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notícia Pendrive com velocidade de até 1.000 MBs.

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A Kingston Technology divulgou seu novo pendrive (Data Traveler Max), com capacidades de 256 GiB, 512 GiB e 1 TiB.

 

Conectividade através USB 3.2 Gen 2x1, velocidades de leitura de até 1.000 MB/s e de até 900 MB/s de gravação, iluminação em LED, furo na parte posterior, permitindo o transporte como um chaveiro.

 

Segundo o fabricante, o pendrive tem garantia de cinco anos.

 

Fonte:

https://www.kingston.com/en/usb-flash-drives/datatraveler-max-usb-c-flash-drive

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    • By Daniel Felipe Rodrigues
      Então galera, só passando pra dar uma dica em relação a estação de retrabalho Yaxun 878D++ que tenho onde estava tendo problema com o soprador que funcionava um poco e do nada parava ou ficava rodando bem devagar.
      Primeiro pensava que podia ser o transistor que o controlava, chegando a substitui-lo porem continuava o mesmo, as vez funcionava, as vez nem ligava as vez funcionava um pouco e parava.
      Cheguei até a culpar o transformador que na real é de 50Hz e acredito que isso pode dar problema mesmo porem não foi, então peguei 4 diodos N4007 e fiz uma ponte retificadora e substitui aquela que tinha nele e voa-la, funcionando normalmente a todo vapor novamente

    • By elias.girardi
      Imagem: Divulgação/Lansweeper
       
      Lançada na metade de julho, a última grande atualização de segurança do Windows 10 protegeu os usuários contra o temido PrintNightmare e 117 brechas que colocam em risco a defesa do sistema. No entanto, nem tudo ocorreu conforme o planejado pela Microsoft, e suas correções acabaram fazendo com que muitas impressoras deixassem de funcionar corretamente como consequência.
       
      Ciente do ocorrido, a empresa lançou nesta terça-feira (27) o pacote de atualização KB5005394, destinado a corrigir o problema causado pela atualização. Segundo a companhia, a solução deve assegurar que impressoras, scanners e outros dispositivos multifuncionais voltarão a operar normalmente.
       
      Anteriormente, a Microsoft orientou os usuários afetados a instalar drivers e firmwares mais recentes dos aparelhos afetados e a consultar as fabricantes caso eles continuassem sem funcionar corretamente. Para instalar manualmente a atualização — disponível neste link — é preciso ter ao menos o update de maio do Windows 10 (KB5003243) presente em seu sistema.
       
      Segundo a Microsoft, a atualização já está disponível através do Windows Update para aqueles que desejam realizar o processo de forma automatizada. No entanto, a opção não exista para clientes corporativos, que vão ter que recorrer ao Catálogo do Windows Update para baixá-la no momento.
       
      Vale notar que a atualização é opcional e só deve ser realmente aplicada por aqueles que viram suas impressoras deixando de funcionar após instalar as versões mais recentes do Windows 10. Segundo a Microsoft, um número baixo de usuários foi afetado pela questão, que afeta somente dispositivos que usam a autenticação smart card.
       
      Fonte: https://br.yahoo.com/finance/news/windows-10-ganha-atualização-para-002000802.html
    • By Jorge Luis Almeida Torres
      Se isso acontecer com sua PC 🖥️, ela tem um problema de aterramento, o mais recomendável é trocar a fonte do computador, mas a situação no momento não da para comprar 💲, faça o seguinte: Enterre um ferro na terra perto da área onde está o computador, quanto mais groso e mais e mais profundo fique o ferro muito melhor, logo coloque um fio desde o ferro até o computador, engate ele no chassis (caixa) da PC, quanto mais groso o fio melhor. Eu espero que minha dica ajude. Se foi da sua ajuda por favor, me ajuda deixando um LIKE.... 😉👍
    • By elias.girardi
      A inovação consiste em uma espécie de dopagem do plástico, criando um revestimento com maior capacidade de isolamento. [Imagem: Yen Strandqvist/Chalmers University of Technology]
       
      Cabos HVDC
       
      É bem conhecida a briga entre Thomas Edison, que propunha a adoção da corrente contínua (CC), e Nikola Tesla, que propunha a adoção da corrente alternada (CA).
       
