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notícia A história do WhatsApp

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Nessa semana a gente vai contar a história do WhatsApp aqui na série de história da tecnologia. Ele é bem novo comparado com as empresas que a gente fala por aqui, mas você sabe como ele surgiu? Pois é, a gente só ficou sabendo uma hora aí que ele existia, baixou no celular e agora não larga mais. Antes de saber a origem do nosso mensageiro favorito, já aproveita pra se inscrever no canal e tocar no sininho pra receber as notificações dos vídeos do TecMundo. Agora vamos lá pra história do WhatsApp.

 

 

Fonte: TecMundo - YouTube

 

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  • Similar Content

    • By elias.girardi
      Vantagens dos aviões elétricos
       
      A empresa alemã Lilium fez com sucesso o primeiro teste de voo do seu avião elétrico incluindo as capacidades de decolagem e pouso verticais.
       
      Uma das características mais marcantes em relação aos aviões tradicionais com a mesma capacidade, que precisam girar seus rotores (tiltrotor), é a simplicidade do projeto do Lilium. Com 36 motores elétricos fornecendo empuxo quase instantâneo em quase todas as direções, as superfícies de controle, como lemes, ailerons ou cauda, não são necessárias.
       
      A eliminação também dos circuitos de lubrificação e das caixas de câmbio ajuda a eliminar peso para comportar as baterias. E também contribui para que o avião elétrico tenha aproximadamente o mesmo número de peças individuais que um carro, o que é 1.000 vezes menos peças do que um jato tradicional.
       
      Além de tornar a aeronave mais simples e rápida de projetar, isso também significa menos manutenção e menos custo de operação.
       
      Por isso a empresa está otimista de que seu avião elétrico possa entrar no mercado de aviação regional em poucos anos, afirmando que a aeronave "equilibra os requisitos concorrentes de alcance, velocidade e carga útil, ao mesmo tempo que oferece uma pegada de baixo ruído e os mesmos padrões de segurança das aeronaves comerciais de hoje".
       

      [Imagem: Lilium GmbH]
       
      Eficiência e silêncio
       
      As quatro asas contribuem significativamente para a eficiência geral, fornecendo sustentação para suportar o peso da aeronave durante o voo horizontal, enquanto o projeto em duto dos 36 motores elétricos fornece uma vantagem significativa de eficiência em relação aos rotores abertos, bloqueando a formação de vórtices, ou fluxos em turbilhão.
       
      E trabalhos de modelagem acústica permitiram construir motores que tornam a aeronave inaudível do solo quando ela voa acima de 400 metros de altitude, fazendo o mesmo barulho de um caminhão passando durante a decolagem.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=aviao-eletrico-faz-decolagem-pouso-verticais&id=010175201124#.X71ZP5xKgps
       
    • By elias.girardi
      Neste caso especial, a cor depende da direção de onde vem a luz que ilumina o objeto. [Imagem: Eser Metin Akinoglu et al. - 10.1002/adom.202001307]
       
      Novo tipo de cor
       
      A maioria dos materiais ao nosso redor tem uma determinada cor porque cada um absorve apenas parte do espectro solar. Por exemplo, as folhas de uma árvore nos parecem verdes porque absorvem a luz vermelha e a azul.
       
      Alguns objetos, por sua vez, incluindo animais, criam cores de uma maneira diferente, baseando-se não em sua composição química, mas em variações na sua forma - são as chamadas cores estruturais.
       
      As cores estruturais geralmente são criadas por difração, que acontece quando os raios de luz interferem uns nos outros conforme refletem nas superfícies. Os arco-íris e as manchas de óleo coloridas sobre a água são exemplos de cores estruturais, e o efeito também é responsável pelos incríveis tons vívidos das penas do pavão e das asas das borboletas.
       
      Agora, cientistas australianos descobriram um mecanismo inesperado para gerar cores que ninguém havia percebido antes.
       
      Para criar o efeito, Eser Akinoglu e seus colegas juntaram uma película muito fina de nitreto de silício a outra película um pouco maior de alumínio metálico. O campo elétrico - uma força criada pela atração e repulsão das cargas elétricas dos átomos - é muito forte onde os dois materiais se tocam.
       
      Quando esse sanduíche inusitado foi iluminado, a interação de diferentes ondas de luz - chamada interferência óptica - na superfície do material criou cores brilhantes que não podem ser explicadas pela química (composição do material) e nem pela física (no sentido da estrutura física do material). Basta mudar as condições de iluminação para que a cor do material mude.
       
