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Jaimeletron

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  1. Jaimeletron

     notícia Nova área do fórum "Desmontagens"

    É uma ótima idéia para ajudar os técnicos. Já recorri de alguns Teardowns de notebook no You tube que me ajudaram na desmontagem. Aproveito para sugerir também na lista o site: [Conteúdo Oculto] há Teardowns de diversos equipamentos eletrônicos.
  2. Na verdade estou procurando por padrões diferenciados de LVDS por questões de compatibilidade e testes. Tenho uma tela PC HP AIO que usa conector 30 pinos. Encontrei placas com conectores de 40 pinos.
  3. Boa tarde, necessito do esquema HP-Pavillion -All-in-One TS 23- modelo 23-f200br , placa mãe IPIVB-AT Rev. 1.02 (Lindsberg-G) SSID: 103C 2AF9 - Fabricante: Pegatron . Se alguém tiver agradeço.
  4. Indutor: Componente eletrônico é reinventado depois de 180 anos Com informações da UCSB - 14/03/2018 Indutor: Componente eletrônico é reinventado e cede à miniaturização Ilustração artística do indutor de grafeno, em comparação com os indutores usados hoje. [Imagem: Peter Allen] Reinvenção do indutor Um elemento básico da tecnologia moderna, as bobinas, ou indutores, estão em todo lugar: celulares, computadores, rádios, televisores, carros etc. Historicamente, à medida que a tecnologia dos transistores avançou, os componentes tornaram-se menores. Mas o indutor, que na sua forma mais simples é um fio metálico enrolado em torno de um núcleo, foi a exceção - eles são essencialmente os mesmos hoje como eram em 1831, quando foram criados por Michael Faraday. Agora, uma equipe da Universidade da Califórnia em Santa Barbara adotou uma abordagem baseada em materiais para reinventar esse componente fundamental da eletricidade e da eletrônica moderna. Jiahao Kang e seus colegas exploraram um fenômeno chamado indutância cinética para demonstrar um tipo de indutor fundamentalmente diferente, finalmente miniaturizando essas bobinas. Indutância Todos os indutores geram indutância magnética e indutância cinética, mas nos condutores metálicos típicos a indutância cinética é tão pequena que é desprezível. A indutância magnética depende da área de superfície do indutor, o que explica porque os indutores não foram miniaturizados até hoje. Já a indutância cinética não depende da área do indutor, em vez disso resistindo às flutuações da corrente que alteram a velocidade dos elétrons, e os elétrons resistem a tal mudança de acordo com a lei da inércia de Newton. Kang então projetou um novo tipo de indutor espiral que explora a indutância cinética, composto por múltiplas camadas de grafeno. O grafeno de camada única apresenta uma estrutura de banda eletrônica linear e um tempo de relaxamento de impulso correspondentemente grande - alguns picossegundos ou mais, em comparação com os condutores metálicos convencionais, como o cobre, que variam de um centésimo a um milésimo de um picossegundo. Mas o grafeno de camada única tem muita resistência para ser usado em um indutor. Já o grafeno multicamadas oferece uma solução parcial, proporcionando menor resistência, mas os acoplamentos entre as camadas fazem com que o tempo de relaxamento seja pequeno demais. Kang superou esse dilema inserindo quimicamente átomos de bromo entre as camadas de grafeno - um processo chamado intercalação. Isso não só reduziu a resistência como também separou as camadas de grafeno apenas o suficiente para essencialmente desacoplá-las, aumentando o tempo de relaxamento e, por decorrência, a indutância cinética. Indutor: Componente eletrônico é reinventado e cede à miniaturização Foto dos protótipos de indutor miniaturizado - ao contrário das bobinas tradicionais, eles são planos. [Imagem: Jiahao Kang et al. - 10.1038/s41928-017-0010-z] Indutor miniaturizado Esse indutor revolucionário, que funciona na faixa de 10 a 50 GHz, fornece uma vez e meia a densidade de indutância de um indutor tradicional, levando a uma redução de um terço na área, além de proporcionar uma eficiência extremamente alta. E dá para melhorar. "Há espaço suficiente para aumentarmos ainda mais a densidade da indutância aumentando a eficiência do processo de intercalação, que é o que estamos explorando agora," disse Junkai Jiang, membro da equipe. Bibliografia: On-chip intercalated-graphene inductors for next-generation radio frequency electronics Jiahao Kang, Yuji Matsumoto, Xiang Li, Junkai Jiang, Xuejun Xie, Keisuke Kawamoto, Munehiro Kenmoku, Jae Hwan Chu, Wei Liu, Junfa Mao, Kazuyoshi Ueno, Kaustav Banerjee Nature Electronics Vol.: 1, pages46-51 DOI: 10.1038/s41928-017-0010-z Fonte: Inovação Tecnológica [Conteúdo Oculto]
