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elias.girardi

notícia Microsoft recupera data center que estava embaixo d'água há dois anos

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Equipamento ficou submerso na costa de Orkney, na Escócia, para testar sua eficiência energética nas profundezas do oceano; dos 855 servidores que funcionavam, apenas oito apresentaram defeitos.

 

A Microsoft recuperou um data center que estava submerso há dois anos no fundo do oceano na costa de Orkney, na Escócia. O equipamento, desenvolvido para utilizar a baixa temperatura das águas profundas como sistema de refrigeração, foi removido para que sua eficiência energética pudesse ser testada. A iniciativa faz parte do Projeto Natick, e tem testado pequenos clusters de computação em nuvem localizados embaixo d’água para saber se a ideia é economicamente viável.

 

Surpreendentemente, os primeiros resultados mostraram que os servidores armazenados no cilindro tiveram bem menos problemas do que os que ficam em data centers convencionais. “A taxa de falhas na água é um oitavo do que vemos em superfície”, informou o coordenador do Projeto Natick, Ben Cutler.

 

Dos 855 servidores que funcionavam no data center, apenas oito apresentaram defeitos. “Nós acreditamos que tem a ver com essa atmosfera de nitrogênio que reduz a corrosão e é fria, e também por não ter pessoas batendo nas coisas”, completou Cutler.

 

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Segundo coordenador do projeto, data center submerso apresentou menos falhas do que os localizados na superfície. Crédito: Jonathan Banks/Microsoft

 

Apesar de parecer uma tarefa difícil, os responsáveis pelo data center disseram que não houveram grandes complicações em manter a estrutura energizada no fundo do mar, nem mesmo com o fato de o abastecimento energético da região de Orkney ser totalmente verde, proveniente de energia eólica e solar.

 

“Nós conseguimos funcionar muito bem no que a maioria dos data centers consideraria um grid não confiável. Esperamos poder olhar os resultados e afirmar que talvez não precisemos de tanta infraestrutura focada em energia e confiabilidade”, explicou Spencer Fowers, integrante do time técnico do projeto.

 

 

Fonte: https://olhardigital.com.br/noticia/microsoft-recupera-data-center-que-estava-embaixo-d-agua-ha-dois-anos/106986

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      Bom dia  eu tein esta maquina estou necesitando arquivos. 
       
       
       

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      Por todos os critérios, o WASP 189b é um "planeta extremo". [Imagem: ESA]
       
      Planeta mais quente que se conhece
       
      O telescópio observador de exoplanetas Cheops, da ESA (Agência Espacial Europeia), foi usado para observar um sistema planetário próximo que contém um dos planetas extrassolares mais quentes e mais extremos conhecidos até hoje: WASP-189 b.
       
      A análise, a primeira da missão Satélite Caracterizador de Exoplanetas, demonstra a capacidade única de Cheops de lançar luz sobre o Universo ao nosso redor, ao revelar detalhes desses mundos alienígenas. O nome WASP (sigla em inglês para Pesquisa de Planetas com Grande Angular) significa que o planeta foi originalmente descoberto pelo consórcio internacional que usa telescópios robóticos terrestres para encontrar exoplanetas.
       
      Os planetas do tipo "júpiter quente" já são bem conhecidos porque são grandes e orbitam muito próximos de suas estrelas, o que facilita sua descoberta por meio da técnica de trânsito, a mais utilizada hoje, quando se mede variações no brilho da estrela conforme o planeta cruza à sua frente.
       
      Mas o WASP-189 b é um exagero de quente: Ele orbita cerca de 20 vezes mais perto da sua estrela do que a Terra está do Sol, completa uma órbita em apenas 2,7 dias e a sua estrela hospedeira ainda é maior e 2.000 graus mais quente do que o Sol.
       
      Isso significa não apenas que a estrela é muito brilhante - ela tem um brilho azulado - mas também que o próprio planeta brilha intensamente, devendo atingir até 3.200 ºC em sua orla externa, já que planetas gigantes gasosos não têm exatamente uma "superfície" - até mesmo metais como o ferro derretem e se transformam em gás a essa temperatura.
       
      "Sabe-se que apenas um punhado de planetas existem em torno de estrelas tão quentes, e este sistema é de longe o mais brilhante," disse Monika Lendl, da Universidade de Genebra, na Suíça, principal autora do novo estudo. "O WASP-189b também é o Júpiter quente mais brilhante que podemos observar conforme passa na frente ou atrás da sua estrela, tornando todo o sistema realmente intrigante."
       

      O planeta brilha tanto que dá para identificá-lo quando ele passa à frente da estrela ou se esconde por trás dela. [Imagem: ESA]
       
      Órbita inclinada
       
      Além de também ser gigantesco - quase 1,6 vezes o raio de Júpiter - o WASP-189 b não perde para sua estrela em interesse dos astrônomos.
       
