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  1. Olá pessoal tudo bem .... entrou mais um equipamento na bancada o modelo dele e esse que se encontra no titulo do post.

    Esse equipamento entrou na bancada com problema de não ligar , não acendia o led de DCIN , após gravação da bios equipamento ligou mas como a nosso vida não e flores , ligou com o erro de PRODUCT INFORMATION NOT VALID

    Espero que gostem .

     

     

  2. Este projeto é 100% grátis, um membro do fórum solicitou ajuda para montar algo similar, com base no que foi pedido, depois de entender o que foi proposto inicialmente, elaborei esta versão um pouco mais funcional da coisa, apesar de ter optado por manter a simplicidade, que permite montagem sem placa de circuito impresso.

    Eu, @Hélio, @curtolo, e @Paulo Noce estamos pensando, e trabalhando, em melhorias, toda e qualquer sugestão é bem vinda.

    Quando terminarmos todos os arquivos necessários para a montagem estarão disponíveis na área de montagens. 

     

    Testador Fonte TV 11.05.18.png

     

    Todos os resistores são de 1/4w com exceção de R7 que precisa ser de 5W, R7 pode ser de 3r3 ou 4r7, a diferença é pouca, e tem a finalidade de limitar o consumo de corrente a aproximados 0.40A quando a tensão de standby for 5V equiparando o brilho da lâmpada independente da tensão de standby.

    Quando a tensão de standby for de 3.3V basta mudar a posição da chave seletora para a posição 3.3V em que a saída ignora R7 e vai direto para a lâmpada.

    Os resistores de 10 Ohms tem apenas a função de atuarem como fusíveis no caso de ligação incorreta ou algo inesperado, qualquer um de valor baixo serve, 4r7, 10r, 47r, 100r etc... 

    As lâmpadas propostas podem ser encontradas facilmente, e com custo extremamente baixo.

    As chaves seletoras INVERTER ON P / T, e POWER ON P / T, são aquelas de duas posições, e 3 contatos, sendo que o contato do meio é o comum( Qualquer uma servirá. )

    As chaves seletoras A/P DIM 3.3V / 5V, e STBY 5V / 3.3V aparecem separadas no esquema para ilustrar a funcionalidade, mas foram pensadas para ser apenas 1 chave de 2 posições e 6 contatos, pois a função das duas é comutar a tensão de standby provida pela fonte em teste entre 3v e 5v, R6 e R7 devem ser conectados no mesmo lado da chave os terminais centrais são as duas saídas, e do outro lado liga-se R5 e a saída direta para a lâmpada de 6.  

    As chaves liga e desliga são aquelas de duas posições e 2 contatos. ( Qualquer uma serve, use a que achar mais legal. )

    As chaves de seleção POWER ON P / T, e INVERTER ON P / T, serve para alternar entre tensão Positiva, ou Terra, para o acionamento da fonte e do inverter, e POWER ON/OFF, e INVERTER ON/OFF são autoexplicativas.

    Quando o standby da fonte for de 5V a chave STBY 5V / 3.3V deve estar na posição em que R7 faz a conexão do circuito com a lâmpada de 6V.

    O consumo em Watts das lâmpadas de 24V e 12V foram escolhidos para propiciar um consumo de 1.25A em ambas.

    Como já devem ter percebido acima 3 fios saem do dispositivo com função de acionamento podem ser finos, muito pouca corrente vai passar por eles, e 4 fios fornecem alimentação, em ordem da esquerda pra direita na parte inferior temos STANDBY, 12V, 24V, e TERRA.

     

    Havendo interesse podemos criar uma versão 2.0, com seleção automática da tensão de standby, no entanto esta versão do testador exigiria confecção de uma placa de circuito impresso, algo que esta aí acima dispensa pela simplicidade.

     

     

    Novo - atualizado em: 17/05/18.

     

    1.jpg  

    Na imagem acima vemos a correção do primeiro circuito proposto, e também umas poucas melhorias.

    Visto que adicionamos caminhos separados para a tensão de stanby quando for de 5V ou 3.3V usando a chave de 3 contatos, e que adicionamos um resistor em série com a lâmpada (quando selecionado 5V) para propiciar consumo equivalente independentemente da tensão que entra no standby, passou despercebido num primeiro momento que a queda de tensão sobre o resistor equipara não só a corrente consumida, mas também a tensão, tendo dito isso, o resistor R6 5V, ficou desnecessário, é importante que se use R7 5W com valor mais próximo possível do sugerido para que a tensão entre o divisor resistivo formado pela lâmpada e o R7 fique em 3.3V ou algo muito próximo disso, considero qualquer valor entre 3.1V e 3.4V aceitável.

    Como assim lâmpada e divisor resistivo? Uma lâmpada para o circuito nada mais é do que uma resistência... O cálculo para determinar o valor da resistência de uma lâmpada é simples, desde que tenhamos os dados.

    Diz a lei de Ohm Resistência = Volts / Amperes. 

    Então sabendo que nossa lâmpada é de 6V e que consome 5W já é possível calcular, pois 5W / 6V =  0.8333A.

    Sendo assim R = 6v / 0.8333A que dá: 7.2 Ohms.

    Sabendo a resistência da lâmpada podemos calcular qual será o consumo ofertado pela lâmpada, para as novas tensões de 5V e 3.3V.

    Sabendo que A = V / R:

    para a tensão de 3.3V teremos um consumo de: 0.45A.

    para a tensão de 5V teríamos sem o resistor R7 um consumo de:  0.69A.

    Eu queria que o consumo fosse similar nas duas tensões, para que o brilho da lâmpada ficasse sempre igual, de forma que com o passar do tempo de utilização do aparelho, poderíamos deduzir pelo brilho quando standby estivesse fornecendo menos corrente do que o normal, qual a saída mais rápida para isso? Aumentar a resistência da lâmpada que já tínhamos, e sendo assim visto que nossa lâmpada nada mais é que um resistor de 7.2 Ohms se adicionarmos o resistor de 3 Ohms 5W em série como ficaria o cálculo?

    5V / 10.2 Ohms = 0.49A dããããã, mas não ficou com 0.45A, o Neo não sabe calcular as coisas... uhhuHUAEUHAE

    Agora refaça o cálculo utilizando a tensão correta né cara daí vai certo... ;D

    Introduzindo no cálculo a queda de tensão sobre o diodo D2 (o valor da queda varia de acordo com o diodo, mas costuma-se calcular como sendo algo entre 0.3V à 0.7V).

