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  1. Você sabe quais as diferenças entre os cabos HDMI e DisplayPort? Confira aqui neste artigo todos os detalhes sobre as duas tecnologias. DisplayPort e HDMI são dois padrões distintos para a transmissão de vídeo e áudio de um player para um monitor. Mas qual é a diferença entre o DisplayPort e o HDMI, além dos conectores claramente distintos? Afinal, eles foram projetados para fazer a mesma coisa? Os formatos DisplayPort e o HDMI são concorrentes? Bem, não exatamente. Embora o HDMI e o DisplayPort tenham o mesmo objetivo (que é enviar vídeo e áudio digital em alta definição de um dispositivo de origem para um monitor), eles foram de fato concebidos sob diferentes óticas. HDMI vs. DisplayPort: Surgimento O HDMI (abreviação de High-Definition Multimedia Interface) foi introduzido em 2003 por um consórcio de fabricantes de displays, incluindo Sony, Philips, Panasonic e Toshiba, todas grandes corporações voltadas principalmente para dispositivos de reprodução de imagens. É por isso que o HDMI é o padrão mais comum em aparelhos como televisores, projetores e computadores domésticos. Alguns anos depois, em 2006, outro grande consórcio de fabricantes de PCs e chips trabalhou para criar o DisplayPort (DP), um acompanhamento dos padrões VGA e DVI mais antigos. O foco principal eram telas de computador e equipamentos profissionais de TI, para mercados mais centrados em dados. HDMI vs. DisplayPort: Conectores O conector HDMI possui 19 pinos e quatro tamanhos diferentes, que são: Tipo A (padrão), Tipo C (mini), Tipo D (micro) e o Tipo E. O tipo A é o mais comum e o mais utilizado, já o Tipo E é usado para aplicações automotivas. O padrão HDMI geralmente vem com parafusos para prender o cabo ao soquete, pois assim, a trava impede que os cabos sejam puxados e interrompidos. Já o conector do DisplayPort vem com 20 pinos e possui apenas dois tamanhos, o DisplayPort padrão e o DisplayPort Mini. A interface apresenta o mesmo mecanismo de trava comentado acima, mas somente em conectores full-size, porque a especificação oficial não exige. Cabos HDMI No caso de uso de um cabo HDMI, deve-se prestar atenção no padrão de cabo que se está utilizando, pois cada cabo é voltado para uma tarefa específica, e se usado para algo a que não é destinado ele poderá apresentar bugs de áudio e de sincronização de vídeo. Atualmente existem 4 padrões de cabo HDMI, sendo que mais um está para ser lançado com a mais recente especificação 2.1. Veja abaixo as versões atuais de cabo HDMI: Cabo HDMI padrão: largura de banda indicada apenas para vídeos com resolução de 720p e 1080p; Cabo HDMI padrão com Ethernet: mesma largura de banda, mas possui suporte para Ethernet de até 100Mbps. Cabo HDMI de alta velocidade: alta largura de banda, podendo transmitir vídeos com resolução de 1080p acima, até 4K e 3D. Cabo HDMI de alta velocidade com Ethernet: mesmas condições de banda do anterior, mas com suporte para Ethernet de até 100Mbps. Além dos recursos acima citados, todas as portas HDMI modernas devem suportar a tecnologia FreeSync da AMD, que elimina 'lags' em jogos, combinando a taxa de atualização do monitor com a taxa de quadros da placa de vídeo. O HDMI, no entanto, não suporta a tecnologia G-Sync da Nvidia - para isso, você precisa do DisplayPort. Em termos de material utilizado nos cabos, geralmente o cobre é o mais comum. Os sinais também podem ser transmitidos por cabos CAT 5 ou CAT 6, cabos coaxiais ou via fibra. São considerados "ativos" os cabos que possuem circuitos integrados embutidos com objetivo de amplificar o sinal, e são mais longos e finos do que os "passivos". Adaptador que liga DisplayPort para HDMI. Cabos DisplayPort O DisplayPort é mais restrito, pois não consegue carregar dados Ethernet e também não possui canal para retorno de áudio na opção padrão, somente transmitir áudio digital multicanal. Junto de um adaptador, é possível fazer um cabo DisplayPort conectar uma fonte DisplayPort que vá até um monitor VGA. Estes adaptadores também permitem a conexão de um cabo DisplayPort com um display de link único DVI ou HDMI. Já os cabos HDMI só podem ser conectados com interface DVI com o adaptador. Versões de DisplayPort: DisplayPort 1.2 : Suporta até 4K a 60Hz, algumas portas 1.2a também podem suportar o FreeSync da AMD DisplayPort 1.3 : Suporta até 4K a 120Hz ou 8K a 30Hz DisplayPort 1.4 : Suporta até 8K a 60Hz e HDR Isso pode parecer menos poderoso do que o HDMI (especialmente considerando os recursos do HDMI 2.1), mas o DisplayPort está presente em alguns dos melhores monitores - como o Acer XR382CQK, e também tem algumas vantagens. Primeiramente, ele suporta o FreeSync da AMD e o G-Sync da Nvidia, para que você tenha uma experiência de jogo livre de