Jump to content
  • Content Count

    10,643
  • Avg. Content Per Day

    4.63
  • Joined

  • Last visited

  • Credit

    18398
  • Country

    Brazil

Jack O'Neo last won the day on September 1 2020

Jack O'Neo had the most liked content!

Community Reputation

2,582 medal 13

About Jack O'Neo

  • Rank
    Coordenador
  • Birthday 03/23/1981

Personal Information

  • Sexo
    Masculino / Male
  • Location
    Biguaçu sc
  • Personal text
    Following the White Rabbit!

Recent Profile Visitors

8,594 profile views
  1. @iohann_palm Não sou eu quem vai te impedir, mas não julgo aconselhável faze-lo, as memórias normalmente trabalham mais frias que o processador gráfico, colocá-las em contato direto com o dissipador faria com que o calor proveniente do processador gráfico chegaste nelas, se estiveres overclockando a placa aí pode sim fazer sentido melhorar a dissipação térmica, neste caso seria necessário melhorar o projeto de dissipação térmica original de forma a manter a temperatura bem mais baixa do que o normal utilizando por exemplo um watercooler. @Daniel o problema de não conseguir editar os textos voltou, se puderes averiguar quando tiveres tempo eu agradeço.
  2. @ISMAEL VALENTE Tens como disponibilizar o esquema? Se sim ficará mais fácil qualquer um que entende de eletrônica tentar ajudar, caso contrário só alguém que por milagre tenha um exatamente igual, no qual já tenha dado o mesmo defeito, talvez poderá ajudar.
  3. @William_R Também pensei inicialmente em modificar o shunt, mas analisando acabei achando que a corrente ia ficar com um limite mínimo maior do que tinha anteriormente apesar de alcançar um limite máximo maior, se der pra fazer só isso é muito mais fácil mesmo.
  4. Acredito que seja baseada no LM723 segundo esquemas similares que podem ser baixados no acervo da comunidade. Pelo que entendi da análise que fiz do esquema genérico que encontrei, utilizaram o esquema clássico de regulador positivo disponível no datasheet do componente e fizeram o controle de corrente externamente, através do pino 13. Acredito que a corrente máxima é definida pelo divisor resistivo ligado ao transistor S8050, provavelmente diminuir o valor do resistor que está diretamente ligado na base dele produzira o efeito desejado, ou aumentar o resistor que está em paralelo com o potenciômetro de ajuste de corrente. Isso se o esquema que analisei é realmente o correto, não conheço a fonte por dentro e não saberia dizer se bate com o esquema... No vídeo que postaste deu pra ver que substituíste a saída principal do trafo por uma fonte de notebook então provavelmente os filtros internos dela serão suficientes pra aguentar o tranco, no entanto a dica do @William_R é a mais acertada, migrar para uma fonte de maior corrente faz mais sentido nos dias de hoje. Principalmente, levando em consideração o preço das dps3012, que só precisam receber alimentação adequada (transformador com ponte e retificador, ou fonte chaveada), para fornecerem até 360W de potência (30V x 12A) corrente e tensões ajustáveis digitalmente pelo painel de controle, são extremamente precisas e tem baixíssimo ruído na saída, o que as torna ideais para qualquer uso em bancada.
  5. @Krizar Capacitores são armas ueauheauhaeuhae, certa vez bem no início da carreira, consertando uma placa mãe da ASUS removi todos os capacitores para repor por novos, não atentei ao fato de que todas as marcações de capacitores nas placas de PC da marca vem ao contrário (o lado com a meia lua pintada indica o positivo do capacitor) um dos foguetinhos me acertou bem no meio da testa... Ganhei um bindi natural que durou vários dias...
  6. @Rods @master7 Sem querer me intrometer, mas já o fazendo, o pad corroído ali parece um test point, desnecessário portanto refazer, sendo assim bastaria conectar a trilha rompida na VIA que está logo depois dele.
  7. @Krizar O único problema que vi aí é C1, pois ele vai acabar fazendo com que a tensão que chega em pr1 seja aproximadamente 211V, e seu divisor resistivo está configurado para no máximo 185V (supondo que o ADC utilizado aceite até 5V). Um capacitor de 0.1uf ou preferencialmente algo ainda menor poderia ser utilizado no ponto de medição apenas para assegurar uma tensão bem definida para a leitura, isso depois de conectar o divisor resistivo a um buffer ou a um amplificador (neste caso daria pra configurar um ganho apropriado para compensar a queda gerada pelos dois diodos na entrada, se usar um buffer teria que tratar os resultados via software) para impedir que o capacitor, e que a própria corrente utilizada para fazer a medição, influenciem nos valores lidos. Não sei se é possível obter 1% de precisão com os ADCs embutidos nestes chips de placa protótipo para uma tensão máxima tão alta, teria que avaliar os datasheets e fazer os cálculos. Algo como isto na figura abaixo.