      Isso amplia nossa compreensão do comportamento e das propriedades da luz e também pode ter aplicações práticas em tecnologias de detecção (sensores) e em dispositivos de segurança, diz a equipe.
       

      A cor que você verá (ou não) depende da direção da iluminação, sendo gerada pelas conexões atômicas entre os dois materiais. [Imagem: Jasmine Lynch]
       
      Cor direcional
       
      Sob luz normal, o material funciona como um espelho, refletindo quase toda a luz visível. Mas quando ele é iluminado por apenas um feixe direcional de luz, o material assume cores vivas e iridescentes.
       
      "Se você usar uma lanterna para iluminar a amostra em uma sala escura, o feixe de luz refletido se afastará de você para o outro lado da sala. A luz refletida nunca atinge seus olhos, apenas a luz dispersa pode atingir seus olhos.
       
      "Quando a luz da sala está ligada, a luz vem de todos os lugares até a amostra e, portanto, você sempre verá a luz refletida viajando até seus olhos.
       
      "O efeito é uma curiosidade completamente desconhecida que resulta em vermos cores. É algo fundamentalmente diferente," disse Akinoglu.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=descoberta-nova-forma-gerar-cores&id=010160201123#.X7urLZxKgps
    • By djsync
      SoundBeamer usa ultrassom direcionado às orelhas do usuário para criar uma "bolha" com sons que só ele pode ouvir

       
      Uma empresa israelense chamada Noveto Systems desenvolveu um sistema de som que é capaz de trasmitir música diretamente para o ouvido dos usuários, sem a necessidade de fones de ouvido. Batizado de SoundBeamer 1.0, o aparelho usa ultrassom para criar uma "bolha" de áudio ao redor do ouvinte, que escuta os sons normalmente. Entretanto, pessoas que estiverem fora da bolha não ouvem nada.
       

       
      O aparelho, que se parece com um subwoofer de mesa, pode produzir som em estéreo ou "surround" simulando um sistema de som de 360 graus. Ele também pode ser programado para acompanhar os movimentos da cabeça do usuário e ajustar a bolha automaticamente, para que os canais de som estejam sempre perfeitamente posicionados.
       
       
       
      O CEO da Noveto, Christophe Ramstein, diz que é dífícil explicar a tecnologia porque "o cérebro não entende o que não conhece". Não é a primeira vez que a empresa anuncia um produto com som direcional: em 2018 ela apresentou um sistema de som similar chamado Sowlo, que deveria ter sido lançado em 2019 mas, aparentemente, nunca chegou ao mercado.
       
      A empresa não pretende produzir o SoundBeamer: em vez disso irá licenciar a tecnologia para uso em várias categorias de produto e mercados. A expectativa é que aparelhos como o SoundBeamer estejam no mercado em 2021. 
       
      Fonte:  olhardigital.com.br
    • By elias.girardi
      O rover Perseverance, que faz parte da missão Mars 2020, da NASA, foi lançado em julho e segue viagem com destino a Marte, devendo chegar ao Planeta Vermelho em fevereiro do ano que vem e pousar na cratera Jezero. Enquanto isso não acontece, um dos microfones do sistema a bordo do rover gravou os sons da nave, enquanto ela viaja pelo espaço interplanetário.
       
      Depois do pouso, poderemos ouvir sons marcianos, já que o rover está equipado com dois microfones: um é feito para ouvir as transmissões do instrumento SuperCam, que vai vaporizar rochas com disparos a laser, enquanto o outro irá capturar o que for possível da sequência entrada, descida e pouso (EDL) em Marte. Assim, os dados de áudio deste último instrumento foram coletados em outubro, durante uma análise do sistema da câmera e do microfone do rover, que terão a tarefa de registrar um pouco da emoção do momento da descida na cratera Jezero.
       
      Confira o áudio:
       
       
      O arquivo de som foi processado pela DPA Microphones, empresa que produziu o microfone EDL da Mars 2020. David Gruel, gerente de testes e lançamento da Mars 2020, explica que a captação de áudio é importante porque indica que o sistema está funcionando e pronto para gravar um pouco do som do pouso. Só que esse microfone não foi feito para missões espaciais, então a equipe não sabe bem o que esperar do grande dia: “ter som em um pouso é algo legal de se conseguir, não essencial", acrescentou. "Se não acontecer, não vai impedir nem um pouco a missão de descobertas na cratera Jezero. Mesmo que somente uma parte da sequência de pouso seja captada em áudio, seria incrível".
       
