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  1. One Click Firewall Visualizar Arquivo Bloqueie qualquer aplicativo de acessar a Internet com um clique no Windows 10, Windows 8 e Windows 7 Um pequeno aplicativo que permite bloquear qualquer aplicativo de acessar a Internet. Isso é feito com apenas um clique e usa o Firewall do Windows embutido para bloquear ou permitir. O OneClickFirewall é um pequeno programa que integra ao menu de contexto do Explorer. Tudo o que você precisa fazer é clicar com o botão direito do mouse no aplicativo que deseja bloquear e selecionar "Bloquear acesso à Internet". Mais informações no site do fabricante http://winaero.com Uploader Kleber Mart Enviado 17-06-2020 Categoria Windows  
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    Bloqueie qualquer aplicativo de acessar a Internet com um clique no Windows 10, Windows 8 e Windows 7 Um pequeno aplicativo que permite bloquear qualquer aplicativo de acessar a Internet. Isso é feito com apenas um clique e usa o Firewall do Windows embutido para bloquear ou permitir. O OneClickFirewall é um pequeno programa que integra ao menu de contexto do Explorer. Tudo o que você precisa fazer é clicar com o botão direito do mouse no aplicativo que deseja bloquear e selecionar "Bloquear acesso à Internet". Mais informações no site do fabricante http://winaero.com
  3. é uma dica extremamente simples, mas para quem não domina esquemas ou não tem ele fica chato essa placa mãe tem um botão chamado SW1 que se a borracha que esta colada na carcaça cair e ao fechar o note esse botão não for pressionado, o note não vai liberar as tensões da bateria. então cuidem essa borracha que vai na base colada em baixo do teclado, pois se ela estiver deslocada ou tenha soltado irá causar esse problema
  4. Olá amigos, quero deixar a dica para vocês de como atualizar as TV's North Tech. 1- Entrar no site https://north-tech.us 2- Na barra de pesquisa (search), coloquem o modelo da TV; 3- Rolando a página para baixo vocês vão encontrar o arquivo de atualização para download; 4- Colocar o arquivo baixado .img no pendrive; 5- Com a tv ligada, Inserir o Pendrive com o arquivo de atualização no USB da TV; 6- Entrar no modo de serviço da tv (MENU+1147) 7- Selecionar a opção USB Upgrade e irá se reiniciar atualizando o software; 8- Depois de finalizado, ela ira ligar sozinha e poderá retirar o pendrive.
  5. IMPORTANTE Este artigo é obra de 2informaticos um colega espanhol que gentilmente montou este material e publicou para a comunidade técnica no forum reballing.es como pode ser visto em: http://www.reballing.es/viewtopic.php?f=22&t=7647 Eu apenas realizei uma traducao rápida para que os colegas de lingua portuguesa possam aproveitar este ótimo trabalho. Estimados companheiros, hoje vamos falar um pouco sobre as placas de diagnostico que sao utilizadas para nos mostras em qual ponto da sequencia de start a placa se encontra. Para comecar, deixemos os correspondentes créditos para as paginas que serviram como fonte de consulta. http://www.postcodemaster.com/ http://en.wikipedia.org/wiki/Low_Pin_Count http://www.alegsa.com.ar/Dic/lpc.php http://www.intel.com/support/motherboar ... 025434.htm http://bbright.tripod.com/information/postcard.htm http://en.wikipedia.org/wiki/Power-on_self-test http://www.techrepublic.com/article/use ... re/1056465 Pelo que tenho visto, este assunto se encontra algo submergido na escuridao. Na internet tem muita informacao sobre o assunto, mas que nao se concentra em explicar o funcionamento e utilizacao das mesmas. Por isso escrevi esta coletanea, tentando "desmitificar" um pouco o assunto. Aqueles que leiam poderao dizer se obtive exitos ou nao..... Toda vez que ligamos um computador, a ROM BIOS executa um teste de diagnostico para os componentes de hardware do sistema, é o denominado Power On Self Test (POST). Ao inicializar, a placa segue uma sequencia de etapas (escrita na BIOS), verificando e inicializando cada componente do hardware. Antes de comecar cada etapa, a BIOS envia 2 digitos que identificam a etapa, para uma porta I/O, habitualmente é a porta 80H, mas algumas maquinas da Compaq utilizavam o 84H. Este codigo se conhece como POST Code (código POST). Se a BIOS detecta um problema, ela para nessa etapa e o ultimo codigo apresentado nos indica em qual ponto foi detida a execucao do POST. Interpretando corretamente o respectivo codigo, podemos investigar qual é o componente que apresenta uma falha. Para ler esta informacao da porta IO 80H, precisamos de uma placa destinada a esta funcao. Esta porta pode ser acessada pelo BUS ISA, PCI, mini PCI, LPC..... Cuando a placa detecta o codigo 80H enviado pelas linhas de "ADDRESS", ela lê imediatamente os 2 digitos que vao aparecer nas linhas de "DATA" Para maquinas de escritorio (desktop) sao utilizadas placas PCI ou ISA nas maquinas mais antigas. Se uma plaaca mae utiliza ambos slots, é recomendavel utilizar o slot ISA considerando que este inicializa antes do PCI. Nos notebooks, sao utilizados os slots mini PCI ou LPC. Algumas placas possuem um conector especial, dedicado exclusivamente para a porta IO 80H, aonde estariam diretamente disponiveis os codigos POST, sem a necessidade de decodificar as linhas de "ADDRESS". Lembrem-se que o BUS LPC (Low Pin Count) comunica o super IO (também conhecido como Embedded Controller ou KBC) com a ponte sul, que controla o BUS PCI e ISA nas placas mais antigas. Devo mencionar que ha tempos, o CI da BIOS já nao se conecta ao bus LPC, ao inves disso, ele vai conectado diretamente ao super IO por meio do protocolo SPI, ou FWH. Os chipsets mais novos levam um CI de BIOS por separado (com informacoes especificas), que nao tem nada em comum com o super IO. No entanto, o IO continua tendo a sua BIOS dedicada para poder dar o start na maquina (assunto ao que se refere este documento). Algumas maquinas mais novas (plataformas Icore) também costumam compartilhar o mesmo CI da BIOS entre KBC e PCH. O bus LPC esta constituido por 7 sinais de maior importacia (obrigatorias), 4 linhas bidirecionais para transferencia de dados, LAD0-3 e 3 sinais de controle, FRAME#, CLK e RST#. Outros 6 sinais de menor importancia (opcionais) estão definidas para interrupcoes, acesso direto à memoria, etc. Os primeiros 7 sinais sao os que interessam no nosso caso. Principalmente, este documento faz referencia às placas de notebook. Nas placas antigas, dotadas de um slot mini PCI, todas as placas POST interceptam o codigo vinculado pelo BUS PCI e o exibem de maneira correta. Como muitos de voces já repararam, o grande problema destas placas de teste é que nao sempre elas funcionam quando sao colocadas no slot mini PCI-Express. Isto se deve ao fato dos codigos BIOS nao circularem pelo BUS PCI-E. Lembrem-se de que as conexoes PCI-E realizam;se diretamente entre 2 dispositivos, sem que outro tenha acesso ao mesmo BUS. No nosso caso, um dos dispositivos seria a ponte sul (ou PCH - FCH) e o outro seria representado pela palca wireless, que tem um slot disponivel na placa mae. Motivo pelo qual, entre os dois dispositivos nao ha necessidade de transferir codigos BIOS. Para solucionar este problema o slot mini PCI-Express conta com uns pins reservados para as conexoes do BUS LPC. Em uma placa de notebook, nao devemos confundir o BUS LPC com o slot mini PCI-Express. O grande problema é que os fabricantes nao chegaram num acordo para respeitar um padrao de geral de comunicacao LPC neste slot (uma pena). Em algumas placas temos alguns sinais LPC e em outros nao estao disponiveis, ou estao ligadas em pins diferentes..... Por outro lado, alguns fabricantes designaram conectores especiais para poder ler os codigos POST BIOS. Asus monta na sua placa um conector destinado à conexao ELPC. Trata-se habitualmente