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  1. Grande parte dos equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos utilizados no cotidiano oferece a opção para ligação de 110 ou 220 volts. Saiba quais são as diferenças entre elas e outras curiosidades Na hora de comprar um novo aparelho elétrico, é comum nos depararmos com especificações que mostram diferentes voltagens nos detalhes técnicos do produto em questão. 110V e 220V são as que, atualmente, são adotadas em todo o território nacional. Há ainda os aparelhos bivolt, aqueles que aceitam dois tipos de tensão. Mas o que explica a existência desses três tipos de voltagem? E quais são as principais diferenças entre elas? O Showmetech te conta essas e outras curiosidades nesta matéria. A origem dos 110V e 220V Eventualmente, você já deve ter viajado para outras cidades do Brasil em que as tomadas tinham uma tensão diferente das que você estava habituado a utilizar, ficando dessa forma sem poder usar o secador de cabelo, o barbeador ou até mesmo o carregador da bateria do seu smartphone. Mas por que há essa variação? Para responder essa pergunta, é preciso voltar um pouco no tempo. No final do século XIX e início do século XX, período no qual a rede elétrica passou a ser instalada no país, diversas companhias que existiam por aqui passaram a tomar conta de cada região do Brasil. Isso significa que não houve uma convenção sobre a energia elétrica na época, permitindo que cada concessionária seguisse influências do seu país de origem. Por exemplo, nos Estados Unidos, o 110V sobressaía, e as regiões brasileiras que tiveram influências dos americanos, como o Sudeste, optaram por esse tipo de potencial elétrico. Poucos foram os casos de concessionárias que adotaram as duas tensões em uma mesma instalação. As escolhas dos métodos que seriam utilizados foram feitas levando em consideração, principalmente, a economia e segurança que um sistema poderia apresentar em relação ao outro. A distribuição de energia elétrica tende a ficar mais barata com transformadores e fiação de postes no 220V. Apesar disso, o 110V é uma opção mais segura, sendo por este motivo a mais utilizada no país. Atualmente, o continente americano inteiro usa mais 110V, enquanto que Europa, África e Ásia optam em sua maioria por 220V. Há diferença entre as tensões? Apesar dos diversos mitos existentes, não há diferença técnica entre as duas tensões. Basicamente, a única diferença entre ambas as tensões está relacionada às instalações elétricas, ou seja, o que difere o uso de 110V e 220V é o dimensionamento dos componentes da instalação elétrica. Uma instalação em 220V permite que os fios que atravessam os cômodos de uma residência sejam mais finos do que os utilizados em instalações de 110V. Isso significa que não há uma diferença técnica entre as duas tensões. O desempenho dos aparelhos será exatamente o mesmo, independentemente se ele estará conectado a uma tomada de 110V ou 220V. Muitas pessoas acreditam erroneamente que aparelhos de tensão 220V consomem menos energia — há quem também pense que o gasto será maior — quando comparados aos de menor tensão. O consumo de energia elétrica depende exclusivamente da potência (em Watts) e do tempo de uso do equipamento. Casas e apartamentos que possuam tensão 110V ou 220V têm o mesmo desempenho e consumos idênticos de energia. Qual delas é a mais segura? Novo padrão brasileiro de tomadas diminui o risco de choques elétricos em residências. Segundo especialistas, levar um choque em uma tomada de 220V é duas vezes mais perigoso, simplesmente pelo fato desta tensão ser o dobro da outra. Sendo assim, se você procura por uma maior segurança, a melhor escolha será adotar a tensão de 110V. No entanto, com a implantação do novo padrão de tomadas no Brasil, esse risco diminui significativamente. Os novos plugs tornam praticamente impossível que o consumidor leve um choque ao colocar equipamentos na tomada. No entanto, é preciso ficar atento quanto à tensão fornecida pela tomada e à aceita pelo aparelho eletrônico. Se seu aparelho for bivolt automático, não há o que se preocupar, pois existe um circuito eletrônico protetor que detecta e opera na tensão da tomada. Na maioria dos casos, os aparelhos bivolt automáticos funcionam em tensões de 100 a 240 volts. O problema é conectar um aparelho em uma tensão acima da suportada por ele. Quando ligamos um aparelho de 110V, por exemplo, em uma tomada de 220V, ele irá queimar por não estar preparado para aquela tensão elétrica. Nesse caso, será necessário utilizar um transformador de tensão. Eles irão converter os 220 volts de tensão da tomada para os 127 volts de tensão aceitos pelo seu aparelho. Por outro lado, ligar um aparelho de 220V em uma tomada de 127 volts não ocasionará danos ao aparelho, no entanto, ele não funcionará corretamente, ou seja, com menos força, como é o caso de um ventilador ou chuveiro elétrico, por exemplo. Já em casos que envolvam aparelhos digitais, o mais provável é que eles nem sequer liguem, por não haver “força” suficiente que permita o funcionamento pleno do equipamento. Mas e o 127V? Como você percebeu ao longo da matéria, utilizamos 110V para nos referirmos a uma das tensões existentes no país. No entanto, a tensão nominal de 110V não é mais utilizada há alguns anos, justamente por não ser mais reconhecida pelo governo brasileiro, já que em dezembro de 1999 todas as concessionárias de energia precisaram substituir as redes em 110V para o sistema padrão de 127V ou 220V. Porém, como a linguagem popular compreende 127V como 110V, utilizamos deste termo, afinal, o importante é se fazer entender por todos. No entanto, ainda há equipamentos mais antigos que operam na tensão extinta de 110V. Mas, afinal, é seguro utilizá-los numa tensão de 127V? Essa é uma dúvida que gera confusão até mesmo ao realizar rápidas pesquisas no Google, já que respostas bem controversas a respeito do assunto são exibidas no buscador. Para esclarecer essa questão de uma vez por todas, o Showmetech conversou com o engenheiro eletricista e professor da UNIFTC, Henrique Correia Santos. Segundo o especialista, o uso de aparelhos projetados para operar em 110V em redes de 127V pode sim diminuir a vida útil dos equipamentos. É