lacunas, independentemente de qual você usa (desde que o seu monitor suporte a tecnologia, é claro). Além disso, você pode conduzir vários monitores a partir de uma conexão DisplayPort, em vez de usar várias portas, o que é útil. Notebooks podem até enviar sinais DisplayPort através de uma porta USB-C. Áudio e Vídeo Neste ponto, é o HDMI que perde pontos, pois com ele só se consegue um único stream de áudio e um stream de vídeo apenas, ou seja, só pode transmitir para uma tela ou um monitor por vez. É um ponto negativo se pensado na quantidade de pessoas que utilizam mais de um monitor hoje em dia. Já com um cabo DisplayPort se vai mais longe. Uma interface garante transmissão para até quatro monitores com resolução de 1920x1200, ou ainda dois monitores de 2560x1600. Cada tela recebe fluxos de áudio e vídeo. Em alguns casos, dependendo da GPU, também é possível montar uma conexão para juntar seis monitores em uma só fonte. Conclusões Em conclusão, você deve ter em mente que a porta escolhida depende dos recursos do seu monitor, e dos recursos de que você precisa. O DisplayPort é um pouco mais versátil, mas se o seu monitor oferece apenas a escolha entre HDMI 2.0 e DisplayPort 1.2, o HDMI pode ser a melhor escolha. Isso porque o HDMI 2.0 suporta HDR e o DisplayPort 1.2 não. Naturalmente, você precisará consultar as especificações do monitor para decidir qual porta usar em sua configuração específica. fonte: oficinadanet.com.br
  2. P1, P2, P3 e P10: Saiba a diferença entre os conectores TS, TRS e TRRS Se você está precisando entender a diferença entre os cabos P1, P2, P3 e P10, aqui você vai entender para que cada um deles serve e como utilizá-los. Neste universo tecnológico, a nomenclatura de dispositivos é fundamental, pois apenas uma letra ou um número diferente muda tudo sobre o produto. E se você está precisando de cabos conectores, muito provavelmente pode se deparar com o P1, P2, P3 e P10. Afinal, qual a diferença entre estes conectores? Aqui você aprendera um pouco mais sobre os cabos TS, TRS e TRRS. Você deve ter muitos cabos em casa, assim como eu. Eles estão por todo o lado. No computador, no smartphone, na TV, na sua guitarra ou violão. Enfim. Há vários tipos de cabos, e nem sempre sabemos para que cada um deles serve. Nesse artigo iremos abordar as funções e as diferenças entre os conectores. Entenda as variedades de entrada de áudio e como identificá-las, além de descobrir por que um determinado cabo não funcionará para todas as suas necessidades. História O tamanho de plug 3,5 mm foi originalmente projetado na década de 1950, como conectores de dois condutores para fones de ouvido em rádios de transistores, e continuam sendo usados como padrão atualmente. Esta versão de aproximadamente metade do tamanho do original, popularizada pelo rádio Sony EFM-117J (lançado em 1964), ainda é comumente usada em dispositivos portáteis. Tornou-se muito popular com os Walkmans, já que ao contrário dos rádios transistores mais antigos, esses dispositivos não tinham alto-falantes; a maneira usual de ouvi-los era conectar fones de ouvido. Os tamanhos de 2,5 mm foram similarmente popularizados em pequenos eletrônicos portáteis. Eles freqüentemente apareciam ao lado de um conector de microfone de 3,5 mm para um interruptor liga / desliga do controle remoto, nos primeiros gravadores portáteis; o microfone fornecido com essas máquinas tinha a chave liga / desliga e usava um conector de duas pontas, com os plugues de 3,5 e 2,5 mm. Eles também foram usados ​​para entrada de energia CC de baixa tensão de adaptadores de parede. No último papel, eles foram logo substituídos por conectores de alimentação CC coaxiais. As entradas de 2,5 mm também foram usadas como conectores de alguns telefones celulares. Qual a diferença entre os cabos P1, P2, P3 e P10? Identificando os plugs Atualmente, temos três tamanhos principais de fones de ouvido, medidos pelo seu diâmetro: 6,35mm, usado em instrumentos (P10), 3,5mm (P2 e P3) e 2,5mm (P1). Ou também chamados por polegada: 1/4" (P10), 1/8" (P2 e P3) e 3/32" (P1), mais três configurações principais de plugue, conforme você pode ver na imagem abaixo. É mais fácil e mais preciso fazer referência a cada tipo por meio da configuração P1, P2,P3, P10, para evitar qualquer mal-entendido, especialmente quando o áudio balanceado é levado em consideração. Esta descrição funciona para todos os tamanhos, por isso não desanime que os diagramas mostrem 3,5 mm e não 6,5 mm. Os cabos de áudio de nível profissional utilizados para apresentações ao vivo, têm por vezes os seus próprios conjuntos de regras. Neste artigo, estamos discutindo apenas tomadas de áudio não balanceadas, ou de uso geral. Microfone Estéreo Plus O local mais comum de encontrar um conector de áudio é em seu smartphone ou