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Harvorax

duvida de i/o compal la-4101p

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estudo em cima do esquema compal la-4101p

 

estou com uma duvida espero conta com a ajuda dos amigos

 

como sabemos o i/o é responsavel por varias funçoes, sendo uma delas a bios.

eu fiz alguns estudos e acabo q fico muito superficial indo no clock rsmrst q é uma frequencia enviada quando a bios supostamente esta ok, hj sei q nem sempre isso é verdade.

---------

olhando o u27 q é a bios e o u30 i/o KB926QFB0

vemos algumas cominucaçoes em comum como

SPI_FSEL#

S PI_CLK_R q é o clock

S P I_FWR#

eu acredito q tendo o clock vc vai ter " tensao nesses 3 acima citados.

entao eu fui atras do datasheet do i/o KB926QFB0, na intenção de saber q tensao e quando sao ativadas.

infelizmente n dei conta de achar esse datasheet e fiquei na duvida se estou certo nesse raciocínio

e se por ventura eu estiver q tensao deve ser apresentada nesses 3 . e como chegou a essa conclusao

obrigado pela ajuda

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Boa noite amigo, bom  faz sentido sim pelo que sei desde dos tempos dos monitores de tubo, é usado SCL e SDA clock e data para transporte de informação entre os CIs não é diferente neste caso não e sempre que esse transporte acontece é ativado os 3v no pino 5 data é possível medir o pulso (transporte de informação) para o i/o ai se não me engano (porque não lembro bem), o clock no caso ai pino 6 é quem coordena esse trafego. veja que mais a baixo no U28 tbm tem, essa comunicação é feita entre o i/o e a bateria tbm por acaso e o thermal sensor, não sendo atoa que ja reparei muitos itautec que não carregavam de jeito nenhum por que não havia comunicação pois o thermal avia queimado, e sim descobri porque a tensão que era para ser 3,3v estava com 1,4v. neste seu equipamento é o U1 veja como ele tem clock e data veja que pela simbologia do diagrama o SMCLK só recebe <= os dados e o SMDATA recebe e envia <=>.

 

ve ai se ajudou... fui...

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se eu encontrar uma tensao de 1.4v num nesses 3 setores q sai do i/o posso falar q possivelmente o i/o pode esta com problema? caso eu ja tenha testado a bios regravado*

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O ideal seria medir com o oxiloscopio mesmo , mas se nao me engano um dos terminais fica com uma tensao mais baixa mesmo, esse 1,4 q falei era no clock e matava comunicaçao

clock e data todos que medi tinham 3v (quando ativada a comuniçao).

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como sabemos o i/o é responsavel por varias funçoes, sendo uma delas a bios.

eu fiz alguns estudos e acabo q fico muito superficial indo no clock rsmrst q é uma frequência enviada quando a bios supostamente esta ok, hj sei q nem sempre isso é verdade

.

 

Acho que você está mal interpretando as coisas, o IO é um circuito programável, ele precisa de um código de programação para saber o que fazer, portanto podemos dizer que o IO precisa da BIOS e não ao contrario, o IO possui linhas de comunicação com a BIOS porque ele precisa da informação que tem ali dentro.

 

Quanto às linhas de comunicação da BIOS, estas linhas carregam dados e a forma correta de examina-las é com um osciloscopio, a mesma coisa acontece com as linhas de clock que também podem ser analisadas com a ajuda de um frequêncimetro.

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o infosquad esta certo.

o i/o busca a informação na bios.

mas qual é a falha que esta apresentando sua placa amigo?

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como sabemos o i/o é responsavel por varias funçoes, sendo uma delas a bios.

eu fiz alguns estudos e acabo q fico muito superficial indo no clock rsmrst q é uma frequência enviada quando a bios supostamente esta ok, hj sei q nem sempre isso é verdade

.