ainda preciso ter cuidado, pois o uso contínuo pode comprometer a parte elétrica do imóvel, ocasionando eventuais problemas, como quedas de energia, disjuntores desligando e até mesmo curtos-circuitos. A melhor dica para evitar frustrações e até mesmo incidentes é estar sempre atento aos detalhes sobre energia e tensão apresentados pela ficha técnica dos equipamentos. Além disso, manter uma manutenção periódica na rede elétrica da residência ajuda na vida útil dos aparelhos utilizados no imóvel. A diferença entre tomadas de 10A e 20A O uso correto do padrão de tomadas é importante para evitar acidentes e perdas de equipamentos domésticos Como dito anteriormente no texto, em vigor desde 2011, o novo padrão de tomadas do país trouxe algumas mudanças e foi responsável por permitir uma maior segurança no uso de equipamentos elétricos em ambientes residenciais, comerciais e industriais. Entre as novidades estão os dois modelos de tomadas disponíveis por aqui: 10A e 20A. O padrão 10A é mais fino e possui plugues e tomadas com 4mm de diâmetro. No geral, as tomadas neste padrão são utilizadas para alimentar equipamentos como eletrodomésticos, computadores de baixo e médio desempenho, carregadores e TVs. Neste modelo, a potência máxima permitida em 127V é de 1270 W, e para 220V a potência máxima suportada é de 2200 W. Já no caso de equipamentos mais potentes, que exigem uma carga reforçada para funcionar, como é o caso de aparelhos de ar-condicionado, secadores de cabelo profissionais e máquinas de lavar roupa, tomadas de 20A se tornam necessárias. Elas possuem plugues e orifícios mais grossos, com 4,8mm de espessura, e uma maior capacidade de transmitir energia com segurança. Nessas tomadas, a potência máxima permitida em 127V é de 2540 W, e para 220V, a potência máxima é de 4400 W. As diferenças nos tamanhos dos componentes também foram pensadas para evitar possíveis acidentes durante o uso de equipamentos elétricos. Dessa forma, evita-se que se conecte um plugue de 20A em uma tomada de 10A, prevenindo superaquecimento nos fios e riscos de incêndios. É ainda preciso estar atento com a espessura dos fios condutores da tomada. Caso os cabos sejam muito finos, pode ocorrer um sobreaquecimento nesse cabo. Confira abaixo a espessura ideal para os cabos: 1,5 mm²' ====== 15,5 ampères 2,5 mm² ====== 21,0 ampères 4,0 mm² ====== 28,0 ampères 6,0 mm² ====== 36,0 ampères 10,0 mm² ====== 50 ampères É importante que o projeto elétrico do imóvel contemple os dois padrões de tomadas. É possível utilizar equipamentos de 10A em tomadas de 20 A sem maiores problemas. No entanto, o contrário não deve ser feito em hipótese alguma. Portanto, mesmo que haja a necessidade, jamais utilize adaptadores para utilizar equipamentos que necessitam de 20A em tomadas de 10A. A voltagem nos estados e cidades Confira a tabela com as voltagens utilizadas nas principais cidades do país Como explicamos no início do texto, atualmente existem diferentes tensões entre as cidades brasileiras porque a rede elétrica foi implantada por diferentes empresas sem um padrão no começo do século XX, Isso nunca foi padronizado porque o custo seria muito alto. Abaixo, é possível conferir uma tabela com as voltagens utilizadas em diversos estados e cidades do Brasil. ESTADO ===== VOLTAGEM NAS PRINCIPAIS CIDADES ACRE ===== 127V – Rio Branco, Cruzeiro do Sul e demais cidades ALAGOAS ===== 220V – Maceió, Maragogi, São Miguel dos Milagres e demais cidades AMAPÁ ===== 127V – Macapá e demais cidades AMAZONAS ===== 127V – Manaus, Parintins, Tabatinga, Tefé e demais cidades BAHIA ===== 127V – Salvador, Ilhéus, Itacaré e Feira de Santana 220V – Porto Seguro (Caraíva, Trancoso e Arraial d’Ajuda), Morro de SP e Praia do Forte CEARÁ ===== 220V – Fortaleza, Jericoacoara, Canoa Quebrada, Aquiraz, Juazeiro do Norte e demais cidades DISTRITO FEDERAL =====220V – Brasília e demais cidades ESPÍRITO SANTO ===== 127V – Vitória, Vila Velha, Guarapari, Conceição da Barra, Colatina, Itaúna e demais cidades GOIÁS ===== 220V – Goiânia e demais cidades MARANHÃO ===== 220V – São Luís, Barreirinhas, Alcântara e demais cidades MATO GROSSO ===== 127V – Cuiabá, Chapada dos Guimarães, Nobres e a maioria das cidades MATO GROSSO DO SUL ===== 127V – Campo Grande, Bonito, Corumbá e demais cidades MINAS GERAIS ===== 127V – Belo Horizonte, Ouro Preto, Mariana, Tiradentes, Diamantina, Juiz de Fora, Uberaba, Caxambu, São Lourenço, Monte Verde, São João del Rei e a maioria das cidades 220V – Uberlândia e algumas outras cidades PARÁ ===== 127V – Belém, Santarém, Marabá, Alter do Chão, Altamira e demais municípios PARANÁ ===== 127V – Curitiba, Foz do Iguaçu, Cascavel, Ponta Grossa, Ilha do Mel e a maioria das cidades 220V – Rio Negro e Guarapuava PARAÍBA ===== 220V – João Pessoa, Campina Grande e demais cidades PERNAMBUCO ===== 220V – Recife, Porto de Galinhas, Olinda, Fernando de Noronha, Tamandaré, Petrolina e demais cidades PIAUÍ ===== 220V – Teresina e demais cidades RIO DE JANEIRO ===== 127V – Rio de Janeiro, Niterói, Búzios, Cabo Frio, Arraial do Cabo, Ilha Grande, Angra dos Reis, Paraty, Trindade, Petrópolis, Teresópolis e a maioria das cidades 220V – Nova Friburgo RIO GRANDE DO NORTE ===== 220V – Natal, Tibau do Sul (Pipa) e demais cidades RIO GRANDE DO SUL ===== 110V – Porto Alegre, Rio Grande, Canoas, Torres e alguns outros municípios 220V – Gramado, Canela, Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Bagé, Pelotas, Uruguaiana e outros municípios RONDÔNIA ===== 127V – Porto Velho, Vilhena, Guajará-Mirim e demais cidades RORAIMA ===== 127V – Boa Vista SANTA CATARINA ===== 220V – Florianópolis, Balneário Camboriú, Joinville, Blumenau, Bombinhas e demais cidades SÃO PAULO ===== 127V – São Paulo, ABCD, Guarulhos, Campinas, Guarujá, São Vicente, Praia Grande, Ilhabela, Ubatuba, Brotas, Ribeirão Preto e a maioria dos municípios 220V – Santos, Jundiaí, Bertioga, Caraguatatuba, São José dos Campos, Mogi das Cruzes, Vinhedo e algumas outras cidades SERGIPE ===== 127V – Aracaju e a maioria dos municípios TOCANTINS ===== 220V – Palmas e demais regiões, incluindo Jalapão fonte: showmetech
  2. Tenho um grande problema em identificar reguladores de tensão e MOSFET comuns na placa mãe de desktop, alguém pode me ajudar?
