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  1. Após sete meses de viagem no espaço e "sete minutos de terror" durante o pouso em Marte, o rover Perseverance e o helicóptero Ingenuity pousaram em segurança na cratera Jezero. A manobra aconteceu no final da tarde desta quinta-feira (18), com transmissão ao vivo da NASA, que exibiu também a primeira imagem de Marte capturada pelo “olho”, quer dizer, pela câmera do robozinho explorador. Muito mais do que apenas mais um rover em Marte, o Perseverance é o maior e mais completo equipamento científico já enviado ao Planeta Vermelho, além de possuir o maior número de câmeras. Seu sistema de armazenamento de amostra requintadamente é complexo e inovador, desenvolvido para analisar o solo de Jezero em busca de potenciais sinais de vida microscópica antiga, que podem estar fossilizados na cratera, onde bilhões de anos atrás havia um lago. Após os momentos de tensão entre a manobra de pouso e os envios dos sinais indicando que tudo estava bem com o Perseverance, a equipe da missão na sala de controle recebeu as primeiras imagens, capturada pelas câmeras de navegação que ficam na parte da frente e de trás de seu corpo. Ter essas imagens na tela de controle da missão é mais ou menos como abrir os olhos após uma cirurgia e perceber que tudo correu bem, considerando todo o nervosismo nessa etapa crucial. A primeira imagem do novo lar do Perseverance, capturada pela câmera de navegação frontal (Imagem: Reprodução/NASA/JPL) Se a primeira foto parece um tanto decepcionante — afinal, todos querem ver a paisagem marciana em seu esplendor —, não se preocupe. Há bastante poeira agitada pelo pouso do rover, então as imagens devem melhorar consideravelmente quando tudo estiver mais calmo. Além disso, as câmeras de navegação servem apenas para orientar o veículo robótico, enquanto as imagens de alta resolução ficarão a cargo das câmeras mais robustas. Deve levar algum tempo para que o Perseverance verifique que todos os seus instrumentos e sistemas estão funcionando de acordo com o planejado e, depois, a NASA poderá começar a explorar a cratera Jezero. Ah! O robozinho também já enviou uma segunda foto, que foi capturada pela câmera de orientação traseira. São essas duas visões que os controladores da missão utilizarão daqui a diante para controlar o rover, quando necessário. (Imagem: Reprodução/NASA/JPL) São muitos cientistas e engenheiros envolvidos em cada um dos instrumentos do Perseverance, e todos eles deverão averiguar cada componente, subsistema e sub-rotina nas próximas semanas, o que também inclui o helicóptero Ingenuity. Só então a NASA colocará o equipamento para trabalhar. De qualquer forma, as duas primeiras imagens podem entrar para a história caso o Perseverance seja o rover que descobrirá a primeira assinatura de vida fora da Terra! Abaixo, você confere exatamente onde o Perseverance pousou e, acessando https://mars.nasa.gov/maps/location/?mission=M20, você abre o mapa pela ferramenta da NASA, que permite até dar um zoom para ver o local com ainda mais detalhes: (Imagem: Reprodução/NASA) Fonte: https://canaltech.com.br/espaco/veja-as-primeiras-fotos-tiradas-pelo-perseverance-logo-apos-o-pouso-em-marte-179177/
  2. Em pleno século 21, é quase que impossível um indivíduo ligado em tecnologia nunca ter ouvido falar e jamais ter sequer utilizado o Windows pelo menos uma vez. O sistema operacional da Microsoft, que completa 35 anos nesta sexta (20), está presente em todos os aspectos da nossa vida, seja trabalho, escola, em casa e em estabelecimentos que frequentamos. Apesar de ocupar posição de liderança no mercado nos desktops, a companhia deu início a uma nova era com o lançamento do Windows 10, que mudou a maneira como o software é distribuído, além de colocá-lo em par com as novas tecnologias e tendências do mercado — conectividade, mobilidade, nuvem, integração. Mas, para chegar até aqui, foi um longo caminho, iniciado