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  1. Você sabe quais as diferenças entre os cabos HDMI e DisplayPort? Confira aqui neste artigo todos os detalhes sobre as duas tecnologias. DisplayPort e HDMI são dois padrões distintos para a transmissão de vídeo e áudio de um player para um monitor. Mas qual é a diferença entre o DisplayPort e o HDMI, além dos conectores claramente distintos? Afinal, eles foram projetados para fazer a mesma coisa? Os formatos DisplayPort e o HDMI são concorrentes? Bem, não exatamente. Embora o HDMI e o DisplayPort tenham o mesmo objetivo (que é enviar vídeo e áudio digital em alta definição de um dispositivo de origem para um monitor), eles foram de fato concebidos sob diferentes óticas. HDMI vs. DisplayPort: Surgimento O HDMI (abreviação de High-Definition Multimedia Interface) foi introduzido em 2003 por um consórcio de fabricantes de displays, incluindo Sony, Philips, Panasonic e Toshiba, todas grandes corporações voltadas principalmente para dispositivos de reprodução de imagens. É por isso que o HDMI é o padrão mais comum em aparelhos como televisores, projetores e computadores domésticos. Alguns anos depois, em 2006, outro grande consórcio de fabricantes de PCs e chips trabalhou para criar o DisplayPort (DP), um acompanhamento dos padrões VGA e DVI mais antigos. O foco principal eram telas de computador e equipamentos profissionais de TI, para mercados mais centrados em dados. HDMI vs. DisplayPort: Conectores O conector HDMI possui 19 pinos e quatro tamanhos diferentes, que são: Tipo A (padrão), Tipo C (mini), Tipo D (micro) e o Tipo E. O tipo A é o mais comum e o mais utilizado, já o Tipo E é usado para aplicações automotivas. O padrão HDMI geralmente vem com parafusos para prender o cabo ao soquete, pois assim, a trava impede que os cabos sejam puxados e interrompidos. Já o conector do DisplayPort vem com 20 pinos e possui apenas dois tamanhos, o DisplayPort padrão e o DisplayPort Mini. A interface apresenta o mesmo mecanismo de trava comentado acima, mas somente em conectores full-size, porque a especificação oficial não exige. Cabos HDMI No caso de uso de um cabo HDMI, deve-se prestar atenção no padrão de cabo que se está utilizando, pois cada cabo é voltado para uma tarefa específica, e se usado para algo a que não é destinado ele poderá apresentar bugs de áudio e de sincronização de vídeo. Atualmente existem 4 padrões de cabo HDMI, sendo que mais um está para ser lançado com a mais recente especificação 2.1. Veja abaixo as versões atuais de cabo HDMI: Cabo HDMI padrão: largura de banda indicada apenas para vídeos com resolução de 720p e 1080p; Cabo HDMI padrão com Ethernet: mesma largura de banda, mas possui suporte para Ethernet de até 100Mbps. Cabo HDMI de alta velocidade: alta largura de banda, podendo transmitir vídeos com resolução de 1080p acima, até 4K e 3D. Cabo HDMI de alta velocidade com Ethernet: mesmas condições de banda do anterior, mas com suporte para Ethernet de até 100Mbps. Além dos recursos acima citados, todas as portas HDMI modernas devem suportar a tecnologia FreeSync da AMD, que elimina 'lags' em jogos, combinando a taxa de atualização do monitor com a taxa de quadros da placa de vídeo. O HDMI, no entanto, não suporta a tecnologia G-Sync da Nvidia - para isso, você precisa do DisplayPort. Em termos de material utilizado nos cabos, geralmente o cobre é o mais comum. Os sinais também podem ser transmitidos por cabos CAT 5 ou CAT 6, cabos coaxiais ou via fibra. São considerados "ativos" os cabos que possuem circuitos integrados embutidos com objetivo de amplificar o sinal, e são mais longos e finos do que os "passivos". Adaptador que liga DisplayPort para HDMI. Cabos DisplayPort O DisplayPort é mais restrito, pois não consegue carregar dados Ethernet e também não possui canal para retorno de áudio na opção padrão, somente transmitir áudio digital multicanal. Junto de um adaptador, é possível fazer um cabo DisplayPort conectar uma fonte DisplayPort que vá até um monitor VGA. Estes adaptadores também permitem a conexão de um cabo DisplayPort com um display de link único DVI ou HDMI. Já os cabos HDMI só podem ser conectados com interface DVI com o adaptador. Versões de DisplayPort: DisplayPort 1.2 : Suporta até 4K a 60Hz, algumas portas 1.2a também podem suportar o FreeSync da AMD DisplayPort 1.3 : Suporta até 4K a 120Hz ou 8K a 30Hz DisplayPort 1.4 : Suporta até 8K a 60Hz e HDR Isso pode parecer menos poderoso do que o HDMI (especialmente considerando os recursos do HDMI 2.1), mas o DisplayPort está presente