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ygor mateus

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  1. Vindo diretamente do futuro. Xenon Racer — novo título arcade de corrida multiplataforma — foi anunciado. Um jogo eletrizante com estilo que remete a antigos jogos de gerações de consoles anteriores. Desenvolvido pela 3DClouds.it, distribuído pela SOEDESCO. Em uma época de veículos voadores, um último campeonato para veículos com as tradicionais rodas foi organizado". É com essa premissa de despedida que o game envolve o jogador. Se passando no ano de 2030, em versões futurísticas de Dubai e Tóquio. Com carros elétricos de altíssima perfomance, movidos com ajuda do gás Xenon (o que justifica o nome). Frenético, o Xenon Racer tem estilo arcade — lembrando bastante títulos Burnout, franquia de games conhecida por muitos. Combinando sensação de altíssima velocidade, sem poupar detalhes dos cenários grandiosos e futuristas: repletos de luzes, hologramas e cores vibrantes. O exagero é algo presente: arranhões com bastante faíscas; drifts surreais e nitros. A [3DClouds.it] é uma companhia italiana de desenvolvimento de conteúdo para empresas, projetos de arquitetura, animações e games. Sua equipe é composta por funcionários da Milestone, Ovosonico e Microsoft. Já desenvolveram outro game, o All-Star Fruit Racing: outro game de corridas bastante dinâmico, com estilo visual cartunesco e muitas frutas como tema. O Xenon Racer estará disponível para Nintendo Switch, Playstation 4, Xbox One e PC (via Steam). Não há confirmação sobre crossplay (como Fortnite e Rocket League), mas certamente seria um recurso interessante para o game. Para PC, os requisitos mínimos são: Sistema Operacional Windows 7, 8 ou 10 (todos de 64-bit); Processador Intel Core i5 2500K 3.3GHz / AMD FX-8150 3.6GHz (ou equivalente); Memória: 4Gb de RAM; GPU: GeForce GTX 550 Ti / Radeon HD 6790 2Gb VRAM; DirectX: versão 11; Conexão com internet; Armazenamento: 4Gb disponível. Como recomendado, é preciso: Sistema Operacional Windows 7, 8 ou 10 (todos de 64-bit); Processador Intel Core i5 4460 3.2GHz / AMD Ryzen 5 1600X 3.6GHz ou superior; Memória: 8Gb de RAM; GPU: GeForce GTX 960 / Radeon HD 7950 3Gb VRAM ou superior; DirectX: Versão 11; Conexão com internet; Armazenamento: 4Gb disponível; Ainda sem data, o Xenon Racing está para ser lançado em breve. O game estará disponível para demonstração na Milan Games Week (nos dias 5 até 7 de outubro), o que indica que seu desenvolvimento deve estar próximo da versão final.
  2. Um suposto hacking protagonizado por espiões chineses em servidores das principais companhias norte-americanas causou muita tensão nesta quinta-feira. Um relatório de denúncia do site Bloomberg Businessweek explica como foram afetadas em torno de trinta empresas dos Estados Unidos, entre elas algumas ligadas ao governo, além de Apple e Amazon. O ataque teria ocorrido por meio da implantação de microchips em placas-mãe de servidores. De acordo com o relatório, os chips encontrados teriam sido produzidos por uma unidade militar chinesa, tendo o tamanho de uma ponta de lápis ou um grão de arroz. A implantação ocorreu supostamente em fábricas chinesas que abasteciam a Supermicro, uma das grandes vendedoras de placas-mãe de servidores do mundo. Sabotados, os servidores carregando estas placas estariam presentes em dezenas de empresas. Este ataque pode ter sido um dos casos mais graves de hacking de hardware por um Estado-nação já divulgado. A Bloomberg explicou a dimensão do problema ao comparar um ataque à Supermicro com um ataque ao Windows, por exemplo, já que ela seria “a Microsoft do mundo do hardware”, com placas-mãe espalhadas por todo o globo. O relatório deixa claro que não há indícios de que dados das empresas ou de seus usuários tenham sido roubados e adulterados. No entanto, afirmam que Amazon e Apple sabem sobre o ataque, que elas teriam relatado o caso às autoridades e que internamente trabalhariam para remover os servidores adulterados. Na outra ponta, Apple e Amazon já negaram o conteúdo do relatório (confira as respostas das empresas) e são enfáticas sobre nunca terem encontrado os supostos chips implantados: "a Apple nunca encontrou chips maliciosos, 'manipulações de hardware' ou vulnerabilidades propositalmente plantadas em qualquer servidor". Ambas também reforçaram que não se envolveram em nenhuma investigação sobre o tema com o governo, ou FBI.
