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  1. Cada vez mais próxima: Governo inclui Correios em programa de privatização de estatais O presidente Jair Bolsonaro concordou em incluir mais uma empresa no programa de privatização de estatais defendido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Em entrevista ao canal GloboNews na semana passada, Guedes afirmou que o presidente havia aprovado a privatização de mais uma empresa, mas não confirmou o nome da companhia. De acordo com fontes do governo ouvidas pelo G1, ele estava se referindo aos Correios. Ainda de acordo com o G1, a equipe do presidente avalia que a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) atua em um setor que passou por muitas transformações e precisa se modernizar para continuar existindo. Para os técnicos do governo, essas mudanças só poderiam ser implementadas com a privatização da companhia. A maior resistência à venda vinha do ministro Marcos Pontes, que comanda o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, pasta a qual os Correios estão submetidos. Mas ele teria sido convencido a seguir com o projeto, afirmando em entrevista ao Estadão que está alinhado com as diretrizes de Guedes e defendendo que a privatização seja feita de forma lógica, responsável e sem precipitação. Nos últimos anos, os Correios anunciaram diversas novidades como tentativa de modernizar os serviços oferecidos pela empresa, incluindo armários inteligentes para entregas em locais sem portaria, uma operadora com planos para celular e rastreamento de correspondências via CPF. Embora tenha encerrado o ano passado com lucro líquido de R$ 161 milhões, a empresa passou quatro anos no vermelho, chegando a ter um prejuízo de R$ 2,12 bilhões em 2015. Fonte
  2. Importar um iPhone pelos Correios sai mais barato do que comprar no Brasil Não existe restrição para a utilização do serviço na importação de produtos também disponíveis no varejo nacional Desde o início da semana, estamos falando sobre a nova plataforma de importação dos Correios, desenvolvida em parceria com a operadora de cartão de créditos Visa (mas que também aceita outras bandeiras de cartões de crédito). A princípio, a plataforma Compra Fora surgiu para “permitir o envio de produtos adquiridos online em lojas americanas que não vendem ou não enviam seus produtos ao Brasil”. Contudo, os Correios acabam de confirmar ao Olhar Digital que não existe restrição para a utilização do serviço na importação de produtos também disponíveis no varejo nacional. Ontem escrevemos uma análise dos prós e contras de utilizar a plataforma Compra Fora. Na ocasião, utilizamos a informação do comunicado de imprensa, que dava a entender que produtos já comercializados no país não poderiam ser adquiridos nos EUA, como é o caso dos iPhones, por exemplo. No entanto, hoje (30), a assessoria de imprensa dos Correios garantiu que produtos como iPhone XS Max ou mesmo o MacBook Air, da Apple, mesmo vendidos no Brasil, podem ser importados via Compra Fora. Confira abaixo o posicionamento da empresa: “Embora o COMPRA FORA tenha por objetivo facilitar a aquisição online de produtos em lojas que não enviam as mercadorias para o Brasil, não há restrições para a utilização do serviço na importação de produtos também oferecidos no mercado nacional. As restrições da plataforma são direcionadas para produtos cuja importação seja PROIBIDA por via postal (existe uma lista destes produtos no Portal Correios) ou pela Receita Federal/Órgãos anuentes. Assim, desde que sejam recolhidos os impostos devidos e atendidas as exigências postais e aduaneiras de importação, não há limitações para a utilização do COMPRA FORA no caso citado.” Com isso, não apenas smartphones como o Google Pixel 3 ou OnePlus 6T poderão ser importados dos EUA pelos brasileiros, mas também os iPhone XS, XS Max e Galaxy Note 9, por exemplo. Eletrônicos como o MacBook Air, da Apple, também estão na lista de produtos passíveis de compra via Compra Fora. Fazendo uma simulação de compra no site do Compra Fora, é possível dizer que o valor pago pelo iPhone XS Max na importação dos Correios é menor do que na loja da Apple no Brasil. Através da Apple Store, você pagaria R$7.999,00 pelo aparelho. Se preferir importar via Compra Fora, vai pagar aproximadamente R$6.701,32 (cotação do dia). Seriam praticamente R$ 1,3 mil a menos. Porém, não estaria descartada a possibilidade de uma segunda taxação pela Receita Federal no momento do desembaraço da mercadoria no Brasil. Agora, o mais surpreendente é ver a diferença de valor na compra de um notebook da Apple, como o novo MacBook Air. Na loja da empresa no Brasil, a versão mais básica pode ser adquirida por R$10.399,00. Já na plataforma de importação dos Correios, o mesmo produto pode ser comprado por R$7.416,88 (cotação do dia). Seriam praticamente 3 mil reais a menos. Contudo, lembre-se: não estaria descartada a possibilidade de aumento da carga tributária referente ao produto, caso a Receita