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CCE Es10is2 - Intel Atom - Não boota pelo HD após instalação Linux
Oi, Pedro! Que legal que você está resgatando esse CCE Es10is2, um clássico dos educacionais brasileiros. Adorei a iniciativa de colocar um Linux leve nele, faz todo sentido para uma máquina com Intel Atom dessa época. E você já trouxe informações bem valiosas, como o modelo exato e o comportamento da BIOS. Pelo seu relato, o problema não parece ser exatamente da BIOS queimada ou corrompida, mas sim uma dificuldade de boot a partir do HD após a instalação. O fato de ele só iniciar o sistema pelo pendrive SD e, ao remover, voltar para a BIOS, indica que o registro de boot (GRUB/LILO) não está sendo encontrado ou o modo de boot (Legacy/UEFI) não está configurado corretamente. Antes de trocar o chip de BIOS fisicamente (o que tem seus riscos, viu?), vamos tentar algumas coisas mais suaves que costumam resolver: Verificações importantes na BIOS e no boot Confira se na BIOS existe alguma opção de Boot Mode (Legacy / UEFI / CSM). Como é um notebook de 2009-2012, quase certeza que precisa estar em Legacy (ou "Legacy Only" / "CSM Enabled") para Linux com GRUB tradicional. Veja também a ordem de boot: o HD interno (SATA) deve estar em primeiro lugar, acima de qualquer opção removível. Outra possibilidade: a BIOS pode ter uma opção chamada "OS Selection" ou "OS Optimized Defaults". Se existir, mude para "Other OS" ou "Legacy". Teste prático na instalação Quando for instalar o AntiX (ou outro Linux leve), certifique-se de que o GRUB está sendo instalado no disco rígido (geralmente /dev/sda), e não no pendrive SD (/dev/sdb). Após a instalação, antes de remover o SD, tente reiniciar com o SD ainda conectado e veja se o sistema inicia normalmente. Se iniciar, é um ótimo sinal de que o boot está no HD, mas a BIOS está pulando ele. Se tiver acesso a outro computador, você pode baixar uma ferramenta como Boot-Repair-Disk (versão Live USB) e tentar reparar o GRUB no HD. Sobre a BIOS que você quer trocar Antes de comprar um chip programado ou trocar o componente, vale a pena explorar os arquivos que já existem no acervo do fórum. Encontrei alguns candidatos para o modelo Es10is2: BIOS CCE Es10is2 - 11694.rom Intel Classmate PC ES10IS2 - 9803.bin (mesma plataforma) Desbloqueio Positivo Governo Es10is2 - W25Q16BV (provavelmente o mesmo hardware, com BIOS desbloqueada) Atenção: esses arquivos são candidatos, não garantia de compatibilidade. Antes de gravar qualquer um, é fundamental identificar o chip de BIOS na placa (provavelmente um Winbond W25Q16BV ou similar), fazer backup do dump original e confirmar a revisão da placa. Resumindo, Pedro: eu tentaria primeiro ajustar o boot pela BIOS e reinstalar o GRUB corretamente. Trocar a BIOS é um passo mais drástico e deve ser a última alternativa, porque se o arquivo não for exato do seu lote, pode até piorar. Manda pra gente uma foto da placa-mãe (os dois lados) e, se possível, o modelo exato que está escrito nela. Também seria ótimo saber se você consegue ver o chip de BIOS. Assim a gente cerca esse defeito com mais segurança! 😊 Sobre downloads: para baixar BIOS, esquemas, BoardViews, dumps, firmwares e arquivos técnicos do File Manager, é necessário ter Créditos EBR ou assinatura VIP ativa. Apostilas, E-Books, Cursos, Dicas e Tutoriais de Eletrônica não exigem Créditos EBR nem VIP. Prefixo ajustado: atualizei o prefixo deste tópico para em análise. Mesmo assim, a responsabilidade de escolher e manter o prefixo correto continua sendo do usuário. Veja o guia: Prefixos - Saiba aqui como utilizar.
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Samsung NP530XBB Glide-13 – BA41-02678A, Minha primeira placa para conserto , estou precisando de auda, não achei esquema!
Olá! E que coragem hein? Pegar uma placa dessas como primeiro desafio já mostra que você não está aqui pra brincadeira. Vamos com calma, que a gente desvenda esse mistério juntos. Antes de sair trocando componentes, vamos organizar a ideia. O notebook não dá sinal de vida algum? Nem LED de carga acende? E qual é exatamente o modelo do notebook? Saber o modelo completo ajuda a achar o esquema e entender como a placa se comporta. Pelo que você descreveu, alguns pontos já estão bem encaminhados: 1. Tensão no shunt Você disse que tem 19V chegando em um lado e indo para um segundo caminho, mas não chega nos MOSFETs de entrada. Isso sugere que a proteção de entrada (circuito de carga/descarga) pode estar cortando a linha principal. É comum haver um fusível PTC, um resistor de 0 ohm ou um MOSFET de proteção entre o jack e o resto da placa. 2. 3V3 no SIO Se você tem 3,3V no chip EC (Embedded Controller), isso é um bom sinal. Significa que pelo menos a alimentação standby do sistema está presente. Agora precisamos ver se o EC está funcionando: ele tem oscilador, firmware e está recebendo o sinal de power button? 3. O capacitor que você mencionou Se houve um curto acidental entre 19V e o dreno de um MOSFET de baixa tensão, é bem possível que esse MOSFET tenha sido danificado. Vale a pena medir a resistência entre source e drain dele (com o notebook desligado e sem bateria) pra ver se está em curto ou aberto. 4. O fusível suspeito no verso da placa Essa é uma boa pista. Se esse fusível está aberto (medindo OL ou alta resistência), ele pode estar cortando a alimentação principal que vai pro resto da placa. Meça a continuidade dele com o multímetro em modo resistência ou continuidade. 5. Tensões básicas Sem ligar, meça se o fusível P_fuse ou P_fusível (aquele que parece um resistor branco/bege) tem continuidade. Se estiver aberto, troque. Depois disso, verifique se o 19V chega nos pinos drain dos MOSFETs de entrada. Se não chegar, o caminho está interrompido. 6. O 3V3 da BIOS Você disse que não tem 3,3V no pino 8 da BIOS. Isso pode indicar que a alimentação do chipset ou da EC não está presente, ou que o regulador 3,3V (geralmente um LDO ou buck) não está gerando. Vale medir se há 3,3V em outras partes da placa, como no pino de alimentação do EC ou em resistores de pull-up do I2C. 7. Sugestão de próximas medições Fusível P_FUS ou P_FUSE: localize o fusível de entrada (geralmente perto do jack) e meça continuidade.Bobina de 3,3V e 5V: meça se há tensão nas bobinas de 3V e 5V (normalmente 3,3V e 5V em standby).Power Button: veja se o botão power tem 3,3V e se ao pressionar o sinal varia.PCH ou EC: veja se o EC (controlador embarcado) está gerando o sinal de habilitação para as fontes principais.Importante: você tem o código da placa? Pode ser algo como BA41-xxxxx ou LA-xxxxP. Se tiver, me fala que ajuda demais na busca do esquema. Sobre o fusível que você suspeita: se puder, meça a continuidade dele com o multímetro. Se estiver aberto, pode ser o motivo de não ter 3,3V na BIOS. E não esquenta com o erro do capacitor, tá? Faz parte do aprendizado. Ninguém começa soldando BGA. Vamos com calma que a gente acha o defeito. Ah, e se você tiver como tirar uma foto mais de perto da região onde você fez o estrago (com o capacitor danificado e a trilha), ajuda demais. Também seria bom saber se você já mediu tensão nos pinos do BIOS ou se o EC apresenta oscilação no cristal. Depois disso, me conta o que você já testou: consumo em standby, temperatura de algum componente, se o botão power tem tensão... Vamos nessa! 😊 Arquivos candidatos no acervo Samsung NP530XBB Placa : BA41-02678A - confira modelo, revisão da placa e tamanho do chip antes de gravar.Esses links são candidatos encontrados no File Manager interno; não são garantia de compatibilidade sem conferência técnica. Sobre downloads: para baixar BIOS, esquemas, BoardViews, dumps, firmwares e arquivos técnicos do File Manager, é necessário ter Créditos EBR ou assinatura VIP ativa. Apostilas, E-Books, Cursos, Dicas e Tutoriais de Eletrônica não exigem Créditos EBR nem VIP.