 

Acho que você está mal interpretando as coisas, o IO é um circuito programável, ele precisa de um código de programação para saber o que fazer, portanto podemos dizer que o IO precisa da BIOS e não ao contrario, o IO possui linhas de comunicação com a BIOS porque ele precisa da informação que tem ali dentro.

 

Quanto às linhas de comunicação da BIOS, estas linhas carregam dados e a forma correta de examina-las é com um osciloscopio, a mesma coisa acontece com as linhas de clock que também podem ser analisadas com a ajuda de um frequêncimetro.

 

osciloscopio é uma ferramenta sem igual, a qual ainda n possuo ='(

mas frequencia ou clock gera tbm uma tensao certo?

essa tensao por exemplo no pino do clock na bios é de aproximadamente 3v ?

bom n estou afirmando nada, so fazendo peguntas pra gente debater.

 

claro q o ideal era ter o osciloscopio pegar o clock do cristal e ver se bate.

mas sao essas referencias q podemos usar q queria aprender

clock q aparece no pino da bios é o clock q aparece no cristal escrito?

caso n tenha osciloscopio podemos adotar q o clock gerado, podemos medir ele como tensao de 3v?

se por ventura esse raciocínio tiver algo certo

eu encontraria sempre tensao nessas linhas

SPI_FSEL#

S PI_CLK_R

S P I_FWR#

agora pra medir como frequencímetro sera q é eficaz ?

usei uma vez e oscilava tanto q nem dava pra ver direito uma media posso ter feito a medição errada tbm

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é uma questão interessante.

 

é evidente que há uma relação entre tensão e clock. se você começar a fazer medições de linhas de clock com o multimetro, eventualmente apercebe-se de um padrão.

 

mas digamos que é uma forma inteligente de colmatar a falta de ferramentas adequadas, mas que no fundo não lhe dá qualquer tipo de certeza. por exemplo, se em determinado local medir uma linha de clock e surgirem cerca de 1,6V no multímetro, você apenas fica a saber que há ali qualquer coisa, o que embora já não seja mau, não lhe dá a certeza de que o sinal está correcto. hoje reparei uma placa com uma avaria parcial no gerador de clock, que em vez de gerar 33mhz, estava a gerar apenas 12mhz. porém, medindo com o multímetro, a tensão não seria anormal...

 

este tipo de práticas são muito utilizadas em países asiáticos devido à falta de acesso a ferramentas como o osciloscópio. para analisar linhas de clock, o frequencímetro pode ser muito útil, mas analisar linhas de data precisamos mesmo de um osciloscópio. por isso é que diagnosticar controladores de alta complexidade medindo linhas de data com o multímetro é um pouco a mesma coisa...

 

mas se pensarmos bem, isso é feito constantemente. por exemplo, quando o técnico mede tensão nos terminais tx e rx do conector lvds. porém, trata-se de linhas de data, não é? :)

 

 

 

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como sabemos o i/o é responsavel por varias funçoes, sendo uma delas a bios.

eu fiz alguns estudos e acabo q fico muito superficial indo no clock rsmrst q é uma frequência enviada quando a bios supostamente esta ok, hj sei q nem sempre isso é verdade

.

 

Acho que você está mal interpretando as coisas, o IO é um circuito programável, ele precisa de um código de programação para saber o que fazer, portanto podemos dizer que o IO precisa da BIOS e não ao contrario, o IO possui linhas de comunicação com a BIOS porque ele precisa da informação que tem ali dentro.

 

Quanto às linhas de comunicação da BIOS, estas linhas carregam dados e a forma correta de examina-las é com um osciloscopio, a mesma coisa acontece com as linhas de clock que também podem ser analisadas com a ajuda de um frequêncimetro.

 

 

infosquad, eu concordo com praticamente tudo o que você diz, à excepção de um detalhe. é que da forma que você explica, perde-se a noção de hierarquia na placa expressa pelo diagrama em blocos. isto é, quem comanda é o ec/kbc/s/io e não o contrário; o firmware bios é colocado à sua disposição, é ele quem activa o funcionamento da eeprom (estou a pensar numa placa com apenas uma, claro).

