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notícia Celular arrecada R$ 84 milhões em 15 segundos; conheça o Oppo Find X3

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Celular arrecada R$ 84 milhões em 15 segundos; conheça o Oppo Find X3

 

Novo smartphone da Oppo traz ficha técnica de ponta, câmera quádrupla e bateria de 4.500 mAh.

 

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As vendas do novo Oppo Find X3 começaram oficialmente na China na última sexta-feira (19) e geraram uma receita de 100 milhões de yuans (cerca de R$ 84 milhões em conversão direta) em apenas 15 segundos. O smartphone de ponta traz conjunto de câmera quádrupla, tela com taxa de atualização de 120 Hz e processador Snapdragon 870.

O Oppo Find X3 foi anunciado no dia 11 de março com preço sugerido a partir de 4.499 yuan, cerca de R$ 3.800. A linha conta ainda com o modelo Find X3 Pro, que traz mais memória RAM e chip de cinco nanômetros. Ainda não há previsão de chegada do smartphone no Brasil. A seguir, conheça todos os detalhes e ficha técnica do lançamento.

 

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Oppo Find X3 arrecadou R$ 84 milhões em 15 segundos — Foto: Divulgação/Oppo

 

Tela e design

O Oppo Find X3 chega com display AMOLED curvado de 6,7 polegadas, resolução de 3126 x 1440 pixels e suporte para até 1 bilhão de cores na tela. O painel conta com taxa de atualização de até 120 Hz, que se adapta ao conteúdo e tipo de atividade para preservar energia, podendo chegar a apenas 5 Hz. Um pequeno recorte no canto superior esquerdo da tela abriga a câmera de selfies.

O aparelho tem acabamento em vidro espelhado e três opções de cores: preto, azul e branco. Na parte traseira, o dispositivo se curva em uma pequena saliência onde ficam alojadas as câmeras.

 

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O Oppo Find X3 tem tela AMOLED e acabamento espelhado — Foto: Divulgação/Oppo

 

Câmeras

O Oppo Find X3 traz conjunto de quatro câmeras na traseira que seguem a seguinte disposição:

  • Principal: 50 MP e abertura f/1.8
  • Ultra wide: 50 MP e abertura f/2.2
  • Teleobjetiva: 13 MP e abertura f/2.4
  • Microcâmera: 3 MP e abertura f/3.0

 

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Oppo Find X3 conta com sistema de câmera quádrupla — Foto: Divulgação/Oppo

 

A câmera principal e a ultra wide utilizam o mesmo sensor Sony IMX 766 de 50 MP. Completam o conjunto fotográfico traseiro a lente teleobjetiva com zoom híbrido de até 5x e uma micro câmera, que seria como um sensor macro, porém mais poderoso. Capaz de ampliar a imagem em até 60x, a microcâmera traz um anel de flash LED ao redor e promete capturar detalhes invisíveis a olho nu. Em termos de vídeo, o aparelho captura gravações em 4K e a 30/60 fps.

Na parte frontal, uma câmera de 32 MP pode ser usada para fazer selfies e vídeo chamadas.

 

 

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A micro câmera do Oppo Find X3 captura detalhes invisíveis a olho nu — Foto: Divulgação/Oppo

 

Desempenho

O Oppo Find X3 traz processador Snapdragon 870, um octa-core com velocidade de até 3,2 GHz. O smartphone tem memória RAM de 8 GB e duas opções de armazenamento interno de 128 GB ou 256 GB. É importante destacar que o aparelho não tem entrada para cartão microSD.

 

Bateria

A capacidade da bateria do Oppo Find X3 é de 4.500 mAh com suporte para carregamento Super Vooc de 65 W, que promete 40% de carga em 10 minutos. O dispositivo também suporta carregador sem fio Air Vooc de 30 W e carregamento reverso.

Diferente das rivais Apple e Samsung, que tomaram a polêmica decisão de tirar o carregador da caixa, o Oppo Find X3 acompanha o acessório.

