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  1. Grande parte dos equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos utilizados no cotidiano oferece a opção para ligação de 110 ou 220 volts. Saiba quais são as diferenças entre elas e outras curiosidades Na hora de comprar um novo aparelho elétrico, é comum nos depararmos com especificações que mostram diferentes voltagens nos detalhes técnicos do produto em questão. 110V e 220V são as que, atualmente, são adotadas em todo o território nacional. Há ainda os aparelhos bivolt, aqueles que aceitam dois tipos de tensão. Mas o que explica a existência desses três tipos de voltagem? E quais são as principais diferenças entre elas? O Showmetech te conta essas e outras curiosidades nesta matéria. A origem dos 110V e 220V Eventualmente, você já deve ter viajado para outras cidades do Brasil em que as tomadas tinham uma tensão diferente das que você estava habituado a utilizar, ficando dessa forma sem poder usar o secador de cabelo, o barbeador ou até mesmo o carregador da bateria do seu smartphone. Mas por que há essa variação? Para responder essa pergunta, é preciso voltar um pouco no tempo. No final do século XIX e início do século XX, período no qual a rede elétrica passou a ser instalada no país, diversas companhias que existiam por aqui passaram a tomar conta de cada região do Brasil. Isso significa que não houve uma convenção sobre a energia elétrica na época, permitindo que cada concessionária seguisse influências do seu país de origem. Por exemplo, nos Estados Unidos, o 110V sobressaía, e as regiões brasileiras que tiveram influências dos americanos, como o Sudeste, optaram por esse tipo de potencial elétrico. Poucos foram os casos de concessionárias que adotaram as duas tensões em uma mesma instalação. As escolhas dos métodos que seriam utilizados foram feitas levando em consideração, principalmente, a economia e segurança que um sistema poderia apresentar em relação ao outro. A distribuição de energia elétrica tende a ficar mais barata com transformadores e fiação de postes no 220V. Apesar disso, o 110V é uma opção mais segura, sendo por este motivo a mais utilizada no país. Atualmente, o continente americano inteiro usa mais 110V, enquanto que Europa, África e Ásia optam em sua maioria por 220V. Há diferença entre as tensões? Apesar dos diversos mitos existentes, não há diferença técnica entre as duas tensões. Basicamente, a única diferença entre ambas as tensões está relacionada às instalações elétricas, ou seja, o que difere o uso de 110V e 220V é o dimensionamento dos componentes da instalação elétrica. Uma instalação em 220V permite que os fios que atravessam os cômodos de uma residência sejam mais finos do que os utilizados em instalações de 110V. Isso significa que não há uma diferença técnica entre as duas tensões. O desempenho dos aparelhos será exatamente o mesmo, independentemente se ele estará conectado a uma tomada de 110V ou 220V. Muitas pessoas acreditam erroneamente que aparelhos de tensão 220V consomem menos energia — há quem também pense que o gasto será maior — quando comparados aos de menor tensão. O consumo de energia elétrica depende exclusivamente da potência (em Watts) e do tempo de uso do equipamento. Casas e apartamentos que possuam tensão 110V ou 220V têm o mesmo desempenho e consumos idênticos de energia. Qual delas é a mais segura? Novo padrão brasileiro de tomadas diminui o risco de choques elétricos em residências. Segundo especialistas, levar um choque em uma tomada de 220V é duas vezes mais perigoso, simplesmente pelo fato desta tensão ser o dobro da outra. Sendo assim, se você procura por uma maior segurança, a melhor escolha será adotar a tensão de 110V. No entanto, com a implantação do novo padrão de tomadas no Brasil, esse risco diminui significativamente. Os novos plugs tornam praticamente impossível que o consumidor leve um choque ao colocar equipamentos na tomada. No entanto, é preciso ficar atento quanto à tensão fornecida pela tomada e à aceita pelo aparelho eletrônico. Se seu aparelho for bivolt automático, não há o que se preocupar, pois existe um circuito eletrônico protetor que detecta e opera na tensão da