Jump to content
  • Content Count

    672
  • Avg. Content Per Day

    0.22
  • Joined

  • Last visited

  • Credit

    1393
  • Country

    Brazil

djsync last won the day on April 10 2017

djsync had the most liked content!

Community Reputation

599 Medal 5

7 Followers

About djsync

  • Rank
    Notícias - Designer - Programador
  • Birthday 12/10/1985

Personal Information

  • Location
    São Paulo
  • Personal text
    Crescer é Compartilhar

Recent Profile Visitors

The recent visitors block is disabled and is not being shown to other users.

  1. Anidrase carbônica Pesquisadores apresentaram uma nova receita para criar estruturas de cimento e concreto capazes de se autoconsertar de trincas e rachaduras. O "ingrediente secreto" é uma enzima encontrada nos glóbulos vermelhos do sangue humano, onde ela ajuda a transportar o CO2 e controlar o pH. A enzima, chamada anidrase carbônica, reage automaticamente com o dióxido de carbono atmosférico (CO2) para criar cristais de carbonato de cálcio, que imitam o concreto em estrutura, resistência e outras propriedades, preenchendo assim rachaduras antes que elas causem problemas estruturais. "Se pequenas rachaduras pudessem ser reparadas automaticamente quando começassem, elas não se transformariam em problemas maiores, que precisariam de reparo ou substituição. Parece ficção científica, mas é uma solução real para um problema significativo na indústria da construção," disse o professor Nima Rahbar, do Instituto Politécnico Worcester, nos EUA. Processo de autocura do concreto usando enzima encontrada no sangue humano. Enzima melhor que bactéria Inspirados pelo processo de transferência de CO2 no corpo humano, os pesquisadores adicionaram a anidrase carbônica produzida sinteticamente ao pó de cimento antes da preparação e mistura que forma o concreto. Quando uma pequena fissura eventualmente se forma no concreto enzimático, a enzima lá dentro se conecta com o CO2 do ar, desencadeando o crescimento de uma nova matriz cristalina que preenche a fissura. O processo consegue curar rachaduras em escala milimétrica em 24 horas. A equipe desenvolveu uma abordagem em três frentes que inclui uma mistura de concreto que, quando usada para construir uma estrutura, irá autoconsertar pequenas fissuras que se formarem; uma mistura que pode induzir a autocura em fendas ou buracos maiores; e um processo que pode ser aplicado ao concreto tradicional para consertar rachaduras. Outros pesquisadores já propuseram a criação de concreto autocurável usando bactérias, como o Bacillus Megaterium, um micróbio que produz uma enzima que é expelida na mistura de concreto. Rahbar optou por usar enzimas diretamente, em vez de bactérias, observando que as bactérias são mais caras e funcionam mais lentamente, levando até um mês para curar uma rachadura de 10 micrômetros, que as enzimas podem curar em poucas horas - e há preocupações sobre potenciais questões de saúde de longo prazo relacionadas ao uso das bactérias. fonte: inovacaotecnologica
  2. Os eVTOLs, ou "carros voadores", já estão em desenvolvimento e devem chegar ao mercado ainda este ano por meio de diversas empresas — entre elas, a Embraer. E, como era de se esperar, o mercado automotivo também vai ganhar variantes voadoras das motos, com uma delas, inclusive, em fase avançada de testes: a "The Speeder", da startup Jetpack Aviation. Diferente dos carros voadores, a The Speeder não será elétrica. A princípio, o protótipo que levantou voo nesta semana é movido à gasolina e terá como finalidade a recreação e uso pessoal e não a operação por meio de empresas, algo bem latente nos eVTOLs. Mas, segundo a Jetpack Aviaton, o projeto ainda vai passar por uma série de alterações até chegar no modelo final, que deve ser bem parecido com a foto abaixo. Se os planos da Jetpack Aviation seguirem adiante, o produto final deve ser parecido com a ilustração abaixo… Ainda segundo a Jetpack Aviation, a The Speeder poderá ser configurada de duas maneiras. A primeira, como citamos, deve mesmo ser a versão de recreação. Já a outra variante será destinada para uso militar, sobretudo em atividades de salvamento, dada a versatilidade e agilidade do veículo. A Jetpack Aviation não informou o preço nem data de lançamento da The Speeder. fontes: IFLS, canaltech
  3. Pesquisadores da Universidade de Queensland e do Graphene Manufacture Group (GMG), ambos da Austrália, desenvolveram uma bateria de íons de alumínio que pode ser carregada 60 vezes mais rápido do que uma bateria comum de íons de lítio, além de ter uma capacidade para reter energia três vezes maior. Segundo os cientistas, as baterias de alumínio também são mais seguras, não apresentam superaquecimento espontâneo, são completamente recicláveis e mais sustentáveis que as atuais células de energia feitas de lítio. Nas novas baterias, os pesquisadores usam nanotecnologia para inserir átomos de alumínio dentro de pequenas perfurações no grafeno. Isso faz com que elas sejam capazes de fornecer muito mais densidade energética do que as baterias convencionais. “O alumínio carrega uma bateria tipo moeda em dez segundos. É tão rápido que é basicamente um supercapacitor”, afirma o diretor do GMG, Craig Nicol. Adaptáveis De acordo com os executivos do GMG, as células de energia de íons de alumínio são totalmente adaptáveis à tecnologia usada atualmente pela indústria de veículos elétricos.”As nossas baterias terão a mesma forma e voltagem que as células de íons de lítio atuais e também podemos mudá-las facilmente caso seja necessário”, explica Nicol. Outras iniciativas também utilizam o alumínio como matéria-prima para a fabricação de células de energia mais eficientes. Pesquisadores da Universidade de Cornell, nos EUA, desenvolveram baterias de alumínio capazes de suportar até 10 mil ciclos de carga e descarga, com uma vida útil 20 vezes maior do que a de uma bateria convencional. Ao contrário dos pesquisadores australianos, que preferiram perfurar pedaços de grafeno para depositar átomos de alumínio, os cientistas norte-americanos apostaram em um substrato de fibras de carbono entrelaçadas para potencializar o desempenho das baterias. “Nós encontramos uma maneira de fazer orifícios no grafeno e de armazenar átomos de alumínio mais próximos uns dos outros. Com esses furos, os átomos grudam no grafeno e ele se torna muito mais denso, como uma bola de boliche em um colchão”, compara Craig Nicol. Mais vantagens Além das vantagens técnicas sobre as células de íons de lítio, as baterias de alumínio trazem benefícios econômicos e ambientais. Como são feitas basicamente com folhas de alumínio reciclável, líquido ionizante e ureia, seu processo de fabricação é ecologicamente menos agressivo. Outro atrativo seriam os custos de produção. A tonelada do lítio comercializada mundialmente subiu de US$ 1.460 (cerca de R$ 8 mil) para US$ 13 mil (R$ 70 mil) entre 2005 e 2021. No mesmo período, a tonelada do alumínio aumentou de US$ 1.730 (R$ 9 mil) para pouco mais de US$ 2.100 (R$ 11 mil). O GMG deve lançar as primeiras baterias tipo moeda de íons de alumínio até o final deste ano. “Ainda não estamos vinculados a grandes marcas, mas essa bateria certamente poderia estar em um iPhone e carregá-lo em segundos”, afirma Nicol. Porém, a utilização de baterias de alumínio em veículos elétricos deve demorar um pouco mais. Segundo os executivos da empresa, células de energia com capacidades maiores só devem chegar ao mercado mundial no começo de 2024. fontes: rechargenews, canaltech