de um conector para um cabo flat que nao serve em todas as placas de diagnostico. As que dispoem deste conector custam um pouco mais caras. Pode se apreciar que esta placa possui inclusive uma porta I2C para comunicacao com baterias. O pior é que em muitos casos, as placas da Asus levam os pads do citado conector, mas sem o conector que o conector em si esteja soldado na placa. Isto pode ser solucionado soldando para testes, um conector compativel. Algumas placas da Acer também levam os pads para um conector *Golden Finger Debug Board", e quase nunca se encontra soldado na placa. AO menos fica mais facil de soldas os cabos LPC da placa de diagnostico. Me refiro ao conector DB1 da placa Winstron jv50-MV por exemplo. Outras placas, como a Compal LA-6221P, contam com um conector de 4 pins especifico para a porta 80H, que vem diretamente do super IO. Chama-se "EC DEBUG PORT" Para que um slot mini PCI-E respeitasse o padrao correspondente e a placa de diagnostico funcinasse, as conexoes correspondentes ao bus LPC seriam as seguintes: LFRAME# 8 LAD3 10 LAD2 12 LAD1 14 LAD0 16 RST# 17 CLK 19 Em algumas placas (DV2000, Aspire 5741, Asus, etc) nao encontramos nenhum sinal LPC no slot mini PCI-E. Devemos entao ligar fios entre a placa de diagnostico e as linhas de LPC correspondentes na placa mae. Uma placa Winstron Pamirs leva uns pads dedicados para este propósito, G46-49 y G77-79. Para dv2000 Wistron Akita, seriam G49-52 y G75-77. Bom, se ya conseguimos de alguma forma ler os codigos BIOS, precisamos "desencripta-los". Como existem vários fabricantes de BIOS, é de se imaginar que para variar...eles nao definiram um padrao. Em um dos links mencionados no inicio do tópico vao encontrar quase todos os codigos BIOS, guardem essa web nos favoritos do navegador. Tempos atras encontrei um ótimo manual de uma placa de diagnostico. Entre outras coisas, explca todos os codigos BIOS, com referencia a cada fabricante, melhor impossível. http://www.4shared.com/rar/Q4Ptn4ot/POST_BIOS_card_tester.html Este ducumento esta perdido no meu computador ha quase um ano. Naquela epoca nao havia informacao sobre os codigos POST da insyde e nao faço ideia se atualmente ha algo sobre o assunto na net. Ao fim das contas, pode ser algo tedioso obter algum proveito dos codigos POST BIOS. Os codigos mugam rápido no display, poelo menos na hora de ligar a placa. A ideia é capturar os ultimos 2 ou 3 códigos que aparecem antes da placa travar. Depois temos que procurar pela net, para ver se alguem deixou alguma pista que possa nos ajudar. Também serve para perguntar nos fóruns, vai saber.... Uma vez trabalhando numa Winstron Pamirs, pude capturar a sequencia dos 3 utimos códigos, “2A -> 38 -> DA”. Sendo uma maquina DV2570ES, con BIOS Phoenix, o código "DA" se traduz como "extended Block Move" Isso nao parece ajudar muito, mas postando num fórum especializado, um colega com muita experiencia me disse que as placas que paravam na sequencia “38 -> DA”, ele havia conseguido consertar trocando o chip gráfico por um novo. Segui o conselho dele e consegui consertar a minha palca também. Outras placas con BIOS Phoenix ficavam travadas em “2C”, o “2E” , traduzidas como "RAM FAILURE" . Tratava-se de um modulo de memoria com defeito. Lembro de uma placa Acer Travelmate 4000 (com slot mini PCI) que indicava um código "2E" quando sem querer acabei colocando um modulo de RAM com defeito. Na internet encontram-se a venda vários modelos de placas de diagnostivo. Aconselho a descartar as que sao recomendadas por levar codigo Qiguan por ser uma merda que nao ajuda em absolutamente nada, vai acabar nos cegando mais ainda. Também nao servem de nada as "lindas" telas de LCD que outras possuem. Somente os 2 digitos do clássico POST devem ser interpretados da maneira que cito logo acima. Se depois de ler tudo isto alguns vao saber aproveitar melhor estas placas, considerarei que nao perdi meu tempo escrevendo. FIM DA TRADUCAO Consideracoes finais por Infosquad Como pode ser visto no tópico, estas placas de diagnostico sao utilizadas para obter informacoes que circulam pelo BUS LPC, para que uma placa de diagnostico funcione, nao importa aonde ela for plugada, voce vai precisar: Que o Slot tenha acesso aos sinais LAD0 1, 2, 3, FRAME# e RST# Que estes pins realmente estejam funcionais nesse slot (verificar com osciloscopio) Capturar os ultimos digitos da sequencia de start antes da maquina travar Identificar o fabricante da sua BIOS Encontrar a correta identificacao para os seus codigos POST Encontrar sentido em resultados que podem ser traduzidos simplesmente como "extended Block Move" Para nao depender de slots mini PCI-E e ter 100% de certeza de capturar o codigo correto voce pode seguir o tutorial do nosso mestre @vlad https://eletronicabr.com/forums/topic/18609-utilização-da-placa-diagnóstico-post-gtgtupdate-27122013ltlt Se você leu o tópico inteiro, agora você sabe como funciona uma placa POST e porque NENHUMA DELAS serve em praticamente nenhum notebook atual. Salvo realizando as conexoes que foram previamente explicadas. Se quer ir além, estude a fundo este tópico e o do vlad e assim certamente aprederá mais um pouco da arquitetura de uma placa de notebook. Espero que tenham gostado
  6. Tópico principal [[Clique Aqui]] Neste video vamos comecar a ver como o CI regulador de PWM funciona, vamos estudar a sua alimentacao, habilitacao e processo de inicializacao das suas diversas fontes. Vamos dar uma revisao básica sobre os componentes que compoem uma fonte chaveada e alguns detalhes importantes que devemos ter em mente. O Treinamento estará em constante atualizacao e nao tem um fim determinado, esperamos as suas opinioes, sugestoes e até mesmo as suas correcoes em caso de que algum ponto nao tenha sido detalhado de maneira clara e compreensiva. Com a sua colaboracao saberemos como continuar com este projeto que esperemos que possa vir a ajudar muita gente. Notas: Detalhes sobre a ativacao das fontes S5 de alta potencia
  7. Boa tarde pessoal, Peguei esse note que estava com windows 7, cliente comprou com nós o Windows 10 original, fiz a formatação normalmente quando vai entrar na área de trabalho a tela fica preto, coloco vídeo externo da imagem, fui atualizar a bios trava a maquina, coloquei um outro hd com windows 7 pra atualizar a bios trava a maquina tbm, liguei no 0800 da dell os caras falaram que só trocando a placa mãe e que essa maquina não suporta windows 10, então procurei aqui no fórum a bios versão A11 não encontrei (a que tem aqui aqui é a A07), dei uma garimpada na net achei o arquivo .bin da versão A11 regravei a bios e pronto deu vídeo com windows 10, então to disponibilizando a bios aqui no site e deixando a dica pra quem encontrar o mesmo problema. valeu pessoal espero ter ajudado. Link da Bios: https://eletronicabr.com/index.php?action=dldir;sa=details;lid=20352
  8. Estava com problema num Sony SVE151J11X (placa-mãe Quanta HK5 DA0HK5MB6F0) que não ligava nada (não startava quando pressionava o power) depois de todos testes básicos, regravação da BIOS, rebaling do chipset e até mesmo troca do super I/O, desconfiei que o chipset estava com defeito. Originalmente ele usa um SLJ8E, mas eu não tinha nenhum igual a esse a mão, eu tinha na mão um SLJ8C, pesquisei e não encontrei nada falando sobre compatibilidade entre eles, na verdade em alguns sites russos tinha alguém falando sobre isso mas a tradução do Google é sofrível, não dava pra entender se tinha dado certo o não. Resolvi arriscar, e deu certo, voltou a startar e já subiu vídeo na hora e iniciou o Windows normalmente, até que pude testar não encontrei nada de anormal, se eu achar alguma problema nessa adaptação eu posto aqui depois. Bom, fica aí a dica pra quem precisar troca um chipset desses, abraços.