tomada. Na maioria dos casos, os aparelhos bivolt automáticos funcionam em tensões de 100 a 240 volts. O problema é conectar um aparelho em uma tensão acima da suportada por ele. Quando ligamos um aparelho de 110V, por exemplo, em uma tomada de 220V, ele irá queimar por não estar preparado para aquela tensão elétrica. Nesse caso, será necessário utilizar um transformador de tensão. Eles irão converter os 220 volts de tensão da tomada para os 127 volts de tensão aceitos pelo seu aparelho. Por outro lado, ligar um aparelho de 220V em uma tomada de 127 volts não ocasionará danos ao aparelho, no entanto, ele não funcionará corretamente, ou seja, com menos força, como é o caso de um ventilador ou chuveiro elétrico, por exemplo. Já em casos que envolvam aparelhos digitais, o mais provável é que eles nem sequer liguem, por não haver “força” suficiente que permita o funcionamento pleno do equipamento. Mas e o 127V? Como você percebeu ao longo da matéria, utilizamos 110V para nos referirmos a uma das tensões existentes no país. No entanto, a tensão nominal de 110V não é mais utilizada há alguns anos, justamente por não ser mais reconhecida pelo governo brasileiro, já que em dezembro de 1999 todas as concessionárias de energia precisaram substituir as redes em 110V para o sistema padrão de 127V ou 220V. Porém, como a linguagem popular compreende 127V como 110V, utilizamos deste termo, afinal, o importante é se fazer entender por todos. No entanto, ainda há equipamentos mais antigos que operam na tensão extinta de 110V. Mas, afinal, é seguro utilizá-los numa tensão de 127V? Essa é uma dúvida que gera confusão até mesmo ao realizar rápidas pesquisas no Google, já que respostas bem controversas a respeito do assunto são exibidas no buscador. Para esclarecer essa questão de uma vez por todas, o Showmetech conversou com o engenheiro eletricista e professor da UNIFTC, Henrique Correia Santos. Segundo o especialista, o uso de aparelhos projetados para operar em 110V em redes de 127V pode sim diminuir a vida útil dos equipamentos. É ainda preciso ter cuidado, pois o uso contínuo pode comprometer a parte elétrica do imóvel, ocasionando eventuais problemas, como quedas de energia, disjuntores desligando e até mesmo curtos-circuitos. A melhor dica para evitar frustrações e até mesmo incidentes é estar sempre atento aos detalhes sobre energia e tensão apresentados pela ficha técnica dos equipamentos. Além disso, manter uma manutenção periódica na rede elétrica da residência ajuda na vida útil dos aparelhos utilizados no imóvel. A diferença entre tomadas de 10A e 20A O uso correto do padrão de tomadas é importante para evitar acidentes e perdas de equipamentos domésticos Como dito anteriormente no texto, em vigor desde 2011, o novo padrão de tomadas do país trouxe algumas mudanças e foi responsável por permitir uma maior segurança no uso de equipamentos elétricos em ambientes residenciais, comerciais e industriais. Entre as novidades estão os dois modelos de tomadas disponíveis por aqui: 10A e 20A. O padrão 10A é mais fino e possui plugues e tomadas com 4mm de diâmetro. No geral, as tomadas neste padrão são utilizadas para alimentar equipamentos como eletrodomésticos, computadores de baixo e médio desempenho, carregadores e TVs. Neste modelo, a potência máxima permitida em 127V é de 1270 W, e para 220V a potência máxima suportada é de 2200 W. Já no caso de equipamentos mais potentes, que exigem uma carga reforçada para funcionar, como é o caso de aparelhos de ar-condicionado, secadores de cabelo profissionais e máquinas de lavar roupa, tomadas de 20A se tornam necessárias. Elas possuem plugues e orifícios mais grossos, com 4,8mm de espessura, e uma maior capacidade de transmitir energia com segurança. Nessas tomadas, a potência máxima permitida em 127V é de 2540 W, e para 220V, a potência máxima é de 4400 W. As diferenças nos tamanhos dos componentes também foram pensadas para evitar possíveis acidentes durante o uso de equipamentos elétricos. Dessa forma, evita-se que se conecte um plugue de 20A em uma tomada de 10A, prevenindo superaquecimento nos fios e riscos de incêndios. É ainda preciso estar atento com a espessura dos fios condutores