  5. Computação totalmente à base de carbono é viável Redação do Site Inovação Tecnológica - 13/11/2017 Roteiro mostra viabilidade de computação totalmente à base de carbono Os componentes spintrônicos de carbono não precisam de fios de conexão, comunicando-se uns com os outros por ondas eletromagnéticas. [Imagem: Joseph S. Friedman et al. - 10.1038/ncomms15635] Computação de carbono Um sistema computacional inovador, feito exclusivamente com componentes de carbono, pode ser uma alternativa mais barata e mais eficiente para substituir a atual eletrônica do silício, e dar sustentação à ideia de uma tecnologia à base de carbono. "O conceito reúne uma variedade de tecnologias em nanoescala já existentes e as combina de uma maneira nova," disse o professor Joseph Friedman, da Universidade do Texas, nos EUA. Essa combinação resulta em um tipo de lógica baseada no spin dos elétrons - spintrônica -, feita com componentes com potencial para serem menores do que qualquer transístor de silício, apresentarem maior desempenho e consumirem apenas uma fração da energia usada na eletrônica atual. Transístor spintrônico de carbono O transístor spintrônico totalmente de carbono funciona como uma porta lógica fundamentada em um princípio básico do eletromagnetismo: à medida que uma corrente elétrica se move através de um fio, ela cria um campo magnético que envolve o fio. Além disso, um campo magnético próximo a uma fita de carbono bidimensional - uma nanofita de grafeno - afeta a corrente que flui através da fita. Nos computadores tradicionais, e em toda a eletrônica, os transistores não podem explorar esse fenômeno. Em vez disso, seus componentes precisam estar conectados uns aos outros por fios metálicos. A saída de um transístor é conectada por um fio à entrada do próximo transístor, e assim por diante. No circuito spintrônico, os elétrons que se movem através de nanotubos de carbono - essencialmente pequenos fios ocos feitos de carbono - criam um campo magnético que afeta o fluxo de corrente em uma nanofita de grafeno próxima, o que permite criar portas lógicas em cascata - exatamente como no caso dos circuitos transistorizados - mas que não estão fisicamente conectadas. Ou seja, dentro do chip é tudo wireless. Processadores THz Como a comunicação entre cada nanofita de grafeno ocorre através de uma onda eletromagnética, em vez do movimento físico dos elétrons por um fio, a comunicação é muito mais rápida, com potencial para processadores que alcancem velocidades de clock na faixa dos terahertz - 1.000 GHz. Além disso, esses materiais de carbono podem ser menores do que os transistores de silício, que estão se aproximando dos seus limites de tamanho devido às propriedades físicas do silício - tanto os nanotubos quanto o grafeno são formados por camadas de carbono com apenas um átomo de espessura. Embora se baseie em ciência já estabelecida - e em várias demonstrações práticas isoladas -, o conceito de uma computação baseada em carbono como um todo foi demonstrada apenas teoricamente. Mas Friedman disse que sua equipe já está trabalhando na construção de um protótipo do sistema de computação spintrônica em cascata, feito apenas de carbono, tudo dentro de um chip essencialmente sem fios. Bibliografia: Cascaded spintronic logic with low-dimensional carbon Joseph S. Friedman, Anuj Girdhar, Ryan M. Gelfand, Gokhan Memik, Hooman Mohseni, Allen Taflove, Bruce W. Wessels, Jean-Pierre Leburton, Alan V Sahakian Nature Communications Vol.: 8, Article number: 15635 DOI: 10.1038/ncomms15635 Fonte: Inovação Tecnológica [Conteúdo Oculto]
