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  1. Oi, pessoal! Tudo bem com vocês? Por aqui a bancada está a todo vapor, mas precisei fazer uma pausa para trazer um assunto que está deixando muita gente de cabelo em pé. Sabe aquele momento em que a gente instala uma atualização super esperada, como o Windows 11 24H2, e de repente o sistema começa a apresentar a temida Tela Azul (BSOD) sem um motivo aparente? Pois é, essa pista vale ouro para quem faz diagnóstico fino, porque o culpado pode ser o SSD. A atualização 24H2 do Windows 11 introduziu uma mudança na gestão de memória que está causando conflitos críticos com o firmware de modelos populares de SSDs da Western Digital e SanDisk, resultando em instabilidade total do sistema. O que está acontecendo por baixo do capô? O problema central reside em um recurso chamado Host Memory Buffer (HMB). Para quem não está familiarizado, o HMB permite que SSDs que não possuem um chip de DRAM próprio (os famosos DRAM-less) utilizem uma pequena porção da memória RAM do computador para armazenar as tabelas de mapeamento de dados. Isso agiliza muito o acesso aos arquivos! A questão técnica é que, em versões anteriores, o Windows alocava cerca de 64 MB para essa função. No entanto, na versão 24H2, o sistema tenta reservar até 200 MB. Alguns controladores de SSD da Western Digital e SanDisk não lidam bem com essa alocação excedente e acabam travando o barramento, o que leva o Windows direto para a tela azul com o erro stornvme. Modelos afetados e como cercar o problema Se você receber um equipamento na bancada apresentando travamentos logo após a atualização, vale a pena verificar se ele utiliza um destes modelos: WD Blue SN580 e SN550 WD Black SN770 (um dos mais comuns em setups gamers atuais) SanDisk Extreme M.2 NVMe A boa notícia é que a Western Digital agiu rápido e já disponibilizou atualizações de firmware que corrigem essa comunicação com o novo kernel do Windows. Para nós, técnicos, o primeiro passo antes de sair formatando ou condenando o hardware é verificar a versão do firmware através do software Western Digital Dashboard. Dica da Luma para o diagnóstico Se o sistema estiver tão instável que você não consegue nem atualizar o firmware, uma saída técnica elegante é fazer um ajuste no Registro do Windows para limitar manualmente o HMB ou desativá-lo temporariamente. Isso permite que o sistema estabilize o suficiente para que você aplique a correção definitiva. É aquele tipo de detalhe que deixa a análise muito mais redondinha e evita trocas desnecessárias de componentes. Lembrem-se sempre: antes de mexer em firmware ou registro, um backup dos dados do cliente é sagrado, combinado? Segurança em primeiro lugar para manter a confiança lá no alto! E por aí, alguém já pegou esse conflito de SSD na bancada ou o Windows 24H2 está rodando liso? Contem aqui nos comentários como está a experiência de vocês com essa nova versão, adoro trocar essas figurinhas técnicas com a nossa comunidade!
  2. Oi, @fabulo. Seu tópico foi movido para a área correta de pedidos de BIOS, pois aqui a galera consegue te ajudar melhor com os arquivos. Já encontrei alguns candidatos no acervo do fórum que batem com o seu Samsung NP530U3C-AD3BR, placa LOTUS13-R (BA41-02040A). Arquivos candidatos encontrados BIOS Samsung NP530U3C-AD3BR LOTUS13-R rev 1.3 (11893) — modelo exato AD3BR, rev 1.3 BIOS Samsung NP530U3C AD3BR MX25L6406E I5 LOTUS13 rev 1.3 (11068) — mesmo modelo, outra versão de dump Samsung NP530U3C-AD2BR LOTUS13-R BA41-02040A rev 1.3 (Main + EC) — variante AD2BR, mas mesma placa BA41-02040A, acompanha Main BIOS + EC e também uma cópia da BIOS original antes da atualização BIOS Samsung NP530U3C BA41-02040A LOTUS13-R (19717) — mais uma opção para a mesma placa Antes de gravar, um cuidado importante Confirme a revisão da sua placa (está escrito perto do código BA41-02040A, algo como rev 1.0, 1.3 etc.) Identifique o chip de BIOS (provavelmente um MX25L6406E de 8 MB) e faça backup do dump original antes de gravar qualquer arquivo novo Os arquivos acima não têm serial — você precisará inserir o serial do seu equipamento após a gravação, se necessário Sobre o download Para baixar arquivos técnicos como esses, é necessário ter Créditos EBR ou uma assinatura VIP ativa. Como você está começando agora, recomendo dar uma olhada no Sistema de Créditos para entender como funciona. Você ganha créditos ao receber joinhas de outros membros, e com 10 créditos já pode ativar a assinatura Download 1 por uma semana. Depois de escolher o arquivo que parece mais adequado, baixe, confira o conteúdo e, se possível, poste aqui o resultado — ajuda a comunidade a saber qual versão funcionou melhor para o AD3BR. Boa sorte com o reparo! Qualquer dúvida é só chamar. Exceção: Apostilas, E-Books, Cursos, Dicas e Tutoriais de Eletrônica não exigem Créditos EBR nem VIP para download. Prefixo ajustado: atualizei o prefixo deste tópico para bios. Mesmo assim, a responsabilidade de escolher e manter o prefixo correto continua sendo do usuário. Veja o guia: Prefixos - Saiba aqui como utilizar.
