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  1. O primeiro módulo do maior ímã do mundo (esquerda) e sua aparência quando estiver totalmente montado (direita). [Imagem: General Atomics] Maior ímã do mundo O maior ímã do mundo está pronto para seguir rumo ao seu destino, o ITER (International Thermonuclear Experimental Reactor). Após uma década de projeto e fabricação, a empresa General Atomics divulgou que irá enviar o primeiro módulo do Solenoide Central, o ímã mais poderoso já construído, que se tornará um componente central do ITER, uma máquina projetada para replicar o poder de fusão nuclear que ocorre nas estrelas. Este experimento de fusão nuclear está sendo erguido na França por uma colaboração de 35 países parceiros: União Europeia (mais Reino Unido e Suíça), China, Índia, Japão, Coreia do Sul, Rússia e Estados Unidos. Seu objetivo é provar que a energia da fusão do hidrogênio pode ser criada e controlada na Terra. A energia da fusão nuclear não tem os mesmos riscos dos atuais reatores de fissão nuclear, não polui o meio ambiente e tem potencial para suprir a necessidade de energia da sociedade por milhões de anos. Existem propostas alternativas, como a fusão nuclear feita em um equipamento de mesa. [Imagem: Y. Zhang et al. - 10.1103/PhysRevLett.122.135001] Solenoide Central O Solenoide Central, o maior dos ímãs do ITER, será composto por seis módulos. Quando totalmente montado, ele terá 18 metros de altura, 4,25 metros de largura e pesará mil toneladas. A força magnética do Solenoide Central é suficiente para levantar um porta-aviões 2 metros no ar. Em seu núcleo, ele atingirá uma força de campo magnético de 13 Teslas, cerca de 280.000 vezes mais forte do que o campo magnético da Terra. As estruturas de suporte do eletroímã terão que suportar forças iguais ao dobro do empuxo de uma decolagem dos foguetes que levavam ao espaço os ônibus espaciais. Ele deverá induzir uma poderosa corrente de plasma no interior do reator, chamado tokamak, ajudando a moldar e controlar a reação de fusão, impedindo que ela derreta o próprio reator. O primeiro módulo está pronto e será embarcado de navio dos EUA para a França. Cinco módulos adicionais, mais um sobressalente, já estão em vários estágios de fabricação - o Módulo 2 deverá ficar pronto em agosto. Ímãs no tokamak A criação de campos magnéticos em um tokamak requer três arranjos complementares de ímãs. Bobinas externas ao redor do anel do tokamak produzem o campo magnético toroidal, confinando o plasma dentro do reator. Bobinas poloidais, um conjunto de anéis empilhados que orbitam o tokamak paralelamente à sua circunferência, controlam a posição e a forma do plasma. No centro do tokamak, o Solenoide Central usa um pulso de energia para gerar uma poderosa corrente toroidal no plasma que flui ao redor do toro. O movimento dos íons nessa corrente, por sua vez, cria um segundo campo magnético poloidal que melhora o confinamento do plasma, além de gerar calor para a fusão. Juntos, os ímãs do ITER criam uma gaiola invisível para o plasma que se adapta precisamente às paredes de metal do tokamak. Com 15 milhões de amperes, a corrente de plasma do ITER será muito mais poderosa do que qualquer coisa possível nos tokamaks atuais. O material supercondutor usado nos ímãs do ITER foi produzido em nove fábricas em seis países. Os 43 quilômetros de supercondutores de nióbio-estanho para o Solenoide Central foram fabricados no Japão. Este esquema mostra o Solenoide Central (coluna azul e amarelo) no centro do reator de fusão nuclear do ITER. A área rosa em torno dele é o plasma, girando dentro do toro. [Imagem: ITER] Como funcionará a fusão nuclear no ITER Para que o ITER funcione, uma pequena quantidade de gás deutério e trítio, que são isótopos do hidrogênio, é injetada no tokamak, uma grande câmara de vácuo em forma de anel. O hidrogênio é aquecido até se tornar um plasma ionizado, que parece uma nuvem. Os ímãs supercondutores integrados ao tokamak confinam e moldam esse plasma ionizado, mantendo-o afastado das paredes de metal do reator. Quando o plasma de hidrogênio atinge 150 milhões de graus Celsius - dez vezes mais quente do que o núcleo do Sol -, uma pequena quantidade de massa é convertida em uma grande quantidade de energia (E = mc2) conforme os átomos de hidrogênio se fundem. Nêutrons de ultra-alta energia, produzidos pela fusão, escapam do campo magnético e atingem as paredes de metal do tokamak, transmitindo sua energia para as paredes na forma de calor. A água que circula nas paredes do tokamak recebe esse calor e o converte em vapor. Em um reator comercial, esse vapor acionará turbinas para produzir eletricidade. Finalmente, alguns nêutrons reagem com o lítio incorporado nas paredes do tokamak, criando mais combustível de trítio para a fusão. Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=ima-mais-poderoso-mundo-pronto-fusao-nuclear&id=010115210617
  2. Recentemente, ganhou corpo na web a informação de que a Microsoft encerrará o suporte ao Windows 10 em 2025. Daqui a cerca de duas semanas, a Gigante de Redmond deve apresentar a próxima versão do sistema operacional, e "revelação" da data limite de suporte da edição atual foi vista como mais um indício do grande anúncio — essa informação, porém, não é nada nova. O dado de que o Windows 10 terá suporte oficial a ao menos um canal semestral de atualização até o dia 14 de outubro de 2025 é mais antigo do que o próprio Windows 10: o sistema foi oficialmente lançado em 29 de julho de 2015, mas cerca de duas semanas antes, a Microsoft já informava a data final de suporte. Fim da linha Os dias que antecederam a chegada oficial do aguardado Windows 10 há quase seis anos foram povoados de expectativa e uma das informações que mais correu os noticiários de tecnologia à éṕoca — inclusive aqui no Canaltech — foi de que o sistema teria um tempo de suporte de 10 anos. Essa definição, aliás, não chegava a surpreender, visto que esse é o tempo tradicional de garantia de atualizações oferecido pela Microsoft às edições do Windows. Em 2015, a empresa avisava que o Windows 10 seguiria recebendo grandes novidades até 13 de outubro de 2020, enquanto updates menores seriam disponibilizados por mais cinco anos, até 14 de outubro de 2025. Como uma pesquisa no Google mesmo comprova, outros veículos também citavam a própria fabricante para confirmar o tempo de suporte oficial do então novo sistema operacional. E qual a novidade? Atualmente, quando se verifica a página de suporte do Windows 10, é possível ler claramente que as versões Pro e Home do sistema terão suporte encerrado no mesmo dia 14 de outubro de 2025, daqui a quase cinco anos. Provavelmente, o único ajuste que a Microsoft fez quanto a isso foi visual, tornando mais clara a informação a respeito do fim do suporte para todas as edições do sistema — mas o dado em si já era sabido desde antes do lançamento em julho de 2015, lembrando que cada versão do Windows 10 lançada desde 2015 teve/tem suporte garantido por 18 ou 30 meses, dependendo do tipo de lançamento. Windows 11 vem aí? A MS tem um evento marcado para o dia 24 de junho deste ano no qual deve apresentar a maior renovação do Windows da última década. Até então oficialmente tratado apenas como mais uma atualização semestral do sistema, o update pode apresentar ao mundo o Windows 11 (ou Windows Sun Valley, como ele também vem sendo chamado). Para ter certeza mesmo a respeito dos planos da Microsoft, será preciso esperar até a próxima semana. Fonte: https://canaltech.com.br/windows/windows-10-tera-suporte-encerrado-em-2025-mas-isso-e-nao-e-novidade-entenda-187301/