em 1985, com o Windows 1.0. De lá para cá muita coisa (mesmo) mudou, e preparamos uma coletânea descrevendo essas três décadas e meia de transição. Windows 1.0 O Windows 1.0 foi onde tudo começou, lançado em 1985. Até sua chegada, os sistemas operacionais funcionavam apenas em modo texto e este foi o primeiro a oferecer uma interface gráfica em cima do modo texto (MS-DOS) de maneira que qualquer pessoa pudesse interagir com o sistema sem precisar digitar comandos no terminal. Para os padrões de hoje ele pode parecer feio, simples e antiquado, mas saiba que foi extremamente importante por introduzir ao mundo conceitos que hoje são completamente normais como menus que caem ao serem clicados, a utilização de uma seta para apontar e clicar em elementos, barras de rolagem e as janelas. O nome Windows significa janelas e, curiosamente, foi escolhido de última hora. O nome original era "Interface Manager" ou "Gerenciador de Interfaces", mas escolheu-se (sabiamente) o que já conhecemos porque soava melhor. Quer rir um pouco? Então veja o Steve Ballmer, ex-CEO da empresa, tentando vender o Windows 1.0. Windows 2.0 Se você reparar bem, as janelas da interface do Windows 1.0 não se sobrepunham. O Windows 2.0 chegou em 1987 trazendo essa funcionalidade, o que provocou um processo por parte da Apple alegando que a Microsoft havia copiado o sistema da empresa da Maçã - a Apple perdeu a briga. Capaz de rodar sem um disco rígido, o 2.0 se tornou mais popular do que o antecessor. Windows 3.0 Foi com o Windows 3 que o sistema realmente começou a decolar e ganhar espaço. Lançado em 1990, ele veio com uma interface reformulada, delineando o padrão visual que convivemos por muitos anos até a chegada do Windows 8. Além do visual renovado, ele trouxe diversas melhorias como suporte a drives de CD e placas de som, além de vir pré-instalado em discos rígidos, ocupando "monstruosos" 5 MB. Além disso, o Windows 3.0 introduziu softwares importantes como o Bloco de Notas, um editor de texto e o clássico Paciência. Windows 95 Lançado em 1995, o sistema foi um marco na história da Microsoft, do próprio Windows e, quem sabe, até da humanidade. A interface gráfica, mais refinada do que nunca, praticamente não mudou visualmente até a chegada do Windows XP e em comportamento até o Windows 8 em 2012. Nesta versão, a Microsoft introduziu o Windows Explorer e a barra de tarefas, presentes até os dias de hoje e que não devem desaparecer tão cedo. Importante notar o Internet Explorer na captura de tela. No entanto, ele não vinha instalado por padrão, mas era possível adquiri-lo em um pacote de atualização chamado Plus. Windows 98 O Windows 98 foi lançado em 1998, como o nome sugere, e trouxe vários avanços em relação ao 95, apesar de não ter sofrido mudanças visuais significativas. Importante mencionar o suporte a dispositivos USB e múltiplos monitores e a chegada do Internet Explorar já instalado por padrão - foi aí quando começou a derrocada do Netscape. No ano seguinte, a Microsoft lançou o Windows 98 Second Edition (SE), que corrigiu vários bugs da versão anterior. Windows ME Na virada do milênio a Microsoft introduziu o Windows Millenium Edition (ME). O software foi meio que um fiasco para a empresa e 1 ano depois foi substituído pelo Windows XP. O ME oferecia um boot mais rápido do que os anteriores, mas isso fazia com que programas mais antigos baseados em MS-DOS não funcionassem mais. O Windows ME era voltado para usuários domésticos e o Windows 2000 era a versão para negócios. Windows XP Sim, isso que você acabou de ver era uma propaganda da Microsoft com Steve Ballmer tentando vender o Windows XP. Lançado em outubro de 2001, o sistema fez história e ainda é um dos mais utilizados no mundo, atrás apenas do Windows 7 e Windows 8, e isso somente porque a empresa descontinuou o suporte técnico a essa versão recentemente. Sua característica mais marcante, à primeira vista, foi o visual caprichado, com