  4. Píxel azul Pode ter sido vencido o último grande desafio para dar eficiência máxima aos monitores e telas que usam OLEDs, ou diodos emissores de luz orgânicos: Uma fonte de luz azul que alcança o mesmo desempenho das cores vermelha e verde. Chin-Yiu Chan e seus colegas da Universidade Kyushu, no Japão, sintetizaram OLEDs que produzem emissão de azul puro com alta eficiência, mantêm o brilho por tempos relativamente longos e não têm nenhum átomo de metal caro - um conjunto de propriedades nunca alcançado até agora. A inovação foi obtida quando Chan dividiu os processos de conversão e emissão de energia entre duas substâncias orgânicas diferentes. Ao contrário das tecnologias de LCD - o que inclui as telas de LEDs inorgânicos tradicionais -, que empregam cristais líquidos para bloquear seletivamente a emissão de uma luz de fundo filtrada cobrindo muitos píxeis, uma tela OLED usa píxeis separados de vermelho, verde e azul. Cada píxel pode ser completamente ligado e desligado individualmente, reduzindo o consumo de energia e produzindo pretos mais profundos, o que ajuda a melhorar a qualidade da imagem. Embora as telas de OLEDs disponíveis no mercado usem emissores azuis estáveis, baseados em um processo conhecido como fluorescência, eles apresentam uma eficiência máxima baixa. Os chamados emissores fosforescentes podem alcançar uma eficiência quântica ideal de 100%, mas geralmente apresentam tempos de vida operacionais mais curtos e requerem metais caros, como irídio ou platina. Hiperfluorescência O que Chan e seus colegas fizeram foi desenvolver duas moléculas orgânicas que emitem luz com base em um processo que a equipe chama de "fluorescência retardada termicamente ativada", que dispensa os átomos metálicos. Adotando uma estrutura que basicamente empilha dois componentes um em cima do outro, um feito de cada uma das moléculas, a emissão de luz praticamente dobra para a mesma corrente elétrica, um patamar de eficiência que a equipe chama de "hiperfluorescência". Além disso, a vida útil quase dobrou, com a equipe estimando que os dispositivos poderiam manter 50% de seu brilho por mais de 10.000 horas. "Embora isso ainda seja muito curto para aplicações práticas, o controle mais rígido das condições de fabricação geralmente leva a vidas úteis ainda mais longas. Portanto, esses resultados iniciais apontam para um futuro muito promissor para esta abordagem para finalmente obter um OLED azul puro eficiente e estável," disse o professor Chihaya Adachi, cuja equipe já havia desenvolvido os primeiros materiais orgânicos que brilham no escuro e um laser orgânico, ou O-Laser. Bibliografia: fonte: inovacaotecnologica.com.br
  5. SoundBeamer usa ultrassom direcionado às orelhas do usuário para criar uma "bolha" com sons que só ele pode ouvir Uma empresa israelense chamada Noveto Systems desenvolveu um sistema de som que é capaz de trasmitir música diretamente para o ouvido dos usuários, sem a necessidade de fones de ouvido. Batizado de SoundBeamer 1.0, o aparelho usa ultrassom para criar uma "bolha" de áudio ao redor do ouvinte, que escuta os sons normalmente. Entretanto, pessoas que estiverem fora da bolha não ouvem nada. O aparelho, que se parece com um subwoofer de mesa, pode produzir som em estéreo ou "surround" simulando um sistema de som de 360 graus. Ele também pode ser programado para acompanhar os movimentos da cabeça do usuário e ajustar a bolha automaticamente, para que os canais de som estejam sempre perfeitamente posicionados. O CEO da Noveto, Christophe Ramstein, diz que é dífícil explicar a tecnologia porque "o cérebro não entende o que não conhece". Não é a primeira vez que a empresa anuncia um produto com som direcional: em 2018 ela apresentou um sistema de som similar chamado Sowlo, que deveria ter sido lançado em 2019 mas, aparentemente, nunca chegou ao mercado. A empresa não pretende produzir o SoundBeamer: em vez disso irá licenciar a tecnologia para uso em várias categorias de produto e mercados. A expectativa é que aparelhos como o SoundBeamer estejam no mercado em 2021. Fonte: olhardigital.com.br
  6. Ilustração da tela meta-OLED e da camada metafotônica de base, que melhora o brilho e as cores da tela. Tela de OLEDs Reaproveitando uma pesquisa para fazer painéis solares mais finos, pesquisadores criaram a base para fabricar telas de resolução ultra-alta. Essa potencial tela de OLEDs - diodos emissores de luz orgânicos - promete imagens mais brilhantes, com cores mais puras e mais de 10.000 píxeis por polegada - para comparação, os celulares mais modernos têm telas entre 400 e 500 píxeis por polegada. Ao trabalhar com eletrodos usados em painéis solares ultrafinos, pesquisadores da Universidade de Stanford desenvolveram uma nova arquitetura de OLED que reduz a espessura dos componentes e mantém sua alta eficiência energética. A equipe vinha trabalhando em uma tecnologia de metassuperfícies dinâmicas que controlam a luz com vistas a fabricar um painel solar ultrafino - metassuperfícies são superfícies cheias de ranhuras ou saliências que funcionam como antenas e espelhos para a luz. Ocorre que uma célula solar é como um píxel de tela funcionando ao contrário: Enquanto uma célula solar pega a luz e gera eletricidade, o píxel pega a eletricidade e gera a luz. "Nós tiramos vantagem do fato de que, em nanoescala, a luz pode fluir em torno dos objetos de modo parecido com a água," explicou o professor Mark Brongersma. "O campo da fotônica em nanoescala continua trazendo novas surpresas e agora estamos começando a impactar tecnologias reais. Nossos projetos funcionaram muito bem para células solares e agora temos a chance de impactar as telas da próxima geração." A tecnologia fotônica é a mesma dos metamateriais usados nos mantos de invisibilidade. [Imagem: Won-Jae Joo et al. - 10.1126/science.abc8530] Tela de metassuperfície A inovação crucial por trás do painel solar e do novo OLED é uma camada de metal reflexivo com ondulações em nanoescala, chamada metassuperfície óptica. A metassuperfície pode manipular as propriedades reflexivas da luz e, assim, permitir que as diferentes cores ressoem nos píxeis. Essas ressonâncias são essenciais para facilitar a extração de luz dos OLEDs. "Isso é semelhante ao modo como os instrumentos musicais usam ressonâncias acústicas para produzir tons bonitos e facilmente audíveis," comparou Brongersma. Ocorre que os emissores vermelhos, por exemplo, têm um comprimento de onda de luz maior do que os emissores azuis, o que, nos OLEDs RGB convencionais se traduz em subpíxeis de alturas diferentes. Isso é inconveniente porque, para criar uma tela plana, os materiais depositados acima dos emissores de luz devem ser dispostos em espessuras desiguais. O que a equipe criou foi um OLED no qual as ondulações da camada de base permitem que cada píxel tenha a mesma altura, facilitando o processo de fabricação. Em comparação com os OLEDs brancos filtrados por cor - como os que são usados nas TVs OLED -, os novos píxeis apresentaram uma pureza de cor mais alta e um aumento de duas vezes na eficiência de luminescência - uma medida de quão brilhante é a tela em comparação com quanta energia ela gasta. E, como são fabricados em nanoescala, eles permitem uma densidade de até 10.000 píxeis por polegada. A tecnologia foi repassada à Samsung, parceira da pesquisa, que agora está trabalhando em sua adaptação para a escala industrial. fonte: inovacaotecnologica