em alguns dos melhores monitores - como o Acer XR382CQK, e também tem algumas vantagens. Primeiramente, ele suporta o FreeSync da AMD e o G-Sync da Nvidia, para que você tenha uma experiência de jogo livre de lacunas, independentemente de qual você usa (desde que o seu monitor suporte a tecnologia, é claro). Além disso, você pode conduzir vários monitores a partir de uma conexão DisplayPort, em vez de usar várias portas, o que é útil. Notebooks podem até enviar sinais DisplayPort através de uma porta USB-C. Áudio e Vídeo Neste ponto, é o HDMI que perde pontos, pois com ele só se consegue um único stream de áudio e um stream de vídeo apenas, ou seja, só pode transmitir para uma tela ou um monitor por vez. É um ponto negativo se pensado na quantidade de pessoas que utilizam mais de um monitor hoje em dia. Já com um cabo DisplayPort se vai mais longe. Uma interface garante transmissão para até quatro monitores com resolução de 1920x1200, ou ainda dois monitores de 2560x1600. Cada tela recebe fluxos de áudio e vídeo. Em alguns casos, dependendo da GPU, também é possível montar uma conexão para juntar seis monitores em uma só fonte. Conclusões Em conclusão, você deve ter em mente que a porta escolhida depende dos recursos do seu monitor, e dos recursos de que você precisa. O DisplayPort é um pouco mais versátil, mas se o seu monitor oferece apenas a escolha entre HDMI 2.0 e DisplayPort 1.2, o HDMI pode ser a melhor escolha. Isso porque o HDMI 2.0 suporta HDR e o DisplayPort 1.2 não. Naturalmente, você precisará consultar as especificações do monitor para decidir qual porta usar em sua configuração específica. fonte: oficinadanet.com.br
  2. P1, P2, P3 e P10: Saiba a diferença entre os conectores TS, TRS e TRRS Se você está precisando entender a diferença entre os cabos P1, P2, P3 e P10, aqui você vai entender para que cada um deles serve e como utilizá-los. Neste universo tecnológico, a nomenclatura de dispositivos é fundamental, pois apenas uma letra ou um número diferente muda tudo sobre o produto. E se você está precisando de cabos conectores, muito provavelmente pode se deparar com o P1, P2, P3 e P10. Afinal, qual a diferença entre estes conectores? Aqui você aprendera um pouco mais sobre os cabos TS, TRS e TRRS. Você deve ter muitos cabos em casa, assim como eu. Eles estão por todo o lado. No computador, no smartphone, na TV, na sua guitarra ou violão. Enfim. Há vários tipos de cabos, e nem sempre sabemos para que cada um deles serve. Nesse artigo iremos abordar as funções e as diferenças entre os conectores. Entenda as variedades de entrada de áudio e como identificá-las, além de descobrir por que um determinado cabo não funcionará para todas as suas necessidades. História O tamanho de plug 3,5 mm foi originalmente projetado na década de 1950, como conectores de dois condutores para fones de ouvido em rádios de transistores, e continuam sendo usados como padrão atualmente. Esta versão de aproximadamente metade do tamanho do original, popularizada pelo rádio Sony EFM-117J (lançado em 1964), ainda é comumente usada em dispositivos portáteis. Tornou-se muito popular com os Walkmans, já que ao contrário dos rádios transistores mais antigos, esses dispositivos não tinham alto-falantes; a maneira usual de ouvi-los era conectar fones de ouvido. Os tamanhos de 2,5 mm foram similarmente popularizados em pequenos eletrônicos portáteis. Eles freqüentemente apareciam ao lado de um conector de microfone de 3,5 mm para um interruptor liga / desliga do controle remoto, nos primeiros gravadores portáteis; o microfone fornecido com essas máquinas tinha a chave liga / desliga e usava um conector de duas pontas, com os plugues de 3,5 e 2,5 mm. Eles também foram usados ​​para entrada de energia CC de baixa tensão de adaptadores de parede. No último papel, eles foram logo substituídos por conectores de alimentação CC coaxiais. As entradas de 2,5 mm também foram usadas como conectores de alguns telefones celulares. Qual a diferença entre os cabos P1, P2, P3 e P10? Identificando os plugs Atualmente, temos três tamanhos principais de fones de ouvido, medidos pelo seu diâmetro: 6,35mm, usado em instrumentos (P10), 3,5mm (P2 e P3) e 2,5mm (P1). Ou também chamados por polegada: 1/4" (P10), 1/8" (P2 e P3) e 3/32" (P1), mais três configurações principais de plugue, conforme você pode ver na imagem abaixo. É mais fácil e mais preciso fazer referência a cada tipo por meio da configuração P1, P2,P3, P10, para evitar qualquer mal-entendido, especialmente quando o áudio balanceado é levado em consideração. Esta