cores vivas, a montanha verde com céu azulado, a barra de tarefas azul e os demais elementos que marcaram uma nova era no design do sistema. Além disso, unido aos avanços de hardware e softwares de terceiros, tornou-se uma versão extremamente confiável para as mais variadas atividades e, hoje, 14 anos após seu lançamento, ainda temos milhões de estabelecimentos rodando o XP em seus computadores. Windows Vista Lançado em 2007, o Windows Vista foi um dos maiores fiascos da empresa. Apesar de ter um visual bastante refinado, com transparências e efeitos especiais em 3D, o sistema não decolou por causa de inúmeros atrasos e problemas técnicos. Além disso, ele não oferecia nenhuma vantagem significativa sobre o Windows XP, que ainda era muito bom e confiável. Windows 7 Após o fracasso do Windows Vista, a empresa lançou o Windows 7, que veio para salvar a pátria. Depois do XP, o 7 foi o sistema da "zona de conforto" dos usuários, já que oferecia um visual bem agradável e desempenho e confiabilidade nos mesmos níveis do Windows XP. Com o encerramento do suporte à versão antiga, o Windows 7 passou a ser o sistema operacional mais utilizado do mundo e atualmente conta com pouco mais de 60% de participação no mercado. Windows 8 Tudo ia bem com o Windows 7, mas, em 2012, a Microsoft colocou os pés pelas mãos em uma aposta que não deu muito certo: eliminou o Menu Iniciar e empurrou goela abaixo dos usuários os "Live Tiles", quadrados vivos que continham programas e exibiam informações relevantes em tempo real, em uma interface voltada para dispositivos com tela sensível ao toque. O problema é que quase ninguém possui uma tela do tipo e a maioria já está acostumada a trabalhar bem com os bons e velhos teclado e mouse. Além disso, a falta do Menu Iniciar deixou muita gente perdida, o que contribuiu para a alta taxa de adoção do Windows 7. Resultado: o Windows 8 foi um fiasco. Windows 10 O Windows 10 chegou como a promessa da Microsoft para introduzir aos usuários o sistema operacional do futuro. Com ele, a empresa não apenas resolveu os problemas do Windows 8, mas criou uma nova rotina de atualizações e distribuições. Apresentado para ser o "Windows defintiivo", essa versão ganha novidades semestralmente e vem se tornando cada vez mais robusta. Fonte: https://canaltech.com.br/windows/do-windows-10-ao-windows-10-veja-como-o-sistema-mudou-nestes-30-anos-45911/
  3. A molibdenita tem estado à frente, mas talvez o grafeno consiga pegar uma carona. [Imagem: Huamin Li Lab/Buffalo University] Transístor de grafeno e molibdenita Um transístor feito de grafeno e molibdenita exige menos da metade da tensão elétrica necessária para fazer funcionar os atuais transistores de silício. Enquanto a maioria dos transistores requerem 60 milivolts, este novo protótipo opera com 29 milivolts. Ele também tem uma densidade de corrente maior do que quaisquer outros transistores semelhantes em desenvolvimento. O transístor é composto de uma única camada de grafeno e uma única camada de dissulfeto de molibdênio, ou MoS2, que faz parte de um grupo de compostos conhecidos como calcogenetos de metais de transição. O grafeno e a molibdenita operam em conjunto, empilhados, e a espessura total do componente é de aproximadamente 1 nanômetro. "Novas tecnologias são necessárias para estender o desempenho dos sistemas eletrônicos em termos de potência, velocidade e densidade. Este transístor de próxima geração pode alternar rapidamente enquanto consome pouca energia," disse Huamin Li, da Universidade de Buffalo (EUA). Uma corrente elétrica excita a superposição de dois magnons com polarização linear (indicada pelas setas vermelha e azul). Posteriormente, a energia é transportada através do isolador antiferromagnético, o que é detectado como uma tensão elétrica. [Imagem: Ill./Andrew Ross] Ferrugem antiferromagnética Os isolantes antiferromagnéticos permitem velocidades de computação 1.000 vezes mais rápidas do