  6. Finalmente um compósito que preserva as propriedades dos nanotubos Redação do Site Inovação Tecnológica - 22/12/2017 Finalmente um compósito que mantém propriedades dos nanotubos Depois de infiltrar-se pela cerâmica, os nanotubos formam estruturas parecidas com as usadas em edifícios de bambu. [Imagem: Fabian Schütt et al. - 10.1038/s41467-017-01324-7] Compósitos de nanotubos Extremamente leves, condutores excepcionais e mais estáveis do que o aço: devido às suas propriedades únicas, os nanotubos de carbono têm sido apontados como o material ideal para inúmeras aplicações, desde baterias ultraleves e plásticos de alto desempenho, até implantes médicos. Até hoje, no entanto, tem sido difícil transferir essas características extraordinárias observadas em nanoescala para uma aplicação industrial. O grande problema é que os nanotubos de carbono não combinam bem com outros materiais ou, quando combinam, então suas propriedades decaem drasticamente. Agora, uma equipe da Alemanha e da Itália desenvolveu um método alternativo no qual os minúsculos tubos podem ser combinados com um material de suporte de modo a formar uma rede 3D estável que permite que eles retenham suas propriedades características. O método é baseado em um processo simples de infiltração química a úmido. Os nanotubos são misturados com água e gotejados em um material cerâmico extremamente poroso feito de óxido de zinco, que absorve o líquido como uma esponja. Os nanotubos nas gotas se prendem ao suporte de cerâmica e formam automaticamente uma camada estável, semelhante a um feltro. O suporte de cerâmica fica então revestido internamente com nanotubos, por assim dizer. Como edifícios de bambu Os efeitos foram fascinantes, tanto para o suporte de cerâmica quanto para o revestimento de nanotubos. Por um lado, a estabilidade do suporte de cerâmica aumenta tão drasticamente que ele passa a suportar uma carga equivalente a 100.000 vezes o seu próprio peso. "Com o revestimento de nanotubos, o material cerâmico pode sustentar cerca de 7,5 kg e, sem eles, apenas 50 g - é como se o tivéssemos montado com uma jaqueta justa feita de nanotubos de carbono, que oferece suporte mecânico. A pressão sobre o material é absorvida pela resistência à tração do feltro de nanotubos. As forças de compressão são transformadas em forças de tração," resumiu o pesquisador Fabian Schütt, da Universidade de Kiel. O princípio é comparável ao que opera nos edifícios de bambu, muito comuns na Ásia. As hastes de bambu ficam ligadas tão fortemente com uma simples corda que o material leve pode formar andaimes extremamente estáveis e até edifícios inteiros. "Fizemos o mesmo em nanoescala com as malhas de nanotubos, que se envolvem em torno do material cerâmico - apenas muito, muito menores," completou Helge Krüger, membro da equipe. Além da resistência, a técnica permite fabricar inúmeros tipos de materiais eletricamente condutores. Finalmente um compósito que preserva as propriedades dos nanotubos Detalhe do "feltro" de nanotubos que se infiltra pela parede da cerâmica de sustentação. [Imagem: Fabian Schütt et al. - 10.1038/s41467-017-01324-7] Aplicações As aplicações para o novo material vão de eletrodos para baterias e tecnologia de filtragem, até como material de enchimento para plásticos condutores, implantes para medicina regenerativa, sensores e componentes eletrônicos em nanoescala. A boa condutividade elétrica e a resistência do material a rasgos também é interessante para aplicações eletrônicas flexíveis, em roupas funcionais ou no campo da tecnologia médica, por exemplo. "É concebível criar um plástico que, por exemplo, estimule células do osso ou do coração a crescerem. Devido à sua simplicidade, o processo também poderá ser transferido para estruturas de rede feitas de outros nanomateriais - o que ampliará a gama de possíveis aplicações," disse o professor Rainer Adelung. Bibliografia: Hierarchical self-entangled carbon nanotube tube networks Fabian Schütt, Stefano Signetti, Helge Krüger, Sarah Röder, Daria Smazna, Sören Kaps, Stanislav N. Gorb, Yogendra Kumar Mishra, Nicola M. Pugno, Rainer Adelung Nature Communications Vol.: 8, Article number: 1215 DOI: 10.1038/s41467-017-01324-7 Fonte: Inovação Tecnológica [Conteúdo Oculto]