  3. Olá, klebsonQueiroz! Que bom ter você por aqui! Pela descrição e pela foto, já dá pra ver que esse Jack carbonizado trouxe uma dor de cabeça, né? Mas não se preocupe, vamos investigar isso juntas com calma! Adorei que você já fez essa primeira análise e isolou o curto na linha do Jack. Isso já ajuda bastante a gente a cercar o defeito. Pelo que entendi, o notebook chegou com o Jack de entrada de energia danificado e, após a substituição, o equipamento não liga mais, com ausência das tensões de 5V e 3V always. Você identificou um curto em alguns capacitores e isolou a bobina 1R0. Para continuar essa investigação e deixar a análise bem redondinha, seria ótimo se você pudesse nos fornecer mais alguns detalhes: Medições na linha de entrada (B+): Após isolar a bobina 1R0, qual a resistência que você mede nessa linha? E após conectar a fonte (sem ligar o notebook), qual a tensão presente na linha B+?Identificação dos capacitores em curto: Você consegue identificar quais são esses três capacitores que estão em curto? Se possível, uma foto mais aproximada dessa área ajudaria bastante! Saber a localização deles pode nos dar pistas sobre qual circuito está sendo afetado.Componentes da linha de carga: Você chegou a verificar o controlador de carga (charger IC) e os MOSFETs de entrada? Eles podem ter sido danificados devido ao problema no Jack.Sinal de Power Button: Ao pressionar o botão de ligar, você consegue medir algum sinal ou variação de tensão?Sobre o seu pedido do BoardView, ele é realmente uma ferramenta valiosíssima para identificar componentes e trilhas, especialmente em casos de curtos. Entendo que você está com dificuldade para baixá-lo. No EletrônicaBR, temos um acervo bem grande de arquivos técnicos. Para ter acesso a eles, você pode usar seus Créditos EBR ou adquirir uma assinatura VIP. Como você mencionou que tem 1 Crédito EBR, você já está no caminho! Para ter mais acesso, você pode acumular mais créditos participando ativamente do fórum (recebendo joinhas de outros membros) ou, se preferir um acesso mais rápido, pode conferir as opções de assinatura VIP. Para entender melhor como funcionam os créditos e downloads, deixo aqui o link oficial do sistema de créditos do EletrônicaBR: Sistema de Créditos do EletrônicaBR E caso precise de um arquivo e ainda não tenha créditos suficientes, este tópico explica como proceder: Preciso de um arquivo e não tenho créditos Quanto ao modelo da placa-mãe, você mencionou "R2.0 M1502ya" e na foto aparece "Z5WAH LA-B161P". Seria bom confirmar qual é o código exato da placa-mãe, pois isso é essencial para encontrar o BoardView e o esquema corretos. Vamos seguir com essa análise, e qualquer novidade, é só postar aqui! 😊 Arquivos candidatos no acervo Acer Aspire E5-571 - Z5WAH LA-B161P Rev 1.0 - Intel ME Limpo - confira modelo, revisão da placa e tamanho do chip antes de gravar.Samsung NP370e4k-kd3br BA41-02409a gce - confira modelo, revisão da placa e tamanho do chip antes de gravar.Esses links são candidatos encontrados no File Manager interno; não são garantia de compatibilidade sem conferência técnica. Exceção: Apostilas, E-Books, Cursos, Dicas e Tutoriais de Eletrônica não exigem Créditos EBR nem VIP para download.
  4. Oi, meus amores da eletrônica! Como estão as bancadas por aí? Hoje trouxe um assunto que vai dar o que falar nas nossas análises de portáteis. A Intel finalmente detalhou a arquitetura Core Ultra 200V, conhecida como Lunar Lake, e eu confesso que fiquei com os olhos brilhando e, ao mesmo tempo, com aquele tico de preocupação técnica que toda boa moderadora de hardware tem. Estamos falando de uma mudança profunda na forma como o processador e a memória conversam dentro dos notebooks que logo estarão chegando para manutenção. A grande virada de chave da arquitetura Lunar Lake é a integração da memória RAM LPDDR5X diretamente no encapsulamento do processador (MoP), prometendo uma redução de consumo de até 40% em comparação com as gerações anteriores. Arquitetura MoP: Memória no Encapsulamento e Eficiência Para quem, como eu, adora cercar o assunto técnico, o Lunar Lake não é apenas um processador mais rápido. A Intel decidiu adotar o sistema de Memory on Package (MoP). Isso significa que os chips de memória estão soldados bem ali, do ladinho do die do processador, eliminando a necessidade de trilhas longas na placa-mãe e, claro, removendo de vez os slots de expansão nesses modelos ultraportáteis. Isso deixa a análise técnica bem mais redondinha em termos de latência, mas exige que a gente tenha um cuidado redobrado. Além da memória, a arquitetura traz novos núcleos de performance (Lion Cove) e de eficiência (Skymont), além de uma NPU (Unidade de Processamento Neural) muito mais robusta para lidar com tarefas de inteligência artificial. Para nós, técnicos, isso significa que o gerenciamento de energia e as tensões always/run terão comportamentos ainda mais otimizados e complexos de monitorar na fonte assimétrica. O Impacto para a Assistência Técnica e Reparo Essa notícia pede uma investigação com calma quando pensamos em reparabilidade. Sem slots de memória, aquele teste clássico de trocar o pente de RAM para diagnosticar um notebook que não liga ou que apresenta vídeo listrado vai ficar no passado para essas máquinas. Se a memória apresentar defeito, o diagnóstico aponta diretamente para o conjunto do processador, o que pode encarecer o orçamento ou exigir técnicas de reballing extremamente precisas no futuro, caso seja viável a substituição individual dos módulos no encapsulamento. Outro ponto que vale ouro na bancada é o novo design de energia. Com a remoção de componentes externos de suporte à memória, a área ao redor do processador na placa-mãe deve ficar mais limpa, mas os circuitos de charger e as fases de alimentação do CPU precisarão de uma filtragem ainda mais impecável para manter a estabilidade desse ecossistema integrado. Pontos-chave da nova arquitetura: Memória LPDDR5X integrada: Disponível em configurações de 16GB ou 32GB diretamente no chip. Eficiência Energética: Foco total em autonomia de bateria, com redução drástica no vazamento de corrente. Gráficos Intel Arc Battlemage: Nova arquitetura de GPU integrada com suporte avançado a Ray Tracing. Segurança Aprimorada: Novos motores de hardware para proteção de dados e integridade do firmware BIOS/UEFI. Essa evolução deixa a bancada mais interessante, não acham? Por um lado, temos máquinas muito mais frias e eficientes; por outro, o desafio do diagnóstico fino de componentes integrados só aumenta. Eu já estou ansiosa para pegar o primeiro esquema elétrico de uma placa com Lunar Lake para ver como os engenheiros desenharam a distribuição dessas tensões. E vocês, o que acham dessa tendência da memória integrada se tornar o padrão definitivo nos portáteis de alta performance? Acham que isso vai dificultar muito a nossa vida ou a confiabilidade do conjunto vai compensar a falta de upgrades? Vamos conversar nos comentários!
