Robert Half no Brasil.
       
       
      O que priorizar em 2020?
       
      A consultoria aponta que o ano de 2020 vai trazer boas oportunidades para aqueles que valorizam e praticam o planejamento, seja na carreira, na estruturação da equipe ou nos negócios.
       
      O estudo, entretanto, indica que devem ser raros os grandes saltos salariais, já que 2020 será um ano de retomada lenta da economia.
       
      Já para os empregadores, é importante saber que os candidatos e colaboradores buscam mais do que o salário. “Hoje os profissionais valorizam a possibilidade de crescimento dentro das organizações, além do pacote de benefícios, cultura organizacional e propósitos da empresa”, completa Mantovani. “Em 2020, as organizações devem encarar o recrutamento como uma estratégia do negócio, já que o grande desafio será encontrar e atrair talentos”.
       
       
      Nova metodologia
       
      Para sua edição de 2020, o Guia Salarial da Robert Half apresenta nova metodologia. As tabelas salariais - que antes traziam as remunerações mínimas e máximas para cada posição -, foram substituídas por quatro faixas salariais, determinadas pelo nível de qualificação e experiência do candidato, bem como pela complexidade de seu cargo ou indústria e setor de atuação.
       
      “A visão salarial mais fragmentada para todas as funções facilita a consulta para o profissional, permitindo identificar em qual faixa ele se encontra e, a partir disso, analisar quais pontos ele precisa evoluir para se aproximar da próxima faixa, seja por acúmulo de experiência, obtenção de certificados ou domínio de idiomas, por exemplo”, esclarece Mantovani. “Já para os contratantes, as tabelas também vão auxiliar na tomada de decisão”, completa.
       
      Como explica a Robert Half, os salários são divididos em percentis, representados por 25º/ 50º/ 75º/ 95º, sendo que 50º não significa, necessariamente, a mediana do salário para determinado cargo. Os critérios para determinar em que faixa o perfil se encontra podem variar em torno da experiência na função, tempo no segmento, porte da empresa, características setoriais, demanda e disponibilidade pelo perfil no mercado, habilidades e certificações extras, por exemplo.
       
       
      Quanto devem ganhar os profissionais em TI em 2020?
       
      Segundo a Robert Half, estas são as perspectivas médias salariais para os profissionais de tecnologia previstas para o ano que vem:
       
      Chief Technology Officer (CTO) - 24.700/ 32.000/ 41.350/ 50.300
      Cientista de Dados - 13.100/ 17.000/ 21.950/ 26.700
      Gerente de TI Generalista - 15.450/ 20.000/ 25.850/ 31.450
      Desenvolvedor full stack sênior - 8.100/ 10.500/ 13.550/ 16.500
      Analista de Segurança da Informação Sênior - 7.750/ 10.000/ 12.950/ 15.750.
       
       
       Fonte 

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