  3. 1. Como conheceu o EletrônicaBR? (ex: Google ou outro site) R. Conheci atraves de Amigos Tecnicos que indicaram 2. Qual seu nível técnico? (Amador, Estudante, Técnico, Engenheiro, Empresário) Técnico 3. Quais habilidades relacionadas a eletrônica/informática você tem ou pretende adquirir? Reparo de placas maes notebook e etc 4. Conte um pouco de você. Qualquer coisa. trabalho na area des dos 16 anos , hoje com 29 , realiso diversos serviços , como montagens recuperação de placas, manuenção , serviços de rede e etc
  4. Opa, estou precisando instalar um antivírus, atualmente uso o Windows 10 e sei muito bem sobre o Windows Defender, que por sinal, é bom. Mas preciso fazer alguns testes e usos que vejo muita falta no Windows Defender. Gosto muito do Avira, porém, me parece que o BitDefender é mais leve ou não?
  5. Olá, gostaria de saber a diferenca entre os Transistores - pois pra mim o Transistor BD436 era igual a todos. Tenho um aparelho de som e retirei dele um Transistor BD436 que estava funcionando e coloquei um Transistor BD436 que comprei na eletrônica. E o aparelho de som não funcionou com esse novo transistor. Voltando ao antigo ele funciona normalmente, mas os dois são BD436. Nessa endereço abaixo tem os BD436, o original do Som é o primeiro, o ST, e o que eu comprei é o ultimo, ON, alguem pode me explicar se tem diferença, e por isso o som não funciona. Link para a pagina com os 3 BD436
  6. Prezados, Boa note. Gostaria de saber se as telas samsung Ltm185at04 e Ltm185at05, se ambas usam a mesma placa do monitor s19a300b? ou existem alguma difenciação de projeto ou instalação de bios por exemplo?
  7. Bom galera. Vamos lá. Primeiro fotos do monstrinho, para quem não sabe do que estou falando E o manual de serviço Primeiro o "esquema" de ligação: 1) PC -> entrada auxiliar do AH621 -> caixas de som. 2) Saída (loop) do auxiliar para a entrada de TAPE Saída TAPE para entrada do módulo TARAMPS Taramps setado em LPF para saída de graves. Ganho dado pelo knob de ganho do TAPE (tape em modo gravação, sem fita dentro) Tentativas: Após várias tentativas, dentre as quais até aterrar em comum as duas carcaças e a carcaça do PC, o melhor resultado que obtive quanto a ronco (ruído de 60hz, ou ruído de chaveamento se a fonte aterrada em comum) foi o atual resultado. A fonte chaveada do módulo está sem aterramento (com aterramento roncava. Se aterrada à carcaça do 3x1, pior ainda. Não tentado com a carcaça do pc) O tape e o receiver aterradas as carcaças em comum (no parafuso da carcaça) Fonte chaveada e receiver ligado no filtro de linha. Polarização da fonte observada quanto ao ronco apenas. Liga de jeito A, se roncar, jeito B, devido à questão do aterramento já abordada. Filtro de linha ligado em outra tomada (pertencente ao mesmo setor) com zelo quanto à polarização ABNT2 PC ligado em transformador isolador 220/220 (com 3R de impedância) e ainda uma "talvez vã" tentativa de filtro com bobina de ferrite e capacitor de 2.2microfarad O problema: Ao ligar a fonte (interruptor) imediatamente tem-se ruído, sendo amplificado pelo sistema. Se ligar diretamente (sem passar pelo tape) o problema não é observado, contudo é muito ruim controlar o ganho pelos knob do módulo. São muito imprecisos. Além do que, o apelo visual dos decks são algo muito bonito para ouvir-se no talo. Vamos ao vídeo: https://drive.google.com/file/d/1RlPiXD3BH64KzQ5nhgGEl0mFNpOXPYWd/view?usp=sharing Pensamentos 1) vez que esse apartamento não tem aterramento... fazer um furo na parede, colocar um parafuso (sem usar buchas, e sim argamassa para prendê-lo) e tentar obter um aterramento 2) Tirar o trafo isolador do PC e colocar no sistema de som, deixando o PC ligado na rede 3) por bateria a ser carregada pela fonte, contudo, implica em ter de ligar de tempos em tempos para carregar (até tenho um circuito de carregador/flutuador, mas gostaria de um "workaround" que não precisasse desse paradigma) 4) desistir e conviver Reparem que não é ruído de TRIAC de chuveiro eletrônico. Esses até ocorrem, mas é na linha dos médios/tweeteres, e que pelo que pesquisei, a única forma de resolver seria um nobreak UPS/SMS que custam vários rins (embora estou de olho em um descartado por um grande banco) Dados do que eu tenho As bobinas de ferrite https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1960884915-nucleo-ferrite-toroidal-indutor-kit-02-_JM#redirectedFromParent Tem 4 capacitores de 2.2microfarad. 2 a 2. F/N e F/T. O trafo: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1864226908-transformador-isolador-galvnico-220v-220v-600va-_JM Aterramento do secundário na carcaça. Do primário é o terra da tomada, que acho que não é eficiente, visto dar 110V entre F/T, embora o prédio tenha menos de 10 anos. A fonte chaveada (a melhor que achei pelos comentários) https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1303194481-fonte-automotiva-chaveada-138-v-90-amperes-extensao-cabo-c-voltimetro-azul-_JM
  8. preciso identificar nesse notebook qual componente faz chaveamento ou comutação da carga da bateria para o carregador.. pois o mesmo ao plugar o carregador com a bateria conectada ele fica piscando a luz do carregador e não identifica carregador conectado .. porem se conecto o carregador primeiro e encaixo a bateria ele reconhece e carrega normalmente.. unico problema é só quando a bateria ja esta conectada .. ele nao faz a comutação ou chaveamento a voltagem da bateria fica onde deveria esta os 19 do carregador
  9. Boa noite a todos. Estou criando este tópico com o intuito de sanar uma duvida que possuo a respeito de gravação de Super IO e acredito que esta seja a duvida de muitos. Meu intuito é criar um tópico semelhante a esse e ter um local onde possamos tirar nossas duvidas a respeito disso, inclusive adquiri o RT809H por indicação do @Jack O'Neo No momento estou com a RT809H com diversos adaptadores, porem no kit não possuo a do KB9022, já li que o adaptador do KB9012 é compatível, mas queria confirmar essa informação. Para isso gostaria de saber como identificar os pinos de gravação. Agradeço a todos.