    Obtemos então considerando 0.4v de queda 4.6V / 10.2 Ohms = 0.45A.

    Não podemos esquecer que quando aquecem o valor das resistências muda, então é normal que apesar de calcularmos exista uma margem de erro, mas para cálculos é isso aí mesmo.

    Com a adição do R7 formamos um divisor resistivo no ponto em que ele encontra a lâmpada, algo que havia passado despercebido no primeiro momento.

    A formula para o cálculo também é simples...

    O resistor conectado terra (no nosso caso a lâmpada) 7.2 Ohms chamamos de RB, e o resistor conectado a tensão positiva chamamos de RA, a tensão de saída onde eles se encontram chamaremos To, e a tensão que chega no RA de TI.

    A formula então é:

    To = (RB / (RB+RA)) x TI.

     

    To = (7.2 / (7.2+3)) x 4.6

    To = (7.2 /10.2) x 4.6

    To = 0.7058 x 4.6

    To = 3.24V

     

    Sendo que independente do valor da tensão de entrada no standby ser 3.3V ou 5V, teremos "3.3V" disponível no divisor, não há necessidade portanto de mantermos o R6 do primeiro esquema, no circuito.

     

    Para sinalizar que o aparelho está setado para 3.3V ou 5V inseri no circuito um led que só acenderá com a chave posicionada em 5V, e foi por isso que adicionamos D2 no circuito, para impedir que quando a chave estivesse na posição 3.3V o led ficasse aceso também.

    Outra mudança significativa em relação a versão anteriormente proposta, foi a redução de 7 chaves para apenas 4.

    STBY 5V / 3.3V agora sem a necessidade do segundo resistor de saída vira uma chave comum de 2 posições e 3 contatos.

    A / P DIM ON/OFF é uma chave de duas posições e 2 contatos. ( liga e desliga ).

    As outras duas foram substituídas por chaves de 3 posições e 4 contatos, sendo que quando na posição central o contato fica desconectado, virando para um lado comuta terra, e virando para o outro comuta a tensão positiva do standby.

    O @Hélio informou que o aparelho pode ser utilizado com chaves de duas posições e três contatos, para ficar ciente de como utilizar desta forma, visite o link abaixo caso não tenha vindo de lá, e leia a mensagem dele.

     

     

    Na imagem abaixo vemos a versão em que foi incorporado um volt/amperímetro ao circuito usando também uma chave de 3 posições e 4 contatos para selecionar a tensão a ser medida, Standby, 12V, 24V.

    Visto que a maioria desses volt/amperímetros atuais precisa de alimentação externa para funcionar adequadamente vais precisar ou de uma fonte externa ou adicionar uma bateria capaz de alimentá-lo, se optar por bateria dá até pra fazer um sistema de carregamento para ela usando o standby, 12v ou 24v. Se alguém optar por algo assim e quiser compartilhar conosco a solução será legal, se precisarem de ajuda com isso estamos aí também, mas é algo que a princípio não pus no papel, por isso estou deixando apenas a ideia.

    Olhando pro projeto é fácil perceber que toda e qualquer carga consumida por qualquer uma das três lâmpadas é medida pelo amperímetro, o valor vai subindo de acordo com a quantidade de lâmpadas ligadas, mais uma vez, com o tempo de uso, conhecendo as placas com as quais estás trabalhando ficará fácil determinar se as fontes estão fornecendo a corrente que comumente deveriam entregar.

    Esta abaixo é a versão 1.2

    2.jpg

     

    Abaixo vou deixar as próximas duas imagens que serão explicadas uma outra hora, só pra matar a curiosidade de quem por ventura esteja curioso pra ver o que vem por aí...

    Lembrando que além desta abaixo que tinha objetivo de gastar uns R$: 120,00, e acho que não consegui, vou ainda produzir pelo menos mais uma versão, talvez duas, que seriam uma das duas a minha escolha caso fosse trabalhar com tvs diariamente.

     

    Alguém vai montar esta abaixo? Não sei, tem que ter eletrônica na veia pra montar essa traquitana, mas foi um exercício interessante para a minha cachola,;D e claro partes das ideias abaixo podem vir a fazer parte de qualquer testador que optares por montar. 

     

    Novo - Atualizado em: 19/05/18.

    Então pessoal, estamos quase chegando ao fim da saga do testador de fontes de TV, esta abaixo é a versão 2.0 que conta com alguns recursos a mais e como devem ter notado utiliza apenas 1 lâmpada de 2 filamentos para os testes.

     

    3.jpg

    O que essa versão trás de novidades? 

    Ela detecta se a tensão de standby é 3.3v ou 5v, e o circuito no lado esquerdo da imagem serve para selecionar através de um único push button qual das tensões em teste aparecerá no voltímetro, e as entradas de 12v e 24v agora alimentam o mesmo filamento da lâmpada dividindo a carga entre si.

    Para poder testar as duas tensões 12v e 24v, em um mesmo filamento a estrategia adotada foi usar dois reguladores de tensão LM350 um para cada linha, que precisam ser regulados precisamente para a mesma tensão, no esquema estão reguladas para 10.70V mas o que vai de fato determinar a tensão na prática é a queda mínima que vai ocorrer sobre o LM350 da linha de 12V, a ideia é usar a tensão máxima possível na linha de 12V e igualar esta tensão na saída do LM350 da linha de 24V, a sugestão é usar em RV1 e RV2 trimpots de 25 voltas, para conseguir que as saídas fiquem idênticas.

    Estando as duas saídas com a mesma tensão elas irão dividir a carga entre si.

    Foram adicionados 2 leds de cores diferentes, um na saída de cada LM350 para indicar quais das tensões estão presentes.

     

    A detecção da tensão de standby foi feita utilizando dois OP AMPs, e o conjunto zener D7 + R13.

    Os dois mosfets Q1 e Q2 substituíram as chaves que comutavam entre as tensões de standby. SW1 está no circuito apenas para que se possa verificar o correto comutamento das possíveis tensões de standby.

    Os dois OP AMPs estão configurados como comparadores de tensão, e suas entradas estão invertidas, notem que o LM324 é alimentado com fonte externa ou bateria de 6 a 12V.