  7. Carbino: vem aí o novo material mais forte do mundo Redação do Site Inovação Tecnológica - 11/10/2013 Materiais mais fortes do mundo Primeiro foram os nanotubos de carbono que foram considerados o material mais forte do mundo. Mas eles logo foram eclipsados pelo superforte grafeno. Agora, acaba de entrar no circuito um novo material, o carbino, que, como seu nome já denuncia, também é uma forma de carbono. A diferença é que, por enquanto, o carbino ultraforte existe apenas na teoria. Contudo, Mingjie Liu e seus colegas da Universidade Rice, nos Estados Unidos, garantem que, quando o carbino for sintetizado, nanocordas e nanobastões do material se tornarão o novo material mais forte do mundo. Nanocordas ou nanobastões de carbino, uma cadeia unidimensional de átomos de carbono, deverão ser mais fortes do que o grafeno e do que o diamante - se puderem ser fabricados. [Imagem: Liu et al./ACS Nano] Carbino Um carbino é uma cadeia de átomos de carbono unidos por ligações atômicas duplas ou ligações atômicas simples alternadas. Essa estrutura torna o carbino um material verdadeiramente unidimensional, ao contrário do grafeno, que possui as "dimensões" em cima e embaixo, e dos nanotubos, que têm um dentro e um fora. Segundo os cálculos dos pesquisadores, feitos a partir dos chamados primeiros princípios, o carbino deverá ser duas vezes mais forte do que o grafeno, o que significa que serão necessários dois elefantes apoiados em uma área equivalente à de uma ponta de caneta para quebrar uma fibra de carbino - para quebrar o grafeno basta um elefante. Ele terá o dobro da rigidez à tração do grafeno e dos nanotubos de carbono e quase três vezes mais do que o diamante. Mas o carbino não tem apenas força: basta girá-lo ou tensioná-lo para que ele apresente propriedades eletrônicas cativantes. Esticando-o em apenas 10% de seu tamanho original faz com que o carbino apresente uma bandgap - algo que o grafeno não tem, e que é essencial para seu funcionamento como semicondutor. Com uma rotação de 90 graus o carbino se torna um semicondutor magnético. O melhor é que os cálculos indicam que esse supermaterial será estável a temperatura ambiente. Carbino: vem aí o novo material mais forte do mundo O carbino não tem apenas força: basta girá-lo ou tensioná-lo para que ele apresente propriedades eletrônicas muito interessantes. [Imagem: Vasilii Artyukhov/Rice University] Aplicações Segundo o professor Boris Yakobson, orientador do trabalho, o carbino poderá ser usado em sistemas nanoeletromecânicos, em circuitos spintrônicos, em sensores, no armazenamento de energia e, claro, como material estrutural, compondo fibras ultrafortes e leves. Yakobson foi um dos responsáveis por mostrar que os nanotubos de carbono são fortes, mas não inquebráveis, e é uma das autoridades na área dos chamados sub-nanofios, que vão além da atual nanotecnologia. "Qualquer que seja sua aplicação, academicamente é muito entusiasmante conhecer o arranjo de átomos mais forte possível," disse ele. Se os cálculos estiverem corretos, o carbino deverá ser o mais alto estado de energia de uma forma estável de carbono. Falta fazer As primeiras teorias sobre o carbino surgiram no século 19, e uma primeira aproximação do material foi sintetizada na União Soviética em 1960. O grande feito da nova análise é a conclusão de que o material será estável e não reagirá consigo mesmo, o que poderia destruir os fios atômicos que apresentaram todas essas qualidades tão promissoras - resultados anteriores sugeriam que dois fios de carbino poderiam simplesmente explodir se tocassem um no outro. A expectativa agora é que as novas ferramentas da nanotecnologia permitam sintetizar isoladamente os fios atômicos de carbino com precisão - um desafio que ainda não foi totalmente vencido nem para os nanotubos de carbono e nem para o grafeno. Fibra mais forte do mundo mistura natureza e alta tecnologia Bibliografia: Carbyne from First Principles: Chain of C Atoms, a Nanorod or a Nanorope Mingjie Liu, Vasilii I. Artyukhov, Hoonkyung Lee, Fangbo Xu, Boris I. Yakobson ACS Nano Vol.: Article ASAP DOI: 10.1021/nn404177r Fonte: Inovação Tecnológica [Conteúdo Oculto]
  8. Missão brasileira busca parcerias em fotônica e nanotecnologia Com informações do MCTIC - 06/03/2018 Fotônica na saúde Uma delegação brasileira faz uma jornada pela Europa nesta semana em busca de parcerias em fotônica e nanotecnologia, especialmente, para o desenvolvimento de produtos inovadores na área da saúde. O objetivo do esforço é criar uma plataforma para estimular o intercâmbio de conhecimento entre Brasil e Europa. "A ideia é desenvolver tecnologias que ajudem a desafogar o nosso sistema de saúde e ajudar na avaliação de novos materiais em nanotecnologia," afirmou Leandro Berti, que é coordenador-geral de Desenvolvimento e Inovação em Tecnologias Convergentes e Habilitadoras do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTIC). A delegação, liderada por Berti, inclui pesquisadores do CTI Renato Archer, Fiocruz e Fundação Certi. Fotônica é a ciência que estuda a geração, emissão, transmissão, modulação, processamento, amplificação e detecção da luz.