  3. O Facebook não está medindo esforços para ampliar sua plataforma. Com outro foco da recente nova forma de publicação de vídeos, o intuito agora é atingir os usuários comuns. O recurso "Amigos próximos" (em inglês: Nearby Friends) está para ser refeito, visto que já existe há 4 anos e não recebeu muita atenção. Basicamente, a função do recurso é compartilhar a localização do usuário e de seus contatos, buscando facilitar encontros. Quando implementado pela primeira vez, não tinha uma interface muito amigável e não foi se popularizou — principalmente pela falta de confiança com a rede social, envolvida em diversas polêmicas. Essa iniciativa do Facebook é também competir frente a frente com o Snapchat. Assim como o recurso Stories — presente no Facebook, Instagram e chamada de Status no Whatsapp — o recurso se assemelha bastante com a função oferecida pela competidora. O Snapchat possui o Snap Mapdesde 2017, recurso que permitia visualizar eventos, notícias e localização de amigos com bastante precisão (mas apenas com autorização do usuário). A diferença entre as duas aplicações é que, no caso do Facebook, a localização compartilhada não é exata, mas sim aproximada. Iniciativa tomada, provavelmente, para evitar rejeição do recurso por problemas de privacidade. A rede social também trabalhou em uma apresentação de status feita por Emojis (chamado Your Emoji), capaz de representar o humor e a disponibilidade de usuários. Esse recurso pode ser implementado junto ao Nearby Friends para melhor interatividade entre amigos. E, quem sabe, promover mais encontros pessoalmente. E você? Adotaria o novo recurso do Facebook?
  4. Muito obrigado por apoiar minha noticia !
  5. O Google anunciou nesta segunda (1º) o Project Stream, um serviço da companhia que pretende levar grandes lançamentos dos games para dentro do navegador Chrome. Lançado em fase de testes, o primeiro jogo com suporte ao novo serviço será Assassin’s Creed Odyssey, que tem lançamento marcado para esta sexta (5). Em uma publicação no seu blog oficial, a companhia lembra como o streaming de música e vídeo mudou completamente a forma como consumimos esses produtos, facilitando o acesso instantâneo a bibliotecas com milhares de itens. Mas, de acordo com o Google, o próximo grande avanço nessa área será ainda mais complicado que o streaming de filmes e séries. “A ideia de fazer streaming de um conteúdo tão graficamente rico e que requer uma interação quase instantânea entre o controle do jogo e os gráficos na tela apresenta uma série de desafios. Quando fazem streaming de séries e filmes, os consumidores não se incomodam com alguns segundos de carregamento no início, mas o streaming de games de alta qualidade exige uma latência medida em milissegundos sem nenhum tipo de degradação gráfica”, diz o texto. O Google ainda publicou um vídeo mostrando Assassin’s Creed Odyssey rodando em resolução 1080p e 60 quadros por segundo via Project Stream no Chrome. A empresa está aceitando inscrições para pessoas interessadas em testar o serviço nesta página, mas elas são apenas para quem mora nos Estados Unidos, tem mais de 17 anos e preferencialmente acesso a uma rede de 25 Mbps ou mais rápida. Ao que tudo indica, esse é o primeiro passo de uma iniciativa do Google para competir com Sony, Microsoft e Nintendo no mercado de consoles. Em junho, uma reportagem do Kotaku conversou com diversas fontes que confirmaram o interesse da companhia em entrar na indústria de videogames com uma espécie de “Netflix para jogos”. Detalhes sobre como o novo Assassin’s Creed vai rodar por streaming no Chrome devem ser revelados após o lançamento do jogo, quando começam os testes na plataforma. Você teria interesse em assinar um serviço do tipo? Deixe sua opinião nos comentários.
  6. No design final do novo OnePlus 6T. No entanto, o que tem causado muita polêmica é a decisão da empresa em retirar a entrada P2 para fones de ouvido em nome de um aumento na autonomia do aparelho. Por isso, muitos consumidores estão curiosos para saber a capacidade de bateria do novo dispositivo da fabricante chinesa. Agora, essa dúvida acaba de chegar ao fim. Isso porque um usuário da rede social Weibo divulgou uma foto que mostra a unidade de bateria que supostamente pertence ao smartphone. Na imagem - que não tem boa qualidade - é possível ver que o OnePlus 6T chegará ao mercado com 3.610 mAh, um pouco mais que os atuais 3.330 mAh do OnePlus 6. Confira a foto oriunda da China: Com capacidade aumentada, agora resta saber como o OnePlus 6T irá se sair no dia a dia com o Snapdragon 845 e 6 ou 8 GB de RAM. Claro que a fabricante deve estar preparando algumas melhorias na OxygenOS para aprimorar ainda mais autonomia do aparelho. Isso porque Carl Pei, CEO da OnePlus, garantiu que sacrifício da entrada P2 iria causar uma melhora na autonomia do dispositivo e que isso será "substancial o suficiente para que os usuários percebam". Possíveis Especificações Tela OLED de 6,4 polegadas com resolução Full HD+ e notch de gota Processador Qualcomm Snapdragon 845 6 GB e 8 GB de RAM, com 64 GB, 128 GB ou 256 GB de armazenamento Três câmeras traseiras de 12 MP (abertura variável f/1.5-f/2.4) + 20 MP + TOF 3D Câmera frontal de 25 MP com melhorias de IA Bateria de 3.610 mAh

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