Federal não concorde com o valor declarado da mercadoria. Os Correios podem competir com as empresas locais De acordo com o advogado especializado em Direito Tributário, Thiago Spinola Theodoro, sócio do BVA Advogados, não existe nenhum problema na oferta dos Correios, pelo contrário. Segundo ele, a plataforma estaria inclusive incentivando a importação legal de produtos do exterior. “Do ponto de vista tributário, a princípio, não se vislumbra óbice ao serviço ofertado pelos Correios. Mais do que isso, o próprio serviço já se encarregará de todo o despacho aduaneiro, com o devido recolhimento dos tributos e o cumprimento de todas as obrigações fiscais, o que reduz ou até mesmo elimina qualquer espécie de sonegação”, afirmou Theodoro ao Olhar Digital. O jurista salienta ainda que, enquanto empresa pública, os Correios possuem total direito para atuar diretamente no mercado nacional, inclusive em concorrência com empresas privadas, e cita como exemplo a relação entre os Correios e FedEx. O que diz a Apple sobre o caso Levando em consideração a discrepância nos valores dos produtos da Apple na compra via Compra Fora e na loja oficial da gigante americana no Brasil, entrei em contato com a assessoria de imprensa da empresa para saber como este tipo de iniciativa é vista internamente. Porém, a fabricante ainda não enviou uma declaração oficial. Como podemos ver, a plataforma Compra Fora tem seus méritos e compete em igualdade com as empresas privadas locais. Repetindo: o valor final da compra só será confirmado a partir do momento em que a mercadoria entrar no Brasil, pois os funcionários da Receita Federal podem não concordar com o valor prévio declarado pela mercadoria. Em relação ao valor do imposto de importação, normalmente, pode chegar até 60% do valor do produto. Contudo, lembre-se, os Correios estão apenas respeitando o que consta na Lei Tributária Nacional. Nosso conselho é que, antes de adquirir um produto no Compra Fora, faça uma pesquisa para saber se realmente vale a pena economizar de mil a três mil reais na importação de produtos também disponíveis no varejo nacional. Se garantia e assistência técnica são importantes para você, verifique se o produto importado terá este tipo de serviço disponível no Brasil. Fonte
  3. Correios anunciam reajuste no frete, e comprar online vai ficar mais caro. Renato Santino 27/02/2018 21h02 comércio eletrônicoe-commerce A partir do dia 6 de março, suas compras online podem ficar mais caras. Isso se deve ao fato de que os Correios anunciaram um reajuste médio de 8% no frete, o que tornaria o transporte das encomendas mais caro. A mudança foi anunciada nesta terça-feira, 27, e o percentual de 8% se refere especificamente a objetos postados entre capitais brasileiras e nos âmbitos local e estadual. A estatal não deu detalhes sobre qual será o impacto em outros tipos de entrega. O Mercado Livre, empresa de comércio eletrônico que depende profundamente dos serviços dos Correios, se mostrou bastante insatisfeito com a alteração. Segundo a companhia, o aumento de 8% anunciado conta apenas uma parte da história: o aumento de preço pode chegar a até 51% dependendo das localidades envolvidas na entrega. “O aumento máximo do frete acontecerá justamente para vendedores que moram ou atendem clientes fora dos grandes centros, podendo chegar a 51%. Quer um exemplo? O valor de frete de um produto enviado de São Paulo para Joinville, que hoje custa cerca de R$ 40,00, passará a ser R$ 57,00”, diz o site da campanha #FreteAbusivoNão, que tem ganhado força nas redes sociais. O Mercado Livre também questiona o peso desse reajuste diante de uma inflação sob controle, visto que o IPCA acumulado de 2017 não chegou a 4%, o que por si só já é bem abaixo dos 8% de reajuste entre grandes centros urbanos. Os Correios, por sua vez, afirmam que o reajuste é parte de uma revisão anual dos preços, “baseada no aumento de custos relacionados à prestação de serviços, incluindo transporte, pagamento de pessoal, aluguéis de imóveis, combustíveis, contratação de recursos para segurança, entre outros”. ATUALIZAÇÃO: Os Correios enviaram um comunicado ao Olhar Digital sobre o tema e a campanha do Mercado Livre. Segue o posicionamento da estatal na íntegra: Sobre a campanha realizada pelo Mercado Livre em suas redes sociais a respeito do ajuste de preços que será aplicado pelos Correios a partir de 6 de março para os clientes de contrato, os Correios esclarecem: Ao contrário do que foi divulgado, o reajuste não será de “até 51% no frete dos produtos a todos que compram e vendem pela internet”. A média será de apenas 8% para os objetos postados entre capitais e nos âmbitos local e estadual, que representam a grande maioria das postagens realizadas nos Correios. Cabe ressaltar que o reajuste não é para os preços de e-commerce, mas para os serviços de encomendas dos Correios, também utilizados pelo e-commerce. Trata-se de uma revisão anual, a exemplo do previsto em contrato. A definição dos