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dioney lopes

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  1. dioney lopes

     notícia Ataque Cibernético

    os especialistas de segurança preveem algumas tendências para os ciberataques de 2018. De acordo com a IBM, com o avanço da internet das coisas e o número de dispositivos conectados, os hackers devem explorar cada vez mais as vulnerabilidades de sistemas para conseguirem controlar esses dispositivos. Dicas para evitar Possíveis ataque... Downloads e links A principal regra de segurança na internet é tomar cuidado com os downloads realizados, pois eles podem conter malwares que procuram roubar dados privados ou controlar o dispositivo. Evite baixar arquivos ou clicar em links suspeitos, mesmo quando enviados por pessoas que você conhece, e tenha um antivírus instalado e atualizado para que ele possa reconhecer quando um arquivo está infectado. Navegação Quando estiver navegando na internet, não entre em sites perigosos. Segundo o analista de segurança da Kaspersky Lab, Thiago Marques, os cibercriminosos usam conteúdo mórbido como um gancho para sites infectados, pois os internautas são atraídos por conteúdos questionáveis. Fique atento também às promoções e descontos muito vantajosos e sempre verifique as páginas oficiais das empresas que estão sendo citadas nas promoções. Conexão Tenha cuidado ao se conectar em redes de Wi-Fi pública, pois os seus dados podem ser interceptados. Quando estiver em dúvida em relação a segurança, use uma rede privada virtual (VPN) e evite entrar em e-mail, redes sociais ou aplicativos de banco. Privacidade As empresas de internet costumam rastrear os hábitos de navegação dos usuários para poder vender anúncios. No entanto, essas informações também podem ser usadas por hackers, por isso, dê preferência por usar janelas anônimas e verifique as configurações de privacidades de sites, navegadores e redes sociais. Redes sociais As redes sociais criaram uma nova forma de interação entre as pessoas. Os internautas tendem a publicar muitas informações pessoais sem se lembrarem que tudo que é publicado na internet fica lá para sempre. Mesmo que você exclua uma foto ou comentário, isso não impede que outra pessoa tenha copiado essa publicação. Além disso, é preciso ter um filtro sobre tudo que se publica. Informações como localização, escola dos filhos, documentos e cartões de embarque de avião, por exemplo, podem ser usados por cibercriminosos em fraudes. Senhas As senhas de acesso para redes sociais, e-mails e cadastros em sites são um dos itens mais buscados pelos cibercriminosos. A invasão a um cadastro de e-commerce, por exemplo, pode fornecer informações importantes, como endereço residencial, número de telefone e números de cartão de crédito. Por isso, a recomendação é a criação de senhas fortes. O ideal é evitar códigos fácies de adivinhar, como “1234”, e criar senhas de pelo menos 15 caracteres, combinando letras, números e caracteres especiais. Sempre que possível, ative a função de verificação de duas etapas, oferecida por redes sociais e e-mails.
  2. Você já deve ter notado que ao utilizar o seu computador por muito tempo, ele começa a apresentar lentidão. Isso pode ser ocasionado por uma série de motivos, como o hardware que está ficando antigo ou até mesmo a falta de uma manutenção preventiva. Uma das principais causas das lentidões é a pouca memória disponível na máquina. Até pouco tempo, se você tivesse 4GB de RAM, os programas seriam executados sem grandes problemas. Mas cada vez que um aplicativo recebe uma atualização, ele acaba ficando mais pesado e precisa de mais memória para que os novos recursos sejam executados.
  3. DUBLIN, Irlanda — Existe um lugar onde Google, Facebook, Airbnb, Twitter e um sem-número de companhias de tecnologia dividem espaço como vizinhas. Na hora do almoço, funcionários de uma podem esbarrar com colegas de outra pelas ruas; eles até moram nos mesmos prédios, frequentam bares e academias em comum e têm importante status social junto ao governo, embora também carreguem parte da responsabilidade pela gentrificação local. Mas esse lugar não é o Vale do Silício, apesar das semelhanças, e sim Dublin, capital da República da Irlanda. O país, que se convencionou chamar apenas de Irlanda, na verdade compartilha seu nome com a ilha onde está situado (a Ilha da Irlanda) e com a nação vizinha, a Irlanda do Norte — que foi responsável por construir e de onde saiu o Titanic. A Irlanda é um pedaço da União Europeia que fica totalmente descolado do continente, tendo sua ilha ainda mais afastada de lá do que a Grã-Bretanha, e que, por causa do Brexit, em breve ficará isolado dos demais países que compõem o bloco — já que a Irlanda do Norte faz parte do Reino Unido e, portanto, deve deixar a UE junto com Inglaterra, País de Gales e