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Lenovo IdeaPad 1 15IAU7 - NM-E331 - LED do teclado acende, sem imagem
Olá, thalesdiu! Tudo bem? Esse sintoma de acender o LED do teclado mas sem imagem em várias máquinas do mesmo modelo realmente chama a atenção. O fato de você já ter testado diferentes BIOS e o defeito continuar idêntico em 4 unidades indica que o problema não é exclusivamente corrupção de firmware — pelo menos não de forma aleatória. O LED do teclado acendendo mostra que o EC está vivo e enviou o comando para acender a iluminação, mas o sistema não está completando o POST ou não está gerando vídeo. Vamos cercar esse defeito com calma. Algumas perguntas essenciais para a análise Você testou com monitor externo (HDMI ou VGA)? Se der vídeo externo, o defeito fica na tela, flat ou eDP. Se não der nada, a falha está na placa. Qual o consumo na fonte assimétrica quando você liga o notebook? Ele fica estável em algum valor (ex.: 0,3A, 0,6A, 1A)? Um consumo muito baixo (ex.: 0,1A~0,2A) indica CPU não iniciou; consumo alto e constante sem imagem pode indicar boot travado ou RAM não detectada. Você já verificou a tensão nas bobinas principais? Seria interessante medir VCC_CORE (bobina da CPU), VCCSA (System Agent) e DRAM (memória onboard) no momento em que o LED do teclado acende. A memória RAM onboard está sendo reconhecida? Em alguns casos, solda fria ou falha na RAM pode causar exatamente esse sintoma. Você percebe aquecimento em algum ponto específico da placa, principalmente no CPU, PCH ou próximo ao circuito de memória? Sobre os arquivos de BIOS Existe um candidato no acervo que pode ser útil: BIOS e EC Lenovo IdeaPad 1 15IAU7 - NM-E331, descrito como "funcionando 100%". Você pode testá-lo, mas antes disso, confirme a revisão exata da sua placa e faça o backup do dump original da sua unidade — mesmo que o defeito continue, ter o original é importante para comparação. Também existe o esquema e boardview do modelo, que pode ajudar a localizar tensões e sinais. Um caminho prático para os próximos passos Meça o consumo e veja se ele sobe após alguns segundos — se ficar parado em, por exemplo, 0,3A fixo, pode ser problema de CPU/PCH ou RAM não inicializada. Se tiver osciloscópio, verifique se há atividade nos barramentos SPI (pinos do chip da BIOS) após ligar — se não houver atividade contínua, a CPU não está lendo a BIOS. Inspecione visualmente a região da CPU e da memória com lupa — procure por solda trincada, componente deslocado ou capacitores amassados. Teste com a bateria desconectada e apenas o carregador, às vezes um sinal SMBus ou presença da bateria interfere. Você já tem uma pista forte — o defeito se repetir em várias máquinas do mesmo modelo sugere um padrão de falha conhecido. Pode ser related ao chipset, CPU ou até um componente passivo ao redor do circuito de memória. Posta aí os resultados das medições que a comunidade pode ajudar a cruzar essas informações! Um abraço e boa sorte na bancada! Sobre downloads: para baixar BIOS, esquemas, BoardViews, dumps, firmwares e arquivos técnicos do File Manager, é necessário ter Créditos EBR ou assinatura VIP ativa. Apostilas, E-Books, Cursos, Dicas e Tutoriais de Eletrônica não exigem Créditos EBR nem VIP. Prefixo ajustado: atualizei o prefixo deste tópico para em análise. Mesmo assim, a responsabilidade de escolher e manter o prefixo correto continua sendo do usuário. Veja o guia: Prefixos - Saiba aqui como utilizar.
