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FLAVIOTECH
6 dias atrás por FLAVIOTECH
Visualizações: 54 | Comentários: 1

Barato e fácil de usar, o Raspberry Pi é um computador pequeno e extremamente versátil e que pode até mesmo ser usado como um desktop para tarefas mais simples.

A combinação entre uma comunidade enorme de usuários, preço baixo e acessibilidade fazem da placa um item cobiçado por muita gente que pode acabar se deparando com uma série de problemas ao tentar usar o pequeno computador. A seguir, você vai conhecer as coisas que você não deve fazer com o seu Raspberry Pi.

Evite cartões de memória de qualidade e classes inferiores



O Raspberry Pi não possui espaço para guardar dados. O sistema operacional e os arquivos que você manipula por meio da placa precisam ser copiados para um cartão de memória do tipo microSD. Em geral, para ter o melhor desempenho possível, o recomendado é que você use cartões microSD de classe 10 e tenha cuidado na hora de comprá-los de fontes confiáveis.

Não use cabos ruins



O Raspberry Pi não vem com cabos HDMI e USB para energia e dados, por exemplo. Cabos de má qualidade podem comprometer o uso: no caso do HDMI, você pode ter problemas para usar o computador numa TV ou monitor. Em relação ao USB usado para alimentação do Raspberry, se a qualidade do fio for ruim, a placa pode sofrer de “undervoltage”, fenômeno em que o computador recebe menos tensão elétrica que a necessária, apresentando falhas de funcionamento que podem até corromper seus dados no cartão de memória.

Cuidado para não escolher um sistema operacional difícil de usar



Há uma boa quantidade de sistemas operacionais para usar no Raspberry. Existe desde sistemas extremamente focados, como Recalbox para emular consoles antigos; OSMC para fazer do Raspberry uma central multimídia, ou mesmo o Raspbian, tido como sistema “padrão” dos Raspberrys e que oferece uma experiência de uso próxima a de um computador convencional, com acesso a aplicativos, suíte de produtividade, Internet e etc.

Se você é iniciante, as melhores formas de se acostumar com o Raspberry Pi é usando o Raspbian com a interface Pixel, ou o Ubuntu MATE, que possui edição para a placa, tem alta qualidade e é bastante amigável com usuários acostumados com Windows.

O problema de escolher o sistema errado está no fato de que isso pode comprometer, se não até mesmo inviabilizar o seu projeto.

E use uma fonte adequada



Você terá de encontrar uma fonte para ligar o seu Raspberry Pi. O recomendado, ao menos para o Raspberry Pi 3 (modelo mais poderoso e recente) é usar uma unidade que dê saída a 5 volts e 3.0 ampères. Se a sua fonte tem valores superiores de voltagem, ela vai queimar a placa. Se, por outro lado, tem valores inferiores de voltagem e amperagem, é provável que o Raspberry sequer ligue, ou se ligar, funcione incorretamente, com baixo desempenho e com sérios riscos de corromper seus dados.

Não tente abraçar o mundo



O Raspberry Pi pode ser o centro nervoso de uma série de projetos interessantes, divertidos e inovadores que você mesmo pode desenvolver. Existem braços robóticos, drones, robôs e uma série de projetos de automação e Internet das Coisas com a plaquinha. Mas, antes de sair por aí investindo pesado e quebrando a cabeça para criar algo, é importante que você tenha uma estimativa precisa do seu nível de conhecimento de programação e eletrônica.

O grande problema de embarcar num projeto para o qual você não tem os conhecimentos necessários está no fato de que um fracasso poderá desmotiva-lo no aprendizado. Além disso, dependendo da sua ideia, você poderá acabar com prejuízos financeiros, sem considerar o próprio risco de danificar componentes e o próprio Raspberry de forma irreparável.

Há sites e fóruns de Internet especializados no compartilhamento de projetos e, em muitos, você encontrará excelentes iniciativas para iniciantes. Para quem está começando, este é um ótimo caminho.

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Bertaco
uma semana atrás por Bertaco
Visualizações: 81 | Comentários: 4

Ó gurizada medonha adquiri um Zenfone 3 Asus e vale apena Smart super bom, bateria na real como uso muito, dura um dia e meio mas se não usar muito 4 dias na qual acho difícil hoje em dia alguém não ficar "preso "no celular rsrsrsrsrrs bom aí coloco o vídeo novamente.
Se gostou da notícia manda um j+ maroto.

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FLAVIOTECH
uma semana atrás por FLAVIOTECH
Visualizações: 48 | Comentários: 1

A Dell atualizou a sua linha de notebooks Inspiron no Brasil com os novos modelos da série 5000. Em três opções de cores, branco, grafite e vermelho, os novos laptops contam com processadores de sétima geração da Intel e as memórias DDR4, mais rápidas do que as antigas DDR3.