  8. @luiztessadri Tem várias diferenças no código, e eu até encerrei o projeto em vista da falta de interesse da comunidade, sinceramente mexi em tanta coisa que nem me lembro mais, infelizmente não fiz qualquer tipo de anotações sobre as modificações, que poderia se tivesse feito, compartilhar, a melhor forma de obter suporte atualmente é solicitar a inclusão dos outros valores obtidos diretamente ao pessoal do flashrom imagino. Se não tens créditos para efetuar downloads há duas opções, participar ativamente ajudando os colegas em seus tópicos para angariar ou adquirir uma conta VIP. Eu só disponibilizo meu conteúdo aqui na comunidade EletrônicaBR. Eu até posso no futuro voltar a mexer nesta versão do flashrom desde que alguém providencie os códigos de ambos chips que estão ausentes KB9010 e KB9016, mas atualmente não disponho nem do tempo nem da saúde necessária. Não é difícil arrecadar créditos participando, basta ter boa vontade e uma meia hora pra ajudar alguém em um tópico sobre algum assunto que tenhas conhecimento, esta comunidade exige um pouquinho em troca por aquilo que precisamos e isso afasta um pouco pessoas que só pensam em si e nas suas próprias necessidades, mas participando ativamente vais ver que é muito fácil arrecadar créditos.
  9. @Paulo H Chagas Esse não tenho em estoque, não sei se existe de fato, como mencionado acima no tópico a informação de que o CI tinha marcação L3525 veio de outra pessoa em outro tópico, se precisas substituir no entanto um L3523 o TPS22966 que encontras fácil no Brasil servirá sem problemas, eu normalmente não vendo componentes e atualmente estou com um problema de saúde que me impediria de fazer o envio.
  10. @H3710 Nada de especial meu caro, pra falar a verdade não fiquei muito fã da câmera que veio no kit ela não grava áudio(mas captura uma quantidade absurda de chiados), e não tem RTC e sendo assim as fotos ficam sem data o que me incomoda absurdamente, já do microscópio não dá pra reclamar tem amplificação de 3.5x a 95X o suporte da câmera que vai nele poderia ser de melhor qualidade bem como a câmera, mas resolve meus problemas todos na bancada. Neste tópico abaixo tem umas fotos que mostram a câmera e o trinocular que adquiri já faz um bom tempo, que é algo similar a este do link: https://pt.aliexpress.com/item/32921562065.html?spm=a2g0o.productlist.0.0.4a0570f79DQGT3&algo_pvid=fb269d39-2265-4602-9149-a766c090093e&algo_expid=fb269d39-2265-4602-9149-a766c090093e-11&btsid=0bb0623916065409876268966e05fd&ws_ab_test=searchweb0_0,searchweb201602_,searchweb201603_ O detalhe diferenciado na minha configuração é o suporte de monitor ELG a gás, adaptado provisoriamente com um pedaço de MDF (será uma peça de alumínio na versão final) para sustentar o microscópio, com ele consigo trabalhar em qualquer altura e angulo que desejar (facilita a inspeção de peças maiores e em outras posições que não esticadas sobre a bancada), a ideia é fixar na parede no final da reforma que por sinal está se arrastando muito mais que o desejado, fixado na parede resolverá o único problema que tenho com ele fixado na bancada, que é a imagem ficar balançando em virtude do trafego na BR ao lado, principalmente por estarmos no segundo andar.
  11. @Well7487 Estas falando sobre qual componente?
  12. Tirei um tempo pra fazer a modificação, o meu tem hardware versão 1.18, e ficou assim: Não dispunha de um cabo blindado ideal, então fiz um, utilizei a blindagem e o fio central de um cabo hdmi, pra fazer a malha utilizei fios de fonte de pc, e pra recobrir tudo um termorretrátil. Como da pra ver nas imagens eu recobri a região onde iria fazer as soldas com fita kapton e optei por soldar um fio no terra do U1 e puxá-lo até até a malha, inclusive quem for fazer a adaptação também sugiro que faça isso primeiro, de outra forma vai ser um pouco mais sofrido executar a modificação. Quando aparecer um eMMC por aqui eu faço o teste de velocidade e complemento a postagem.
