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eliasgirardi

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    No meio da dificuldade encontra-se a oportunidade!

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  1. Esta impressora utiliza solenoide ou embreagem magnética para tracionar o papel? O pickup roller patina em cima do papel quando tenta puxar?
  2. Não esqueça de verificar o toner e a unidade de imagem também. Ambas contém partes móveis que podem fazer barulho ao girar.
  3. Bom dia amigo, sobre este problema você conseguiu resolver?
  4. Neste vídeo no youtube tem um regulador de temperatura chamado LM19 que pode dar problema neste no-break, veja se pode ser o seu problema. Boa sorte!
  5. HD Low Level Format Visualizar Arquivo Programa para realizar a formatação em baixo nível de HD's, SSD's, pendrives, cartões de memória e afins. Uploader eliasgirardi Enviado 10-05-2019 Categoria Windows  
  6. 2 downloads

    Programa para realizar a formatação em baixo nível de HD's, SSD's, pendrives, cartões de memória e afins.
  7. Não conheço esta placa, mas ela não possui acopladores ópticos entre o primário e o secundário? Se sim, já testou eles? Boa sorte no seu conserto...
  8. Tenta usar algum programa para fazer uma formatação em baixo nível do seu hd. Já recuperei alguns SSD formatando em baixo nível. Costumo usar o programa HD Low Level Format. Boa sorte!
  9. Um programa premiado de inteligência artificial não aprendeu realmente a identificar navios - ele aprendeu a identificar a água. [Imagem: Sebastian Lapuschkin et al. - 10.1038/s41467-019-08987-4] QI da inteligência artificial A larga adoção de técnicas de inteligência artificial, como o aprendizado profundo, pode passar a impressão de que esses algoritmos estão se aproximando das capacidades humanas de raciocínio e discernimento. Ocorre que nem os cientistas da computação sabem como esses algoritmos funcionam: É por isso que eles os chamam de "caixas-pretas". O que se sabe é que os algoritmos, quando aplicados a um volume suficiente de dados de treinamento, passam a apresentar soluções para novos casos que parecem muito razoáveis. Como não compreendemos a "mecânica" de funcionamento do algoritmo, muitas vezes pode não ficar claro se o comportamento de tomada de decisão de uma aplicação de inteligência artificial é realmente "inteligente" ou se suas conclusões são apenas um sucesso mediano. Aferição da inteligência artificial Foi justamente essa pergunta - Quão inteligente é um algoritmo específico de inteligência artificial? - que se propôs responder uma equipe da Universidade de Tecnologia de Berlim, do Instituto Heinrich Hertz (Alemanha) e da Universidade de Tecnologia e Projetos de Cingapura. Para isso, eles criaram um programa de computador que permite automatizar a tarefa de aferição e quantificação dos resultados de um algoritmo de inteligência artificial. O método fundamental criado pela equipe, batizado de LRP (Layer-wise Relevance Propagation, propagação de relevância sensível a camadas, em tradução livre), permite visualizar quais dados de entrada sensibilizam uma dada decisão do sistema. Estendendo a LRP, a equipe desenvolveu uma técnica de análise de relevância espectral (SpRA: spectral relevance analysis), que é capaz de identificar e quantificar um amplo espectro de comportamentos de tomada de decisão aprendidos pelo programa de inteligência artificial. Desta forma, tornou-se agora possível detectar decisões indesejáveis, mesmo em conjuntos de dados muito grandes. Hans Esperto Ao analisar sistemas de inteligência artificial já amplamente disseminados, dos usados em câmeras digitais para processamento de fotos até sistemas de diagnóstico médico por processamento de imagens, a equipe não se mostrou nada satisfeita com os resultados: A inteligência artificial não se mostrou tão inteligente quanto se esperava. "Ficamos muito surpresos com a ampla gama de estratégias de resolução de problemas aprendidas [pelos algoritmos de IA]. Mesmo os sistemas modernos de inteligência artificial nem sempre encontram uma solução que pareça significativa do ponto de vista humano, mas às vezes usam a chamada 'Estratégia do Inteligente Hans'," conta o professor Wojciech Samek. O "Inteligente Hans", ou Hans Esperto, era um cavalo que supostamente sabia contar e foi considerado uma sensação científica durante os anos 1900. Como esclarecido mais tarde, o cavalo Hans não dominava a matemática, mas parecia ter bons "olhos psicológicos": Em 90% dos casos, ele conseguia obter a resposta correta pela linguagem corporal do seu treinador. Como a inteligência artificial funciona? Não sabemos. [Imagem: CC0 Creative Commons] Programas "espertos", não inteligentes Segundo a conclusão da equipe, os programas de inteligência artificial também poderiam ser catalogados na categoria