  10. Buenas soy de Entre rios conoci el sitio por otros colegas que me pasaron los esquematicos y tenian el nombre del foro mi nivel es tecnico especialisado en impresoras pero entrando en el mundo de las notebooks Mi habilidad es basico en lo que respecta en notebooks a nivel electronico, si avanzado en software y en equipos de imprecion Lo que quiero conseguir estando en el foro es porder conocer mas sobre la parte electronica y reparacion de PC notebooks aprendiendo y leyendo casos de colegas, si bien no puedo postear mucho ya que no tengo gran conocimiento en lo que pueda colaborar seguro que lo voy hacer, ya que de esta forma aprendi tambien en imprecion. Gracias a todos
  11. Ola amigos estou com este positivo que trava(congela) com menos de 15 min de utilização, só volta ao normal apos pressionar o power. testes feitos: troca de memória troca de processador troca de HD placa ligada sem o teclado continua o mesmo travamento
  12. O que é CPU e GPU? Qual a diferença entre elas? O que é CPU e GPU? Uma única letra resulta em um funcionamento completamente diferente para dois componentes essenciais de um computador, principalmente aqueles voltados para jogos ou aplicações gráficas mais pesadas. Mas, afinal de contas, qual a diferença real entre esses dois termos, que podem causar dúvidas na cabeça de quem está procurando um PC para se divertir ou trabalhar? A resposta, felizmente, é simples e já pode ser respondida com um olhar sobre o que, exatamente, são essas siglas: CPU é a abreviação de Central Processing Unit, ou Unidade Central de Processamento; enquanto GPU é a Graphics Processing Unit, ou a Unidade de Processamento Gráfico. A primeira é a peça central de qualquer computador, enquanto a segunda simplesmente não pode existir sem ela. O mandachuva A CPU é como o "cérebro" do computador, sendo o responsável por todas as atividades da máquina e por interpretar os comandos do usuário Para resumir da forma mais básica possível, a CPU é o cérebro do computador. Quando falamos de modelos de processadores de marcas como Intel ou AMD, por exemplo, nas notícias do Canaltech, estamos nos referindo a esse componente, que basicamente é responsável por todas as operações realizadas em uma máquina, das mais simples às mais complexas. E assim como nosso cérebro, o processador está sempre funcionando. Quando você abriu o navegador para acessar este artigo, tecnicamente, o que você fez foi enviar um comando à CPU, que realizou os cálculos necessários e, efetivamente, iniciou o aplicativo para você. Até mesmo o movimento do mouse e o clique necessário para isso passaram pelo processador. O mesmo vale para outras rotinas que não estão necessariamente ao alcance do usuário, mas também influenciam na utilização do computador. É o processador, por exemplo, o responsável por decidir quais dados serão armazenados na memória e de que maneira isso será feito, além de balancear a forma que seu próprio poder será utilizado para proporcionar a melhor experiência, de acordo com aplicações prioritárias, mais utilizadas, críticas ou aquelas que exigem um mais processamento. No lado mais técnico da questão, vale a pena citar que todos os comandos e atividades feitas em um computador são, basicamente, números (mais exatamente, dois deles, 0 e 1). O que você enxerga graficamente na tela, com a seta do mouse, um menu ou até mesmo este texto, no interior da CPU são sequências numéricas infinitas e problemas de matemática ou lógica que estão sendo resolvidos pela CPU em tempo real e velocidade incrivelmente rápida, convertidos de volta em um formato amigável que pode ser visto pelos olhos até mesmo dos mais leigos. Os processadores da linha Core i, da Intel, estão entre os exemplos de CPU mais utilizadas do mercado Todos os dispositivos que realizam operações possuem uma CPU, desde o seu computador ou celular até aquele alto-falante inteligente ou seu console de videogame. São exemplos as famílias AMD Ryzen e Intel Core i, para PCs, ou Snapdragon e Bionic, para smartphones e tablets. Apesar da finalidade um bocado diferente, ambos funcionam essencialmente da mesma maneira. Sobre os processadores, ainda é importante frisar que eles são capazes de realizar diversas operações ao mesmo tempo, e na medida em que evoluem, esse potencial só aumenta. Os diferentes núcleos são os principais responsáveis por esse aumento de capacidade e, basicamente, quanto maior o número deles, maior sua capacidade de processamento. A quantidade de núcleos define o poder de processamento paralelo de uma CPU, permitindo que diferentes tarefas sejam desempenhadas pelo componente ao mesmo tempo É como se você tivesse vários cérebros para pensar em diferentes coisas de uma só vez e é exatamente assim que um sistema operacional como o Windows trata os processadores de núcleo múltiplo. São várias cabeças pensando ao mesmo tempo e de forma paralela, dividindo as atividades entre si; caso contrário, a quantidade de tarefas simultâneas poderia ultrapassar a capacidade do componente, resultando em lentidão e travamento. Vale lembrar que, mesmo que você esteja utilizando apenas um único recurso por vez, seu computador está trabalhando em diversos deles ao mesmo tempo. Enquanto você joga ou lê esse artigo no navegador, seu antivírus permanece ativado e te protegendo, enquanto o e-mail continua de prontidão para avisar sobre a chegada de novas mensagens. Você conseguiria manter a atenção em um filme e livro ao mesmo tempo? Provavelmente não, mas a CPU, com seus diferentes núcleos, pode fazer isso. Afinal de contas, como dito, é essa a unidade responsável por transformar todos os comandos e atividades pedidas pelo usuário ou solicitadas pelo sistema em algo palpável, como a música que você pediu para a assistente do Google reproduzir, a abertura de uma rede social para postar aquela selfie bonita ou a execução daquele jogo que você estava tanto esperando. E quando