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elias.girardi

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Everything posted by elias.girardi

  1. @Elétrica_Souza Realmente, o varistor e o termistor são dois componentes de proteção do circuito, mas com funções diferentes. Citando nosso amigo @Hélio: Termistor - variação na resistência que depende da temperatura. Temperatura baixa = resistência alta e vice-versa. Varistor - variação na resistência que depende da tensão. Tensão baixa = resistência alta e vice-versa.
  2. @Cau Castro Bom dia, poderia compartilhar conosco o que realmente fez para que a impressora voltasse a funcionar? Não esqueça de editar sua primeira mensagem e alterar o prefixo para Resolvido.
  3. @armando26 Boa tarde, conseguiu resolver o problema? Era mesmo no sensor? Favor atualize o tópico com uma posição.
  4. @Douglas Grillo Boa tarde, Faça alterações no título por favor: Coloca no seguinte padrão: Marca / Modelo - Defeito apresentado. Acredito que este resistor não esteja em curto, ele deve ter uma resistência bem baixa apenas.
  5. @Machizu Boa tarde, eu sempre tenho umas sucatas à disposição para trocar estas peças que queimam, só que este fusível e este varistor eu nunca vi queimar. Por ser um componente de segurança, pode retirar ele que a impressora funciona sem, mas se voltar a ligar em voltagem errada o prejuízo vai ser maior ainda. Muito comum queimar mais componentes quando se é ligada em 220 volts. Verifique este fusível pequeno marrom embaixo do varistor também pode ter aberto, verifique ponte de diodo, o capacitor principal grande se não estufou, bem como o mosfet principal também. Boa sorte!
  6. Começa medindo o básico, fusível, ponte de diodo, se o capacitor principal não está estufado e se o mosfet do dissipador não está em curto.
  7. @Elétrica_Souza Bom dia, mede a voltagem do capacitor maior da placa, ela tem que estar na média de 170 volts mais ou menos. O varistor é um componente de segurança, a tensão não deve cair ao passar por ele.
  8. @Cleiton Schmidt Se resolveu, parabéns! Não esqueça de encerrar seu tópico marcando como resolvido o prefixo dele, para isso basta editar sua primeira mensagem. Agradeça quem te ajudou com joinhas!
  9. @Elétrica_Souza Bom dia, abre um novo tópico que vai facilitar, isso mantem o fórum organizado. O título tem que ter o seguinte formato: Marca / Modelo - Problema apresentado.
  10. @Cau Castro Bom dia, você tem mais de uma impressora destas instalada no PC? Se sim, aconselho a desinstalar todas as L1300 e reinstala apenas esta. Quando se tem mais de uma mesma impressora instalada no computador podem ocorrer erros de comunicação na hora de resetar. Boa sorte!
  11. @Cleiton Schmidt Quando o problema está no cabeçote, resolve sim, o problema é o alto custo de um cabeçote e dos cartuchos, o que torna inviável o conserto na maioria das vezes. Sobre o jumper acho que seria pra isso, mas todas as vezes que tentei fazer não deu certo.
  12. @Cleiton Schmidt Exatamente isso, os cartuchos podem até estar cheios de tinta, mas o chip deles informa pra impressora que a tinta está sendo consumida, mesmo não estando. Dessa forma o nível vai baixando em cada tentativa de trocar o cartucho ou limpar o cabeçote. Até que chega o momento em que você não resolveu o problema ainda e a impressora começa a pedir pra trocar os cartuchos. Daí você tem dois problemas. E vai explicar isso pro cliente depois. Alguns entendem, outros não...
  13. @Cleiton Schmidt Boa tarde, sempre que pego este tipo de problema ou ele está no cartucho em questão ou no cabeçote, se não resolver trocando o cartucho novamente, então o cabeçote foi pro espaço. Pra mim, nunca consegui resolver fazendo jumper. Esses modelos de impressora são chatos porque todo teste que você faz ela consome um pouco de tinta dos cartuchos e começa a dizer que eles estão sem tinta e não avança mais se não trocar eles. Boa sorte aí!
