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Jose Roberto Rago

notícia Empresa socioambiental e economia solidária

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*Por José Roberto Rago

19 de julho de 2021

 

Atualmente muitas empresas buscam o equilíbrio entre obter resultados e manter o desenvolvimento Social e Ambiental.

Na sociedade contemporânea percebe-se um hábito consumista de compra, uso e descarte que se torna mais acentuado pelas estratégias das indústrias baseadas nas evoluções tecnológicas. Elas colocam os seus produtos no mercado promovendo junto aos seus clientes um ciclo de renovação tecnológica com períodos cada vez mais curtos, o que leva a um grande consumo de recursos naturais, aumento da poluição na fabricação e no descarte inadequado desses materiais.

Nesse cenário estão surgindo dentro de algumas empresas a preocupação e diversas ações, dentre elas a de logística reversa. As iniciativas de reciclagem oferecem um enorme benefício por não ter que extrair novos recursos do planeta para fabricar produtos e cada vez mais vemos empresas seguindo os conceitos de Empresa B e Economia Solidária .

Dentro dessa linha de atuação, estamos vendo uma adaptação das antigas empresas e a formação de novas empresas já com esses conceitos bem definidos, olhe o exemplo do McDonalds que aproveita a sua logística de entrega de produtos e recolhe no mesmo ato todo resíduo de óleo das suas lojas, depois transforma-o em biocombustível para ser utilizado nestes mesmos caminhões de entrega. Outro exemplo interessante é o da Natura que valoriza o manejo da floresta, práticas agrícolas sustentáveis e estimula o combate ao desmatamento. Vale ressaltar também a proposta da Smartfix que se posiciona entre as indústrias e os consumidores como uma assistência técnica especializada, regenerando os equipamentos eletrônicos usados e defeituosos recolocando-os no mercado, desta forma prolonga o tempo de uso de 1 ou 2 anos, imposto pelas indústrias, aumentando o ciclo de vida de vários tipos de equipamentos e tornando a inclusão tecnológica da sociedade mais acessível.

Resumidamente podemos dizer que os benefícios imediatos destas atividades, além da preservação do meio ambiente, o processo de reciclagem gera toda uma nova cadeia de empregos nas áreas técnicas, logística, marketing, etc.

 

Seja positivista e resiliente em suas escolhas: “Nossa sociedade aos poucos torna-se cada vez mais consciente de que precisa preservar o planeta e adota ações nesse sentido”.

 

* José Roberto Rago Administrador de Empresas/Gestão Empresarial – Sócio diretor da Rave Empreendimentos.

Referências:

 

https://www.ecycle.com.br/empresa-b/

RECICLAGEM_1.thumb.png.1035734dceb753fa5558922799726495.png

https://cirandas.net/fbes/o-que-e-economia-solidaria

 

https://recetadelfuturo.com/economia-circular/

 

https://smartfixcell.com.br/

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    • By elias.girardi
      Lembra do episódio "Metalhead" da série Black Mirror, com aqueles cães-robôs caçando os humanos sobreviventes em um futuro distópico? Parece que a ficção está começando a virar realidade. Uma imagem compartilhada no Twitter pelo fabricante de robôs militares Ghost Robotics é, no mínimo, perturbadora.
       
      No post publicado recentemente é possível ver um cão-robô quadrúpede com um rifle automático — usado por franco-atiradores — amarrado nas costas com a seguinte legenda: “Mantendo nossas equipes de operações especiais armadas com a mais recente inovação em letalidade”.
       

       
      A inovação, no caso, é chamada Rifle de Uso Especial Não Tripulado (SPUR, na sigla em inglês). O sistema conta com uma arma Creedmoor de 6,6 milímetros de alta precisão, utilizada por atiradores de elite no campo de batalha para atingir alvos móveis e estáticos em longas distâncias.
       
