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pedrao12

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  1. É curioso como muitas vezes guardamos objetos antigos durante anos, sem nunca precisarmos deles. Mas, no momento em que decidimos descartá-los, surge justamente uma necessidade de reparo que parece exigir aquela peça que já não temos mais. Esse pensamento alimenta o apego e torna ainda mais difícil o desapego, mesmo quando sabemos que se trata apenas de sucata. Esse dilema é quase universal: a gente guarda coisas por anos acreditando que “um dia vai precisar”, mas esse dia nunca chega. E quando finalmente criamos coragem de descartar, parece que o universo prega uma peça e a necessidade aparece justamente daquilo que já não temos mais.
  2. "Este relato descreve minha experiência pessoal com sucata de notebooks e TVs antigas. Não se trata de um tutorial ou recomendação técnica". Ao longo de vários anos, acumulei sucatas de notebooks e outros eletrônicos, na esperança de que pudessem ser úteis no futuro. Sempre que surgia a necessidade de consertar algo e recorrer a esses materiais, a peça necessária nunca estava disponível. Acabava gastando e comprando o componente novo. Durante esse tempo, considerei diversas vezes realizar uma limpeza no estoque acumulado, mas a força do apego era maior. Imaginava que, se me desfizesse desses materiais, poderia sentir falta deles em algum momento. E assim, permaneci apegado, acumulando peças que ocupavam espaço físico e mental sem oferecer retorno real. Entre os itens acumulados, encontrei notebooks com discos rígidos de apenas 60 GB, 120 GB e, no máximo, 250 GB — capacidades hoje insuficientes para aplicações modernas. Muitos utilizavam interfaces IDE antigas, memórias DDR2 SO-DIMM e telas LCD com matriz TN e proporção quase quadrada, obsoletas para padrões atuais. Durante a triagem, retirei processadores, memórias, dissipadores e outros componentes passíveis de reaproveitamento. Nos notebooks com telas em bom estado, procedi à desmontagem das unidades de LCD, armazenando-as separadamente para possíveis usos futuros. Esse processo permitiu preservar partes ainda funcionais, eliminando carcaças e peças irrecuperáveis que ocupavam espaço sem gerar valor. Essa experiência mostrou que manter todo esse acervo fornecia apenas uma falsa sensação de estabilidade. A sucata inflava minha confiança e criava a ilusão de um estoque valioso, quando, na prática, se tratava de acúmulo de material obsoleto. Desfiz-me dos notebooks que não ligavam ou apresentavam falhas críticas sem possibilidade de recuperação, mantendo apenas unidades funcionais, embora limitadas. Estas continuam a ser usadas para testes ou atividades que não exigem desempenho elevado. Não é a primeira vez que adoto esse procedimento. Já havia realizado algo semelhante com televisores antigos, removendo LEDs e placas, descartando carcaças danificadas e preservando apenas componentes reutilizáveis. Observar essa dinâmica também trouxe reflexão sobre a realidade de outros técnicos que conheço. Por exemplo, um senhor próximo à minha residência mantém sua assistência técnica cheia de sucata acumulada ao longo dos anos. Ele acredita que tudo poderá gerar algum retorno, mas, para quem observa de fora, trata-se de material obsoleto que consome espaço e tempo sem benefício direto. Ao refletir sobre minha própria experiência, percebi que também estava preso a essa mesma crença, embora tenha conseguido abordá-la de forma diferente. A diferença está na análise crítica e na priorização do que realmente tem valor técnico. Organizar e direcionar os componentes que ainda podem ser aproveitados, descartando ou doando o que não possui mais funcionalidade, liberou espaço físico e mental. Em resumo, essa experiência reforçou que, mesmo para profissionais técnicos, a percepção de valor nem sempre corresponde à utilidade real dos componentes. Manter um acervo sem critério pode inflar a confiança e ocupar recursos desnecessários, enquanto uma triagem criteriosa preserva o que é funcional, otimiza espaço e tempo e permite focar no que realmente gera resultado técnico.
  3. Todos os arquivos soltos na pasta raiz do pen drive formatado em FAT32
  4. Gostaria de compartilhar o resultado após quase um mês com a televisão na bancada. O cliente também não tinha pressa. Obtive o arquivo da firmware Tl046M e tudo correu conforme o esperado. Só precisei extrair tudo para o pen drive e conectá-lo à televisão, ainda desligada da tomada. No momento em que a liguei na tomada, a instalação do software iniciou-se automaticamente. O maior desafio foi conseguir o arquivo.
  5. Ainda estou com esse B.O pra resolver. Alguma sugestão dos colegas?
  6. Tenho uma do mesmo modelo na bancada. Ela liga, aparece a logo "Multi" por cerca de 5 segundos e desliga. Não tenho a firmware para tentar instalar.
  7. pedrao12 alterou sua foto pessoal
  8. Prezados colegas do fórum, Encontro-me com uma televisão Multilaser, modelo TL046, que está travada na tela inicial "Muiti". Tentei buscar o arquivo da firmware no site da marca, porém, para minha decepção, não o encontrei disponível. Caso algum colega pudesse gentilmente me auxiliar, ficaria imensamente grato. Retornarei aqui para compartilhar o resultado, seja ele positivo ou não.
  9. 1- Tive o prazer de conhecer o eletrônicaBR por meio do motor de busca do Google há cerca de 5 anos. 2- Meu nível técnico é intermediário. 3- Possuo diploma do curso de Técnico em Eletrônica Rádio e TV, concluído em 2007. Adicionalmente, concluí o curso de manutenção em placas de celulares em 2023. Pretendo progredir para outras áreas, como a de informática, por exemplo. 4- Desde a infância, sempre fui muito curioso para entender como as coisas funcionam, especialmente aquelas relacionadas à eletrônica. Uma das minhas atividades favoritas é estudar eletrônica.

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