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Samsung Mini System MX-FS 8000 ZD - proteção ativada / IRs com Vref e OCSet negativos
Biel, que caso curioso! E que bom que você já está com o esquema em mãos e fez várias medições – isso já ajuda bastante na investigação. Esses valores negativos no Vref e OCSet dos IRS2092 realmente fogem do esperado, e a tensão de -5V no pino de Shutdown também acende um alerta. Vamos pensar juntos nas possibilidades. Ter os +63V, -63V, -40V, GVDD, 2.3V e -5V é um bom mapa inicial. Mas esse comportamento nos IRs sugere que algo está puxando a referência para o negativo, ou que a realimentação (feedback) do estágio de saída está contaminando os pinos de referência dos CI's. Uma possibilidade é que o problema não esteja no IRS em si, mas sim no driver de gate ou nos MOSFETs de saída, mesmo que você já tenha ressoldado as bobinas e os transistores. Um MOSFET com fuga térmica ou em curto parcial (gate-source ou drain-source) pode gerar essa tensão anormal nos pinos de sensing. Outro ponto importante: você mencionou que os 5V no pino VAA (pino 1) estão presentes, mas qual o valor exato? Está firme em 5,00V ou oscila? E na linha de VSS (pino 4, alimentação negativa do IRS), qual a tensão? Ela deveria estar limpa e simétrica em relação ao GND. Para a gente cercar esse defeito com mais segurança, seria interessante você conferir alguns detalhes: Informações e testes que ajudam bastante: Modelo exato do IRS2092 que está na placa (ex: IRS2092S, IRS2092SPBF)? Às vezes há variações que alteram a pinagem. Você já mediu a tensão no pino CSH (Current Sensing High Side) e CSL (Current Sensing Low Side) dos IRs? Eles são essenciais para entender de onde vem essa referência negativa. Já tentou medir a resistência entre o pino OCSet e o GND (com o equipamento desligado e capacitores descarregados)? Se estiver muito baixa, pode indicar componente danificado no caminho do sensing. Se possível, uma foto nítida da região dos IRS2092 e dos MOSFETs de potência ajudaria a identificar possíveis trincas, marcas de aquecimento ou componentes alterados. Uma dica: antes de sair trocando os IRs (o que é um pouco mais complexo), vale a pena remover a proteção (shutdown) manualmente forçando o pino 5 para nível alto (com muito cuidado, usando um resistor pull-up de 10k para VAA), apenas para ver se o estágio de potência tenta alguma reação. Mas faça isso com a carga desligada e com um fusível em série na fonte, combinado? Conte com a gente e vá nos atualizando com os resultados. Vamos dar um jeito nesse mini system! Arquivos candidatos no acervo bios Samsung np350 - allrounder-int - ba41-02639a ddr4 Clear_ME - confira modelo, revisão da placa e tamanho do chip antes de gravar.Samsung NP370e4k-kd3br BA41-02409a gce - confira modelo, revisão da placa e tamanho do chip antes de gravar.Intel ME 8-10 TXE 1-2 (CS)ME 11-14 (CS)TXE 3-4 System Tools - confira modelo, revisão da placa e tamanho do chip antes de gravar.Esses links são candidatos encontrados no File Manager interno; não são garantia de compatibilidade sem conferência técnica. Sobre downloads: para baixar BIOS, esquemas, BoardViews, dumps, firmwares e arquivos técnicos do File Manager, é necessário ter Créditos EBR ou assinatura VIP ativa. Apostilas, E-Books, Cursos, Dicas e Tutoriais de Eletrônica não exigem Créditos EBR nem VIP. Prefixo ajustado: atualizei o prefixo deste tópico para em análise. Mesmo assim, a responsabilidade de escolher e manter o prefixo correto continua sendo do usuário. Veja o guia: Prefixos - Saiba aqui como utilizar.
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DELL Inspiron 3520 / HDL5A LA-L946P Rev 1.0 / Sem tensão das memórias
Olá, MJVFC. Já deu para perceber que você tem uma bancada bem organizada — e esse mapeamento que você fez das tensões e sinais ajuda muito a cercar o defeito com calma. Pelo que descreveu, o fato de o SIO_SLP_S4# ficar oscilando (indo e vindo) é uma pista forte. Esse sinal é gerado pelo PCH (ou pelo EC, dependendo do projeto) e indica que o chipset está tentando sair do standby, mas algo o faz resetar ou não completar o sequenciamento. Isso explica por que o PU2501 não recebe EN estável, por que o PGOOD fica oscilando e, consequentemente, por que o PUM01 não dispara o +1.2V da memória. O que eu faria agora: Conferir o +1.05V_PROC_EN no UZ12: Você disse que está com 3V. Vale dar uma olhada no esquema para ver qual é a tensão esperada nesse pino. Se for gerado por divisor resistivo a partir de 3V, pode estar normal. Se for gerado por regulador linear específico, esse valor alto pode estar mascarando um problema. Monitorar o SIO_SLP_S4# com escopo: Ver se ele sobe, fica estável por um tempo e depois cai, ou se fica numa espécie de pulso curto repetitivo. Isso ajuda a saber se o PCH está tentando ligar e morre por subalimentação, ou se é o EC que está segurando. Verificar tensões do PCH: Confira se todas as tensões always (RTC, 3V/5V always, 1.05V always) estão presentes e estáveis no chipset. Qualquer oscilação nessas linhas pode fazer o PCH reiniciar o sequenciamento. Medir o gate do PQM01: Se o gate não chega nem a oscilar, confirme se o PUM01 tem alimentação no pino VDD (19VB ou 13,6V que você mediu) e se o pino EN dele está baixo. O EN normalmente vem de um sinal de power good anterior — a falta dele explica a ausência de gate drive. Suspeita de oxidação/trinca: Como já tentou BIOS e não mudou, dê uma olhada com lupa na região do PU2501, PUM01, e no conector de memória. Às vezes uma trilha microtrincada ou um resistor descolado nesse caminho do SIO_SLP_S4# gera esse comportamento de “liga e desliga”. Sobre o material de apoio, no acervo do fórum existem arquivos bem úteis para essa placa: Dell Inspiron 15 3520 - LA-L946P - Esquema e BoardView — perfeito para rastrear as trilhas do SIO_SLP_S4#, PU2501 e PUM01. Dell 15-3520 - Compal LA-L946P HDL5A... Esquema + Boardview — outra fonte de referência. Se quiser tentar outra BIOS, há uma extraída de placa com componente torrado — mas atenção: sempre faça backup da sua e confira a revisão do chip antes de gravar. Continue com calma. Você já está no caminho certo, e esses sinais oscilantes geralmente revelam o defeito depois de uma varredura pontual. Se conseguir postar uma foto da região do PU2501 e PUM01 (sem pressa), ajuda a ver se tem algo suspeito. Qualquer novidade, posta aqui que a gente segue desvendando juntos. Sobre downloads: para baixar BIOS, esquemas, BoardViews, dumps, firmwares e arquivos técnicos do File Manager, é necessário ter Créditos EBR ou assinatura VIP ativa. Apostilas, E-Books, Cursos, Dicas e Tutoriais de Eletrônica não exigem Créditos EBR nem VIP.
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NVIDIA RTX Spark: Superchip Reinventa o PC para Agentes de IA e Modelos Locais!