 

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Android e recursos adicionais

O Find X3 roda Android 11, que funciona sob a interface ColorOS 11.2, desenvolvida pela Oppo. Dentre os recursos disponíveis, o destaque fica por conta do suporte à internet 5G. Em termos de biometria, o dispositivo traz leitor de impressões digitais sob a tela. O Oppo Find X3 traz suporte ao NFC, Bluetooth 5.2 e entrada USB-C. O dispositivo acompanha carregador e fone de ouvido na caixa.

 

Preço e disponibilidade

Apresentado em 11 de março, o Oppo Find X3 começou a ser vendido oficialmente na China no dia 19. A versão de 128 GB de armazenamento está disponível por 4.499 yuan (cerca de R$ 3.800), enquanto o modelo de 256 GB custa 4.999 yuan (cerca de R$ 4.250). Não existe previsão de chegada do dispositivo em território brasileiro.

Ficha técnica do Oppo Find X3

  • Tamanho da tela: 6,7 polegadas
  • Resolução da tela: 3126 x 1440 pixels
  • Painel da tela: AMOLED
  • Câmera principal: quádrupla, 50, 50, 13 e 3 MP
  • Câmera de selfie: 32 MP
  • Sistema: Android 11
  • Processador: Snapdragon 870
  • Memória RAM: 8 GB
  • Armazenamento (memória interna): 128 e 256 GB
  • Cartão de memória: não
  • Capacidade da bateria: 4.500 mAh
  • Cores: azul, branco e preto.

Com informações de GizmoChina e GSM Arena

 

Link: https://www.techtudo.com.br/noticias/2021/03/celular-arrecada-r-84-milhoes-em-15-segundos-conheca-o-oppo-find-x3.ghtml

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    • By elias.girardi
      Já virou moda: quando a Microsoft lança uma das atualizações do Windows 10, é questão de tempo até que algum erro apareça. Parece que nunca tivemos tantos bugs diferentes causados por downloads de melhorias e correções que deveriam aprimorar o sistema. Mas por que isso acontece? A quantidade de erros é maior agora mesmo ou é impressão? O que fazer para não ser prejudicado por isso?
       
       
      Erro no Windows 10
       
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      Por que os erros são constantes?
       
      Uma das explicações mais completas para essa situação veio ainda em 2019, quando um ex-desenvolvedor de softwares da Microsoft, Jerry Berg, que trabalhou na empresa por 15 anos, contou um pouco dos bastidores da empresa e o que mudou por lá no Windows 10.
       
      Segundo Berg, a Microsoft até 2015 tinha uma divisão inteira de funcionários cuja função era testar o sistema operacional de todas as formas possíveis, em vários cenários e com aparelhos diferentes, antes das builds serem liberadas ao público.
       
      Com isso rolavam alguns processos de varredura automatizados também, mas o serviço era mais braçal e feito por pessoas.No entanto, ao longo dos anos a empresa foi transformando essa divisão, principalmente quando ela decidiu focar ao mesmo tempo em três plataformas: o Windows, o Xbox e o Windows Phone.
       
      Provavelmente para economizar tempo e dinheiro, ela passou a fazer os testes só usando máquinas virtuais. Ou seja, o Windows 10 é emulado de forma improvisada em condições que não são necessariamente as mesmas do computador aí da sua casa, por exemplo. Por isso, erros acabam escapando mesmo que eles tentem controlar tudo.
       
      Windows Insider
       
      Uma das soluções encontradas pela Microsoft é o programa Windows Insider, com os fãs e desenvolvedores que ganham acesso antecipado às atualizações e podem enviar tanto críticas, sugestões e avisos de bugs.
       
      Porém, os relatos não são sempre precisos ou perfeitos, e a empresa não consegue fisgar tudo, só os que recebem mais interações. Atualmente, o programa Windows Insiders possui três "camadas" de teste, com pessoas diferentes cadastradas em cada uma delas.
       