computador. Apenas conecte seus fones de ouvido e pronto. Tanto o áudio mono quanto o estéreo foram padronizados, para garantir a compatibilidade do equipamento entre sistemas analógicos - mesmo quando adaptados a RCA. Quando chegou a hora de adicionar um canal de microfone, as coisas ficaram um pouco em forma de pêra porque havia duas escolas de pensamento sobre como conectar as conexões. Um chamado CTIA e outro conhecido como OMTP. Alguns fabricantes optaram por trocar o soquete para fazer o contato da luva como a linha de aterramento (OMTP), enquanto outros optaram por deixar o contato com a base onde estavam, e espremer o novo canal na manga (CITA). Como você pode ver no diagrama acima, houve um benefício em manter inalterada a posição de contato com a base, e esta é a solução que vemos com maior frequência em fones de ouvido para computadores, smartphones e tablets. Este foi sem dúvida o primeiro padrão. Áudio e Vídeo O áudio do microfone não era o único tipo de sinal que esse novo contato poderia transmitir, e com a miniaturização de câmeras e filmadoras. A saída de áudio e vídeo analógica chegou logo à nós na forma de P3 para cabos 3RCA. Novamente, sem um padrão definido, as pinagens dentro do soquete fêmea podem mudar de um fabricante para outro. Uma filmadora Sony provavelmente não funcionaria com um cabo breakout Panasonic AV, porque elas não eram conectadas da mesma maneira. Em alguns casos, você pode trocar a RCA e continuar obtendo áudio e vídeo, mas nem sempre dá certo. Por que mover a forma de contato com a base? Se um fabricante mudasse os plug, impedia que os acessórios do concorrente e do mercado de reposição funcionassem em seus dispositivos, possivelmente com a intenção de forçar o consumidor a comprar "o original". Você pode agradecer as grandes marcas por isso! Plugues de Mixagem e Soquetes Como você pode imaginar, conectar um plugue P2 em um soquete P3 ou vice-versa resultará em um curto-circuito entre um canal e o terra. Na maior parte, um curta como este não é uma grande preocupação: Os conectores TS/TRS são conhecidos como P1 (TS, TRS ou TRRS 2,5 mm), P2 (TS, TRS ou TRRS* 3,5 mm) e P10 (TS ou TRS 6,35 mm). O diagrama acima mostra um plug regular de fones de ouvido P2. Usar ele em um smartphone não permitirá fazer chamadas de voz com "mãos livres", mas também não danificará nada. Isso também funciona para outros dispositivos como tablets e notebooks/PC. Pode surgir problemas ao misturar cabos onde o contato com a base não está no primeiro anel. Os telefones Nokia, as filmadoras Panasonic e os leitores de DVD portáteis para automóvel tiveram suas pinagens movimentadas no passado, portanto, e é preciso ter cuidado para evitar danos ao trabalhar com equipamento especial ou ao tentar conectar diferentes tipos de produtos. Isso é difícil quando os cabos parecem idênticos, mas estão conectados de maneira diferente. Você não pode enviar muita energia em um circuito em curto. Soluções Infelizmente, não existe um produto universal que possa funcionar com todos os dispositivos, e é impossível olhar para dentro de um soquete fêmea para saber para qual plug usar. Quando se trata de filmadoras, a melhor opção é procurar um acessório oficial do fabricante. Para fones de ouvido estéreo com microfone, as coisas são muito mais fáceis. No máximo, você pode precisar dividir um TRRS em plugues estéreo, e de microfone separados, para se adequar ao seu notebook ou computador. Usos comuns de cada um TS (P10) Um plugue TS ou P1 possui dois condutores e pode existir pelo menos como 1/4 "e 3,5mm, podendo ser usado com conexões mono desequilibradas, no nível do microfone, no nível da linha ou no nível do alto-falante. TRS (P1 e P2) Um plugue P2 tem três condutores, e pode existir pelo menos como 1/4 "e 3,5mm, podendo ser usado com conexões mono balanceadas (especialmente quando não há espaço suficiente para o XLR de 3 pinos preferencial), embora muito seja usado para estéreo desbalanceado, no nível do microfone, no nível da linha ou no nível do alto-falante. TRRS (P3) Um plugue TRRS ou P3 possui quatro condutores, e é muito popular com 3,5 mm, podendo ser usado com áudio estéreo não balanceado com vídeo, ou com áudio estéreo não balanceado, e um condutor de microfone mono. O conector TRRS é extremamente popular entre smartphones e tablets e, até em certo ponto, com computadores, incluindo notebooks Windows e Macs. Infelizmente, existem dois padrões conflitantes associados ao seu uso, com áudio estéreo desbalanceado e um condutor de microfone mono. Algumas combinações permitidas e proibidas Aqui estão algumas combinações permitidas e proibidas. Conexão permitida De um modo geral, é perfeitamente possível conectar um fone de ouvido estéreo P2 - sem microfone - ao seu smartphone ou tablet que tenha