descrição funciona para todos os tamanhos, por isso não desanime que os diagramas mostrem 3,5 mm e não 6,5 mm. Os cabos de áudio de nível profissional utilizados para apresentações ao vivo, têm por vezes os seus próprios conjuntos de regras. Neste artigo, estamos discutindo apenas tomadas de áudio não balanceadas, ou de uso geral. Microfone Estéreo Plus O local mais comum de encontrar um conector de áudio é em seu smartphone ou computador. Apenas conecte seus fones de ouvido e pronto. Tanto o áudio mono quanto o estéreo foram padronizados, para garantir a compatibilidade do equipamento entre sistemas analógicos - mesmo quando adaptados a RCA. Quando chegou a hora de adicionar um canal de microfone, as coisas ficaram um pouco em forma de pêra porque havia duas escolas de pensamento sobre como conectar as conexões. Um chamado CTIA e outro conhecido como OMTP. Alguns fabricantes optaram por trocar o soquete para fazer o contato da luva como a linha de aterramento (OMTP), enquanto outros optaram por deixar o contato com a base onde estavam, e espremer o novo canal na manga (CITA). Como você pode ver no diagrama acima, houve um benefício em manter inalterada a posição de contato com a base, e esta é a solução que vemos com maior frequência em fones de ouvido para computadores, smartphones e tablets. Este foi sem dúvida o primeiro padrão. Áudio e Vídeo O áudio do microfone não era o único tipo de sinal que esse novo contato poderia transmitir, e com a miniaturização de câmeras e filmadoras. A saída de áudio e vídeo analógica chegou logo à nós na forma de P3 para cabos 3RCA. Novamente, sem um padrão definido, as pinagens dentro do soquete fêmea podem mudar de um fabricante para outro. Uma filmadora Sony provavelmente não funcionaria com um cabo breakout Panasonic AV, porque elas não eram conectadas da mesma maneira. Em alguns casos, você pode trocar a RCA e continuar obtendo áudio e vídeo, mas nem sempre dá certo. Por que mover a forma de contato com a base? Se um fabricante mudasse os plug, impedia que os acessórios do concorrente e do mercado de reposição funcionassem em seus dispositivos, possivelmente com a intenção de forçar o consumidor a comprar "o original". Você pode agradecer as grandes marcas por isso! Plugues de Mixagem e Soquetes Como você pode imaginar, conectar um plugue P2 em um soquete P3 ou vice-versa resultará em um curto-circuito entre um canal e o terra. Na maior parte, um curta como este não é uma grande preocupação: Os conectores TS/TRS são conhecidos como P1 (TS, TRS ou TRRS 2,5 mm), P2 (TS, TRS ou TRRS* 3,5 mm) e P10 (TS ou TRS 6,35 mm). O diagrama acima mostra um plug regular de fones de ouvido P2. Usar ele em um smartphone não permitirá fazer chamadas de voz com "mãos livres", mas também não danificará nada. Isso também funciona para outros dispositivos como tablets e notebooks/PC. Pode surgir problemas ao misturar cabos onde o contato com a base não está no primeiro anel. Os telefones Nokia, as filmadoras Panasonic e os leitores de DVD portáteis para automóvel tiveram suas pinagens movimentadas no passado, portanto, e é preciso ter cuidado para evitar danos ao trabalhar com equipamento especial ou ao tentar conectar diferentes tipos de produtos. Isso é difícil quando os cabos parecem idênticos, mas estão conectados de maneira diferente. Você não pode enviar muita energia em um circuito em curto. Soluções Infelizmente, não existe um produto universal que possa funcionar com todos os dispositivos, e é impossível olhar para dentro de um soquete fêmea para saber para qual plug usar. Quando se trata de filmadoras, a melhor opção é procurar um acessório oficial do fabricante. Para fones de ouvido estéreo com microfone, as coisas são muito mais fáceis. No máximo, você pode precisar dividir um TRRS em plugues estéreo, e de microfone separados, para se adequar ao seu notebook ou computador. Usos comuns de cada um TS (P10) Um plugue TS ou P1 possui dois condutores e pode existir pelo menos como 1/4 "e 3,5mm, podendo ser usado com conexões mono desequilibradas, no nível do microfone, no nível da linha ou no nível do alto-falante. TRS (P1 e P2) Um plugue P2 tem três condutores, e pode existir pelo menos como 1/4 "e 3,5mm, podendo ser usado com conexões mono balanceadas (especialmente quando não há espaço suficiente para o XLR de 3 pinos preferencial), embora muito seja usado para estéreo desbalanceado, no nível do microfone, no nível da linha ou no nível do alto-falante. TRRS (P3) Um plugue TRRS ou P3 possui quatro condutores, e é muito popular com 3,5 mm, podendo