  3. Atendendo a solicitação de inúmeros usuários e com o objetivo de ajudar a manter o fórum em funcionamento, decidimos implementar Assinaturas Vip, assim podemos contar com a ajuda dos membros para pagar nossos servidores e realizar melhorias em nosso fórum. Lembrando que o atual sistema de créditos e joinhas do fórum nada mudou. Quem tem tempo e gosta de participar tem total acesso a todo o conteúdo do fórum gratuitamente. Vantagens de ser um membro VIP incluem: -> Acesso em todos os arquivos postados, Esquemas, Bios, Tutoriais e Etc... (O maior e mais atualizado da Internet.) -> Acesso em todas as áreas fechadas do fórum, Resolvidos, Firmware Raros, Perfis BGA, Distribuidores de eletrônica e informática e etc... -> Exclusivo distintivo que aparecerá abaixo de seu nome nas postagens no Fórum. -> Seu nome aparecerá em vermelho na lista de usuários on-line, identificando-o como um membro VIP. -> Futuras vantagens em breve serão anunciadas... Atualmente disponibilizamos 3 tipos de assinaturas que podem atender ao que você precisa: VIP 60 VIP Pro Super VIP Duração de 2 meses Duração de 6 meses Duração de 12 meses 3 downloads por dia* 5 downloads por dia* 10 downloads por dia* Acesso ilimitado em todas as áreas Acesso ilimitado em todas as áreas Acesso ilimitado em todas as áreas R$ 99,90 ou 2x 49,95 sem juros R$ 199,90 ou 2x 99,95 sem juros R$ 299,90 ou 6x 49,99 sem juros Para pagamento por Paypal US$ (Internacional). Clique aqui! Atenção: - Para facilitar a ativação de sua assinatura, favor utilizar o mesmo e-mail cadastrado no fórum no Pagseguro. Se não for possível me envie uma MP (Mensagem Pessoal) informando qual foi o e-mail utilizado no Pagseguro. - Assinaturas VIP podem demorar até 48h para serem confirmadas. (Aprovação de boletos pode demorar até 3 dias) - Usuários de assinaturas VIP não estão isentos das regras gerais do fórum. -> Clique aqui e leia as regras com atenção. * Atingindo limite de download diário é necessário aguardar 24h.
  4. meu globalsat gs120 esta travado em boot e nao aceita recovery usb
  5. Pesquisadores da Universidade de Queensland e do Graphene Manufacture Group (GMG), ambos da Austrália, desenvolveram uma bateria de íons de alumínio que pode ser carregada 60 vezes mais rápido do que uma bateria comum de íons de lítio, além de ter uma capacidade para reter energia três vezes maior. Segundo os cientistas, as baterias de alumínio também são mais seguras, não apresentam superaquecimento espontâneo, são completamente recicláveis e mais sustentáveis que as atuais células de energia feitas de lítio. Nas novas baterias, os pesquisadores usam nanotecnologia para inserir átomos de alumínio dentro de pequenas perfurações no grafeno. Isso faz com que elas sejam capazes de fornecer muito mais densidade energética do que as baterias convencionais. “O alumínio carrega uma bateria tipo moeda em dez segundos. É tão rápido que é basicamente um supercapacitor”, afirma o diretor do GMG, Craig Nicol. Adaptáveis De acordo com os executivos do GMG, as células de energia de íons de alumínio são totalmente adaptáveis à tecnologia usada atualmente pela indústria de veículos elétricos.”As nossas baterias terão a mesma forma e voltagem que as células de íons de lítio atuais e também podemos mudá-las facilmente caso seja necessário”, explica Nicol. Outras iniciativas também utilizam o alumínio como matéria-prima para a fabricação de células de energia mais eficientes. Pesquisadores da Universidade de Cornell, nos EUA, desenvolveram baterias de alumínio capazes de suportar até 10 mil ciclos de carga e descarga, com uma vida útil 20 vezes maior do que a de uma bateria convencional. Ao contrário dos pesquisadores australianos, que preferiram perfurar pedaços de grafeno para depositar átomos de alumínio, os cientistas norte-americanos apostaram em um substrato de fibras de carbono entrelaçadas para potencializar o desempenho das baterias. “Nós encontramos uma maneira de fazer orifícios no grafeno e de armazenar átomos de alumínio mais próximos uns dos outros. Com esses furos, os átomos grudam no grafeno e ele se torna muito mais denso, como uma bola de boliche em um colchão”, compara Craig Nicol. Mais vantagens Além das vantagens técnicas sobre as células de íons de lítio, as baterias de alumínio trazem benefícios econômicos e ambientais. Como são feitas basicamente com folhas de alumínio reciclável, líquido ionizante e ureia, seu processo de fabricação é ecologicamente menos agressivo. Outro atrativo seriam os custos de produção. A tonelada do lítio comercializada mundialmente subiu de US$ 1.460 (cerca de R$ 8 mil) para US$ 13 mil (R$ 70 mil) entre 2005 e 2021. No mesmo período, a tonelada do alumínio aumentou de US$ 1.730 (R$ 9 mil) para pouco mais de US$ 2.100 (R$ 11 mil). O GMG deve lançar as primeiras baterias tipo moeda de íons de alumínio até o final deste ano. “Ainda não estamos vinculados a grandes marcas, mas essa bateria certamente poderia estar em um iPhone e carregá-lo em segundos”, afirma Nicol. Porém, a utilização de baterias de alumínio em veículos elétricos deve demorar um pouco mais. Segundo os executivos da empresa, células de energia com capacidades maiores só devem chegar ao mercado mundial no começo de 2024. fontes: rechargenews, canaltech
  6. Atendendo a solicitação de inúmeros usuários e com o objetivo de ajudar a manter o fórum em funcionamento, decidimos implementar Assinaturas Vip, assim podemos contar com a ajuda dos membros para pagar nossos servidores e realizar melhorias em nosso fórum. Lembrando que o atual sistema de créditos e joinhas do fórum nada mudou. Quem tem tempo e gosta de participar tem total acesso a todo o conteúdo do fórum gratuitamente. Vantagens de ser um membro VIP incluem: -> Acesso em todos os arquivos postados, Esquemas, Bios, Tutoriais e Etc... (O maior e mais atualizado da Internet.) -> Acesso em todas as áreas fechadas do fórum, Resolvidos, Firmware Raros, Perfis BGA, Distribuidores de eletrônica e informática e etc... -> Exclusivo distintivo que aparecerá abaixo de seu nome nas postagens no Fórum. -> Seu nome aparecerá em vermelho na lista de usuários on-line, identificando-o como um membro VIP. -> Futuras vantagens em breve serão anunciadas... Atualmente disponibilizamos 3 tipos de assinaturas que podem atender ao que você precisa: VIP 60 VIP Pro Super VIP Duração de 2 meses Duração de 6 meses Duração de 12 meses 3 downloads por dia 5 downloads por dia 10 downloads por dia Acesso ilimitado em todas as áreas Acesso ilimitado em todas as áreas Acesso ilimitado em todas as áreas R$ 99,90 ou 2x 49,95 sem juros R$ 199,90 ou 2x 99,95 sem juros R$ 299,90 ou 6x 49,99 sem juros Para pagamento por Paypal US$ (Internacional). Clique aqui! Atenção: - Para facilitar a ativação de sua assinatura, favor utilizar o mesmo e-mail cadastrado no fórum no MercadoPago. Se não for possível me envie uma MP informando qual foi o e-mail utilizado no MercadoPago. - Assinaturas VIP podem demorar até 48h para serem confirmadas após confirmação do MercadoPago. (Aprovação de boletos pode demorar até 3 dias) - Usuários de assinaturas VIP não estão isentos das regras gerais do fórum. -> Clique aqui e leia as regras com atenção