de "espertos" no sentido atribuído ao cavalo Hans. Por exemplo, um sistema de inteligência artificial que ganhou várias competições internacionais de classificação de imagens há alguns anos usa uma estratégia que pode ser considerada ingênua do ponto de vista humano. Ele classifica as imagens principalmente com base no contexto: imagens foram atribuídas à categoria "navio" quando havia muita água na imagem, enquanto outras foram classificadas como "trem" quando apareciam trilhos. Várias outras imagens foram atribuídas à categoria correta por sua marca d'água de direitos autorais. A tarefa real - detectar os conceitos de navios ou trens - , portanto, não foi resolvida por esse sistema de IA, ainda que ele de fato classifique a maioria das imagens corretamente. Os pesquisadores também encontraram esse tipo de estratégia "defeituosa" de resolução de problemas em alguns dos algoritmos mais avançados de inteligência artificial, as chamadas redes neurais profundas - algoritmos que até agora eram considerados imunes a tais lapsos. As redes desse tipo analisadas baseiam sua decisão de classificação em parte em artefatos criados durante a preparação das imagens, não tendo nada a ver com o conteúdo real da imagem. "É bastante concebível que cerca de metade dos sistemas de IA atualmente em uso, implícita ou explicitamente, se baseiem em estratégias do tipo 'Hans Esperto'. É hora de checar sistematicamente, para que sistemas seguros de IA possam ser desenvolvidos," disse o professor Klaus-Robert Muller. "Nossa tecnologia automatizada é de código aberto e está disponível para todos os cientistas. Vemos nosso trabalho como um importante primeiro passo para tornar os sistemas de inteligência artificial mais robustos, explicáveis e seguros no futuro, e mais ainda será necessário. Este é um pré-requisito essencial para o uso geral da IA," concluiu Muller. Um único erro de um programa de inteligência artificial em um carro autônomo pode ser fatal. [Imagem: Cortesia MIT] In-inteligência real A professora Meredith Broussard, da Universidade de Nova York, não participou desta pesquisa, mas concorda com os alertas emitidos pela equipe. "Quando as pessoas começam a pensar que a inteligência artificial é mais poderosa do que realmente é, elas começam a tomar decisões erradas," disse a pesquisadora, que é autora de um livro chamado Artificial Unintelligence, ("Ininteligência Artificial", em tradução livre). "A inteligência artificial não é realmente inteligente. IA é apenas matemática," acrescenta ela, destacando que a matemática não consegue lidar com todos os tipos de problemas. A pesquisadora mostra-se preocupada sobretudo com o uso de programas de inteligência artificial nos carros sem motorista. Vários testes ao redor do mundo têm mostrado que é fácil ludibriar os programas desses veículos, com características geométricas típicas nas imagens gerando falsos positivos ou falsos negativos - de sinais de pare ou de pedestres, por exemplo. Bibliografia: Unmasking Clever Hans predictors and assessing what machines really learn Sebastian Lapuschkin, Stephan Wäldchen, Alexander Binder, Grégoire Montavon, Wojciech Samek, Klaus-Robert Müller Nature Communications Vol.: 10, Article number: 1096 DOI: 10.1038/s41467-019-08987-4 Fonte: [Hidden Content]
  10. A energia solar é limpa e renovável - mas para onde irão os painéis solares quando eles chegarem ao fim de sua vida útil e precisarem ser substituídos? [Imagem: John Toon] Em busca da sustentabilidade Os painéis de energia solar estão se multiplicando por todo o mundo, em uma mostra clara da preocupação com a adoção de fontes de energia mais sustentáveis. Mas o que vai acontecer com todos esses painéis solares dentro de algumas poucas décadas, quando eles chegarem ao fim de sua vida útil? E quanto aos aparelhos eletrônicos, que tipicamente têm uma vida útil ainda menor? "Tem havido muita preocupação nos círculos de sustentabilidade de que os fabricantes estão fazendo coisas com períodos de vida cada vez mais curtos, e os produtos talvez sejam intencionalmente feitos para se tornar obsoletos para induzir sua substituição mediante novas compras," destaca a professora Beril Toktay, do Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos EUA. Responsabilidade estendida do fabricante Com essa preocupação em mente, Toktay e seus colegas decidiram dar uma olhada nas políticas governamentais que estão sendo adotadas para "encorajar" os fabricantes de equipamentos eletrônicos a pensar mais no que acontece no final do ciclo de vida do produto. Esses programas, comumente chamados de leis de responsabilidade estendida do fabricante (REF), têm dois objetivos principais em mente: Fazer com que os fabricantes projetem seus produtos para serem mais fáceis de reciclar ou fazer com que eles aumentem a durabilidade dos produtos para