[Imagem: MCTIC] Nanofabricação e fotônica Em Braga, Portugal, está prevista a visita ao Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia (INL), que possui longa trajetória de cooperação com o Brasil em nanofabricação. Em seguida a delegação se reúne com a direção-geral das Redes de Comunicação, Conteúdos e Tecnologias (DG CONNECT), responsável pela área de fotônica na União Europeia. A delegação também visitará, em Leuven, na Bélgica, o Centro Interuniversitário em Microeletrônica (Imec), um dos maiores centros europeus de nanoeletrônica e nanomedicina, com ampla aplicação na área de saúde. A missão participará ainda do evento Photonics 21, em Bruxelas, onde será lançada a estratégia de fotônica para os próximos 10 anos pela União Europeia, "o que proporcionará uma grande expertise para o desenvolvimento da fotônica no Brasil", na avaliação do coordenador Leandro Berti. Fonte: Inovação Tecnológica [Conteúdo Oculto]
  9. As notícias abaixo nos fazem reviver de modo quase imediato alguns filmes tais como: 2001, Uma Odisséia no Espaço; Eu,Robô; O Exterminador do Futuro; Blade Runner e outros. Para muitos, trata-se de mera Ficção Futurista. Para algumas personalidades de projeção - Bill Gates, Stephen Hawking, Elon Musk - O futuro do homem pode estar sob ameaça real pelas máquinas de inteligência artificial. As três diretivas que Asimov fez implantarem-se nos "cérebros positrônicos" dos robôs em seus livros são : 1ª Lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano sofra algum mal. 2ª Lei: Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a Primeira Lei. 3ª Lei: Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira ou Segunda Leis. Mais tarde Asimov acrescentou a “Lei Zero”, acima de todas as outras: um robô não pode causar mal à humanidade ou, por omissão, permitir que a humanidade sofra algum mal. Stephen Hawking deve estar certo em suas preocupações [ Elucubrações minhas ] , provavelmente porque deve ter visto uma dedicatória de Asimov para um tal de Major Edward Alvar Murphy Jr. - "Qualquer coisa que possa ocorrer mal, ocorrerá mal, no pior momento possível". Um exemplo disto: Uma máquina poderia se questionar o significado de humanidade sob o ponto de vista dela (máquina). Para resolver isso o homem terá que superar a si mesmo no quesitos Ética, Honestidade, Justiça, Compreensão e Compaixão. Enquanto o homem quebrar suas próprias Leis, não haverá nada que possa obrigar uma máquina com "vida própria" a cumpri-la todo o tempo. Terá que se debruçar em alguma ciência com misto de Direito, Ética, Filosofia, História e Intuição divina. Referente à notícia (uma delas) das preocupações de Hawking. Fonte: [Conteúdo Oculto] Uma notícia curiosa referente à capacidade premonitória do cinema: [Conteúdo Oculto],488879/morte-de-homem-por-robo-se-torna-viral-em-semana-de-exterminador-do-fu.shtml Não acredite em toda mensagem subliminar que você vê. Um homem consciente sabe seu caminho. Aqui segue a matéria do Título: Processadores neuromórficos começam a levar aprendizado a sério Redação do Site Inovação Tecnológica - 06/03/2018 Processadores neuromórficos começam a levar aprendizado a sério O chip Loihi da Intel já está disponível para pesquisadores e desenvolvedores. [Imagem: Intel/Divulgação] Processadores que aprendem Engenheiros das universidades de Heidelberg e Dresden, na Alemanha, e da Intel, apresentaram três novos processadores neuromórficos durante um evento realizado na semana passada nos EUA. Os novos chips podem imitar aspectos mais amplos dos cérebros biológicos do que as versões anteriores, sendo, segundo as equipes que os construíram, "mais energeticamente eficientes, mais resilientes e com maior capacidade de aprendizagem." Os computadores são muitas vezes mais rápidos do que os humanos na resolução de problemas aritméticos, mas não competem quando se trata da capacidade analítica do cérebro - os computadores não conseguem aprender continuamente e, portanto, não podem melhorar-se. Este é um dos objetivos da computação neuromórfica, cujos componentes tentam imitar o funcionamento das redes neurais humanas. E o progresso na área vem se acelerando tanto que alguns especialistas já dizem que a computação neuromórfica pode deixar a computação quântica para