  9. Esse televisor, normalmente contem problemas de software, que apos atualização são sanados, porem se ela liga com o logo da Philco e logo desliga, isso eh outro problema. A resolução do problema é simples, na fonte substitua os capacitores a linha de 12V, sao 3. Os capacitores sao de 1000uf 25v. Feito isso verificara que ira estabilizar e funcionar, pois os capacitores estao com baixa capacitancia. Espero ter ajudado.
  10. Colegas, Este notebook chegou aqui piscando o led ao conectar a fonte e não ligava. Acreditei até que fosse problema no arquivo da bios. Então abrir o notebook e localizei a Bios >> UC10 , para testar as tensões em seus pinos e logo encontrei um sinal do problema. O pino 8 da bios que deveria ser alimentado por +1.8VALW estava somente com 0,76 v. Fui buscar no esquema onde esta tensão é gerada e cheguei a PU601 e testando as tensões não encontrei +5VALW no pino 6, por isto não gerava +1.8VALW nos pinos 3 e 4, então fui atrás desta tensão +5VALW gerada pela PU302 Está placa tem circuitos separados para geração de +3.3VALW // +5VALW. Testei a linha após a PL302 estava em curto. Removi o jumper de solda após a bobina PL302 e o curto era mesmo na linha da bobina . Alimentei a PL302 com 1.5 v e 2000 mA e o capacitor PC324 aqueceu rápido. Aproveitei e troquei logo os 4 capacitores e a placa voltou a funcionar normal com +1.8VALW no pino 8 da bios. Fica então esta dica para este notebook piscando o Led e sem ligar. Se ajudou, manda
  11. Bom dia a todos, segue uma dica que estou encontrando por aqui. Quando chegar uma placa desse modelo ou similar, da uma verificado primeiro nos mosfets, se estiver tudo ok, mede bios, se ficar na dúvida de bios inverte elas ou regrava com esse arquivo que vou deixar aqui, se ainda assim não funcionar pode ir direto no Chipset da AMD, tenho pegado praticamente todos com defeito, é só fazer reball. Se ficar na dúvida dele, faz um ME ou da uma leve pressionada nele e tenta ligar. Abraços a todos e bons trabalhos. Link da bios Rev 5.0
  12. https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-907711580-medidor-de-esr-mede-a-esr-de-um-capacitor-no-circuito-_JM#reco_item_pos=0&reco_backend=machinalis-seller-items&reco_backend_type=low_level&reco_client=vip-seller_items-above&reco_id=416deb09-8a74-4841-8c67-3fea7f5f4c48
  13. para notebooks que tenham pouca memória e o chrome chega dar uma travada no pc por consumir boa parte dela esse programa irá ajudar muito na diminuição desse consumo
  14. esse programa ajuda em muitos casos que o drive é realtek que ao formatar apareceu um ruido ou chiado parece ser problema nos auto falantes, mas pode ser apenas problema de driver errado. E além disso esse programa pode ajudar em computadores que tem o som mais baixo, ele da um UP no áudio. abaixo os links para windows 32 bits e 64bits
  15. IO PROGRAMÁVEL E NÃO PROGRAMÁVEL (CONTROLADOR DE ENTRADA / SAÍDA) CHIPS PROGRAMÁVEIS ENE kb9010 programável 128kb ENE kb9012 programável 128kb ENE kb9016 programável 128kb ENE kb9018 programável 128kb ENE kb9022 programável 128kb ENE kb9028qc programável 128kb ITE IT8380E programável 192kb ITE IT8380VG programável 192kb ITE it8386 programável ITE it8522 programável ITE it8585e programável ITE it8586e programável ITE IT8586VG Programável 128kb ITE it8587e programável ITE it8589 programável ITE it8886H programável ITE it8886he programável ITE it8985e programável ITE it8987e programável ITE IT8995E programável 128kb nuvoton npce288na0dx programável nuvoton npce388na0dx programável MEC1404-NU 128-VTQFP programável 128 kB MEC1404-SZ 144-WFBGA programável 128 kB MEC1406-NU 128-VTQFP programável 160 kB MEC1406-SZ 144-WFBGA programável 160 kB MEC1408-NU 128-VTQFP programável 192 kB MEC1408-SZ 144- WFBGA programável 192 kB MEC1414-NU 128-VTQFP programável 128 kB MEC1414-SZ 144-WFBGA programável 128 kB MEC1416-NU 128-VTQFP programável 160 kB MEC1416-SZ 144-WFBGA programável 160 kB MEC1418-NU 128-VTQFP programável 192 kB MEC1418 -SZ 144-WFBGA programável 192 kB SMSC MEC5045 programável SMSC MEC5055 programável SMSC MEC5075 programável SMSC MEC5085 programável 288kb SMSC MEC1609 programável SMSC MEC1609i programável SMSC MEC1633L programável 192kb CHIPS NÃO PROGRAMÁVEIS ITE IT8517 não programável ITE IT8518 não programável ITE IT8528E não programável ITE IT8572 não programável ENE kb910 não programável ENE KB926QF C0 não programável ENE kb3926qf não programável ENE kb930QP A1 não programável ENE kb3930qf / b1 não programável SMSC kbc1126-nu não programável SMSC MEC1322-NU não programável nuvoton NPCE985PA0DX não programável nuvoton NPCE285ua0dx não programável
  16. Mesmo depois da troca da bateria continua não recarregando, então é hora de partir para uma análise mais detalhada da placa. Aula que complementa a análise do pwm de charger.
  17. Prezados, Com a dificuldade de esquema relativo ao Samsung NP370E4K, busquei colaborar com o site (haja vista que também já recebi ajuda). Estou com a placa em mãos, em perfeito estado de funcionamento, buscando sinalizar as tensões dos setores para que, possa ajudar alguém no futuro. Cada terminal, tem um seta correspondente sinalizando a tensão apresentada. Na 2ª imagem, os valores apresentados no TPS51225. Vale ressaltar que isso é com intuito de ajudar os colegas, auxiliar as medições. Não deve ser usado como único parâmetro de medição. Em anexo:
  18. Estou com esse Xbox 360 slim, placa Trinity. Ele nao ligava e nem dava sinal de vida. Troquei o regulador de 3.3v e ele voltou a funcionar. Agora depois de 2 dias de teste ele começou a abrir a bandeja do cd toda vez que eu ligo. Retirei a parte frontal da carcaça o sensor frontal RF e o drive de cd. Mesmo assim o problema persiste. Alguém já passou por esse problema ? Desde já agradeço.