Escócia. Composta por pouco menos de 5 milhões de habitantes, a Irlanda fez fama pelo mundo devido a estereótipos culturais como duendes e seus potes de ouro ao fim do arco-íris, a cerveja Guinness, o Dia das Bruxas (que começou aqui) e a afabilidade do seu povo. Toda essa imagem permanece inalterada, mas de uns anos para cá ela ganhou um incremento que vem saltando aos olhos de investidores e jovens profissionais, e tudo graças à invasão de empresas grandes e pequenas que estão inseridas no mercado de tecnologia. E não é para menos, afinal, Apple, Dropbox, eBay, Facebook, Google, LinkedIn, Oracle, Yahoo e PayPal escolheram a Irlanda para sediar os escritórios que comandam todas as suas atividades na Europa, Oriente Médio e África. Já Airbnb e Twitter e estão entre as companhias que estabeleceram aqui suas bases de comando europeias. Existem Microsoft Ireland, Symantec Ireland e Intel Ireland, sem contar que Amazon e IBM também estão no país, tendo a segunda aberto um de seus centros de pesquisa na Irlanda. Até a Uber, que foi proibida pelo governo de introduzir seu modelo de transporte em carros particulares no país, mantém um "centro de excelência" por aqui — o único fora dos Estados Unidos. "O setor de tecnologia da Irlanda é um dos que crescem mais rapidamente na economia irlandesa, com [a taxa de] empregabilidade tendo aumentado 40% desde 2010", disse ao Olhar Digital uma porta-voz do IDA Ireland, agência semi-estatal que atrai investimento estrangeiro para o país. "Companhias como Google, Intel, Facebook, Twitter, Symantec e Amazon expandiram suas operações na Irlanda, enquanto empresas como SmartBear, Aditi Technologies, Marin Software estabeleceram operações na Irlanda pela primeira vez." A maioria delas fica em Dublin, a capital. Boa parte agrupada em uma região que hoje ostenta o apelido de Silicon Docks, um conjunto de docas que entrou em atividade no final dos anos 1790 e chegou a ser considerado o maior empreendimento do tipo do mundo, mas que se deteriorou em poucas décadas, principalmente devido ao advento das linhas férreas. Em 2000, a área passou por um enorme processo de revitalização que a rejuvenesceu e modernizou; a transformação foi tão feroz que o lugar parece não fazer parte do restante da cidade, ainda mais porque foi lá que nasceram alguns dos maiores edifícios de Dublin, que, como boa parte dos países europeus, tem sua paisagem marcada por prédios baixos o suficiente para que seja possível usar a pontinha das igrejas como guia.
  4. A situação envolvendo o Facebook e a empresa de consultoria digital Cambridge Analytica respingou em Mark Zuckerberg. Um grupo de investidores decidiu iniciar uma campanha para tirar o fundador da empresa do poder, alegando que que ele não tem a compreensão de como uma grande companhia de capital aberto e alcance global deve ser gerida. Michael Connor, CEO da Open MIC, afirma que o Zuckerberg não tem mais condições de ocupar as duas posições que ele tem hoje na empresa. “Ele atualmente tem dois cargos no Facebook: CEO e presidente do conselho. É hora de ele deixar pelo menos um dos cargos, se não ambos”. Connor defende que Zuckerberg apresenta sua própria renúncia ou seja demitido de uma das posições. É importante notar que qualquer revolta contra Zuckerberg tende a ser infrutífera por causa da composição acionária da empresa. Isso porque, apesar de o fundador ter apenas 16% das ações do Facebook, ele ainda tem 60% dos direitos de voto na companhia, o que significa que ele está protegido contra qualquer insurgência por parte dos acionistas ou do conselho. Ele só deixará algum dos cargos se ele quiser, portanto. Também é importante notar que por mais que a Open MIC seja influente, a empresa não tem nenhuma participação no Facebook. O que o grupo faz é coordenar os investidores da empresa em prol de algum objetivo específico, como solicitar conferências para discutir temas como as suspeitas de interferência russa na campanha presidencial americana de 2016 por meio de anúncios patrocinados com dinheiro vindo do exterior. A Open MIC não é a única a pedir a renúncia de Zuckerberg. Scott Stringer, diretor da controladoria de Nova York, defende uma reorganização na estrutura do conselho do Facebook em nome de um fundo de pensão municipal da cidade, que tem boa parte das ações da empresa. Ele acredita que é necessário haver um presidente independente do conselho, capaz de supervisionar as ações de Zuckerberg. Mark Zuckerberg, além de ter o poder de voto para impedir que qualquer mudança seja feita contra sua vontade, simplesmente não quer deixar o poder na empresa que fundou em 2004. Diante da crise, ele apenas afirma estar confiante de que a empresa será capaz de superar os problemas, sem dar qualquer indício de que pretenda deixar algum de seus cargos.

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