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eliasgirardi

notícia Sete funções que fizeram sucesso no Windows XP

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Dos temas à busca de arquivo: relembre as funções que deixaram saudades nos usuários.

 

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windows-xp-tema-clássico — Foto: Reprodução

 

O Windows XP foi um dos sistemas operacionais mais bem-sucedidos da Microsoft e que ficou conhecido por ser "queridinho" dos usuários. Na época, ele se destacou por ter sido um dos sistemas mais bonitos, ágeis e seguros que a empresa havia criado até então. Essa versão tinha grandes diferenciais no design e ficou marcada pelo clássico papel de parede Bliss, com a foto de uma colina verde. Além disso, teve variantes de 32bits e 64 bits e uma arquitetura que não era baseada no MS-DOS, como os modelos anteriores, o que garantia maior estabilidade e velocidade.

 

Lançado em 25 de outubro de 2001, o sistema foi encerrado em 2014, quando a fabricante terminou o suporte. A seguir, relembre seis funções de destaque do Windows XP e que ajudaram o sistema a ser um sucesso no mundo todo.

 

1. Temas e personalização

 

O visual do Windows XP era uma das características que mais chamava a atenção. O sistema trouxe cores vibrantes, sombras e formas que tornavam a experiência de uso do computador bastante agradável, até mesmo com o tema padrão que tinha a barra azul. Além disso, uma de suas maiores revoluções foi a possibilidade de personalização. A partir do XP, os usuários puderam escolher entre usar tema moderno ou um clássico do Windows 95, com diversas opções de cores. Outra possibilidade era baixar e instalar novos temas para alterar cores, ícones e deixar o Windows do jeito que você quisesse.

 

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Zune: um dos temas mais conhecidos e usados do Windows XP — Foto: Reprodução/Wikipedia

 

2. Windows Media Player

 

O Windows Media Player tornou muito fácil a reprodução de músicas. O programa organizava a biblioteca do usuário e reproduzia formatos de áudio como mp3. Já quem quisesse ver filmes no PC, só precisava baixar o Media Player Classic ou VLC, dois reprodutores de vídeo que rodavam diversos tipos de arquivos. O Windows XP ainda foi produzido em uma arquitetura avançada para a época e podia, não apenas ler DVDs, mas também gravá-los. Para isso, bastava apenas um programa que “queimava” os discos, como o Nero.

 

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Um dos reprodutores mais úteis e utilizados no Windows XP — Foto: TechTudo

 

3. Busca de Arquivos

 

A Microsoft aprimorou a busca de arquivos ao longo das edições do Windows, mas no XP aconteceu o primeiro grande avanço da ferramenta. O sistema trouxe um recurso de busca textual que exibia uma gama de arquivos como resultado e ainda permitia a utilização de filtros fáceis. Sem dúvida, a função facilitou muito a vida dos usuários.

 

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Uma busca eficaz e com muitos filtros para facilitar a vida dos usuários — Foto: Reprodução/Edivaldo Brito

 

4. Conectar e desconectar dispositivos sem reiniciar o PC

 

O Windows XP foi desenvolvido sobre a proteção do Windows NT (New Tecnology). Um dos grandes avanços dessa estrutura era a desobrigação de reiniciar o computador após desconectar dispositivos, o que criava um ótimo ambiente para quem gostava de passar músicas por pen drive ou usar fones de ouvido, por exemplo. Além disso, para quem gostava de fazer dual boot, ou seja, usar um segundo sistema operacional no pendrive ou em partições do HD, essa potência toda do Windows XP acabava ajudando.

 

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Remoção de periféricos sem necessidade de reinicialização — Foto: Reprodução/TechTudo

 

5. Ajuda com figurinhas animadas

 

Um mago, um cachorro, um clipe de papel animado e outras figuras poderiam ser os guias de ajuda no Windows XP. A ferramenta clássica ficava em algum lugar do monitor para oferecer ajuda aos usuários. As figurinhas animadas se moviam, andavam e executavam ações inovadoras para os padrões da época, quase como versões primárias dos assistentes de voz que conhecemos hoje. Por isso, ficaram marcadas na memória de quem usou o sistema.

 

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O XP disponibilizava ícones que se mexiam para te ajudar nas tarefas — Foto: Reprodução/Computer Business Review

 

6. Teclas de atalho

 

As teclas de atalho se tornaram bastante populares no Windows XP e muitas ainda continuaram em pleno funcionamento ao longo das versões seguintes do sistema. Se você quisesse esconder alguma coisa, por exemplo, era só apertar a tecla do Windows e a letra D, ou a letra L: uma minimizava tudo, enquanto a outra jogava o usuário para uma área de escolha.