da tomada. Caso os cabos sejam muito finos, pode ocorrer um sobreaquecimento nesse cabo. Confira abaixo a espessura ideal para os cabos: 1,5 mm²' ====== 15,5 ampères 2,5 mm² ====== 21,0 ampères 4,0 mm² ====== 28,0 ampères 6,0 mm² ====== 36,0 ampères 10,0 mm² ====== 50 ampères É importante que o projeto elétrico do imóvel contemple os dois padrões de tomadas. É possível utilizar equipamentos de 10A em tomadas de 20 A sem maiores problemas. No entanto, o contrário não deve ser feito em hipótese alguma. Portanto, mesmo que haja a necessidade, jamais utilize adaptadores para utilizar equipamentos que necessitam de 20A em tomadas de 10A. A voltagem nos estados e cidades Confira a tabela com as voltagens utilizadas nas principais cidades do país Como explicamos no início do texto, atualmente existem diferentes tensões entre as cidades brasileiras porque a rede elétrica foi implantada por diferentes empresas sem um padrão no começo do século XX, Isso nunca foi padronizado porque o custo seria muito alto. Abaixo, é possível conferir uma tabela com as voltagens utilizadas em diversos estados e cidades do Brasil. ESTADO ===== VOLTAGEM NAS PRINCIPAIS CIDADES ACRE ===== 127V – Rio Branco, Cruzeiro do Sul e demais cidades ALAGOAS ===== 220V – Maceió, Maragogi, São Miguel dos Milagres e demais cidades AMAPÁ ===== 127V – Macapá e demais cidades AMAZONAS ===== 127V – Manaus, Parintins, Tabatinga, Tefé e demais cidades BAHIA ===== 127V – Salvador, Ilhéus, Itacaré e Feira de Santana 220V – Porto Seguro (Caraíva, Trancoso e Arraial d’Ajuda), Morro de SP e Praia do Forte CEARÁ ===== 220V – Fortaleza, Jericoacoara, Canoa Quebrada, Aquiraz, Juazeiro do Norte e demais cidades DISTRITO FEDERAL =====220V – Brasília e demais cidades ESPÍRITO SANTO ===== 127V – Vitória, Vila Velha, Guarapari, Conceição da Barra, Colatina, Itaúna e demais cidades GOIÁS ===== 220V – Goiânia e demais cidades MARANHÃO ===== 220V – São Luís, Barreirinhas, Alcântara e demais cidades MATO GROSSO ===== 127V – Cuiabá, Chapada dos Guimarães, Nobres e a maioria das cidades MATO GROSSO DO SUL ===== 127V – Campo Grande, Bonito, Corumbá e demais cidades MINAS GERAIS ===== 127V – Belo Horizonte, Ouro Preto, Mariana, Tiradentes, Diamantina, Juiz de Fora, Uberaba, Caxambu, São Lourenço, Monte Verde, São João del Rei e a maioria das cidades 220V – Uberlândia e algumas outras cidades PARÁ ===== 127V – Belém, Santarém, Marabá, Alter do Chão, Altamira e demais municípios PARANÁ ===== 127V – Curitiba, Foz do Iguaçu, Cascavel, Ponta Grossa, Ilha do Mel e a maioria das cidades 220V – Rio Negro e Guarapuava PARAÍBA ===== 220V – João Pessoa, Campina Grande e demais cidades PERNAMBUCO ===== 220V – Recife, Porto de Galinhas, Olinda, Fernando de Noronha, Tamandaré, Petrolina e demais cidades PIAUÍ ===== 220V – Teresina e demais cidades RIO DE JANEIRO ===== 127V – Rio de Janeiro, Niterói, Búzios, Cabo Frio, Arraial do Cabo, Ilha Grande, Angra dos Reis, Paraty, Trindade, Petrópolis, Teresópolis e a maioria das cidades 220V – Nova Friburgo RIO GRANDE DO NORTE ===== 220V – Natal, Tibau do Sul (Pipa) e demais cidades RIO GRANDE DO SUL ===== 110V – Porto Alegre, Rio Grande, Canoas, Torres e alguns outros municípios 220V – Gramado, Canela, Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Bagé, Pelotas, Uruguaiana e outros municípios RONDÔNIA ===== 127V – Porto Velho, Vilhena, Guajará-Mirim e demais cidades RORAIMA ===== 127V – Boa Vista SANTA CATARINA ===== 220V – Florianópolis, Balneário Camboriú, Joinville, Blumenau, Bombinhas e demais cidades SÃO PAULO ===== 127V – São Paulo, ABCD, Guarulhos, Campinas, Guarujá, São Vicente, Praia Grande, Ilhabela, Ubatuba, Brotas, Ribeirão Preto e a maioria dos municípios 220V – Santos, Jundiaí, Bertioga, Caraguatatuba, São José dos Campos, Mogi das Cruzes, Vinhedo e algumas outras cidades SERGIPE ===== 127V – Aracaju e a maioria dos municípios TOCANTINS ===== 220V – Palmas e demais regiões, incluindo Jalapão fonte: showmetech
  2. 1-Conheci o EletronicaBR pelo google, e hoje também pelo DiskRecuperar. 2-Sou técnico em Informática 3-Sou Técnico em Informática e estou em processo de aprendizado para recuperação de placas mãe. 4-Estou no caminho de aprendizado.
