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amauri1978

Dispositivo gera energia com mastigação de chiclete

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Dispositivo gera energia com mastigação de chiclete

 

Uma dupla de engenheiros canadenses desenvolveu um dispositivo que consegue gerar energia através do movimento das mandíbulas, como acontece quando alguém mastiga um chiclete, por exemplo. Segundo eles, a invenção pode futuramente tomar o lugar de baterias em fones de ouvido e outros aparelhos auditivos pequenos.

 

O protótipo consiste em um fone de ouvidos com uma cinta de material piezoelétrico, que adquire carga energética quando é esticada. Durante testes, o ato de mastigar um chiclete por 60 segundos conseguiu gerar até 18 microwatts de eletricidade.

 

O trabalho é resultado de uma pesquisa de dois engenheiros mecânicos de Montreal, Aidin Delnavaz e Jeremie Voix. Segundo os pesquisadores, o movimento da mandíbula é um candidato promissor para a geração de energia elétrica, mas o protótipo ainda precisa ser 20 vezes mais eficiente para ser aplicado comercialmente. O casal canadense trabalha na área de tecnologia auditiva, desenvolvendo aparelhos para surdez e implantes cocleares.

 

A ideia surgiu na tentativa de encontrar uma maneira de dispensar o uso de baterias descartáveis nesses dispositivos. Em outros testes, eles pesquisaram também os movimentos que a mandíbula cria no canal auditivo.

 

“No meio do caminho percebemos que quando alguém move a mandíbula, o movimento gerado no queixo é maior. Então se você estiver utilizando algum tipo de proteção, uma correia neste local pode gerar energia”, conta Jeremie Voix, um dos desenvolvedores do projeto.

 

Por enquanto, a carga obtida não é suficiente para carregar um dispositivo de audição, que necessita de cerca de 200 microwatts para funcionar. Mas de acordo com Delvanaz e Voix, agregar mais camadas no queixo pode multiplicar a potência de saída e chegar ao valor necessário.

 

Outras aplicações

 

Atualmente a equipe está testando outros materiais mais eficientes. É difícil que a ideia seja transferida para aparelhos que consomem muita energia, como um celular. No entanto, o projeto já foi estudado por empresas que buscam soluções de carregamento de fones de ouvido Bluetooth.

 

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