um soquete P3. Como você verá observando os dois padrões P3, há uma sobreposição de padrões, de modo que o P2 se alinha perfeitamente aos conectores apropriados na parte externa do soquete. Em muitos smartphones, a detecção de um P2 desliga automaticamente o alto-falante interno, enquanto mantém o microfone do dispositivo ativo, para que você possa ter uma conversa telefônica ouvindo seu fone de ouvido estéreo, e ainda falando ao telefone. Combinações Proibidas Não conecte os fones de ouvido P3 na entrada de fone de ouvido P2 de alguns microfones MXL, que possuem um cabo Y embutido no cabo do microfone. Isso causará problemas graves. Se você estiver usando qualquer dispositivo de áudio digital para gravar com seu smartphone ou tablet (por exemplo, 30 pinos, Lightning ou USB OTG), incluindo qualquer um dos muitos dispositivos de áudio digital que funcionam com Android ou iOS, não conecte seus fones de ouvido na entrada P3 do seu smartphone ou tablet durante uma gravação. Você deve usar apenas o fone P2 (ou um adaptador) para monitorar quando estiver gravando de uma fonte digital no smartphone ou tablet. Caso contrário, em muitos casos, a presença do plugue P3 fará com que seu smartphone ou tablet substitua a fonte digital. fonte: oficinadanet.com.br
  3. Ola meus amigos estou com este defeito de travar ou desliga. ja estou com esta maquina ja tem quase 2 semana e não resolvi. testes feito: troca de HD (3 unidades) troca do processador ( 2 unidades) troca de memoria ( 4 unidades ) troca da placa mae ligada sem o teclado bios regravada com troca de chip ja não sei mais o que fazer, alguem tem uma opinão diferente que posso acresentar
  4. Ola amigos estou com este positivo que trava(congela) com menos de 15 min de utilização, só volta ao normal apos pressionar o power. testes feitos: troca de memória troca de processador troca de HD placa ligada sem o teclado continua o mesmo travamento
  5. Auto Dark Mode - alterna automático entre tema escuro e claro Visualizar Arquivo Altera o tema do windows 10 entre tema escuro e claro em horario programado. Uploader henri007 Enviado 22-05-2020 Categoria Windows  
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    Altera o tema do windows 10 entre tema escuro e claro em horario programado.
  7. Bom dia Já tenho há meio ano um domínio registrado que utilizo como ecommerce e configurado o CNAME no Registro.BR para funcionar com uma plataforma de ecommerce (no caso, provedora da estrutura para cadastrar meus produtos) e está operando desde ano passado. Inclusive, configurado a proteção com a Cloudflare Para incluir o Cloudflare, foi precisa Editar a Zona e lançar os códigos em servidor Master e Slave Contratei um servidor apenas para hospedar um conta de email com o meu domínio próprio, mas a ferramenta não consegue transferir para si o meu domínio Isso é algum problema de incompatibilidade? Ou preciso limpar o registro CNAME do Registro.BR e depois transferir tudo para este novo servidor?
  8. Olá, estou com esse mosfet duplo AO4914 queimado e não encontrei outro na sucata, ele possui um diodo schottky entre dreno e source do mosfet 1 e o mais próximo que encontrei foi o 4830 porém o diodo dele fica entre o dreno e source do mosfet 2. Seria possível colocar esse no lugar e depois soldar um diodo entre D1 e S1? Datasheets: http://www.aosmd.com/pdfs/datasheet/ao4914.pdf https://www.vishay.com/docs/72021/si4830ad.pdf
  9. Olá pessoal, Estou com um projeto para fazer onde eu tenho que ter uma comunicação entre dois hardwares para saber qual a distância entre eles. Essa distância estará entre 1 e 10 metros, podendo haver obstáculos como árvores, veículos, etc. Estava dando alguma pesquisada e vi algumas coisas para calcular através de eco, da forma que o sonar faz, porém existem alguns problemas que nesse cenário eu terei muito barulho e também existirão alguns obstáculos entre esses equipamentos. Eu gostaria de algumas ideias de como eu poderia resolver esse problema, não preciso que me passem nada pronto, apenas ideias para que eu possa pesquisar sobre elas e ver qual a melhor que se adequaria para este projeto. Muito obrigado
  10. Olá! Baseado nessa parte do datasheet, é possível afirmar que é a mesma coisa? A tela do meu monitor está toda manchada (urina de gato), o código dela é HT190WG1-600 (esquerda) e a outra, anunciada no MercadoLivre é SVA190WX02TB. HT190WG1-600 SVA190WX02TB
  11. Hola a todos, espero entiendan algo de español, mi nombre es Federico Locker, soy de Entre Ríos - Argentina. Conocí EletronicaBR a traves de Google. Soy Técnico en electrónica y automatización industrial, me dedico al servicio técnico de equipos electrónicos como Smart TV, Monitores, equipos de audio. Así que espero nos podamos ayudar mutuamente, saludos para todos.