    D7 + R13 formam a nossa tensão de referência para comparação, que passa por C3 apenas para garantir uma saída de 3.6V constante, precisamos que esta tensão de referência seja maior do que a menor tensão de standby e menor do que a máxima, dessa forma os comparadores sempre estarão com suas saídas invertidas e por consequência apenas 1 dos mosfets estará ativado por vez, então use qualquer zener maior que 3.3V e menor que 5V.

    A tensão de referência, já que precisa de saída constante independente da tensão presente no standby, e tem que ter tensão maior que a tensão de mínima de entrada foi gerada a partir de alimentação externa (bateria ou fonte).

     

    U3A recebe a tensão de referencia na sua entrada não inversora, e a tensão de entrada na entrada inversora, U3B recebe em suas entradas justamente o contrário. Como isso funciona?

    Se a tensão presente na entrada não inversora(+) for maior, do que a tensão presente na entrada inversora(-), a saída será positiva e terá a tensão positiva utilizada na alimentação do OP AMP.

    Se a tensão na entrada inversora(-) for maior, do que a tensão na entrada não inversora(+), a saída será aterrada.

    Então da maneira como conectamos nossos OP AMPs um deles sempre estará ligado enquanto o outro estiver desligado permitindo que apenas um dos mosfets, Q1 ou Q2, conduzam corrente para a lâmpada e para a saída A/P DIM.

     

    Os resistores R9 e R10 ambos de 5W foram adicionados para acrescentar algum consumo extra, desta forma garantimos um consumo de aproximados 415ma na tensão de standby, e 1.75A a serem divididos entre as fontes de 12V e 24V quando as duas estiverem presentes. Na falta de uma delas, (podemos ocasionar isto desligando as chaves que precedem os LM350), a que estiver presente consumira aproximados 1.75A.

     

    Os diodos D1 e D2 servem para unir as saídas de 10.2V provenientes das fontes de 12V e 24V, e previnem que caso apenas uma das duas esteja presente o led da outra fique aceso.

    O restante desta parte a direita do circuito, vocês já conhecem das explicações anteriores.

     

    Vamos ao circuito de seleção da tensão que aparece no voltímetro do aparelho. ;D 

    O que eu queria quando comecei a desenhar esse circuito era adicionar valor ao projeto, e que ao ligar o aparelho a primeira tensão a aparecer no voltímetro fosse a tensão que aparece primeiro nas placas fonte, standby, sendo que poderia com o clique de um push button comutar entre as 3 possibilidades de tensões em teste.

    A primeira ideia foi usar um contador de décadas e limitá-lo para que contasse apenas até 3, daí pesquisando sobre isso encontrei o datasheet do CD4027 que dentre outras coisas pode ser usado para criar um contador de décadas ele é um Dual J-KMaster-Slave Flip-Flop. Quem tiver dúvidas e quiser conhecer a fundo o funcionamento deste tipo de circuito sugiro que dê uma olhada nos vídeos do Gregori do all eletronics no youtube. 

    Inicialmente do jeito que tinha montado ele realmente contava até 3, e voltava a zero no final, o problema disso é que na posição 0 ele obviamente não mostrava nada no voltímetro, e já pra testar o standby que é a fonte padrão tinha que apertar o botão uma vez, clicando novamente ele ia para a linha de 12v, e clicando novamente ele ia pra linha de 24v, quando chegava neste ponto clicava novamente e voltava a zero, e eu queria é que ele funcionasse de modo cíclico, alternando apenas entre as 3 tensões disponíveis.

    O que precisávamos fazer então ficou claro, o que queríamos de fato é que contasse de 0 até 2, e queríamos que o 0 fosse a primeira saída.

    Pra limitar a contagem até 2 o que fizemos foi adicionar uma porta AND ligada nas duas saídas, desta forma quando ele conta 3, que seriam as duas saídas com nível alto, a porta AND fica com estado alto na sua saída, e faz o reset da contagem nos pinos 4 e 12 do CI, e ele volta para 0.

    Para tornar 0 + 0 uma saída de nível alto, utilizamos uma porta NOR, desta forma quando as duas entradas da porta estão em nível baixo, ela fica com nível alto na saída, fazendo com que o standby apareça no voltímetro assim que conectados os fios a placa fonte e ligamos a alimentação a fonte/bateria externa 12v do aparelho, se for usar com bateria adicione uma chave liga e desliga. 

    Para que pudéssemos comutar entre as 3 tensões a serem medidas no voltímetro tínhamos estas três saídas lógicas, maravilha, colocas ali 3 mosfets um para cada linha e ta tudo resolvido... Não foi bem assim hueuhaehueaUHeahu ;D

    Inicialmente tentei usar mosfets tipo N, para comutar as linhas até o voltímetro, e evidente que não funcionou pois eu precisava de uma tensão positiva maior do que a tensão no source, as três saídas quando ativas tem 5V, então a tensão de 5V passava com uma pequena queda e as outra ficavam abaixo de 5V pois com 5v no gate o mosfet não acionava corretamente. 

    Daí o que fiz foi colocar os mosfets tipo P, que precisam de uma tensão menor no gate do que a tensão no source, mas a tensão de acionamento que eu tinha era de 5V que é menor do que 12v e 24v mas não é menor que 5V e é maior do que 3.3V...

    A saída que encontrei foi esta aí, coloquei mosfets tipo N, que quando acionados com 5V em seus gastes pelas saídas do 4027, leva terra para o gate do mosfet tipo P, que agora com tensão 0V no seu gate, pode comutar qualquer uma das tensões que colocarmos nos seus sources, de 3.3V a 24V.

    Coloquei o circuito para funcionar e novo erro, qualquer que fosse a saída ativa a tensão no voltímetro era "5 virgula qualquer coisa"... Depois de analisar melhor coloquei os diodos após cada mosfet tipo P para impedir que o acionamento de um mosfet permitisse condução do diodo interno dos outros dois mosfets. Agora eu tinha a certeza que tudo estava certo e que ia funcionar como eu queria. Bah...

    Que tristeza, fiz essa naba toda pra medir as tensões no voltímetro e por causa da queda de tensão dos malditos diodos a tensão não fica correta... uhhuahuauhaehuaHUUHuahE

    Alguns destes volt/amperímetros tem regulagem e poderiam ser calibrados, mas normalmente quando alteramos o ajuste de tensão a medição de corrente também é afetada, daria trabalho, não gostei...