ser usado com áudio estéreo não balanceado com vídeo, ou com áudio estéreo não balanceado, e um condutor de microfone mono. O conector TRRS é extremamente popular entre smartphones e tablets e, até em certo ponto, com computadores, incluindo notebooks Windows e Macs. Infelizmente, existem dois padrões conflitantes associados ao seu uso, com áudio estéreo desbalanceado e um condutor de microfone mono. Algumas combinações permitidas e proibidas Aqui estão algumas combinações permitidas e proibidas. Conexão permitida De um modo geral, é perfeitamente possível conectar um fone de ouvido estéreo P2 - sem microfone - ao seu smartphone ou tablet que tenha um soquete P3. Como você verá observando os dois padrões P3, há uma sobreposição de padrões, de modo que o P2 se alinha perfeitamente aos conectores apropriados na parte externa do soquete. Em muitos smartphones, a detecção de um P2 desliga automaticamente o alto-falante interno, enquanto mantém o microfone do dispositivo ativo, para que você possa ter uma conversa telefônica ouvindo seu fone de ouvido estéreo, e ainda falando ao telefone. Combinações Proibidas Não conecte os fones de ouvido P3 na entrada de fone de ouvido P2 de alguns microfones MXL, que possuem um cabo Y embutido no cabo do microfone. Isso causará problemas graves. Se você estiver usando qualquer dispositivo de áudio digital para gravar com seu smartphone ou tablet (por exemplo, 30 pinos, Lightning ou USB OTG), incluindo qualquer um dos muitos dispositivos de áudio digital que funcionam com Android ou iOS, não conecte seus fones de ouvido na entrada P3 do seu smartphone ou tablet durante uma gravação. Você deve usar apenas o fone P2 (ou um adaptador) para monitorar quando estiver gravando de uma fonte digital no smartphone ou tablet. Caso contrário, em muitos casos, a presença do plugue P3 fará com que seu smartphone ou tablet substitua a fonte digital. fonte: oficinadanet.com.br
  3. Uma melhoria de 100 vezes é algo quase inimaginável nesse campo. Da luz para as micro-ondas Tecnologias fotônicas, normalmente usadas para a luz visível, permitiram melhorar em 100 vezes a estabilidade de um sinal de micro-ondas. O detalhe é que esses sinais são usados em conjunto com os ultraprecisos relógios atômicos, o que significa que a nova tecnologia cria melhores circuitos eletrônicos para viabilizar a disseminação mais precisa do tempo oficial, melhorar a navegação, garantir comunicações mais confiáveis e gerar imagens de maior resolução nos radares e equipamentos de observação astronômica. São tantos ganhos porque a tecnologia transfere a já excepcional estabilidade dos relógios atômicos, que operam em frequências ópticas, para as frequências de micro-ondas, atualmente usadas para calibrar sistemas eletrônicos. Esses sistemas são incapazes de contar diretamente os sinais ópticos, o que exigiu o desenvolvimento de uma técnica para transferir indiretamente a estabilidade do sinal dos relógios ópticos para o domínio das micro-ondas. As ondas de luz visível têm ciclos mais curtos e mais rápidos do que as micro-ondas, por isso têm formas diferentes. Ao converter ondas ópticas estáveis em micro-ondas, os pesquisadores acompanharam a fase - a temporização exata das ondas - para garantir que elas fossem idênticas e não mudassem uma em relação à outra. O experimento rastreou as mudanças de fase com uma resolução correspondente a apenas um milionésimo de ciclo. "Este é um campo no qual apenas dobrar a estabilidade das micro-ondas pode levar anos ou décadas para ser alcançado. Melhorar 100 vezes é quase impensável," disse Chris Oates, do Laboratório Nacional de Padronização e Tecnologia dos EUA (NIST). Definição internacional do tempo Alguns componentes do sistema, como pentes e detectores de frequência, já estão prontos para serem usados em aplicações de campo, mas a equipe continua trabalhando na transferência dos relógios ópticos de ponta para plataformas móveis. Os relógios de itérbio, por exemplo, que operam em frequências de 518 terahertz, atualmente ocupam grandes mesas em ambientes de laboratório altamente controlados. Sinais eletrônicos ultra-estáveis podem viabilizar aplicações em larga escala, da calibração de relógios à detecção de eventos sísmicos. Sinais superestáveis também podem tornar os sistemas de comunicação sem fio mais confiáveis. Além disso, o desenvolvimento de relógios atômicos sensíveis, estáveis e que possam ser disseminados pelo mundo é uma questão essencial para a redefinição do padrão internacional do tempo. Hoje, o segundo é definido pelo Sistema Internacional (SI) com base nas frequências de micro-ondas absorvidas pelos átomos de césio nos relógios atômicos convencionais. Nos próximos anos, a comunidade científica internacional deverá selecionar um novo padrão de tempo com base nas frequências ópticas absorvidas por outros átomos, como o itérbio. fonte: inovacaotecnologica.com.br