que os eletrônicos atuais, com muito menos aquecimento. Os componentes também podem ficar mais próximos uns dos outros e os módulos de lógica podem se tornar menores, algo que não é possível com a atual tecnologia do silício devido ao aquecimento excessivo. O problema é que a transferência de informações nos isolantes antiferromagnéticos só funcionava em temperaturas muito baixas - mas quem vai querer colocar seu celular no freezer para poder usá-lo? Agora, físicos conseguiram eliminar esse problema. Eles usaram o óxido de ferro (α-Fe2O3) principal componente da ferrugem, como isolante antiferromagnético, porque o óxido de ferro está por todo lado e é barato de se fabricar. "Conseguimos transmitir e processar informações em um isolante antiferromagnético padrão em temperatura ambiente - e fizemos isto em distâncias longas o suficiente para permitir que o processamento de informações ocorresse," disse Andrew Ross, da Universidade Johannes Gutenberg em Mainz, na Alemanha. Será que teremos um Vale do InGaAs para substituir o Vale do Silício? Dificilmente. [Imagem: MIT] Vale do InGaAs Pesquisadores do MIT (EUA) e da Universidade Politécnica de Madri (Espanha) descobriram que uma liga semicondutora bem conhecida, chamada InGaAs (arsenieto de índio e gálio) pode competir com os transistores de silício. Embora possam operar em alta velocidade e com baixo consumo de energia, o desempenho dos transistores InGaAs se deteriora muito rapidamente conforme eles são miniaturizados. O saber científico até agora postulava que isso acontece porque, em pequenas escalas o material não consegue lidar bem com a passagem dos elétrons. Mas um estudo mais detalhado mostrou que essa deterioração não é uma propriedade intrínseca do próprio material, e sim devido a "armadilhas" no material representadas por óxidos dispersos na liga - além dessas armadilhas de óxido, existem armadilhas de interface e armadilhas de fronteira atrapalhando o fluxo de elétrons nos componentes eletrônicos. Bastou fazer os transistores de InGaAs operarem numa frequência alta o suficiente para que os efeitos desaparecessem, com os resultados mostrando uma eficiência comparável à dos transistores de silício na mesma escala de tamanho. Difícil é saber se, nessa altura do campeonato, ser tão bom quanto o silício seria suficiente para fazer a indústria mudar de material. Transformação de um material magnético duro em um ímã macio pela passagem de uma corrente [Imagem: Postech/10.1002/adma.202004110] Memórias magnéticas Pesquisadores da Coreia do Sul descobriram uma técnica para otimizar a eficiência energética de uma célula de memória magnética não-volátil chamado SOT-MRAM. SOT-MRAM é uma sigla em inglês para RAM magnética de torque spin-órbita, sendo um dos componentes mais avançados da spintrônica, a tecnologia pós-silício que se baseia não no movimento de enxurradas de elétrons, mas nos momentos magnéticos de elétrons individuais. Elas já são mais rápidas do que as RAM atuais, não perdem os dados na falta de energia, mas ainda exigem uma tensão alta demais para funcionar. Kaixuan Zhang e seus colegas melhoraram a eficiência energética das SOT-MRAM em mais de 100 vezes trocando materiais magnéticos duros por materiais magnéticos macios. Eles descobriram que o telureto de ferro germânio (Fe3GeTe2) - um material ferromagnético com simetria geométrica especial - muda de um ímã duro para um ímã macio quando uma pequena corrente é aplicada. Assim, quando não é necessário escrever informações, o material permanece um ímã duro, o que é bom para o armazenamento seguro, e somente quando a escrita é necessária o material muda para um ímã macio, permitindo maior eficiência energética. Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=transistores-computadores-sem-silicio&id=010110201211#.X9ulHVZKgdU
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    este software presenta mejoras importantes en el manejo de nuevos chip.