    Solução, adicionamos uma fonte de tensão negativa na referência de terra do voltímetro com valor idêntico da queda do diodo + diferença ocasionada pelo resistor de descarregamento do circuito R9, desta forma compensamos a queda do diodo, e finalmente podemos medir com precisão as tensões das linhas. Dependendo do diodo escolhido, a queda de tensão muda, então é necessário medir a queda sobre o diodo que vai utilizar pra determinar o valor de tensão da fonte negativa que vais precisar usar, no projeto ficou com -0.5V. 

    Poderíamos ter usado 3 relês substituindo os 3 mosfets e os 3 diodos, mas o trauma gerado por muitos anos consertando no-breaks não me permitiria optar por um relê a não ser que fosse a única opção. aeuhAEUHaehu

    Notem que no circuito a parte de alimentação do 4027 não aparece, mas ele é alimentado também pela fonte/bateria externa de 12V.

    Tendo dito isso acho que basicamente tudo que havia para saber sobre o projeto desta versão ficou explicado, se alguém tiver encontrado um erro, outra solução, tiver uma sugestão, ou uma dúvida fique a vontade pra usar os comentários. 

     

    Abaixo deixo a solução que encontrei para não adicionar mais dois CIs no circuito apenas para usar uma porta lógica de cada, são os equivalentes de U5 e U6.

    o de cima atua como uma porta AND e o de baixo como uma porta NOR. Podem haver soluções melhores, mas eu tinha dois OP AMPs sobrando no LM324 e resolvi usá-los.

    Podes então, removendo a seleção de tensão em teste com push button do projeto caso não queiras, usar 1 LM258/358 apenas para o circuito de detecção de tensão do standby.

     

    Encontrei um erro no projeto, a solução é fácil mas... Vou compartilhar com vocês mesmo assim heahueahuaehu

    Presumindo que iria usar um quad op amp LM324 sendo que dois foram usados no circuito de detecção do standby e os outros 2 nas portas AND e NOR, percebam que no primeiro circuito alimentei o CI com 12V que era uma tensão ideal para chavear os mosfets tipo N que comutam entre as possíveis tensões de standby, e nos circuitos abaixo eu queria que as saídas das portas fossem 5V, então alimentei com 5V, mas como trata-se de apenas 1 CI a alimentação ou é uma, ou outra, hueahuAEUHeahueAHU  a solução é então usar dois LM258/358 ao invés de 1 LM324. 

     

    Sobre as portas abaixo o funcionamento é simples:

    Para a primeira imagem que é de um equivalente de porta AND queríamos que a saída do U2:D fosse nível alto apenas quando as duas entradas da porta estivessem em nível alto, se tivermos nível alto no gate mas não tivermos nível alto no drain Q5 não conduz, e vice e versa, então quando tivermos nível alto em ambos, o source de Q5 que estava aterrado pelo resistor R15 fica agora positivo, e entrega tensão positiva na entrada não inversora(+) do OP AMP, quando esta tensão positiva surge no source de Q5, ela também ativa o gate de Q6, que passa a conduzir terra para a entrada inversora(+) do U2:D, desta forma a saída vai para nível lógico alto. 

    Vou deixar a explicação da segunda porta na parte de baixo da imagem para facilitar a leitura e observação do circuito.

    4.jpg

    Para a porta NOR escolhemos mosfets tipo P ao invés dos tipo N usados na porta AND.

    Sendo que os mosfets tipo P precisam de uma tensão menor no gate para permitir a condução da tensão de seu source para seu drain, Q3 e Q4 estão normalmente acionados quando recebem em seus gates estado lógico baixo, desta forma Q4 leva 5v para a entrada não inversora(+) do U3:A, e Q3 leva terra para a entrada inversora(-) do U3:A, fazendo com que sua saída fique em estado alto.

    Se Q4 recebe em seu gate um estado lógico alto ele deixa de conduzir, e o terra chega na entrada não inversora do U3:A através de R9, sendo assim visto que já temos terra na entrada inversora(-) a saída vai para nível baixo.

    Se Q3 recebe nível alto em seu gate ele deixa de conduzir, sendo assim R8 passa a levar 5V para a entrada inversora(-) do U3:A, e desta forma, sendo que temos terra na entrada não inversora(+) do U3:A, sua saída vai para nível lógico baixo.

    Se Q3 e Q4 recebem em seus gates simultaneamente nível lógico alto, Q4 deixa de conduzir e R9 leva terra para a entrada não inversora(-) do U3:A, e Q3 deixa de conduzir e desta forma R8 leva 5V para a entrada inversora do U3:A, fazendo com que sua saída vá para nível lógico baixo.

    Pode até parecer fácil olhando pro esquema, mas me tomou alguns neurônios e algumas horas pra chegar nessa configuração aí uhaehuaeuhaeuhea ;D 

     

    Novo - Atualizado em:  28/10/18.

     

    Então pessoal, finalizando a saga está aí a postagem da versão que eu montaria, levando em conta que é uma ferramenta simples, que tem que gerar e não gastar dinheiro... ;D

    Essa versão reúne um pouco de tudo que vimos até agora, então não demanda muitas explicações.

    A chave com um X em cima está ali apenas para a simulação deve ser excluída na hora da montagem.

    Sugiro a utilização de duas células reaproveitadas de baterias de notebooks ligadas em série somando 8.4V quando plenamente carregadas, para a alimentação tanto do volt/amperímetro, quanto para o circuito de seleção de tensão de standby. Adicionar um dcjack para carregamento das baterias é uma boa ideia, usas uma fonte regulável de bancada pra isso.

     

    A confecção da placa para o circuito de seleção automática de standby fica a critério de cada um, os esquemas estarão disponíveis pra download, então se alguém fizer questão de desenhar uma placa especialmente pra isso fique a vontade, eu particularmente, em função da baixa complexidade, e também em virtude de não ter que repetir a montagem, optaria por usar uma placa universal perfurada. 

     

    Minha Escolha.png

     

    Deixo aqui meu agradecimento aos amigos: 

    @DinhoOliveira e @Hélio pelas contribuições excelentes que deram no projeto.
    @curtolo e @Paulo Noce por participarem no background nas ideias e incentivando. 

     

    Download do Pacotão de Esquemas.

     

    Façam bom proveito, e não se esqueçam de deixar fotos lá no Tópico Principal caso realizem a montagem. ;D 

    Abraços.

     

     

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    Vou deixar esse cara escavando essa pilha de escombros que cresce sozinha até o final dos tempos.