  19. Defeito: Televisor Philips 32PFL4017G/78 liga normalmente e trava todas as funções tanto no controle remoto quanto no painel dos botões do televisor! Solução: Atualização de Firmware. Disponibilizei o firmware no download, é só descompactar e colocar na raiz de um pendrive formatado como FAT32. Insira o pendrive na porta USB do televisor e ligue a tomada na rede elétrica. Aguarde a atualização finalizar e reinicialize o televisor para as configurações de fábrica. Atenção: Não renomear o arquivo!
  20. COMO TESTAR, ANALISAR E ENCONTRAR DEFEITOS NA PONTE NORTE (MCH) (SÉRIE 4) INTRODUÇÃO O intuito deste material é auxiliar no diagnóstico de falhas que podem ocorrer com o chipset norte de um notebook. Além disso, por meio das análises e testes, podemos entender o funcionamento dos blocos dos quais são pertinentes ao chipset norte. O importante, a saber, é que como cada peça não é auto eficiente, ou seja, necessita de algum fator externo, seja ele automático ou manual, haverá sempre um dado momento em que será necessário informar tais pontos para que o estudo em questão faça sentido. Ao entender cada bloco de funcionamento deste chipset em que serão elaborados os estudos a seguir, poderá contribuir para qualquer outro modelo, desde que haja similaridade entre as gerações. A cada versão ou implementação, haverá algo a somar, mas que não irá interferir na análise quando o princípio de funcionamento permanece o mesmo. Tendo em vista que as famílias de chipset da Intel são projetadas conforme seus processadores, fica evidente que a relação entre as modificações se comparados com a AMD, por exemplo, difere-se no mais notável quesito, a sua nomenclatura. Por mais que um chipset detenha de uma tecnologia diferente na teoria, não quer dizer que na prática seja algo tão diferente. Podemos perceber isto claramente pela concorrência entre as duas patentes, mas que ao usuário final tais diferenças só serão notadas em aspectos bem restritos de teste. Isto também é fatídico ao usuário que pretende conhecer o seu funcionamento, isto é, aquele que realiza testes e análises, onde o princípio da teoria como já dito diferencia-se à sua nomenclatura. É claro que é preciso notar que haverá algum sinal ou dispositivo que realiza alguma função específica, como virtualização que nos modelos Intel funciona de uma forma e na AMD de outra, mas isto não interferirá na análise teórica sabendo que cada fabricante utiliza meios diferentes para se chegar um fim comum. A diversificação de chipsets às vezes torna a análise um tanto individual, se notar que o processo de funcionamento é sempre o mesmo, não ficará difícil entender e descobrir falhas ou encontrar pontos importantes que são cruciais para pesquisa de outros defeitos que como já dito, um chipset sozinho não é nada, precisa trabalhar em conjunto com sinais, tensões, resets e clocks para que haja uma interação coerente e funcione, assim como é para qualquer ramo da eletrônica e talvez para qualquer atividade non-eletrônica. A última consideração a expor e que não menos importante, é ter em mente que certas etapas necessitam de testes mais avançados e por este fato, podem deixar de serem explicadas da forma convencional. Certos sinais só são acreditados seguindo pelo que determina o fabricante, pois não podemos mensurar ou por motivos de inacessibilidade ou mesmo por haver necessidade de um equipamento exclusivo que faça uma medição real. PARTE I – BLOCOS EXTERNOS Começamos por expor o diagrama em blocos de um esquema resumido de funcionamento do sistema de notebook. Ao visualizar a imagem, fica fácil notar pontos importantes dos quais o chipset norte é responsável e o mais importante é saber dos quais ele é dependente. Notamos pelo diagrama que o chipset norte sempre aparece entre processador e ponte sul, isto porque há dois sinais produzidos de suma importância, o FSB e o DMI. O FSB (Front Side Bus) é a comunicação direta entre processador e ponte norte, que traduzido ao português é barramento frontal. Temos também o DMI (Direct Media Interface) ou Interface de Mídia Direta é a comunicação entre ponte norte e ponte sul. Percebemos também os dois diagramas que se referem aos módulos de memória e as saídas de vídeo digital SVDO, HDMI/DVI à direita e à esquerda os blocos que se referem às saídas LVDS, CRT e TV-OUT. Um ponto importante é que de acordo com o diagrama, tal chipset suporta as tecnologia de memória DDR2 ou DDR3 o que o torna versátil, apesar da já defasada tecnologia DDR2. Para fins de análise a consideração mais importante, a saber, é que a diferença entre os dois tipos de memória trabalham com tensão diferente, para DDR2 1,8V para alimentação principal e 0,9V para tensão de VTT e para DDR3 uma tensão de trabalho de 1,5V e 0,75V para VTT. Note que a tensão de VTT é a metade da tensão de trabalho, isto é padrão em qualquer dispositivo de memória. A seguir o diagrama em blocos. PARTE II – TENSÕES DE ALIMENTAÇÃO Se levarmos em conta todas as tensões que o chipset possui, a análise ficaria demasiadamente extensa. De maneira simplificada e sabendo que destas tensões principais são originadas outras tensões secundárias, mas não de menores importâncias, temos, a saber, três tensões: 3,3V que alimenta a parte do bloco de CRT, 1,5V que alimenta blocos de controle de memória, 1,8V que alimenta circuitos responsáveis pelo gerenciamento da saída LVDS e 1,05V que é a principal tensão do chipset norte, que alimenta todos os outros blocos restantes. Toda alimentação pertencente ao chipset norte é externa, significa que chipset não converte nem transforma nenhuma tensão, para fins de análise isto nos leva a perceber que se houver falta ou alteração de tensão em qualquer ponto de alimentação do chipset, devemos procurar fatores externos que estão causando o problema. Não podemos excluir que chipsets defeituosos podem ocasionar falhas de tensão, mas nunca devemos pensar que por algum motivo há defeitos com a parte de alimentação devido ao componente, tendo a certeza de que o mesmo esteja em condições normais. Um exemplo disso é percebermos curtos em linhas que alimentam o chipset, se houver qualquer defeito de curto entre balls (esferas), isto é defeito mecânico, portanto não se deve a culpa ao componente. Outro ponto é se mesmo não forem detectadas falhas mecânicas, o componente esta seriamente avariado e deverá ser substituído tendo em mente que o problema não fora causado por falhas não ligadas ao chipset. TENSÃO DE 3,3V Começamos pela tensão menos presente no chipset norte. Esta tensão alimenta em geral as partes gráficas, como CRT, LVDS. Conforme parte do esquema abaixo, vemos claramente que a tensão de 3,3V alimenta o bloco que fica responsável pela saída CRT. Nesta outra parte do esquema vemos que a mesma alimentação, é responsável pelo funcionamento de uma das partes do circuito LVDS. CASOS DE ANÁLISE Devemos ter em mente sempre que uma tensão de larga escala na placa estiver com problemas, seja sua ausência ou qualquer defeito, a placa deixa mesmo até de iniciar (ligar). Levando essa consideração, pensemos que a placa esteja alimentada com 3,3V, mas suponhamos que há problemas na parte de CRT. Após verificar o mais básico possível, analisar todos os pontos não pertencentes ao chipset norte, aí podemos passar a nos questionar e verificar os pontos a ponte norte. Seguindo o