  7. Olá pessoal, decidir reunir e organizar tudo a respeito deste gênio neste tópico. Não esqueça de deixar seu boa leitura até a próxima. Você conhece Nikola Tesla? Muito provavelmente não, pois ele é um dos maiores injustiçados do mundo da ciência. Pai de diversas invenções não creditadas ao seu nome, Tesla permitiu que o mundo em que vivemos se tornasse real. Por que tudo isso? Vejamos: Responda rápido: Quem fez a revolução elétrica no mundo? Aposto que você disse Thomas Edison, certo? Mas não, não foi ele. Quem realmente inventou esta e muitas outras coisas que se atribuem a diversas pessoas foi Nikola Tesla, o mesmo homem que possui desde uma unidade de medida para medir a densidade do fluxo magnético, uma cratera na lua, um asteroide, o maior prêmio de engenharia elétrica do mundo até um aeroporto, uma banda de heavy metal com o seu nome, um dia só seu (10 de julho, em diversos países), além de ser personagem do filme O Grande Truque e nomear a marca que promete um futuro verde ao mundo. Mais de 300 patentes em quase 30 países (inclusive 2 aqui no Brasil), mas então porque ele não é reverenciado como um gênio? Tretas como as de Thomas Edison que você confere a partir de agora. Quem foi Nikola Tesla Tesla é muitas vezes descrito como um importante cientista e inventor da modernidade, um homem que "espalhou luz sobre a face da Terra". É mais conhecido pelas suas muitas contribuições revolucionárias no campo do eletromagnetismo no fim do século XIX e início do século XX. Nascido no finado Império Austro-Húngaro, onde hoje seria a Croácia, em 1856 durante uma tempestade de raios, segundo a lenda, teve seu primeiro contato com a eletricidade na Universidade de Praga onde estudou engenharia elétrica até o terceiro ano, desistindo depois de assistir às aulas. Solteiro pela vida toda, pois dizia que isso era proveitoso às suas ambições e capacidades científicas, acredita-se que ele tinha uma memória fotográfica e podia decorar livros inteiros ao lê-los apenas uma vez; além disso tinha uma condição que fazia com que enxergasse clarões de luz que o cegavam, alucinações, e que lhe traziam inspiração e ideias. Além disso ele era capaz de enxergar uma invenção completamente pronta em sua mente antes de começar a esboça-la em um papel. O próprio motor elétrico de corrente alternada, invento que fez a revolução elétrica no mundo, foi visto por ele em uma dessas visões. O projeto foi feito todo mentalmente, sem um protótipo sequer. E quando foi perguntado sobre como ele sabia que aquilo ia dar certo, ele respondeu: "Simples, eu estou vendo-o funcionar". Na época, pensar em um motor de corrente elétrica alternada seria tão surreal quanto pensar, hoje, em teletransporte. As patentes de Tesla e o seu trabalho teórico formam as bases dos modernos sistemas de potência eléctrica em corrente alternada (AC),[4] incluindo os sistemas polifásicos de distribuição de energia e o motor AC, com os quais ajudou na introdução da Segunda Revolução Industrial. A unidade do Sistema Internacional de Unidades (SI) que mede a densidade do fluxo magnético ou a indução eletromagnética (geralmente conhecida como campo magnético "B"), o tesla, foi nomeada em sua honra (na Conférence Générale des Poids et Mesures, Paris, 1960), assim como o efeito Tesla da transmissão sem-fio de energia para aparelhos electrónicos com energia sem fio, que Tesla demonstrou numa escala menor (lâmpadas eléctricas) já em 1893 e aspirava usar para a transmissão intercontinental de níveis industriais de energia no seu projeto inacabado da Wardenclyffe Tower. "Tesla contribuiu em diferentes medidas para o estabelecimento da robótica, controle remoto, radar e ciência computacional, e para a expansão da balística, física nuclear, e física teórica. Em 1943 o Supremo Tribunal dos Estados Unidos acreditou-o como sendo o inventor do rádio. Muitos das suas realizações foram usadas, com alguma controvérsia, para apoiar várias pseudociências, teorias sobre OVNIs, e as primeiras formas de ocultismo New Age. Acredita-se também que ele tivesse transtorno obsessivo compulsivo, insônia (dizia dormir apenas 2 horas por noite, embora fossem apenas cochilos), além de outras manias e fobias, por exemplo: Não tocava em cabelos; não gosta de pérolas – despedindo uma secretária por ir trabalhar com um colar, uma vez –, fazia as coisas de acordo com o numeral 3 e nunca ficava em um quarto de hotel divisível pelo número. Atualmente, através dos relatos, seus biógrafos acreditam eu ele era misofóbico, ou seja, tinha completo pavor em entrar em contato com sujeira ou qualquer coisa que não julgasse estar higienicamente seguro. Antes de cada refeição ele polia cada utensílio até chegar à perfeição, utilizando 18 guardanapos (múltiplo de 3). Chama a atenção, também, sua obsessão por pombos, alimentando-os regularmente no Central Park, em Nova Iorque, com sementes especiais que encomendava. Ele costumava, inclusive, leva-los ao seu quarto e os cuidar. Além da memória eidética e talento para a física, Tesla também era poliglota. Falava 9 idiomas com fluência: sérvio, checo, latim, italiano, alemão, húngaro, francês e inglês. Um de seus primeiros trabalhos foi na Companhia Nacional de Telefones, sendo o eletricista-chefe da empresa e engenheiro do primeiro sistema telefônico do país. Nesta época desenvolveu um aparelho que pode ser taxado como um repetidor ou amplificador de telefone, ou ainda, pode ser considerado o primeiro alto-falante do mundo. No entanto ele não divulgou ou publicou esse invento. Seu laboratório durante um experimento Nos anos 80 trabalhou na França e depois nos Estados Unidos, onde foi assistente do famoso Thomas Edison, aquele que você respondeu que inventou a lâmpada, lembra? Aqui começa o drama de Tesla com seu maior sabotador. A Guerra das Correntes Thomas Edison contratou Tesla para resolver problemas que ele estava tendo com corrente contínua em geradores e motores. Se Tesla resolvesse o problema ganharia cerca de 50 mil dólares – o que corresponderia a 1 milhão de dólares em valores atuais –, essa era a promessa. Quando Tesla consertou ou problemas de Edison e perguntou sobre seu dinheiro, recebeu