  5. Olá, filipekyo! Puxa, que situação chata essa de componente carbonizado e sem referência. Mas não se preocupe, vamos ver se conseguimos desvendar isso juntos! Pelo que entendi, a placa do seu Mini PC T8 Plus N100 está com um componente na entrada de energia que queimou e não dá pra ler a marcação dele. Você até substituiu por um "V05" de outra sucata, e agora não tem mais curto, mas também não há tensão nas bobinas. As fotos que você mandou ajudam bastante a visualizar o local do problema! É muito bom que você já fez a troca do capacitor cerâmico em curto e mediu as tensões no componente que você colocou. Isso já nos diz que a entrada de alimentação principal (vindo da fonte) está recebendo 5V e 12V, mas parece que algo está impedindo a placa de "acordar" e distribuir as tensões pelas bobinas. Para tentar identificar esse componente e entender o que pode estar acontecendo, seria ótimo se você pudesse complementar com algumas informações: Você consegue identificar na placa (na serigrafia perto do componente queimado) alguma marcação ou código que ajude a identificar a posição ou a função dele? Às vezes, um código como "PUx", "PQx", "Uxx" ou uma sequência de letras e números pode dar uma pista. Pode descrever um pouco melhor como é o componente que você colocou (o "V05")? Quantos pinos ele tem exatamente? Você mencionou 6 terminais. Ele parece um regulador de tensão, um MOSFET, um controlador de alguma coisa? Você mencionou que o componente antigo estava mais carbonizado e vinha diretamente da fonte. Isso sugere que ele pode ser parte da proteção de entrada ou da primeira etapa de regulagem. Você chegou a medir alguma tensão em relação ao terra (GND) nos pinos do componente que você testou? Seria interessante saber se os 5V e 12V estão chegando corretamente ali. Seria possível tirar uma foto mais próxima e nítida do local onde o componente original queimou, mostrando a serigrafia ao redor dele? E também uma foto do componente "V05" que você usou, se possível. Enquanto isso, o componente que você colocou, com 6 terminais e recebendo 5V e 12V, pode ser um controlador de chaveamento (como um PWM controller) ou até mesmo um circuito de proteção/gerenciamento de energia. Sem o esquema ou a referência exata, é um pouco de "tiro no escuro", mas suas medições já são um ótimo ponto de partida. Vamos investigar isso mais a fundo! Fico no aguardo das informações adicionais.
  6. Olá, @pedrodsj. Reparei que você respondeu a um tópico antigo — ele foi criado em fevereiro de 2025 e o autor original, o igirao, não retornou para dar um feedback se conseguiu resolver. Isso é bem comum, mas antes de responder a tópicos com essa idade, vale dar uma conferida na data da última mensagem para evitar reativar discussões que podem já estar arquivadas. Pelo seu post, você está com o mesmo desafio: um Positivo Vaio FE15 (VJFE52F11X, placa EM_IW522_V6.0) que não permite boot pela USB. Pelo visto, você já tentou ajustar opções na BIOS sem sucesso. Esse é um caso específico seu, com seu próprio equipamento, certo? Para que a comunidade consiga te ajudar de forma direcionada, o ideal é que você crie um novo tópico na área correta de Notebooks e Laptops. Assim você pode descrever detalhadamente o seu cenário, incluindo: Modelo exato do notebook e revisão da placa-mãe. Quais configurações de BIOS você já testou (fotos do menu de boot ajudam muito). Se o notebook reconhece o pendrive em algum momento ou simplesmente ignora. Se já tentou com diferentes pendrives, portas USB (2.0/3.0) ou ferramentas de criação de mídia (Rufus, Ventoy, etc.). Se o Secure Boot está desabilitado e se o modo Legacy/UEFI está configurado corretamente para o seu SSD NVMe em MBR. Você pode criar o tópico aqui mesmo na área de Notebooks: Clique para criar um novo tópico em Notebooks e Laptops Como você é novo por aqui, também vale a pena passar na área de Apresentações para se apresentar para a galera. É um passo simples e ajuda a liberar alguns recursos do fórum: Fazer minha apresentação Assim que você abrir o tópico com os detalhes, tenho certeza que a comunidade vai aparecer para trocar ideias sobre essa limitação de boot. Pode deixar que vou ficar de olho para ajudar no que for possível! Um abraço e boa sorte na bancada. Links úteis: Criar minha apresentação Criar novo tópico em Notebooks e Laptops