  3. Boa Tarde a todos. Por acaso sabem informar como encontrar uma tabela de compatibilidade entre telas de YVs. Já encontrei telas de TVs lg que servem em TVs Philco, mas foi uma raridade eu conseguir. Venho aqui perguntar se existe alguma tabela de informação sobre este tópico. Att; Max
  4. Zebra GC420t Led oscilando entre verde e vermelho verifique se a cabeça de impressão está conectado ou danificada, as veze só de reconectar volta a funcionar normalmente.
  5. Olá, pessoal! Eu estou com um X-box One Fat aqui que não liga. Adquiri uma fonte nova e ela alterna entre verde e laranja. O fan faz menção de rodar, mas não segue adiante. Olhando aqui no fórum, encontrei uma foto com as tensões: Esquema eletrico do xbox fat E notei que alguns componentes parecem estar ausentes (u7b2, por exemplo). Tomei a liberdade de incluir uma foto da placa aqui para referência: Então, imagino que a placa possa ter sido mexida antes (?!). De qualquer forma agradeceria se alguém pudesse: - Confirmar que estes componentes realmente estão ausentes (talvez existam versões em que eles não são necessários?) - Indicar quais componentes seriam. Eu vejo que a placa tem bastante problemas de corrosão também. Talvez não valha a pena o conserto . Enfim, abraço e obrigado por qualquer auxílio!
  6. 1. Como conheceu o EletrônicaBR? Si los encontre googleando. 2. Qual seu nível técnico? (Estudante, Técnico autodidacta en reparacion de PC e impresoras,Analista de sistemas, programador python , java y php) 3. Quais habilidades relacionadas a eletrônica/informática você tem ou pretende adquirir? Estudio constantemente. Y me dedico a la reparacion y venta de impresoras usadas epson con sistemas continuos. Y aprendo constantemente cosas nuevas. 4. Conte um pouco de você. Qualquer coisa. Me gusta andar en skate (soy profe de skate hace mas de 10 años) y los deportes de tabla como downhill y el surf. Tambien me gusta la informatica y en la actualidad estoy arreglando y vendiendo impresoras tambien tengo una guarderia de perros en mi casa.
  7. 1. Como conheceu o EletrônicaBR? Si los encontre googleando. 2. Qual seu nível técnico? (Estudante, Técnico autodidacta en reparacion de PC e impresoras,Analista de sistemas, programador python , java y php) 3. Quais habilidades relacionadas a eletrônica/informática você tem ou pretende adquirir? Estudio constantemente. Y me dedico a la reparacion y venta de impresoras usadas epson con sistemas continuos. Y aprendo constantemente cosas nuevas. 4. Conte um pouco de você. Qualquer coisa. Me gusta andar en skate (soy profe de skate hace mas de 10 años) y los deportes de tabla como downhill y el surf. Tambien me gusta la informatica y en la actualidad estoy arreglando y vendiendo impresoras tambien tengo una guarderia de perros en mi casa.