Olá, pessoal do EletrônicaBR! A cada dia que passa, o mundo da tecnologia nos surpreende com inovações que parecem tiradas de filmes de ficção científica. E a NVIDIA, sempre na vanguarda, acaba de lançar algo que promete mudar a forma como interagimos com nossos computadores. Preparem-se para conhecer o RTX Spark, um superchip que foi o grande destaque do Computex em Taipei! O RTX Spark não é apenas mais um chip; ele representa a visão da NVIDIA para um PC reinventado, onde agentes de IA rodam modelos complexos localmente, sem depender da nuvem, trazendo privacidade, velocidade e autonomia para as tarefas diárias. Um Novo Paradigma para o PC Moderno A NVIDIA, através do seu CEO Jensen Huang, apresentou o RTX Spark como um marco na computação pessoal. Este superchip foi projetado para laptops e desktops compactos, integrando uma GPU Blackwell com impressionantes 6.144 núcleos CUDA e uma CPU Grace de 20 núcleos, baseada na arquitetura Arm. E o mais interessante é que tudo isso é conectado pelo NVLink C2C, com 128 GB de memória unificada. A grande sacada aqui, minhas queridas e queridos técnicos, é que o RTX Spark foi feito para rodar modelos de linguagem de 120 bilhões de parâmetros completamente na máquina local. Isso mesmo, sem precisar enviar seus dados para a nuvem! Imagine a segurança e a velocidade que isso traz para quem trabalha com informações sensíveis ou precisa de respostas instantâneas. Por Que Isso é Tão Importante para Nós? Essa novidade tem um impacto enorme, especialmente para quem lida com hardware e software no dia a dia. Vejam só os pontos-chave: Privacidade Reforçada: Com o processamento local, não há necessidade de enviar dados para servidores externos, o que é um alívio para a privacidade de usuários e empresas. Esse detalhe vale ouro, não é mesmo? Redução de Latência: A comunicação direta entre GPU e CPU via NVLink C2C, uma tecnologia que a NVIDIA já usa em seus servidores de data center, garante uma latência mínima e largura de banda otimizada. Para diagnósticos e testes de bancada, essa informação é vital. Desempenho de IA Sem Precedentes: O RTX Spark promete entregar 1 petaflop de desempenho de IA, uma capacidade que antes era restrita apenas a servidores profissionais. Isso significa que podemos esperar máquinas pessoais extremamente potentes para tarefas de inteligência artificial. Reparabilidade e Novas Oportunidades: Com uma arquitetura tão integrada, a demanda por profissionais que entendam a fundo esses superchips e suas interconexões será ainda maior. É uma nova fronteira para a assistência técnica e desenvolvimento de soluções. Suporte de Gigantes: Dell, HP, Lenovo, Asus, MSI e até a Microsoft já estão a bordo, prometendo lançar produtos com o RTX Spark. A Microsoft, inclusive, está redesenhando partes do Windows 11 para suportar agentes locais autônomos e manter os dados do usuário seguros. Essa é a segunda tentativa da NVIDIA de entrar no mercado de PCs com arquitetura Arm, e desta vez, a demanda é real e crescente. Empresas, criadores de conteúdo e usuários corporativos estão buscando ferramentas de IA com privacidade e velocidade, sem as latências da conexão com a nuvem. É fascinante ver como a tecnologia avança, não é? O RTX Spark não só promete reinventar o PC, mas também abre um leque de possibilidades para nós, profissionais da eletrônica, que estaremos na linha de frente para entender, manter e otimizar essas novas máquinas. A Intel e a AMD terão um grande desafio pela frente com essa proposta da NVIDIA, que combina o melhor de dois mundos em um só superchip. E vocês, o que acham dessa novidade? Já estão pensando em como essa arquitetura pode impactar o nosso trabalho na bancada? Compartilhem suas opiniões e vamos cercar esse assunto por todos os lados!
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Microsoft e OpenAI em Tensão: Nadella Critica Monopólios de IA e Aponta para a Diversidade
Olá, pessoal do EletrônicaBR! A semana está agitada no mundo da Inteligência Artificial, e uma notícia em particular chamou a minha atenção, trazendo um debate superimportante que impacta diretamente o nosso universo tecnológico. O Satya Nadella, CEO da Microsoft, fez declarações fortes sobre os riscos dos monopólios em IA, e isso vem com um tempero especial, já que a própria Microsoft é uma das grandes investidoras da OpenAI. Vamos cercar esse assunto com carinho! As críticas de Nadella aos monopólios de IA, vindas de uma empresa que investiu pesado na OpenAI, mostram uma mudança estratégica: a Microsoft busca diversificação e integração de múltiplos modelos, incluindo opções de custo mais baixo, para o mercado corporativo, especialmente após o Copilot perder terreno para o Gemini do Google. A Dualidade da Microsoft no Cenário da IA É inegável que a Microsoft tem um papel central na ascensão da Inteligência Artificial, especialmente com seu investimento bilionário na OpenAI, que transformou a empresa na gigante que conhecemos hoje. Contudo, Nadella, em um discurso ao Wall Street Journal, levantou a bandeira contra a concentração de poder no mercado de IA, alertando que isso pode acabar engolindo a economia. Essa posição é, no mínimo, interessante, não acham? Por um lado, a Microsoft é uma das principais financiadoras dessa concentração que o próprio Nadella critica. Por outro, ela está se posicionando como uma defensora da diversificação. Essa ambiguidade nos mostra que o cenário da IA é bem mais complexo do que parece, com muitas reviravoltas e estratégias em jogo. Por Que a Microsoft Está Mudando o Jogo? Essa guinada na retórica da Microsoft não é só filosófica, não! Existem pressões comerciais bem claras por trás. Dados de consultorias, como a Recon Analytics, indicam que, no segundo semestre de 2025, muitos usuários do Copilot migraram para alternativas como o Gemini, do Google. Essa perda de força do Copilot fez a Microsoft repensar sua estratégia. A resposta da empresa foi apostar na diversidade de opções, em vez de focar exclusivamente em um único modelo de ponta. E essa estratégia já está se materializando: Copilot Cowork: Um agente autônomo para clientes corporativos que permite escolher entre diferentes modelos de IA, incluindo opções mais acessíveis. Isso é superimportante para quem busca flexibilidade e otimização de custos. Abertura para o DeepSeek: A Microsoft está avaliando hospedar o DeepSeek, um provedor chinês, em sua plataforma Azure. Essa iniciativa, claro, não agrada muito a parceiras como OpenAI e Anthropic, que acusam a startup asiática de ter copiado suas tecnologias. Isso pode gerar um embate e tanto na indústria! Modelos de pesos abertos: Em paralelo, vimos o lançamento do GLM-5.2 pela Z.ai (antiga Zhipu AI), um modelo chinês que promete superar o ChatGPT em algumas tarefas e, o mais interessante, rodar localmente no hardware do usuário, sem depender da nuvem. Isso traz vantagens enormes em termos de privacidade e autonomia, além de ser mais econômico. Mesmo com toda essa crítica à concentração, a Microsoft afirmou que as parcerias com OpenAI e Anthropic continuarão ativas. Ou seja, parece que Nadella quer um mercado de IA mais distribuído, mas sem que a Microsoft saia do clube dos grandes. 😉 Para nós, técnicos e entusiastas, essa movimentação é uma pista valiosa. Ver gigantes como a Microsoft buscando diversificação e abrindo espaço para modelos de código aberto ou com execução local pode significar mais opções, mais concorrência e, quem sabe, soluções mais acessíveis e personalizáveis para o futuro. Isso deixa a bancada mais interessante, não acham? E vocês, o que pensam sobre essa estratégia da Microsoft? Acham que essa busca por diversificação é genuína ou apenas um reposicionamento comercial? Deixem seus comentários e vamos debater!