a seguinte resposta: "Tesla, você não entende o humor americano". Sim, para ele a promessa era uma piada e nunca foi paga. Tesla não se abateu, continuou suas pesquisas, e, hoje, podemos ter luz elétrica em nossa casa graça à invenção e aplicação da corrente alternada desenvolvida por ele quando fora contratado pela Westinghouse para criar a linha de transmissão e viabilizar o primeiro sistema hidrelétrico do mundo. Na ocasião recebeu 1 milhão de dólares pela venda de suas patentes a George Westinghouse e mais US$ 2,50 dólares de royalties por HP gerado por suas invenções. Tesla começava a ficar rico e famoso, certo? Mais ou menos. Devido a jogadas mal planejadas, a Westinghouse ficou à beira de uma falência, e Tesla, não querendo que centenas de pessoas perdessem seus empregos, teve a grandiosidade de rasgar o contrato dos royalties, o que hoje valeria TRILHÕES de dólares. Mas nem assim tudo foram flores para ele. O seu sistema de corrente alternada recebeu críticas duríssimas de Edison que dizia que ele era ineficiente e não devia ser levado a sério. O motivo? O sistema de corrente contínua – que vimos acima – tinha sido criado por ele e era o padrão adotado nos Estados Unidos, com a mudança do padrão ele perderia uma montanha de dinheiro a cada ano em royalties. Assim começava a famosa Guerra das Correntes. Seu motor elétrico em funcionamento na hidroelétrica das Cataratas do Niágara. Para termos luz na sala de casa hoje, segundo o sistema de Thomas Edison, precisaríamos de uma usina de energia elétrica a cada quilômetro quadrado. Inviável, certo? Já o sistema de Tesla usava cabos menores, alcançava maiores voltagens e podia transmitir energia elétrica a distâncias muito maiores. Frente a essa perda de dinheiro, nome e prestígio, Thomas Edison resolveu se mexer e tomou uma atitude muito adulta: Começou a pagar 25 centavos por cada cachorro ou gato que garotos trouxessem vivo para ele. Depois, em uma exibição pública, eletrocutou todos usando a corrente alternada de Tesla, além de cavalos e até elefantes. Ele queria mostrar como era perigoso sistema de corrente alternada e convencer a opinião pública de que não era segura para se ter em uma casa. A propaganda negativa foi tão forte que, na época, o estado de Nova Iorque passou a utilizar a eletrocussão por corrente alternada como método de execução de condenados. Para a nossa sorte, o sistema de Tesla era mais barato e funcional e foi adotado não só nos EUA, como em diversos países, caminhando para ser o padrão global. Por isso, Tesla é o verdadeiro pai da era da eletricidade. Para conferir mais sobre a Guerra das correntes e a Guerra Elétrica Tesla recebeu da Checoslováquia a mais alta ordem do Leão Branco. Outro video muito bom: Epic Rap Battles of History Season 2 ^^ Fontes: oficinadanet, 9 Gag, History Channel, Biblioteca Playades, National Geographic, Universidade Federal do Paraná e Gileanes74.
  8. Tem o windows 10 também, os cara consegue ser melhor que a microsoft. https://youtu.be/sLib5QX9qMw Não entendo esses Designer Gráfico da microsoft, tem vários concept muito melhor do que o da microsoft. Só porque mudaram as cores e ícones já lançam como um novo menu(quanta inovação). Isso que esses cara da microsoft ganha bem em(pra fazer nada).
  9. O que significa taxa de atualização e como isso afeta os jogos? Explicamos os monitores de 144Hz e além, e por que mais hertz nem sempre é melhor (mas geralmente é). A taxa de atualização é a referência para os gamers escolherem um monitor há muitos anos. Se você não sabe o que é exatamente essa taxa de atualização, e como ela se relaciona com outros aspectos da tecnologia de monitores, como tipo de painel e tempo de resposta, aqui vamos tentar explicar isso da forma mais didática possível. O que é taxa de atualização? A taxa de atualização de um monitor é a velocidade na qual a imagem do monitor é atualizada. Quanto mais rápida a taxa de atualização, mais vezes a imagem pode ser atualizada a cada segundo, e mais suave será a imagem. Esse número de alterações por segundo é medido em hertz (Hz). O nível geralmente aceito de taxa de atualização que leva a uma imagem satisfatória depende do aplicativo. Os cinemas rodam em apenas 24Hz, enquanto os antigos padrões de TV PAL e NTSC rodam em 50Hz e 60Hz, respectivamente. Um monitor de PC típico terá uma taxa de atualização de 60Hz, mas os monitores gamers mais recentes podem chegar até 240Hz. A busca por taxas de atualização maiores é crucial para os jogos, pois permite que a tela acompanhe os movimentos rápidos de um jogador. Por exemplo, um mouse moderno pode relatar sua posição até 1000 vezes por segundo, enquanto PCs modernos podem executar jogos competitivos, como Counter-Strike: Global Offensive ou Overwatch a centenas de quadros por segundo. Ter um monitor que possa acompanhar essa velocidade pode potencialmente dar ao jogador uma vantagem crucial de segundos. No entanto, há retornos decrescentes. Por um longo tempo, 144Hz foi a taxa de atualização de fato do monitor gamer padrão (porque é de 6 x 24Hz), mas agora estamos vendo painéis de 240Hz. Além disso, quando você atinge altos níveis na taxa de atualização, outros fatores se tornam mais visíveis quando se trata de tentar obter a imagem mais clara, como tempo de resposta e desfoque de movimento. Tempo de resposta O tempo de resposta é o tempo que um pixel demora mudar de uma cor para outra. Geralmente medido em milissegundos (ms), está diretamente relacionado à taxa de atualização, pois um monitor pode realmente atualizar sua imagem rapidamente apenas se os pixels puderem responder com rapidez suficiente. Um tempo de resposta de 16ms se traduz em um máximo teórico de uma taxa de atualização de 60Hz 1s / 60 = 16,6ms. O tempo de resposta é o motivo pelo qual os monitores gamers ainda usam painéis TN LCD com ângulos de visão ruins, enquanto a maioria dos outros monitores e telas de LCD de smartphones, tablets e notebooks adotaram tecnologias melhores, como o IPS e VA. O TN LCD pode responder tão rapidamente quanto 1ms, enquanto as telas IPS mais rápidas demoram cerca de 4ms, sendo que a maioria demora 8ms ou mais. Enquanto isso, o tempo de resposta é a grande vantagem que os monitores OLED têm sobre o LCD, e é a razão pela qual muitos gamers se empolgam com a possibilidade da tecnologia OLED ficar barata o suficiente para substituir o LCD nos monitores de computador. A tecnologia LCDs funciona movendo fisicamente pequenos cristais embutidos na superfície da tela e, portanto, é relativamente lenta para responder. Os monitores OLED, por outro lado, são puramente eletrônicos, tornando-os várias ordens de magnitude mais rápidos - um painel OLED típico tem um tempo de resposta de apenas 0,01ms. É importante levar em conta que não há um padrão de medida aceito. Geralmente, é medido por uma figura chamada cinza-a-cinza, que se refere ao tempo que um pixel leva para passar do cinza para branco e vice-versa, em vez de preto para branco, que leva mais tempo. Mas não há um padrão que defina isso. Como