trás. BrainScales O primeiro chip é uma versão mais recente do projeto BrainScales, que está construindo processadores inspirados no cérebro humano há vários anos. O BrainScaleS possui um design analógico e digital misto e funciona de 1.000 a 10.000 vezes mais rápido que a versão anterior, dependendo do algoritmo. O processador neuromórfico de segunda geração possui funções de aprendizagem livremente programáveis, bem como um modelo de hardware analógico de neurônios complexos com árvores dendríticas ativas, que - assim como os neurônios - são especialmente valiosos para reproduzir um processo de aprendizado contínuo. SpiNNaker O segundo processador é a mais recente versão do cérebro eletrônico SpiNNaker, construído por um consórcio liderado pela Universidade de Dresden. O novo chip SpiNNaker é baseado na tecnologia multinúcleos. Um único chip contém 144 núcleos neuromórficos com um sistema inovador de gerenciamento de energia, o que o permite disponibilizar uma capacidade computacional de 36 bilhões de instruções por segundo por watt. Loihi Finalmente, a Intel anunciou os detalhes técnicos do seu processador Loihi, que a empresa apresenta como a ferramenta que finalmente levará a inteligência artificial para o hardware. O processador já está disponível para equipes de desenvolvedores e universidades e conta com 130 milhões de sinapses artificiais. Fonte: Inovação Tecnológica [Conteúdo Oculto]
  10. Músculos artificiais superfortes agora com autocicatrização Redação do Site Inovação Tecnológica - 17/01/2018 Os músculos artificiais macios podem ser configurados para agarrar objetos delicados ou duros e pesados. [Imagem: Keplinger Lab/University of Colorado Boulder] Robótica macia Uma nova classe de atuadores macios e flexíveis, mas acionados eletricamente, está-se mostrando capaz de imitar de forma mais fiel a expansão e a contração dos músculos naturais. Esses músculos artificiais flexíveis, que podem ser construídos a partir de uma ampla gama de materiais de baixo custo, são capazes de apresentar a auto-sensação de seus próprios movimentos e de se autoconsertar, representando um grande avanço na chamada "robótica macia". Assim, a próxima geração de robôs, em vez dos droides metálicos comumente vistos na ficção, poderão ser feitos de materiais moles e flexíveis, mais parecidos com os sistemas biológicos. Tais robôs macios têm um grande potencial para aplicações por poderem se adaptar a ambientes dinâmicos e mais adequados para interagir de perto com os seres humanos. Músculos artificiais biomiméticos Um desafio central no campo da robótica macia é a falta de atuadores, ou músculos artificiais, que possam replicar a versatilidade e o desempenho dos músculos biológicos reais. A equipe do professor Christoph Keplinger, da Universidade do Colorado, que vem trabalhando há alguns anos com máquinas moles e atuadores inspirados nos músculos humanos, criou agora o que eles chamam de HASEL, sigla em inglês para atuadores eletrostáticos autocicatrizantes hidráulicos. As estruturas macias e flexíveis reagem à tensão elétrica com uma ampla gama de movimentos, capazes de substituir os supridos pelos tradicionais pistões e motores, bem maiores e mais pesados, usados pelos robôs convencionais. Os protótipos usados para demonstrar a tecnologia realizam uma variedade de tarefas, incluindo agarrar objetos delicados, como uma framboesa e um ovo cru, bem como levantar objetos pesados. Músculos artificiais superfortes agora com autocicatrização A pequisadora Madeline King ressalta a capacidade de autocicatrização dos materiais usados para fabricar os músculos artificiais macios. [Imagem: Glenn Asakawa/Universidade do Colorado Boulder] De beija-flores a elefantes "Nós podemos fabricar hoje esses dispositivos por cerca de dez centavos. Os materiais são de baixo custo, escaláveis e compatíveis com as atuais técnicas de fabricação industrial," disse o pesquisador Nicholas Kellaris. A equipe acredita que seus músculos artificiais também possam ter aplicação em uma próxima geração de membros protéticos. "Buscamos inspiração nas capacidades surpreendentes dos músculos biológicos," disse o professor Keplinger. "Os atuadores HASEL sinergizam as forças dos atuadores eletrostáticos fluídicos e macios e, assim, combinam a versatilidade e o desempenho como nenhum outro músculo artificial antes deles. Assim como o músculo biológico, os