  14. @zazulak Obrigado pelo retorno, a fonte é a das fotos abaixo. Não localizei outra fonte na impressora, apenas uma placa pequena que está também abaixo.
  15. @Augusto7744 Também posso estar errado, mas não acho que 0,1 volt vá queimar uma memória.
  16. @Augusto7744 Bom dia, não queima não, pode apenas não funcionar corretamente. O que queimaria seria colocar uma tensão maior do que a suportada na memória. Imagine um secador de cabelo que é 220 volts e você liga ele numa rede 110 volts. Ele não queima, apenas vai trabalhar com metade da potência. Agora imagina um secador 110 volts e você liga ele em 220 volts? Explode. Valew!
  17. @ronangledson Parabéns pelo conserto! Edita o seu primeiro tópico e marca o prefixo como resolvido! E não esqueça de agradecer com joinhas aos que te ajudaram. Feliz Natal pra vc também!
  18. Bom dia amigos, um cliente nosso ligou acidentalmente uma impressora HP M479fdw em 220 volts e fritou a placa fonte. Já foram feitas todas as tentativas de consertar, mas em vão. Acredito que a única saída seja a troca da placa, mas não estamos achando para comprar esta placa com nenhum fornecedor, achamos no Mercado Livre uma pessoa vendendo, mas o preço estava alto demais (R$1.800,00). Estamos a procura agora de alguma empresa que seja autorizada da HP para podermos encaminhar a impressora e fazer um orçamento do reparo. Alguém saberia indicar alguma empresa? Estou atualmente no Rio Grande do Sul, se tiver alguma em Porto Alegre, ótimo, mas pode ser em outros estados também. Obrigado desde já!
  19. @thiago lucena Boa tarde, pelo seu relato a impressora 416 piorou o sintoma após trocar o flat. Antes piscava somente o color, agora piscam os dois cartuchos. No monitor da HP no computador ele mostra como incompatíveis os cartuchos? Uma vez me aconteceu de dar a mensagem de atolamento de papel logo após a substituição do carro, no meu caso eu comprei um carro completo, com o flat e eu montei tudo direto na impressora, mas na verdade eu deveria ter desmontado o carro e montado somente o flat no carro original da impressora. Quando fiz isso, parou a mensagem de atolamento. Vou continuar pesquisando uma solução para te ajudar. Boa sorte!
  20. A molibdenita tem estado à frente, mas talvez o grafeno consiga pegar uma carona. [Imagem: Huamin Li Lab/Buffalo University] Transístor de grafeno e molibdenita Um transístor feito de grafeno e molibdenita exige menos da metade da tensão elétrica necessária para fazer funcionar os atuais transistores de silício. Enquanto a maioria dos transistores requerem 60 milivolts, este novo protótipo opera com 29 milivolts. Ele também tem uma densidade de corrente maior do que quaisquer outros transistores semelhantes em desenvolvimento. O transístor é composto de uma única camada de grafeno e uma única camada de dissulfeto de molibdênio, ou MoS2, que faz parte de um grupo de compostos conhecidos como calcogenetos de metais de transição. O grafeno e a molibdenita operam em conjunto, empilhados, e a espessura total do componente é de aproximadamente 1 nanômetro. "Novas tecnologias são necessárias para estender o desempenho dos sistemas eletrônicos em termos de potência, velocidade e densidade. Este transístor de próxima geração pode alternar rapidamente enquanto consome pouca energia," disse Huamin Li, da Universidade de Buffalo (EUA). Uma corrente elétrica excita a superposição de dois magnons com polarização linear (indicada pelas setas vermelha e azul). Posteriormente, a energia é transportada através do isolador antiferromagnético, o que é detectado como uma tensão elétrica. [Imagem: Ill./Andrew Ross] Ferrugem antiferromagnética Os isolantes antiferromagnéticos permitem velocidades de computação 1.000 vezes mais rápidas do que os eletrônicos atuais, com muito menos aquecimento. Os componentes também podem ficar mais próximos uns dos outros e os módulos de lógica podem se tornar menores, algo que não é possível com a atual tecnologia do silício devido ao aquecimento excessivo. O problema é que