      "Também vimos que a própria estrela é interessante - não é perfeitamente redonda, mas maior e mais fria no seu equador do que nos polos, fazendo com que os polos da estrela pareçam mais brilhantes," disse Monika. "Ela gira tão rápido que está sendo puxada para fora no seu equador! Somando-se a essa assimetria está o fato de que a órbita do WASP-189 b é inclinada; ele não viaja ao redor do equador, mas passa perto dos polos da estrela."
       
      Uma órbita tão inclinada aumenta o mistério de como os júpiteres quentes se formam. Para um planeta ter uma órbita tão inclinada, ele deve ter-se formado mais para fora e depois empurrado para dentro. Acredita-se que isto aconteça quando vários planetas dentro de um sistema disputam uma posição ou quando uma influência externa - outra estrela, por exemplo - perturba o sistema, empurrando gigantes gasosos em direção à sua estrela e em órbitas muito curtas e altamente inclinadas.
       
      "Uma vez que medimos tal inclinação com Cheops, isto sugere que o WASP-189 b passou por tais interações no passado," disse Monika.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=telescopio-cheops-estuda-planeta-mais-quente-se-conhece&id=010175200930#.X43pL9ZKgdU
    • By elias.girardi
      Esta ilustração mostra uma estrela (em primeiro plano) sofrendo "espaguetificação" ao ser sugada por um buraco negro (ao fundo) durante um evento de ruptura de marés. [Imagem: ESO/M. Kornmesser]
       
      Evento de ruptura de marés
       
      Astrônomos flagraram uma rara explosão de uma estrela sendo dilacerada por um buraco negro gigantesco.
       
      O fenômeno, conhecido como "evento de ruptura de marés", é o mais próximo de nós já registrado até hoje, a pouco mais de 215 milhões de anos-luz de distância da Terra.
       
      "A ideia de que um buraco negro 'sugando' uma estrela próxima parece saída da ficção científica. Mas é exatamente o que acontece num evento de ruptura de marés," disse Matt Nicholl, da Universidade de Birmingham, no Reino Unido.
       
      Estes eventos de ruptura de marés, onde a estrela é sujeita a algo chamado "espaguetificação" quando está sendo sugada por um buraco negro, são raros e nem sempre fáceis de estudar.
       
      Na teoria, os astrônomos sabem o que deve acontecer. "Quando uma estrela azarada se aproxima demais de um buraco negro supermassivo no centro de uma galáxia, a extrema atração gravitacional exercida pelo buraco negro desfaz a estrela em finas correntes de matéria," explicou Thomas Wevers, pesquisador no observatório do ESO (Observatório Europeu do Sul), no Chile.
       
      Quando alguns destes finos fios de "macarrão estelar" caem no buraco negro, um clarão brilhante de energia é liberado. Foi essa luz que os astrônomos detectaram.
       
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      Esta descoberta foi possível porque o evento de ruptura de marés que a equipe observou foi descoberto pouco tempo depois de a estrela ter sido destroçada. "Como apanhamos o evento cedo, pudemos ver a cortina de poeira e detritos sendo criada à medida que o buraco negro lançava para o exterior uma poderosa corrente de matéria com velocidades de até 10.000 km/s," disse Kate Alexander, da Universidade Northwestern, nos EUA. "Esta única 'espiada atrás da cortina' nos proporcionou a primeira oportunidade de localizar a origem do material ocultante e seguir em tempo real como é que engolfa o buraco negro."
       
      A equipe observou o evento, batizado de AT2019qiz, durante um período de 6 meses, vendo o clarão luminoso aumentar de intensidade e depois desvanecer em uma galáxia em espiral na constelação de Eridano.
       
      A equipe afirma que o AT2019qiz pode até ser uma "pedra da Roseta" para interpretar futuras observações de eventos de ruptura de marés.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=espaguetificacao-como-buraco-negro-esfacela-estrela&id=010175201012#.X43n9tZKgdU
    • By lucaspolli
      Senhores, estou montando um projetinho aqui, porem esbarrei em uma dificuldade referente ao motor, inicialmente iria usar um motor de cortador de grama, esses de acabamento (
      You are not allowed to view links. Sign in or sign up.) o problema é que preciso que ele gire nos dois sentidos, na verdade vou usar dois motores, lado a lado, a exemplo de motores CW e CCW de drones, alguem tem alguma dica? ou conhece algum motor com essas características?
    • By FDONATO
      Microsoft Surface Pro 5 1796 Bios
      Sempre faça backup antes de gravar a bios
       
       

      Uploader Enviado 17-10-2020 Categoria You are not allowed to view links. Sign in or sign up.  

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