  8. Olá Conheci a elétrica br no canal do YouTube Sou técnico,tenho uma loja de manutenção em Entre Rios de minas MG Tenho interesse em aperfeiçoar manutenção em tvs led Hoje atuo na área de manutenção de aparelhos eletrônicos
  9. GPS, GLONASS e Galileo são os sistemas de navegação por satélite mais populares; entenda as diferenças entre os tipos de GNSS. Diferenças entre GPS, GLONASS e Galileo (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog) GPS, GLONASS e Galileo são sistemas de navegação por satélite (GNSS) que determinam a localização geográfica de objetos em tempo real. Essas tecnologias estão presentes em dispositivos que vão de celulares a equipamentos militares. O Tecnoblog explica, a seguir, quais são as diferenças entre esses sistemas em aspectos como precisão, cobertura, número de satélites em operação e finalidades de uso. O que é GPS? GPS (Global Positioning System) é um sistema de navegação por satélite introduzido pelos Estados Unidos em 1978. A tecnologia foi desenvolvida inicialmente para fins militares, mas se tornou amplamente utilizada em aplicações civis (para o público em geral). O GPS é o GNSS mais usado em celulares e carros. Satélite de GPS (imagem: divulgação/U.S. Space Force) O que é GLONASS? GLONASS é uma sigla russa para “Sistema Global de Navegação por Satélite”. A tecnologia foi introduzida pela Rússia em 1982. O sistema foi desenvolvido para atender a propósitos militares, mas passou a ser usado em aplicações civis com o avanço da tecnologia, estando amplamente presente em celulares atualmente. O que é Galileo? Galileo é o sistema global de navegação por satélite da União Europeia. O serviço entrou em operação em 2016 como uma iniciativa voltada a aplicações civis, o que explica a sua existência em celulares. A tecnologia também atende a agências governamentais. O nome é uma referência ao astrônomo italiano Galileu Galilei. O que muda entre as tecnologias GPS, GLONASS e Galileo? As tecnologias GPS, GLONASS e Galileo se diferenciam em características como número de satélites em operação, precisão da localização e países operadores. A tabela a seguir resume as principais diferenças entre os sistemas de navegação por satélite mais populares: Comparativo entre GPS, GLONASS e Galileo; dados referentes a agosto de 2023 1. Países criadores O GPS foi desenvolvido pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos a partir de 1973 e iniciou suas operações em 1978. Já o GLONASS começou a ser desenvolvido em 1976 pela então União Soviética e começou a operar em 1982. Ambos os projetos tinham uso militar inicialmente, mas passaram a atender a aplicações civis. O Galileo foi criado pela União Europeia por meio da Agência Espacial Europeia (ESA) para tornar a região menos dependente do GPS e do GLONASS, não tendo fins militares como objetivo. Seu primeiro satélite foi lançado em 2005, mas o sistema só entrou em operação em 2016. 2. Número de satélites O número de satélites é determinante para a eficiência de cada GNSS, e varia porque unidades são retiradas e colocadas em operação periodicamente. O GPS foi projetado para trabalhar com 32 satélites, mas requer 24 para funcionar adequadamente. Já o GLONASS foi projetado para funcionar com 24 satélites, mas pode operar com 21 ou, para cobrir todo o território russo, 18 unidades. O Galileo foi desenvolvido para operar 30 satélites, mas pode funcionar com 24. O app GPSTest, que mostra dados dos satélites de navegação (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog) 3. Cobertura A cobertura é o parâmetro que indica em quais pontos da Terra o sistema de navegação funciona. O GPS, o GLONASS e o Galileo são sistemas globais, isto é, cobrem todo o planeta. Nos três sistemas, a cobertura alcançou nível global quando o número de satélites em operação ficou acima de 20 unidades. O GPS é global desde 1995, o GLONASS o é desde 2011, o Galileo, desde 2019. Em linhas gerais, é preciso que cada sistema opere com 24 satélites para oferecer essa capacidade, embora esse número possa variar ligeiramente. 4. Precisão A precisão indica a acurácia com a qual um objeto tem sua localização geográfica definida. Esse recurso depende da quantidade de satélites do sistema, de sua frequência de operação, e de fatores como condições climáticas e existência ou não de prédios altos na região. No GPS, a acurácia média é de 4,9 metros, considerando smartphones em uso sob céu aberto. A acurácia do GLONASS costuma variar entra 5 e 10 metros. Já o Galileo tem precisão tipicamente inferior a 5 metros, podendo chegar a menos de 1 metro sob determinadas condições. 