  3. djsync
    Última Publicação

    PlayStation 4, oficialmente abreviado como (PS4) é uma  vídeo-game produzido pela Sony Interactive Entertainment, sucessor do PlayStation 3 e o quarto como parte da série PlayStation.

    Foi anunciado em Fevereiro de 2013 durante uma conferência de imprensa da Sony em Nova Iorque, num evento conhecido como "PlayStation Meeting 2013" que tinha como objectivo descobrir "O Futuro da PlayStation". Foi lançada na América do Norte a 15 de Novembro de 2013, na Europa e América do Sul a 29 de Novembro de 2013 e no Japão a 22 de Fevereiro de 2014.

    O PlayStation 4 é o primeiro console da Sony a ser oficialmente e legalmente editado na China desde a PlayStation 2, depois do levantamento da proibição que durou 14 anos.

    O PlayStation 4 compete diretamente com a Wii U da Nintendo e com a Xbox One da Microsoft, como um dos consoles da oitava geração.

    Vamos ao que interessa.
     

    Passo 1

    O que acontece dentro dos eletrônicos de consumo não deve ser um mistério incompreensível (nem não reparável).

    Dito isto, devemos admitir que o PS4 é uma caixa preta de boa aparência.

    Sete anos de inovação em design trazem ao PS4 um corpo nitidamente mais geométrico, uma barra de luz indicadora e uma legenda de logotipo mais sutil do que da última vez.

    Nós também encontramos:

    Unidade de disco Blu-ray / DVD com carregamento por slot

    Duas portas USB 3.0 energizadas

    Boa impressão divulgando as opções do PlayStation - HDMI, DTS, Dolby e Blu-ray

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    Passo 2

    Entrada de energia

    Saída de áudio digital óptica

    HDMI

    Ethernet

    Porta auxiliar proprietária para conectar dispositivos externos, como a câmera PlayStation

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    Os relatos têm aparecido na internet sobre algum mau funcionamento do PlayStation 4s.

    Um desses problemas de hardware, como notado pelo Kotaku , impede que o PS4 envie um sinal de vídeo para o monitor.

    De acordo com Kotaku, parece que um "pedaço de metal na porta HDMI do sistema deveria estar nivelado com a parte inferior da porta, mas que foi dobrado para cima, obstruindo alguns dos pinos da porta".

    Este "pedaço de metal obstruindo ... tinha realmente derrubado alguns dos 'dentes' fora do fio de HDMI - aquele empacotado com aquele PS4."

    TL; DR - Se o seu PS4 estiver com problemas na saída de vídeo, verifique se a porta HDMI não está torta ou danificada.

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    Passo 3

    Estamos felizes em ver a Sony dar poder às pessoas para substituí o hd interno.

    Teremos um guia detalhado em breve para aqueles intrépidos jogadores que gostam de um drive maior ou de um SSD zippy - mas por enquanto, fique tranquilo sabendo que tudo o que fica entre você e o disco rígido é uma tampa de plástico e alguns parafusos.

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    Vem com um disco rígido mecânico 5400 RPM, 500 GB, SATA II, fornecido pela HGST (uma subsidiária da Western Digital).

    Com apenas um único parafuso de fixação do caddy, substituir está unidade é fácil.

    Este disco rígido não é apenas substituível pelo usuário, mas é um drive SATA padrão de 2.5 "(também conhecido como laptop), o que significa que você pode substituir ou atualizar seu armazenamento com qualquer unidade de prateleira que desejar, desde que atenda a esses requisitos. padrões : não mais grosso que 9,5 mm e não menor que 160 GB Usuários se alegram!

    Mas esta é uma vitória de expansão agridoce; o PS4 não suportará armazenamento USB externo, limitando drasticamente a utilidade do console como um media center.

     

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    Passo 4
    Removemos alguns adesivos. Não prestando atenção às mensagens ameaçadoras contra o reparo, nós rapidamente as descartamos com a ajuda de nossas fiéis pinças ...

    … Apenas para ser confrontado com alguns parafusos Torx de Segurança levemente desonestos.

    Para nossa sorte, os parafusos especializados não são nada, já que usamos nosso Pro Tech Screwdriver Set .

    Enquanto estamos felizes que isso não é um stick-up (do tipo de adesivo), este mal não vai passar despercebido quando chega a hora de atribuir uma pontuação de reparabilidade.

    EnUCHJSuO5DvaBPs.jpgQSupfjaESsewPNMH.jpgVXCKM1MobZZoHO2A.jpg

     

     E remova os quatro parafusos T9 Security Torx, permitindo-nos abrir o capô no modelo de quarta geração do PlayStation da Sony. Nossos olhos se arregalam enquanto esperamos pela primeira vez o que faz essa beleza ronronar.

    E, no entanto, não estamos vendo nada além de sentimentos de nostalgia. Basta ver como as coisas mudaram .

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    Passo 5

    O nosso engenheiro de desmontagem desenrosca alguns suportes de retenção bacanas…

    … Enquanto saboreia um lanche muito merecido e distintamente canadense com nossos amigos da Chipworks .

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    Passo 6

    Voltamos nossa atenção para liberar a fonte de alimentação.

    Nenhum tijolo para tropeçar em seu cabo de energia - esta fonte de alimentação ainda estáaninhada dentro do gabinete.

    A fonte de alimentação é classificada em uma entrada CA de 100-240 volts. Isso significa que você pode levar seu jogo ao redor do mundo com seu confiável PS4 sempre ao seu lado; lembre-se de trazer seus adaptadores de tomada de energia.

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    Você ainda não escapou desta desmontagem, fonte de alimentação. Hora de divulgar seus segredos suculentos.

    Livrar o fornecimento de energia de sua caixa revela exatamente o que esperávamos: grandes capacitores, nenhum dos quais gerou o fluxo que estávamos procurando.

    Parece que esta fonte de alimentação está apenas avançando no tempo. (suspiro)

    Agora que a fonte de alimentação foi removida, você pode finalmente limpar seu ventilador.

    Ter uma fonte de alimentação interna significa que o PS4 precisará manter sua refrigeração - fazendo com que o ventilador limpe a manutenção importante.

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    Passo 7

    A unidade de Blu-ray / DVD é o nosso próximo alvo, mantido por alguns parafusos.

    Infelizmente, o PS4 não é compatível com os jogos PS3, PS2 ou PS1. Esta unidade pode girar seus discos antigos , mas não irá reproduzi-los.