      SPUR
       
      O cão robótico fez sua estreia no salão de exposições da convenção anual da Associação do Exército dos EUA, realizada no país norte-americano. A “atração” foi apresentada como o primeiro sistema não tripulado equipado com uma arma letal de longo alcance.
       
       
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      “Nosso cão-robô é capaz de disparar com precisão a uma distância de até 1.200 metros. Este sistema não tripulado também apresenta capacidades de estabilização impressionantes como resultado de seu design quadrúpede e dos vários sensores integrados que ajudam na mobilidade”, afirma o CEO da Ghost Robotics Jiren Parikh
       
      Inteligência artificial
       
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      SPUR pode ser controlado à distância (Imagem: Reprodução/Ghost Robotics)
       
      A empresa não deixa claro se o robô vai apenas detectar e travar potenciais inimigos, enquanto espera o comando de um operador humano para começar a atirar, ou se a máquina terá capacidade para efetuar os disparos sem a necessidade da aprovação de um controlador.
       
      Seja qual for a resposta, a simples imagem de um robô armado levanta sérias questões éticas sobre o papel das máquinas usadas por forças de segurança. Um comentário no post da Ghost Robotics mostra que a preocupação é real: “Isso é triste. Em que mundo isso é uma boa ideia?
       
      Fonte: https://canaltech.com.br/robotica/cao-robo-armado-com-rifle-parece-coisa-da-ficcao-mas-ja-existe-no-mundo-real-198747/
       
    • By elias.girardi
      A cortina de luz é tão forte que funciona como uma parede para os elétrons. [Imagem: UCL]
       
      Novidades sobre os elétrons
       
      Virtualmente toda a nossa tecnologia se baseia nos elétrons: Tudo o que é elétrico ou eletrônico depende do movimento dessas partículas/ondas imortais.
       
      Isso poderia levar a crer que entendemos tudo sobre eles, mas nada mais longe da verdade.
       
      Além de não sabermos sequer se os elétrons são uma partícula única, apenas nos últimos meses vimos um cristal de elétrons, uma rede cristalina de elétrons, elétrons espiralantes e até elétrons com massa negativa sendo detectados pela primeira vez.
       
      E não pára por aí. Desta vez, temos nada menos do que três novidades sobre os elétrons divulgadas simultaneamente.
       
      Luz pára elétrons
       
      A pressão de radiação da luz é bem conhecida, e explorada nas velas solares, por exemplo.
       
      Mas será que a luz, formada por fótons de massa desprezível (a massa dos fótons é relativística, determinada pelo seu momento), seria forte o suficiente para impactar um elétron, por exemplo?
       
      As teorias dizem que sim, algo que os físicos chamam de "reação de radiação": Se a luz for forte o suficiente, o elétron pode ser chacoalhado tão violentamente que ele perde energia e, por decorrência, sua velocidade diminui.
       
      Essa teoria é usada para pensar situações extremas, como buracos negros e quasares, onde se acredita haver energias de magnitudes suficientes para gerar essas colisões fóton-elétron com efeitos mensuráveis. E a reação de radiação também é importante nos estudos da física quântica, uma vez que as equações de Maxwell não têm poder explicativo nesses ambientes extremos.
       
      Agora, pela primeira vez, Jason Cole e seus colegas do Imperial College de Londres conseguiram medir a reação de radiação em laboratório, comprovando experimentalmente sua existência.
       
      Eles foram capazes de observar esta reação de radiação colidindo um feixe de laser um quatrilhão (um bilhão de milhões) de vezes mais brilhante do que a luz na superfície do Sol com um feixe de elétrons de alta energia. Quando os elétrons alcançavam os fótons dessa "cortina de luz", eles praticamente paravam, enquanto os fótons ganhavam energia, passando de luz visível para raios gama de altíssima energia.
       
      "Os elétrons são parados com a mesma eficácia por esta folha de luz, com uma fração de largura de um fio de cabelo, como por algo como um milímetro de chumbo. Isso é extraordinário," disse o professor Alec Thomas.
       