  4. Pode parecer que o Raspberry, atualmente na sua quarta geração, seja um brinquedo de tão pequeno e simples. Entretanto trata-se de um computador "completo". Confira! No Reino Unido há uma organização sem fins lucrativos chamada Raspberry Pi Foundation. Esta empresa surgiu da reunião de um grupo de pessoas que queriam que as "crianças" fizessem algo mais no computador do que ficar navegando pelo Facebook e que isso fosse acessível para quase todos. Pode parecer que o Raspberry, atualmente na sua quarta geração, seja um brinquedo de tão pequeno e simples. Entretanto trata-se de um computador "completo", possuindo diversas saídas e entradas, permitindo a conexão, por exemplo, de um monitor 4K, um teclado, um cartão micro SD para armazenamento do sistema operacional e um HD ou SSD externo. O mini PC de baixo custo tambem conta com um processador Broadcom BCM2711, Quad core Cortex-A72 (ARM v8) 64-bit SoC @ 1.5GHz, até 4GB de memória RAM LPDDR4-3200, dual band para internet wireless, Bluetooth 5.0, porta ethernet gigabit, 2 portas USB 3.0, 2 portas USB 2.0, 2 saídas micro-HDMI, uma saida USB-C para alimentação da placa de circuito, e muito mais! Um computador desktop por apenas US$35 Grande parte das pessoas utilizam o computador de mesa para tarefas simples, que não exigem grande poder de processamento. Para navegar na internet, comprar algo on-line, utilizar redes sociais, assistir a filmes e séries, são coisas que o Raspberry Pi 4 é capaz de realizar facilmente. O Raspberry Pi 4 pode possuir um hardware semelhante ao de um smartphone, porém, quando olhamos para o software, as coisas mudam de figura. O seu celular pode utilizar Android ou iOS, entretanto, o Raspberry é capaz de rodar o sistema operacional Linux e até o Windows 10. Ou seja, é possível instalar os mesmos programas que um desktop comum possui como, por exemplo, navegadores (browsers), programas de edição de fotos e vídeos, Microsoft Office, entre outros. A única coisa necessária para transformá-lo em um computador, é um mouse, um teclado e um monitor. Media center com streaming de música e vídeo de baixo custo Media center com streaming de música e vídeo de baixo custo Pelo fato do Raspberry Pi 4 ser muito pequeno e silencioso (não possui a necessidade de utilização de cooler/ventoinha), é possível utilizar através das saídas USB um HD externo (ou SSD) para armazenar músicas e vídeos. Além disso, como ele possui uma porta ethernet gigabit, é possível ligá-lo na internet ou em sua rede interna de computadores para reproduzir tanto músicas quanto filmes via streaming através da instalação de programas como, por exemplo, Spotify, Netflix, Tidal, Deezer, YouTube, etc. Observação: Para que o Raspberry Pi 4 não atinja temperaturas muito altas, recomenda-se para áudio utiliza-lo com um dissipador e para vídeo um dissipador em conjunto com um pequeno cooler. Para controlar o Raspberry sem a necessidade de um teclado ou um mouse, é possível instalar programas como o Volumio , o OSMC e o Plex, para dar comandos através de seu smartphone ou tablet. Console capaz de rodar diversos jogos por um valor baixo O Raspberry 4 é muitas vezes mais poderoso que os video games antigos como o SNES (Super Nintendo), ou seja, é possivel instalar um programa de emulação (RetroPie) e até utilizar a imagem do jogo (ROM) original em um pendrive, cartão micro SD ou HD externo. Tendo instalado o programa, você poderá utilizar as portas do Raspberry para conectar diversos controles com fio e até sem fio, além de poder jogar um game de um console retro através de uma porta HDMI ligada a uma TV de até 4K. Internet das Coisas (Internet of Things ou IoT) O Raspberry Pi é capaz de controlar outros dispositivos da sua casa com facilidade através de seus pinos e saídas padrão. É possível encontrar acessórios como, por exemplo, câmeras de infravermelho e estações meteorológicas que já vem preparados para funcionar com o Raspberry. Há pessoas que utilizam também para, por exemplo, controlar os parâmetros da água e iluminação de aquários, controlar luzes da casa, entre outras tarefas. Conclusão O Raspberry Pi 4 pode ser utilizado para inúmeras e variadas tarefas e tudo isso por um custo baixíssimo. Pode ser difícil de acreditar pelo preço, tamanho, baixo consumo de energia e não requerer um sistema de refrigeração ativo, mas vale a pena a tentar utilizá-lo por ser algo tão barato e útil para muitos. fonte: oficinadanet.com.br
