Jump to content
Daniel

notícia Assinaturas VIP EletrônicaBR (by PagSeguro)

Rate this topic

Recommended Posts

Join the conversation

You can post now and register later. If you have an account, sign in now to post with your account.

Guest
Reply to this topic...

×   Pasted as rich text.   Restore formatting

  Only 75 emoji are allowed.

×   Your link has been automatically embedded.   Display as a link instead

×   Your previous content has been restored.   Clear editor

×   You cannot paste images directly. Upload or insert images from URL.


  • Similar Content

    • By Daniel
      Deu um trabalhão instalar a iluminação de natal.
      Favor não quebrar as lampadas!

       

    • By eliasgirardi
      O processador comercial usado como base continuou funcionando perfeitamente após a deposição da segunda camada de circuitos. [Imagem: Youngbae Son/Rose Anderson/Peterson Lab]
       
      Eletrônica 3D
       
      Os circuitos integrados de silício, como os processadores de computador, estão se aproximando da densidade máxima viável de transistores, por isso qualquer nova ideia é bem-vinda.
       
      Como esses chips atuais são tipicamente bidimensionais, com os transistores fabricados sobre uma placa plana de silício, há tempos se vem trabalhando com componentes tridimensionais, como os transistores 3D e até transistores 4D.
       
      Isso tem ajudado, mas as técnicas de fabricação são complicadas e caras, e não se aplicam a todos os componentes eletrônicos.
       
      Para contornar esses inconvenientes, Youngbae Son e colegas da Universidade Michigan, nos EUA, criaram uma tecnologia muito mais simples: Usar a mesma tecnologia atual para empilhar uma segunda camada de transistores diretamente em cima de um circuito integrado já pronto, criando não componentes 3D, mas uma "eletrônica 3D".
       
      Eles conseguiram isso usando um tipo diferente de semicondutor, conhecido como óxido de metal amorfo. Para aplicar essa camada de semicondutor ao chip de silício sem danificá-lo, eles cobriram o chip com uma solução contendo zinco e estanho e o giraram para criar uma camada uniforme.
       
      Depois que essa camada secou em um forno, o processo foi repetido para formar uma camada de óxido de zinco-estanho com cerca de 75 nanômetros de espessura. Durante o aquecimento final, os metais se ligaram ao oxigênio no ar, criando uma camada de óxido de zinco-estanho, que foi usada para criar os transistores por litografia tradicional.
       
      Esses transistores suportam tensões mais altas do que os transistores de silício abaixo.
       

      Componentes à base de óxidos também podem funcionar em modo analógico, abrindo caminho para processadores neuromórficos. [Imagem: Youngbae Son et al. - 10.1038/s41928-019-0316-0]
       
      Integração monolítica
       
      Embora também não possa ser aplicado em todos os casos, esse design permite eliminar a necessidade de um segundo chip para converter entre sinais de alta e baixa tensão, que atualmente fica entre os chips de processamento, de baixa tensão, e as interfaces de usuário, de alta tensão.
       
      Tensões mais altas poderiam danificar os transistores cada vez menores, o que fez com que os chips de processamento de última geração não sejam mais compatíveis com os componentes de interface de usuário de alta voltagem, que precisam funcionar com tensões mais altas para evitar efeitos como sinais de toque falsos ou configurações de brilho muito baixas em monitores.
       
      Como a segunda camada de transistores pode suportar tensões mais altas, eles essencialmente dão a cada transístor de silício seu próprio intérprete para conversar com o mundo exterior. Isso evita a custo atual de usar processadores de última geração com um chip extra para converter sinais entre o processador e os dispositivos de interface - ou usar um processador de nível inferior que roda com uma voltagem mais alta.
       
