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Uma breve história do Futuro - Parte I

 

Muito interessante esta matéria, acredito que nós do Fórum do Eletrônica BR, que estamos envolvidos com a tecnologia digital, temos que estar à par deste assunto.

 

O texto abaixo é a introdução sobre o assunto. Para acessar a perguntas e respostas sobre o tema acesse o link:

 

: https://www.morse-news.com/post/yuval-noah-harari-futuro-entrevista?utm_campaign=ghost_interview_119_o_fim_do_mundo_-_parte_1&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

 

No meio do turbilhão de mudanças que só a inovação traz, às vezes é bom ter um tempo para parar e refletir: afinal, para onde o mundo está indo? Como será a sociedade do futuro? O que meus filhos e netos vão encontrar? As respostas variam de acordo com quem está falando. Por isso, fomos atrás da mesma pessoa que já respondeu essas mesmas perguntas para Bill Gates, Barack Obama, Mark Zuckerberg: o historiador e autor Yuval Noah Harari.


 

Se você não conhece ele de nome, talvez tenha visto algum dos seus livros por aí: “Sapiens: uma breve história da humanidade”; “Homo Deus: uma breve história do amanhã”. Neles, o historiador pinta um pouco da nossa realidade passada e o que ainda está por vir. Inteligência artificial tomando o mundo? Metade do mundo sem emprego - e uma economia sem propósito? As projeções de Harari são de arrepiar até mesmo os roteiristas mais criativos de Black Mirror. Mas, como o historiador mesmo fala: se a gente não encarar essas possibilidades, talvez a gente nunca consiga se preparar de verdade para o que vem por aí.

*Essa é a primeira parte de um Ghost Interview duplo com o historiador.


 

Fonte : Morse Ghost Interview <morse@hands.com.br>

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    • By djsync
      Um trem que pode viajar mais rápido que um avião comercial, e que até pode superar a velocidade do som. Esse é o jeito mais simples de explicar o que é um hyperloop.
       
      Depois do teste com passageiros no ano passado, a Virgin se prepara para a fase comercial do projeto com uma demonstração conceitual do sistema de ponta a ponta.
       
       
      A primeira parte mostra um maglev, que é um trem que não encosta nos trilhos, levitado magneticamente a uma pequena distância e movido por motores lineares. A tecnologia já é utilizada com sucesso na China, que tem o Transrapid, que opera já há 17 anos a 431 km/h, num percurso de 19 km.
      A outra parte é a mais complicada: um tubo com vácuo parcial removeria a limitação principal do maglev: a resistência ao ar.
       
      O vídeo também mostra que os “trens” do Virgin Hyperloop são virtuais, formados por vagões autônomos que se alinham dentro de um túnel para formar comboios, e podem inclusive se desviar para outra linha quando necessário.
      A demonstração passa uma impressão errada em alguns trechos: os tubos parecem transparentes em certas partes, mas para esse sistema funcionar na realidade, os tubos deverão ser opacos e os pods não podem ter janelas.
       
      Mas o desafio de transportar passageiros em um trem que pode chegar até a 1.200 km/h já está lançado. Vamos acompanhar o que vem por aí!!
       
      fonte: olhardigital
    • By Marco Antonio Honorio
      Galera estou precisando de uns joinhas para poder fazer um download!!!
       
      Quem puder dar uma força vai ajudar bastante.
       
      Obrigado e boa semana a todos!!!
    • By djsync
      Propulsão elétrica

       
      Uma empresa emergente dos EUA afirma ter descoberto um modo de triplicar a potência de um motor elétrico.
      Os três engenheiros fundadores da H3X afirmam que seu novo motor será suficiente para passar qualquer avião para uma versão elétrica.
       
      Segundo as diretrizes da Agência de Projetos de Pesquisa Avançada em Energia (ARPA-E) dos EUA, um sistema de propulsão elétrica de uma aeronave comercial equivalente a um Boeing 737 deve fornecer uma densidade de potência contínua de 12 kilowatts por quilograma (kW/kg). Para comparação, os motores elétricos atuais chegam no máximo a 4 kW/kg.
       
      Segundo a empresa, porém, a densidade de potência do seu novo motor, chamado HPDM-250, atinge impressionantes 13 kW/kg, o que seria suficiente para eletrificar toda a aviação.
       
      Supermotor elétrico

       
      O HPDM-250 é mais do que um motor, compreendendo, além do motor elétrico propriamente dito, uma caixa de câmbio e todo o sistema eletrônico de potência, tudo em um pacote pesando apenas 15 kg.
       
      "Ele apresenta o mais alto nível de integração do mercado, possibilitado por nossas metodologias de design holísticas baseadas em primeiros princípios e expertise multidisciplinar em eletrônica de potência e máquinas elétricas," afirma a empresa.
       
      Com uma eficiência de pico combinada de 95,7%, o motor pode ir a até 20.000 rpm, com torque contínuo de 95 Nm e pico de 120 Nm.
       
      Segundo os empreendedores, o motor é fruto de uma série de inovações, compreendendo:
      Otimização do projeto eletromagnético Jaqueta de resfriamento sinergística impressa em 3D Bobinas de estator de cobre ultrapuro impressas em 3D Sistema mais robusto de tolerância a falhas Redução da resistência térmica Eletrônica de potência SiC de alta frequência  
       
      Aviões e outros veículos elétricos
      Dadas as limitações das baterias, a equipe acredita que o motor poderá impulsionar grandes aeronaves comerciais elétricas em voos por percursos de até 1.600 km.
       