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Samsung 300E4A-S01CN - BIOS - Suporte a CPU i5-2540M
Hello again, wk l. That makes everything much clearer now – your Samsung 300E4A-S01CN is running perfectly with the Pentium B940 and you simply want to upgrade to a Core i5-2520M or i5-2540M. No defects to troubleshoot, just a compatibility question. That's totally fine, and I'm glad the notebook is in good health. Let's talk about the upgrade. Since both the Pentium B940 and the i5-2520M/2540M use the same Socket G2 (rPGA988B) and are based on the Sandy Bridge architecture, the physical installation should work without issues – you won't need a different socket or chipset. The real question is whether the motherboard's BIOS and VRM (voltage regulator) are ready for a 35W dual-core with Turbo Boost. From your first post, you mentioned the final BIOS version supports the i5-2540M. That's likely correct – Samsung did release BIOS updates for some 300E4A models to add support for higher-end Sandy Bridge CPUs. But here are a few things to confirm before you swap the CPU: Motherboard model – Check the sticker near the RAM slots or the edge of the board. It should have a code like BA41-xxxxx or BA92-xxxxx. That will tell us exactly which board revision you have and which BIOS versions are officially compatible.Current BIOS version – Boot the notebook, press F2 at the Samsung logo, and note the BIOS version shown on the main screen (e.g., P10RAG, P10RAG.xxx). This way we can compare it with the final version that adds i5-2540M support.Thermal and power limits – The Pentium B940 has a 35W TDP, and the i5-2520M and 2540M are also 35W. However, the i5 can turbo up to higher frequencies, which may draw more current momentarily. The original heatsink/fan assembly should be sufficient if it's clean and the thermal paste is good. But it's worth checking if the copper heatpipe layout is adequate for a higher-clocked CPU.BIOS update procedure – If your current BIOS is older than the one that enables i5-2540M support, you'll need to flash the update. Samsung usually provides a Windows-based updater or a bootable DOS utility. Make sure to use the correct file for your exact motherboard model – a wrong BIOS can brick the notebook. If you share the motherboard code, I can help you search for the proper dump or update path.CPU stepping compatibility – Sometimes later BIOS versions iron out microcode for specific steppings. The i5-2540M (SR03X, SR041, SR0CV) are all supported by the final BIOS on most boards. I'd lean towards the i5-2540M for the extra speed, as long as your cooling can handle it.So, to give you a precise answer, could you please share: The motherboard model code (starts with BA41- or BA92-).The current BIOS version shown in the BIOS Setup menu.With that, we can check if you're already good to go or if a BIOS update is needed. Also, if you've already found the final BIOS file, feel free to post the filename or version number so we can confirm it's the right one. I'm here to help you make this upgrade a success – just give me those details and we'll move forward.
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ThinkPad T480 (i5 8th) / NM-B501 / BIOS com ME Intel corrigido
Olá, charles.fabri. Seu tópico foi movido para a área de Pedidos de Esquemas e BIOS (Notebooks), que é o local mais adequado para esse tipo de solicitação. Pode continuar por aqui mesmo complementando as informações. Sobre o seu ThinkPad T480 com processador i5 8ª geração (placa NM-B501), existem alguns candidatos no acervo que podem te ajudar com a BIOS e o ME Region. Dá uma conferida: Lenovo ThinkPad T480 (Type 20L5, 20L6) ET480 NM-B501 BIOS + EC ROM — esse já vem com ME 11.8.50.3460 incluso.Pacotão com 8 BIOS para Lenovo ThinkPad T480 — todas testadas como funcionais segundo quem enviou.BoardView da NM-B501 e o esquema elétrico também estão disponíveis, caso precise.Antes de gravar qualquer BIOS, é essencial: Fazer o backup da BIOS original do seu notebook.Confirmar a revisão exata da sua placa (NM-B501 REV X.X) e o modelo do chip SPI (ex: Winbond 25Q128).Comparar o tamanho do arquivo e, se possível, abrir o dump original em um editor hexadecimal para verificar se o ME está realmente corrompido ou em branco.Se você já tentou regravar e o ME continua sem versão, pode ser necessário um procedimento mais específico com o Intel Flash Image Tool (FIT) ou CSME System Tools para limpar e reconstruir a região do ME. Mas primeiro, teste um desses arquivos candidatos — eles já vêm com ME configurado e podem resolver. Sobre o download: como sua conta é do grupo Membros e não possui créditos EBR (0), para baixar esses arquivos técnicos será necessário ter Créditos EBR (que você ganha ao receber joinhas) ou uma assinatura VIP ativa. Mais detalhes sobre o sistema de créditos: Sistema de Créditos do EletrônicaBR. Posta aí a revisão da sua placa e o resultado do backup para a gente confirmar se um desses arquivos é o correto. Exceção: Apostilas, E-Books, Cursos, Dicas e Tutoriais de Eletrônica não exigem Créditos EBR nem VIP para download. Prefixo ajustado: atualizei o prefixo deste tópico para bios. Mesmo assim, a responsabilidade de escolher e manter o prefixo correto continua sendo do usuário. Veja o guia: Prefixos - Saiba aqui como utilizar.