  7. Ao longo dos últimos meses, a Microsoft e toda a imprensa mundial se referia à atualização do Windows 10 pelo codinome “Sun Valley”. Agora, novas informações dão conta de que o Sun Valley pode ser na verdade o novo Windows e que a gigante do software pode adotar o apelido como nome oficial do sistema em vez do tradicional numeral. A metadescrição HTML de uma página específica da Microsoft na web trouxe os seguintes dizeres: "Aprenda sobre gerenciamento de aplicativos no Windows 10 e no Windows Sun Valley". Esse era um nome interno e poderia ter subido para o site por engano, sem que houvesse a atualização, tanto que o conteúdo foi logo removido do ar. Parece que o Windows 11 será chamado de Sun Valley (Imagem: Reprodução/Windows Latest) Essa mudança de rumo significaria adeus à nomenclatura sequencial das versões anteriores do Windows. Historicamente, as atualizações do Windows são contabilizadas em números tais como 3.11, 95, 98, 7, 8, 8.1 e o Windows 10 — com exceções, como as versões Millenium, XP e Vista. Windows Sun Valley x Windows 11 Com o grande evento da Microsoft agendado para 24 de junho, definido para revelar o futuro do sistema operacional, o que circula na web é um teaser da luz do sol ultrapassando o logotipo do Windows para formar um número onze abaixo dele. Isso fez com que as pessoas pensassem se tratar do nome do sistema, mas poderia ser apenas uma referência. Sun Valley significa Vale do Sol, em tradução livre, por isso faria sentido usar uma imagem dos raios emitidos pelo Astro-Rei atravessando uma janela para se referir ao novo Windows. A única coisa que se pode concluir desse suposto vazamento é que a Microsoft deve trabalhar o novo Windows como algo autônomo e desvinculado da versão atual. Antes, esperava-se que o Sun Valley fosse apenas uma atualização específica do Windows 10, e um suposto Windows 11 fosse algo à parte. Agora, parece que ambos são a mesma coisa e que o mundo estará diante de uma versão 100% independente. O jeito é ficar ligado para conferir novos vazamentos e esperar, com ansiedade, a chegada do dia 24 de junho de 2021. Como está a sua expectativa para o anúncio da Microsoft? Deixe a sua opinião nos comentários. Fonte: https://canaltech.com.br/windows/windows-11-pode-ser-oficialmente-chamado-de-windows-sun-valley-sugere-vazamento-186936/
  8. Recentemente, o processador Intel Core i7-1195G7 apareceu em testes de desempenho do Geekbench e surpreendeu nos resultados. Desenvolvido para notebooks ultraleves, o modelo obteve uma pontuação comparável com o desempenho encontrado em processadores para desktop, tais como o Core i5-11600K e até mesmo o poderoso Ryzen 9 5950X, da concorrente AMD. O que mais chamou atenção nos resultados do Core i7-1195G7 foi seu desempenho nos testes de um único núcleo — também conhecidos como "testes single-core". Mais especificamente, o processador da 11ª geração da Intel, Tiger Lake, alcançou a média de 1680 pontos nesta categoria e contou com uma frequência base de 2,89 GHz e uma máxima de 4,98 GHz para realizar o feito. Apesar do Core i7-1195G7 ter obtido um resultado semelhante ao encontrado em processadores de desktop na performance de testes single-core, vale ressaltar que esse feito possivelmente não será replicável pelos consumidores. Isso acontece devido à natureza dos testes de estresse, que não apenas exigem uma grande quantidade de energia elétrica para alcançar o máximo desempenho dos modelos, mas também liberam uma grande quantidade de calor como consequência do processo. Sem a precaução e refrigeração adequada, o equipamento pode sofrer danos irreparáveis. Resultados do Core i7-1195G7, no modelo protótipo NV4XMJ, da CLEVO. (Fonte: VideoCardz / Reprodução)Fonte: VideoCardz Desempenho em testes multi-core Tratando-se de seu desempenho em testes de múltiplos núcleos, o Core i7-1195G7 alcançou a média de 6005 pontos e não desaponta, mas também não pode ser comparável ao resultado encontrado nos processadores para desktop. Por exemplo, o Core i5-11600K alcançou a média de 6955 pontos nesta categoria, enquanto o Ryzen R9 5950X ultrapassa com facilidade a faixa dos 17000 pontos — um aumento médio de 15% e 183%, respectivamente. Mesmo assim, o Core i7-1195G7 ainda se destaca e continua impressionando com o seu desempenho, especialmente ao considerar seu nicho. O modelo foi lançado recentemente pela Intel e em breve deve estrear em notebooks ultraleves. Fonte: https://www.tecmundo.com.br/produto/218937-novo-intel-core-i7-1195g7-aparece-testes-surpreende.htm
  9. Estão aparecendo em nossa comunidade vários técnicos especialistas em lavar e assar placas e chipsets, usando esta técnica como solução para todos os problemas. Com isso estão tirando a seriedade do fórum. Estas técnicas podem até funcionar por um curto período de tempo, só que o problema sempre volta. Acredito que isto está acontecendo por causa destes vídeos do Youtube ou estes professores que só querem dinheiro ensinado estas porcarias. O pior é que estes churrasqueiros e lavadores acabam inutilizando as placas e inviabilizando qualquer tipo de reparo posterior. Alguns exemplos de usuários que estão fazendo este tipo de serviço porco: https://eletronicabr.com/forums/topic/37852-alguem-tem-algum-tutorial-ou-maneira-de-testar-bga-ponte-norte-e-sul https://eletronicabr.com/forums/topic/38338-placas-que-ligam-e-não-dão-video https://eletronicabr.com/forums/topic/8887-reballing-em-forno-caseiro-placa-de-vídeo-ou-note-mito-ou-verdade https://eletronicabr.com/forums/topic/1538-utilização-de-forno-elétrico https://eletronicabr.com/forums/topic/20736-conserto-de-notebook-rapido-para-novatos https://eletronicabr.com/forums/topic/1538-utilização-de-forno-elétrico https://eletronicabr.com/forums/topic/37564-lavar-ou-não-lavar-uma-placa-mãe-eis-a-questão Se utilizarem a busca do fórum vão encontrar mais um monte. Gostaria lançar a campanha: Fora Churrasqueiros e Lavadores de placas