      Segundo a equipe, seus protótipos abrem caminho para circuitos integrados de silício que vão além da Lei de Moore, trazendo as vantagens analógicas e digitais da eletrônica de óxidos para os chips de silício de última geração.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=eletronica-3d-como-construir-chip-cima-outro&id=010110191206#.XepA94NKjIU
    • By luciana336
      Smartphones equipados com o novo SoC chegarão ao mercado já no início de 2020; Fabricantes como a Xiaomi, Oppo e Motorola já estão desenvolvendo aparelhos
      A Qualcomm anunciou nesta quarta-feira (4), durante o Snapdragon Tech Summit em Maui, no Havaí, o SoC (System on a Chip) Snapdragon 865, chamado de “a plataforma 5G mais rápida do mundo”.
      Veja também:
      Qualcomm redobra aposta e mostra como pretende massificar o 5G
      Qualcomm anuncia dois chipsets Snapdragon 5G
      Novo sensor de impressão digital da Qualcomm é maior que o anterior
      Celular dobrável Samsung W20 é lançado na China com Snapdragon 855+
      Novo Snapdragon 865 será 20% mais potente que o atual
      O Snapdragon 865 tem um processador Octa-Core com núcleos divididos em três grupos: principal, performance e eficiência. O núcleo principal (ou “Prime”) é um ARM Cortex-A77 rodando a 2.85GHz, acompanhado por 512 Kb de cache L2. Os núcleos de desempenho são três outros ARM Cortex-A77 a 2,5 GHz.
      O Cortex-A77 é o núcleo mais poderoso da ARM atualmente, e não é encontrado em circuitos integrados de nenhum outro fabricante. O Kirin 990 da Huawei, por exemplo, é baseado em um design um pouco mais antigo, o Cortex-A76.
      Já o grupo de eficiência é composto por quatro núcleos Cortex-A55 de 1,8 GHz e 128 Kb de cache L2, similar ao usado no Snapdragon 855. Em suma, a Qualcomm promete um aumento de desempenho e eficiência energética de até 25% em relação ao modelo anterior.
      Reprodução
      O Snapdragon 865
      Para a GPU Adreno 650, a Qualcomm também promete um aumento de desempenho de até 25%, em comparação com as gerações anteriores, o que segundo a empresa permite jogos “com qualidade de desktop” em dispositivos móveis.
      Uma novidade neste ano é que os drivers de vídeo para a GPU poderão ser separados do sistema operacional e atualizados através de uma loja de aplicativos. Assim, os jogadores poderão se beneficiar de correções e melhorias sem ter de aguardar por uma atualização completa do sistema operacional, o que, para alguns aparelhos, pode demorar a chegar.
      A Qualcomm afirma que a Snapdragon Game Performance Engine pode ajustar dinamicamente o desempenho da GPU analisando as cenas em tempo real, com foco em funcionamento sustentado ao longo do tempo, em vez de curtos “picos” que, na prática, só são úteis para vencer benchmarks.
      A quinta geração da Qualcomm AI Engine é outro ponto de destaque, já que é usada em processamento de imagens, de áudio e de jogos. Com um desempenho de 15 TOPS (Tera Operations Per Second - Trilhões de Operações por segundo) ela é duas vezes mais rápida que a quarta geração, usada no Snapdragon 855, e consome menos energia. Combinada ao Qualcomm Sensing Hub, ela permite que um smartphone consuma menos energia mesmo enquanto se mantém ciente de seu contexto e arredores.
      O Snapdragon 865 também tem um novo ISP (Image Signal Processor) capaz de processar até 2,2 Gigapixels por segundo, o suficiente para gravar vídeo em 8K a 30 FPS, em 4K com HDR ou em câmera lenta a 960 FPS, e suporta a captura de imagens (fotos) em até 200 MP, dando um gostinho do que pode estar por vir nas câmeras de futuros smartphones.
      Curiosamente, apesar de ser chamado de “a plataforma 5G mais rápida do mundo”, o Snapdragon 865 não tem um modem 5G integrado. É necessário combiná-lo a um modem externo, o Snapdragon X55, que segundo a fabricante oferece velocidades de download que podem chegar a um pico de 7,5 Gbps, superando a maioria das conexões com fio. O modem é compatível com tecnologias como DSS, que permitirá que redes 4G e 5G compartilhem o mesmo espectro, o deverá facilitar a adoção do 5G.
      O Qualcomm Snapdragon 865 poderá ser encontrado em smartphones já no início de 2020. Empresas como a Xiaomi, Oppo e Motorola já anunciaram, durante o Snapdragon Tech Summit, que o chip será utilizado em seus próximos aparelhos topos de linha. A chinesa, por exemplo, já revelou que deve estrear o componente no modelo Xiaomi Mi 10. 
       
      fonte: https://olhardigital.com.br/noticia/qualcomm-lanca-snapdragon-865-a-plataforma-5g-mais-rapida-do-mundo/93930
    • By GNMilasi
      Computação Quântica e seus efeitos na Criptografia
       
       
      Um pouco sobre criptografia

      Colocando de forma simples, criptografia é um método de proteger informações e comunicações através do uso de códigos, de modo que apenas aqueles para os quais a informação é destinada possam lê-los e/ou processá-los.
       