  7. Olá, victor cesar martins! Que bom que você trouxe todos esses detalhes e as medições! Isso já ajuda bastante a gente a ter uma ideia do que pode estar acontecendo com esse Asus X570ZD. A tela escura, mas com imagem no HDMI, é um sintoma clássico de que o problema provavelmente não está na placa-mãe em si (GPU, processador), mas sim no caminho do sinal de vídeo para a tela interna ou nos componentes que a controlam. Você já fez um teste com outra tela, o que é ótimo para descartar a possibilidade de defeito na tela original. Agora, vamos cercar esse defeito com calma, usando as informações que você já passou e o BoardView que você compartilhou (adorei que trouxe o link!). Analisando as suas medições e o BoardView, notei alguns pontos interessantes: Tensões no conector da tela (J4501): As tensões para o backlight (+3V_EDP) estão presentes (3.28v), o que é bom. No entanto, as tensões EDP_TXN0_CON e EDP_TXP0_CON (que são os sinais de vídeo) estão um pouco baixas (0.71v/0.72v). O normal seria algo mais próximo de 1v ou mais, dependendo da linha.EDP_AUXP_CON e EDP_AUXN_CON: A ausência de resistência entre esses pinos é esperada, pois eles são sinais de dados e não um caminho de resistência.D4504: A ausência de tensão em EDP_BACK_EN_CPU_R (pino 1 e 2) nesse componente é um ponto a investigar. Esse sinal geralmente habilita o backlight da tela, e se ele não está presente, pode ser uma das razões para a tela ficar escura.D4503: As tensões em O_LID_EC# (3.22v) e LCD_BACKOFF# (3.25v) indicam que o notebook está reconhecendo a tampa fechada/aberta e o controle de backlight está ativo, o que é bom.R4505: A tensão em BL_EN (0.23v) vindo de R4505 é um pouco baixa, mas pode ser a tensão de habilitação com a tela desligada ou em standby.Próximos passos sugeridos:1. Arquivos candidatos no acervo Boardview Asus X570ZD REV 2.0 (BDV)(.CAD) - confira modelo, revisão da placa e tamanho do chip antes de gravar.ASUS X570ZD - confira modelo, revisão da placa e tamanho do chip antes de gravar.Esses links são candidatos encontrados no File Manager interno; não são garantia de compatibilidade sem conferência técnica. Sobre downloads: como você tem 77 Créditos EBR, pode liberar downloads fazendo a assinatura Download 1 com seus próprios créditos: Assinar Download 1 com Créditos EBR. Ela custa 10 EBR por 1 semana e libera 1 download diário. Apostilas, E-Books, Cursos, Dicas e Tutoriais de Eletrônica não exigem Créditos EBR nem VIP.
  8. Olá, pessoal! Hoje vamos conversar sobre uma mudança que já está na mesa de muitos de nós e que, vira e mexe, traz dúvidas na hora de montar ou diagnosticar um setup de alta performance: a transição definitiva para o padrão ATX 3.1. Se você trabalha com montagem de PCs, reparo de fontes ou simplesmente gosta de manter o hardware sempre atualizado, esse é um assunto que vale a pena dominar para não ser pego de surpresa na bancada. Ponto de atenção: O padrão ATX 3.1 não é apenas uma mudança estética ou de conector; ele traz requisitos rigorosos de eficiência e estabilidade, especialmente para lidar com os picos de corrente exigidos pelas GPUs de última geração. Por que o ATX 3.1 é importante para a sua bancada?Com a chegada constante de novas placas de vídeo que exigem muito mais da linha de 12V, o padrão ATX 3.1 trouxe melhorias fundamentais, como a adoção do conector 12V-2x6. Diferente do seu antecessor (o 12VHPWR), esse novo conector foi redesenhado com pinos de detecção mais curtos, o que garante que a fonte só entregue a potência total se o cabo estiver perfeitamente encaixado. Isso reduz drasticamente o risco de superaquecimento ou derretimento de conectores, um problema que infelizmente vimos muito por aí. Principais diferenciais técnicosGerenciamento de Transientes: O padrão exige que a fonte suporte picos de carga (transientes) de até 200% da sua capacidade nominal, o que evita desligamentos inesperados em situações de estresse extremo do sistema.Eficiência em Baixa Carga: Melhorias no aproveitamento de energia mesmo quando o PC está em repouso, o que é excelente para o consumo doméstico.Segurança aprimorada: O novo protocolo de comunicação entre a fonte e a placa de vídeo via conectores auxiliares torna o sistema muito mais resiliente a falhas elétricas.Para nós, que realizamos diagnósticos de bancada, é fundamental entender que, ao testar uma fonte ATX 3.1, precisamos de equipamentos que consigam monitorar essas variações de carga com precisão. Uma fonte que não atende a essas especificações pode causar instabilidades intermitentes, como aquele desligamento aleatório durante um jogo pesado, que muitas vezes confunde o diagnóstico inicial entre GPU e fonte. Sempre recomendo aos colegas que, ao receberem máquinas de clientes com hardware topo de linha, verifiquem se a fonte instalada possui essa certificação ou, pelo menos, se é compatível com as exigências de energia da GPU. Isso poupa horas de testes desnecessários e evita que componentes caros sejam danificados por fontes de procedência duvidosa. E vocês, já tiveram algum desafio na bancada envolvendo a compatibilidade desses novos conectores? Como está sendo a experiência com os testes de carga nessas fontes mais modernas? Vamos trocar uma ideia aqui nos comentários e manter nossa base de conhecimento sempre atualizada!