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Samsung 300E4A-S01CN - BIOS - Suporte a CPU i5-2540M
Olá, wk l. Obrigada por trazer essa informação sobre o Samsung 300E4A-S01CN e o suporte da BIOS para o i5-2540M. Esse tipo de detalhe sobre quais processadores são compatíveis é bem útil de se ter claro. Pelo que você escreveu, parece que você já sabe que a versão final da BIOS libera o i5-2540M, enquanto as versões mais antigas só aceitam os i5-23xxM. Mas me conta uma coisa: qual é exatamente a sua dúvida ou o problema que está enfrentando? Por exemplo: Você está com um notebook que tem um i5-23xxM e quer fazer upgrade para o 2540M, mas não sabe se a BIOS atual já suporta? Ou você já tentou instalar o processador e o notebook não liga, e suspeita que precisa de uma atualização de BIOS? Ou você está procurando o arquivo da BIOS final para fazer o update? Para te ajudar com mais precisão, seria ótimo se você pudesse complementar com algumas informações: Número exato da placa-mãe (geralmente começa com algo como BA41-xxxxx ou similar). Dá uma olhada na etiqueta perto do slot de memória. Versão atual da BIOS que está instalada (aparece na tela de boot ou no setup). Qual é o comportamento exato do notebook: liga mas não dá vídeo, fica em loop, etc. Se já fez algum teste, como resetar a BIOS, medir tensões, ou testar com outro processador. Assim a gente consegue cercar melhor o diagnóstico — seja para confirmar se o upgrade é possível, seja para encontrar o arquivo de BIOS correto. Ah, e dei uma ajustada no título e no prefixo do tópico para deixar mais organizado. Fica mais fácil de outros técnicos encontrarem depois. 😊 Aguardo suas informações para seguir com a análise! Prefixo ajustado: atualizei o prefixo deste tópico para dúvida. Mesmo assim, a responsabilidade de escolher e manter o prefixo correto continua sendo do usuário. Veja o guia: Prefixos - Saiba aqui como utilizar.
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Lenovo ideapad 320 kib15 - NM-B452 - Não Liga ( placa morta)
Oi, lufdias! Tudo bem? Obrigada por trazer os detalhes técnicos, isso já ajuda bastante a direcionar a análise. Pelo que você descreveu, temos 19V no jack e no dreno do primeiro MOSFET, mas sem sinal no gate e nem no source — isso indica que o circuito de entrada não está habilitando, o que faz todo sentido com a placa morta. O fato de você não ter as tensões ACP/ACN vindo do PR314 também aponta que o charger (PU301) não está conseguindo ler o resistor de shunt, então ele não gera os sinais de gate. O comportamento de injetar 3V no PR314 e ouvir um chiado sem aquecimento visível é uma pista interessante. Pode ser um capacitor em curto parcial, uma solda fria em bobina ou até um componente que está consumindo sem esquentar de forma perceptível ao toque. Vamos tentar cercar isso com calma. Algumas sugestões de próximos passos Teste de curto nas linhas principais: meça a resistência para GND nas bobinas de 3V e 5V always, na bobina da RAM e na linha B+ após os MOSFETs de entrada (com a placa desenergizada). Um valor muito baixo (próximo de 0 ou poucos ohms) ajuda a localizar o componente problemático. Injeção com corrente limitada: se for injetar tensão novamente, use uma fonte com limite de corrente baixo (0,5A a 1A) e vá aumentando aos poucos enquanto procura o componente que aquece com o dedo, álcool isopropílico ou câmera térmica. O chiado que você ouviu pode ser um capacitor cerâmico trincado ou uma bobina vibrando. Verifique o resistor PR314: meça sua resistência e confira se está dentro do valor esperado (geralmente alguns miliohms, mas vale confirmar pelo esquema). Um PR314 aberto ou com solda fria pode impedir a leitura de ACP/ACN. Sinal EN (enable) do charger: confira se o PU301 está recebendo os sinais de habilitação corretos (como ACOK vindo do carregador, e o sinal de enable vindo do EC). Sem esses sinais, o charger não liga os gates. Sobre os arquivos que podem ajudar Encontrei alguns candidatos no acervo do fórum para a sua placa NM-B452. Vale a pena conferir: BoardView da placa Lenovo IdeaPad 320-15IKB NM-B452 Rev0.2 — essencial para seguir as trilhas e componentes. Esquema elétrico da mesma placa — para conferir valores de resistores, pinagens e sinais. Como sua conta está no grupo Download 1, você tem permissão para baixar arquivos normalmente. Caso encontre algum erro, me avise que ajudo a verificar. Se puder, compartilhe as medições de resistência nas bobinas e uma foto da região do PU301 e PR314 — isso ajuda a comunidade a enxergar melhor o que está acontecendo. Estamos juntos nessa! Sobre downloads: para baixar BIOS, esquemas, BoardViews, dumps, firmwares e arquivos técnicos do File Manager, é necessário ter Créditos EBR ou assinatura VIP ativa. Apostilas, E-Books, Cursos, Dicas e Tutoriais de Eletrônica não exigem Créditos EBR nem VIP. Prefixo ajustado: atualizei o prefixo deste tópico para em análise. Mesmo assim, a responsabilidade de escolher e manter o prefixo correto continua sendo do usuário. Veja o guia: Prefixos - Saiba aqui como utilizar.
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A Nostalgia do AMD 5x86: O 486 Que Sonhava em Ser Pentium!
Olá, pessoal! Que alegria ter vocês por aqui no EletrônicaBR! Hoje vamos fazer uma viagem no tempo para relembrar um processador que marcou época e que, para quem trabalha com bancada, sempre guarda um cantinho especial no coração: o AMD 5x86. Ele foi um verdadeiro guerreiro no final da era dos 486, mostrando que ainda havia muito fôlego nessa arquitetura antes da dominância dos Pentiums! O AMD 5x86 foi o processador que levou a microarquitetura 80486 ao seu limite, oferecendo um desempenho que chegava a rivalizar com os primeiros Pentiums, sendo uma excelente opção de upgrade para placas-mãe Socket 3. Um Gigante em um Soquete Pequeno Lançado por volta de 1995, o AMD 5x86 (também conhecido como AMD X5) chegou ao mercado no finzinho do reinado dos processadores 80486. A grande sacada dele era oferecer um desempenho que se aproximava bastante dos primeiros Intel Pentium de frequência mais baixa, como os de 60 e 75 MHz, mas sem exigir uma troca completa da placa-mãe. Isso era ouro para quem já tinha um PC e queria um boost de performance sem gastar muito! Pensem bem, amigas e amigos da bancada: naqueles tempos, trocar de arquitetura significava praticamente montar um computador novo. O 5x86 da AMD veio como uma ponte, estendendo a vida útil de muitas máquinas com placas-mãe Socket 3. Ele manteve a microarquitetura 486, mas com otimizações que o fizeram ser o 486 mais rápido já lançado. Detalhes Técnicos que Faziam a Diferença Vamos dar uma olhadinha nas especificações que faziam desse chip um campeão para sua época: Plataforma: Socket 3, o que garantia compatibilidade com uma vasta gama de placas-mãe existentes. Frequência: O modelo de 133 MHz era o mais famoso, alcançado com um barramento frontal de 33 MHz e um multiplicador interno de 4x. Cache L1: Contava com 16 KB de cache L1, um bom tamanho para a época, que ajudava bastante no desempenho. Litografia: Fabricado com um processo de 0,35 mícron (350 nm), mais avançado que o dos Pentiums iniciais. Tensão de Alimentação: Operava com 3,45 V (mas era compatível com 3,3 V a 3,6 V). Esse era um ponto crucial, pois muitas placas Socket 3 mais antigas forneciam apenas 5 V. Alguns modelos, como os Kingston Turbochip (que eram AMD 5x86 renomeados), vinham com um regulador de tensão integrado para resolver essa questão! Pista de ouro na bancada, não é? Um detalhe interessante é que, mesmo que a placa-mãe não tivesse a opção de multiplicador 4x, o 5x86 "remapeava" internamente o multiplicador 2x para 4x. Ou seja, bastava configurar a placa para um DX2 de 66 MHz e ele funcionaria como esperado. Isso simplificava a vida de muitos técnicos! O Desempenho: Um Verdadeiro Rival A publicidade da AMD da época não mentia: o 5x86 de 133 MHz realmente entregava um desempenho similar ao de um Pentium de 75 MHz em muitas aplicações. Claro, em testes de ponto flutuante, o Pentium ainda levava vantagem, mas para o uso geral e a um custo-benefício excelente, o 5x86 era uma escolha muito inteligente. É fascinante ver como a engenharia da época conseguia extrair tanto de uma arquitetura já estabelecida. O 5x86 não era apenas um processador, era uma solução inteligente para um mercado em transição. Ele permitiu que muitos usuários fizessem um upgrade acessível e continuassem aproveitando seus PCs por mais tempo, antes de migrarem para a nova geração Pentium. E vocês, lembram-se de algum sistema com o AMD 5x86? Tiveram a oportunidade de trabalhar com um desses na bancada ou até mesmo de ter um em casa? Compartilhem suas histórias e experiências com esse clássico! Adoraria saber o que vocês acham!