 

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Pressione as teclas de atalho para ativar a iluminação do teclado do notebook — Foto: Barbara Mannara/TechTudo

 

7. Jogos - Pinball 3D

 

O Windows XP trouxe diversos jogos que eram uma boa forma de se distrair offline. O Freecell e Paciência Spider tiveram grandes melhoras nos gráficos depois, mas o Pinball faz falta até hoje no Windows.

 

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Um dos jogos preferidos do windows XP — Foto: Reprodução/Fitzssimmons

 

Fonte: https://www.techtudo.com.br/listas/2019/12/sete-funcoes-que-fizeram-sucesso-no-windows-xp.ghtml

 

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Um dos sistemas mais marcantes, junto com o Windows 7 e 10 (na minha opinião). Olhando agora nem parece que faz tanto tempo que o mesmo foi lançado kkk ... estou me sentindo velho.

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Em 10/12/2019 às 13:09, Italo Bandeira disse:

Um dos sistemas mais marcantes, junto com o Windows 7 e 10 (na minha opinião). Olhando agora nem parece que faz tanto tempo que o mesmo foi lançado kkk ... estou me sentindo velho.

Só gosto do Windows XP e o Windows 7.

Atualmente estou no Linux.

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do xp, um dos ítens que me traz nostalgia e que me agradou, é o som de inicialização, e de encerramento...como o tempo passa rápido!!!

 

 

 

 

 

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6 horas atrás, dadosbh disse:

do xp, um dos ítens que me traz nostalgia e que me agradou, é o som de inicialização, e de encerramento...como o tempo passa rápido!!!

 

 

 

Eu gosto do som de inicialização, e de encerramento do Windows 98.

 

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    • By eliasgirardi
      A evolução das probabilidades e os fenômenos "impossíveis" da Mecânica Quântica podem ter suas origens na Teoria Especial da Relatividade - pelo menos tudo fica menos estranho. [Imagem: FUW]
       
      Unificação da Mecânica Quântica com a Teoria da Relatividade
       
      Por quase cem anos, a Mecânica Quântica aguarda uma teoria mais profunda para explicar a natureza de seus fenômenos misteriosos. E, sonho de todos os físicos, talvez uma teoria que a unifique com a Teoria da Relatividade.
       
      Se o raciocínio apresentado agora pelos físicos Andrzej Dragan (Universidade de Varsóvia) e Artur Ekert (Universidade de Oxford) resistir ao escrutínio de seus colegas de todo o mundo, a história pode estar muito bem prestes a pregar uma peça cruel em todos esses físicos, de todas as gerações desde Einstein.
       
      A "teoria desconhecida" procurada há décadas, explicando a singularidade da Mecânica Quântica - com o perdão do trocadilho -, seria derivada da Teoria da Relatividade, e não o contrário.
      Hoje, a maioria dos físicos aceita que a descrição da realidade feita pela Mecânica Quântica seria mais fundamental, e que a Teoria da Relatividade teria que ser ajustada a ela.
       
      Dragan e Ekert propõem que não, que as características mais importantes do mundo quântico podem resultar da Teoria Especial da Relatividade, que até agora parecia ter pouco a ver com a Mecânica Quântica.
       

      A velocidade da luz ainda é um campo intrigante de pesquisas: pode ser possível superar a velocidade da luz e a velocidade da luz cai a zero em "pontos excepcionais", por exemplo, sem contar que diminuir a velocidade da luz já é um fato corriqueiro. [Imagem: ICFO]
       
      Velocidade da luz
       
      Desde o início, a Mecânica Quântica surpreende com sua peculiaridade, tão difícil de entender e conciliar com o que estamos acostumados no mundo cotidiano: Por que uma partícula passa por duas fendas simultaneamente? E por que uma partícula "tunela", atravessando uma barreira sólida, quando nós sempre damos dolorosamente com a cara na parede?
       
      E o que realmente incomoda os físicos desde a elaboração da Mecânica Quântica e da Teoria da Relatividade é a incompatibilidade desses três conceitos - três, uma vez que existem duas teorias da relatividade: a especial e a geral.
       
      Os dois físicos desenvolveram um modelo no qual eles provam matematicamente que as características da Mecânica Quântica que determinam sua singularidade e seu exotismo não-intuitivo - teoria que é aceita, além do mais, com base em axiomas, que muitos físicos preferem chamar de "fé" - podem ser explicadas dentro da estrutura da Teoria Especial da Relatividade, dispensando qualquer fé em pressupostos.
       
      Einstein baseou a Teoria Especial da Relatividade em dois postulados. O primeiro é conhecido como o princípio da relatividade galileano (que, é importante notar, é um caso especial do princípio copernicano). Aquele princípio afirma que a física é a mesma em qualquer sistema inercial, isto é, seja em repouso ou em movimento retilíneo uniforme.
       
      O segundo postulado, que Einstein considerava crucial e que foi formulado com base no famoso experimento Michelson-Morley - aquele que fez com que os físicos deixassem o éter de lado - impôs a exigência de uma velocidade constante da luz em todos os sistemas de referência.
       