  5. Processadores a laser Uma equipe internacional de pesquisadores anunciou o desenvolvimento do menor laser semicondutor do mundo que funciona na faixa visível e a temperatura ambiente. O laser é uma nanopartícula medindo apenas 310 nanômetros, o que o torna mais próximo da integração no interior dos processadores - os processadores fotônicos poderão fazer cálculos usando luz, em vez de eletricidade, com um salto em termos de velocidade e virtualmente decretando o fim do superaquecimento dos processadores atuais. Além da miniaturização, o nanolaser emite luz na cor verde, o que vinha sendo considerado problemático com a redução das dimensões. "No moderno campo dos semicondutores emissores de luz, existe o problema do 'hiato verde'. Essa lacuna verde significa que a eficiência quântica dos materiais semicondutores convencionais usados para diodos emissores de luz cai drasticamente na parte verde do espectro. Esse problema complica o desenvolvimento de nanolasers a temperatura ambiente feitos de materiais semicondutores convencionais," explicou o professor Sergey Makarov, da Universidade ITMO, na Rússia. A lacuna foi preenchida graças à cada vez mais famosa perovskita. Enquanto um laser tradicional precisa de dois elementos - um meio ativo, que permite a geração da emissão estimulada coerente, e um ressonador óptico, que ajuda a confinar a energia eletromagnética por um longo tempo - a perovskita cumpre as duas funções, bastando para isso dar à partícula o formato adequado. Nanolaser verde As nanopartículas funcionam como laser sob a pressão atmosférica e temperatura ambientes. Isso torna a tecnologia adequada para o desenvolvimento de chips ópticos, sensores e outros componentes que usam luz para transferir e processar informações, incluindo processadores ópticos. E os lasers que trabalham na faixa visível são particularmente interessantes porque, mantendo todas as outras propriedades iguais, eles são menores do que as fontes vermelha e infravermelha. Isto porque o volume dos nanolasers tem uma relação cúbica com o comprimento de onda da emissão - como o comprimento de onda da luz verde é três vezes menor do que o da luz infravermelha, o limite de miniaturização é muito maior para os lasers verdes. E a miniaturização é essencial para a fabricação de componentes ultracompactos para futuros sistemas ópticos de processamento de informações. fonte:
  6. Fusão de diodo com resistor Na busca por manter viva a Lei de Moore, academia e indústria têm tentado de tudo para manter o ritmo de miniaturização, aumentando cada vez mais a densidade de componentes dentro dos chips. Uma das áreas menos conhecida desses esforços lida diretamente com o que se acreditava ser uma característica insuperável dos componentes eletrônicos - apenas para dar um spoiler, não era. Os circuitos são tipicamente construídos conectando um diodo em série com um elemento de memória. Uma característica básica dessa estrutura "um resistor-um diodo", está nas grandes quedas de tensão ao longo do dispositivo, o que se traduz em alta potência e dificulta a miniaturização dos circuitos além de um certo ponto. Por isso, várias equipes vêm trabalhando há anos para combinar o diodo e o resistor em um único componente. Agora, uma equipe internacional encontrou a solução para esse dilema. E encontrou naquele que parece ser a fronteira última da miniaturização: a eletrônica molecular. Bit molecular Com apenas 2 nanômetros de espessura, cinco vezes menos do que o estado da arte da eletrônica, a chave molecular funciona simultaneamente como diodo e como resistor, exigindo para isso menos de 1 volt. A chave molecular opera em um mecanismo de duas etapas em que a carga injetada é estabilizada pela migração de íons carregados entre as moléculas e a superfície do componente. Isso é possível ligando as moléculas em pares. Em vez da instabilidade normalmente encontrada nos experimentos de eletrônica molecular, o que a equipe viu foi a formação de um "ponto ideal" entre a estabilidade e a capacidade de chaveamento. Em outras palavras, o componente molecular funciona como uma memória RAM resistiva - um diodo + memória em escala molecular. E esse tipo de memória é uma das características essenciais dos memoristores, os componentes da computação que imita o cérebro. "A comunidade está avançando rapidamente na identificação de novas aplicações de componentes eletrônicos em escala molecular. Este trabalho pode ajudar a acelerar o desenvolvimento de novas tecnologias envolvendo sinapses artificiais e redes neurais," disse o professor Enrique Del Barco, da Universidade Central da Flórida. Fonte:
