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notícia Free Fire Max: o que é rumor e dados confirmados sobre o beta e download

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Versão "turbinada" do Battle Royale da Garena ainda está em fase de testes e não tem data de lançamento

 

O Free Fire Max é a versão “turbinada” do Battle Royale da Garena, que ainda não tem uma data de lançamento definida. Malásia, Bolívia e Vietnã foram os três países que recentemente passaram a ter acesso ao beta do game, mas a desenvolvedora ainda não confirmou data dos testes no Brasil. Também não foram divulgados oficialmente quais celulares que vão rodar Free Fire Max ou como fazer o download do APK por aqui. Desvende, a seguir, o que é rumor e o que já está confirmado sobre o novo game.

Vale lembrar que o Free Fire original está disponível para baixar no Android e iPhone (iOS), e no PC, por meio dos emuladores Bluestacks, LDPlayer e MSI App Player.

Free Fire Max inicia nova fase beta para Android e iPhone em mais países

 

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Beta no Brasil vai acontecer em breve?

Embora o Brasil seja um dos principais mercados do Free Fire, a Garena ainda não confirmou o beta da versão “turbinada” por aqui. No entanto, uma página da Google Play Store descoberta recentemente pela comunidade pode indicar que a desenvolvedora está selecionando jogadores para participar da versão de teste do Free Fire Max.

Na página, que dá detalhes e imagens sobre a nova versão do Free Fire, os jogadores podem manifestar interesse clicando em “Participar dos testes”. Entramos em contato com a desenvolvedora para apurar acerca dos supostos testes, mas a desenvolvedora não confirmou que a inscrição é oficial e nem se todos que manifestarem interesse para o período de avaliação serão selecionados.

 

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A Garena ainda não revelou quais celulares vão rodar FF Max em sua versão final. Como o jogo está em fase de testes e desenvolvimento, ainda não existe uma lista fechada de aparelhos compatíveis ou requisitos mínimos para download definidos. Conforme fontes internas explicaram ao TechTudo, as configurações mínimas serão definidas conforme os jogadores selecionados para os testes derem seus feedbacks.

Vale lembrar que o beta disponibilizado em junho de 2020 para celulares equipados com Android exigia no mínimo 2 GB de memória RAM. E em setembro de 2020 a fase de testes do Free Fire Max passou a ser compatível com iOS, a partir do iPhone 6S. Mas é provável que as exigências mínimas sofram alterações até o lançamento da versão final.

 

É seguro baixar o APK e OBB?

Não é seguro baixar o APK de fora do país e o OBB. Para testar antecipadamente a versão “turbinada” do Free Fire, jogadores com celulares Android têm recorrido ao download de APK e OBB (Opaque Binary Blob). Esses pacotes de arquivos permitem que usuários tenham acesso aos apps que não estão disponíveis na loja do Brasil.

Entretanto, o download desses arquivos pode trazer riscos de segurança para o dispositivo e as informações pessoais dos jogadores. A instalação pode explorar brechas no sistema operacional, além da possibilidade de virem acompanhadas de malwares ou vírus. Por exemplo, ao permitir o acesso a câmera e ao microfone, o jogador pode facilitar sua vigilância pelo APK.

 

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Além dos riscos relacionadas à segurança do celular, o uso dos arquivos do Free Fire Max pode acarretar na suspensão permanente da conta no Battle Royale. Ao baixar o APK e OBB e acessar o jogo, a Garena considera uma ruptura nos termos do usuário. As cláusulas indicam que o jogador só pode acessar o servidor referente ao país em que se encontra.

 

Fonte :Tecmundo

 

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    • By elias.girardi
      Por todos os critérios, o WASP 189b é um "planeta extremo". [Imagem: ESA]
       
      Planeta mais quente que se conhece
       
      O telescópio observador de exoplanetas Cheops, da ESA (Agência Espacial Europeia), foi usado para observar um sistema planetário próximo que contém um dos planetas extrassolares mais quentes e mais extremos conhecidos até hoje: WASP-189 b.
       