falamos em games, entramos na segunda parte dessa pergunta, sobre as utilidades da GPU. O “artista” Se a CPU é a central de processamento do computador, GPUs como as da linha GeForce GTX servem aos trabalhos gráficos e visuais do computador Como o nome já indica, a GPU, conhecida popularmente como placa de vídeo, também é uma unidade de processamento como a CPU, mas com uma diferença: ela é voltada especificamente para atividades gráficas como jogos, softwares de edição de vídeo, modelagem tridimensional ou exibição de vídeos. Tais aplicações exigem cálculos específicos e muito mais especializados, que podem entrar no caminho do funcionamento geral de um processador. Teoricamente, processadores também podem realizar tais atividades, mas, na prática, esse tipo de coisa entraria em conflito com todas as outras tarefas que estão sendo feitas pela CPU. Todas, sim, são baseadas em contas aritméticas e problemas numéricos baseados em 0 e 1, que depois são convertidos de forma visual para o usuário. As semelhanças, entretanto, param por aí, na parte essencial da coisa. A grande diferença entre os cálculos comuns de um processador e aquele envolvido em tarefas gráficas está na carga exigida por essas aplicações, com muitos pontos para formar a imagem, conversões de arquivos e geometria para formar as figuras tridimensionais vistas em um jogo. É aí que entra o processamento de uma GPU, que por si só funciona de forma paralela à CPU e realiza tarefas específicas para que a unidade central de processamento possa lidar com outras coisas. Alguns jogos até rodam sem uma placa de vídeo no PC, mas nada como Red Dead Redemption 2, que exige o máximo de desempenho para funcionar bem Quando mencionamos nomes como Geforce RTX ou AMD Radeon, é de GPUs que estamos falando. Seu celular também tem um desses, na forma de chips como Adreno, normalmente disponíveis em smartphones Android. As placas de vídeo também contam com diferentes núcleos pelo exato mesmo motivo: dividir os trabalhos mais pesados, garantir otimização e um melhor aproveitamento dos recursos disponíveis. Você consegue rodar um jogo no seu computador sem GPU? Consegue, mas com qualidade gráfica reduzida e, provavelmente, enfrentando um bocado de lentidão. É como chamar um especialista para realizar um trabalho ou, então, confiar em um faz tudo para isso; o primeiro sempre entregará um resultado melhor. Ao contrário, porém, não existe computador sem uma CPU. Todos os outros componentes dependem dela, desde as memórias e o acesso aos dados armazenados até atividades como economia de energia, gerenciamento de recursos e até mesmo a utilização da GPU. O processador é, basicamente, a peça central para que toda a mágica aconteça. Fonte
  13. Sistemas Micro eletromecânicos (Micro-Electro-Mechanical Systems, em inglês) é o nome dado para a tecnologia que integra elementos mecânicos, sensores e eletrônicos em um pequeno chip, que possui uma informação gravada que determina seu funcionamento e são considerados uma das tecnologias mais promissoras do século XXI. Podendo ser utilizada de celulares a projetos aeroespaciais e biotecnologia, essa classe de dispositivos causou uma revolução eletrônica nas últimas décadas através da combinação da microeletrônica baseada em silício com a tecnologia de micro usinagem. Assim, o objetivo deste artigo é introduzir os MEMS, esta fascinante tecnologia, capaz de modificar a vida como a conhecemos ou apenas agregar funcionalidades que tornarão seu sistema embarcado realmente embarcado. MEMS: Fusão entre eletrônica e mecânica em escala micrométrica Criado utilizando técnicas que se tornaram a base para a difusão desta tecnologia nos dias atuais, o primeiro dispositivo MEMS foi desenvolvido em 1967 pelo engenheiro americano Harvey C. Nathanson. Esse dispositivo, conhecido como Transistor de Porta Ressonante [1], tratava-se, resumidamente, de um sintonizador e seletor de frequências ativado eletrostaticamente, utilizado em circuitos de sintonia RF. Esta invenção o concedeu uma patente, dentre as mais de 50 existentes em seu nome, no ramo da eletrônica de estado sólido. A tecnologia MEMS é a essência da computação analógica, capaz de sentir e reagir a estímulos externos naturais, se aproximando muito mais da realidade, ao invés do comportamento binário e artificial da computação digital. Cada vez mais usos para estes dispositivos inteligentes, capazes de responder ao ambiente de forma dinâmica e analógica. Imagine asas de aviões que sejam capazes de se remodelar quando em meio à turbulência. Rover Curiosity da Nasa, um dos sistemas eletromecânicos mems mais avançados e confiáveis já criados -> Confira Aqui A tecnologia MEMS é um processo de natureza multidisciplinar, uma combinação de conceitos da microeletrônica, engenharia mecânica, ciência dos materiais, física e química, reunidos para produzir sistemas integrados em um único chip, gerando dispositivos capazes de desempenhar funções de sensoriamento, controle e atuação. Através do uso de técnicas de micro fabricação, que nada mais são do que manipulações do silício e outros substratos usando processos de micro usinagem, é realizada a integração de estruturas mecânicas (sendo elas móveis ou não), sensores, atuadores e eletrônica, tornando possível a sintetização de sistemas completos em escala micrométrica. Basicamente, a microeletrônica é o cérebro destes sistemas, responsável por toda a capacidade de processamento, já a tecnologia MEMS acrescenta olhos, ouvidos e músculos a dispositivos antes regidos, exclusivamente, pelas equações de Maxwell. Enquanto circuitos integrados tradicionais são desenvolvidos explorando as propriedades elétricas do silício, MEMS também consideram suas propriedades mecânicas. A micro usinagem do silício, idealizada por Nathanson, tornou-se o processo fundamental para fabricação de dispositivos micro eletromecânicos e, em particular, de sensores e atuadores