      Dizer que a criptografia é um controle de segurança fundamental não é de forma alguma um exagero, por milênios comunicações militares tem sido embaralhadas e protegidas com o uso de algum modelo criptográfico, desde a era de César, com um algoritmo de substituição básica, passando pela segunda guerra mundial, com a famosa máquina enigma utilizada pelas forças alemãs, até mesmo os dias de hoje, com o que ainda é chamado de criptografia de nível militar.
       
      É claro, já tem muito tempo que a proteção de dados deixou de ser um tema restrito as forças armadas, e como não poderia deixar de ser, empresas e até mesmo indivíduos fazem uso de criptografia para proteção de suas informações, incluindo desde uma rede Wi-Fi doméstica, passando por dados pessoais regulamentados pela GDPR, até transações financeiras que necessitam tanto de confidencialidade, quanto de integridade e não repúdio.
       
      Sim, a criptografia é uma peça fundamental na segurança da informação, mas deixe-me te apresentar a dura realidade: Essencialmente tudo que você precisa para quebrar mesmo a criptografia mais complexa, é tempo e poder de processamento. Felizmente, enquanto um algoritmo de criptografia como o de César, que já passou dos 2000 anos, pode ser quebrado em questão de minutos por um PC razoável, os modelos matemáticos atuais empregados em algoritmos como AES, RSA ou ECDSA são seguros contra ataques de força bruta, mesmo com uma capacidade massiva de processamento, algo raramente disponível excetuando-se se você for alguém como a NSA, seria necessário muito, muito tempo, mais do que alguns séculos, provavelmente milhões ou mesmo bilhões de anos para quebrar uma criptografia considerada bem implementada e com uma chave de tamanho razoável.
       
      Tudo seria perfeito, mas como perfeito é algo raramente associado a controles de segurança da informação, eis que surge uma nova ameaça: A computação quântica.
       

       
       
      O que é computação quântica?
       
      Em sua essência, a computação quântica é uma nova forma de se fazer… bem você adivinhou, computação. Em computador convencional a partícula mínima de informação, o bit, pode existir apenas em 2 estados, 0 ou 1. Já um computador quântico se beneficia da capacidade de partículas subatômicas existirem em mais de um estado, simultaneamente.
       
      Nesse caso os Quantum Bits, ou QuBits conseguem armazenar muito mais informação, pois fazem uso direto de propriedades da mecânica quântica como, sobreposição e interferência. Essencialmente, enquanto bits podem apenas um 0 ou um 1, QuBits podem assumir qualquer sobreposição desses valores, dessa forma, operações computacionais podem ser realizadas em uma velocidade muito maior e com bem menos consumo de energia.
       
      A computação quântica não é nada menos do que revolucionária, e se você pensa que esse é um assunto de ficção cientifica, basta dar uma olhada no site “The Quantum Computing Report” para ver que gigantes mundiais como Intel, Google, IBM, e Microsoft estão investindo pesado no desenvolvimento de computadores quânticos.
       

       
       
      Se ainda restou algum espaço para dúvida, saiba que no inicio de 2019 a IBM lançou o Q System One, o primeiro computador quântico para uso comercial, com capacidade inicial de 20-qubit. A computação quântica já é uma realidade em 2019, e não apenas grandes companhias estão entrando nesse mercado, mas também governos e até mesmo grandes fundos de investimento.
       
       
      Quais os impactos da computação quântica na criptografia?
       
      Você já deve ter entendido como a criptografia é essencial no mundo de hoje, especialmente aqueles baseados no modelo “chave pública”, que são responsáveis por proteger a maioria das transações eletrônicas.
       
      Bem, a criptografia de chave pública, também conhecida como assimétrica, na verdade se baseia em uma série de algoritmos matemáticos que são considerados muito complexos para se quebrar, especialmente quando se usa uma chave de criptografia de tamanho aceitável como no caso de RSA-2048, ECDSA-256. Novamente, mesmo com uma quantidade massiva de poder computacional convencional, em alguns casos seria necessária uma quantidade de tempo equivalente a idade do nosso universo (não, isso não é uma piada) para garantir que a criptografia fosse quebrada.
       
      A computação quântica muda tudo isso! É possível usar algo como o Algoritmo de Shor, que explora a mecânica quântica, para simplificar a fatoração de números em seus componentes principais (números primos), algo essencialmente inviável para computadores comuns quando os números são muito grandes. Mas por que isso importaria? Bem, muitos algoritmos de criptografia assimétrica como, por exemplo, o RSA, são fundamentados na suposição que a fatoração de grandes inteiros é computacionalmente inviável.
       