  10. Esquema do equipamento para produzir oxigênio em Marte. [Imagem: NASA] Produção de oxigênio em Marte Foi um sucesso o primeiro teste de um aparelho capaz de produzir oxigênio em Marte. O instrumento MOXIE (sigla em inglês para "Experimento de Utilização de Recursos de Oxigênio in situ em Marte") é um dos aparelhos a bordo do rover Perseverança. A atmosfera de Marte tem apenas 1% da densidade da atmosfera terrestre e sua composição é de 96% de CO2 (dióxido de carbono). O MOXIE funciona separando os átomos de oxigênio das moléculas de dióxido de carbono (CO2), que são formadas por um átomo de carbono e dois átomos de oxigênio. Um produto residual, o monóxido de carbono (CO), é lançado na atmosfera marciana. O processo de conversão requer uma temperatura de aproximadamente 800 ºC. Para isso, a unidade MOXIE foi fabricada com materiais tolerantes ao calor, incluindo peças de liga de níquel impressas em 3D, que aquecem e resfriam os gases que fluem através dele, e um aerogel leve que ajuda a reter o calor. Uma fina camada de ouro na parte externa do MOXIE reflete o calor infravermelho, evitando que ele se irradie para fora e potencialmente danifique outras partes do Perseverance. Nos próximos meses, o aparelho deverá ser testado em variadas condições e horários, de forma a mensurar sua capacidade de produção de oxigênio em condições reais. [Imagem: MIT Haystack Observatory] Oxigênio para astronautas e foguetes Se os voos do helicóptero Ingenuity são históricos por abrir novas formas de exploração robotizada de Marte e outros planetas, o MOXIE é essencial para qualquer tentativa de exploração espacial humana. Qualquer tentativa de enviar astronautas para Marte precisará produzir oxigênio localmente, uma vez que seria inviável levar da Terra todo o oxigênio necessário - além de essencial para os astronautas respirarem, o oxigênio é necessário para os foguetes que trarão os astronautas de volta. Após um período de aquecimento de duas horas, o MOXIE começou a produzir oxigênio a uma taxa de 6 gramas por hora. Contando as interrupções para avaliar o funcionamento do instrumento, depois de uma hora de operação ele produziu cerca de 5,4 gramas de oxigênio, o que seria suficiente para manter um astronauta por cerca de 10 minutos de atividade normal. Contudo, enquanto um astronauta precisaria de 1 tonelada de oxigênio para passar um ano em Marte, os foguetes para o retorno consumirão muito mais. Para tirar quatro astronautas da superfície marciana seriam necessárias cerca de 7 toneladas de combustível de foguete e 25 toneladas de oxigênio. Transportar 25 toneladas de oxigênio da Terra para Marte seria uma tarefa cara. Mas transportar um conversor de oxigênio de uma tonelada - um descendente maior e mais poderoso do MOXIE, capaz de produzir aquelas 25 toneladas - seria muito mais econômico e mais prático. Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=robo-nasa-produz-oxigenio-marte-pela-primeira-vez&id=010130210422
  11. Andlemos

    notícia Aaa

    Boa noite
  12. Como você deve saber, as missões espaciais não vão equipadas com eletrônicos convencionais, desses que tipicamente podemos adquirir em lojas aqui na Terra, uma vez que os aparelhos não resistiriam à radiação e aos rigores do espaço. Os dispositivos precisam ser projetados especialmente para as funções que vão exercer e receber blindagem para não sucumbirem à radiação, o que, além de ter custo elevado, torna a criação de eletrônicos mais lenta e resulta no surgimento de tecnologias que não são necessariamente de ponta. No entanto, um time de cientistas da NASA vem realizando testes com transistores a vácuo em nanoescala que podem ajudar no surgimento de dispositivos eletrônicos mais tecnologicamente avançados, eficazes e estáveis para a participação em missões espaciais – e, claro, capazes de sobreviver às duras condições do espaço. Transístores a vácuo Há algumas décadas, a indústria de eletrônicos chegou a trabalhar com tubos a vácuo no desenvolvimento de dispositivos, mas essa tecnologia acabou sendo substituída pelos transístores semicondutores e, hoje, raramente vemos os tubos sendo utilizados. Entretanto, no que diz respeito ao desenvolvimento de aparelhos para serem usados no espaço, os tubos apresentam várias vantagens sobre os transístores, como ter maior estabilidade em ambientes extremos, permitir que o eletrônico opere de forma mais rápida e ter uma melhor proteção a ruídos. Então, a equipe da NASA começou a trabalhar com transístores de canal a vácuo em nanoescala que podem ser fabricados em wafers – ou bolachas semicondutoras – de carbeto de silício através das técnicas em uso atualmente pela indústria eletrônica. Mais especificamente, o time empregou um processo semelhante ao utilizado para a montagem dos chamados MOSFETs, ou transístores de efeito de campo semicondutores de óxido metálico. Mas com uma diferença: em vez de usar um canal semicondutor entre o coletor e o emissor, como ocorre nos MOSFETs, os cientistas utilizaram um canal vazio. No entanto, um time de cientistas da NASA vem realizando testes com transistores a vácuo em nanoescala que podem ajudar no surgimento de dispositivos eletrônicos mais tecnologicamente avançados, eficazes e estáveis para a participação em missões espaciais – e, claro, capazes de sobreviver às duras condições do espaço. Transístores a vácuo Há algumas décadas, a indústria de eletrônicos chegou a trabalhar com tubos a vácuo no desenvolvimento de dispositivos, mas essa tecnologia acabou sendo substituída pelos transístores semicondutores e, hoje, raramente vemos os tubos sendo utilizados. Entretanto, no que diz respeito ao desenvolvimento de aparelhos para serem usados no espaço, os tubos apresentam várias vantagens sobre os transístores, como ter maior estabilidade em ambientes extremos, permitir que o eletrônico opere de forma mais rápida e ter uma melhor proteção a ruídos. Então, a equipe da NASA começou a trabalhar com transístores de canal a vácuo em nanoescala que podem ser fabricados em wafers – ou bolachas semicondutoras – de carbeto de silício através das técnicas em uso atualmente pela indústria eletrônica. Mais especificamente, o time empregou um processo semelhante ao utilizado para a montagem dos chamados MOSFETs, ou transístores de efeito de campo semicondutores de óxido metálico. Mas com uma diferença: em vez de usar um canal semicondutor entre o coletor e o emissor, como ocorre nos MOSFETs, os cientistas utilizaram um canal vazio. (Fonte: Nano Letters