  5. Compartilho o software para o programador CH341A Veja 1.34 View File este software presenta mejoras importantes en el manejo de nuevos chip. Submitter Osmel Fernández Belén Submitted 10/31/2019 Category Electronics  
  6. O USB4 está chegando! Veja o que muda com a nova geração de conectividade A próxima versão do USB está chegando. O USB Implementers Forum (USB-IF), que autentica esse padrão de conectividade, publicou as especificações do USB4 e as velocidades são comparáveis ao Thunderbolt 3. Isso não é uma coincidência, pois a Intel ajudou a desenvolver a novidade cedendo o protocolo do Thunderbolt. O USB4 deve operar a até 40 Gigabits por segundo (Gbps). Isso é o dobro do máximo atual do USB 3.2 Gen 2 × 2. Como em outras versões, USB4 é compatível a partir do USB 2.0 e também pode funcionar com entradas de Thunderbolt 3 em alguns dispositivos. Contudo, pode haver alguma confusão inicial com relação às diferentes velocidades que ele deve oferecer. Além de poder chegar ao máximo de 40 Gbps, há uma segunda opção a 20 Gbps, e uma terceira a 10 Gbps — essa última seria destinada à retrocompatibilidade. Não está claro como isso deve se chamar; contudo, nos bastidores vem sendo denominado Ger 3 x 2 para 40 Gbps e Ger 2 x 2 para 20 Gbps. A expectativa é de que a nomenclatura seja mais clara e intuitiva no início de 2020. A promessa é de “indicar claramente os níveis de desempenho para o consumidor geral”, diz o USB-IF — lembrando que a entidade já tem o USB 3.2, que causa certa confusão com sua geração 1, 2 e 2 x 2. Compatibilidade com USB 2.0 e Thunderbolt 3 O USB4 funciona a partir do USB 2.0. Isso significa que, se você tiver um disco rígido externo USB 2.0 para backup, ainda poderá conectá-lo a uma porta USB4, embora o limite de velocidade seja o do USB 2.0. Para isso, você vai precisar de um adaptador para ir de USB tipo A (padrão USB) para USB tipo C. Os cabos USB tipo C atuais não devem ser o suficiente para o USB4. Eles ainda suportam as velocidades mais antigas, por isso devem ser trocados, embora os conectores permaneçam iguais. Sobre o Thunderbolt 3, a Intel cedeu o protocolo do Thunderbolt, mas não os direitos de uso do nome. Por isso, qualquer fabricante que quiser anunciar portas USB4 compatíveis com Thunderbolt 3 vai precisar da certificação da dona da marca. Compartilhamento dinâmico e alimentação de energia Um dos recursos mais interessantes do USB4 é sua capacidade de otimizar, de forma inteligente, o compartilhamento da banda de dados. Por exemplo, se você utilizar um dispositivo de armazenamento externo e uma tela ao mesmo tempo, essa tecnologia mantém as taxas de quadros altas para o display enquanto fornece apenas o suficiente para transferir as informações. Todos os dispositivos USB4 incluem a tecnologia USB Power Delivery (USB PD), que pode fornecer até 100 watts. A recarga é inteligente, pois a novidade pode detectar uma taxa média, que não seja nem tão rápida ou muito devagar, para que o aparelho receba o necessário para ficar com sua bateria completa. Quando chega? O USB4, com o mesmo conector Tipo C do USB 3, promete dar um passo adiante para tornar o padrão mais universal, pois, convenhamos, todas as versões e diferentes cabos e entradas confundem os usuários até hoje. A nova tecnologia deve ser implementada aos poucos na próxima geração de dispositivos, com a possibilidade de chegada entre julho e dezembro de 2020 — no mais tardar, no início de 2021. Fonte

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