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notícia NASA testa tecnologia aumentar resistência de eletrônicos no espaço

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Como você deve saber, as missões espaciais não vão equipadas com eletrônicos convencionais, desses que tipicamente podemos adquirir em lojas aqui na Terra, uma vez que os aparelhos não resistiriam à radiação e aos rigores do espaço. Os dispositivos precisam ser projetados especialmente para as funções que vão exercer e receber blindagem para não sucumbirem à radiação, o que, além de ter custo elevado, torna a criação de eletrônicos mais lenta e resulta no surgimento de tecnologias que não são necessariamente de ponta.

No entanto, um time de cientistas da NASA vem realizando testes com transistores a vácuo em nanoescala que podem ajudar no surgimento de dispositivos eletrônicos mais tecnologicamente avançados, eficazes e estáveis para a participação em missões espaciais – e, claro, capazes de sobreviver às duras condições do espaço.

Transístores a vácuo

Há algumas décadas, a indústria de eletrônicos chegou a trabalhar com tubos a vácuo no desenvolvimento de dispositivos, mas essa tecnologia acabou sendo substituída pelos transístores semicondutores e, hoje, raramente vemos os tubos sendo utilizados. Entretanto, no que diz respeito ao desenvolvimento de aparelhos para serem usados no espaço, os tubos apresentam várias vantagens sobre os transístores, como ter maior estabilidade em ambientes extremos, permitir que o eletrônico opere de forma mais rápida e ter uma melhor proteção a ruídos.

Então, a equipe da NASA começou a trabalhar com transístores de canal a vácuo em nanoescala que podem ser fabricados em wafers – ou bolachas semicondutoras – de carbeto de silício através das técnicas em uso atualmente pela indústria eletrônica. Mais especificamente, o time empregou um processo semelhante ao utilizado para a montagem dos chamados MOSFETs, ou transístores de efeito de campo semicondutores de óxido metálico. Mas com uma diferença: em vez de usar um canal semicondutor entre o coletor e o emissor, como ocorre nos MOSFETs, os cientistas utilizaram um canal vazio.

No entanto, um time de cientistas da NASA vem realizando testes com transistores a vácuo em nanoescala que podem ajudar no surgimento de dispositivos eletrônicos mais tecnologicamente avançados, eficazes e estáveis para a participação em missões espaciais – e, claro, capazes de sobreviver às duras condições do espaço.

Transístores a vácuo

Há algumas décadas, a indústria de eletrônicos chegou a trabalhar com tubos a vácuo no desenvolvimento de dispositivos, mas essa tecnologia acabou sendo substituída pelos

transístores semicondutores e, hoje, raramente vemos os tubos sendo utilizados. Entretanto, no que diz respeito ao desenvolvimento de aparelhos para serem usados no espaço, os tubos apresentam várias vantagens sobre os transístores, como ter maior estabilidade em ambientes extremos, permitir que o eletrônico opere de forma mais rápida e ter uma melhor proteção a ruídos.

Então, a equipe da NASA começou a trabalhar com transístores de canal a vácuo em nanoescala que podem ser fabricados em wafers – ou bolachas semicondutoras – de carbeto de silício através das técnicas em uso atualmente pela indústria eletrônica. Mais especificamente, o time empregou um processo semelhante ao utilizado para a montagem dos chamados MOSFETs, ou transístores de efeito de campo semicondutores de óxido metálico. Mas com uma diferença: em vez de usar um canal semicondutor entre o coletor e o emissor, como ocorre nos MOSFETs, os cientistas utilizaram um canal vazio.

 

(Fonte: Nano Letters

nasa1.jpg

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    • By djsync
      Um trem que pode viajar mais rápido que um avião comercial, e que até pode superar a velocidade do som. Esse é o jeito mais simples de explicar o que é um hyperloop.
       
      Depois do teste com passageiros no ano passado, a Virgin se prepara para a fase comercial do projeto com uma demonstração conceitual do sistema de ponta a ponta.
       
       
      A primeira parte mostra um maglev, que é um trem que não encosta nos trilhos, levitado magneticamente a uma pequena distância e movido por motores lineares. A tecnologia já é utilizada com sucesso na China, que tem o Transrapid, que opera já há 17 anos a 431 km/h, num percurso de 19 km.
      A outra parte é a mais complicada: um tubo com vácuo parcial removeria a limitação principal do maglev: a resistência ao ar.
       