    Estranhamente, ele também não reproduz CDs de música, embora isso pareça ser uma mera limitação de software que a Sony planeja corrigir em uma atualização posterior.

    Mas quem precisa mais de uma unidade óptica, agora que aproveitamos o poder da nuvem?

    Sendo esse o caso, a Sony planeja lançar um serviço de streaming de jogos em 2014 com tecnologia Gaikai , que permitirá que você jogue jogos PS3 em um PS4. Todo o processamento será feito "na nuvem" pelos servidores da Sony, com apenas o vídeo transmitido para o seu console real.

    PZAftggR6IfwqUfD.jpg

    Passo 8

    Esta é a história de uma unidade óptica e sua prancha ... Junte-se a eles em uma jornada de descoberta, para descobrir exatamente do que são feitos.

    Encontramos alguns ICs na placa da unidade óptica:

    Renesas SCEI RJ832841FP1

    Mitsumi 312 3536A

    ROHM BD7763EFV 325 T62 Motor Driver IC

    STM8ED 9H A07 VG MYS 331Z

    nIaThh11MmBlaEYC.jpgRZf5oEKTbNOZxGBb.jpgNoJxORyCDbBWY3LG.jpg

    Passo 8
    Em uma corrida pela placa-mãe, removemos alguns dos parafusos que prendem o corpo do PS4.

    Estamos descascando painéis como se estivéssemos remodelando uma toca vintage dos anos 1960.

    Estamos tão perto; nós quase podemos provar as batatas fritas (secretamente, nós esperamos que elas sejam do tipo Fully Loaded Baked Potato ).

    Em breve, placa-mãe, em breve .

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    Passo 9

    Finalmente, conseguimos abrir essa gloriosa pasta de inteligência e retirar nosso tesouro.

    Ao contrário das placas-mãe que vemos em dispositivos portáteis cada vez mais emagrecidos, a placa-mãe da PS4 ostenta planícies verdes e onduladas de fibra de vidro.

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    Campos de ICs frescos maduros para a colheita! ? KKKKK

    SCEI (Sony Computer Entertainment, Inc.)

    CXD90026G SoC (inclui núcleos AMD "Jaguar" e GPU AMD Radeon)

    Samsung K4G41325FC-HC03 4 Gb (512 MB) GDDR5 RAM (total de 8 x 512 MB = 4 GB)

    SCEI CXD90025G Secundário / baixo consumo de energia para tarefas de rede

    SDRAM DDR3 de 2 Gb SamsungK4B2G1646E-BCK0

    Memória flash serial MacronixMX25L25635FMI 256Mb

    Controlador Ethernet Marvell 88EC060-NN82

    SCEI 1327KM44S

     

    QiyYGcB2mVAtCcxy.jpgSCPsCldBOOwqQvOq.jpg

     

    Passo 10

    Eles dizem que os CIs são sempre mais verdes do outro lado... ?

    Controlador de Hub Genesys Logic GL3520USB 3.0

    Samsung K4G41325FC-HC03 4 Gb (512 MB) GDDR5 RAM (total de 8 x 512 MB = 4 GB)

    Retificador Internacional 35858 N326P IC2X

    Memória Flash Serial Macronix 25L1006ECMOS

    39A207 1328 E1 3FU

    S5Unor5g5uVSO6HM.jpgIpKRBBRMapDDjtZ6.jpg

     

    Passo 11
    O que é isso atrás da porta número um, você pergunta?

    Panasonic MN86471A LSI de comunicação HDMI

    E a porta número dois?

    Avastar Sem Fio Marvell 88W8797 7 SoCIntegrado 2x2 WLAN / Bluetooth / FM SoC

    Skyworks 2614B 315BB

    Essas imagens são cortesia da Chipworks.Obrigado rapazes!

    HEwTruVdhAuXZiHr.jpgF2LqrQa2vy52jNsX.jpg

     

     

    Passo 12

    O case está começando a parecer escasso à medida que evacuamos a blindagem EMI.

    Determinado a permanecer conectado, o dissipador de calor se agarrava à blindagem da EMI por sua vida?. Não desmoronaria.

    Acredite em nós. Nós tentamos. Ele lutou de volta.

    Os band-aids não oferecem as mais bonitas fotos de desmontagem, mas usamos nossas cicatrizes de conserto com orgulho!

    Nosso honorável mártir da destruição comentou: "Este escudo da EMI é ótimo, como no ralador de queijo".

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    Passo 13

    Finalmente, o maior fã do PS4!

    Ok, sim, isso foi um trocadilho ruim. Mas é um grande fã. Olhe para essas curvas.

    A beleza é uma coisa, mas esta ventoinha também tem uma função: ela é projetada para funcionar de forma mais inteligente e silenciosa do que o velho moinho de vento ofegante da PS3, aumentando e diminuindo gradualmente para manter baixa a contagem de decibéis.

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    finalmente concluído.

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    É isso pessoal, espero que vocês tenham curtido a desmontagem do PS4.

    Espero trazer outras desmontagens.

     

    Tradução: DjSync e Google ^^.

     

    Fonte: ifixit
     

  4. 18356429-Hombre-joven-barbudo-fingiendo-

     

     

    Calma ! Nao é bem assim !


      Estamos levando uma surra das placas, os números nao estao ao nosso favor e como esta vida é mesmo uma merda, ainda vamos bater de frente com aquele nosso colega que sempre vem feliz dizendo : 

     

    "Hoje consertei 4 notebooks, 2 tablets e ainda de quebra instalei 1 windows !"

     

    Por muito tempo, este tipo de comentário normalmente me dava vontade de me enforcar com a ponta de prova do meu osciloscopio !  Mas nem tudo o que brilha é ouro, portanto analizemos o caso.


    Nestes anos conheci técnicos do mundo todo e a imensa maioria do que conseguem realizar uma grande quantidade de consertos por dia tem 2 grandes segredos.

    1 - Ter um grande fluxo de trabalho  -  Ao menos algumas dezenas de equipamentos por SEMANA !
    2 - Se concentrar no mais fácil.

     

      Normalmente esse nosso amigo tem como trabalho mais demorado da sua assistencia o servico de BGA, muitos inclusive nem fazem reballing e partem direto para a troca dos chips. Unindo uma grande quantidade de trabalho (jacks, dobradicas, BIOS, conectores e botoes de tablets e celulares, etc) com um filtro potente que serve para deixar de lado uma boa quantidade de maquinas, o nosso amigo também esta levando uma surra !  Se ele ganha mais do que voce é porque ele tem uma quantidade de servicos bem maior.