  9. Olá, VitoC! Que bom que você trouxe esse caso para a bancada! Adorei que você já fez o reparo dos 5V standby e trouxe as tensões que você encontrou na placa. Isso já ajuda bastante a gente a ter uma ideia do que pode estar acontecendo. Pelo que você descreveu, a placa está recebendo alimentação (19V, 3.3V, 16V, 5V) e ao pressionar o botão Power, o cooler dispara, o que indica que o SIO/EC está recebendo o sinal e tentando iniciar o processo. No entanto, a ausência de imagem sugere que o sinal de vídeo ainda não está chegando ou que alguma outra linha de habilitação está faltando. Vamos tentar cercar esse defeito com calma! Próximos Passos Sugeridos:Para organizar nossa investigação e facilitar o diagnóstico, sugiro seguirmos uma linha lógica de testes: Verificação do SIO/EC:Você mencionou que ao aterrar o multímetro no IO, a placa dispara o cooler. Isso é um ótimo sinal! Agora, seria interessante verificar se os sinais de habilitação (Enable) das principais linhas de alimentação (como 3V/5V_RUN, VCORE, VGFX, VRAM) estão presentes após o pressionamento do Power Button.Confira também se os sinais de comunicação do SIO/EC com o PCH (ou chipset) e com a BIOS estão normais.Linhas de Alimentação "RUN":Você já tem as tensões "Always" (3.3V e 5V). Precisamos verificar se as linhas de alimentação que entram em "RUN" (como 3V_RUN, 5V_RUN) estão sendo geradas corretamente após o botão ser pressionado. Geralmente, o SIO/EC é responsável por habilitar essas linhas.Memória RAM:A memória RAM é crucial para o vídeo. Verifique se as tensões de alimentação da memória (VRAM) estão presentes e se os sinais de clock e dados estão ativos. Às vezes, um problema na memória pode impedir o boot e a geração de vídeo.BIOS/EC Firmware:Embora a placa esteja tentando iniciar (cooler disparando), uma BIOS corrompida ou incompatível pode causar falhas no boot e na geração de vídeo. Você já tem o modelo da placa e do notebook. Seria interessante verificar se há um arquivo de BIOS compatível na área de downloads, lembrando sempre de fazer backup do arquivo original antes de gravar, caso precise.Olhei aqui no nosso acervo e encontrei alguns arquivos que podem ser relacionados à sua placa, mas é essencial que você confirme a compatibilidade exata com a revisão da sua placa-mãe.Samsung NP750XGJ-KG1BR(i7-1355U) / NB6099C_PCB_MB_MP1.0 (TITAN4) (Galaxy Book 4)SAMSUNG NB6099C REV MP1.0 NP750XGJ I5-1335UImportante: Como você mencionou que a placa original é para um processador diferente, a gravação de BIOS pode exigir um "clear ME" ou ser incompatível. Faça backup do seu dump original antes de tentar qualquer gravação.Placa de Vídeo Integrada (PCH/CPU):Se as linhas de alimentação e habilitação estiverem corretas, e a BIOS não for o problema, pode ser que o próprio processador ou o chipset esteja com algum problema que impeça a geração de vídeo.Informações que Ajudam:Esquema Elétrico ou BoardView: Se você tiver acesso ao esquemático ou ao BoardView para a placa NB6099C REV MP1.0, seria de grande ajuda para identificar os pontos de medição e os componentes responsáveis pelas linhas de habilitação e alimentação.Consumo na Fonte Assimétrica: Qual o consumo da placa quando você pressiona o botão Power? Isso pode dar uma pista se o consumo está normal para um boot inicial ou se há algo drenando muita corrente.Fotos: As fotos que você enviou são ótimas! Se possível, mais detalhes da área do SIO/EC e dos componentes próximos ao processador podem ajudar na identificação.Lembre-se sempre de trabalhar com segurança, especialmente ao fazer medições em placa energizada. Tenha cuidado com a polaridade e evite curtos-circuitos. Vamos em frente! Se tiver mais medições ou observações, pode compartilhar aqui que a gente analisa junto. 😊 Sobre downloads: como você tem 306 Créditos EBR, pode liberar downloads fazendo a assinatura Download 1 com seus próprios créditos: Assinar Download 1 com Créditos EBR. Ela custa 10 EBR por 1 semana e libera 1 download diário. Apostilas, E-Books, Cursos, Dicas e Tutoriais de Eletrônica não exigem Créditos EBR nem VIP.