miniaturizados. De uma maneira geral, sistemas micro eletromecânicos são formados pelos seguintes componentes: Um dispositivo MEMS é caracterizado, principalmente, pela presença de sensores ou atuadores em conjunto com a microeletrônica, ou ainda, pela união de todos estes componentes simultaneamente em um mesmo dispositivo. Os micro sensores são responsáveis por detectar as mudanças físicas do meio, sejam elas mecânicas, térmicas, magnéticas, químicas ou eletromagnéticas, e convertê-las em um sinal elétrico proporcional. A microeletrônica, por sua vez, processa essa informação e aciona os micro atuadores de forma que eles possam criar uma resposta a esta mudança, convertendo sinais elétricos em energia mecânica. Micro atuadores são largamente empregados em impressoras do tipo inkjet e em sistemas de foco automático de câmeras digitais. Micro sensores e micro atuadores são o que há de mais importante em um dispositivo MEMS. Estes componentes são os transdutores de um sistema micro eletromecânico, responsáveis pela conversão de uma forma de energia em outra. Muitos destes transdutores foram desenvolvidos pela indústria microeletrônica, como, por exemplo, sensores de temperatura e luz, mas suas funcionalidades são potencializadas quando utilizados em MEMS. Dependendo do mecanismo de sensibilidade e das grandezas observadas, estes transdutores podem ser mecânicos, térmicos, magnéticos, químicos ou de radiação. Dentre estes, talvez os mais conhecidos sejam os que exercem a função de sensores mecânicos, como o acelerômetro (capaz perceber variações de aceleração), o giroscópio (permite medir a velocidade de rotação e movimentos angulares), sensores de pressão e strain gauges (capazes de medir deformações) Um motor de silício MEMS comparado a um fio de cabelo humano À esquerda, o projetor digital de luz da Texas Instruments utilizado em projetores de vídeo e a direita, um sensor de movimento MEMS, utilizado em smartphones e tablets. Ainda não convencido de quão próximo você pode estar da tecnologia MEMS? Veja na imagem a seguir quantos sensores podem ser embarcados em um único smartphone e as funcionalidades que eles agregam a esse produto, antes conhecido simplesmente como telefone celular: Conclusão: O tamanho e a massa de um sensor podem alterar de forma significativa as características do objeto a ser monitorado, o que nos convence ainda mais sobre as vantagens da utilização de MEMS no desenvolvimento de sistemas embarcados. MEMS é uma tecnologia de fabricação, uma nova metodologia para se desenvolver e criar dispositivos mecânicos complexos e sistemas totalmente integrados utilizando processos de fabricação em alta escala. Esta tecnologia representa uma drástica mudança de paradigma no que diz respeito ao projeto e fabricação de circuitos integrados. Talvez, um dos fatores que mais contribuam para seu crescente avanço seja a saturação encontrada na evolução dos circuitos digitais, fazendo com que esforços muito grandes tenham que ser empregados na obtenção de resultados cada vez menores. Está cada vez mais difícil acompanhar a Lei de Moore e, quanto mais o tempo passa, mais nos aproximamos do dia em que o silício deixará de ser a menina dos olhos da microeletrônica e venha a ser substituído, talvez pelo grafeno. Apesar de só permitir a produção de dispositivos em larga escala há menos de 30 anos, a tecnologia MEMS vem avançando a passos largos graças, principalmente, ao interesse da indústria por estes sistemas integrados. Para se ter uma ideia, pesquisas passadas sugerem que memórias baseadas em MEMS tenham uma performance superior quando comparadas a memórias convencionais. MEMS representam uma área de pesquisa muito extensa. Como só é possível abordar uma coisa de cada vez, os próximos artigos serão prioritariamente focados em uma subclasse da tecnologia MEMS, talvez a mais interessante delas: os sensores inerciais. Quais novidades surgirão em função desta que foi considerada a maior evolução tecnológica depois da microeletrônica baseada em silício? Deixe sua opinião abaixo!
  14. Boa tarde a todos, esse notebook entrou com o diagnóstico de ficar alternando entre carregador e bateria. Efetuando testes de bancada notei o seguinte status. - Funciona normal no carregador - Funciona normal só na bateria - Quando bateria e carregador alterna entre um e outro direto. Encontrei o PQ 105 que não estava chaveando corretamente, efetuei a troca dele e medi seu parceiro PQ104 fora da placa esse estava ok. Troquei o charger PU101, PQ101, PQ102 e PQ103, porém o defeito continua. Poderia ser PQ106 com fuga? Obrigado a todos. Esquema
  15. Você sabe quais as diferenças entre os cabos HDMI e DisplayPort? Confira aqui neste artigo todos os detalhes sobre as duas tecnologias. DisplayPort e HDMI são dois padrões distintos para a transmissão de vídeo e áudio de um player para um monitor. Mas qual é a diferença entre o DisplayPort e o HDMI, além dos conectores claramente distintos? Afinal, eles foram projetados para fazer a mesma coisa? Os formatos DisplayPort e o HDMI são concorrentes? Bem, não exatamente. Embora o HDMI e o DisplayPort tenham o mesmo objetivo (que é enviar vídeo e áudio digital em alta definição de um dispositivo de origem para um monitor), eles foram de fato concebidos sob diferentes óticas. HDMI vs. DisplayPort: Surgimento O HDMI (abreviação de High-Definition Multimedia Interface) foi introduzido em 2003 por um consórcio de fabricantes de displays, incluindo Sony, Philips, Panasonic e Toshiba, todas grandes corporações voltadas principalmente para dispositivos de reprodução de imagens. É por isso que o HDMI é o padrão mais comum em aparelhos como televisores, projetores e computadores domésticos. Alguns anos depois, em 2006, outro grande consórcio de fabricantes de PCs e chips trabalhou para criar o DisplayPort (DP), um acompanhamento dos padrões VGA e DVI mais antigos. O foco principal eram telas