      Tesla venceu, e hoje virtualmente toda a infraestrutura elétrica mundial usa a corrente elétrica alternada.
       
      Nos últimos anos, porém, vários estudos têm demonstrado que há vantagens em migrar o sistema elétrico para corrente contínua.
       
      De fato, cabos de corrente contínua de alta tensão podem transportar eletricidade de maneira eficiente por longas distâncias. Por isso tem havido muito esforço para o desenvolvimento de novas camadas de isolamento, que permitam que esses cabos HVDC (High Voltage Direct Current Cables) sejam enterrados no subsolo ou lançados no fundo do mar, como os cabos de telecomunicações.
      "Para lidarmos com a crescente demanda global por eletricidade, cabos HVDC eficientes e seguros são um componente essencial. O fornecimento de energia renovável pode flutuar, portanto, ser capaz de transportar eletricidade através de redes de longa distância é uma necessidade para garantir um sistema de distribuição estável e confiável," comenta o professor Christian Müller, da Universidade de Tecnologia Chalmers, na Suécia.
       
      Revestimento de baixa condutividade
       
      Uma das maneiras de reduzir a perda de eletricidade durante a transmissão é aumentando o nível de tensão de corrente contínua. O problema é que aumentar a tensão afeta o isolamento dos cabos de corrente contínua de alta tensão atuais.
       
      A equipe do professor Müller desenvolveu então uma nova forma de reduzir a condutividade desse revestimento isolante. Para isso, eles foram buscar inspiração no processo de dopagem usado na eletrônica - a adição de quantidades minúsculas de um material para controlar as propriedades do material principal, normalmente o silício.
       
      A base do novo material é o conhecido polietileno, que já é usado para isolamento em cabos HVDC. Ao adicionar quantidades muito pequenas - 5 partes por milhão - do polímero conjugado conhecido como poli(3-hexiltiofeno), ou P3HT, os pesquisadores conseguiram diminuir a condutividade elétrica do revestimento em até três vezes.
       
      O aditivo P3HT é um material amplamente estudado e, dadas as pequenas quantidades necessárias, abre novas possibilidades para os fabricantes de cabos. Outras possíveis substâncias, testadas anteriormente para reduzir a condutividade, são nanopartículas de vários óxidos metálicos e outras poliolefinas, mas estas requerem quantidades significativamente maiores.
       
      "Na ciência dos materiais, nós nos esforçamos para usar aditivos nas menores quantidades possíveis, a fim de aumentar o potencial de sua utilização pela indústria e para um melhor potencial de reciclagem. O fato de que apenas uma pequena quantidade desse aditivo é necessária para conseguir o efeito é uma grande vantagem," disse Müller.
       

      A inovação abre uma nova área de pesquisas na utilização de compostos poliméricos no campo da energia e da eletrônica. [Imagem: Amir Masoud Pourrahimi et al. - 10.1002/adma.202100714]
       
      Plásticos para transporte e armazenamento de energia
       
      Os polímeros conjugados, como o P3HT, têm sido usados para projetar dispositivos eletrônicos flexíveis e fabricados por impressão, no campo da eletrônica orgânica.
       
      No entanto, esta é a primeira vez que eles são usados e testados como aditivos para modificar as propriedades de um plástico commodity, como o polietileno. Por isso, os pesquisadores acreditam que sua descoberta pode levar a inúmeras novas aplicações e direções de pesquisa.
       