  12. Caros amigos, vejo que muita gente tem passado maus bocados com essa linha de Nobreaks então resolvi dar umas dicas, já que eu também sofri bastante com este modelo. Trata-se de um Nobreak SMS Power Vision II Interativo uPV3000BIFX versão da placa é PCIV007240. Esse nobreak é diferente da maioria da linha 3000 da SMS. Este aqui usa um módulo complexo de processamento (muitos chamam de placa filha e a versão desta placa é PCIV0011) ao invés de usar um microprocessador simples (PIC16Fxxxxx) como a maioria usa. Meu Nobreak deve ter tomado raio ou pego uma faísca através da rede e os defeitos eram vários. * Funcionava em modo bateria (porém começava a apitar intermitentemente e desligava depois de 10 segundos). *Não reconhecia rede elétrica nem em 110V e nem em 220V e ficava apenas batendo os relês quando plugados na rede. OBS--> Um esquema elétrico que ajuda muito e que bate quase tudo é o do Nobreak SMS Power Vision II µPV3000Bi versão da placa ZESQ0072-02 e também a versão ZESQ0072-00 (PCIV007200 ou PCIV007202). Talvéz tenha até pra baixar aqui no Forum. O Defeito do Inversor pude verificar 2 problemas de cara. A ventoinha estava travada (O que ocasionou na carbonização de R51 que teve que ser trocado) . Outro problema é que não encontrei tensão no pino central de IC2 (LM19) . Tinha 5V na entrada do CI mas não tinha nada na saída e portanto o micro não recebia informação nenhuma sobre a temperatura do sistema inversor. Desmontei a ventoinha e recuperei a mesma, limpando muito minuciosamente o eixo, o interior da bucha e lubrificando tudo muito bem, com isso ela voltou a funcionar perfeitamente (O correto seria trocar a ventoinha mas como eu não tinha uma nova e o cliente exigia muita pressa então esta foi a solução). Troquei o LM19 e após estas ações o Nobreak voltou a funcionar PERFEITAMENTE no modo Bateria, porém restava ainda o problema de não reconhecer a rede nunca! OBS---> Muitos outros problemas podem ser responsáveis por mau funcionamento no inversor e estou aqui apenas me referindo ao MEU CASO.!!!! Caso o seu problema seja outro você deve verificar os FETS do dissipador, Transformador de Força, LM324 smd da placa do processador (PCI1), placa do micro defeituosa, transístores, diodos e resistores de toda a rede de Q29, Q28, Q31, Q30, etc... O Defeito de não reconhecer a rede (e esse me deu muito trabalho), Após verificar FS1, R43 e R45 e notar que estavam bons, verifiquei então todos componentes na rede que sucede estes componentes e fazem o estágio de reconhecer se o Nobreak está conectado a energia da rede ou não (IC 8 e IC9). IC8b detecta se o aparelho está na tomada e se tem energia elétrica na mesma e IC9 junto com IC8a darão a referencia da frequência da rede elétrica (60Hz em nosso caso). ATENÇÃO!!! SEM QUALQUER UMA DESTAS DUAS INFORMAÇÕES O APARELHO NÃO ENTRARÁ EM MODO REDE!!! Se estes circuitos estiverem funcionando, teremos com o nobreak conectado a uma tomada de 110V, algo em torno de 1.3V no pino 7 de IC8 (Vin) e 7.5V no pino 1 de IC8 (SINC). No meu caso pude perceber que não tinha nada no pino 1 então o micro não recebia a informação de 60Hz da rede. Encontrei D21 (BAT85S) em curto e mesmo após a troca não resolveu. Notei que IC8 (LM358) tbm esquentava e mesmo após a troca ainda não resolveu!!! Verificando o circuito divisor de tensão que vai ao pino 2 de IC8 (entrada inversora deste amplificador operacional) , não notei nada estranho mas ao verificar o pino 3 do mesmo CI, (entrada do amplificador operacional), notei uma tensão muito baixa que não fazia sentido então suspeitei do optoacoplador (IC9 TLP521) estar "matando" esta tensão. Tirei o mesmo da placa e já no multímetro deu pra notar uma fuga enorme entre os pinos 3 e 4 (transistor interno do optoacoplador). Substituí o mesmo (pode usar PC123 ou PC817 que funciona) e tudo voltou ao normal! Deixarei o aparelho 2 dias em teste e se tudo ficar à contento eu colocarei o tópico como resolvido! Sei que o post ficou meio grande mas ao ver na NET que muuuuita gente está com esse mesmo defeito neste aparelho e a maioria não conseguiu resolver, achei que pudesse dar uma ajuda pra quem se interessar ou precisar!!! Atenciosamente.. PCROCK