tal, às vezes você pode ter situações em que um monitor 4 ms possa parecer muito mais lento que isso. Infelizmente, não há como testar isso além de ler comentários de pessoas que usaram os monitores. Desfoque de movimento Um dos efeitos de uma taxa de atualização lenta é que uma imagem pode parecer borrada. Isso pode acontecer por algumas razões diferentes. O primeiro motivo é devido ao tempo de resposta. Com um tempo de resposta lento, os pixels podem demorar um pouco para fazer a transição completa. Isso pode resultar em uma imagem à direita ou fantasma atrás da nova. Quanto mais lenta a resposta dos pixels, maior a trilha e menos nítida a imagem. O outro tipo de desfoque de movimento é o de rastreamento ocular. É aqui que seu cérebro pode perceber uma imagem embaçada, não porque seus olhos acompanham naturalmente o movimento de uma imagem na tela, mas porque a imagem é realmente estática, mesmo que seja por uma fração de segundo. Seus olhos acabam desfocando a imagem enquanto eles se movimentam. Isso pode ser reduzido com uma taxa de atualização mais rápida. No entanto, ainda mais benefício é uma técnica conhecida como inserção de moldura preta. É aqui que uma imagem completamente em branco é inserida entre cada quadro, reduzindo o tempo de exibição e ocultando o efeito de seus olhos rastreando o movimento. A taxa de atualização é dobrada, mas sem a necessidade de informações adicionais sobre a imagem, e é por isso que funciona ao assistir a vídeos com taxa de atualização fixa nas TVs também. Como isso é feito depende do tipo de tecnologia da tela. As telas OLED podem simplesmente ligar e desligar, mas com o LCD, é a luz de fundo que é ligada e desligada. O interessante desse efeito é que ele pode ser muito eficaz em monitores com tempos de resposta rápidos. Isso ocorre por quanto tempo a imagem é exibida, não pela rapidez com que ela pode ser alterada, e é por isso que ainda é eficaz, mesmo em displays OLED com tempos de resposta super rápidos. Dito isto, a inserção de quadro preto tem uma vantagem dupla no que diz respeito ao LCD, uma vez que oculta o efeito fantasma do seu lento tempo de resposta. Então, você precisa de uma taxa de atualização rápida? Então, os monitores de jogos com taxa de atualização rápida valem a pena? Absolutamente. Se você joga jogos competitivos e rápidos, a sensação de resposta de um monitor de 100Hz + com um tempo de resposta inferior a 4ms é inegável, e pode lhe dar uma vantagem competitiva real. Entretanto, se você não joga jogos competitivos multiplayer - principalmente FPS -, é melhor priorizar a qualidade da imagem sobre a taxa de atualização e o tempo de resposta. De um modo geral, 60Hz é o mínimo para uma boa qualidade e sólida experiência em um monitor. Se você é um gamer, quanto maior a taxa de atualização, melhor. Para os jogadores, é importante ter uma taxa de atualização rápida para manter as coisas nítidas e os tempos de reação altos. As taxas de quadros mais rápidas nos jogos os tornam super suaves. Mesmo para não jogadores, ficar abaixo de 60Hz começará a prejudicar sua experiência geral com o PC. Se você dissesse, 30Hz, são apenas 30 frames por segundo, o que não será ótimo. A boa notícia é que os 60Hz são uma opção viável atualmente. Porém, à medida que você aumenta a resolução do seu monitor, diminui a taxa de atualização. Você não encontrará um monitor 4K com taxa de atualização de 240Hz no momento, por exemplo, mas encontrará um em 60Hz. Isso é algo para equilibrar, principalmente se você é gamer. Você tem que fazer um sacrifício em algum lugar. Se você estava se perguntando sobre o que é o jargão, espero que essa história ajude. Se você é um jogador de PC, um monitor de 144Hz será um ótimo grito. Um jogador de console ou um usuário comum de PC vai se sair bem com 60Hz por enquanto. No entanto, se você está no limite e gosta de coisas mais rápido que rápido, 240Hz está chamando seu nome. E no caso das TVs? A maioria das HDTVs tem apenas 60 hz. As taxas de atualização "mais altas" são devidas à Interpolação de Quadros, que, em resumo, cria quadros falsos para dar a aparência de taxas de atualização mais rápidas. Mas comparar uma HDTV com uma taxa de atualização de 240 com um monitor que suporta 144 FPS seria uma enorme diferença, pois os quadros do monitor seriam muito mais claros. Se você está pensando em usar uma HDTV para um monitor, basta optar pelo modelo mais barato (120 vs 240+), pois você estará utilizando apenas os 60 FPS. Você não pode comparar uma HDTV com uma taxa de atualização muito alta com um monitor de 144 hz. O monitor que usa 144 hz, na verdade, usa 144 FPS (observando que o PC é poderoso o suficiente), enquanto uma HDTV de 240 hz (+) utiliza apenas 60FPS (ou menos, dependendo do conteúdo), enquanto insere "quadros falsos" para fornecer aparência semelhante ao monitor. Portanto, uma TV com 60 hz é mais do que o suficiente. fonte: oficinadanet.com.br
  10. Bateria nuclear As baterias atômicas - ou baterias nucleares - estão no horizonte há décadas, com promessas como uma bateria que não precisa ser recarregada e mesmo baterias nucleares de diamante que duram milhares de anos. Contudo, assim como a indústria nuclear, depois de vários acidentes catastróficos, vem passando por um longo vale, nunca houve muito apelo em usar baterias nucleares dentro de casa ou junto ao corpo, em aparelhos portáteis, por exemplo. Agora, uma empresa emergente dos EUA, a NDB, está chamando novamente a atenção da mídia ao buscar recursos no mercado para viabilizar suas baterias nucleares de nanodiamante. A empresa foi selecionada em um certame para auxiliar empresas emergentes a levantar fundos para o empreendimento, e agora está pedindo que as pessoas comprem suas ações ou façam doações. As letras miúdas, contudo, não escondem o fato de que os empreendedores reconhecem que "é uma tecnologia emergente, portanto, existem alguns desafios técnicos especializados que precisam ser resolvidos. Felizmente, a equipe técnica do NDB tem vários nanotecnologistas de diamante com a experiência certa para trazer a NDB à vida. Existem três marcos principais, [1] uma prova de conceito, onde mostramos que a NDB funciona, [2] o dimensionamento, que aumentará a produção do dispositivo em uma especificação comercialmente útil, o que nos permitirá [3] abrir uma fábrica para produção em massa, criando empregos e riqueza." Escudo de diamante O nome da empresa, NDB, é uma sigla para sua tecnologia, chamada NanoDiamond Battery, ou bateria de nanodiamantes. Os nanodiamantes são essenciais para restringir a radiação ao interior da bateria, mantendo-a segura. O princípio de funcionamento é conhecido como betavoltaico, utilizando um isótopo radioativo, neste caso o carbono-14. A proposta da empresa é usar o rejeito radioativo das usinas nucleares, mais precisamente, as barras de grafite que são usadas para controlar a fissão nuclear nos reatores, e que por isso se tornam altamente radioativos, virando lixo nuclear, que precisa ser armazenado virtualmente "para sempre". O