      Além disso, as atualizações estão cada vez mais fragmentadas e frequentes, o que tem um lado bom e outro ruim. O lado bom é que as novidades são disponibilizadas mais rapidamente, o que podem ser tantos novos recursos quanto correções, em um ritmo praticamente mensal. O ruim é que isso significa também mais chances do surgimento de bugs e incompatibilidades.
       
      Outro motivo, que não foi apontado por Berg, é que as pessoas estão cada vez mais exigentes e compartilhando as falhas por todos os canais possíveis, de sites especializados a redes sociais. Isso significa que todo e qualquer bug vai acabar virando notícia, até para deixar você informado caso algo estranho aconteça no seu computador.
       
      Mas calma, nem todo bug de atualização é grave ou pode ser facilmente ativado. Além disso, a evolução do Windows 10 desde o seu lançamento em 2015 até agora é enorme, então há quem diga que na verdade a comunidade está pegando demais no pé da empresa e que a situação nem é tão grave assim.
       
      Afinal, Windows 10 é bom?
       
      E aí entramos em um impasse: os bugs podem atrapalhar, mas ficar sem atualizações oficiais é um problema maior, já que elas incluem otimizações e também corrigem eventuais brechas de segurança que podem ser exploradas. Elas podem salvar você de ser vítima de alguma invasão, por exemplo, ou liberar o uso de alguma ferramenta aguardada.
       
      Aliás, esse é o principal motivo para você manter sempre o seu sistema operacional na versão mais atual possível. Ou seja, ainda é melhor manter o seu computador sempre atualizado, confiando que a Microsoft corrija rapidamente os erros encontrados e eles não sejam tão graves assim. Ou, no máximo, esperar um dia ou dois para aguardar relatos de bugs graves.
       
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      Fonte: https://www.tecmundo.com.br/software/215291-windows-10-tem-tantos-bugs.htm
       
    • By elias.girardi
      Esta imagem ampliada mostra o alumínio depositado nas fibras de carbono em um eletrodo da bateria. A ligação química torna o eletrodo mais espesso e sua cinética mais rápida, resultando em uma bateria recarregável que é mais segura, mais barata e mais sustentável do que as baterias de íons de lítio. [Imagem: Jingxu Zheng et al. - 10.1038/s41560-021-00797-7]
       
      Ciclos de carga e descarga
       
      Existe um "número mágico" no campo das baterias que estabelece que é necessário que uma bateria suporte 1.000 ciclos de carga e descarga para que ela seja comercialmente viável.
       
      É claro que existem no mercado muitas baterias de baixa qualidade, que não chegam nem perto disso, mas uma vida útil de 1.000 ciclos é a qualidade mínima exigida para que marcas reconhecidas se decidam a colocar seu logo sobre um produto.
       
      Brevemente, no entanto, toda essa discussão deverá ser feita em um outro patamar, uma vez que Jingxu Zheng e seus colegas da Universidade de Cornell, nos EUA, fizeram uma verdadeira mágica nesse número mágico.
       
      Zheng construiu uma bateria à base de alumínio e zinco que alcançou 10.000 ciclos de carga e descarga sem perder capacidade.
       
      Esse novo tipo de bateria pode ser uma alternativa mais segura e mais ecologicamente correta às baterias de íons de lítio, que atualmente dominam o mercado.
       
      Bateria de alumínio
       
      Entre as vantagens de usar o alumínio para fabricar baterias está o fato de que ele é um elemento muito mais abundante na crosta terrestre do que o lítio, o que o torna mais barato.
       
      E, sendo trivalente e leve, ele tem capacidade de armazenar mais energia do que muitos outros metais.
       
      No entanto, tem-se mostrado difícil integrar o alumínio nos eletrodos das baterias porque ele reage quimicamente com o separador de fibra de vidro, que divide fisicamente os polos positivo e negativo, fazendo com que a bateria entre em curto-circuito e pife.
       