aumentar sua vida útil. No entanto, os pesquisadores descobriram que essas duas metas geralmente estão em desacordo, não levando necessariamente a um ganho real - muitas vezes elas se mostram excludentes, e não complementares. "O que descobrimos é que, algumas vezes, quando você projeta para reciclabilidade, você desiste da durabilidade, e, quando a durabilidade é o objetivo, a reciclabilidade é sacrificada," disse Toktay. A conclusão é que, em alguns casos, as políticas de REF (responsabilidade estendida do fabricante) podem levar ao aumento da geração de resíduos se os projetistas tornarem os produtos mais recicláveis, porém menos duráveis, ou levarem a um aumento das emissões de gases de efeito estufa se os produtos forem mais duráveis, mas menos recicláveis. Design ambientalmente responsável Em teoria, um produto que seja fácil de reciclar e mais durável seria o ponto culminante do design de produto ambientalmente responsável - automóveis com estruturas de metal mais grossas que duram mais também têm mais materiais recicláveis, por exemplo. Nesse cenário, as políticas de REF enfatizando a durabilidade e a reciclagem funcionam lado a lado. "Às vezes, escolhas simples que os projetistas fazem, como usar cola ou rebites para montar um dispositivo, realmente afetam a capacidade de reciclagem no final da vida," destaca a pesquisadora Natalie Huang, da Universidade de Minnesota. Em todo o mundo há grupos trabalhando em tecnologias para reciclar os metais preciosos do lixo eletrônico. [Imagem: CTI Renato Archer] Contudo, o que é mais frequente é que não exista tal sinergia. No caso dos painéis fotovoltaicos, os pesquisadores destacam como os painéis de película fina - baseados na eletrônica orgânica, as chamadas células solares de plástico - são muito mais econômicos para reciclar do que os painéis solares tradicionais de silício porque contêm metais preciosos. Enquanto isso, os painéis de silício cristalino, que não são tão eficientes em termos de custo para reciclar, têm vida útil muito mais longa porque seus componentes se degradam muito mais lentamente. "Compensações desse tipo são comuns e, portanto, de uma perspectiva de formulação de políticas, não há uma abordagem única que funcione," disse o pesquisador Atalay Atasu. "Você realmente tem que distinguir entre diferentes categorias de produtos para considerar as implicações de reciclabilidade e durabilidade e certificar-se de que sua política não está em conflito com o objetivo." Modelo de decisão Para ajudar a determinar como as políticas governamentais poderiam impactar produtos individuais, os pesquisadores criaram um modelo matemático para ajudar a prever o impacto que essas políticas teriam sobre os produtos com base em seus materiais e suas características de projeto. Entre os fatores que o modelo leva em conta estão o custo de produção do produto, o grau de dificuldade em aumentar a reciclabilidade e a durabilidade, o grau de interação entre reciclabilidade e durabilidade no design do produto e as propriedades de reciclagem do produto. Bibliografia: Design Implications of Extended Producer Responsibility for Durable Products Ximin (Natalie) Huang, Atalay Atasu, L. Beril Toktay Management Science DOI: 10.1287/mnsc.2018.3072 Fonte: [Hidden Content]
  11. Estranho que uma simples recarga possa dar problema em aterramento da impressora. Se mesmo com um toner novo ela continua com problema então é certo que não é o toner a causa. Pode ser que ao retirar ou ao colocar o toner na impressora o cliente entortou alguma mola ou a mesma entrou na carcaça e não voltou mais (HP's 1102 citadas acima). Ou também pode ser que o cliente omitiu alguma informação (comum acontecer aqui na empresa) como por exemplo, ligou em 220 volts e já levou em outra assistência que arrumou a fonte e montou ela errado, sem todos os parafusos, o que ocasiona os problemas de aterramento citados acima.
  12. Poderia postar uma foto de uma página em que ela imprime com problema para melhor entendimento. Cara, essas impressoras com carrossel dão muita dor de cabeça pros usuários, imagina pros técnicos...
  13. @Von Held não esqueça de dar feedback das dicas dos colegas acima para sabermos se conseguiu resolver o seu problema. Peguei uma vez uma L1300 da epson com um problema parecido no tracionar o papel, mas ela estava em garantia e teve o conjunto tracionador inteiro trocado para resolver.
  14. Pena não ter conseguido mais tempo para resolver, mas valeu um joinha pelo esforço!
  15. Esta impressora possui uma espécie de pré fonte, que costuma abrir o fusível quando ligada em 220v. Já verificou ela? Tem também na fonte principal um diodo bem pequeno embaixo do dissipador do mosfet que costuma entrar em curto. Caso não trocado a fonte queima novamente ao ser ligada.

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