grafite é carbono, cuja composição passa a ser rica no radioisótopo carbono-14 depois de seu uso no reator nuclear. O carbono-14 não é muito estável, sofrendo um decaimento beta - daí o nome betavoltaico -, liberando um elétron e um antineutrino e gerando nitrogênio. A ideia da empresa é purificar o grafite do lixo nuclear e usá-lo para, sob pressão, criar nanodiamantes de carbono-14. O diamante funciona como semicondutor, coletando os elétrons liberados no decaimento beta e transportando-o para o exterior da bateria, onde pode alimentar um circuito. Enquanto isso, nanodiamantes de carbono-12, criados no mesmo processo de pressão, funcionam como escudo contra a radiação. Os cálculos indicam que uma bateria nuclear com esta tecnologia poderá produzir 3,48 vezes mais energia do que uma pilha AA comum, mesmo sendo 53% menor. E, estima a empresa, a bateria atômica poderá lhe fornecer carga por 28.000 anos, sem precisar recarregar - desde que a bateria não vaze, claro, como tem acontecido com inúmeros supertambores desenvolvidos para guardar o lixo nuclear. Nesse caso, a falta de energia para seu aparelho será o menor dos seus problemas. fonte: inovacaotecnologica.com.br
  11. O improviso as vezes se torna permanente, na eletrônica não é diferente, eu mesmo já me deparei com vários circuitos que usam de técnicas não muito usuais em equipamentos comerciais, uma delas vou mostrar neste artigo. Essa é uma dica bem interessante, pois é o uso de diodos como redutor de tensão CC. A técnica é simples, nós vamos aproveitar a queda de tensão na condução no sentido direto de um diodo, com isso construiremos um simples, mas eficiente redutor de tensão. Dependendo do diodo ele é capaz de produzir uma queda de tensão de 0.5 Volts a 0.7 Volts. Agora se somarmos vários diodos em série vamos ter a queda multiplicando o numero de diodos por 0.6 Volts (uma média). Normalmente neste caso são usados os diodos retificadores como os diodos da linha 1N4xxx que suporta uma corrente máxima de 1 Ampere. Mas outros diodos também podem ser usados, desde que seja compatível com a corrente e tensão que você vai precisar. Diminuindo a tensão para alimentar um circuito digital Por exemplo temos um circuito digital TTL que trabalha com 5 Volts mas usamos como alimentação 4 pilhas de 1,5 Volts, que resulta em 6 Volts, não poderíamos usar um circuito integrado regulador de tensão, pois sua queda é superior a 1 Volts, que faríamos? Uma saída é usar um regulador com um diodo zener, mas a maneira mais fácil e barata com certeza é usar um diodo retificador comum em série. O diodo vai diminuir a tensão em média 0.6 Volts, com isso nosso circuito de 6 Volts passaria a ser de 5.4 Volts, uma tensão mais agradável para nosso circuito. Existe algumas limitações, uma das mais importantes e que se deve levar em conta é o consumo do circuito, se seu projeto eletrônico tiver um consumo superior a 1 Ampere o uso de um diodo comum retificador como o 1n4001 é inviável pois o seu limite é de 1A. Como Reduzir a Tensão Reduzir Tensão usando Diodos Eu mesmo já usei este artificio em um de meus projetos onde acoplei um módulo display de LCD de um multimetro que tinha como alimentação 9 Volts. Como o circuito era alimentado por 12 Volts, e não tinha na mão um diodo zener e nem um CI regulador de 9 Volts, resolvi usar o jeitinho brasileiro. Coloquei 4 diodos 1n4001 e acabei chegando em 9.4 Volts, na teoria a redução chegaria a 9.6 Volts mas depende do diodo, entre outros fatores. Já medi diodos que chegaram a uma queda de tenção de .8 Volts, leve em conta este fato da prática na construção de seu projeto. fonte: blog.novaeletronica.com.br
  12. Neste guia, explicarei como desmontar um laptop para jogos HP Pavilion Gaming 15-cx0000, removerei a tampa inferior para acessar a bateria, SSD, disco rígido, RAM, placa WiFi, dissipador de calor e ventilador da CPU. Este guia funcionará para muitos modelos diferentes de HP Pavilion Gaming 15-cx0008ca, 15-cx0010ca, 15-cx0020ca, 15-cx0020nr, 15-cx0030nr, 15-cx0040nr, 15-cx0042nr, 15-cx0045nr, 15-cx0049nr, 15- cx0056wm, 15-cx0058wm, 15-cx0071nr, 15-cx0077wm, 15-cx0085nr, 15-cx0086nr, 15-cx0009ne, 15-cx0026nt, 15-cx0144tx e provavelmente alguns outros modelos também. Para esta desmontagem, você precisa de apenas algumas ferramentas básicas: chave de fenda Torx T5, chave de fenda Phillips nº 1, abridor de caixa e pinças. Os componentes que podem ser substituídos ou atualizados para este notebook incluem bateria, memória, SSD M.2, disco rígido de 2,5 polegadas, placa de rede sem fio e ventilador da CPU. Existem 7 parafusos na tampa traseira para fixá-la na tampa superior. Use uma chave de fenda para remover esses 7 parafusos e, em seguida, use a ferramenta abridor de caixa (ou aqueles cartões de plastico de banco, telefônico e etc.) para abrir lentamente a tampa traseira da caixa superior. Existem muitos fechos na capa traseira. Tenha cuidado para não danificar esses encaixes. Caso contrário, a tampa traseira pode não ser bem fixada ao notebook ao reinstalá-lo. Depois de remover a tampa traseira, podemos acessar a maioria de seus componentes internos. Pode-se ver que a parte superior contém a placa-mãe, ventoinha, memória, SSD, placa USB, e a parte inferior contém apenas a bateria e o disco rígido mecânico. Esta é a tampa traseira removida. Existem duas esponjas à prova de choque na posição do disco rígido mecânico. Além disso, não existe um design especial. Este notebook vem com uma bateria de lítio 11,55v 52,5W. Para remover a bateria, você precisa desconectar o cabo da bateria da placa-mãe e, em seguida, remover todos os parafusos que fixam a bateria. Ele fornece uma baia para disco rígido de 2,5 polegadas, que é fixada na tampa superior por 3 parafusos e conectada à placa-mãe por um cabo SATA. Alguns modelos não possuem um disco rígido de 2,5 polegadas, portanto, você pode comprar um cabo SATA para adicionar um disco rígido de 2,5 polegadas ao seu laptop. Sua placa de rede wireless também pode ser atualizada, você só precisa remover um parafuso e desconectar duas antenas da placa-mãe. HP Pavilion Gaming 15-cx0000 tem dois slots de memória, um dos quais está equipado com 8GB de memória Micron, então você pode adicionar outra memória, este notebook pode suportar até 32GB de memória. O SSD que vem com este notebook vem da Lite-On e não há dissipador de calor no SSD. A temperatura durante a operação contínua pode ser relativamente alta. Além disso, você pode ver que o chip PCH também não tem dissipador de calor. Seu módulo de resfriamento possui dois tubos de cobre. Embora existam apenas dois tubos de cobre, os chips da fonte de alimentação e a memória de vídeo estão cobertos. O ventilador à esquerda é o principal responsável pelo resfriamento da placa de vídeo. O ventilador da direita é o principal responsável pelo resfriamento da CPU. Você pode ver que existem pequenas diferenças entre os dois ventiladores. é isso pessoal por hj. Não esqueça de deixar seu que ajuda muito ^^ Até a próxima. fonte: myfixguide.com