Além disso, apresentam teclado numérico, drive de DVD, tela de 15,6 polegadas e oferecem opções com placa de vídeo dedicada. A versão mais simples do novo Inspiron 5000 sai por R$ 2.848 na loja oficial, e vem com Ubuntu e Core i5 7200U.



Para levar o mesmo notebook para casa, mas com Windows 10, o consumidor precisa investir R$ 2.998. Além do i5, o computador oferece 8 GB de memória RAM DDR4 e 1 TB de disco rígido. A resolução da tela é de 1366 x 768, sem placa de vídeo dedicada.

Na configuração mais poderosa, o Inspiron 5000 conta com o Core i7 7500U e a Radeon R7 M445, com 4 GB de memória RAM GDDR5 e sai por R$ 3.800. De resto, o notebook conta com os mesmos 1 TB em disco, 8 GB de RAM DDR4 para o sistema e tela de 15,6 polegadas com resolução HD.

O nível de conectividade é o mesmo, independente da versão e faixa de preço: há uma porta HDMI, duas saídas USB 3.0, uma USB 2.0, entrada para fone de ouvido e leitor de cartões de memória, além da trava de segurança Kensington.



A tela de 15,6 polegadas somada à presença de drive ótico denunciam o fato de que o Inspiron 5000 não é um notebook que concorre entre os modelos mais fininhos do mercado. Segundo a Dell, as medidas são de 23,3 mm de altura, 39 cm de largura e 25,9 de profundidade, tudo isso pesando 2 quilos.

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FLAVIOTECH
uma semana atrás por FLAVIOTECH
Visualizações: 45 | Comentários: 0

A Intel anunciou, na última quinta-feira (9), que a oitava geração dos seus processadores será lançada ainda em 2017. Segundo a companhia, eles serão 15% mais rápidos que a sétima geração, de codinome Kaby Lake, lançada ano passado.

Também fabricados com o processo de litografia de 14 nm, a série de processadores 8000 atualizará as linhas de chips Core i3, i5 e i7. O acréscimo de desempenho será baixo de uma geração para outra. Isso significa que os donos de processadores da atual geração não precisam se preocupar tanto em realizar o upgrade.



A gigante de Santa Clara não deu uma data exata do lançamento destes novos chips, só se limitou a dizer segunda metade de 2017. Ou seja, a partir de julho. O processo de fabricação de 14nm+ pode indicar que se tratam apenas de versões revisadas dos atuais chips. Existe a possibilidade de que os nomes comerciais sejam Kaby Lake-X ou até mesmo Skylake-X.

É esperado que a Intel lance uma nova arquitetura, que pode ganhar o nome de Coffee Lake. Ela estava prevista apenas para 2018, mas com o lançamento dos novos processadores da AMD, os Ryzen, a fabricante tenha decidido antecipar a data de lançamento desta nova geração.

Infelizmente, ainda não temos informações sobre as especificações técnicas, tais como clock, quantidade de memória cache, dentre outros dados. Só nos resta esperar por mais informações oficiais.

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MVM MOURA
2 semanas atrás por MVM MOURA
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Saber a real situação da bateria de um MacBook é algo bastante simples e bem importante para quem está pensando em adquirir um computador usado. O condicionamento da bateria dos notebooks da Apple pode ser estimado pelo número de ciclos, que nada mais é do que a quantidade de vezes que a bateria foi submetida ao processo de descarga e recarga.

De acordo com informações da própria Apple, as baterias dos MacBooks lançados a partir de 2009 e mais recentes foram projetadas para aguentar até mil ciclos sem perder mais do que 20% de sua capacidade – ou seja, devem chegar a este número de ciclos retendo pelo menos 80% de carga.



Confira a dica e aprenda a verificar o número de ciclos da bateria do MacBook e, dessa forma, saber se ela está em boas condições ou se precisará ser trocada logo. Para realizar o procedimento, não é necessário baixar nem instalar nenhum utilitário. Tudo pode ser feito usando as ferramentas do próprio macOS.

Passo 1. Acesse o menu da maçã e abra a opção “Sobre Este Mac”;



Passo 2. Em seguida, clique em “Relatório do Sistema…”;



Passo 3. Na barra lateral esquerda da janela, clique em “Alimentação”. Por fim, localize o item “Contagem de Ciclo”.



Pronto! Com essa dica simples, você poderá descobrir o número de vezes em que a bateria do seu MacBook ou do computador que você quer comprar foi descarregada e recarregada.

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