 

eu sei que você sabe isso melhor do que eu, mas tenho lido que é o bios (no dia-a-dia também digo "a" bios) quem controla o s/io, quando é precisamente o contrário, eu sei que você me entende...

 

eu até costumo dizer que a bios é a irmãzinha mais nova do s/io e que é preciso saber se eles estão a conversar ou a discutir... :)

 

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é uma questão interessante.

 

é evidente que há uma relação entre tensão e clock. se você começar a fazer medições de linhas de clock com o multimetro, eventualmente apercebe-se de um padrão.

 

mas digamos que é uma forma inteligente de colmatar a falta de ferramentas adequadas, mas que no fundo não lhe dá qualquer tipo de certeza. por exemplo, se em determinado local medir uma linha de clock e surgirem cerca de 1,6V no multímetro, você apenas fica a saber que há ali qualquer coisa, o que embora já não seja mau, não lhe dá a certeza de que o sinal está correcto. hoje reparei uma placa com uma avaria parcial no gerador de clock, que em vez de gerar 33mhz, estava a gerar apenas 12mhz. porém, medindo com o multímetro, a tensão não seria anormal...

Bom, ate onde eu sei em uma fonte quando se tem uma frequencia de 40hz e 12v quando acontece um problema no retificador e a frequencia cai para a metade a tensao tbm cairá para a metade, vemos isso em pontes retificadoras de diodo quando um diodo abre.

 

agora em seu exemplo vc falo q de 33mhz caiu para 12mhz

nesse raciocínio caso seja possivel medir realmente a tensao com multimetro a tensao cairapara menos da metade oq seria totalmente notavel usando um multimetro.

 

 

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é uma questão interessante.

 

é evidente que há uma relação entre tensão e clock. se você começar a fazer medições de linhas de clock com o multimetro, eventualmente apercebe-se de um padrão.

 

mas digamos que é uma forma inteligente de colmatar a falta de ferramentas adequadas, mas que no fundo não lhe dá qualquer tipo de certeza. por exemplo, se em determinado local medir uma linha de clock e surgirem cerca de 1,6V no multímetro, você apenas fica a saber que há ali qualquer coisa, o que embora já não seja mau, não lhe dá a certeza de que o sinal está correcto. hoje reparei uma placa com uma avaria parcial no gerador de clock, que em vez de gerar 33mhz, estava a gerar apenas 12mhz. porém, medindo com o multímetro, a tensão não seria anormal...

Bom, ate onde eu sei em uma fonte quando se tem uma frequencia de 40hz e 12v quando acontece um problema no retificador e a frequencia cai para a metade a tensao tbm cairá para a metade, vemos isso em pontes retificadoras de diodo quando um diodo abre.

 

agora em seu exemplo vc falo q de 33mhz caiu para 12mhz

nesse raciocínio caso seja possivel medir realmente a tensao com multimetro a tensao cairapara menos da metade oq seria totalmente notavel usando um multimetro.

 

o seu raciocínio não está correcto porque não se aplica de forma alguma essa correlação neste contexto, mas em vez de argumentar consigo, acho que será mais proveitoso pedir-lhe que faça medições você mesmo com o multímetro e acho que perceberá facilmente o que eu disse. aliás, nesta profissão estamos sempre à procura de padrões.

 

mas vou tentar ser mais claro. se possível, meça as saídas de clock de 14mhz e 33mhz. se você estiver correcto, a de 33 deverá apresentar um pouco mais do dobro da tensão do que a outra. isso implicaria que um sinal de largas centenas de mhz teria uma tensão muito elevada...

 

abraço

 

 

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Ola  bom dia  !! Concordo  com  o colega  Nasix.. !! vai  na  fé  que  vc vai resolver o  problema !! att vidalk

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