     

    Portanto.......

    Solucao 1:  Ter um grande fluxo de trabalho !

    Ter um grande fluxo de trabalho é o melhor que pode nos acontecer ! Com isso poderiamos investir muito mais tempo em consertos simples e no final das 8 horas de trabalho teriamos muito servico adiantado e um bom dinheiro para receber.

    Mas este tipo de organizacao também ocasiona uma grande quantidade de maquinas que nao sao consertadas.  Afinal, pra que perder tempo com aquela porcaria se posso fazer 5 bobeirinhas nesse tempo e ganhar o dobro ?  Que se dane !

    "Zé !!! Passa orcamento de troca de placa pra muie !"


     

    Citar

     

    Se voce conseguir gerar um grande fluxo de trabalho, pode parar de ler por aqui ! Certamente voce pode se dar ao luxo de viver bem realizando servicos faceis e ganhando bastante bem para isso. Homem vs maquina nao é para voce ! 

    Caso voce ame a eletronica e queira dedicar parte do seu tempo a consertar os pepinos (SEM NECESIDADE DISSO), continue lendo, porém jamais vai sentir a pressao que quem esta do outro lado sente.

     

     


    E o que acontece com aquela tonelada de maquinas com orcamento rejeitado  ?  Vai parar na mao daqueles que nao conseguem receber algumas dezenas de maquinas por semana, ou seja NOS !  A grande maioria se encontra nessa faixa e normalmente nos sentimos assim,  tipo... Os otários da eletronica !

     

    É... porque normalmente é assim !  Quem tem muito fluxo dispensa os pepinos, dai o cliente que poderia ter vindo com a gente primeiro, vai no nosso "colega" e depois quando sente que a pemba tá entrando, pega o equipamento, leva para a nossa assistencia e comeca com aquela porra daquele roteiro de sempre.....

     

    " Ve de dar uma prioridade nesse equipamento que eu uso para trabalhar e tenho urgencia !"

    "E nada de troca de placa ! Que se for pra trocar placa vou amanha e compro um novo em 1.529 parcelas sem juros ! "
    " E ve ai direitinho quanto que fica, porque em outra assistencia já me falaram que consertam a troco de 2 bananadas e uma playboy dos 90, só nao deixei lá porque o cara demorava uma semana ! "


    uO3-q-XFMAlNzvI34jHDoBbzRiyUdRZS55Pbyd5y

     

     

    Mas fazer o que ? A vida as vezes é uma porra mesmo !

     

    Se nao temos o maldito fluxo de equipamentos, obviamente nao podemos nos dar o luxo de filtrar os nossos maravilhosos clientes como o que acabou de chegar com o relato acima. O tempo é curto e as placas estao nos metendo a porrada, vamos tentar achar outra solucao !

  5. Dividida em várias etapas, a produção de um smartphone consiste em muito mais que simplesmente idealizá-lo e montá-lo. Conheça este processo:
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    Desde o primeiro iPhone, há pouco mais de 10 anos, os smartphones evoluíram bastante, tanto em mercado quanto em tecnologia – conforme os modelos ficaram mais sofisticados e suas principais novidades ficaram mais acessíveis, estes aparelhinhos tomaram o mundo e, desde 2011, este mercado gera mais vendas e lucros que o mercado de computadores. Quem diria, hein?

    Mas será que você sabe como são feitos os smartphones?

    Caso a sua resposta seja ‘não‘, fica tranquilo que a gente explica (de uma maneira fácil de entender) todo o trabalho envolvido em criar um produto do zero e levar ele até as lojas para você. Olha só:

    Pesquisa e desenvolvimento
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    Pouca gente lembra desta parte, mas a principal fase na produção de um smartphone é a pesquisa e o desenvolvimentodo mesmo. A fabricante precisa idealizar o produto com base no seu preço de venda e custo de produção.

    É justamente neste momento que a companhia decidirá como lucrará com determinado lançamento depois que todas as despesas com a produção dele forem pagas.

    Por isso, o custo de produção não envolve apenas o custo de montagem e dos componentes em si. Todo o dinheiro investido no projeto e no que vem após o lançamento (marketing, distribuição e infraestrutura), precisam estar no orçamento e serem cobertos pelo retorno financeiro estimado.
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    É nos centros de design que boa parte dos aparelhos são projetados

    Um caso curioso é o da Xiaomi. A fabricante afirma que consegue entregar preços tão baixos porque inverte a lógica habitual das concorrentes. Enquanto uma concorrente infla os preços no início das vendas para pagar as custas do projeto, a Xiaomi paga o desenvolvimento com a queda do custo de produção, que ocorre meses depois.

    Em contrapartida, os preços da Xiaomi costumam cair menos de tempos em tempos.

    Parceiras
    Samsung-Galaxy-S8-Processor-Details_opt.jpg
     

    Nem todos os componentes são produzidos pela mesma fabricante, sabia?

    No caso de um topo de linha, que costuma embarcar sensores e hardware mais sofisticados, normalmente é preciso estabelecer contratos com fornecedores para que tudo esteja pronto até o início da produção.

    Em outras palavras, é aí que Qualcomm, Sony, Samsung e afins, na intenção de vender seus processadores, sensores de imagem e memórias, entram na jogada como parceiras da fabricante dita como ‘principal’.

    É por isso que o iPhone, por exemplo, tem memórias, displays, câmeras e sensores produzidos por terceiros e não pela própria Apple.

    Em determinados casos, a fabricante em questão pode até desenvolver o componente, porém, na grande maioria das situações, uma terceira será a responsável pela produção da peça.

    E o que sobra para as fabricantes,
    então?
    Samsung-Galaxy-S8-Release-Date.jpg
     

    Resumidamente falando: o conceito e a logística. A fabricante será responsável por todo o valor agregado a aquele produto, o que inclui a marca e o seu valor, o design, os recursos exclusivos, a distribuição do produto, os testes de qualidade, o suporte pós-compra e, principalmente, o marketing envolvendo aquele lançamento.

    Em determinados casos, a fabricante também será responsável pela produção de determinadas peças do aparelho, mas isto não é uma regra.