  13. O que é CPU e GPU? Qual a diferença entre elas? O que é CPU e GPU? Uma única letra resulta em um funcionamento completamente diferente para dois componentes essenciais de um computador, principalmente aqueles voltados para jogos ou aplicações gráficas mais pesadas. Mas, afinal de contas, qual a diferença real entre esses dois termos, que podem causar dúvidas na cabeça de quem está procurando um PC para se divertir ou trabalhar? A resposta, felizmente, é simples e já pode ser respondida com um olhar sobre o que, exatamente, são essas siglas: CPU é a abreviação de Central Processing Unit, ou Unidade Central de Processamento; enquanto GPU é a Graphics Processing Unit, ou a Unidade de Processamento Gráfico. A primeira é a peça central de qualquer computador, enquanto a segunda simplesmente não pode existir sem ela. O mandachuva A CPU é como o "cérebro" do computador, sendo o responsável por todas as atividades da máquina e por interpretar os comandos do usuário Para resumir da forma mais básica possível, a CPU é o cérebro do computador. Quando falamos de modelos de processadores de marcas como Intel ou AMD, por exemplo, nas notícias do Canaltech, estamos nos referindo a esse componente, que basicamente é responsável por todas as operações realizadas em uma máquina, das mais simples às mais complexas. E assim como nosso cérebro, o processador está sempre funcionando. Quando você abriu o navegador para acessar este artigo, tecnicamente, o que você fez foi enviar um comando à CPU, que realizou os cálculos necessários e, efetivamente, iniciou o aplicativo para você. Até mesmo o movimento do mouse e o clique necessário para isso passaram pelo processador. O mesmo vale para outras rotinas que não estão necessariamente ao alcance do usuário, mas também influenciam na utilização do computador. É o processador, por exemplo, o responsável por decidir quais dados serão armazenados na memória e de que maneira isso será feito, além de balancear a forma que seu próprio poder será utilizado para proporcionar a melhor experiência, de acordo com aplicações prioritárias, mais utilizadas, críticas ou aquelas que exigem um mais processamento. No lado mais técnico da questão, vale a pena citar que todos os comandos e atividades feitas em um computador são, basicamente, números (mais exatamente, dois deles, 0 e 1). O que você enxerga graficamente na tela, com a seta do mouse, um menu ou até mesmo este texto, no interior da CPU são sequências numéricas infinitas e problemas de matemática ou lógica que estão sendo resolvidos pela CPU em tempo real e velocidade incrivelmente rápida, convertidos de volta em um formato amigável que pode ser visto pelos olhos até mesmo dos mais leigos. Os processadores da linha Core i, da Intel, estão entre os exemplos de CPU mais utilizadas do mercado Todos os dispositivos que realizam operações possuem uma CPU, desde o seu computador ou celular até aquele alto-falante inteligente ou seu console de videogame. São exemplos as famílias AMD Ryzen e Intel Core i, para PCs, ou Snapdragon e Bionic, para smartphones e tablets. Apesar da finalidade um bocado diferente, ambos funcionam essencialmente da mesma maneira. Sobre os processadores, ainda é importante frisar que eles são capazes de realizar diversas operações ao mesmo tempo, e na medida em que evoluem, esse potencial só aumenta. Os diferentes núcleos são os principais responsáveis por esse aumento de capacidade e, basicamente, quanto maior o número deles, maior sua capacidade de processamento. A quantidade de núcleos define o poder de processamento paralelo de uma CPU, permitindo que diferentes tarefas sejam desempenhadas pelo componente ao mesmo tempo É como se você tivesse vários cérebros para pensar em diferentes coisas de uma só vez e é exatamente assim que um sistema operacional como o Windows trata os processadores de núcleo múltiplo. São várias cabeças pensando ao mesmo tempo e de forma paralela, dividindo as atividades entre si; caso contrário, a quantidade de tarefas simultâneas poderia ultrapassar a capacidade do componente, resultando em lentidão e travamento. Vale lembrar que, mesmo que você esteja utilizando apenas um único recurso por vez, seu computador está trabalhando em diversos deles ao mesmo tempo. Enquanto você joga ou lê esse artigo no navegador, seu antivírus permanece ativado e te protegendo, enquanto o e-mail continua de prontidão para avisar sobre a chegada de novas mensagens. Você conseguiria manter a atenção em um filme e livro ao mesmo tempo? Provavelmente não, mas a CPU, com seus diferentes núcleos, pode fazer isso. Afinal de contas, como dito, é essa a unidade responsável por transformar todos os comandos e atividades pedidas pelo usuário ou solicitadas pelo sistema em algo palpável, como a música que você pediu para a assistente do Google reproduzir, a abertura de uma rede social para postar aquela selfie bonita ou a execução daquele jogo que você estava tanto esperando. E quando falamos em games, entramos na segunda parte dessa pergunta, sobre as utilidades da GPU. O “artista” Se a CPU