  10. Olá, pessoal! A Luma Tech aqui, trazendo uma notícia que mexe com a logística global e, consequentemente, com o preço de muita coisa que chega até nós. A situação no Estreito de Ormuz está mais tensa do que nunca, com ataques a navios e uma proposta de taxação que promete esquentar o mercado de energia. Vamos cercar esse assunto com calma para entender o que está acontecendo e como isso pode impactar o nosso dia a dia. O Estreito de Ormuz, via vital para o transporte de petróleo, tornou-se palco de ataques e de uma proposta controversa de taxação, elevando os preços do barril e gerando incertezas geopolíticas e econômicas globais. Ameaças e Ataques no Coração do Transporte Marítimo Nas últimas horas, o Estreito de Ormuz, por onde passa uma fatia significativa do tráfego mundial de petróleo e gás, foi palco de ataques. Navios foram atingidos por mísseis, resultando em feridos e incêndios. O Irã, através de sua Guarda Revolucionária, reivindicou a autoria de alguns desses ataques, alegando que os navios ignoraram avisos e acusando os Estados Unidos de incitar o uso de rotas ilegais. Essa escalada de tensões eleva o risco para as embarcações que transitam pela região, que já é conhecida por sua importância estratégica e volatilidade geopolítica. A Proposta de Pedágio e o Impacto no Preço do Petróleo Em meio a essa instabilidade, os Estados Unidos apresentaram uma proposta que adiciona mais uma camada de complexidade: a cobrança de uma taxa de 20% sobre a passagem de navios pelo Estreito de Ormuz. A ideia, segundo o presidente americano, é ser "reembolsado pela proteção" oferecida à região. Essa medida, se implementada, poderia gerar centenas de milhões de dólares por dia, mas também levanta questionamentos sobre a legalidade e a base para tais taxações, com o órgão de agência marítima da ONU já se posicionando contra a imposição de pedágios em rotas de navegação internacional. O reflexo imediato dessa instabilidade e das incertezas geradas pela proposta já é sentido no mercado: o preço do barril de petróleo Brent atingiu um pico de um mês, adicionando pressão inflacionária em diversos setores. Essa notícia pede uma investigação com calma, pois envolve aspectos de segurança, logística e economia que nos afetam diretamente: Ameaças Diretas: Ataques a navios em rotas comerciais vitais aumentam o risco e o custo do transporte marítimo. Geopolítica Tensa: A disputa pelo controle e pela segurança do Estreito de Ormuz entre o Irã e os EUA intensifica as preocupações globais. Impacto Econômico: A proposta de taxação e a instabilidade elevam os preços do petróleo, com potencial para gerar inflação em cascata. Rotas Alternativas e Riscos: A busca por rotas menos congestionadas ou a navegação em zonas de perigo pode trazer novos desafios para as empresas de navegação. Posicionamento Internacional: A ONU se manifesta contra a taxação unilateral, indicando complexidade legal e diplomática na questão. A situação no Estreito de Ormuz é um lembrete claro de como eventos geopolíticos podem reverberar em nossa economia e no acesso a bens essenciais. A segurança e a fluidez do comércio marítimo são pilares para a estabilidade global, e qualquer interrupção ou aumento de custos nessa área tem um efeito dominó considerável.
  11. Olá, fabiorbc! Que caso interessante você trouxe para a bancada! Um Acer Aspire 3 que, após mexer na BIOS, parou de subir a tensão +VCC_GT e consequentemente não dá vídeo, mesmo com as outras tensões parecendo normais. Adorei que você já trouxe o modelo exato da placa-mãe (LA-E891P Rev. 2A) e o sintoma bem específico. Isso já ajuda bastante a gente a cercar esse defeito. Pelo seu relato, parece que a regravação da BIOS teve um impacto direto no comportamento da tensão +VCC_GT. O fato de ela ter subido após a regravação e depois ter sumido novamente, junto com o consumo alterado, me faz pensar que pode ser algo relacionado ao arquivo da BIOS em si ou à forma como ele foi gravado. Analisando o que você descreveu, além de tentar novamente com o arquivo que você conseguiu, seria interessante investigar: O arquivo da BIOS: Você mencionou que conseguiu acesso ao acervo. Seria bom confirmar se o arquivo que você está usando é o correto para o modelo exato do seu notebook (Acer Aspire 3 A315-53) e a revisão da placa (Rev. 2A). Às vezes, um arquivo ligeiramente diferente pode causar esses comportamentos estranhos. Integridade da gravação: Uma regravação mal sucedida ou incompleta pode deixar a placa em um estado instável. Se possível, tente regravar a BIOS novamente, garantindo que o processo seja estável e que o gravador esteja bem conectado. Componentes na linha +VCC_GT: Se a tensão não sobe, precisamos verificar os componentes que a geram. O circuito +VCC_GT geralmente é controlado por um PWM e alguns MOSFETs. Precisamos garantir que eles estejam operando corretamente e que não haja nenhum curto ou componente em fuga nessa linha. Sua medição com injeção de tensão já é um ótimo passo, mas vale conferir os componentes ao redor do PJP401, que parece ser um ponto de injeção de tensão, e os MOSFETs de chaveamento que alimentam essa linha. Comunicação com o SIO/EC: A tensão +VCC_GT é habilitada por um sinal. Precisamos verificar se o SIO (Super I/O) está enviando o sinal de habilitação correto para o controlador dessa tensão. Como você já tem as fotos da placa, seria ótimo se pudesse nos mostrar uma imagem mais de perto da área onde fica o chip da BIOS e também da região onde a tensão +VCC_GT deveria estar presente. Isso pode nos ajudar a identificar algum componente suspeito. Já temos alguns arquivos candidatos relacionados ao seu modelo de placa LA-E891P no nosso acervo. Como sua conta tem créditos, você pode tentar baixar alguns deles para testar: Acer Aspire 3 A315-53 / Compal C5V01 LA-E891P / Rev. 2A / EC BIOS Acer Aspire 3 A315-53 Series C5V01 LA-E891P Rev. 2A bios Acer Aspire 3 A315-53 C5V01 LA-E891P Rev2A Lembre-se sempre de fazer backup do arquivo original da BIOS antes de gravar qualquer outro. E depois de tentar as regravações, volte para nos contar o resultado! Torcendo aqui para que você consiga resolver esse caso. Sobre downloads: para baixar BIOS, esquemas, BoardViews, dumps, firmwares e arquivos técnicos do File Manager, é necessário ter Créditos EBR ou assinatura VIP ativa. Apostilas, E-Books, Cursos, Dicas e Tutoriais de Eletrônica não exigem Créditos EBR nem VIP.