      O vídeo também mostra que os “trens” do Virgin Hyperloop são virtuais, formados por vagões autônomos que se alinham dentro de um túnel para formar comboios, e podem inclusive se desviar para outra linha quando necessário.
      A demonstração passa uma impressão errada em alguns trechos: os tubos parecem transparentes em certas partes, mas para esse sistema funcionar na realidade, os tubos deverão ser opacos e os pods não podem ter janelas.
       
      Mas o desafio de transportar passageiros em um trem que pode chegar até a 1.200 km/h já está lançado. Vamos acompanhar o que vem por aí!!
       
      fonte: olhardigital
    • By Marco Antonio Honorio
      Galera estou precisando de uns joinhas para poder fazer um download!!!
       
      Quem puder dar uma força vai ajudar bastante.
       
      Obrigado e boa semana a todos!!!
    • By theamazing46
      Tenho uma experiência acumulada de oito anos na área de TI, atuando em planejamento, desenvolvimento e implantação de sistemas, programação e administração de banco de dados, gerenciamento de servidores, administração de rede de dados e sistema de segurança, suporte a usuários

    • By Mandin
      Onde encontro essa resistência já testei outra o problema e exatamente ela.


    • By djsync
      Propulsão elétrica

       
      Uma empresa emergente dos EUA afirma ter descoberto um modo de triplicar a potência de um motor elétrico.
      Os três engenheiros fundadores da H3X afirmam que seu novo motor será suficiente para passar qualquer avião para uma versão elétrica.
       
      Segundo as diretrizes da Agência de Projetos de Pesquisa Avançada em Energia (ARPA-E) dos EUA, um sistema de propulsão elétrica de uma aeronave comercial equivalente a um Boeing 737 deve fornecer uma densidade de potência contínua de 12 kilowatts por quilograma (kW/kg). Para comparação, os motores elétricos atuais chegam no máximo a 4 kW/kg.
       
      Segundo a empresa, porém, a densidade de potência do seu novo motor, chamado HPDM-250, atinge impressionantes 13 kW/kg, o que seria suficiente para eletrificar toda a aviação.
       
      Supermotor elétrico

       
      O HPDM-250 é mais do que um motor, compreendendo, além do motor elétrico propriamente dito, uma caixa de câmbio e todo o sistema eletrônico de potência, tudo em um pacote pesando apenas 15 kg.
       
      "Ele apresenta o mais alto nível de integração do mercado, possibilitado por nossas metodologias de design holísticas baseadas em primeiros princípios e expertise multidisciplinar em eletrônica de potência e máquinas elétricas," afirma a empresa.
       
      Com uma eficiência de pico combinada de 95,7%, o motor pode ir a até 20.000 rpm, com torque contínuo de 95 Nm e pico de 120 Nm.
       
      Segundo os empreendedores, o motor é fruto de uma série de inovações, compreendendo:
      Otimização do projeto eletromagnético Jaqueta de resfriamento sinergística impressa em 3D Bobinas de estator de cobre ultrapuro impressas em 3D Sistema mais robusto de tolerância a falhas Redução da resistência térmica Eletrônica de potência SiC de alta frequência  
       
      Aviões e outros veículos elétricos
      Dadas as limitações das baterias, a equipe acredita que o motor poderá impulsionar grandes aeronaves comerciais elétricas em voos por percursos de até 1.600 km.
       
      "Com 13 kW/kg contínuo, o HPDM-250 excede os requisitos do ARPA-E e é pelo menos 3 vezes melhor do que os sistemas atuais. É uma mudança radical na tecnologia de propulsão elétrica e remove uma das principais barreiras que bloqueiam a comercialização generalizada de aeronaves elétricas," escreveu a empresa.
       
      Mas o propulsor também poderá ser usado em qualquer outra aplicação onde o peso é importante, incluindo carros e barcos elétricos.
       
      Agora é esperar que os novos motores elétricos supereficientes sejam avaliados por equipes independentes e sejam colocados à prova em protótipos reais.
       
      fonte: inovacaotecnologica.com

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