é a central de processamento do computador, GPUs como as da linha GeForce GTX servem aos trabalhos gráficos e visuais do computador Como o nome já indica, a GPU, conhecida popularmente como placa de vídeo, também é uma unidade de processamento como a CPU, mas com uma diferença: ela é voltada especificamente para atividades gráficas como jogos, softwares de edição de vídeo, modelagem tridimensional ou exibição de vídeos. Tais aplicações exigem cálculos específicos e muito mais especializados, que podem entrar no caminho do funcionamento geral de um processador. Teoricamente, processadores também podem realizar tais atividades, mas, na prática, esse tipo de coisa entraria em conflito com todas as outras tarefas que estão sendo feitas pela CPU. Todas, sim, são baseadas em contas aritméticas e problemas numéricos baseados em 0 e 1, que depois são convertidos de forma visual para o usuário. As semelhanças, entretanto, param por aí, na parte essencial da coisa. A grande diferença entre os cálculos comuns de um processador e aquele envolvido em tarefas gráficas está na carga exigida por essas aplicações, com muitos pontos para formar a imagem, conversões de arquivos e geometria para formar as figuras tridimensionais vistas em um jogo. É aí que entra o processamento de uma GPU, que por si só funciona de forma paralela à CPU e realiza tarefas específicas para que a unidade central de processamento possa lidar com outras coisas. Alguns jogos até rodam sem uma placa de vídeo no PC, mas nada como Red Dead Redemption 2, que exige o máximo de desempenho para funcionar bem Quando mencionamos nomes como Geforce RTX ou AMD Radeon, é de GPUs que estamos falando. Seu celular também tem um desses, na forma de chips como Adreno, normalmente disponíveis em smartphones Android. As placas de vídeo também contam com diferentes núcleos pelo exato mesmo motivo: dividir os trabalhos mais pesados, garantir otimização e um melhor aproveitamento dos recursos disponíveis. Você consegue rodar um jogo no seu computador sem GPU? Consegue, mas com qualidade gráfica reduzida e, provavelmente, enfrentando um bocado de lentidão. É como chamar um especialista para realizar um trabalho ou, então, confiar em um faz tudo para isso; o primeiro sempre entregará um resultado melhor. Ao contrário, porém, não existe computador sem uma CPU. Todos os outros componentes dependem dela, desde as memórias e o acesso aos dados armazenados até atividades como economia de energia, gerenciamento de recursos e até mesmo a utilização da GPU. O processador é, basicamente, a peça central para que toda a mágica aconteça. Fonte
  14. Serviços cloud – armazenamento SSD, SAS ou SATA: qual a diferença entre eles? – armazenamento SSD, SAS ou SATA: qual a diferença entre eles? Quando falamos em computação em nuvem, sempre pensamos em armazenamento como se fosse um recurso único e padronizado. A verdade é que, tanto em dispositivos quanto nos serviços cloud, a tecnologia que garante ao armazenamento pode variar. A diferença das tecnologias não é apenas protocolar, os diferentes tipos de armazenamento entregam velocidades, capacidades e conexões diferentes, é importante que você conheça essas diferenças antes de definir a sua escolha. Por mais que pareça irrelevante se preocupar com a tecnologia que envolve o armazenamento na nuvem, temos que lembrar que, com a transformação digital, o número de dados que são produzidos nas empresas está crescendo vertiginosamente. Contar com o modelo ideal de dispositivo de armazenamento fará toda a diferença no longo prazo, em que a empresa necessitará de agilidade e segurança nas requisições. Nesse post, explicaremos detalhadamente as três principais tecnologias utilizadas para o armazenamento de dados. São elas: SSD, SAS e SATA. Confira! O que é SATA? O nome SATA vem de Serial ATA — do inglês “Advanced Technology Attachment” —, que é o modelo de HD que substituiu os antigos IDE, corrigindo antigas limitações desse hardware. A sigla indica como os dados são transmitidos do PC para o drive. A diferença para o IDE é que a transferência é feita em série não mais em paralelo. A vantagem do SATA é fazer a conexão direta entre o armazenamento e o controlador, com sua arquitetura ponto a ponto. Quais são as principais vantagens dessa tecnologia? O SATA privilegia a refrigeração dos componentes internos, pois os modelos com 80 filamentos foram substituídos por fios planos com 7 filamentos mais finos. Como os cabos são mais estreitos, há um maior aproveitamento do comprimento deles. Nesse modelo mais novo, temos 2 fios sendo utilizados para a recepção e 2 para o envio de dados, sendo