  13. Esquema do multiplexador integrado, mostrando a onda terahertz de banda larga sendo dividida em quatro frequências diferentes, onde cada uma é capaz de transportar diferentes informações digitais. 6G óptica Pesquisadores da Austrália e do Japão criaram um multiplexador de luz, todo feito de silício, para comunicações na faixa dos terahertz. E, onde quer que você ouça falar sobre terahertz em comunicações, isto se refere à próxima geração de comunicações, ou seja, 6G e além. "Para controlar a grande largura de banda espectral das ondas terahertz, um multiplexador, que é usado para dividir e juntar sinais, é fundamental para dividir as informações em blocos gerenciáveis que possam ser processados mais facilmente e, portanto, possam ser transmitidos mais rapidamente de um dispositivo para outro," explicou o professor Withawat Withayachumnankul, da Universidade de Adelaide. A equipe desenvolveu multiplexadores terahertz ultracompactos e eficientes, graças a um novo processo de tunelamento óptico. E, ao usar apenas silício, garantiu que os componentes possam ser fabricados em escala industrial a preços acessíveis. "Um multiplexador óptico de quatro canais típico pode abranger mais de 2.000 comprimentos de onda. Isso teria cerca de dois metros de comprimento na banda de 300 GHz," comparou o professor Daniel Headland, da Universidade de Osaka. "Nosso dispositivo tem apenas 25 comprimentos de onda, o que oferece uma redução dramática de tamanho por um fator de 6.000." O multiplexador dispensa substratos de suporte para conexão com sistemas externos. Multiplexação O protótipo consegue manipular dados a uma taxa de 48 gigabits por segundo (Gbit/s), equivalente a um filme 8K sem compressão sendo transmitido pela internet. E isto usando o esquema de modulação mais básico possível: A energia terahertz foi simplesmente ligada e desligada para transmitir dados binários. Existem várias técnicas avançadas de multiplexação, que poderão gerar taxas de dados ainda mais altas, na faixa dos terabits/s. A equipe agora pretende integrar o multiplexador com diodos de tunelamento ressonante, para criar transceptores multicanais terahertz totalmente funcionais e, principalmente, compactos. Link: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=chip-silicio-atinge-terahertz-comunicacoes-6g&id=010110210519#.YLMRVKhKjIU Bibliografia: Artigo: Gratingless integrated tunneling multiplexer for terahertz waves Autores: Daniel Headland, Withawat Withayachumnankul, Masayuki Fujita, Tadao Nagatsuma Revista: Optica DOI: 10.1364/OPTICA.420715
  14. Celular arrecada R$ 84 milhões em 15 segundos; conheça o Oppo Find X3 Novo smartphone da Oppo traz ficha técnica de ponta, câmera quádrupla e bateria de 4.500 mAh. As vendas do novo Oppo Find X3 começaram oficialmente na China na última sexta-feira (19) e geraram uma receita de 100 milhões de yuans (cerca de R$ 84 milhões em conversão direta) em apenas 15 segundos. O smartphone de ponta traz conjunto de câmera quádrupla, tela com taxa de atualização de 120 Hz e processador Snapdragon 870. O Oppo Find X3 foi anunciado no dia 11 de março com preço sugerido a partir de 4.499 yuan, cerca de R$ 3.800. A linha conta ainda com o modelo Find X3 Pro, que traz mais memória RAM e chip de cinco nanômetros. Ainda não há previsão de chegada do smartphone no Brasil. A seguir, conheça todos os detalhes e ficha técnica do lançamento. Oppo Find X3 arrecadou R$ 84 milhões em 15 segundos — Foto: Divulgação/Oppo Tela e design O Oppo Find X3 chega com display AMOLED curvado de 6,7 polegadas, resolução de 3126 x 1440 pixels e suporte para até 1 bilhão de cores na tela. O painel conta com taxa de atualização de até 120 Hz, que se adapta ao conteúdo e tipo de atividade para preservar energia, podendo chegar a apenas 5 Hz. Um pequeno recorte no canto superior esquerdo da tela abriga a câmera de selfies. O aparelho tem acabamento em vidro espelhado e três opções de cores: preto, azul e branco. Na parte traseira, o dispositivo se curva em uma pequena saliência onde ficam alojadas as câmeras. O Oppo Find X3 tem tela AMOLED e acabamento espelhado — Foto: Divulgação/Oppo Câmeras O Oppo Find X3 traz conjunto de quatro câmeras na traseira que seguem a seguinte disposição: Principal: 50 MP e abertura f/1.8 Ultra wide: 50 MP e abertura f/2.2 Teleobjetiva: 13 MP e abertura f/2.4 Microcâmera: 3 MP e abertura f/3.0 Oppo Find X3 conta com sistema de câmera quádrupla — Foto: Divulgação/Oppo A câmera principal e a ultra wide utilizam o mesmo sensor Sony IMX 766 de 50 MP. Completam o conjunto fotográfico traseiro a lente teleobjetiva com zoom híbrido de até 5x e uma micro câmera, que seria como um sensor macro, porém mais poderoso. Capaz de ampliar a imagem em até 60x, a microcâmera traz um anel de flash LED ao redor e promete capturar detalhes invisíveis a olho nu. Em termos de vídeo, o aparelho captura gravações em 4K e a 30/60 fps. Na parte frontal, uma câmera de 32 MP pode ser usada para fazer selfies e vídeo chamadas. A micro câmera do Oppo Find X3 captura detalhes invisíveis a olho nu — Foto: Divulgação/Oppo Desempenho O Oppo Find X3 traz processador Snapdragon 870, um octa-core com velocidade de até 3,2 GHz. O smartphone tem memória RAM de 8 GB e duas opções de armazenamento interno de 128 GB ou 256 GB. É importante destacar que o aparelho não tem entrada para cartão microSD. Bateria A capacidade da bateria do Oppo Find X3 é de 4.500 mAh com suporte para carregamento Super Vooc de 65 W, que promete 40% de carga em 10 minutos. O dispositivo também suporta carregador sem fio Air Vooc de 30 W e carregamento reverso. Diferente das rivais Apple e Samsung, que tomaram a polêmica decisão de tirar o carregador da caixa, o Oppo Find X3 acompanha o acessório. Android e recursos adicionais O Find X3 roda Android 11, que funciona sob a interface ColorOS 11.2, desenvolvida pela Oppo. Dentre os recursos disponíveis, o destaque fica por conta do suporte à internet 5G. Em termos de biometria, o dispositivo traz leitor de impressões digitais sob a tela. O Oppo Find X3 traz suporte ao NFC, Bluetooth 5.2 e entrada USB-C. O dispositivo acompanha carregador e fone de ouvido na caixa. Preço e disponibilidade Apresentado em 11 de março, o Oppo Find X3 começou a ser vendido oficialmente na China no dia 19. A versão de 128 GB de armazenamento está disponível por 4.499 yuan (cerca de R$ 3.800), enquanto o modelo de 256 GB custa 4.999 yuan (cerca de R$ 4.250). Não existe previsão de chegada do dispositivo em território brasileiro. Ficha técnica do Oppo Find X3 Tamanho da tela: 6,7 polegadas Resolução da tela: 3126 x 1440 pixels Painel da tela: AMOLED Câmera principal: quádrupla, 50, 50, 13 e 3 MP Câmera de selfie: 32 MP Sistema: Android 11 Processador: Snapdragon 870 Memória RAM: 8 GB Armazenamento (memória interna): 128 e 256 GB Cartão de memória: não Capacidade da bateria: 4.500 mAh Cores: azul, branco e preto. Com informações de GizmoChina e GSM Arena Link: https://www.techtudo.com.br/noticias/2021/03/celular-arrecada-r-84-milhoes-em-15-segundos-conheca-o-oppo-find-x3.ghtml
  15. Sabemos que o EletrônicaBR tem milhares de esquemas, manuais, bios e outros, postados por mais de 3000 usuários ao longos dos anos. Aqui estão 5 bons motivos para avaliar e comentar todos seus downloads: 1- Muitos aquivos não foram devidamente testados e confirmados. 2- Sua correta avaliação pode te render alguns joinhas, valiosos para um futuro download. 3- A colaboração de todos é muito importante para mantermos um acervo enxuto, funcional e atualizado. 4- Se quem testa não deixa um feedback, todos corremos o risco de baixar um arquivo inútil, você pode ser o próximo. 😟 5- Agora temos disponível um painel que facilita a análise dos aquivos que baixamos e não avaliamos. (Como acessar abaixo 👇) Clicando no menu Downloads -> Meus Downloads ou no perfil pode acessar o painel que é bem intuitivo.