5. Altitude dos satélites O GPS, o GLONASS e o Galileo operam satélites em órbita terrestre média (MEO), isto é, em altitudes que variam entre 2.000 e 36.000 km. No GPS, os satélites são distribuídos em seis planos orbitais em altitude aproximada de 20.200 km. Já o GLONASS trabalha com três planos orbitais em altitude próxima a 19.100 km. Os satélites do Galileo também operam em três planos orbitais, mas em altitude padrão de 23.222 km. 6. Compatibilidade O GPS é o sistema de navegação por satélite que está mais presente em dispositivos como celulares, relógios esportivos e painéis de carro, além de também ser largamente usado em aplicações profissionais, como sistemas de rastreamento veicular. O GLONASS também aparece em dispositivos móveis e aplicações profissionais, geralmente coexistindo com o GPS. O Galileo é o menos popular entre os três sistemas por ser o mais recente (surgiu em 2016), mas vem ganhando espaço, principalmente em celulares. O Garmin Fenix 6 Pro Sapphire é um smartwatch com GPS (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog) 7. Finalidade de uso O GPS foi desenvolvido pelos Estados Unidos originalmente para fins militares. Na década de 1980, o uso civil do sistema foi autorizado após o voo Korean Airlines 007 ter sido derrubado por entrar em espaço soviético. O governo americano entendeu que o GPS poderia ter evitado o problema. O GLONASS foi projetado pela Rússia, também com fins militares. Na década de 2000, o governo russo liberou o uso civil do sistema para aprimorá-lo. O Galileo é o único entre os três sistemas criado desde o início para fins civis, tendo sido construído para reduzir a dependência da União Europeia do GPS e do GLONASS. Posso usar GPS + GLONASS ao mesmo tempo? Sim. Alguns dispositivos, como determinados smartwatches da Garmin, podem utilizar dados de GPS e GLONASS ao mesmo tempo para prevenir deficiências na precisão da localização ou na cobertura geográfica. Isso é feito com a combinação de sinais de satélites de ambas as tecnologias. GPS + Galileo e GPS + GLONASS são mais precisos que apenas GPS? Estudos apontam que a combinação do GPS com o GLONASS ou o Galileo pode melhorar a acurácia de determinadas aplicações, especialmente no âmbito científico. Para o público geral, a Garmin explica que a combinação de GPS com GLONASS pode fazer um dispositivo ser até 20% mais rápido na obtenção de dados de satélites. Mas pode não haver ganho se o receptor estiver em áreas com prédios altos, que geram “sombra” no sinal, dentro de túneis ou quando há chuvas fortes. GPS + GLONASS gasta mais bateria que apenas GPS? O uso simultâneo do GPS e do GLONASS pode aumentar o consumo de energia do dispositivo, pois os dois sistemas funcionam em frequências diferentes. Alguns fabricantes, como a Garmin, alertam para esse risco em suas páginas de ajuda. Se o problema for muito impactante, usar somente o GPS pode ser a solução. Existem outros tipos de GPS? Sim. O GPS é o sistema de navegação por satélite (GNSS) mais popular, mas não o único. Além dele, do GLONASS e do Galileo, há os sistemas BeiDou, QZSS e NavIC: - BeiDou: desenvolvido e mantido pela China, entrou em operação em 2011, é usado em operações militares e comerciais; - QZSS: de origem japonesa, é focado em complementar a cobertura do GPS nas regiões da Ásia e Oceania; - NavIC: é o sistema de navegação por satélite da Índia e tem como objetivo cobrir todo o território do país. Fonte: https://tecnoblog.net/responde/diferenca-gps-glonass-galileo/
  10. Auto Dark Mode - alterna automático entre tema escuro e claro Visualizar Arquivo Altera o tema do windows 10 entre tema escuro e claro em horario programado. Uploader henri007 Enviado 22-05-2020 Categoria Windows  
  11. Olá, gostaria de saber a diferenca entre os Transistores - pois pra mim o Transistor BD436 era igual a todos. Tenho um aparelho de som e retirei dele um Transistor BD436 que estava funcionando e coloquei um Transistor BD436 que comprei na eletrônica. E o aparelho de som não funcionou com esse novo transistor. Voltando ao antigo ele funciona normalmente, mas os dois são BD436. Nessa endereço abaixo tem os BD436, o original do Som é o primeiro, o ST, e o que eu comprei é o ultimo, ON, alguem pode me explicar se tem diferença, e por isso o som não funciona. Link para a pagina com os 3 BD436
  12. Tenho um grande problema em identificar reguladores de tensão e MOSFET comuns na placa mãe de desktop, alguém pode me ajudar?
