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Luz agora pode ser confinada em um espaço 3D

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Guia de ondas em espiral 3D. (b) Guia de ondas tipo ponte aérea suspensa; o detalhe mostra as seções de acoplamento de entrada e saída. Embaixo, diagrama da saída do guia de ondas

 

 

Processadores de luz

Se você se impressionou com o fato de a luz poder ser armazenada e transportada, vai gostar de saber também que agora a luz pode ser armazenada em um espaço 3D.

Esta é mais uma vitória da fotônica e uma etapa importante rumo à construção de circuitos integrados fotônicos, que funcionam com luz em vez de eletricidade, que prometem aumentar muito a velocidade da computação e da transmissão de dados.

Até agora, os chamados "processadores de luz" têm usado guias de onda, que são estruturas planas que guiam a luz sobre a superfície de um chip.

Mas Hongwei Gao e colegas da Universidade de Tecnologia e Projetos de Cingapura deram-se conta de que a restrição à movimentação bidimensional da luz era muito mais uma limitação do processo de fabricação tradicional do que das possibilidades das tecnologias atuais de lidar com a luz.

Pelo processo tradicional, conhecido como "de cima para baixo", as pastilhas de silício e outros semicondutores são escavadas até atingirem o padrão desejado. Mas já existem técnicas que permitem fabricar as coisas "de baixo para cima", como a litografia de multifótons, em que as partículas de luz vão polimerizando um material ponto por ponto, criando objetos tridimensionais.

Gao então usou esta técnica para criar guias de onda 3D, rompendo com a limitação do confinamento da luz em um único plano.

"É importante ressaltar que a qualidade 3D desses guias de onda nos permite ultrapassar as limitações das estruturas planas tradicionais. Dessa forma, é possível obter circuitos integrados fotônicos de densidade muito mais alta. Os tamanhos de funcionalidades submicrométricas de alta resolução também são promissores, especialmente para atingir funções avançadas, como filtragem espectral, estruturas de ressonador e metassuperfícies," disse Gao.

Segundo ele, a capacidade de fabricar estruturas fotônicas 3D de alta resolução pode criar ainda mais avanços na forma e na função da fotônica, incluindo processamento de sinal óptico avançado, técnicas de imagem e sistemas espectroscópicos.

 

Link: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=luz-agora-confinada-espaco-3d&id=010110201202#.YEKTCk6Sncc

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    • By Raniere T.I.
      Olá pessoal.
      Estou com uma placa “Quanta DA0R33MB6E0 Rev: E” de um HP G4 modelo g4-2140br. Esse notebook chegou aqui com o cliente dizendo que ele não ligava. Este notebook já esteve comigo antes há uns 3 anos atrás. Na época ele tinha um problema parecido e apresentava um código luminoso nos leds do teclado indicando que havia um problema na BIOS. Na época, eu creio que atualizei (regravei) a BIOS e ele voltou a funcionar.
      Agora ele chegou com um sintoma parecido: não ligava, apresentando um código luminoso que indicava problema com a memória RAM.
      Eu limpei a memória, recoloquei, e, o código mudou indicando problema na BIOS. Eu regravei as duas (U31 e U18) e ele ligou. Fiz testes com Aida64extreme para ver se ele apresentaria alguma instabilidade. Durante o teste notei que a temperatura do processador parecia um pouco alta, em torno de 83º com processamento no máximo. Mantive o teste por aproximadamente 20 minutos; não houve instabilidade. Considerei o trabalho terminado. Montei o notebook e ao colocar a bateria nele, ele parou de funcionar. Eu achei estranho, mas lembro do cliente relatar algum problema com a bateria que já está velha e parece não funcionar. Mesmo assim, não achei normal o notebook parar de funcionar por adicionar a bateria.
       