      "Nossa esperança é que este estudo possa realmente abrir um novo campo de pesquisa, inspirando outros pesquisadores a olhar para o design e a otimização de plásticos com propriedades elétricas avançadas para aplicações de transporte e armazenamento de energia," disse Müller.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=distribuicao-eletricidade-corrente-continua-ganha-novo-impulso&id=010115210914
       
    • By elias.girardi
      Não adianta construir naves com blindagens grossas demais porque o efeito líquido seria prejudicial. [Imagem: Steve Bidmead/Pixabay]
       
      Tempo máximo de uma viagem a Marte
       
      Agências espaciais e empresas privadas têm planos de enviar humanos a Marte, mas, fora as questões técnicas e econômicas, uma questão permanece: É seguro enviar humanos - em termos dos efeitos sobre sua saúde - em uma viagem ao planeta vermelho?
       
      Um grupo de especialistas de quatro instituições dos EUA, Rússia e Polônia se dispôs a reunir os melhores fundamentos disponíveis atualmente para tentar responder a essa questão.
       
      A resposta é "Sim", mas seguida de um "mas" importante.
       
      Segundo Mikhail Dobynde e seus colegas, os humanos devem ser capazes de viajar com segurança para Marte, e retornar, desde que a espaçonave tenha blindagem suficiente e que a viagem de ida e volta seja mais curta do que aproximadamente quatro anos.
       
      Além disso, o momento da viagem deve ser bem calculado, porque realmente faz a diferença: Os pesquisadores determinaram que o melhor momento para um foguete deixar a Terra rumo a Marte é quando a atividade solar estiver em seu pico, conhecido como máximo solar.
       

      Os pesquisadores modelaram os diversos tipos de raios cósmicos a que os astronautas estarão sujeitos fora da magnetosfera terrestre. [Imagem: Mikhail I. Dobynde et al. - 10.1029/2021SW002749]
       
      Proteção do máximo solar
       
      Embora esta segunda condição pareça contraditória, dado que o máximo solar marca o período de maior emissão de radiação da nossa estrela, o fato é que essa radiação solar aumentada oferece um maior nível de proteção ao Sistema Solar interno contra as partículas energéticas e mais perigosas emitidas por estrelas e galáxias distantes.
       
      Os dois principais tipos de radiação perigosa no espaço são as partículas energéticas solares e os raios cósmicos galácticos. A intensidade de cada um depende da atividade solar, com a intensidade das partículas energéticas solares sendo maior durante o máximo do ciclo solar de 11 anos de duração. Particularmente no período de seis a 12 meses em torno do pico da atividade solar, a atividade da nossa estrela é forte o suficiente para reduzir ao seu mínimo os raios cósmicos galácticos que chegam até Marte e a Terra.
       
      E, calcula a equipe, nesse nível mínimo de radiação cósmica, as blindagens atualmente disponíveis para as naves espaciais conseguirão proteger os astronautas durante a viagem e sua permanência em Marte.
       

      A maior preocupação é com o efeito cumulativo da radiação. [Imagem: Mikhail I. Dobynde et al. - 10.1029/2021SW002749]
       
      Radiação cumulativa
       
      Os pesquisadores usaram modelos geofísicos de radiação de partículas para um ciclo solar, combinados com modelos de como a radiação afetaria a espaçonave e seus passageiros humanos, incluindo seus efeitos variados em diferentes órgãos do corpo.
       
      A modelagem concluiu que construir a cápsula da espaçonave com um material espesso o suficiente pode ajudar a proteger os astronautas da radiação; contudo, se a blindagem for espessa demais, ela pode até mesmo aumentar a quantidade de radiação secundária à qual os astronautas ficarão expostos.
       
      Contudo, devido ao efeito cumulativo da radiação que vence os escudos e blindagens, incidindo sobre os astronautas o tempo todo, a equipe calcula que não é seguro ficar no espaço por mais do que quatro anos.
       
      Isso torna uma viagem de ida e volta a Marte um objetivo factível. Na verdade, com a tecnologia de foguetes e naves atuais, uma viagem para Marte levaria cerca de nove meses; portanto, dependendo do momento do lançamento e do combustível disponível, é plausível que uma missão humana possa alcançar o planeta e retornar à Terra em menos de dois anos.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=e-seguro-enviar-humanos-marte-se-viagem-durar-menos-quatro-anos&id=010130210827

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