  7. É a primeira vez que se cria um coletor-catalisador de molécula única para produzir hidrogênio solar - e, ainda mais, capaz de capturar todo o espectro da luz solar. Energias limpas Cientistas desenvolveram pela primeira vez uma única molécula capaz de absorver a luz solar com eficiência e também atuar como um catalisador para transformar a energia solar em hidrogênio, considerado o combustível limpo por excelência porque sua queima só produz água como resíduo. Esta nova molécula consegue capturar a energia de virtualmente todo o espectro visível da luz solar, o que lhe permite aproveitar mais de 50% mais energia solar do que as células solares atuais. "A ideia toda é que podemos usar fótons do Sol e transformá-lo em hidrogênio. Para simplificar, estamos capturando a energia da luz solar e armazenando-a em ligações químicas, para que ela possa ser usada posteriormente," disse a professora Claudia Turro, da Universidade Estadual de Ohio, nos EUA. Ela espera que a descoberta possa oferecer uma rota para ajudar a diminuir o uso dos combustíveis fósseis, migrando para fontes de energia que não contribuam para as mudanças climáticas. Sem precedentes A equipe demonstrou, pela primeira vez, que é possível coletar energia de todo o espectro visível da luz solar - incluindo o infravermelho de baixa energia, uma parte do espectro solar difícil de coletar - e transformá-la com rapidez e eficiência em hidrogênio - o chamado "hidrogênio solar". "O que o faz funcionar é que o sistema é capaz de colocar a molécula em um estado excitado, onde ela absorve o fóton e é capaz de armazenar dois elétrons para produzir hidrogênio," descreveu Turro. "Esse armazenamento de dois elétrons em uma única molécula, derivados de dois fótons, e usá-los juntos para produzir hidrogênio, não tem precedentes". A maioria das tentativas anteriores de coletar energia solar e transformá-la em hidrogênio se concentrou nos comprimentos de onda de maior energia da luz solar, como os raios ultravioleta, por exemplo. Tentativas anteriores também se basearam em catalisadores construídos a partir de duas ou mais moléculas, que trocam elétrons à medida que produzem combustível a partir da energia solar. Mas perde-se energia na troca, o que torna esses sistemas multimoléculas menos eficientes. Vitórias e desafios A equipe de Turro descobriu como fazer um catalisador com apenas uma molécula - uma forma do elemento ródio -, o que significa que se perde menos energia na conversão. E eles descobriram como coletar energia do infravermelho até o ultravioleta, abarcando todo o espectro visível. O sistema mostrou-se quase 25 vezes mais eficiente com luz infravermelha de baixa energia do que sistemas de molécula única anteriores operando com fótons ultravioleta. Mas muito trabalho terá que ser feito antes que o catalisador molecular da equipe possa ser usado em aplicações do mundo real. O ródio é um metal do grupo da platina, o que significa que ele é raro e caro. A equipe reconhece isso, e afirma que já está trabalhando não apenas para melhorar a molécula, para que ela produza hidrogênio por um período de tempo mais longo, como também na construção do catalisador a partir de materiais mais baratos. fonte: inovacaotecnologica
  8. Sensor injetável: Microssensores minúsculos o suficiente para serem injetados sob a pele prometem monitorar sua saúde no futuro. Embora os sensores já estejam no limite da miniaturização, graças às tecnologias quânticas, faltava ainda um leitor sem fio sensível o suficiente para ler os dados coletados. Conforme foram sendo miniaturizados, os sensores ficaram pequenos demais para conter uma bateria, exigindo leitores ultrassensíveis e operando muito próximo do implante. É por isso que, até agora, os pesquisadores não tinham sido capazes de criar microssensores viáveis abaixo de 1 milímetro. Este foi o avanço apresentado agora por Zhenya Dong, da Universidade Nacional de Cingapura, dando um passo essencial em direção à viabilização de pequenos implantes sob a pele para medir continuamente a glicose no sangue, a frequência cardíaca e outras condições fisiológicas. Ponto excepcional Dong e seus colegas desenvolveram uma nova maneira de medir o sinal gerado pelo sensor, calibrando o leitor sem fio para funcionar em um ponto excepcional - um estado