A reportagem é interessante, porém o grande foco na observação dos fótons contrasta com a falta de informação sobre a câmera em si. Ninguém se questionou sobre COMO essa câmera foi desenvolvia? Como é possível que um aparelho que tenha como base componentes eletrônicos pode registrar o movimento da luz? São perguntas impertinentes que não foram sanadas e que permitem desconfiar da veracidade do feito do MIT.