de computador e equipamentos profissionais de TI, para mercados mais centrados em dados. HDMI vs. DisplayPort: Conectores O conector HDMI possui 19 pinos e quatro tamanhos diferentes, que são: Tipo A (padrão), Tipo C (mini), Tipo D (micro) e o Tipo E. O tipo A é o mais comum e o mais utilizado, já o Tipo E é usado para aplicações automotivas. O padrão HDMI geralmente vem com parafusos para prender o cabo ao soquete, pois assim, a trava impede que os cabos sejam puxados e interrompidos. Já o conector do DisplayPort vem com 20 pinos e possui apenas dois tamanhos, o DisplayPort padrão e o DisplayPort Mini. A interface apresenta o mesmo mecanismo de trava comentado acima, mas somente em conectores full-size, porque a especificação oficial não exige. Cabos HDMI No caso de uso de um cabo HDMI, deve-se prestar atenção no padrão de cabo que se está utilizando, pois cada cabo é voltado para uma tarefa específica, e se usado para algo a que não é destinado ele poderá apresentar bugs de áudio e de sincronização de vídeo. Atualmente existem 4 padrões de cabo HDMI, sendo que mais um está para ser lançado com a mais recente especificação 2.1. Veja abaixo as versões atuais de cabo HDMI: Cabo HDMI padrão: largura de banda indicada apenas para vídeos com resolução de 720p e 1080p; Cabo HDMI padrão com Ethernet: mesma largura de banda, mas possui suporte para Ethernet de até 100Mbps. Cabo HDMI de alta velocidade: alta largura de banda, podendo transmitir vídeos com resolução de 1080p acima, até 4K e 3D. Cabo HDMI de alta velocidade com Ethernet: mesmas condições de banda do anterior, mas com suporte para Ethernet de até 100Mbps. Além dos recursos acima citados, todas as portas HDMI modernas devem suportar a tecnologia FreeSync da AMD, que elimina 'lags' em jogos, combinando a taxa de atualização do monitor com a taxa de quadros da placa de vídeo. O HDMI, no entanto, não suporta a tecnologia G-Sync da Nvidia - para isso, você precisa do DisplayPort. Em termos de material utilizado nos cabos, geralmente o cobre é o mais comum. Os sinais também podem ser transmitidos por cabos CAT 5 ou CAT 6, cabos coaxiais ou via fibra. São considerados "ativos" os cabos que possuem circuitos integrados embutidos com objetivo de amplificar o sinal, e são mais longos e finos do que os "passivos". Adaptador que liga DisplayPort para HDMI. Cabos DisplayPort O DisplayPort é mais restrito, pois não consegue carregar dados Ethernet e também não possui canal para retorno de áudio na opção padrão, somente transmitir áudio digital multicanal. Junto de um adaptador, é possível fazer um cabo DisplayPort conectar uma fonte DisplayPort que vá até um monitor VGA. Estes adaptadores também permitem a conexão de um cabo DisplayPort com um display de link único DVI ou HDMI. Já os cabos HDMI só podem ser conectados com interface DVI com o adaptador. Versões de DisplayPort: DisplayPort 1.2 : Suporta até 4K a 60Hz, algumas portas 1.2a também podem suportar o FreeSync da AMD DisplayPort 1.3 : Suporta até 4K a 120Hz ou 8K a 30Hz DisplayPort 1.4 : Suporta até 8K a 60Hz e HDR Isso pode parecer menos poderoso do que o HDMI (especialmente considerando os recursos do HDMI 2.1), mas o DisplayPort está presente em alguns dos melhores monitores - como o Acer XR382CQK, e também tem algumas vantagens. Primeiramente, ele suporta o FreeSync da AMD e o G-Sync da Nvidia, para que você tenha uma experiência de jogo livre de lacunas, independentemente de qual você usa (desde que o seu monitor suporte a tecnologia, é claro). Além disso, você pode conduzir vários monitores a partir de uma conexão DisplayPort, em vez de usar várias portas, o que é útil. Notebooks podem até enviar sinais DisplayPort através de uma porta USB-C. Áudio e Vídeo Neste ponto, é o HDMI que perde pontos, pois com ele só se consegue um único stream de áudio e um stream de vídeo apenas, ou seja, só pode transmitir para uma tela ou um monitor por vez. É um ponto negativo se pensado na quantidade de pessoas que utilizam mais de um monitor hoje em dia. Já com um cabo DisplayPort se vai mais longe. Uma interface garante transmissão para até quatro monitores com resolução de 1920x1200, ou ainda dois monitores de 2560x1600. Cada tela recebe fluxos de áudio e vídeo. Em alguns casos, dependendo da GPU, também é possível montar uma conexão para juntar seis monitores em uma só fonte. Conclusões Em conclusão, você deve ter em mente que a porta escolhida depende dos recursos do seu monitor, e dos recursos de que você precisa. O DisplayPort é um pouco mais versátil, mas se o seu monitor oferece apenas a escolha entre HDMI 2.0 e DisplayPort 1.2, o HDMI pode ser a melhor escolha. Isso porque o HDMI 2.0 suporta HDR e o DisplayPort 1.2 não. Naturalmente, você precisará consultar as especificações do monitor para decidir qual porta usar em sua configuração específica. fonte: oficinadanet.com.br
  16. Auto Dark Mode - alterna automático entre tema escuro e claro Visualizar Arquivo Altera o tema do windows 10 entre tema escuro e claro em horario programado. Uploader henri007 Enviado 22-05-2020 Categoria Windows  
  17. Bom dia pessoal, Retirei o capacitor C043 e entre os dois terminais o curto permanece e não libera a imagem para o display . Obs.: Não há fuga a massa para os pontos havdd e avdd. Alguém tem o esquema eletrônica da tv samsung 48" un48J5200ag e da tcon bn41-02111a para que eu identifique os terminais dos ci's (display - LTF61A0 N8TDTMA); (PH12); (81224 - 4396); ( 81222 - 5022) ?
  18. Boa tarde pessoal, minha duvida é compativeis esse dois chipsets ( bd82qm57 / bd82hm55 )
  19. conheci a a Eletrônica BR no google, nível de conhecimento de eletronica, estudante, conhecimento em informática, trabalho com informatica a bastante tempo porém agora tenho desejo de conhecer eletrônica
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    Altera o tema do windows 10 entre tema escuro e claro em horario programado.