      A solução encontrada por Zheng foi projetar um substrato de fibras de carbono entrelaçadas que formam uma ligação química ainda mais forte com o alumínio. Quando a bateria é carregada, o alumínio é depositado na estrutura de carbono por meio de ligações covalentes muito fortes, com um compartilhamento de pares de elétrons entre os átomos de alumínio e os átomos de carbono.
       
      Enquanto os eletrodos das baterias recarregáveis convencionais são apenas bidimensionais, esta técnica usa uma arquitetura tridimensional - ou não-planar - e cria uma camada de alumínio mais consistente e mais profunda, que pode ser controlada com precisão, segundo os pesquisadores.
       
      Os protótipos de baterias com o anodo de alumínio construídos pela equipe puderam ser carregadas e descarregadas - em condições práticas - mais de dez vezes mais do que outras baterias similares.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=bateria-aluminio-recarregada-10-000-vezes&id=010115210409
       
       
    • By HENRY D
      1.conheci atravez do google
      2. meu nivel é médio, eu monto e desmonto pc e tv
      3.eu desejo baixar um driver que esta disponivel aqui
      4.eu sei mecher, nao tanto mais desenrolo um pouco queria baixar um driver que esta disponivel aqui mais nao consigo fazer meu perfil
    • By elias.girardi
      Depois de muitas especulações, a LG confirmou oficialmente nesta segunda-feira (5) que vai mesmo abandonar o setor de celulares.
       
      Em um comunicado oficial, a marca afirma que a decisão de deixar o "setor incrivelmente competitivo de telefonia móvel" vai permitir que ela foque em outros segmentos, como componentes para veículos elétricos, dispositivos conectados IoT, casas inteligentes, robótica e inteligência artificial, além de plataformas e serviços para empresas (B2B).
       
      Atividades como suporte ao consumidor e atualizações de software vão permanecer "por um determinado período" que varia de acordo com a região, sendo que comunicados específicos devem ser realizados com o tempo.
       

      O protótipo do LG Rollable.
       
      Com a saída, é possível que o projeto de smartphone de tela "enrolável" da empresa, o LG Rollable, não passe mais da fase de protótipo. Ele foi mostrado pela primeira vez em janeiro de 2021 e tinha previsão de lançamento para este ano.
       
      Já os últimos modelos lançados de fato pela sul-coreana foram o experimental LG Wing, o elegante LG Velvet e os intermediários LG K52, K62 e K62+.
       
      Longa novela
       
      Os rumores sobre a saída da LG do mercado foram reforçados a partir de 2021, quando uma reportagem afirmou que o LG Rollable, projeto de smartphone enrolável da empresa, teria sido paralisado porque o segmento inteiro seria abandonado.
       
      Em um primeiro momento, executivos da marca negaram que a informação fosse verdadeira, mas cada vez mais fontes surgiam com novos detalhes. No fim do ano passado, ela já havia terceirizado a produção de smartphones intermediários.
       

      LG Velvet.
       
      Um dos motivos que atrasou a saída foi a tentativa de vender a divisão para alguma interessada, mas nenhum comprador foi encontrado. A Xiaomi é uma das empresas que, segundo a imprensa local, vai tentar absorver a fatia de mercado em regiões onde a marca ainda era forte.
       
      A divisão mobile da marca apresentava prejuízos há anos, mas a companhia estava otimista com uma virada.
       
      E agora?
       
      A divisão será desativada em definitivo em 31 de julho de 2021, mas nem todas as perguntas já foram respondidas pela empresa.
       
      As fábricas destinadas à produção de smartphones no Vietnã e no Brasil estão com futuro "incerto" — elas podem ser fechadas em definitivo ou transformadas para a produção de outros itens. Novos comunicados devem ser realizados nas próximas semanas.
       