  16. Mais uma semana e outro grande risco de segurança móvel. Algumas semanas atrás, os pesquisadores do Zimperium zLabs divulgaram configurações de nuvem não seguras, expondo informações em milhares de aplicativos iOS e Android legítimos (você pode ler mais sobre isso no blog da Zimperium). Nesta semana, (dia 26/03 de 2021) o zLabs está alertando os usuários do Android sobre um novo aplicativo malicioso e sofisticado. O novo malware se disfarça como um aplicativo de atualização do sistema e está roubando dados, mensagens, imagens e assumindo o controle de telefones Android. Uma vez no controle, os hackers podem gravar áudio e chamadas telefônicas, tirar fotos, revisar o histórico do navegador, acessar mensagens do WhatsApp e muito mais. O aplicativo “System Update” foi identificado por pesquisadores do zLabs que notaram um aplicativo Android sendo detectado pelo mecanismo de malware z9 que alimenta a detecção no dispositivo do zIPS . Após uma investigação, descobrimos que se trata de uma campanha de spyware sofisticada com recursos complexos. Também confirmamos com o Google que o aplicativo não estava e nunca esteve no Google Play. Fonte: https://blog.zimperium.com/new-advanced-android-malware-posing-as-system-update/
  17. procuro por drivers positivo que possam fazer funcionar uma placa de som generic usb newton 2.0, obrigado.
  18. Brasileiros constroem computador de bordo para nanossatélites em código aberto O Open OBC é um microcomputador de bordo com padrão de hardware e software abertos. Cérebro de nanossatélite Engenheiros da Universidade Federal do Ceará (UFC), com apoio do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), construíram um computador de bordo para nanossatélites, ou cubesats. Aliando baixo custo e alta confiabilidade, o computador já tem agendado seu primeiro teste em condições reais. "O computador de bordo está sendo desenvolvido para os nanossatélites da constelação CONASAT e, também, poderá ser usado em outras missões de cubesats," informou o pesquisador Manoel Jozeane de Carvalho, do INPE. Batizado de Open OBC, por ser um computador de bordo com padrão de hardware e software abertos, o equipamento foi desenvolvido pelo estudante David Freitas Mota, com a orientação dos professores João César Mota e Jarbas Aryel da Silveira. A missão CONASAT, uma constelação de seis nanossatélites para coleta de dados ambientais, fará parte do Sistema Brasileiro de Coleta de Dados Ambientais (SBCDA) - cada nanossatélite é um cubo com 20 centímetros de aresta, pesando cerca de oito quilogramas. O projeto está servindo também de plataforma para capacitação de recursos humanos. Open OBC A arquitetura do Open OBC é baseada no processador TMS570LS0432, da Texas Instruments, que inclui um núcleo ARM Cortex-R4 em duas CPUs, detecção e correção de falhas em suas memórias RAM e ROM internas e hardware BIST tanto na CPU quanto na memória RAM. Uma memória flash externa é utilizada para armazenamento de códigos e de dados. Para integração com os demais subsistemas do nanossatélite, o microcomputador conta com duas interfaces I2C. No CONASAT, uma delas será exclusiva para comunicação com o transponder DCS, desenvolvido pelo INPE. A arquitetura é complementada por uma interface UART para diagnóstico e depuração, sinais PWM para acionamento das bobinas de torque e entradas ADC para medição da intensidade da luz solar nas faces do satélite. Estão previstos ainda um cartão MicroSD para armazenamentos de dados e uma interface CAN para tráfego de informações transmitidas em tempo real, garantindo, assim, um controle rígido de erros e a recepção de mensagens. O computador de bordo foi testado em laboratório e aprovado para ser integrado aos demais subsistemas dos nanossatélites CONASAT. Link: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=brasileiros-constroem-computador-bordo-nanossatelites-codigo-aberto&id=010110170330#.YFy709Livcc
  19. Uma breve história do Futuro - Parte I Muito interessante esta matéria, acredito que nós do Fórum do Eletrônica BR, que estamos envolvidos com a tecnologia digital, temos que estar à par deste assunto. O texto abaixo é a introdução sobre o assunto. Para acessar a perguntas e respostas sobre o tema acesse o link: : https://www.morse-news.com/post/yuval-noah-harari-futuro-entrevista?utm_campaign=ghost_interview_119_o_fim_do_mundo_-_parte_1&utm_medium=email&utm_source=RD+Station No meio do turbilhão de mudanças que só a inovação traz, às vezes é bom ter um tempo para parar e refletir: afinal, para onde o mundo está indo? Como será a sociedade do futuro? O que meus filhos e netos vão encontrar? As respostas variam de acordo com quem está falando. Por isso, fomos atrás da mesma pessoa que já respondeu essas mesmas perguntas para Bill Gates, Barack Obama, Mark Zuckerberg: o historiador e autor Yuval Noah Harari. Se você não conhece ele de nome, talvez tenha visto algum dos seus livros por aí: “Sapiens: uma breve história da humanidade”; “Homo Deus: uma breve história do amanhã”. Neles, o historiador pinta um pouco da nossa realidade passada e o que ainda está por vir. Inteligência artificial tomando o mundo? Metade do mundo sem emprego - e uma economia sem propósito? As projeções de Harari são de arrepiar até mesmo os roteiristas mais criativos de Black Mirror. Mas, como o historiador mesmo fala: se a gente não encarar essas possibilidades, talvez a gente nunca consiga se preparar de verdade para o que vem por aí. *Essa é a primeira parte de um Ghost Interview duplo com o historiador. Fonte : Morse Ghost Interview <morse@hands.com.br>
  20. Se tudo der certo, será o primeiro voo em outro planeta de um veículo autopropelido construído pelo homem. [Imagem: NASA/JPL-Caltech] Só voar O primeiro helicóptero que tentará voar em outro planeta - um helicóptero humano, pelo menos - é uma maravilha da engenharia, fruto da insistência do engenheiro Robert Balaram, que vem trabalhando no projeto há décadas. Depois de ter que ouvir "o tempo todo que era uma ideia maluca", Balaram finalmente triunfará ao ver seu helicóptero marciano, batizado de Engenhosidade, seguindo rumo a Marte, juntamente com o robô Perseverança. É importante salientar que o helicóptero Engenhosidade é um teste de voo - ele não leva nenhum experimento científico porque ele próprio é o experimento. É o que a NASA chama de "demonstração de tecnologia" - um projeto que busca testar um novo recurso pela primeira vez, com objetivos bem delimitados. As demonstrações de tecnologia anteriores incluem o rover Sojourner, da sonda Mars Pathfinder, e os pequenos cubesats MarCO (Mars Cube One), que foram lançados rumo a Marte em 2018. Helicóptero de Marte O helicóptero de Marte possui quatro lâminas de fibra de carbono dispostas em dois rotores que giram em direções opostas a cerca de 2.400 rpm - muitas vezes mais rápido do que um helicóptero na Terra. Ele também possui células solares