  21. Olá! Baseado nessa parte do datasheet, é possível afirmar que é a mesma coisa? A tela do meu monitor está toda manchada (urina de gato), o código dela é HT190WG1-600 (esquerda) e a outra, anunciada no MercadoLivre é SVA190WX02TB. HT190WG1-600 SVA190WX02TB
  22. Caros amigos, vejo que muita gente tem passado maus bocados com essa linha de Nobreaks então resolvi dar umas dicas, já que eu também sofri bastante com este modelo. Trata-se de um Nobreak SMS Power Vision II Interativo uPV3000BIFX versão da placa é PCIV007240. Esse nobreak é diferente da maioria da linha 3000 da SMS. Este aqui usa um módulo complexo de processamento (muitos chamam de placa filha e a versão desta placa é PCIV0011) ao invés de usar um microprocessador simples (PIC16Fxxxxx) como a maioria usa. Meu Nobreak deve ter tomado raio ou pego uma faísca através da rede e os defeitos eram vários. * Funcionava em modo bateria (porém começava a apitar intermitentemente e desligava depois de 10 segundos). *Não reconhecia rede elétrica nem em 110V e nem em 220V e ficava apenas batendo os relês quando plugados na rede. OBS--> Um esquema elétrico que ajuda muito e que bate quase tudo é o do Nobreak SMS Power Vision II µPV3000Bi versão da placa ZESQ0072-02 e também a versão ZESQ0072-00 (PCIV007200 ou PCIV007202). Talvéz tenha até pra baixar aqui no Forum. O Defeito do Inversor pude verificar 2 problemas de cara. A ventoinha estava travada (O que ocasionou na carbonização de R51 que teve que ser trocado) . Outro problema é que não encontrei tensão no pino central de IC2 (LM19) . Tinha 5V na entrada do CI mas não tinha nada na saída e portanto o micro não recebia informação nenhuma sobre a temperatura do sistema inversor. Desmontei a ventoinha e recuperei a mesma, limpando muito minuciosamente o eixo, o interior da bucha e lubrificando tudo muito bem, com isso ela voltou a funcionar perfeitamente (O correto seria trocar a ventoinha mas como eu não tinha uma nova e o cliente exigia muita pressa então esta foi a solução). Troquei o LM19 e após estas ações o Nobreak voltou a funcionar PERFEITAMENTE no modo Bateria, porém restava ainda o problema de não reconhecer a rede nunca! OBS---> Muitos outros problemas podem ser responsáveis por mau funcionamento no inversor e estou aqui apenas me referindo ao MEU CASO.!!!! Caso o seu problema seja outro você deve verificar os FETS do dissipador, Transformador de Força, LM324 smd da placa do processador (PCI1), placa do micro defeituosa, transístores, diodos e resistores de toda a rede de Q29, Q28, Q31, Q30, etc... O Defeito de não reconhecer a rede (e esse me deu muito trabalho), Após verificar FS1, R43 e R45 e notar que estavam bons, verifiquei então todos componentes na rede que sucede estes componentes e fazem o estágio de reconhecer se o Nobreak está conectado a energia da rede ou não (IC 8 e IC9). IC8b detecta se o aparelho está na tomada e se tem energia elétrica na mesma e IC9 junto com IC8a darão a referencia da frequência da rede elétrica (60Hz em nosso caso). ATENÇÃO!!! SEM QUALQUER UMA DESTAS DUAS INFORMAÇÕES O APARELHO NÃO ENTRARÁ EM MODO REDE!!! Se estes circuitos estiverem funcionando, teremos com o nobreak conectado a uma tomada de 110V, algo em torno de 1.3V no pino 7 de IC8 (Vin) e 7.5V no pino 1 de IC8 (SINC). No meu caso pude perceber que não tinha nada no pino 1 então o micro não recebia a informação de 60Hz da rede. Encontrei D21 (BAT85S) em curto e mesmo após a troca não resolveu. Notei que IC8 (LM358) tbm esquentava e mesmo após a troca ainda não resolveu!!! Verificando o circuito divisor de tensão que vai ao pino 2 de IC8 (entrada inversora deste amplificador operacional) , não notei nada estranho mas ao verificar o pino 3 do mesmo CI, (entrada do amplificador operacional), notei uma tensão muito baixa que não fazia sentido então suspeitei do optoacoplador (IC9 TLP521) estar "matando" esta tensão. Tirei o mesmo da placa e já no multímetro deu pra notar uma fuga enorme entre os pinos 3 e 4 (transistor interno do optoacoplador). Substituí o mesmo (pode usar PC123 ou PC817 que funciona) e tudo voltou ao normal! Deixarei o aparelho 2 dias em teste e se tudo ficar à contento eu colocarei o tópico como resolvido! Sei que o post ficou meio grande mas ao ver na NET que muuuuita gente está com esse mesmo defeito neste aparelho e a maioria não conseguiu resolver, achei que pudesse dar uma ajuda pra quem se interessar ou precisar!!! Atenciosamente.. PCROCK
  23. Buenas tardes a todos, conoci este sitio por videos de colegas en youtube, soy tecnico en electronica, me estoy especializando en notebook. espero poder colaborar con ustedes y aprendeer de este gran foro.
  24. Hola Compas, como andan, bueno soy Martin de Gualeguaychu - Entre Rios - Argentina, conocí ElectronicaBr por google y grupos de electronicas ya que todos mencionan el sitio a la hora de buscar bios y esquematicos, mi nivel tecnico seria estudiante aprendo todos los dias hace un par de años que hago electronica, soy analista de sistemas, me dedico a reparacion de pc, redes camaras de seguridad y alarmas, me gustaria dedicarme mas de lleno a la electronica reparacion de motherboards de notebook. tambien trabajo como docente... espero aprender mucho por aca y ser util tambien para algun colega, Saludos...
  25. Boa noite , ao ligar a tv ,em vez de aparecer Philco na tela , a tela fica alternando entre vermelho,azul,verde,branco num ciclo sem fim,não aparece nenhuma tela de osd do menu ou outro comando pelo controle .Já vi em alguns casos acionar a tecla de stop resolve,mas nesse não. Fiz um teste com outra tcom e a principal com a mesma nand retirada da placa.E também atualizei . Algum colega já viu isso?

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