      A análise, a primeira da missão Satélite Caracterizador de Exoplanetas, demonstra a capacidade única de Cheops de lançar luz sobre o Universo ao nosso redor, ao revelar detalhes desses mundos alienígenas. O nome WASP (sigla em inglês para Pesquisa de Planetas com Grande Angular) significa que o planeta foi originalmente descoberto pelo consórcio internacional que usa telescópios robóticos terrestres para encontrar exoplanetas.
       
      Os planetas do tipo "júpiter quente" já são bem conhecidos porque são grandes e orbitam muito próximos de suas estrelas, o que facilita sua descoberta por meio da técnica de trânsito, a mais utilizada hoje, quando se mede variações no brilho da estrela conforme o planeta cruza à sua frente.
       
      Mas o WASP-189 b é um exagero de quente: Ele orbita cerca de 20 vezes mais perto da sua estrela do que a Terra está do Sol, completa uma órbita em apenas 2,7 dias e a sua estrela hospedeira ainda é maior e 2.000 graus mais quente do que o Sol.
       
      Isso significa não apenas que a estrela é muito brilhante - ela tem um brilho azulado - mas também que o próprio planeta brilha intensamente, devendo atingir até 3.200 ºC em sua orla externa, já que planetas gigantes gasosos não têm exatamente uma "superfície" - até mesmo metais como o ferro derretem e se transformam em gás a essa temperatura.
       
      "Sabe-se que apenas um punhado de planetas existem em torno de estrelas tão quentes, e este sistema é de longe o mais brilhante," disse Monika Lendl, da Universidade de Genebra, na Suíça, principal autora do novo estudo. "O WASP-189b também é o Júpiter quente mais brilhante que podemos observar conforme passa na frente ou atrás da sua estrela, tornando todo o sistema realmente intrigante."
       

      O planeta brilha tanto que dá para identificá-lo quando ele passa à frente da estrela ou se esconde por trás dela. [Imagem: ESA]
       
      Órbita inclinada
       
      Além de também ser gigantesco - quase 1,6 vezes o raio de Júpiter - o WASP-189 b não perde para sua estrela em interesse dos astrônomos.
       
      "Também vimos que a própria estrela é interessante - não é perfeitamente redonda, mas maior e mais fria no seu equador do que nos polos, fazendo com que os polos da estrela pareçam mais brilhantes," disse Monika. "Ela gira tão rápido que está sendo puxada para fora no seu equador! Somando-se a essa assimetria está o fato de que a órbita do WASP-189 b é inclinada; ele não viaja ao redor do equador, mas passa perto dos polos da estrela."
       
      Uma órbita tão inclinada aumenta o mistério de como os júpiteres quentes se formam. Para um planeta ter uma órbita tão inclinada, ele deve ter-se formado mais para fora e depois empurrado para dentro. Acredita-se que isto aconteça quando vários planetas dentro de um sistema disputam uma posição ou quando uma influência externa - outra estrela, por exemplo - perturba o sistema, empurrando gigantes gasosos em direção à sua estrela e em órbitas muito curtas e altamente inclinadas.
       
      "Uma vez que medimos tal inclinação com Cheops, isto sugere que o WASP-189 b passou por tais interações no passado," disse Monika.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=telescopio-cheops-estuda-planeta-mais-quente-se-conhece&id=010175200930#.X43pL9ZKgdU
    • By elias.girardi
      Esta ilustração mostra uma estrela (em primeiro plano) sofrendo "espaguetificação" ao ser sugada por um buraco negro (ao fundo) durante um evento de ruptura de marés. [Imagem: ESO/M. Kornmesser]
       
      Evento de ruptura de marés
       
      Astrônomos flagraram uma rara explosão de uma estrela sendo dilacerada por um buraco negro gigantesco.
       