raciocínio da Figura 2, devemos buscar na entrada da bobina B8 a tensão de 3,3V. Se tivermos a tensão presente ali naquele ponto, presume-se de que até aquele ponto está como mando a regra. Mas se a partir dali não há mais tensão, temos duas suposições. A primeira delas mais comum é de que a bobina B8 está em aberto e a segunda é de que algum capacitor ou até mesmo o chipset esteja matando a tensão naquele ponto. Concluindo a análise destes pontos podemos determinar a causa do problema. A próxima etapa é verificar se não há defeito com o bloco. Perceba que durante a leitura do esquema há sempre uma nomenclatura interna e a externa, sendo a interna do fabricante do chipset e a externa do fabricando do esquema, o qual define as suas próprias nomenclaturas que varia de um para outro. A Figura 4 exibe em detalhes. Tendo este conhecimento, vamos focar na nomenclatura do fabricante do componente. Se buscarmos no datasheet, vamos saber que VCCA_CRT_DAC que se trata de uma fonte de alimentação interna do bloco, assim como VCCA_DAC_BG. Evidentemente que é necessário um aterramento, nisto saberemos que VSSA_DAC_BG configura o GND do bloco. Uma dúvida que pode surgir é pelo fato de houver os capacitores conectados ao terra. Fica claro que aqueles capacitores ali estão fazendo papel de filtragem, removendo qualquer ruído indesejado, mas não configura o terra do circuito o que acaba por condenar a análise. O único defeito relacionado aqui seria de uma esfera não soldada (open), causado por a falta ou a falha de soldagem. A Figura 5 mostra um caso típico em que há falha de soldagem de um BGA. Note que há a esfera em contato com o chip e a placa, porém com uma soldagem imperfeita o que ocasiona ponto em aberto. Analisando estes pontos e verificando cuidadosamente cada etapa do bloco, ficará fácil identificar o defeito e o causador. Deve-se ainda procurar no esquema outros pontos que fazem parte da alimentação de 3,3V, apresentamos apenas alguns exemplos para que se possa ter noção dos pontos alimentados por esta tensão. TENSÃO DE 1,5V Além de ser a tensão principal de alimentação das memórias, a tensão de 1,5V ainda alimenta os blocos de áudio de alta definição e partes do bloco de CRT. Uma observação importante a adiantar aqui é que sim, a ponte norte pode ser responsável por falhas de áudio HDA (High Definition Audio), o que geralmente se pensa é que a principal função e controle de áudio ficariam ao encargo da ponte sul. Mas se pensarmos um pouco, quando instalamos os drivers de vídeo, geralmente acompanha no pacote de áudio de alta definição, que o mais comum utilizado é o HDMI. Portanto, não confundir com áudio analógico (ponte sul), aquele que sai nos speakers internos do notebook. Estamos falando de áudio de alta qualidade que caminha lado a lado de uma imagem de alta resolução, então não adianta você instalar os drivers de áudio HDA, para utilizar os autofalantes do equipamento que é estéreo de baixa qualidade. Em questão de análise, é bastante simples identificar problemas correlacionados à tensão de 1,5V, uma vez que ausente, a placa deixa de apresentar vídeo. Cabe ao técnico identificar fatores externos e internos que causem a deficiência do sinal. Como é formado por centenas de capacitores de desacoplamento que podem vir a constituir numa dor de cabeça caso um único venha a apresentar defeito. Não caberia aqui falar sobre outros componentes como o regulador de tensão de 1,5V ou até mesmo a memória, mas que antes de tudo, é o princípio básico de análise, excluir-se qualquer dúvida, mesmo que ela seja a mais insignificante. TENSÃO DE 1,8V Esta tensão é utilizada para alimentar o bloco responsável pelo circuito de saída digital, o LVDS. Antes de tudo, não confundir com as tensões de alimentação do display LCD ou LED, uma coisa não tem nada a ver com a outra. Seguindo, a tensão de 1,8V se encarrega por alimentar o circuito que vai formar a imagem em si no display, é como se fosse o CI scaler de um monitor LCD, logicamente muito mais complexo. Mas a função é praticamente a mesma, transformando os bits em imagens na tela. Concluímos que se houver algum problema com este circuito, a tela provavelmente irá acender, mas não irá apresentar imagem coerente, apesar de poder aparecer algum tipo de imagem surreal. CASOS DE ANÁLISE Apesar de ser um circuito bastante simples, quando se encontra falha de imagem no display LCD ou LED, como tela com chuvisco, falta da imagem, cores alteradas ou a falta de alguma cor, podemos ver que este bloco do circuito é responsável por tais defeitos. O mais comum é a tela com chuvisco. Mais uma vez reforço em dizer que excluído qualquer componente externo, neste caso a tela, aí sim partiremos para o chipset. Enfim, tela com chuvisco logo nos vem à cabeça, interferência, ruído, e o que nos resolve estes males externos são os capacitores de filtro. Dando uma explicação rápida a isto, o que é muito importante saber, capacitores de filtro são aqueles que barram frequências indesejadas. Levando ao pé da letra, qualquer coisa pode criar um ruído, até mesmo a batida do seu coração está provocando uma frequência, pois o mínimo de movimento que se faça para deslocar o ar constitui-se uma frequência, por mais que ela seja próxima de zero. Enfim, como estamos a falar de eletrônica, cabe dizer que qualquer ruído fará com que haja oscilação no circuito e quando mais sensível for, mais prejudicial será. Assim, para eliminarmos estes ruídos, inserimos capacitores de filtro, que em geral são da ordem de micro Faraday. Já os capacitores de desacoplamento, são aqueles que funcionam como baterias ultrarrápidas, que salvam o seu chipset de qualquer falta de alimentação repentina. Isso acontece porque a fonte que gera as tensões não é e nunca será perfeita, ela terá momentos em que deixará de produzir tudo o que sempre oferece, mas é questão de pico segundo, mas que o chipset sente abruptamente e neste caso os capacitores de desacoplamento estará ali para salvar este dado momento para que não ocorra perda de dados vitais, que se percebermos estes capacitores são da ordem de pico Faraday, descarregam-se extremamente rápido. É claro que nem sempre os capacitores resolvem este problema, mas para atenuar, os fabricantes do chipset, criaram um ball específico para que estes ruídos saiam para o terra da placa, aí está mais uma importante observação a se fazer quando a soldagem das esferas na placa. Não podemos esquecer de que, a placa como um todo é um emaranhado de circuitos todos gerando interferências, assim quanto melhor for o aterramento da carcaça, da tampa da tela, melhor será a descarga destes lixos eletrônicos. Não é a toa que uma placa mãe é dotada em sua maioria de pinos terra. TENSÃO DE 1,05V A tensão mais importante é a de 1,05V. Ela está presente em toda a placa e inclusive no chipset norte em grande escala. Responsável por alimentar a maioria dos blocos, esta tensão ainda é responsável por manter funcionando DMI e FSB. Em geral, existe sempre uma bobina que passa esta tensão, por isso é fácil verificar junto ao esquema por onde entra esta tensão e analisar possíveis bobinas danificadas. Podemos notar que a impedância medida neste ponto é baixa, isto porque é necessária uma corrente alta para manter o funcionamento pesado com que este chipset faz com o processador. Há ainda pontos em que a corrente deve