      Decidi desmontar e novamente regravar as BIOS. Ele voltou a funcionar. Atualizei a BIOS para a versão encontrada no site da HP usando o programa que baixei de lá. Parecia bom e funcionando. Ao tentar carregar o sistema pelo HD ele desligou e passou a repetir isso.
      Carregando um sistema WinPE 10 através de um pendrive, ele às vezes carrega, às vezes desliga.
      Achei que a PCH parecia quente. Decidi monitorar a temperatura e registrei temperatura de até 51º nela usando um multímetro com termopar. Não sei se esta temperatura é a normal de trabalho desse chip, um SLJ8E E217B403. Mas não posso tocá-lo e segurar, pois parece muito quente ao toque.
      Imaginei que poderia estar com algum problema na memória RAM, então resolvi fazer testes na memória com um programa de teste no WinPE. O notebook deligou.
      Tentei com o Memtest86 e o teste se manteve por algum tempo, até completar uns 50% aí o notebook desligou. A temperatura do processador era de aproximadamente 75º, a PCH aproximadamente 50º.
      Troquei o módulo de memória por um que sei estar bom. Repetir o teste. Em aproximadamente 50% do teste o notebook desligou novamente.
      Em seguida, notei que o teclado pareceu parar de funcionar no menu inicial do WinPE; este teclado é novo e sei que está bom. Conectei um teclado USB que sei estar bom e também não funcionou. Em alguns momentos parecia travado, e/ou, muito lento. Em outros, parecia que alguma tecla (de seta) estava sendo mantida pressionada, pois, as opções do menu inicial do WinPE pareciam serem selecionadas e trocadas muito rapidamente. Ao pressionar alguma tecla no teclado nada funcionava. Caps Luck não funciona. Tive a impressão que quando a temperatura da PCH é de aproximadamente 50º o problema piora (ou começa?...). Também há momentos que o notebook deixa de dar vídeo, e o consumo na fonte de bancada cai para 0,50A. Há momentos que a placa parece estar em loop, tentando ligar sem conseguir.
       
      Eu gostaria de saber se alguém teria alguma ideia do que pode estar acontecendo com esta placa-mãe. É a primeira vez que pego uma placa com estes sintomas e não sei exatamente o que acontece. Eu suspeito que a Super OI possa estar estranha, ele tinha uma oxidação em dois terminais por conta do que parece ter sido uma infiltração de líquido no interior do notebook. Os terminais são os 107 (WIRELESS_ON) e 108 (WIRELESS_OFF), segundo o esquema (segue fotos para ilustrar). Eu limpei a área e aparentemente está bom. Eu não sei se a temperatura de trabalho da PCH está correta, por isso suspeito dela também. Ficaria grato por qualquer ajuda.






    • By elias.girardi
      A novela dos requisitos de instalação do Windows 11 ganhou mais um novo capítulo nesta quarta-feira (22), com a possível disposição da Microsoft em liberar seu novo sistema para máquinas que não cumprem os requisitos mínimos. No entanto, a companhia quer deixar claro que não se responsabilizará com problemas que podem ocorrer com os dispositivos.
       
      O que acontece se você tentar instalar o Windows 11 em dispositivos sem suporte? A equipe do site The Verge fez o experimento e recebeu o aviso que isenta a fabricante de eventuais danos ocorridos devido a problemas de compatibilidade. Veja:
       

      Ao instalar o Windows 11 em PC sem requisitos, a Microsoft joga a responsabilidade para o usuário sobre eventuais problemas (Imagem: Reprodução/The Verge)
       
      O alerta diz que não é recomendado instalar o Windows 11 no PC e diz que a pessoa não terá direito a suporte ou a receber atualizações do sistema. A empresa lembra que danos causados por dispositivos incompatíveis e solicita o aceite antes de prosseguir com a utilização, como se fosse um contrato de responsabilização.
       
      Quais os planos para o Windows 11?
       
      É difícil entender o que a Microsoft realmente planeja para o futuro do Windows 11. Assim que a primeira versão de testes saiu, a exigência do TPM 2.0 e do Secure Boot fiz com que muita gente não pudesse experimentar o sistema operacional. Depois, a companhia avisou que flexibilizaria os requisitos e deixou que usuários instalassem, mesmo sem requisitos mínimos. Em seguida, começou a restringir o acesso de máquinas virtuais, em especial das da Oracle, o que bloqueou a instalação da versão mais recente.
       
      Com o lançamento oficial marcado para 5 de outubro, cresce a demanda de interessados em finalmente pôr as mãos no novo software. Mas o desejo parece ficar cada vez mais distante com as constantes idas de vindas da fabricante, que exigiriam a aquisição de novas máquinas para a maioria dos usuários.
       

      Computadores com suporte ao TPM ainda apresentam dificuldades para instalar o Windows 11 (Imagem: Reprodução/Microsoft)
       
      Os desenvolvedores lançaram um aplicativo chamado PC Health Check para ajudar a saber se seus PCs rodariam o novo Windows, porém foi um desastre total. Mesmo hardwares modernos e com plena capacidade de rodar o sistema foram reprovados no teste e não puderam fazer o upgrade. O app foi removido, reformulado e devolvido a ar, embora ainda falho e confuso.
       
      Agora, a empresa parece retroceder mais uma vez e dá indícios de que vai aliviar a exigência para seu novo sistema operacional, mas sem se responsabilizar por problemas. Esse era o movimento esperado desde o início, afinal a base de usuários seria bastante reduzida se mantido os critérios atuais — certos modelos de PCs com mais de dois anos de uso já não poderiam rodar o Windows 11.
       