      "Com 13 kW/kg contínuo, o HPDM-250 excede os requisitos do ARPA-E e é pelo menos 3 vezes melhor do que os sistemas atuais. É uma mudança radical na tecnologia de propulsão elétrica e remove uma das principais barreiras que bloqueiam a comercialização generalizada de aeronaves elétricas," escreveu a empresa.
       
      Mas o propulsor também poderá ser usado em qualquer outra aplicação onde o peso é importante, incluindo carros e barcos elétricos.
       
      Agora é esperar que os novos motores elétricos supereficientes sejam avaliados por equipes independentes e sejam colocados à prova em protótipos reais.
       
      fonte: inovacaotecnologica.com
    • By elias.girardi
      A Web como o mundo conhece hoje não era a ideia inicial de quem participou da sua criação, tampouco de Tim Berners-Lee, conhecido como o Pai da World Wide Web (o tal do WWW). O primeiro site da grande rede é um belo exemplo dessa distinção de finalidade — e, hoje (6 de agosto), este marco histórico completa 30 anos desde a sua estreia.
       
      The Project, como é conhecido o primeiro site da história, foi criado pelo próprio Berners-Lee. Sua estreia aconteceu no dia 6 de agosto de 1991 e, nele, seu criador descreve brevemente detalhes da World Wide Web.
       

      Nos padrões atuais, a página parece que foi mal carregada (Imagem: Reprodução/CERN)
       
      O objetivo deste espaço principal era permitir que os profissionais do Centro de Europeu de Pesquisa Nuclear (CERN) — no qual Berners-Lee atuava como físico — tivessem acesso rápido aos códigos e procedimentos para criar sites semelhantes.
       
      Basicamente, The Project era constituído por um bloco de HTML simples, sem recursos de estilização, imagens ou qualquer recurso dinâmico. A página era recheada de links que encaminham visitantes para respostas rápidas a perguntas como “o que existe por aí?”, e “como posso ajudar?”.
       
      O domínio do site ainda é o mesmo e funciona perfeitamente — e você pode acessar AQUI o primeiro site da Web. Hoje, qualquer pessoa com o mínimo de conhecimento em linguagem de marcação de hipertexto é capaz de fazer um projeto semelhante usando o Bloco de Notas do Windows, por exemplo. A título de curiosidade, você pode experimentar o “Inspecionar elemento” ou apertar a tecla F12 para abrir os detalhes da formatação.
       
      1º servidor web da história
       
      Inicialmente, o site de Berners-Lee rodava em um computador da Next Computer, empresa fundada por Steve Jobs, em 1985, quando o conhecido executivo não estava mais no comando da Apple. Naturalmente, o NeXTcube usado no processo também é conhecido como o primeiro servidor web do mundo.
       

      Eis o primeiro sevidor web do mundo, utilizado para hospedar o The Project, de Tim Berners-Lee (Imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)
       
      Os computadores da marca não foram um grande sucesso do mercado, mas o sistema operacional que os embarcava marcou presença. O “Mach” usado nas máquinas ficou conhecido pelo seu uso simples e beleza graças à interface gráfica denominada NEXTSTEP.
       
      Como surgiu a Web?
       
      Britânico nascido em 1955, Tim Berners-Lee formou-se em física em Oxford e, enquanto atuava no CERN como contratado independete (não efetivo), elaborou um projeto baseado no conceito de hipertexto para facilitar o compartilhamento de dados entre pesquisadores.
       
      Depois, a primeira vez que ele colocou algo baseado nisso em prática foi no projeto ENQUIRE, um protótipo de 1980 com algumas semelhanças com a Web, que seria criada somente anos depois, em 1989. Berners-Lee saiu do CERN, passou anos trabalhando para uma empresa de computação na Inglaterra e depois voltou como efetivo no instituto europeu.
       

      A passagem de Berners-Lee pelo CERN foi fundamental para a criação da web (Imagem: Divulgação/Sotheby's)
       
      O físico notou a importância do CERN para a internet europeia, então aproveitou o caminho já pavimentado para colocar sua antiga ideia em ação. “Eu só precisei tomar a ideia de hipertexto e conectá-la às ideias de Protocolo de Controle de Transmissão (NCP) e DNS (Domain Name System) e — ta-da! — surgiu a World Wide Web”, descreve ele em uma publicação da W3C, o principal consórcio responsável pela padronização da Web.
       
      Depois disso, o projeto cresceu ao longo de anos. Em 30 de abril de 1993, a CERN liberou o código-fonte da World Wide Web e colocou a Web em domínio público — naturalmente, a rede foi absurdamente ampliada depois disso. Em 1994, já contava com mais de 10 mil servidores e 10 milhões de usuários, em dados mais recentes indicam que o número de usuários chega a 4,66 bilhões.
       
      Fruto da história
       
      Nunca é demais relembrar que Berners-Lee é considerado o "Pai da Web" porque é o grande responsável pela criação do mecanismo que facilita o acesso das pessoas ao conteúdo disponível na rede (e que Internet e Web não são sinônimos). A internet (a conexão) é fruto de um projeto do Departamento de Defesa dos Estados Unidos no fim dos anos 1960 para desenvolver um sistema descentralizado de compartilhamento de informações — na época, isso foi chamado de Arpanet.
       
      A participação de Berners-Lee na esteira de um mundo que começava a se conectar, então, foi desenvolver um sistema de hipertextos com links clicáveis, basicamente o mesmo que rege a Web como conhecemos até hoje. Em 1994, Marc Anderson deu à luz ao Mosaic, o primeiro navegador web e também o primeiro a ser usado no Windows, e o resto é história.
       
      Fonte: https://canaltech.com.br/internet/primeiro-site-da-historia-internet-web-191846/

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