      Sabemos que o vácuo do espaço não permite a propagação de som. Entretanto, isso que não significa que não exista mais nenhuma forma de fazer isso, já que as ondas de som são capazes de viajar através de objetos. Então, quando um componente elétrico registra as vibrações mecânicas, elas podem se transformar em sinais elétricos — um fenômeno parecido com aquele de quando ouvimos uma música com fones de ouvido e o fio do fone encosta em uma superfície, causando um ruído.
       

      Ilustração com destaque para o microfone EDL (Imagem: Reprodução/Reprodução/NASA/JPL-Caltech)
       
      O rover Perseverance segue viagem junto do helicóptero Ingenuity, que levará tecnologias de voo para serem testadas em outro planeta. Há cerca de um mês, a NASA comunicou que a missão já havia percorrido metade do trajeto para Marte — a nave deverá entrar na atmosfera marciana em 18 de fevereiro de 2021.
       
      Um dos principais objetivos da Mars 2020 é a busca por sinais de vida microbiana antiga em nosso planeta vizinho. Além disso, o rover vai caracterizar a geologia do planeta e seu clima do passado, abrindo caminho para a exploração humana de Marte, e esta será também a primeira missão a coletar e armazenar amostras de rochas e regolito marciano. Essas amostras serão trazidas para a Terra na campanha Mars Sample Return, em uma parceria com a Agência Espacial Europeia.
       
      Fonte: https://canaltech.com.br/espaco/microfone-no-rover-perseverance-grava-sons-da-viagem-rumo-a-marte-ouca-174962/
    • By elias.girardi
      Em pleno século 21, é quase que impossível um indivíduo ligado em tecnologia nunca ter ouvido falar e jamais ter sequer utilizado o Windows pelo menos uma vez. O sistema operacional da Microsoft, que completa 35 anos nesta sexta (20), está presente em todos os aspectos da nossa vida, seja trabalho, escola, em casa e em estabelecimentos que frequentamos.
       
      Apesar de ocupar posição de liderança no mercado nos desktops, a companhia deu início a uma nova era com o lançamento do Windows 10, que mudou a maneira como o software é distribuído, além de colocá-lo em par com as novas tecnologias e tendências do mercado — conectividade, mobilidade, nuvem, integração.
       
      Mas, para chegar até aqui, foi um longo caminho, iniciado em 1985, com o Windows 1.0. De lá para cá muita coisa (mesmo) mudou, e preparamos uma coletânea descrevendo essas três décadas e meia de transição.
       
      Windows 1.0
       

       
      O Windows 1.0 foi onde tudo começou, lançado em 1985. Até sua chegada, os sistemas operacionais funcionavam apenas em modo texto e este foi o primeiro a oferecer uma interface gráfica em cima do modo texto (MS-DOS) de maneira que qualquer pessoa pudesse interagir com o sistema sem precisar digitar comandos no terminal. Para os padrões de hoje ele pode parecer feio, simples e antiquado, mas saiba que foi extremamente importante por introduzir ao mundo conceitos que hoje são completamente normais como menus que caem ao serem clicados, a utilização de uma seta para apontar e clicar em elementos, barras de rolagem e as janelas.
       
      O nome Windows significa janelas e, curiosamente, foi escolhido de última hora. O nome original era "Interface Manager" ou "Gerenciador de Interfaces", mas escolheu-se (sabiamente) o que já conhecemos porque soava melhor. Quer rir um pouco? Então veja o Steve Ballmer, ex-CEO da empresa, tentando vender o Windows 1.0.
       
       
      Windows 2.0
       

       
      Se você reparar bem, as janelas da interface do Windows 1.0 não se sobrepunham. O Windows 2.0 chegou em 1987 trazendo essa funcionalidade, o que provocou um processo por parte da Apple alegando que a Microsoft havia copiado o sistema da empresa da Maçã - a Apple perdeu a briga. Capaz de rodar sem um disco rígido, o 2.0 se tornou mais popular do que o antecessor.
       
      Windows 3.0
       

       
      Foi com o Windows 3 que o sistema realmente começou a decolar e ganhar espaço. Lançado em 1990, ele veio com uma interface reformulada, delineando o padrão visual que convivemos por muitos anos até a chegada do Windows 8. Além do visual renovado, ele trouxe diversas melhorias como suporte a drives de CD e placas de som, além de vir pré-instalado em discos rígidos, ocupando "monstruosos" 5 MB. Além disso, o Windows 3.0 introduziu softwares importantes como o Bloco de Notas, um editor de texto e o clássico Paciência.
       