  13. A roda voadora irá simular os rotores das grandes usinas. [Imagem: GE] Roda voadora As rodas voadoras sempre estiveram por aí, mas nunca apareceram muito, nem mesmo quando foram usadas em carros de Fórmula 1. Mas elas prometem ocupar um papel de destaque agora que o mundo está adotando fontes sustentáveis de energia e precisa resolver o problema da intermitência de fontes como solar e eólica, que não conseguem fornecer eletricidade no esquema 24/7 que a sociedade exige. Um projeto em fase de testes na Escócia promete evitar os apagões usando uma roda voadora gigantesca, que será colocada para girar em altíssima velocidade usando fontes renováveis de energia - é o maior equipamento desse tipo já fabricado no mundo. Embora o conceito de usar a energia mecânica armazenada em uma roda voadora para produzir eletricidade seja antigo, a ideia aqui é diferente: a roda voadora será usada para estabilizar a frequência da rede elétrica, um outro problema gerado por usinas de funcionamento não-contínuo. Ligar uma fazenda eólica ou solar à rede de distribuição de energia não é tão simples quanto plugar um aparelho na tomada. É necessário garantir a manutenção precisa de uma característica crucial da rede elétrica de corrente alternada: Sua frequência - no Brasil, a frequência da rede elétrica é de 60 Hertz. A roda voadora irá simular as gigantescas turbinas de uma usina geradora de energia, permitindo conectar mais fontes de energia renovável e intermitente, tipicamente assíncronas, sem afetar a frequência da rede. Armazenando eletricidade na inércia Para entender o mecanimo, é necessário voltar ao básico: Se você procurar no dicionário, a inércia é definida como a tendência de um objeto continuar em seu estado de repouso ou movimento. Em outras palavras, ele tende a ficar parado se estiver parado ou se manter em movimento se estiver em movimento. Para objetos em movimento, apenas uma força externa, como o atrito, fará com que ele pare. Isso torna a inércia essencial para a operação estável do sistema elétrico. Muitos geradores que produzem eletricidade para a rede possuem peças rotativas, e todos devem girar na frequência certa para ajudar a equilibrar a oferta e a demanda - eles podem ser ajustados para girar mais rápido ou mais devagar quando necessário. A energia cinética "armazenada" nessas partes giratórias funciona como a inércia do sistema elétrico. Se houver uma mudança repentina na frequência do sistema, essas peças continuarão girando - mesmo que o gerador tenha parado de gerar energia - e desacelerarão essa mudança de frequência, dando tempo para que os operadores ajam para restaurar o equilíbrio. A inércia se comporta um pouco como os amortecedores da suspensão do seu carro, que amortecem o efeito de uma colisão repentina com um buraco na estrada e mantêm seu carro estável e macio. Estabilidade do sistema elétrico Tradicionalmente, a inércia é fornecida pela rotação de grandes geradores. Ocorre que as energias renováveis, como a eólica e a solar, não são sincronizadas com a rede de uma maneira que forneça inércia; portanto, à medida que as usinas antigas, ou mais caras, ou mais poluentes - como aquelas a gás, óleo e carvão - saem do sistema, é preciso encontrar novas maneiras de fornecer estabilidade. E a ideia é usar a roda voadora para isso, colocando-a para girar usando as fontes renováveis para criar inércia - em vez de a inércia ser um subproduto da produção de eletricidade. O empreendimento é resultado de uma associação entre a empresa norueguesa de energia, a Statkraft, e a fabricante de equipamentos GE. A iniciativa prevê a construção e instalação de quatro unidades da roda voadora. fonte: inovacaotecnologica.com.br
  14. Pacotes de ondas do espaço-tempo Pesquisadores desenvolveram um novo tipo de feixe de laser que não segue os princípios longamente aceitos sobre como a luz se propaga e refrata quando atinge objetos. Isso pode ter implicações enormes para as tecnologias de comunicação óptica e para as aplicações do laser em geral. Os novos feixes de laser, batizados de "pacotes de ondas do espaço-tempo", seguem regras diferentes quando refratam, ou seja, quando passam por diferentes materiais. Normalmente, a luz fica mais lenta quando sai de um meio para um outro meio mais denso - como quando ela sai do ar e entra em um vidro, por exemplo. "Em contraste, os pacotes de ondas do espaço-tempo podem ser arranjados para se comportar da maneira usual, ou para não mudar sua velocidade de forma alguma, ou mesmo para acelerar anormalmente em materiais mais densos. Dessa forma, esses pulsos de luz podem chegar a diferentes pontos no espaço ao mesmo tempo. A demonstração lembra outro feito recente, quando um "foco voador" fez o laser saltar 50 vezes mais rápido que a luz comum. [Imagem: Eugene Kawaluk/University of Rochester] "Pense em como uma colher dentro de um copo cheio de água parece quebrada no ponto em que a água e o ar se encontram. A velocidade da luz no ar é diferente da velocidade da luz na água. Com isso, os raios de luz acabam se curvando após cruzarem a superfície entre o ar e a água e, portanto, a colher parece torta. Esse é um fenômeno bem conhecido, descrito pela Lei de Snell," explicou o professor Ayman Abouraddy, da Universidade Central da Flórida, nos EUA. Com o novo laser, a coisa não funciona bem assim: Embora a Lei de Snell ainda se aplique, a mudança que normalmente ocorre na velocidade da luz não é mais aplicável ao laser do espaço-tempo. Isso também contraria o Princípio de Fermat, que afirma que a luz sempre viaja de tal forma a seguir o caminho mais curto. Pulso de luz A equipe criou os pacotes de onda do espaço-tempo usando um dispositivo conhecido como "modulador espacial de luz" para reorganizar a energia de um pulso de luz de modo que suas propriedades no espaço e no tempo não sejam mais separadas. Isso permite controlar a "velocidade de grupo" do pulso de luz, que é aproximadamente a velocidade na qual o pico do pulso de luz viaja - mexer no perfil desses pulsos de luz já permitiu diminuir a velocidade da luz no ar e criar pulsos superluminais que viajam mais rápido que a própria luz. "O que descobrimos aqui é que, não importa quão diferentes sejam os materiais pelos quais a luz passa, sempre existe um de nossos pacotes de onda do espaço-tempo que pode cruzar a interface dos dois materiais sem alterar sua velocidade. Então, não importa quais sejam as propriedades desse meio, [o pulso] atravessará a interface e continuará como se a interface não estivesse lá," disse Abouraddy. Mensagens sem retardo Para o campo das comunicações, essa inovação nos lasers significa que a velocidade de uma mensagem que viaja nesses pacotes de luz não é mais afetada por viajar através de diferentes materiais de diferentes densidades, seja o ar, o vidro da fibra óptica ou qualquer outro. "Imagine um avião tentando se comunicar com dois submarinos à mesma profundidade, mas um está longe e o outro está perto; o que estiver mais longe experimentará um retardo maior [na recepção da mensagem] do que o que está por perto," explicou Abouraddy. "Descobrimos que podemos fazer com que nossos pulsos se propaguem de forma que cheguem aos dois submarinos ao mesmo tempo. Na verdade, agora a pessoa que envia o pulso não precisa nem mesmo saber onde estão os submarinos, desde que eles estejam à mesma profundidade. Todos os submarinos receberão o pulso ao mesmo tempo, de forma que você poderá sincronizá-los às cegas, sem saber onde eles estão." fonte: inovacaotecnologica.com.br