      Os dados do experimento também concordam melhor com um modelo teórico baseado nos princípios da eletrodinâmica quântica, em vez das equações de Maxwell, fornecendo algumas das primeiras evidências de modelos quânticos que nunca haviam sido testados experimentalmente.
       

      Elétrons podem fluir como um líquido também na matéria comum. [Imagem: MPI/CPfS]
       
      Elétrons movendo-se como líquido
       
      Embora os elétrons movam-se pelos materiais de forma parecida com um gás, em 2019 as coisas começaram a mudar, com a demonstração experimental de um exótico líquido de elétrons.
       
      Os avanços prosseguiram em 2020, com a observação de elétrons se movimentando de modo similar a um líquido em materiais monoatômicos, como grafeno. E, há cerca de um mês, esse mesmo fenômeno dos elétrons fluindo como líquido foi observado em um supercondutor.
       
      Agora, uma equipe da Alemanha e dos EUA mostrou que o movimento hidrodinâmico dos elétrons pode ocorrer inclusive em materiais comuns, tridimensionais (3D).
       
      Para isso, a equipe criou sensores ultraprecisos usando vacâncias de nitrogênio no diamante, pequenos defeitos que estão sendo explorados como sensores e para criar qubits para computadores quânticos. Esses sensores conseguiram capturar imagens do campo magnético local de um fluxo de corrente elétrica em um material chamado ditelureto de tungstênio, revelando o comportamento totalmente diferenciado dos elétrons.
       
      O fluxo elétrico hidrodinâmico depende de fortes interações entre os próprios elétrons, assim como a água e outros fluidos dependem de fortes interações entre suas moléculas.
       
      "A capacidade de criar imagens e controlar esses fluxos hidrodinâmicos em condutores tridimensionais em função da temperatura abre a possibilidade de criar eletrônicos quase sem dissipação [de calor] em dispositivos em nanoescala, bem como fornece novos insights sobre a compreensão das interações elétron-elétron," disse Georgios Varnavides, um dos autores do estudo. "A pesquisa também abre caminho para explorar o comportamento não clássico dos fluidos no fluxo hidrodinâmico de elétrons, como vórtices em estado estacionário."
       

      Sempre se soube que elétrons interagiam uns com os outros, mas ninguém até hoje havia conseguido medir essas interações. [Imagem: Adbhut Gupta et al. - 10.1038/s41467-021-25327-7]
       
      Elétrons interagindo com elétrons
       
      Quando os elétrons fluem através de um fio metálico, eles colidem com impurezas do metal e uns com os outros, perdendo energia e liberando calor - essa interação com as impurezas é bem conhecida.
       
      Mas ninguém até hoje havia conseguido estudar em detalhes o efeito dos elétrons se chocando uns com os outros, algo que é crucial no estudo da supercondutividade, por exemplo.
       
      Adbhut Gupta e colegas da Universidade Técnica da Virgínia, nos EUA, conseguiram fazer isto pela primeira vez.
       
      Eles precisavam de três condições básicas para fazer seu experimento: Baixas temperaturas, um campo magnético para fazer os elétrons girarem em órbitas definidas e materiais ultrapuros, para que os elétrons se chocassem apenas entre eles. O objetivo era simples: Medir a distância que os elétrons viajariam em suas órbitas antes de encontrarem outros elétrons e se chocassem, fugindo das órbitas.
       
      O experimento não apenas funcionou, como mostrou resultados bem mais fortes do que aqueles previstos pela teoria, algo que merecerá novos estudos teóricos e novos experimentos de confirmação.
       
      No entanto, esta não foi a única surpresa que o experimento revelou. Como vimos na descoberta anterior, experimentos recentes começaram a mostrar que, em certos materiais e sob determinadas condições, grupos de elétrons fluem coletivamente e se comportam como um líquido.
       