especial em que o leitor se torna extremamente sensível a objetos próximos. O resultado é que o leitor é tão sensível - três vezes mais sensível que os leitores existentes - que pode até ler os pequenos sinais que os microssensores submilimétricos emitem. A equipe desenvolveu um protótipo funcional do leitor que pode ler um microssensor sem bateria, de 0,9 milímetro de diâmetro, que foi injetado sob a pele usando uma seringa. Em experimentos de laboratório, o leitor monitorou com precisão a taxa de respiração e a frequência cardíaca. "Agora que comprovamos a viabilidade do nosso leitor, o próximo passo é desenvolver um conjunto de microssensores passivos (sem bateria) que possam monitorar vários parâmetros fisiológicos, como glicose, atividade bioelétrica e química do sangue," disse o professor John Ho, coordenador da equipe. fonte: inovacaotecnologica
  9. Pesquisadores da Universidade Tufts, nos EUA, desenvolveram um tipo de transistor que tem potencial para tornar dispositivos eletrônicos completamente flexíveis. A novidade, ademais, pode ser entrelaçada para produzir tecidos ou ser incorporada a eles, podendo ser usados sobre a pele, ou até implantados em órgãos e estruturas do corpo humano para o monitoramento de doenças e realização de diagnósticos, além de apresentar outras possíveis aplicações. Segundo os engenheiros por trás do desenvolvimento dos transistores, a tecnologia pode ser usada na produção de circuitos lógicos e integrados e poderia substituir os – poucos – componentes rígidos que ainda estejam presentes em dispositivos flexíveis. Atualmente, eletrônicos com essa característica ganham maleabilidade graças ao uso de materiais como polímeros condutores capazes de se esticar e adotar diferentes formas, mas como algumas das estruturas internas continuam sendo rígidas, os aparelhos têm sua versatilidade limitada. Já os transistores criados pelos engenheiros poderiam ser combinados aos mais variados tipos de sensores e integrar outros componentes, assim como ser utilizados com diferentes materiais, eliminando de vez as limitações com relação à flexibilidade de dispositivos eletrônicos. Aplicações Com isso, além de abrirem o leque de possibilidades para a criação de eletrônicos com designs inovadores, os transistores poderiam ser empregados no desenvolvimento de dispositivos incrivelmente finos, maleáveis e elásticos para serem incorporados a tecidos biológicos e implantados em órgãos como a pele, o fígado, rins, o coração e o cérebro, por exemplo, sem afetar suas funções biológicas – e sem que o paciente sinta a presença dos aparelhos em seu organismo. Isso significa que os transistores poderiam dar origem a eletrônicos capazes de monitorar em tempo real e facilitar o tratamento de diversas doenças, como problemas cardíacos, diabetes e disfunções neurológicas. A tecnologia foi apresentada e tem inúmeras aplicações e, apesar de que ainda sejam necessários muitos estudos e experimentos para que novos dispositivos possam ser desenvolvidos e se tornem realidade, tudo indica que os eletrônicos maleáveis vão evoluir muito nos próximos anos. fonte: tecmundo
  10. Esse sintoma de não ligar no outro dia, já peguei chip de bios fazendo isso(como você trocou o chip) restou o processador com o bga zuada. O que você pode fazer um reballing... essas placas com processador soldado é osso! Sobre a demora de video veja essa dica: clear me Boa sorte!
  11. Ccleaner e Virtual clone não são necessários no windows 10 fica a dica. Ccleaner limpeza de registro não tem razão de ser, na melhor das hipóteses é inútil na pior apaga entradas importantes e afetam a estabilidade do sistema. Viirtual clone = O windows 10 já vem com leitor de iso. No lugar do adobe colocaria o foxit reader. Fora isso muito bom ^^
  12. Veja se binário está na versão correta. exemplo: baixe sempre pelo número do binario. https://androidfilehost.com/
  13. 😃 Com certeza o pessoal vai gostar da novidade. Eu gosto dos dois ^^
  14. A arma é só um objeto, igual a carteira de motorista. Não sei pra que tanto mimimi, kkkkkk. O tanto de gente que morre em acidente de carro, sou a favor sim do armamento, quem é contra só não dirigir carro, não sair na rua porque tem policias e ladrões armados. Voto a falar o problema não é arma ou carteira de motorista é a educação. São objetos controlado pelos seres humanos tão logo o problema são os seres humanos. Vamos lembrar que o governo é reflexo da população, não adianta querer que mude o governo se a população não mudar também.

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