que os 3 restantes ficam com a função de fio terra. Essa divisão em 2 canais separados, um para receber e outro para enviar, melhora a frequência de dados, eliminando os problemas de sincronização, que eram causados com as interferências e pela falta de sincronização. Em suma, podemos dizer que os HDs SATA melhoram as transmissões de dados, se mostrando muito mais eficiente do que o padrão master-slave dos antigos IDEs. O que é SAS? O SAS é a evolução do SATA, mantendo a comunicação em paralelo, mas entregando um padrão totalmente novo de SCSI. Podemos dizer que o SAS está para o SATA, e que o SATA está para o IDE. Como funciona a tecnologia SAS? Ao contrário dos outros modelos de HD, que só entra em atividade quando há uma requisição, o SAS fica ativo o tempo todo, enquanto o computador está ligado. Os modelos apresentam uma vedação excelente, capaz de impedir a entrada de poeira e de ar que poderiam danificar o sistema e impedir o acesso a arquivos. Os discos rígidos ficam dispostos sobre um eixo rotativo de alta velocidade. No modelo SAS, a comunicação se dá via transmissão seria, e full-duplex, com uma taxa média de 3 gigabytes por segundo no envio e recebimento de dados. O comprimento dos dados pode chegar a 8 metros, oferecendo um suporte hot-plug, podendo conectar 4 dispositivos em cada. Quais são as principais vantagens do SAS? O modelo SAS, por ser uma evolução criada com base no SATA, apresenta uma boa compatibilidade com o padrão mais antigo. A vantagem desse modelo é poder conectar vários HDs em uma única porta — com a utilização de extensores. Além de entregar uma maior capacidade de armazenamento, o SAS entrega mais velocidade do que o modelo anterior. Isso acontece graças aos eletroímãs que estão em seu interior. O que é a tecnologia SSD? O SSD é uma tecnologia de armazenamento que veio como uma espécie de evolução dos HDs, até então dominantes quando o assunto era armazenamento de alto escala. A primeira grande diferença entre os SSD e os HDs é que o primeiro não tem partes móveis. O aparelho é desenvolvido em torno de um circuito integrado semicondutor, que fica responsável pelo armazenamento; diferentemente dos HDs, que dependem dos sistemas magnéticos. Mas quais são as diferenças práticas entre o SSD e o HD? Já sabemos que o SSD dispensa as partes mecânicas, isso reduz as vibrações e tornam os SSDs completamente silenciosos. Por não depender dessas partes móveis, o acesso à memória flash é reduzido em relação aos HDs, ou seja, as requisições são mais rápidas. Essa ausência também dá uma maior resistência aos SSDs, por ser constituído em bloco. Isso torna os computadores dotados de SSD mais rápidos do que os dotados de HDs: ou seja, para atingir uma velocidade semelhante, os HDs dependem de muito mais energia. Agora você tá pensando: mas se o SSD é tão vantajoso em relação ao HD, por que ele não substituiu completamente os velhos discos rígidos? Porque esses pequenos e velozes dispositivos são mais caros do que os HDs — para empresas que trabalham com volume de armazenamento, o custo de cada gigabyte do SSD acaba sendo bem mais caro do que o SSD. É claro que, como tudo no mundo da tecnologia, o barateamento do armazenamento em SSD é questão de tempo, o que coloca essa tecnologia como uma real substituta do HD, e não apenas como uma alternativa. Como escolher a melhor solução? A escolha da melhor solução para os serviços cloud deverá ser feita baseada em uma análise de custo-benefício. Temos os dois modelos de HDs, o SATA e o SAS e o SSD como opções de armazenamento. Já sabemos que o SSD é um pouco mais caro, mas entrega uma velocidade e eficiência melhor do que os HDs. Em contrapartida, o HD SAS, traz a evolução do SATA e, mesmo com uma tecnologia que envolve componentes móveis, traz um sistema muito mais seguro e vedado, com proteção anti-impacto, que entrega uma qualidade importante para os serviços de nuvem. Converse com o seu provedor e analise os planos, de acordo com o volume de dados que a sua empresa produz, e veja aquele que atenda melhor ao seu bolso. Esperamos que, após a leitura deste post, você tenha entendido a diferença entre os modelos de armazenamento. Com esse conhecimento, você terá mais base para opinar na hora de negociar os serviços cloud para a sua empresa, agregando desempenho e confiabilidade para os seus dados. Fonte
  15. Senhores, Estou com um Nobreak NHS modelo COmpact Plus III, oscilando de maneira intermitente entre modo rede e modo Bateria. Já Verifiquei Bateria A rede de entrada está OK ULN2003 Está ok Relés de estão ok Desde já agradeço.

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