preços é sempre baseada no aumento dos custos relacionados à prestação dos serviços, que considera gastos com transporte, pagamento de pessoal, aluguéis de imóveis, combustível, contratação de recursos para segurança, entre outros. Comparar o preço de frete praticado no Brasil com os países vizinhos, como faz a nota, é tendencioso e pode levar o consumidor a acreditar em uma falsa premissa. O maior dos países citados - a Argentina - tem cerca de um terço da extensão territorial do Brasil e 40% de toda a sua população concentrada na região metropolitana de Buenos Aires. A maior cidade brasileira, por sua vez, tem 10% da população do país. Outro exemplo citado na nota, a Colômbia, é cerca de seis vezes menor que o Brasil. Os desafios de transporte em um país com dimensões continentais são muito maiores e os custos para manter a presença dos Correios em todo o território nacional são altíssimos. Os contundentes problemas relacionados à segurança pública em diversas localidades do país também são pontos que merecem ser destacados. Conforme amplamente divulgado pelos veículos de comunicação, no Rio de Janeiro a situação de violência chegou a níveis extremos e o custo para entrega de mercadorias nessa localidade sofreu altíssimo impacto, dadas as medidas necessárias para manutenção da integridade dos empregados, das encomendas e até das unidades dos Correios. Por esse motivo, foi estabelecida uma cobrança emergencial de R$ 3,00 para os envios destinados à cidade do Rio de Janeiro, cobrança essa que poderá ser suspensa a qualquer momento, desde que a situação de violência seja controlada. Vale esclarecer que essa cobrança já é praticada por outras transportadoras brasileiras desde março de 2017. Os Correios ressaltam que a parceria com o e-commerce brasileiro é de extrema importância para a empresa. Parceria que, inclusive, viabiliza a atividade de inúmeras micro, pequenas e médias empresas que vendem pela internet devido à oferta de pacotes de benefícios dos Correios exclusivos para os marketplaces brasileiros, incluindo reduções de preço que chegam a mais de 30% no SEDEX e 13% no PAC quando comparado aos preços à vista. Também em função dessa parceria, a empresa mantém uma Política Comercial com uma estratégia de precificação que segue a lógica do mercado e, mesmo com os aumentos de custos, buscou o menor impacto possível nas praças mais relevantes para o e-commerce brasileiro. Por fim, essa revisão mantém os Correios competitivos em seus preços praticados no Brasil inteiro, garantindo sua presença em todo o território nacional. ATUALIZAÇÃO 2: Diante da manifestação dos Correios, o Mercado Livre enviou ao Olhar Digital o seguinte comunicado, reproduzido abaixo na íntegra: Ao contrário do que os Correios informaram em posicionamento ontem, o Mercado Livre reforça, novamente, que existem diversas rotas entre cidades fora dos grandes centros que terão um aumento de até 51% no valor do frete. Como as encomendas são entregues em âmbito nacional, não somente entre capitais, o aumento mínimo será de 8% (relativo a envios de capitais para capitais), e a média será de 29%. A título de comparação, fizemos estimativas baseadas no reajuste proposto pelos Correios, tanto para envios entre capitais quanto entre cidades distantes dos grandes centros. Uma postagem de um objeto que pese até 500g, via PAC, e tenha como origem São Paulo-SP e destino Brasília-DF, passará a custar, de R$14 para R$15 (8%). Já um envio de um produto de até 500g que saia de Caxias do Sul-RS e seja enviado, via PAC, para Recife-PE passará a custar de R$ 54 para R$ 82, ou 51% a mais. Com a postura de levar em conta apenas os envios entre capitais, os Correios ignoram o fato de que o Brasil tem mais de 207,6 milhões de habitantes e, desse total, apenas 24% residem nas capitais, segundo levantamento do IBGE divulgado em agosto de 2017. Logo, o reajuste para encomendas nacionais impactará principalmente os moradores de cidades mais distantes dos grandes centros, indo contra a democratização do comércio e prejudicando milhões de compradores e vendedores que atuam no setor. Reafirmamos ainda que o Brasil é o país mais caro da América Latina em termos de frete. A comparação entre países que apresentamos (no comunicado inicial sobre a campanha) leva em consideração o envio de um pacote de 500g e a mesma distância de envio (500 KM) dentro desses países, independentemente da extensão de cada um deles. Caso tenha interesse em repercutir o assunto, podemos agendar entrevista com um porta-voz do Mercado Livre para comentar o impacto desse medida no segmento de comércio eletrônico. Fonte: Olhar Digital - https://olhardigital.com.br/noticia/correios-anunciam-reajuste-no-frete-e-comprar-online-vai-ficar-mais-caro/74327
  4. Estão fechando o cerco ate nos produtos internos. https://g1.globo.com/economia/noticia/entra-em-vigor-obrigatoriedade-de-nota-fiscal-em-encomendas-enviadas-pelos-correios.ghtml

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