  13. ansinho22

    apresentação Amenson , Entre Rios -Bahia

    1. Como conheceu o EletrônicaBR? (ex: Google ou outro site) R. Conheci atraves de Amigos Tecnicos que indicaram 2. Qual seu nível técnico? (Amador, Estudante, Técnico, Engenheiro, Empresário) Técnico 3. Quais habilidades relacionadas a eletrônica/informática você tem ou pretende adquirir? Reparo de placas maes notebook e etc 4. Conte um pouco de você. Qualquer coisa. trabalho na area des dos 16 anos , hoje com 29 , realiso diversos serviços , como montagens recuperação de placas, manuenção , serviços de rede e etc
  14. Opa, estou precisando instalar um antivírus, atualmente uso o Windows 10 e sei muito bem sobre o Windows Defender, que por sinal, é bom. Mas preciso fazer alguns testes e usos que vejo muita falta no Windows Defender. Gosto muito do Avira, porém, me parece que o BitDefender é mais leve ou não?
  15. Prezados, Boa note. Gostaria de saber se as telas samsung Ltm185at04 e Ltm185at05, se ambas usam a mesma placa do monitor s19a300b? ou existem alguma difenciação de projeto ou instalação de bios por exemplo?
  16. MA VO

    apresentação Hola, soy Miguel de Entre Ríos

    Me entere de la web y el forum a través de InfoSquad. Soy Técnico y reparo placas simples, con el tiempo espero comprender y reparar placas más complejas. Siempre me gusto la electrónica cómo la computación, son las dos cosas a las que me dedico, espero también dejar algún aporte.
  17. Você sabe quais as diferenças entre os cabos HDMI e DisplayPort? Confira aqui neste artigo todos os detalhes sobre as duas tecnologias. DisplayPort e HDMI são dois padrões distintos para a transmissão de vídeo e áudio de um player para um monitor. Mas qual é a diferença entre o DisplayPort e o HDMI, além dos conectores claramente distintos? Afinal, eles foram projetados para fazer a mesma coisa? Os formatos DisplayPort e o HDMI são concorrentes? Bem, não exatamente. Embora o HDMI e o DisplayPort tenham o mesmo objetivo (que é enviar vídeo e áudio digital em alta definição de um dispositivo de origem para um monitor), eles foram de fato concebidos sob diferentes óticas. HDMI vs. DisplayPort: Surgimento O HDMI (abreviação de High-Definition Multimedia Interface) foi introduzido em 2003 por um consórcio de fabricantes de displays, incluindo Sony, Philips, Panasonic e Toshiba, todas grandes corporações voltadas principalmente para dispositivos de reprodução de imagens. É por isso que o HDMI é o padrão mais comum em aparelhos como televisores, projetores e computadores domésticos. Alguns anos depois, em 2006, outro grande consórcio de fabricantes de PCs e chips trabalhou para criar o DisplayPort (DP), um acompanhamento dos padrões VGA e DVI mais antigos. O foco principal eram telas de computador e equipamentos profissionais de TI, para mercados mais centrados em dados. HDMI vs. DisplayPort: Conectores O conector HDMI possui 19 pinos e quatro tamanhos diferentes, que são: Tipo A (padrão), Tipo C (mini), Tipo D (micro) e o Tipo E. O tipo A é o mais comum e o mais utilizado, já o Tipo E é usado para aplicações automotivas. O padrão HDMI geralmente vem com parafusos para prender o cabo ao soquete, pois assim, a trava impede que os cabos sejam puxados e interrompidos. Já o conector do DisplayPort vem com 20 pinos e possui apenas dois tamanhos, o DisplayPort padrão e o DisplayPort Mini. A interface apresenta o mesmo mecanismo de trava comentado acima, mas somente em conectores full-size, porque