      O fenômeno, conhecido como "evento de ruptura de marés", é o mais próximo de nós já registrado até hoje, a pouco mais de 215 milhões de anos-luz de distância da Terra.
       
      "A ideia de que um buraco negro 'sugando' uma estrela próxima parece saída da ficção científica. Mas é exatamente o que acontece num evento de ruptura de marés," disse Matt Nicholl, da Universidade de Birmingham, no Reino Unido.
       
      Estes eventos de ruptura de marés, onde a estrela é sujeita a algo chamado "espaguetificação" quando está sendo sugada por um buraco negro, são raros e nem sempre fáceis de estudar.
       
      Na teoria, os astrônomos sabem o que deve acontecer. "Quando uma estrela azarada se aproxima demais de um buraco negro supermassivo no centro de uma galáxia, a extrema atração gravitacional exercida pelo buraco negro desfaz a estrela em finas correntes de matéria," explicou Thomas Wevers, pesquisador no observatório do ESO (Observatório Europeu do Sul), no Chile.
       
      Quando alguns destes finos fios de "macarrão estelar" caem no buraco negro, um clarão brilhante de energia é liberado. Foi essa luz que os astrônomos detectaram.
       
      Espaguetificação
       
      Apesar de brilhante e forte, até agora os astrônomos tinham tido dificuldade em investigar este clarão de luz, devido ao fato deste se encontrar frequentemente obscurecido por uma cortina de poeira e restos de material. Mas agora os astrônomos conseguiram finalmente obter pistas sobre a origem desta cortina.
       
      "Descobrimos que, quando um buraco negro devora uma estrela, ele pode lançar uma quantidade de material para o exterior, que nos obstrui a visão," explica Samantha Oates, também da Universidade de Birmingham. Isto ocorre porque a energia liberada, quando o buraco negro devora o material estelar, faz com que os restos da estrela sejam lançados para o exterior.
       
      Esta descoberta foi possível porque o evento de ruptura de marés que a equipe observou foi descoberto pouco tempo depois de a estrela ter sido destroçada. "Como apanhamos o evento cedo, pudemos ver a cortina de poeira e detritos sendo criada à medida que o buraco negro lançava para o exterior uma poderosa corrente de matéria com velocidades de até 10.000 km/s," disse Kate Alexander, da Universidade Northwestern, nos EUA. "Esta única 'espiada atrás da cortina' nos proporcionou a primeira oportunidade de localizar a origem do material ocultante e seguir em tempo real como é que engolfa o buraco negro."
       
      A equipe observou o evento, batizado de AT2019qiz, durante um período de 6 meses, vendo o clarão luminoso aumentar de intensidade e depois desvanecer em uma galáxia em espiral na constelação de Eridano.
       
      A equipe afirma que o AT2019qiz pode até ser uma "pedra da Roseta" para interpretar futuras observações de eventos de ruptura de marés.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=espaguetificacao-como-buraco-negro-esfacela-estrela&id=010175201012#.X43n9tZKgdU
    • By Ricardo Taden
      DistroWatch é um site da internet mantido por Ladislav Bodnar e ativo desde 2001. Trata-se de um observatório das distribuições Linux e BSD. O sítio informa sobre novas distribuições, atualizações, lançamentos, resenhas e notícias sobre distribuições Linux. Também edita semanalmente uma coluna de opinião e notícias do mundo do software livre e, além disto, possui um "ranking" que avalia as distribuições Linux de acordo com a quantidade de acessos no sítio.
       

      You are not allowed to view links. Sign in or sign up.
    • By lucielcosta
      Como faço para conseguir o software SHOficina 6.20a para download?
    • By gabriellkerber
      Luz é armazenada e transportada pela primeira vez
       

      Átomos de rubídio-87 são transportados para a área de teste principal, uma câmara de vácuo feita sob medida. Depois de resfriados a temperaturas de apenas alguns microkelvins, eles são usados para transportar a luz.
       