atuadores HASEL podem reproduzir a adaptabilidade do braço de um polvo, a velocidade de um beija-flor e a força de um elefante." Bibliografia: Hydraulically amplified self-healing electrostatic actuators with muscle-like performance E. Acome, S. K. Mitchell, T. G. Morrissey, M. B. Emmett, C. Benjamin, M. King, M. Radakovitz, C. Keplinger Science Vol.: 359, Issue 6371, pp. 61-65 DOI: 10.1126/science.aao6139 Peano-HASEL actuators: Muscle-mimetic, electrohydraulic transducers that linearly contract on activation Nicholas Kellaris, Vidyacharan Gopaluni Venkata, Garrett M. Smith, Shane K. Mitchell, Christoph Keplinger Science Robotics Vol.: 3, Issue 14, eaar3276 DOI: 10.1126/scirobotics.aar3276 Fonte: Inovação Tecnológica [Conteúdo Oculto]
  11. Exoesqueleto de mão controlado por ondas cerebrais Redação do Site Inovação Tecnológica - 07/03/2018 Exoesqueleto de mão Em lugar de uma mão robótica, engenheiros e neurocientistas da Escola Politécnica Federal de Lausanne, na Suíça, estão desenvolvendo um exoesqueleto de mão. Leve e portátil, o equipamento, batizado de Mano, pode ser controlado por ondas cerebrais, prometendo restaurar a funcionalidade em pacientes que perderam os movimentos das mãos por doenças como AVC (acidente vascular cerebral) ou por acidente mecânico. Em comparação com as cirurgias para implantes de próteses robotizadas, o exoesqueleto de mão fica preso às juntas por fitas de velcro, podendo ser vestido e deixado de lado com facilidade. Cabos metálicos atuam como tendões ao longo do lado de trás de cada dedo, deixando a palma livre para maximizar as sensações sentidas pela mão. Os motores para puxar e empurrar os diferentes cabos - flexionando os dedos quando os cabos são empurrados e estendendo-os quando puxados - ficam em uma espécie de bolsa presa ao tórax. Exoesqueleto de mão controlado por ondas cerebrais Múltiplas interfaces de controle podem ser usadas, mas a interface cerebral está apresentando os melhores resultados. [Imagem: EPFL] Múltiplos tipos de controle Segundo um dos seus criadores, Luca Randazzo, o exoesqueleto é "adaptável por design", o que significa que a interface de controle pode ser escolhida de acordo com a habilidade física residual do paciente. Em cada caso, a interface de controle pode ser escolhida dentre uma grande variedade de sistemas, desde o monitoramento do movimento ocular para pessoas severamente paralisadas, interfaces de voz usando um telefone celular, até a detecção da atividade muscular residual do membro danificado ou a leitura das ondas cerebrais com um aparelho padrão já disponível comercialmente. A equipe decidiu avançar no controle da Mano por ondas cerebrais usando "capacetes" que medem as ondas neurais por eletroencefalografia depois de descobrirem que os movimentos das mãos induzidos pelo exoesqueleto provocam padrões cerebrais típicos dos movimentos saudáveis das mãos. Além disso, os movimentos das mãos induzidos pelo exoesqueleto, combinados com a interface cérebro-máquina, geram padrões cerebrais peculiares que podem de fato facilitar o controle do aparelho. "Este controle do exoesqueleto de mão otimizado com a atividade de ondas cerebrais provavelmente deve-se ao maior engajamento dos indivíduos, facilitado por um rico feedback sensorial fornecido pela natureza do nosso exoesqueleto. O feedback é fornecido pela percepção do usuário da posição e do movimento da mão, e essa propriocepção é essencial," disse o professor José Millán. Ainda não há previsão de colocação do equipamento no mercado. Bibliografia: mano: A Wearable Hand Exoskeleton for Activities of Daily Living and Neurorehabilitation Luca Randazzo, Iñaki Iturrate, Serafeim Perdikis, José del R. Millán IEEE Robotics and Automation Letters Vol.: 3 Issue: 1 DOI: 10.1109/LRA.2017.2771329 Fonte: Inovação Tecnológica [Conteúdo Oculto]
  12. Como não explodir seu osciloscópio! Este é um video de um engenheiro americano que conhece as entranhas de osciloscópios. Neste vídeo ele mostra como é possível inadvertidamente explodir seu osciloscópio caso alguns cuidados não sejam tomados. Basicamente o Ground das ponteiras de prova são interligadas e estão também interligadas com o terceiro pino da tormada de força para a rede. O uso de um transformador isolador pode resolver. Se ele for importado e tiver o terceiro pino é bom conferir a continuidade com o Ground da ponteira por via das dúvidas. Desenferruje seu inglês e boa viagem! Fonte:
  13. Como obter o esquemático de um osciloscópio a partir do próprio equipamento. Hoje no Brasil está mais fácil de adquirir um osciloscópio do que antigamente. No entanto ainda é um produto de custo caro. Como alternativa de aquisição muitos acabam importando, mesmo com os impostos tem sido possível adquirir com alguma economia. Agora imagine se passado a garantia dê um problema no equipamento e seja preciso consertá-lo. Se você tiver uma assistência especializada por perto tudo bem, mas pode ter necessidade de se virar nos 30 também. Este é um vídeo de um engenheiro americano que conhece as entranhas de osciloscópios. Neste vídeo ele mostra como é possível levantar o esquemático de um osciloscópio do próprio equipamento. Desenferruje seu inglês e boa viagem! Fonte:
  14. Pele eletrônica mostra eletrocardiograma em movimento Redação do Site Inovação Tecnológica - 20/02/2018 Pele eletrônica mostra eletrocardiograma em movimento A pele eletrônica permite a respiração normal da pele natural, podendo permanecer colada sem incomodar. [Imagem: 2018 Takao Someya Research Group] Tela na pele As "peles eletrônicas" para aplicações médicas, que vêm sendo desenvolvidas há alguns anos pela equipe do professor Takao Someya, da Universidade de Tóquio, começaram a sair do laboratório. A última versão demonstrada pela equipe foi fabricada pela Dai Nippon Printing, uma das maiores empresas de impressão do Japão, que se tornou sócia do projeto para fabricar componentes eletrônicos flexíveis e biocompatíveis usando técnicas rolo a rolo, similares às usadas na impressão de jornais e revistas. A pele eletrônica já quase industrial é uma tela elástica ultrafina que gruda perfeitamente na pele, mostrando a forma de onda em movimento de um eletrocardiograma coletado por um outro sensor também fabricado com a mesma tecnologia. Combinado com um módulo de comunicação sem fio, o sistema integrado de sensores biomédicos pode transmitir os dados biométricos para um computador ao lado, para um celular ou para a nuvem. O objetivo a médio prazo é colocar no mercado sistemas baseados em peles eletrônicas para monitorar a saúde de idosos ou enfermos, viabilizando o acompanhamento dessas pessoas sem que elas precisem se deslocar até o consultório médico ou hospital, criando técnicas de monitoramento contínuo e não-invasivo que poderão ser usadas também para autocuidados preventivos em casa. Pele eletrônica mostra eletrocardiograma em movimento A tela flexível tem 1 milímetro de espessura, pode ser esticada em até 45% da sua dimensão original e pode permanecer sobre a pele por até uma semana. [Imagem: 2018 Takao Someya Research Group] Pele eletrônica A tela flexível e biocompatível é composta por uma matriz de 16 x 24 microLEDs, interligados por fios esticáveis, tudo montado sobre uma folha de borracha transparente. "Nossa tela sobre a pele mostra gráficos simples com movimento. Como ela é feita com materiais finos e macios, ela pode ser deformada livremente," disse o professor Someya. O pesquisador acrescenta que este novo modelo é mais resistente ao desgaste pelo esticamento do que as versões anteriores porque foi construído sobre uma nova estrutura que minimiza o estresse resultante do alongamento na junção entre os materiais duros - como os microLEDs - e os materiais moles - como a fiação elástica. Os testes mostraram que a pele eletrônica pode ser usada continuamente por uma semana sem causar qualquer inflamação. Embora a demonstração tenha usado um eletrocardiograma, a equipe afirma que o sensor flexível é capaz de medir temperatura corporal, pressão sanguínea e mieoeletricidade - a propriedade elétrica dos músculos. O professor Someya acredita que seu trabalho se tornará um produto comercial em cerca de três anos. A partir de então, talvez se torne possível incrementar seus "poderes pessoais" adquirindo seu próprio sexto sentido magnético. Bibliografia: Inflammation-free, gas-permeable, lightweight, stretchable on-skin electronics with nanomeshes Akihito Miyamoto, Sungwon Lee, Nawalage Florence Cooray, Sunghoon Lee, Mami Mori, Naoji Matsuhisa, Hanbit Jin, Leona Yoda, Tomoyuki Yokota, Akira Itoh, Masaki Sekino, Hiroshi Kawasaki, Tamotsu Ebihara, Masayuki Amagai, Takao Someya Nature Nanotechnology DOI: 10.1038/nnano.2017.125

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