      Até o presente momento, essa suposição se mostrou verdadeira para computadores convencionais, porém um computador quântico hipotético, com uma capacidade de Qubits suficiente, poderia quebrar o RSA e outros algoritmos similares, tornando a criptografia de chave pública em basicamente um controle de segurança inútil.
       
      Ironicamente, algoritmos simétricos (os antecessores dos assimétricos, que não servem para proteção de transações eletrônicas por possuir apenas uma única chave) como o AES, ainda poderiam ser considerados seguros, presumindo que usem uma chave de tamanho razoável (e.g. AES 256 ou superior).
       
       
      O futuro da criptografia
       
      Presumindo que com mais alguns anos de evolução computadores quânticos devem atingir o ponto onde podem facilmente quebrar a criptografia de chave pública, devemos nos preparar para um mundo onde transações eletrônicas não serão mais seguras? Calma! Não é bem assim!
       
      Já existem muitos estudos tratando da criptografia pós-quântica como, por exemplo, a criptografia baseada em reticulados, a criptografia multivariada ou a criptografia baseada em hash, todas são fortes candidatas a garantir a nossa proteção em um mundo pós-quântico.
       
      É claro, ninguém sabe quanto tempo vai levar para sanar eventuais vulnerabilidades na criptografia pós-quântica, ou mesmo se/quando o mercado vai confiar nelas para proteção de suas transações.
       
       
      Para concluir
       
      Por mais que a computação quântica já seja uma realidade, talvez ainda seja um pouco precoce nos preocuparmos. Essencialmente, o poder computacional quântico necessário para quebrar os algoritmos assimétricos atuais ainda será algo muito caro, que – pelo menos inicialmente – provavelmente ficará restrito aos governos, especialmente aqueles que gostam de espionar os segredos de outras nações-estado.
       
      Mesmo assim, não podemos descartar a possibilidade que uma descoberta cientifica nos próximos anos torne a computação quântica algo acessível ao público em geral, nesse caso será necessário dar adeus as velhas práticas, e torcer para que a criptografia pós-quântica também tenha evoluído ao ponto de nos proteger.
       
       
      Fonte
    • By GNMilasi
      Mensagens que se autodestroem podem chegar ao WhatsApp em breve
       
      No mês passado, o site WABetaInfo descobriu na versão 2.19.275 do beta do app uma função chamada “disappearing messages” (“mensagens que desaparecem”, em português), função esta que recebeu o novo nome “Delete Messages” (“apagar mensagens”, em tradução livre) na versão 2.19.348, a mais recente do beta para Android.
       
      Ainda que o novo nome dê a impressão de que é algo que já existe no aplicativo em si (a remoção de mensagens que foram enviadas para um grupo ou contato errado), a ideia é algo muito mais próximo de filmes de espiões como Missão: Impossível e permite que você envie mensagens que se “autodestroem”; ou seja, que, depois de um tempo, são apagadas automaticamente.
       
      Como é possível ver pelo print abaixo, a função não será totalmente customizável, e você terá algumas opções definidas de por quanto tempo a mensagem poderá ser visualizada. Atualmente, as opções disponíveis no beta são de apagar a mensagem após uma hora, um dia, uma semana, um mês ou um ano.
       

      Opções de tempo que uma mensagem pode ser visualizada antes de ser apagada automaticamente
       
       
      Por enquanto, essa é uma função existente mas que ainda não é funcional - quer dizer que, mesmo que você já tenha acesso à versão mais atualizada do beta do WhatsApp no Android, é possível encontrar essa função no menu de opções mas ela não irá apagar suas mensagens automaticamente. Mesmo assim, já dá para conferir que quem terá acesso ao recurso serão apenas os administradores de um grupo, e não todos os usuários que fazem parte dele.
       
      Por enquanto, ainda não se sabe quando essa função passará a funcionar efetivamente no beta, ou mesmo quando ela estará disponível para todos os usuários do aplicativo — mas é provável que a disponibilização para todos ainda demore alguns meses.
       
       
      Fonte

SOBRE O ELETRÔNICABR

EletrônicaBR é o melhor fórum técnico online, temos o maior e mais atualizado acervo de Esquemas, Bios e Firmwares da internet. Através de nosso sistema de créditos, usuários participativos têm acesso totalmente gratuito. Os melhores técnicos do mundo estão aqui!
Técnico sem o EletrônicaBR não é um técnico completo! Leia Mais...
×
×
  • Create New...