      Vários experimentos já questionaram a sequência de causa e efeito no reino da física quântica. [Imagem: Universidade de Viena]
       
      Causas sem efeitos e efeitos sem causas
       
      A Teoria Especial da Relatividade é uma estrutura coerente que permite três tipos de soluções matematicamente corretas: um mundo de partículas se movendo a velocidades subluminais (abaixo da velocidade da luz), um mundo de partículas se movendo à velocidade da luz e um mundo de partículas se movendo a velocidades superluminais (acima da velocidade da luz).
       
      Esta terceira opção sempre foi rejeitada porque, pela própria teoria, ela não teria nada a ver com a realidade, dado o pressuposto da velocidade máxima permitida no Universo, a da luz - exatos 299.792.458 metros por segundo.
       
      "Nós nos colocamos a seguinte questão: O que acontece - por enquanto, sem entrar na fisicalidade ou não fisicalidade das soluções - se levarmos a sério não uma parte da Teoria Especial da Relatividade, mas toda ela, incluindo o sistema superluminal? Esperávamos paradoxos de causa-efeito. Em vez disso, o que vimos foram exatamente aqueles efeitos que formam o núcleo mais profundo da Mecânica Quântica," escrevem Dragan e Ekert.
       
      Inicialmente, os dois físicos consideraram um caso simplificado, como é comum nessa parte da ciência: Um espaço-tempo com todas as três famílias de soluções, mas consistindo em apenas uma dimensão espacial e uma dimensão temporal (1 + 1). Nesse modelo, uma partícula em repouso em um sistema de soluções parece mover-se superluminalmente no outro, o que significa que a própria superluminosidade é relativa nesse quadro ampliado.
       
      Em um continuum espaço-temporal construído dessa maneira, eventos não-determinísticos ocorrem naturalmente. Se, em um sistema no ponto A, houver a geração de uma partícula superluminal, mesmo completamente previsível, emitida em direção ao ponto B, onde simplesmente não há informações sobre os motivos daquela emissão, então, do ponto de vista do observador no segundo sistema, eventos se desenrolam do ponto B ao ponto A, de forma que eles emergem de um evento completamente imprevisível. Acontece que efeitos análogos também aparecem no caso de emissões de partículas subluminais.
       
      Os dois físicos também demonstraram que, quando se levam em conta soluções superluminais, o movimento de uma partícula em múltiplas trajetórias simultâneas surge naturalmente, e uma descrição do curso dos eventos exige que se introduza uma soma de amplitudes de probabilidade combinadas que indicam a existência de superposição, um fenômeno até agora associado apenas à Mecânica Quântica, em que uma partícula pode estar em vários lugares ao mesmo tempo.
       

      Os físicos estão usando metamateriais para saltar entre dimensões na estrutura do espaço-tempo. [Imagem: Cortesia Vytautas Navikas/EPFL]
       
      Três dimensões do tempo
       
      No caso do espaço-tempo com três dimensões espaciais e uma dimensão temporal (3 + 1), ou seja, correspondendo à nossa realidade física, a situação é mais complicada. O princípio da Relatividade em sua forma original não é preservado - os sistemas subluminal e superluminal são distinguíveis, sem superposição.
       
      No entanto, os dois físicos notaram que, quando o princípio da Relatividade é modificado para uma forma definida como "A capacidade de descrever um evento de maneira local e determinística não deve depender da escolha de um sistema de referência inercial", então isso limita as soluções àquelas nas quais todas as conclusões da consideração no espaço-tempo (1 + 1) permanecem válidas.
       
      "Nós notamos, aliás, a possibilidade de uma interpretação interessante do papel das dimensões individuais. No sistema que parece superluminal para o observador, algumas dimensões espaço-temporais parecem mudar seus papéis físicos. Somente uma dimensão da luz superluminal tem um caráter espacial - aquela ao longo do qual a partícula se move. As outras três dimensões parecem ser dimensões do tempo," contou Dragan.
       
      Princípio quântico da Relatividade
       
      Uma característica das dimensões espaciais é que uma partícula pode se mover em qualquer direção ou permanecer em repouso, enquanto em uma dimensão temporal ela sempre se propaga em uma direção - é o que chamamos de envelhecimento na linguagem cotidiana.
       
      Assim, três dimensões temporais do sistema superluminal com uma dimensão espacial (1 + 3) significariam que as partículas envelheceriam inevitavelmente três vezes simultaneamente. O processo de envelhecimento de uma partícula em um sistema superluminal (1 + 3), observado a partir de um sistema subluminal (3 + 1), teria a aparência de uma partícula movendo-se como uma onda esférica, levando ao famoso princípio de Huygens (todos os pontos em uma frente de onda podem ser tratados eles próprios como uma fonte de uma nova onda esférica) e ao dualismo onda-partícula, cernes da teoria quântica.
       