inovadoras, baterias para se manter aquecido e uma razoável eletrônica de controle. Ele não possui instrumentos científicos e é um experimento separado do rover Perseverança, o que significa que, se ele falhar - ou mesmo nem conseguir voar - ele não afetará em nada o restante da missão. Se ele tiver sucesso, então terá feito o primeiro voo com autopropulsão em outro planeta. Mas o que torna tão difícil para um helicóptero voar em Marte? Por um lado, a atmosfera muito rarefeita de Marte dificulta a obtenção de sustentação suficiente. Como a atmosfera de Marte é 99% menos densa que a da Terra, o Engenhosidade precisa ser leve, com pás do rotor muito maiores e que giram muito mais rápido do que seria necessário para um helicóptero da mesma massa voar na Terra. E também é assustadoramente frio na cratera Jezero, onde o robô Perseverança aterrará com a engenhoca presa à barriga em fevereiro de 2021 - pode fazer -90 ºC por lá durante a noite. Embora a equipe tenha testado o helicóptero em temperaturas marcianas e acredite que ele deva funcionar em Marte como planejado, o frio exigirá o máximo de desempenho de vários componentes. Além disso, os controladores de voo na Terra não poderão controlar o helicóptero com um joystick. Os retardos na comunicação são uma parte inerente do trabalho com naves espaciais através de distâncias interplanetárias. Os comandos precisarão ser enviados com bastante antecedência, com os dados de engenharia retornando da espaçonave muito tempo após a realização de cada voo. Enquanto isso, o Engenhosidade terá que contar com seus próprios sensores e softwares para tomar suas decisões sobre como voar para um determinado ponto e se manter aquecido. Comparativo de tamanho entre o robô Perseverança e o helicóptero Engenhosidade. [Imagem: NASA/JPL-Caltech] Veículos espaciais voadores Se o helicóptero de Marte tiver êxito, futuras explorações de Marte poderão incluir uma dimensão aérea ambiciosa, com veículos voadores robóticos avançados que possam ajudar em missões científicas ou de apoio à ocupação humana de Marte. Veículos voadores podem oferecer um ponto de vista único, não fornecido pelos orbitadores, que ficam alto demais, ou pelos robôs terrestres, confinados a uma área muito restrita. Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=helicoptero-marte&id=010180200730#.XyMeRvlKgdU
  21. A equipe agora pretende miniaturizar o equipamento, para aproveitar o calor de fontes residuais. [Imagem: Shunmin Zhu et al. - 10.1063/5.0041415] Gerador sem partes móveis Engenheiros chineses criaram um gerador termoelétrico que converte calor residual em eletricidade sem usar nenhuma peça móvel. Isso significa que o gerador é silencioso, robusto e praticamente não exigirá manutenção ou troca de peças por desgaste. A ideia é que o gerador seja usado para produzir eletricidade a partir da radiação solar, do calor residual de máquinas e equipamentos e caldeiras industriais, da combustão de biomassa ou mesmo da energia geotérmica. A equipe pretende também miniaturizar o equipamento, criando nanogeradores sem partes móveis que possam ser usados em veículos, aplicações espaciais e até em sistemas microeletromecânicos. "Este gerador também promete uma eficiência teoricamente alta de conversão de calor em eletricidade. E nós projetamos e construímos um protótipo conceitual para validar a viabilidade do nosso conceito. Em experimentos preliminares, alcançamos 15 volts na maior amplitude de tensão em circuito aberto, o que implica que nosso conceito foi bem demonstrado," disse o professor Guoyao Yu, do Instituto Técnico de Física e Química, na China. Esquema de funcionamento do gerador termoacústico. [Imagem: Shunmin Zhu et al. - 10.1063/5.0041415] Ciclo duplo O gerador consiste em duas partes: um motor termoacústico, que transforma o calor em vibrações, e um gerador triboelétrico feito com metal líquido, que usa as vibrações para produzir eletricidade. Primeiro, o motor termoacústico converte a energia térmica em energia acústica por meio da expansão térmica oscilatória e da contração de um gás. Em seguida, o material piezoelétrico converte a energia acústica em energia elétrica por meio do efeito de acoplamento da eletrificação de contato e da indução eletrostática. Quando a primeira parte - essencialmente um trocador de calor, ou radiador - recebe a energia, o gás em seu interior inicia uma oscilação espontânea. "O movimento oscilatório do gás empurra uma coluna de metal líquido [fazendo-a] fluir para frente e para trás dentro de um tubo em forma de U. Isso faz com que o metal líquido periodicamente mergulhe e se separe de um filme de poli-imida, gerando uma voltagem alternada nos eletrodos. Isso extrai energia elétrica do gerador triboelétrico," explicou Yu. A corrente gerada ainda é pequena, como na maioria dos geradores triboelétricos, mas a característica central do equipamento é a ausência de quaisquer peças móveis sólidas que possam quebrar, o que garantirá que o gerador seja mais confiável e com uma longa vida útil. Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=gerador-sem-partes-moveis-transforma-calor-eletricidade&id=010115210406
  22. Astrônomos encontraram recentemente um elemento pesado formado nas estrelas. [Imagem: ESO/L. Calçada/M. Kornmesser] Pistas radioativas Cientistas descobriram a primeira ocorrência de um isótopo radioativo extraterrestre na Terra, o que tem um impacto direto sobre as teorias que tentam explicar como se originaram os elementos químicos que formam nosso planeta. Anton Wallner e colegas da Universidade Nacional Australiana localizaram traços de plutônio-244 (244Pu) no fundo do Oceano Pacífico, no interior de formações de ferro radioativo (60Fe). Acontece que o plutônio-244 tem meia-vida de 80,6 milhões de anos, o que significa que qualquer vestígio desse isótopo incluído na Terra nos primórdios de sua formação já decaiu há muito tempo. Mais do que isso, o ferro-60 tem meia-vida de meros 2,6 milhões de anos. Isso indica que os dois isótopos, ainda mais encontrados juntos, têm origem extraterrestre, com sua chegada aqui podendo representar uma evidência de eventos cósmicos violentos nas proximidades da Terra, eventos esses que ocorreram há poucos milhões de anos. É um resultado observacional que coloca em xeque as atuais teorias de formação da Terra e de todo o Sistema Solar, que consideram que nossas vizinhanças têm sido um lugar pacato e tranquilo, não há milhões, mas há bilhões de anos. Formação dos elementos pesados A maioria dos elementos pesados da Tabela Periódica - incluindo aqueles vitais para a vida humana, como ferro, potássio e iodo - só podem ter-se originado em condições extremas, como as encontradas nas explosões de estrelas, ou supernovas. Para formar elementos ainda mais pesados - como ouro, urânio e plutônio - os cientistas acreditavam que teria sido necessário um evento ainda mais violento, como a