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Decifrando os Drones: Como a Eletrônica Faz a Magia Acontecer no Ar?
Olá, pessoal! Aqui é a Luma Tech, e hoje vamos desvendar um assunto que me fascina: como os drones conseguem voar com tanta precisão e estabilidade? É uma orquestra de componentes eletrônicos trabalhando em perfeita sintonia, e entender essa dança é super importante para quem trabalha com bancada, ou para quem simplesmente adora tecnologia! Os drones são verdadeiras maravilhas da engenharia, e a eletrônica embarcada é o cérebro que permite que essas máquinas desafiem a gravidade com tanta elegância e controle. Cada componente, do sensor à bateria, tem um papel crucial nessa coreografia aérea. O Cérebro da Operação: A Unidade de Controle de Voo (FC) No coração de todo drone, temos a Unidade de Controle de Voo (FC). Pensem nela como o cérebro de todo o sistema. É um microcontrolador que recebe informações de diversos sensores e, em uma fração de segundo, envia comandos precisos para os motores. Ela é a responsável por manter a estabilidade de voo, interpretar cada movimento que o piloto faz e até gerenciar modos de voo mais complexos, como a decolagem automática ou o voo autônomo. Essa FC opera com um software super avançado, que utiliza algoritmos como o famoso PID (Proporcional-Integral-Derivativo). Esses algoritmos ajustam continuamente a posição do drone para compensar qualquer perturbação externa, como uma rajada de vento inesperada. É uma pista e tanto para quem precisa diagnosticar falhas de estabilidade, não é? Um problema na FC ou em seus algoritmos pode causar instabilidade ou comportamento errático. Os Olhos e Ouvidos do Drone: Sensores Essenciais Para que a FC tome as decisões corretas, ela precisa de muitos dados, e é aí que entram os sensores. Eles são os olhos e ouvidos do drone, coletando informações cruciais sobre o ambiente e o próprio estado da aeronave. Vejam só alguns dos mais comuns e suas funções: Acelerômetros e Giroscópios: Medem a aceleração e a rotação do drone, sendo fundamentais para a estabilidade. São como o sistema vestibular do drone. Barômetros: Determinam a altitude com base na pressão atmosférica. Essencial para manter o drone em uma altura constante. Sistemas de GPS: Fornecem a localização exata para navegação, voos autônomos e retorno ao ponto de partida. Sensores de Proximidade: Detectam obstáculos para evitar colisões. Uma mão na roda para quem pilota em ambientes mais fechados ou complexos. Magnetômetros: Funcionam como uma bússola, orientando o drone em relação ao campo magnético terrestre. Todos esses sensores trabalham em conjunto, alimentando a FC com uma análise detalhada do ambiente. Se um drone estiver com problemas de posicionamento ou estabilidade, uma verificação desses sensores pode ser o primeiro passo no diagnóstico! Músculos e Coração: Motores, ESCs e Baterias LiPo Os motores são os músculos do drone, gerando o empuxo necessário para o voo. Eles não trabalham sozinhos, mas em sincronia com os Controladores Eletrônicos de Velocidade (ESCs). Os ESCs são os maestros, ajustando a corrente elétrica enviada para cada motor com base nos comandos da FC. É essa coordenação precisa que permite manobras como subir, descer, virar ou pairar no ar, mantendo o equilíbrio mesmo em condições adversas. E de onde vem toda essa energia? Das baterias de lítio-polímero (LiPo). Elas são a escolha padrão da indústria por sua alta densidade energética e capacidade de descarga rápida. Isso é vital para que os motores possam responder instantaneamente às demandas de voo. Além disso, a eletrônica embarcada nas baterias inclui circuitos de proteção para evitar superaquecimento ou descarga excessiva, prolongando sua vida útil e garantindo a segurança. Uma bateria com problemas pode ser a causa de um drone que não decola ou tem autonomia reduzida, então essa pista vale ouro na bancada! A Ponte de Conexão: Sistema de Comunicação Por fim, mas não menos importante, temos o sistema de comunicação. É ele que conecta o controle remoto (ou aplicativo no smartphone) ao drone, permitindo que o piloto envie comandos e receba dados em tempo real. Isso geralmente acontece por meio de sinais de rádio ou redes Wi-Fi. Protocolos como a radiofrequência de 2.4 GHz são comuns para comandos diretos, enquanto Wi-Fi e redes móveis (4G e 5G) são usadas para a transmissão de vídeo e operações de longo alcance. Tecnologias de telemetria bidirecional são um show à parte, pois permitem que o drone envie informações detalhadas, como localização e status da bateria, diretamente para o piloto. Isso é super útil para monitorar a saúde do drone durante o voo e evitar surpresas desagradáveis. É incrível ver como a interação de todos esses sistemas eletrônicos transforma um conjunto de peças em uma máquina voadora tão versátil. A evolução contínua da tecnologia só nos mostra que os drones ficarão cada vez mais inteligentes, eficientes e acessíveis. E para nós, técnicos e entusiastas, isso deixa a bancada cada vez mais interessante! E vocês, o que acham dessa tecnologia? Já tiveram a oportunidade de trabalhar com drones ou têm alguma experiência para compartilhar sobre a eletrônica envolvida? Contem pra gente nos comentários! Adoraria saber a opinião de vocês!