  13. Antes de ter um microscópio, e de conhecer essa técnica que quem me apresentou dias atrás foi o @edsonninja a melhor maneira que eu conhecia para reparar pads e trilhas em placas, era remover as trilhas e ou pads de uma outra placa doadora usando objeto afiado e então inserir esta trilha e ou pad na placa a ser consertada utilizando algum tipo de cola instantânea, e nos casos onde a soldagem de novo componente sobre o reparo era feita com o ferro de solda obtive sucesso muitas vezes desta forma no passado. Tenho visto por aí vários vídeos mostrando a técnica do fio enroladinho pra fazer o pad, usando mascara de solda UV para fixar e dar acabamento, e embora não me tenha aparecido uma placa que necessitasse deste tipo de reparo nos últimos tempos, afim de praticar e estar pronto para eventualmente executar quando necessário for, eu repliquei está técnica com sucesso, acredito que funcionaria muito bem pra uso prático. Confesso que achei difícil e demorado, mas como qualquer coisa que se pratique com afinco, é algo que se pode aperfeiçoar tanto em qualidade quanto em velocidade, esta é uma técnica que traz sim um bom resultado, os que obtive podem ser vistos nas figuras 1 a 4 abaixo. Figuras 1 e 2. Figuras 3 e 4. Mostrando os resultados obtidos acima o Ninja sugeriu tentar essa outra técnica abaixo e pediu pra depois contar a ele os resultados e embora já o tenha feito estou compartilhando com vocês pois achei fantástica e muito mais fácil de executar do que esta do fio enroladinho. Figura 5 Para obter essas trilhas e pads redondos que podem ser visto na imagem acima, não tem mistério nenhum, para fazer este enorme no lado esquerdo da foto (que mede 3.5mm por 3.5mm aproximadamente) foi necessário utilizar um maçarico médio, mas para fazer o bem pequeno mais no centro da imagem tudo que se precisa é de um isqueiro comum, a esfera de solda que foi utilizada para comparação de tamanhos é uma 0.5. Basta pegar um fio de cobre fino e colocar a ponta dele na chama do isqueiro durante algum pouco tempo pra que se forme uma bolinha de cobre na ponta do fio, feita a bolinha de cobre na ponta do fio, macetas com um martelo contra algo duro, e pronto... Tens um pad redondinho na ponta de uma trilha achatada. Dependendo da quantidade de curvas necessárias na trilha pra ligar o novo pad ao local de origem pode ser interessante posicionar a bolinha de cobre sobre o local correto onde o novo pad vai ficar na placa, e moldar o fio no formato adequado do contorno da antiga trilha pra só então prensar ou macetar a trilha já no formato certo. Estes da Figura 5 acima, e da Figura 6 abaixo foram feitos sem qualquer critério, apenas para ilustrar a técnica utilizando diversas bitolas de fio, por isso não me preocupei de fazer qualquer tipo de acabamento. Figura 6 As primeiras vezes que tentei executar está técnica eu obtive alguns problemas, e o problema era a qualidade dos fios supostamente de cobre que eu estava utilizando, ao aplicar calor a bolinha se formava na ponta do fio mas ao prensar ou macetar ela esfarelava totalmente, então deixo aqui algumas sugestões de fios de cobre que encontrei com boa qualidade para a execução deste tipo de trabalho: 01 - Fio da bobina de relé (daqueles mais comuns utilizados em no-breaks). 02 - Filamentos de fio de cabos Rj11 de telefonia. 03 - Filamentos de malha dessoldadora ( dica do ninja ). 04 - Fios esmaltados para bobinamento de motores e transformadores no geral (cuidado pra não usar os de alumínio) 05 - Filamentos de fios flexíveis utilizados comumente para extensões elétricas funcionam bem também, no entanto os resultados que obtive foram melhores utilizando fios esmaltados do que aqueles obtidos com fios de cobre puro sem isolamento. Depois que se pega a manha da coisa leva-se segundos para confeccionar um pad com trilha e uns poucos minutos para soldar a nova trilha no local de origem e dar acabamento com a mascara de solda UV. As vantagens que vi neste método de trabalho são as seguintes: 01 - É muito mais rápido e fácil (depois que se pega a manha). 02 - Não exige tanta destreza. 03 - O acabamento ao final do serviço fica melhor e mais rente da placa, e dependendo de como for feito nem será possível distinguir de um pad original, para obter este resultado extremo de qualidade teria que raspar parcialmente a placa criando sulcos para encaixar o novo pad e a nova trilha em todo o percurso até o ponto onde será soldada na origem pois, pelo menos no meu caso eles ficaram pouco mais espessos que os originais (ainda assim muito menos espessos que o fio enroladinho ficaria), e utilizar para acabamento mascara de solda da mesma cor que vem originalmente na placa, nesta técnica para acabamento absolutamente perfeito talvez a mascara de solda convencional seja seja mais adequada visto que abaixo do cobre do pad e da nova trilha não será possível aplicar UV. Resumindo, recuperar pads desta maneira proposta pelo Ninja é mamão com açúcar, piece of cake, como diriam os gringos. Boa sorte na execução, e pratiquem em placas próprias de sucata antes de fazer em placas de clientes.

SOBRE O ELETRÔNICABR

EletrônicaBR é o melhor fórum técnico online, temos o maior e mais atualizado acervo de Esquemas, Bios e Firmwares da internet. Através de nosso sistema de créditos, usuários participativos têm acesso totalmente gratuito. Os melhores técnicos do mundo estão aqui!
Técnico sem o EletrônicaBR não é um técnico completo! Leia Mais...
×
×
  • Create New...