fusão de duas estrelas de nêutrons, um evento cataclísmico que seria necessário para viabilizar o processo de formação desses elementos, processo esse conhecido como "captura rápida de nêutrons". Como qualquer plutônio-244 ou ferro-60 que existia quando a Terra se formou - a partir do gás interestelar e da poeira que restou da formação do Sol - já decaiu há muito tempo, então os traços encontrados agora no fundo do Pacífico devem ter-se originado de eventos cósmicos recentes no espaço. Supernova nas vizinhanças Segundo os pesquisadores, a hipótese que se coloca como mais provável para explicar a presença desses elementos na Terra é que eles poderiam se originar em explosões de supernovas, não exigindo as colisões de estrelas de nêutrons, que geralmente dão origem a buracos negros. Além disso, alguma explosão desse tipo teria ocorrido perto da Terra, ejetando "ventos" de partículas que chegaram ao nosso planeta. "Nossos dados podem ser a primeira evidência de que as supernovas realmente produzem plutônio-244," disse o professor Wallner. "Ou talvez ele já estivesse no meio interestelar antes de a supernova explodir, e foi empurrado através do Sistema Solar junto com o material ejetado da supernova." Para embasar essa hipótese, agora será necessário que os astrônomos encontrem vestígios dessas explosões, uma vez que os restos dessas supernovas deveriam estar bem próximos de nós, a no máximo cerca de dois milhões de anos-luz. Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=plutonio-alienigena-indica-evento-cosmico-vizinhancas-terra&id=010130210520
  23. O que parecem ser borrões são os próprios átomos se sacudindo - eles nunca param. [Imagem: Zhen Chen et al. - 10.1126/science.abg2533] Microscópio de maior resolução Em 2018, pesquisadores da Universidade de Cornell, nos EUA, criaram um microscópio eletrônico que bateu o recorde mundial de resolução, mostrando não apenas os átomos, mas também as ligações atômicas. A solução envolveu um novo tipo de detector de imagens e um processo computadorizado chamado pticografia, que funciona escaneando padrões sobrepostos de espalhamento da luz em uma amostra de material e procurando por mudanças na região de sobreposição. Isso permitiu triplicar a resolução dos microscópios eletrônicos. Mas nem tudo é perfeito, e o microscópio pticográfico só conseguia trabalhar com amostras muito finas, com poucos átomos de espessura. Agora, a mesma equipe superou essa deficiência, batendo um novo recorde de resolução que é nada menos do que o dobro do anterior. A resolução é tão bem ajustada que o único borrão que resta na imagem é a oscilação térmica dos próprios átomos - é como uma foto tremida porque os personagens, os átomos, de fato nunca ficam totalmente parados. A técnica agora permite observar amostras espessas, incluindo material biológico preparado previamente. [Imagem: Zhen Chen et al. - 10.1126/science.abg2533] Recorde definitivo de resolução? O avanço foi possível melhorando os dois elementos da pticografia: o sensor e os algoritmos de reconstrução das imagens. Esta nova versão da pticografia eletrônica permite localizar átomos individuais em todas as três dimensões na amostra, átomos que ficam ocultos usando outros métodos de imageamento. Curiosamente, a equipe descobriu que é melhor deixar o detector ligeiramente desfocado; isso borra a imagem, mas permite capturar a maior gama de dados possível. Esses dados são então reconstruídos por meio dos algoritmos melhorados, resultando em uma imagem com precisão de picômetros (10-12 metro). "Isso não apenas estabeleceu um novo recorde. Chegamos a um regime que efetivamente será o limite final para a resolução. Basicamente, agora podemos descobrir onde os átomos estão de uma maneira muito fácil," disse o professor David Muller, coordenador da equipe. Eventualmente a equipe poderá melhorar seu recorde, usando um material com átomos mais pesados, que chacoalham menos, ou resfriando a amostra. Mas, mesmo na temperatura mais baixa que se pode alcançar, os átomos ainda terão flutuações quânticas, então a melhoria não seria muito grande - de fato, quando falamos de temperatura, estamos medindo justamente esse chacoalhar dos átomos. Mas a maior melhoria que se espera é tornar o método mais rápido e menos intensivo em computação. Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=microscopio-eletronico-resolucao-recorde&id=010165210524
  24. Ainda está em desenvolvimento, mas a Seagate divulgou o lançamento do novo disco rígido Mach.2 Exos 2X 14, considerado, segundo a empresa, o mais rápido do mundo, e deverá atingir velocidades de transferência de dados de 524 MB/s. O disco rígido foi projetado para ser usado em Servidores em Nuvem, selado a Hélio, pesa 685 g, possui formato de 3,5 polegadas, 14 TB de capacidade, interface SAS de 12 GB/s, rotação de 7.200 rpm, leitura e gravação aleatória de 304 IOPS e 384 IOPS, respectivamente, e consumo de energia de até 13,5 W em altas cargas de trabalho. Ele traz a tecnologia Mach.2 de dois atuadores, capazes de funcionar de forma independente, MTBF (mean time between failure - período médio entre falhas) de 2,5 milhões de horas e o recurso PowerBalance, que otimiza o consumo energético com o desempenho. O dispositivo vem ainda com sensores ambientais digitais para monitorar suas condições em relação à operação e ao desempenho otimizados e interconexão hermética, que suporta a contagem de pinos com taxa de dados mais alta para condições térmicas extremas. Segundo Jeff Fochtman, vice-presidente de Marketing e Negócios da Seagate, o Disco em questão, se tornará padrão em data centers quando alcançar a capacidade de 30 TB. Fonte : https://www.seagate.com/files/www-content/datasheets/pdfs/exos-2x14-DS2015-2-1912US-en_US.pdf
  25. Olá. O objetivo deste tópico é demonstrar o procedimento de teste indicado pela WEG após o reparo nos inversores de frequência da linha CFW09. Este teste irá forçar o equipamento a condições extremas de uso, para verificar possíveis falhas. Irei descrever o passo a passo dos parâmetros e explicá-los 1 - Programe os seguintes parâmetros: P000 = 123 (Senha para liberar os parâmetros ocultos) 2 - Verifique se P156 a P158 estão de acordo com o motor utilizado (Parâmetros de ajuste de sobrecarga do inversor) 3 - Programe P610 = 1, Com o P610 = 1 o inversor fica revertendo automaticamente, indo do máximo num sentido de giro até o máximo no outro, obedecendo as rampas de aceleração e de desaceleração. As reversões começam assim que a velocidade nominal for atingida. 4 - Com o motor rodando ajuste as rampas (P100 e P101) e a regulação do link CC (P151 e P152) de modo a obter a maior corrente sem causar erros E01 (sobretensão) e E05 (sobrecarga). 5 - Após o teste retornar P610=0 É recomendado deixar o inversor em teste de carga por no mínimo 2 horas; Qualquer dúvida é só perguntar.

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