ser baixa, mas resolve-se isto com resistores. Com resistores encontramos outro tipo de problema. Caso haja a falta de um, por exemplo, algum bloco deixará de funcionar ou até mesmo queimar. É bastante penoso encontrar defeitos nesta linha, por ser demasiada grande, cabe ao técnico decidir. PARTE III – SINAIS DE MEMÓRIA Bom, já sabemos que as memórias são alimentadas basicamente por dois tipos de tensão, 1,5V e 0,75V para DDR3 e 1,8V e 0,9V para DDR2. A seguir, iremos expor o que nos é permitido, pois muitos circuitos são inacessíveis ou precisam de algum equipamento específico para que seja possível determina-los. Existem muito tipos de sinais provenientes da memória e chipset, não nos cabe dizer quais são e quais suas funções afinal não somos projetistas (ainda), então precisamos saber apenas que eles existem e executam funções importantes. SINAL DE ENDEREÇAMENTO Os sinais SA_MA ou SA_MB que se estende do 0 ao 14 servem para endereçar e mapear cada slot de memória, sendo de 0 a 7 para um slot e de 8 a 14 para outro slot. Os endereços equivalem sempre aos seus respectivos endereços, ou seja, nunca mudam. O importante saber aqui é que estes endereçamentos são de controle do chipset como se pode ver na Figura 9. Observe o sentido em que a flecha está apontando para a direita, quer dizer que é sinal de saída. Se fosse ao contrário, flecha apontada para a esquerda seria sinal de entrada e por último se fosse uma flecha bidirecional, seria sinal de E/S respetivamente. Válido para sentido de saída à direita do bloco se for à esquerda, ficará as posições invertidas. O interessante a observar em relação a estes sinais é que eles são de comunicação direta entre chipset norte e módulo de memória não existem capacitores em suas linhas, portanto qualquer falha em algum destes sinais é necessário a troca do chipset ou verificação de trilhas, o que geralmente é interno (camadas do PCBA). Ao medirmos a tensão nestes pontos, perceberemos que com o módulo de memória encaixado, a tensão é igual à de VTT, e se medirmos sem o módulo, perceberemos que será a metade de VTT. Isto nos dá ideia de que se houver algum problema com o módulo de memória, teremos certeza medindo tais pontos e encontrarmos a tensão igual à metade de VTT. Outra possibilidade seria de que os pinos do slot estejam gastos e assim não dando contato com o módulo de memória, sendo necessária a substituição ou limpeza do mesmo. SINAL DE CANAL DUPLO (DUAL-CHANNEL) Aqui temos os sinais responsáveis por assegurar o funcionamento de duas memórias simultâneas. Chamados de SA_DQ para o slot A e SB_DQ para o slot B. Cada sinal interliga-se funcionando como paridades entre os módulos de memória assim sendo os dois slots trabalham juntos fornecendo capacidade dobrada para o equipamento. Portanto quem define se é ou não dual-channel é o chipset e não o módulo de memória. Não adianta eu falar aqui sobre compatibilidade, frequência ou marca de memória, o que devemos saber é que o chipset suporta tecnologia de duplo canal, mas é preciso ter em mente que para que isto ocorra é necessário seguir algumas regras, se não sua placa irá funcionar em single-channel. Para focarmos em análise, precisamos saber que cada barramento possui capacidade de 64 bits para cada memória. Se percebermos bem, cada slot trabalha com 64 bits em single-channel. Para dual-channel temos 128 bits para um par de memórias em paralelo de mesmas características. Sendo assim teremos o dobro de eficiência. Ao observarmos a Figura 10, notamos que há 64 sinais dispostos para formar uma possível união com outro slot de memória, somando mais 64 sinais. Os defeitos associados a estes sinais é claramente o funcionamento da placa em single-channel. Cada memória trabalhará por conta própria, enquanto que uma estaria escrevendo dados e a outra estaria lendo, neste caso estariam fazendo a tarefa em dobro o que é inversamente proporcional ao tempo, sistema operacional mais lento, a famosa tela azul do Windows, travamentos inesperados, etc. Assim como já citado, os defeitos aqui podem ser esferas em aberto no chipset ou trilhas rompidas na placa. Esta comunicação é direta sem passagem de capacitores pelo caminho, sendo necessária a troca do componente. Para detectar falhas neste bloco do circuito, na tela de SETUP do BIOS podemos verificar se o sistema detecta single-channel ou dual-channel. Se há certeza de que as memórias instaladas são do mesmo tipo e que ambas estão em pleno funcionamento, o problema estará no chipset norte. Mas como ter certeza total? Muito simples, medir pino por pino seguindo o esquema e verificar possíveis curtos ou pontos em aberto. Simples, mas trabalhoso. Além dos sinais citados acima, ainda temos mais um grupo que também configura a parte de canais do módulo de memórias. São SA_DQS e seu complemento SA_DQS#. Portanto, para fins de análise é necessário também verificar estes 14 pontos. Por último temos os terras e clocks. Chamados VSS, que são terras simultâneos entre módulo de memória e chipset norte, do qual o chipset efetua análise internas. Os clocks são gerados pelo MCH em função do gerador de clock principal. SINAL DE MÁSCARA DE DADOS E ARMAZENAMENTO ENCAPSULADO Basicamente estes sinais servem com empacotadores de sinais e também como bloqueio de pacotes de dados defeituosos. A fim de analise, esta parte do circuito irá interromper a comunicação entre o chipset e módulo de memória, neste caso, ocasionando falha de vídeo, pois haverá falta de dados importantes entre chipset e memória. Notemos que tais sinais são de saída. Isso nos auxilia a determinar falhas que possam vir a ocorrer neste circuito. Para encontrar falhas nestes pontos, ao medirmos a tensão nos respectivos pinos, devemos encontrar oscilação de tensão (em mili volts) , pois como dito, são sinais que transferem dados à memoria. Quando medimos a tensão nestes pontos e não encontramos variação de tensão, significa que não está havendo comunicação entre memória e chipset e ainda, não está havendo processamento de dados culminando falha do processador, o que deixa a tensão em nível alto, pois o chipset está enviado informação completa ao módulo de memória. Quando a tensão está em nível baixo, pode significar que o chipset não encontrou a memória no slot e por isso não há transferência de dados. Os chipsets ainda utilizam uma técnica chamada Bank Switching ou Bank Select. São sinais que selecionam um pacote específico de memória para enviar ao processador. Para entender melhor sugiro a leitura deste artigo. Qualquer problema relacionado a este circuito, teremos instabilidade, travamentos e algo curioso: memórias defeituosas com o aquecimento devido ao uso, quando se atinge uma temperatura e os chips do módulo de memória estão com defeito, apresentam as famosas ondas na tela e o travamento do sistema. SINAIS DE COMANDO Para finalizarmos os sinais de memória, temos ainda três importantes sinais: SA_RAS#, SA_CAS# e SA_WE#. SA_RAS# e SA_CAS# servem para que o processador trabalhe com os dados de acordo com a posição que necessita num dado momento, assim quando a memória detêm um valor X e o processador busca este valor, RAS e CAS permitem e facilita este trabalho, assim como quando não é mais necessário tal valor, o processador irá até aquele ponto da memória e poderá excluí-lo. SA_WE# é o gerenciador de ambos os sinais citados. PARTE