  15. Você sabe quais as diferenças entre os cabos HDMI e DisplayPort? Confira aqui neste artigo todos os detalhes sobre as duas tecnologias. DisplayPort e HDMI são dois padrões distintos para a transmissão de vídeo e áudio de um player para um monitor. Mas qual é a diferença entre o DisplayPort e o HDMI, além dos conectores claramente distintos? Afinal, eles foram projetados para fazer a mesma coisa? Os formatos DisplayPort e o HDMI são concorrentes? Bem, não exatamente. Embora o HDMI e o DisplayPort tenham o mesmo objetivo (que é enviar vídeo e áudio digital em alta definição de um dispositivo de origem para um monitor), eles foram de fato concebidos sob diferentes óticas. HDMI vs. DisplayPort: Surgimento O HDMI (abreviação de High-Definition Multimedia Interface) foi introduzido em 2003 por um consórcio de fabricantes de displays, incluindo Sony, Philips, Panasonic e Toshiba, todas grandes corporações voltadas principalmente para dispositivos de reprodução de imagens. É por isso que o HDMI é o padrão mais comum em aparelhos como televisores, projetores e computadores domésticos. Alguns anos depois, em 2006, outro grande consórcio de fabricantes de PCs e chips trabalhou para criar o DisplayPort (DP), um acompanhamento dos padrões VGA e DVI mais antigos. O foco principal eram telas de computador e equipamentos profissionais de TI, para mercados mais centrados em dados. HDMI vs. DisplayPort: Conectores O conector HDMI possui 19 pinos e quatro tamanhos diferentes, que são: Tipo A (padrão), Tipo C (mini), Tipo D (micro) e o Tipo E. O tipo A é o mais comum e o mais utilizado, já o Tipo E é usado para aplicações automotivas. O padrão HDMI geralmente vem com parafusos para prender o cabo ao soquete, pois assim, a trava impede que os cabos sejam puxados e interrompidos. Já o conector do DisplayPort vem com 20 pinos e possui apenas dois tamanhos, o DisplayPort padrão e o DisplayPort Mini. A interface apresenta o mesmo mecanismo de trava comentado acima, mas somente em conectores full-size, porque a especificação oficial não exige. Cabos HDMI No caso de uso de um cabo HDMI, deve-se prestar atenção no padrão de cabo que se está utilizando, pois cada cabo é voltado para uma tarefa específica, e se usado para algo a que não é destinado ele poderá apresentar bugs de áudio e de sincronização de vídeo. Atualmente existem 4 padrões de cabo HDMI, sendo que mais um está para ser lançado com a mais recente especificação 2.1. Veja abaixo as versões atuais de cabo HDMI: Cabo HDMI padrão: largura de banda indicada apenas para vídeos com resolução de 720p e 1080p; Cabo HDMI padrão com Ethernet: mesma largura de banda, mas possui suporte para Ethernet de até 100Mbps. Cabo HDMI de alta velocidade: alta largura de banda, podendo transmitir vídeos com resolução de 1080p acima, até 4K e 3D. Cabo HDMI de alta velocidade com Ethernet: mesmas condições de banda do anterior, mas com suporte para Ethernet de até 100Mbps. Além dos recursos acima citados, todas as portas HDMI modernas devem suportar a tecnologia FreeSync da AMD, que elimina 'lags' em jogos, combinando a taxa de atualização do monitor com a taxa de quadros da placa de vídeo. O HDMI, no entanto, não suporta a tecnologia G-Sync da Nvidia - para isso, você precisa do DisplayPort. Em termos de material utilizado nos cabos, geralmente o cobre é o mais comum. Os sinais também podem ser transmitidos por cabos CAT 5 ou CAT 6, cabos coaxiais ou via fibra. São considerados "ativos" os cabos que possuem circuitos integrados embutidos com objetivo de amplificar o sinal, e são mais longos e finos do que os "passivos". Adaptador que liga DisplayPort para HDMI. Cabos DisplayPort O DisplayPort é mais restrito, pois não consegue carregar dados Ethernet e também não possui canal para retorno de áudio na opção padrão, somente transmitir áudio digital multicanal. Junto de um adaptador, é possível fazer um cabo DisplayPort conectar uma fonte DisplayPort que vá até um monitor VGA. Estes adaptadores também permitem a conexão de um cabo DisplayPort com um display de link único DVI ou HDMI. Já os cabos HDMI só podem ser conectados com interface DVI com o adaptador. Versões de DisplayPort: DisplayPort 1.2 : Suporta até 4K a 60Hz, algumas portas 1.2a também podem suportar o FreeSync da AMD DisplayPort 1.3 : Suporta até 4K a 120Hz ou 8K a 30Hz DisplayPort 1.4 : Suporta até 8K a 60Hz e HDR Isso pode parecer menos poderoso do que o HDMI (especialmente considerando os recursos do HDMI 2.1), mas o DisplayPort está presente em alguns dos melhores monitores - como o Acer XR382CQK, e também tem algumas vantagens. Primeiramente, ele suporta o FreeSync da AMD e o G-Sync da Nvidia, para que você tenha uma experiência de jogo livre de lacunas, independentemente de qual você usa (desde que o seu monitor suporte a tecnologia, é claro). Além disso, você pode conduzir vários monitores a partir de uma conexão DisplayPort, em vez de usar várias portas, o que é útil. Notebooks podem até enviar sinais DisplayPort através de uma porta USB-C. Áudio e Vídeo Neste ponto, é o HDMI que perde pontos, pois com ele só se consegue um único stream de áudio e um stream de vídeo apenas, ou seja, só pode transmitir para uma tela ou um monitor por vez. É um ponto negativo se pensado na quantidade de pessoas que utilizam mais de um monitor hoje em dia. Já com um cabo DisplayPort se vai mais longe. Uma interface garante transmissão para até quatro monitores com resolução de 1920x1200, ou ainda dois monitores de 2560x1600. Cada tela recebe fluxos de áudio e vídeo. Em alguns casos, dependendo da GPU, também é possível montar uma conexão para juntar seis monitores em uma só fonte. Conclusões Em conclusão, você deve ter em mente que a porta escolhida depende dos recursos do seu monitor, e dos recursos de que você precisa. O DisplayPort é um pouco mais versátil, mas se o seu monitor oferece apenas a escolha entre HDMI 2.0 e DisplayPort 1.2, o HDMI pode ser a melhor escolha. Isso porque o HDMI 2.0 suporta HDR e o DisplayPort 1.2 não. Naturalmente, você precisará consultar as especificações do monitor para decidir qual porta usar em sua configuração específica. fonte: oficinadanet.com.br

SOBRE O ELETRÔNICABR

EletrônicaBR é o melhor fórum técnico online, temos o maior e mais atualizado acervo de Esquemas, Bios e Firmwares da internet. Através de nosso sistema de créditos, usuários participativos têm acesso totalmente gratuito. Os melhores técnicos do mundo estão aqui!
Técnico sem o EletrônicaBR não é um técnico completo! Leia Mais...
×
×
  • Create New...