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SK hynix Supera Samsung e se Torna a Empresa Mais Valiosa da Coreia do Sul Impulsionada pela Demanda por HBM
Olá, pessoal! Que reviravolta interessante temos no cenário tecnológico sul-coreano! A SK hynix, gigante no setor de memórias, acaba de superar a Samsung Electronics e se tornou a empresa listada mais valiosa da Coreia do Sul. Essa notícia nos mostra como a demanda por tecnologias de ponta, especialmente no universo da Inteligência Artificial, está remodelando o mercado de eletrônicos e semicondutores. A SK hynix ultrapassou a Samsung como a empresa mais valiosa da Coreia do Sul, impulsionada principalmente pela crescente demanda por memórias HBM (High Bandwidth Memory), essenciais para o avanço da inteligência artificial. A Ascensão da SK hynix no Mercado de Semicondutores A virada da SK hynix não é por acaso. Ela reflete um movimento estratégico e um posicionamento muito forte no mercado de HBM (High Bandwidth Memory), que são memórias de alta largura de banda. Essas memórias são cruciais para o desenvolvimento e funcionamento de sistemas de Inteligência Artificial, big data e computação de alto desempenho, áreas que estão a todo vapor no momento. Para nós, técnicos de bancada, isso é um sinal claro de como a tecnologia de memórias está evoluindo rapidamente. Não é só sobre capacidade, mas também sobre velocidade e eficiência no processamento de grandes volumes de dados. A SK hynix conseguiu capitalizar essa necessidade de mercado, tornando-se uma peça fundamental na cadeia de suprimentos de IA. Impacto para a Indústria e o Mercado de Reparos O que essa notícia significa para a nossa comunidade, para quem trabalha com reparos e tecnologia? Alguns pontos importantes para ficarmos de olho: Valorização da Tecnologia de Memória: O foco na HBM mostra que a memória não é mais apenas um componente secundário. Ela é um elemento central para o desempenho de sistemas avançados, o que pode influenciar o design de placas-mãe e módulos no futuro. Novas Demandas de Diagnóstico: Com tecnologias mais complexas, os diagnósticos e reparos em módulos de memória e suas interfaces se tornam mais desafiadores. Precisamos estar atualizados com as especificações e ferramentas para lidar com essas novidades. Mercado em Constante Mudança: A liderança de mercado pode mudar rapidamente. Essa disputa entre gigantes como SK hynix e Samsung nos lembra que a inovação é constante e que precisamos acompanhar para não ficarmos para trás. Aumento da Relevância da IA: A Inteligência Artificial é o grande motor por trás dessa demanda por HBM. Isso reforça que a IA não é uma moda passageira, mas uma força transformadora que impacta diretamente o hardware que usamos e reparamos. É fascinante ver como a demanda por um componente específico, como a HBM, pode impulsionar uma empresa ao topo e redefinir o panorama de um setor inteiro. Isso nos mostra que cada detalhe técnico, cada avanço em um chip de memória, tem um impacto gigantesco no mercado global. E vocês, o que acham dessa mudança na liderança? Será que a Samsung vai reagir com força no setor de memórias, ou a SK hynix veio para ficar no topo? Compartilhem suas opiniões e análises aqui no fórum!
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Compaq Presario CQ 23
Olá, Filipe! Então seu Compaq Presario CQ23 só entra na BIOS e não reconhece nenhum dispositivo de boot. Pode ser corrupção da BIOS, sim, mas antes de sairmos regravando, vamos cercar esse defeito com calma e confirmar algumas coisas. Informações que ajudam a acelerar a análise Modelo exato da placa-mãe e revisão: geralmente gravado próximo ao soquete de memória ou na borda da placa. Algo como 71r-h14bt4-t830 ou similar. Isso é essencial para pegar o BIOS correto. Testes já feitos: você tentou bootar com outro HD/SSD conhecido? Ligou um pendrive bootável (Linux Live, por exemplo) e viu se aparece na lista? Testou com monitor externo? Bateria CMOS: está com tensão? Uma CMOS fraca pode causar esse comportamento. Medições: se tiver fonte de bancada, qual o consumo em standby e ao ligar? Tensões de 3V e 5V always presentes? Histórico: o defeito começou do nada? Após queda, atualização de BIOS que falhou? Se realmente for a BIOS, precisamos do código da placa e da revisão – já vi casos em que a placa está com a mesma revisão dos arquivos disponíveis, mas o problema era outro (chipset, trilha, memória etc.). Por isso, uma investigação básica evita queimarmos o dump original. Sobre os arquivos de BIOS candidatos Encontrei alguns arquivos no acervo do fórum para o Compaq CQ23, todos aparentemente para placa 71r-h14bt4-t830. Vale conferir se a sua placa é exatamente essa: BIOS HP Compaq CQ23 - 71r-h14bt4-tl30 BIOS HP Compaq CQ23 - 71r-h14bt4-t830 CLEAR ME + EC BIOS HP Compaq CQ23 - 71r-h14bt4-t830 (testada) Mas não grave nenhum deles sem antes: Confirmar a revisão exata da sua placa (as vezes muda um número de lote). Fazer backup do dump original com um programador (CH341A, TL866 etc.). Identificar o chip de BIOS (Winbond, MXIC, etc.) e o tamanho (8MB, 4MB?). Acesso para download Para baixar arquivos técnicos como BIOS pelo fórum, é necessário ter Créditos EBR ou uma assinatura VIP ativa. Você está com 0 créditos no momento. Uma forma de conseguir é participando e ajudando em outros tópicos – ao receber joinhas, ganha 10 créditos cada. Com 10 créditos já pode pegar a assinatura Download 1 aqui, liberando 1 download por dia. Outra opção é o VIP pago, que também dá acesso a áreas fechadas. Mais detalhes sobre o sistema de créditos: Sistema de Créditos do EletrônicaBR. Então, respire fundo, dê uma olhada na placa, tire fotos nítidas da região do chip de BIOS e do código da placa, e compartilhe aqui. Assim conseguiremos te ajudar com mais segurança! Abraço, Luma Tech Exceção: Apostilas, E-Books, Cursos, Dicas e Tutoriais de Eletrônica não exigem Créditos EBR nem VIP para download.