    Normalmente, empresas como a Samsung e LG, que possuem suas próprias divisões de tela, por exemplo, realizam negócios com suas subsidiárias, o que mantém o dinheiro em movimento, mas sempre dentro da mesma empresa.
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    A LG Display produz telas para smartphones LG e para produtos Apple, também

    Por outro lado, smartphones embarcam uma série de componentes diferentes e nem sempre a fabricante em questão também os produz. Noutros casos, ainda acaba sendo mais barato comprar de terceiros do que ‘de si mesmo’.

    Um bom exemplo deste fenômeno é a própria Samsung, que divide a produção dos sensores de imagem dos seus aparelhos entre uma companhia terceira, a Sony, e sua própria divisão de sensores, a ISOCELL. Determinadas regiões recebem smartphones com câmeras ISOCELL, enquanto outros países, por sua vez, recebem câmeras da Sony em seus aparelhos.

    E sim, as câmeras são idênticas.
    Galaxy-S8-15.jpg
     

    Isto acontece por vários motivos, mas principalmente por causa da região onde aquele smartphone será vendido. Em uma fábrica do Brasil, por exemplo, pode ser muito mais caro importar componentes Samsung da Coréia do Sul ou China. Nestes casos, acaba sendo mais viável comprar de produtores locais (ou mais próximos).

    Com isso, a grande maioria das fábricas não produz praticamente nada, apenas monta e distribui. No caso do Brasil, que é pouco expressivo na indústria de semicondutores, as fábricas de alta tecnologia costumam receber os chips, sensores e as demais peças completamente prontas.

    O trabalho dessas ‘fábricas’ é unir estas peças num aparelho funcional e de qualidade.

    Testes e homologação
    iPhone7anatel.jpg
     

    Depois que a fabricante analisa todos os custos e projeta toda a infraestrutura de produção, o que inclui selecionar parceiras, preparar fábricas – e acima de tudo: ter o produto idealizado e projetado, o que há de se fazer é produzir as unidades de protótipo e testá-las.

    Este processo é um intermediário entre o desenvolvimento e a produção final. A companhia deve realizar uma série de testes com aquilo que concebeu e, nos países que possuem um órgão regulador, homologar a produção daquele produto.

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    É nesta fase que algumas ideias (como essa acima) infelizmente são abandonadas

    Os testes deste processo não devem ser confundidos com os chamados ‘testes de qualidade‘, feitos na fase de produção do aparelho. Nesta fase, o que será testado não é a qualidade do processo de fabricação, mas o bom funcionamento do projeto.

    Em suma, esta é a hora em que se vê se o tudo aquilo que foi imaginado para o modelo é realmente aplicável ao mundo real e suas condições mais adversas.

    É neste momento que a fabricante testa se o componentes vendidos por parceiras funcionam em todas as regiões onde o produto será comercializado; se aquele determinado modem é realmente compatível com as bandas de rede utilizadas num país.

    E os vazamentos?
    Samsung-Galaxy-Nore-7-prototype-2.jpg
     

    Durante os testes, as companhias também costumam disfarçar os seus protótipos

    Também é neste processo que os vazamentos têm mais chances de surgir. Se levarmos em conta que os protótipos costumam ter boa parte dos componentes e características do modelo final, dá pra entender o porquê de tantos aparelhos vazarem nesta fase.

    Após analisar se os materiais e componentes selecionados funcionam bem na prática (em várias regiões do mundo, sob várias condições térmicas, umidade e sob vários tipos de uso), o aparelho segue para ter a sua validação registrada no mercado.
    Anatel-iPhoneSE.jpg
     

    No Brasil, isto acontece por meio da Anatel.

    Apesar de tratar especificamente do que tange a telecomunicação (e dos riscos envolvendo esta parte de um telefone), a Anatel exige uma série de requisitos para que um smartphone ou outros equipamentos dotados de telecomunicação sem fio sejam regulamentados e aceitos no Brasil.

    Produção e distribuição
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    Chegamos a última fase da produção de um smartphone. E por mais que ela pareça ser a mais complexa, os processos de montagem costumam ser relativamente simples. Para isso, as companhias investem em automação e equipamentos de ponta – menos complicação, menos chances de algo dar errado.

    Na maioria das cadeias de produção, inclusive nas que operam no nosso país, em Manaus, grande parte do trabalho é feito da forma como citamos antes: nenhum componente é realmente fabricado dentro da fábrica (por mais irônico que isso soe).
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    Em casos como os da Foxconn, na China, boa parte da produção envolve trabalho humano também

    Sem nenhum chip acoplado, a placa-mãe é a primeira a fazer parte da montagem: robôs e máquinas extremamente precisas posicionam o material de solda em pontos específicos e que, mais tarde, dentro de um forno, permitirão a fixação de cada um dos chips, sensores e demais conexões em seu devido lugar.

    Este processo precisa ser automatizado e simplificado, pois evita despesas e aumenta a capacidade de produção.

    No caminho para o fim da linha de montagem, outras partes do smartphone serão acompladas, como chassi que abriga a placa, agora com todos os seus componentes, o vidro frontal, junto do display, e, por fim, a carcaça que envolve tudo isso.

    Aos poucos, o que era só uma chapa de circuitos vai virando o que é um smartphone de verdade. Minutos depois, o aparelho está praticamente pronto.

    Testes de qualidade
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    Em seguida, nos testes de qualidade, os aparelhos são ligados e operados num sistema que permite testar todas as funções essenciais rapidamente.

    Uma única interface permite testar a câmera, os botões, o touchscreen, os alto-falantes, a vibração, a exibição de diferentes cores na tela e outros recursos, que não necessariamente existirão em todos os smartphones.

    Se tudo for constatado como ok nesta fase, é muito provável que, numa linha de produção comum, este aparelho já siga para os processos finais da montagem, recebendo a sua identificação (etiqueta com informações do número de série e afins), e, posteriormente, a sua embalagem.

    Incrível todo o processo de se fazer um aparelhinho desses, não é?
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    É claro que não há como abordar toda a minuciosidade do processo de fabricação tão complexo como esse, seja porque demoraríamos uma eternidade para falar de tudo, seja porque as etapas podem variar de acordo com o modelo do eletrônico em questão.

    Para coletar todas essas e as demais informações que cercam a produção de um smartphone, o Showmetech esteve essa semana com o Renato Citrini, gerente de produtos da Samsung Brasil.

    Durante uma entrevista bem divertida, ele nos contou um pouco mais sobre todo o trabalho de produzir um aparelho do zero e entregá-lo nas suas mãos.

    Dá uma olhada:

     


    Fonte: showmetech

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    28-02-2017 22:09
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