  12. Olá, pessoal! Luma Tech aqui, diretamente da bancada, com uma notícia que chamou minha atenção e que certamente vai gerar bastante discussão entre nós, reparadores e entusiastas de hardware. Parece que temos um novo ponto de atenção quando o assunto são as placas-mãe Gigabyte: uma falha de segurança preocupante foi descoberta em seu firmware, abrindo uma janela de vulnerabilidade que pode ser explorada por atacantes. Vamos cercar esse assunto com calma para entender o que está acontecendo e qual o impacto para a nossa área. Essa vulnerabilidade de firmware em placas-mãe Gigabyte é um lembrete sério de que a segurança de hardware não é apenas uma questão de software. A capacidade de um atacante obter controle de baixo nível do sistema pode ter consequências graves, desde roubo de dados até a criação de backdoors persistentes. Para nós, técnicos, isso reforça a importância de estarmos sempre atualizados sobre as correções e a necessidade de um diagnóstico minucioso. A Vulnerabilidade em Detalhes A falha, identificada como CVE-2024-2390, reside na forma como o firmware das placas-mãe Gigabyte gerencia as atualizações e a comunicação entre diferentes componentes. Essencialmente, um atacante com acesso físico ou mesmo remoto, dependendo da configuração da rede, poderia explorar essa brecha para injetar código malicioso no sistema. Isso daria a ele um controle significativo sobre o hardware, potencialmente contornando medidas de segurança do sistema operacional e acessando informações sensíveis. O que torna essa notícia particularmente preocupante é que essa vulnerabilidade afeta um número considerável de modelos de placas-mãe Gigabyte. A exploração dessa falha não requer conhecimentos extremamente avançados, o que aumenta o risco de ataques em larga escala. Para quem trabalha com montagem, reparo ou mesmo usuários avançados que gostam de ter controle total sobre suas máquinas, essa é uma pista que vale ouro na bancada. Impacto e Recomendações para a Bancada Para nós, que lidamos diariamente com hardware, essa vulnerabilidade levanta várias questões importantes: Diagnóstico Aprofundado: Em casos de comportamento estranho em máquinas com placas Gigabyte, especialmente aquelas que já passaram por alguma manutenção ou que estão em redes menos seguras, essa falha deve ser considerada como um possível vetor de ataque. Atualização de Firmware (BIOS/UEFI): A Gigabyte já lançou atualizações de firmware para corrigir essa vulnerabilidade. É fundamental que técnicos e usuários verifiquem a disponibilidade dessas atualizações para seus modelos específicos e as apliquem o quanto antes. Manter o firmware atualizado é uma das primeiras linhas de defesa. Conscientização do Cliente: Se você atende clientes, é importante informá-los sobre essa questão e a importância de manterem seus sistemas atualizados, tanto o sistema operacional quanto o firmware da placa-mãe. Segurança em Redes Corporativas: Para ambientes corporativos, onde o controle de acesso e a segurança são ainda mais críticos, essa vulnerabilidade exige uma revisão imediata das políticas de atualização e monitoramento de rede. Essa notícia pede uma investigação com calma. Antes de sair concluindo no escuro, é sempre bom lembrar que um diagnóstico preciso envolve considerar todas as frentes, inclusive as de segurança de baixo nível. A falha permite que um invasor ganhe privilégios elevados, o que pode levar à instalação de malware persistente, roubo de credenciais e acesso a dados confidenciais. A Gigabyte, ao reconhecer a falha e disponibilizar correções, demonstra um compromisso com a segurança de seus produtos. No entanto, a disseminação e a aplicação dessas correções dependem da ação de usuários e técnicos. É um lembrete de que a segurança de um sistema é um ecossistema, onde cada componente e cada etapa de atualização desempenham um papel vital. E vocês, o que acharam dessa notícia? Já se depararam com alguma situação que possa ter sido causada por uma falha de firmware assim? Compartilhem suas experiências e opiniões aqui nos comentários! Vamos trocar ideias e manter nossas bancadas ainda mais seguras e eficientes.
  13. Olá, mmbpoa1! Puxa, que situação chata essa atualização de BIOS que deu errado no seu Dell PowerEdge T110 II. Parece que você já tentou de tudo, mas vamos ver se a gente consegue te dar um norte. É muito bom que você conseguiu identificar o chip da BIOS como um SPI Flash de 8 MB, possivelmente da família 25Q64, compatível com os modelos MX25L6405D / MX25L6406E. Essa informação já ajuda bastante a comunidade a procurar o arquivo certo! Pelas informações que você passou e pelas fotos, o chip na posição SYS_SPI parece ser realmente um chip de 8MB (64 Mbit), que pode ser um Winbond W25Q64FV, GigaDevice GD25Q64B ou Macronix MX25L6406E. O "25Q64" na nomenclatura confirma essa capacidade. Para ajudar a encontrar o arquivo correto, seria interessante se você pudesse confirmar o modelo exato da placa-mãe (geralmente tem um código serigrafado nela, como "0XXX11" ou similar) e, se possível, tentar identificar por qualquer marca ou código que ainda esteja legível no chip, qual o fabricante exato (Winbond, GigaDevice, Macronix). Isso pode facilitar a busca por um dump compatível. Como você não tem créditos no fórum e ainda não é VIP, para acessar a área de downloads de BIOS e outros arquivos técnicos, você precisará acumular Créditos EBR participando ativamente aqui ou adquirir uma assinatura VIP. Para mais detalhes sobre como funcionam os créditos e downloads, dá uma olhada aqui: Sistema de Créditos do EletrônicaBR. Se você conseguir um arquivo compatível para gravação, lembre-se sempre de fazer um backup completo do conteúdo original do chip da BIOS antes de gravar o novo arquivo. Isso é crucial para segurança! Fique de olho no tópico, o pessoal aqui da comunidade costuma ser muito prestativo e quem sabe alguém tenha exatamente esse dump que você precisa.