      E isso não é mais estranho do que a própria Mecânica Quântica, dizem os dois físicos.
       
      "Toda a estranheza que aparece quando consideramos soluções relacionadas a um sistema que parece superluminal acaba por não ser mais estranha do que o que a teoria quântica geralmente aceita e experimentalmente verificada tem dito há muito tempo. Pelo contrário, levando em conta um sistema superluminal, é possível - ao menos teoricamente - derivar alguns dos postulados da Mecânica Quântica a partir da Teoria Especial da Relatividade, que não são geralmente aceitas como resultantes uma da outra, mas de outras razões mais fundamentais," concluiu o Dr. Dragan.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=eventos-acima-velocidade-luz-unificacao-fisica-quantica-relatividade&id=010130200403#.Xoc4dEBKjIU
    • By Detrox
      Estou com um sansung que quando aperto desligar ele entra no processo de desligar mas os leds power e bateria ficam aceso, troquei o Sio , Bios, processador, memoria. Mas sabe o que é mais louco quando aperto em desligar da esse problema agora se eu mandar reiniciar ele desliga o not.
       
      alguma ajuda ?
    • By MrJapao
      Olá amigos. Vi que o problema é comum para muitos usuários destes softwares pois os mesmos deixam o servidor uma carroça. No meu caso tenho que acessar exclusivamente por anydesk e não pode ser por RDP. Alguém já conseguiu resolver essa bronca? Desde já agradeço.
    • By SystSoftPcCelTv
      Reinventando o computador: computação inspirada no cérebro para uma era pós-Lei de Moore
       
      À medida que a Lei de Moore chega ao fim com um limite para o número de transistores que cabem em um chip, um paradigma de computação neuromórfica inspirada no cérebro abre caminho com novas direções em hardware, algoritmos, arquiteturas e materiais de computação.
       

       
       
      WASHINGTON, DC, 15 de janeiro de 2020 - Desde a invenção do transistor em 1947, o desenvolvimento da computação viu uma duplicação consistente do número de transistores que podem caber em um chip. Mas essa tendência, conhecida como Lei de Moore, pode atingir seu limite, pois os componentes de tamanho submolecular encontram problemas com o ruído térmico, impossibilitando ainda mais o dimensionamento.
      Em seu artigo publicado esta semana na Applied Physics Reviews , da AIP Publishing, os autores Jack Kendall, da Rain Neuromorphics, e Suhas Kumar, da Hewlett Packard Labs, apresentam um exame completo do cenário da computação, concentrando-se nas funções operacionais necessárias para avançar o cérebro computação neuromórfica inspirada. O caminho proposto inclui arquiteturas híbridas compostas de arquiteturas digitais, juntamente com um ressurgimento de arquiteturas analógicas, possibilitadas pelos memristores, que são resistores com memória que podem processar informações diretamente onde estão armazenadas.
      "O futuro da computação não será colocar mais componentes em um chip, mas repensar a arquitetura do processador desde o início para simular como um cérebro processa informações com eficiência", disse Kumar.
      "Começaram a surgir soluções que replicam o sistema de processamento natural de um cérebro, mas tanto os espaços de pesquisa quanto os de mercado estão abertos", acrescentou Kendall.
      Os computadores precisam ser reinventados. Como os autores apontam, "Os computadores de ponta atualmente processam aproximadamente tantas instruções por segundo quanto um cérebro de inseto" e eles não têm a capacidade de escalar efetivamente. Por outro lado, o cérebro humano é cerca de um milhão de vezes maior em escala e pode realizar cálculos de maior complexidade devido a características como plasticidade e escarsidade.
      Reinventar a computação para emular melhor as arquiteturas neurais no cérebro é a chave para resolver problemas dinâmicos não-lineares, e os autores prevêem que a computação neuromórfica será disseminada no início desta década.
      O avanço das primitivas da computação, como não linearidade, causalidade e escarsidade, em novas arquiteturas, como redes neurais profundas, trará uma nova onda de computação que pode lidar com problemas de otimização com restrições muito difíceis, como previsão do tempo e seqüenciamento de genes. Os autores oferecem uma visão geral dos materiais, dispositivos, arquiteturas e instrumentação que devem avançar para que a computação neuromórfica amadureça. Eles emitem um plano de ação para descobrir novos materiais funcionais para desenvolver novos dispositivos de computação.
       
      O artigo "Os blocos de construção de um computador inspirado no cérebro" é de autoria de Jack D. Kendall e Suhas Kumar. O artigo foi publicado na revista Applied Physics Reviews em 14 de janeiro de 2020 
       
      fonte : https://www.eurekalert.org/pub_releases/2020-01/aiop-rtc011520.php#

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