a transferência de informações nos isolantes antiferromagnéticos só funcionava em temperaturas muito baixas - mas quem vai querer colocar seu celular no freezer para poder usá-lo? Agora, físicos conseguiram eliminar esse problema. Eles usaram o óxido de ferro (α-Fe2O3) principal componente da ferrugem, como isolante antiferromagnético, porque o óxido de ferro está por todo lado e é barato de se fabricar. "Conseguimos transmitir e processar informações em um isolante antiferromagnético padrão em temperatura ambiente - e fizemos isto em distâncias longas o suficiente para permitir que o processamento de informações ocorresse," disse Andrew Ross, da Universidade Johannes Gutenberg em Mainz, na Alemanha. Será que teremos um Vale do InGaAs para substituir o Vale do Silício? Dificilmente. [Imagem: MIT] Vale do InGaAs Pesquisadores do MIT (EUA) e da Universidade Politécnica de Madri (Espanha) descobriram que uma liga semicondutora bem conhecida, chamada InGaAs (arsenieto de índio e gálio) pode competir com os transistores de silício. Embora possam operar em alta velocidade e com baixo consumo de energia, o desempenho dos transistores InGaAs se deteriora muito rapidamente conforme eles são miniaturizados. O saber científico até agora postulava que isso acontece porque, em pequenas escalas o material não consegue lidar bem com a passagem dos elétrons. Mas um estudo mais detalhado mostrou que essa deterioração não é uma propriedade intrínseca do próprio material, e sim devido a "armadilhas" no material representadas por óxidos dispersos na liga - além dessas armadilhas de óxido, existem armadilhas de interface e armadilhas de fronteira atrapalhando o fluxo de elétrons nos componentes eletrônicos. Bastou fazer os transistores de InGaAs operarem numa frequência alta o suficiente para que os efeitos desaparecessem, com os resultados mostrando uma eficiência comparável à dos transistores de silício na mesma escala de tamanho. Difícil é saber se, nessa altura do campeonato, ser tão bom quanto o silício seria suficiente para fazer a indústria mudar de material. Transformação de um material magnético duro em um ímã macio pela passagem de uma corrente [Imagem: Postech/10.1002/adma.202004110] Memórias magnéticas Pesquisadores da Coreia do Sul descobriram uma técnica para otimizar a eficiência energética de uma célula de memória magnética não-volátil chamado SOT-MRAM. SOT-MRAM é uma sigla em inglês para RAM magnética de torque spin-órbita, sendo um dos componentes mais avançados da spintrônica, a tecnologia pós-silício que se baseia não no movimento de enxurradas de elétrons, mas nos momentos magnéticos de elétrons individuais. Elas já são mais rápidas do que as RAM atuais, não perdem os dados na falta de energia, mas ainda exigem uma tensão alta demais para funcionar. Kaixuan Zhang e seus colegas melhoraram a eficiência energética das SOT-MRAM em mais de 100 vezes trocando materiais magnéticos duros por materiais magnéticos macios. Eles descobriram que o telureto de ferro germânio (Fe3GeTe2) - um material ferromagnético com simetria geométrica especial - muda de um ímã duro para um ímã macio quando uma pequena corrente é aplicada. Assim, quando não é necessário escrever informações, o material permanece um ímã duro, o que é bom para o armazenamento seguro, e somente quando a escrita é necessária o material muda para um ímã macio, permitindo maior eficiência energética. Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=transistores-computadores-sem-silicio&id=010110201211#.X9ulHVZKgdU
  21. @gasperpb Normalmente listras e oscilações são problema na própria tela, neste caso não vale a pena consertar pois o custo de uma tela é quase o custo de um monitor novo. Boa sorte aí!
  22. @gamerfan Na grande maioria das vezes é mostrado somente durante a gravação. Aí já é tarde, daí acaba perdendo o cd ou dvd.
  23. @Rods Boa tarde, já tentou com outro toner? O toner ou o cilindro também podem fazer estes barulhos...

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