      Comunicado oficial
       
      Em contato com o TecMundo, a LG explicou suas razões para abandonar o mercado de celulares, indicando principalmente prejuízos. Confira:
       
      Desde o segundo semestre de 2015, o nosso negócio global de celulares tem sofrido uma perda operacional por 23 trimestres consecutivos, resultando em um acumulado de aproximadamente US$ 4,1 bilhões até o final de 2020. Depois de avaliar todas as possibilidades para o futuro do nosso negócio de celulares, o Headquarter Global decidiu por fechar esta divisão a fim de fortalecer sua competitividade futura por meio de seleção e foco estratégico. Como uma companhia que valoriza profundamente a contribuição de cada funcionário, cliente e parceiro LG, nós comunicaremos de forma aberta e transparente durante este processo, buscando uma abordagem justa e pragmática, enquanto atendemos as obrigações jurídicas. É com tristeza que compartilhamos esta notícia com os nossos clientes e parceiros que ao longo de todos estes anos nos demonstraram confiança e nos deram apoio.
       
      Fonte: https://www.tecmundo.com.br/mercado/214963-oficial-lg-deixar-mercado-celulares-2021.htm
    • By elias.girardi
      A equipe agora pretende miniaturizar o equipamento, para aproveitar o calor de fontes residuais. [Imagem: Shunmin Zhu et al. - 10.1063/5.0041415]
       
      Gerador sem partes móveis
       
      Engenheiros chineses criaram um gerador termoelétrico que converte calor residual em eletricidade sem usar nenhuma peça móvel.
       
      Isso significa que o gerador é silencioso, robusto e praticamente não exigirá manutenção ou troca de peças por desgaste.
       
      A ideia é que o gerador seja usado para produzir eletricidade a partir da radiação solar, do calor residual de máquinas e equipamentos e caldeiras industriais, da combustão de biomassa ou mesmo da energia geotérmica.
       
      A equipe pretende também miniaturizar o equipamento, criando nanogeradores sem partes móveis que possam ser usados em veículos, aplicações espaciais e até em sistemas microeletromecânicos.
       
      "Este gerador também promete uma eficiência teoricamente alta de conversão de calor em eletricidade. E nós projetamos e construímos um protótipo conceitual para validar a viabilidade do nosso conceito. Em experimentos preliminares, alcançamos 15 volts na maior amplitude de tensão em circuito aberto, o que implica que nosso conceito foi bem demonstrado," disse o professor Guoyao Yu, do Instituto Técnico de Física e Química, na China.
       

      Esquema de funcionamento do gerador termoacústico. [Imagem: Shunmin Zhu et al. - 10.1063/5.0041415]
       
      Ciclo duplo
       
      O gerador consiste em duas partes: um motor termoacústico, que transforma o calor em vibrações, e um gerador triboelétrico feito com metal líquido, que usa as vibrações para produzir eletricidade.
       
      Primeiro, o motor termoacústico converte a energia térmica em energia acústica por meio da expansão térmica oscilatória e da contração de um gás.
       
      Em seguida, o material piezoelétrico converte a energia acústica em energia elétrica por meio do efeito de acoplamento da eletrificação de contato e da indução eletrostática.
       
      Quando a primeira parte - essencialmente um trocador de calor, ou radiador - recebe a energia, o gás em seu interior inicia uma oscilação espontânea.
       
      "O movimento oscilatório do gás empurra uma coluna de metal líquido [fazendo-a] fluir para frente e para trás dentro de um tubo em forma de U. Isso faz com que o metal líquido periodicamente mergulhe e se separe de um filme de poli-imida, gerando uma voltagem alternada nos eletrodos. Isso extrai energia elétrica do gerador triboelétrico," explicou Yu.
       
      A corrente gerada ainda é pequena, como na maioria dos geradores triboelétricos, mas a característica central do equipamento é a ausência de quaisquer peças móveis sólidas que possam quebrar, o que garantirá que o gerador seja mais confiável e com uma longa vida útil.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=gerador-sem-partes-moveis-transforma-calor-eletricidade&id=010115210406

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