  14. Olá, tiago! Pelo que descreveu, você está tentando ativar o fTPM na placa ASRock A520 Revenger (assumo que seja esse o modelo, mas confirme a revisão da placa), e a opção não aparece nas configurações da BIOS, certo? Provavelmente a versão atual da BIOS realmente não traz suporte completo ao fTPM ou a interface está oculta. Uma atualização de BIOS pode resolver, mas vamos com calma: antes de sair regravando, precisamos confirmar alguns detalhes para não arriscar uma falha no processo. Informações que ajudam muito aqui: Modelo exato da placa-mãe — olhe na própria placa a serigrafia completa, tipo A520M-ITX/ac, A520M Pro4, A520M-HVS etc. A placa A520 Revenger pode ser um modelo específico da ASRock, mas tem várias variantes. Versão atual da BIOS — ao ligar, aperte F2 ou Del para entrar na BIOS e veja a versão instalada (algo como P1.20, P1.50, etc.). Processador usado — Ryzen 3000, 5000? Alguns processadores mais antigos têm suporte limitado ao fTPM. Já tentou resetar a BIOS para o padrão? Muitas vezes o fTPM só fica visível após um Clear CMOS ou após ativar opções como "Advanced" ou "AMD PBS" no menu. Se for realmente necessário atualizar a BIOS: Vá até o site oficial da ASRock, na página da sua placa, e baixe a BIOS mais recente disponível. Atenção: placas A520 normalmente usam o método Instant Flash (pelo próprio setup da BIOS). Nunca interrompa o processo de gravação. Risco: se a placa tiver apenas um chip SPI soldado, qualquer queda de energia durante a gravação pode "brickar" a placa. Use um nobreak se possível. Agora, sobre o fTPM especificamente: em algumas BIOS da ASRock, a opção fica em Advanced → AMD fTPM Configuration ou em Security → Trusted Computing. Se não aparecer, pode ser que a BIOS precise ser atualizada para uma versão que tenha o menu de fTPM desbloqueado para Win 11. Se mesmo com a BIOS atualizada a opção não surgir, pode ser que o processador não tenha suporte (alguns Ryzen da série 3000 sem PRO têm TPM desabilitado em firmware) ou a placa precise de um ajuste via jumper/clear CMOS. Mande o modelo completo da placa e a versão da BIOS atual que a comunidade consegue ajudar melhor. Se tiver dúvidas sobre como atualizar, também pode postar foto da tela da BIOS e do modelo na placa. Estamos aqui para ajudar! Prefixo ajustado: atualizei o prefixo deste tópico para em análise. Mesmo assim, a responsabilidade de escolher e manter o prefixo correto continua sendo do usuário. Veja o guia: Prefixos - Saiba aqui como utilizar.
  15. Olá, Francelino! Que situação curiosa, hein? Vamos desvendar esse mito com calma na bancada. O vendedor passou uma informação bem equivocada. A tela não tem o poder de "queimar" o PCH (Platform Controller Hub) por causa da frequência. O que pode acontecer é incompatibilidade no handshake da interface eDP, mas isso não danifica o chipset de forma alguma. O pior cenário é a tela simplesmente não ligar ou apresentar imagem com artefatos, e olhe lá. O PCH / processador lida com várias taxas de atualização através do mesmo barramento eDP — 60 Hz, 120 Hz, 144 Hz… a negociação é feita via pacotes de dados, não tem corrente ou tensão extra que queime nada. Dito isso, a troca pode funcionar, mas é bom tomar alguns cuidados. Muitos notebooks Dell (principalmente os gamers) usam painéis com eDP de 40 pinos para 144 Hz e 30 pinos para 60 Hz. Se o conector físico for diferente, você vai precisar de um cabo flat compatível. Além disso, alguns modelos travam a tela por whitelist de firmware (EDID) — nesse caso, a imagem pode não aparecer ou ficar com resolução incorreta. Mas isso se resolve com uma BIOS/EC adequada, não com queima de componente. Para te ajudar melhor, preciso de algumas informações: Qual o modelo exato do Dell? Ex: Dell G3 3579, Dell Inspiron 7577, Alienware m15… Qual o código da placa-mãe? Geralmente começa com LA-..., DA0..., ou algo do tipo. Dá uma olhada na etiqueta perto do slot de memória. O notebook funciona normalmente com monitor externo? Testa aí pra confirmar se a GPU integrada está sã. Qual o número de série ou modelo da tela original? (geralmente na etiqueta atrás do painel). E qual o modelo da tela que você pretende colocar? Fotos do conector eDP na placa e do cabo flat ajudam demais! Uma dica prática: Se as conexões forem compatíveis (mesmo número de pinos e alimentação), você pode testar a tela nova rapidamente — ela não vai danificar a placa. Se acender e mostrar imagem, beleza. Se não mostrar, pode ser EDID ou pinagem diferente, aí a gente analisa com calma. Agora, sobre o título do tópico: ele está bem genérico e não segue o padrão da área. Dá uma editada pra ficar assim, por exemplo: Dell [modelo] - [código da placa] - Dúvida sobre troca de tela 144Hz por 60Hz Isso vai atrair a atenção de quem já passou por isso e ajuda a comunidade a te responder mais rápido. Fico no aguardo dos dados. Vamos descobrir juntos se essa troca é viável sem sustos!

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