      Mas o que apareceu aqui foi mais complicado: Os elétrons fluíram em vórtices, como redemoinhos, algo que ainda está por ser explicado. Embora os redemoinhos magnéticos, chamados skyrmions, sejam bem conhecidos, esses redemoinhos elétricos são uma novidade.
       
      "Os redemoinhos persistem mesmo que as interações entre os elétrons sejam muito fracas," disse Gupta. "Neste ponto, não se sabe muito sobre esse comportamento coletivo no limite da interação fraca. É um fenômeno novo, que uma única partícula não teria mostrado. O nosso é o primeiro experimento a sugerir esse tipo de comportamento coletivo."
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=eletrons-tres-descobertas-mostram-quao-pouco-sabemos-sobre-eles&id=010110211004
       
    • By elias.girardi
      A novela dos requisitos de instalação do Windows 11 ganhou mais um novo capítulo nesta quarta-feira (22), com a possível disposição da Microsoft em liberar seu novo sistema para máquinas que não cumprem os requisitos mínimos. No entanto, a companhia quer deixar claro que não se responsabilizará com problemas que podem ocorrer com os dispositivos.
       
      O que acontece se você tentar instalar o Windows 11 em dispositivos sem suporte? A equipe do site The Verge fez o experimento e recebeu o aviso que isenta a fabricante de eventuais danos ocorridos devido a problemas de compatibilidade. Veja:
       

      Ao instalar o Windows 11 em PC sem requisitos, a Microsoft joga a responsabilidade para o usuário sobre eventuais problemas (Imagem: Reprodução/The Verge)
       
      O alerta diz que não é recomendado instalar o Windows 11 no PC e diz que a pessoa não terá direito a suporte ou a receber atualizações do sistema. A empresa lembra que danos causados por dispositivos incompatíveis e solicita o aceite antes de prosseguir com a utilização, como se fosse um contrato de responsabilização.
       
      Quais os planos para o Windows 11?
       
      É difícil entender o que a Microsoft realmente planeja para o futuro do Windows 11. Assim que a primeira versão de testes saiu, a exigência do TPM 2.0 e do Secure Boot fiz com que muita gente não pudesse experimentar o sistema operacional. Depois, a companhia avisou que flexibilizaria os requisitos e deixou que usuários instalassem, mesmo sem requisitos mínimos. Em seguida, começou a restringir o acesso de máquinas virtuais, em especial das da Oracle, o que bloqueou a instalação da versão mais recente.
       
      Com o lançamento oficial marcado para 5 de outubro, cresce a demanda de interessados em finalmente pôr as mãos no novo software. Mas o desejo parece ficar cada vez mais distante com as constantes idas de vindas da fabricante, que exigiriam a aquisição de novas máquinas para a maioria dos usuários.
       

      Computadores com suporte ao TPM ainda apresentam dificuldades para instalar o Windows 11 (Imagem: Reprodução/Microsoft)
       
      Os desenvolvedores lançaram um aplicativo chamado PC Health Check para ajudar a saber se seus PCs rodariam o novo Windows, porém foi um desastre total. Mesmo hardwares modernos e com plena capacidade de rodar o sistema foram reprovados no teste e não puderam fazer o upgrade. O app foi removido, reformulado e devolvido a ar, embora ainda falho e confuso.
       
      Agora, a empresa parece retroceder mais uma vez e dá indícios de que vai aliviar a exigência para seu novo sistema operacional, mas sem se responsabilizar por problemas. Esse era o movimento esperado desde o início, afinal a base de usuários seria bastante reduzida se mantido os critérios atuais — certos modelos de PCs com mais de dois anos de uso já não poderiam rodar o Windows 11.
       
      Resta saber se a companhia manterá a atual postura ou se, futuramente, poderá desenvolver mecanismos próprios de segurança e compatibilidade, independentemente das configurações do computador.
       
      Fonte: https://br.yahoo.com/finance/news/microsoft-pode-autorizar-windows-11-134959710.html

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