      Windows 95
       

       
      Lançado em 1995, o sistema foi um marco na história da Microsoft, do próprio Windows e, quem sabe, até da humanidade. A interface gráfica, mais refinada do que nunca, praticamente não mudou visualmente até a chegada do Windows XP e em comportamento até o Windows 8 em 2012. Nesta versão, a Microsoft introduziu o Windows Explorer e a barra de tarefas, presentes até os dias de hoje e que não devem desaparecer tão cedo. Importante notar o Internet Explorer na captura de tela. No entanto, ele não vinha instalado por padrão, mas era possível adquiri-lo em um pacote de atualização chamado Plus.
       
      Windows 98
       

       
      O Windows 98 foi lançado em 1998, como o nome sugere, e trouxe vários avanços em relação ao 95, apesar de não ter sofrido mudanças visuais significativas. Importante mencionar o suporte a dispositivos USB e múltiplos monitores e a chegada do Internet Explorar já instalado por padrão - foi aí quando começou a derrocada do Netscape. No ano seguinte, a Microsoft lançou o Windows 98 Second Edition (SE), que corrigiu vários bugs da versão anterior.
       
      Windows ME
       

       
      Na virada do milênio a Microsoft introduziu o Windows Millenium Edition (ME). O software foi meio que um fiasco para a empresa e 1 ano depois foi substituído pelo Windows XP. O ME oferecia um boot mais rápido do que os anteriores, mas isso fazia com que programas mais antigos baseados em MS-DOS não funcionassem mais. O Windows ME era voltado para usuários domésticos e o Windows 2000 era a versão para negócios.
       
      Windows XP
       
       
      Sim, isso que você acabou de ver era uma propaganda da Microsoft com Steve Ballmer tentando vender o Windows XP. Lançado em outubro de 2001, o sistema fez história e ainda é um dos mais utilizados no mundo, atrás apenas do Windows 7 e Windows 8, e isso somente porque a empresa descontinuou o suporte técnico a essa versão recentemente.
       
      Sua característica mais marcante, à primeira vista, foi o visual caprichado, com cores vivas, a montanha verde com céu azulado, a barra de tarefas azul e os demais elementos que marcaram uma nova era no design do sistema. Além disso, unido aos avanços de hardware e softwares de terceiros, tornou-se uma versão extremamente confiável para as mais variadas atividades e, hoje, 14 anos após seu lançamento, ainda temos milhões de estabelecimentos rodando o XP em seus computadores.
       
      Windows Vista
       

       
      Lançado em 2007, o Windows Vista foi um dos maiores fiascos da empresa. Apesar de ter um visual bastante refinado, com transparências e efeitos especiais em 3D, o sistema não decolou por causa de inúmeros atrasos e problemas técnicos. Além disso, ele não oferecia nenhuma vantagem significativa sobre o Windows XP, que ainda era muito bom e confiável.
       
      Windows 7
       

       
      Após o fracasso do Windows Vista, a empresa lançou o Windows 7, que veio para salvar a pátria. Depois do XP, o 7 foi o sistema da "zona de conforto" dos usuários, já que oferecia um visual bem agradável e desempenho e confiabilidade nos mesmos níveis do Windows XP. Com o encerramento do suporte à versão antiga, o Windows 7 passou a ser o sistema operacional mais utilizado do mundo e atualmente conta com pouco mais de 60% de participação no mercado.
       
      Windows 8
       

       
      Tudo ia bem com o Windows 7, mas, em 2012, a Microsoft colocou os pés pelas mãos em uma aposta que não deu muito certo: eliminou o Menu Iniciar e empurrou goela abaixo dos usuários os "Live Tiles", quadrados vivos que continham programas e exibiam informações relevantes em tempo real, em uma interface voltada para dispositivos com tela sensível ao toque.
       
      O problema é que quase ninguém possui uma tela do tipo e a maioria já está acostumada a trabalhar bem com os bons e velhos teclado e mouse. Além disso, a falta do Menu Iniciar deixou muita gente perdida, o que contribuiu para a alta taxa de adoção do Windows 7. Resultado: o Windows 8 foi um fiasco.
       
      Windows 10
       

       
      O Windows 10 chegou  como a promessa da Microsoft para introduzir aos usuários o sistema operacional do futuro. Com ele, a empresa não apenas resolveu os problemas do Windows 8, mas criou uma nova rotina de atualizações e distribuições. Apresentado para ser o "Windows defintiivo", essa versão ganha novidades semestralmente e vem se tornando cada vez mais robusta.
       
      Fonte: https://canaltech.com.br/windows/do-windows-10-ao-windows-10-veja-como-o-sistema-mudou-nestes-30-anos-45911/

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