      Transporte de luz
      Os físicos já haviam conseguido transportar antimatéria, mas agora eles conseguiram um feito que é um verdadeiro marco na ciência: Eles transportaram a luz.
      É claro que a luz pode ir a qualquer lugar na velocidade máxima do Universo, mas aqui não se trata de disparar um pulso de luz: Wei Li e seus colegas da Universidade de Mainz, na Alemanha, armazenaram a luz em uma memória quântica, transportaram essa memória por uma distância de 1,2 milímetro e então capturaram de novo o pulso de luz que ficara guardado lá.
      Eles demonstraram que o processo de transporte controlado e sua dinâmica têm um impacto pequeno nas propriedades da luz armazenada, permitindo a leitura dos dados armazenados nela.
      Para isso, a equipe usou átomos do elemento rubídio 87 ultrafrios como meio de armazenamento para a luz, a fim de alcançar um alto nível de eficiência de armazenamento e uma longa vida útil dos pulsos luminosos.
      "Por assim dizer, nós armazenamos a luz colocando-a em uma mala, só que no nosso caso a mala era feita de uma nuvem de átomos frios. Nós movemos esta mala por uma curta distância e depois retiramos a luz novamente. Isso é muito interessante não só para a física em geral, mas também para a comunicação quântica, porque a luz não é muito fácil de 'capturar', e se você quiser transportá-la para outro lugar de forma controlada, geralmente ela acaba sendo perdida," explicou o professor Patrick Windpassinger, coordenador da equipe.
       
      Como transportar a luz
      Usando uma técnica conhecida como transparência induzida eletromagneticamente, pulsos de luz incidentes podem ser capturados e mapeados de forma coerente para criar uma excitação coletiva de átomos, que funcionam então como meio de armazenamento - uma memória.
      Como o processo é reversível, a luz pode ser recuperada novamente com alta eficiência - de fato, esse processo já foi utilizado para armazenar a luz por até 1 minuto, mas até agora sem tirá-la do lugar.
      A equipe havia desenvolvido recentemente uma técnica que permite que conjuntos de átomos frios sejam transportados em uma espécie de "esteira" - uma correia transportadora para a luz -, criada por dois feixes de laser. A vantagem desse método é que um número relativamente grande de átomos pode ser transportado e posicionado com um alto grau de precisão sem perda significativa de átomos e sem que os átomos sejam acidentalmente aquecidos.
      Eles agora conseguiram usar essa esteira óptica para transportar nuvens atômicas que servem como uma memória de luz. As informações inicialmente armazenadas na luz podem ser recuperadas posteriormente no local de destino.
       

       
      Uma das técnicas desenvolvidas pela equipe consiste em usar fibras ópticas ocas como correia transportadora para a luz. No detalhe, o pulso de luz sendo transportado
       
      Memória pista de corrida
      A equipe pretende a seguir otimizar seu aparato experimental, na tentativa de desenvolver uma memória do tipo pista de corrida para a luz, com seções separadas de leitura e escrita - esse tipo de memória, também conhecido como racetrack, só que para elétrons, vem sendo pesquisada há mais de uma década para substituir os discos rígidos.
      Se funcionar com luz, uma memória pista de corrida pode não apenas ser muitíssimo mais rápida, mas também funcionar diretamente com qualquer tecnologia quântica ou fotônica.
      A manipulação controlada e o armazenamento de informações quânticas - bem como a capacidade de recuperá-las - são pré-requisitos essenciais para a comunicação usando partículas elementares e para executar operações nos computadores quânticos.
      Por sua vez, as memórias quânticas ópticas, que permitem o armazenamento e a recuperação de informações transportadas pela luz, são essenciais para redes de comunicação quântica escalonáveis - por exemplo, essas memórias podem constituir blocos de construção de repetidores quânticos ou ferramentas em computação quântica linear.
       
      Fonte = https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=luz-armazenada-transportada-pela-primeira-vez&id=010110201014#.X4n_6-1v9PY

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