      Resta saber se a companhia manterá a atual postura ou se, futuramente, poderá desenvolver mecanismos próprios de segurança e compatibilidade, independentemente das configurações do computador.
       
      Fonte: https://br.yahoo.com/finance/news/microsoft-pode-autorizar-windows-11-134959710.html
    • By elias.girardi
      A inovação consiste em uma espécie de dopagem do plástico, criando um revestimento com maior capacidade de isolamento. [Imagem: Yen Strandqvist/Chalmers University of Technology]
       
      Cabos HVDC
       
      É bem conhecida a briga entre Thomas Edison, que propunha a adoção da corrente contínua (CC), e Nikola Tesla, que propunha a adoção da corrente alternada (CA).
       
      Tesla venceu, e hoje virtualmente toda a infraestrutura elétrica mundial usa a corrente elétrica alternada.
       
      Nos últimos anos, porém, vários estudos têm demonstrado que há vantagens em migrar o sistema elétrico para corrente contínua.
       
      De fato, cabos de corrente contínua de alta tensão podem transportar eletricidade de maneira eficiente por longas distâncias. Por isso tem havido muito esforço para o desenvolvimento de novas camadas de isolamento, que permitam que esses cabos HVDC (High Voltage Direct Current Cables) sejam enterrados no subsolo ou lançados no fundo do mar, como os cabos de telecomunicações.
       
      "Para lidarmos com a crescente demanda global por eletricidade, cabos HVDC eficientes e seguros são um componente essencial. O fornecimento de energia renovável pode flutuar, portanto, ser capaz de transportar eletricidade através de redes de longa distância é uma necessidade para garantir um sistema de distribuição estável e confiável," comenta o professor Christian Müller, da Universidade de Tecnologia Chalmers, na Suécia.
       
      Revestimento de baixa condutividade
       
      Uma das maneiras de reduzir a perda de eletricidade durante a transmissão é aumentando o nível de tensão de corrente contínua. O problema é que aumentar a tensão afeta o isolamento dos cabos de corrente contínua de alta tensão atuais.
       
      A equipe do professor Müller desenvolveu então uma nova forma de reduzir a condutividade desse revestimento isolante. Para isso, eles foram buscar inspiração no processo de dopagem usado na eletrônica - a adição de quantidades minúsculas de um material para controlar as propriedades do material principal, normalmente o silício.
       
      A base do novo material é o conhecido polietileno, que já é usado para isolamento em cabos HVDC. Ao adicionar quantidades muito pequenas - 5 partes por milhão - do polímero conjugado conhecido como poli(3-hexiltiofeno), ou P3HT, os pesquisadores conseguiram diminuir a condutividade elétrica do revestimento em até três vezes.
       
      O aditivo P3HT é um material amplamente estudado e, dadas as pequenas quantidades necessárias, abre novas possibilidades para os fabricantes de cabos. Outras possíveis substâncias, testadas anteriormente para reduzir a condutividade, são nanopartículas de vários óxidos metálicos e outras poliolefinas, mas estas requerem quantidades significativamente maiores.
       
      "Na ciência dos materiais, nós nos esforçamos para usar aditivos nas menores quantidades possíveis, a fim de aumentar o potencial de sua utilização pela indústria e para um melhor potencial de reciclagem. O fato de que apenas uma pequena quantidade desse aditivo é necessária para conseguir o efeito é uma grande vantagem," disse Müller.
       

      A inovação abre uma nova área de pesquisas na utilização de compostos poliméricos no campo da energia e da eletrônica. [Imagem: Amir Masoud Pourrahimi et al. - 10.1002/adma.202100714]
       
      Plásticos para transporte e armazenamento de energia
       
      Os polímeros conjugados, como o P3HT, têm sido usados para projetar dispositivos eletrônicos flexíveis e fabricados por impressão, no campo da eletrônica orgânica.
       
      No entanto, esta é a primeira vez que eles são usados e testados como aditivos para modificar as propriedades de um plástico commodity, como o polietileno. Por isso, os pesquisadores acreditam que sua descoberta pode levar a inúmeras novas aplicações e direções de pesquisa.
       
      "Nossa esperança é que este estudo possa realmente abrir um novo campo de pesquisa, inspirando outros pesquisadores a olhar para o design e a otimização de plásticos com propriedades elétricas avançadas para aplicações de transporte e armazenamento de energia," disse Müller.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=distribuicao-eletricidade-corrente-continua-ganha-novo-impulso&id=010115210914
       

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