IV – SINAIS HOST Aqui temos o ponto de comunicação entre processador e chipset norte. Por meio destes sinais, podemos determinar a eficiência de um aparelho. Devemos saber que tais sinais funcionam como E/S, numa mesma linha temos mais de uma informação sendo transportada do chipset ao processador e vice-versa. Processadores que trabalham com estes chipsets da série 4, possuem uma largura de até 64 bits. Não é fácil identificar problemas nestas linhas, pois muitos sinais não passam por ponto de testes (ilha de interligação de trilhas), ou são trilhas internas. É bom saber que a tensão é de 1,05V. Problemas nestes pontos somente a troca do chipset ou algum problema com solda no socket. O defeito é sem vídeo, já que é a partir destes sinais são informados dados vitais ao processador. Felizmente, podemos determinar se o problema é de fato no bloco HOST, por uma tensão de referência que é a metade da alimentação do bloco. Neste mesmo bloco temos um sinal muito importante, o H_CPURST#. Este sinal determina que todos os estados de tensões e sinais são válidos. Este sinal trabalha diretamente com um sinal do ICH, PLT_RST ou PCI_RST. Ambos os sinais trabalham com uma tensão diferente, para o H_CPURST# 1,05V e para o PLT_RST 3,3V. Em conclusão temos que a falta de PLT_RST não irá ativar o estado de H_CPURST#. Temos os sinais de endereçamento conectado ao processador. É apenas sabido que quando o processador está em nível alto, estes sinais entram no chipset, quando o processador está em modo de espera, estes sinais são direcionados ao chipset norte. Assim como para detectar defeitos no bloco de barramento, no bloco de endereçamento não é diferente. Precisamos medir a tensão de referência, segundo a Figura 16. Os sinais H_DINV#, H_DSTBN#, H_DSTBP#, H_REQ# e H_RS# definem o tipo e velocidade de transferência de dados. Vale lembrar que cada um desempenha funções similares, mas individuais. Algum problema em qualquer um deles dará ao processador a informação incorreta de dados e não apresentará imagem. Ainda, pontos em aberto no socket podem ocasionar as mesmas falhas. PARTE V – GERENCIAMENTO DE TENSÃO (PM) Todo equipamento trabalha em harmonia para efetivo funcionamento. O mesmo acontece com o gerenciamento de tensão, que sincroniza tensões de trabalho para que haja funcionamento perfeito. Em geral, o chipset norte recebe e transmite informações de gerenciamento diretamente com a ponte sul (Controller Link), enquanto que a sul recebe informações do I/O, através de sinais lógicos e sinais SMBUS. Inevitavelmente como o intuito deste material é informar procedimentos e interesses que tangem a ponte norte, não serão discutidos sinais que são mais relevantes a outros componentes. Há uma série de combinações que indicam ao chipset norte que todas as tensões de trabalho estão válidas. Umas dessas informações passam pelo CI de controle de VCORE, pois é lá que será verificado se as tensões estão reguladas a fim de providenciar o estado positivo do processador. Temos então o sinal que entra no chipset norte chamado PWROK, indicando ao mesmo tempo em que o CI e o processador estão com níveis de tensão aceitáveis. Portanto, para fins de análise, temos um sinal emitido do CI controlador de VCORE ao MCH. Daí pensemos, se houver a falta deste sinal há um problema entre processador e controle de VCORE, lembrando que, apesar de esta tecnologia possuir uma tensão fixa para valor de VCORE, podemos encontrar tensões diferentes dependendo do processador em que o CI está a controlar. Importante é saber que está sequência de sinais e tensões segue uma lógica que no caso é o ICH (ponte sul) informa ao processador através de CPUPWRGD, em seguida o MCH informa ao processador através de CPURST, que por sua vez o CI de controle de VCORE recebe do processador sinais VID e envia novamente ao MCH o sinal PWROK. O bloco de alimentação do MCH é bastante extenso, mas fácil de ser analisado. Bastando apenas termos o esquema em mãos, procuramos sempre na parte onda há as tensões de alimentações de cada bloco que é responsável por específicos sistemas do chipset. Como a primeira coisa a fazer é medir tensão, procuramos o bloco que estamos querendo analisar e assim podemos determinar se há falha ou não. Por exemplo, queremos medir o bloco responsável pelo circuito LVDS, via esquema procuramos pela nomenclatura do fabricante do componente sempre pelos prefixos VCC, VCCA, VCCD ou VTT. PARTE VI – DIRECT MEDIA INTERFACE (DMI) Semelhante ao processo de FSB, o DMI é comunicação entre ponte sul e ponte norte, dos quais trocam informações em uma taxa de velocidade muito mais elevada do que, por exemplo, se comparado ao modo PCI. As frequências são fixas em 100MHz e esta linkagem garante maior estabilidade de um sistema. Portanto se há alguma falha de desempenho, pode estar atribuída a DMI, porém como estas linhas trabalham em conjunto, a falta de uma delas ocorrerá falhas em todo o sistema. Detectar falhas será necessário encontrar a frequência correta e verificar se a mesma não apresenta variações fora da tolerância. PARTE VII – ÁUDIO DE ALTA DEFINIÇÃO (HDA) Vimos na PARTE II que o chipset norte é responsável pelo áudio de alta definição, pois está intimamente ligado com gráficos de alta resolução que o MCH suporta chamado HDMI. Assim como o CODEC de áudio principal está para ICH, o CODEC HDMI está para MCH. Na pratica o funcionamento é semelhante. A diferença é que o CODEC HDMI além de trabalhar com áudio ainda trabalha com a saída de vídeo. Podemos detectar falhas neste circuito ao medir a frequência de 24MHz e 48KHz que o CI juntamente com a tela HDMI informam ao MCH. Notamos que tais sinais são de entrada, pois é gerado no ICH, obviamente o sinal de áudio é formado pela ponte sul. Agora, sinal de áudio em alta definição é atribuído ao MCH. É como se fosse uma espécie de amplificador, no qual pega um sinal de baixa qualidade e transforma em um sinal de áudio mais completo. Disto tiramos uma conclusão final e muito importante, se não temos áudio na placa, primeiro passo é verificar o ICH. Se não temos áudio de alta definição verificamos o MCH. PARTE VII – HDMI, LVDS e CRT O sistema HDMI funciona como uma placa de vídeo num computador desktop. A analogia é a mesma, pois utiliza o barramento PCI-E para manipular imagens de alta definição, uma vez que a taxa de velocidade para que haja alto desempenho é necessariamente alta. Para simplificar, é como se fosse um slot PCI-E integrado ao chipset. A grande vantagem é que o consumo de potência é muito menor se comparado a uma placa de vídeo. Buscamos defeitos nestas linhas através do já citado CODEC HDMI que é a interface entre o MCH. Importante saber que o processo é semelhante a DMI, em que há taxa de transmissão e recepção. O CODEC HDMI funciona com uma tensão de 5V, já os sinais HDMI do MCH são bits, portanto a tensão é extremamente baixa. Note que há capacitores de filtro por todas as linhas antes de entrar no CI, pois como dito, são sinais binários e para não haver perdas por ruídos externos são colocados estes filtros antes do CI, para efetuar a correta análise, é preciso verificar a tensão de referência do mesmo. A Figura 22 mostra sinais LVDS. CLOCKS e DATA/BRILHO Temos neste circuito o controle de brilho e backlight do display. Apesar de no esquema não haver funcionalidade para o sinal L_BKLT_CTRL é utilizado para controle de brilho do display LCD/LED através da modulação de uma frequência de PWM, através do circuito, o MCH injeta uma frequência num PWM que oscila uma determinada tensão que irá controlar o brilho. O sinal L_BKLT_EN é responsável por ativar o backlight do display através de um circuito transistorizado. Os sinais L_CTRL_CLK e L_CTRL_DATA faz a mesma função de L_BKLT_CTRL, só que digitalmente, sem a necessidade de um PWM. Os sinais L_DDC_CLK e L_DDC_DATA são controles de qualidade da imagem do display. Por exemplo, em monitores antigos, é necessário às vezes configurar manualmente a posição dos objetos na tela para que fique alinhado com o que é transmitido. Com estes sinais, o controle é automático, sendo ajustado de acordo com as formas apresentadas na tela. É fácil perceber isto, pois qualquer imagem projetada no display sempre está coerente com o que é mostrado em relação à tela. Falhas de sincronismo podem estar ligadas a estes sinais. Outro papel fundamental deste circuito é detectar e sincronizar com outras telas conectadas a fim de transmitir a mesma imagem em tempo real a outras saídas como HDMI e VGA. Se por exemplo, há distorção entre telas, é possível que haja defeitos nestas linhas de sinais. CLOCKS/DATA Existem dois tipos de clocks neste caso, positivo e negativo e controles de data positivos e negativos. Para fins de analise, temos que estes dois grupos são responsáveis pela imagem em si. As tensões nestes pontos são baixas devido à tecnologia LVDS. O que costuma acontecer é que ou o sinal entra em curto ou a falta de clocks ou mesmo ponto em aberto no chipset. É importante saber que nestas linhas corre tanto a combinação de cores, vsyn e hsync. Sugiro uma leitura no que diz respeito ao LVDS. A Figura 23 ilustra o bloco CRT. É fácil perceber que os sinais CRT_BLUE, CRT_GREEN e CRT_RED compõem as cores para saída VGA. A falta de uma destas cores provoca falhas determinadas de acordo com a combinação restante. Um detalhe é que se todas falharem a cor será tela branca já que o tubo de cinescópio ou backlight do LCD estarão acesos. Assim como acontece no LVDS, no CRT os sinais DDC_CLK e DDC_DATA tem a mesma aplicação. A diferença é que os sinais CRT_HSYNC e CRT_VSYNC são explícitos e podem ser medidos diretamente e determinam a posição da imagem. A detecção de problemas aqui é semelhante ao lidado com uma televisão. PARTE VIII – CRÉDITOS http://lslwww.epfl.ch/ http://www.hardware.com.br/ http://www.ipc.org/contentpage.aspx?pageid=IPC-Fact-Sheet-Portuguese http://www.intel.com/content/www/us/en/processors/xeon/4-chipset-family-datasheet.html http://es.wikipedia.org/wiki/Doble_canal http://www.google.com/imghp?hl=pt-BR NOTA: Versão beta. PDF: Download
  21. Vou deixar o meu relato aqui para apoio quem buscar informação no futuro: Se a cerca está disparando sozinha, não pisca o led de pulso e já fez o teste para verificar onde é o problema e NÃO for no perímetro realizar os passos a seguir: 1º testar continuidade nos resistores retorno, se tiver continuidade seguir para o passo 2, se estiver aberto substituir o(s) aberto(s) e após seguir para o passo 2 2º testar o acoplador óptico (tubinho preto próximo dos resistores de retorno) primeiro alimentar com 1,5V o led emissor UV(lado direito do tubo preto), se acender o led de pulso o conjunto está OK. Deve-se então verificar o comportamento do sistema ao se reduzir a resistência total de retorno(este é o pulo do gato, fiz isto somente após desmontar praticamente toda a placa para testar os componentes) eliminando um resistor por vez(fazendo uma ponte entre as "pernas" de cada resistor, recomendo deixar pelo menos 1 resistor ativo na série), se ainda assim não acender deve-se fechar curto nas pernas do sensor (lado esquerdo do tubo preto) e verificar se acende o led de pulso. Se acender o problema está no led emissor. Se não acender o problema está na linha de alimentação do sensor óptico(requer mais conhecimento para solução, não tive este problema, não sei como resolver). 3º testar fora da placa com multimetro os transistores de controle do pulso(próximo ao trafo) e de alimentação da bobina (entre a bobina e os capacitores), se estiverem com problema substituir e verificar se o problema foi sanado, caso não tenha resolvido seguir para o passo 4 4º verificar os capacitores de alimentação da bobina (poliester proximo à bobina), substituí-los se não estiverem Ok e testar a central, e, por último, passo 5 5º testar a bobina fora da placa, no enrolamento primário deve apresentar resistência aproximadamente nula(curto), no secundário cerca de 120ohm, se não apresentar estes valores, trocar a bobina. Sou entusiasta da eletrônica, não entendo muito bem e não sei dizer o motivo de ter resolvido reduzindo a resistência de retorno, uma explicação de alguém entendido viria a calhar, bem como talvez a identificação do real problema que foi resolvido paliativamente. Abraço
  22. Olá amigos, esse tópico é pra compartilhar com vocês um defeito que peguei recentemente na minha assistência, um notebook Samsung chegou com o seguinte defeito, ao pluga a fonte não tem consumo, o consumo é 0, o CHARGER funciona deixando passa os 19v pela a placa inteira, porem o CI 51125 não funciona, o mesmo alimentado não tem VREG3 nem VREG5 foi verificado se tinha curto nas linhas vreg3 e vreg5 e estava ok, o pmw de 3/5v não esquenta, não tinha o sinal de habilitação EN0 pino 13 Solução: depois de muito quebra cabeça o defeito esta em capacitor ligado no pino 8 do CI EMC2112 que fica próximo ao cooler, detalhe antes de encontrar o capacito com defeito fiz a troca do CI EMC2112 que envia o sinal THM3_STP# para habilita o pwm 51125 3/5v e não resolveu testei a linha pra ver se tinha curto e não apresentava curto, medindo o capacitor com o multímetro ele estava ok, analisando visualmente o capacitor estava oxidado e com um aparência não muito boa retirei o capacitor e a placa funcionou, depois só coloquei outro no lugar!! fica a dica para esse problema Link Board View utilizado para analise foi esse logo abaixo não é 100% compatível mais dar uma boa ajuda... Link esquema utilizado para analise:
  23. cada um dos modelos tem uma forma de fazer funcionar, o q232a apenas por programa já que não tem nenhum drive para colocar função nele e no q232b é direto já que existe drive das teclas no site da positivo colocando o numero de serie do note que dão funções a teclas vai os videos de cada modelo e o link do programa para usar no q232a
  24. não liga led vermelho e correte de 0A, se tiver os 19v chegando no charger -então o problema está no charger liga sem video e corrente ficada em 0,03A -isso pode acontecer por algum erro na bios então zerando ela colocando uma moeda de 10 centavos no lugar da pilha e apertando o power por 30s sem estar ligado na energia -isso também pode ocorrer por que oo cristal de 32MHz não estar funcionando que é o de duas pontas apenas, troca resolve liga sem video e corrente variando entre 0,10A e 0,11A -não esta reconhecendo a memória liga sem video e corrente fixada em 0,12A -problema no processador, sendo preciso reballing ou troca do mesmo. liga com video e se desliga depois de alguns segundos -pode ser que regravando a bios do PCH que é a de 8mb, tenha que regravar também a do ec que é de 128kb

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