a especificação oficial não exige. Cabos HDMI No caso de uso de um cabo HDMI, deve-se prestar atenção no padrão de cabo que se está utilizando, pois cada cabo é voltado para uma tarefa específica, e se usado para algo a que não é destinado ele poderá apresentar bugs de áudio e de sincronização de vídeo. Atualmente existem 4 padrões de cabo HDMI, sendo que mais um está para ser lançado com a mais recente especificação 2.1. Veja abaixo as versões atuais de cabo HDMI: Cabo HDMI padrão: largura de banda indicada apenas para vídeos com resolução de 720p e 1080p; Cabo HDMI padrão com Ethernet: mesma largura de banda, mas possui suporte para Ethernet de até 100Mbps. Cabo HDMI de alta velocidade: alta largura de banda, podendo transmitir vídeos com resolução de 1080p acima, até 4K e 3D. Cabo HDMI de alta velocidade com Ethernet: mesmas condições de banda do anterior, mas com suporte para Ethernet de até 100Mbps. Além dos recursos acima citados, todas as portas HDMI modernas devem suportar a tecnologia FreeSync da AMD, que elimina 'lags' em jogos, combinando a taxa de atualização do monitor com a taxa de quadros da placa de vídeo. O HDMI, no entanto, não suporta a tecnologia G-Sync da Nvidia - para isso, você precisa do DisplayPort. Em termos de material utilizado nos cabos, geralmente o cobre é o mais comum. Os sinais também podem ser transmitidos por cabos CAT 5 ou CAT 6, cabos coaxiais ou via fibra. São considerados "ativos" os cabos que possuem circuitos integrados embutidos com objetivo de amplificar o sinal, e são mais longos e finos do que os "passivos". Adaptador que liga DisplayPort para HDMI. Cabos DisplayPort O DisplayPort é mais restrito, pois não consegue carregar dados Ethernet e também não possui canal para retorno de áudio na opção padrão, somente transmitir áudio digital multicanal. Junto de um adaptador, é possível fazer um cabo DisplayPort conectar uma fonte DisplayPort que vá até um monitor VGA. Estes adaptadores também permitem a conexão de um cabo DisplayPort com um display de link único DVI ou HDMI. Já os cabos HDMI só podem ser conectados com interface DVI com o adaptador. Versões de DisplayPort: DisplayPort 1.2 : Suporta até 4K a 60Hz, algumas portas 1.2a também podem suportar o FreeSync da AMD DisplayPort 1.3 : Suporta até 4K a 120Hz ou 8K a 30Hz DisplayPort 1.4 : Suporta até 8K a 60Hz e HDR Isso pode parecer menos poderoso do que o HDMI (especialmente considerando os recursos do HDMI 2.1), mas o DisplayPort está presente em alguns dos melhores monitores - como o Acer XR382CQK, e também tem algumas vantagens. Primeiramente, ele suporta o FreeSync da AMD e o G-Sync da Nvidia, para que você tenha uma experiência de jogo livre de lacunas, independentemente de qual você usa (desde que o seu monitor suporte a tecnologia, é claro). Além disso, você pode conduzir vários monitores a partir de uma conexão DisplayPort, em vez de usar várias portas, o que é útil. Notebooks podem até enviar sinais DisplayPort através de uma porta USB-C. Áudio e Vídeo Neste ponto, é o HDMI que perde pontos, pois com ele só se consegue um único stream de áudio e um stream de vídeo apenas, ou seja, só pode transmitir para uma tela ou um monitor por vez. É um ponto negativo se pensado na quantidade de pessoas que utilizam mais de um monitor hoje em dia. Já com um cabo DisplayPort se vai mais longe. Uma interface garante transmissão para até quatro monitores com resolução de 1920x1200, ou ainda dois monitores de 2560x1600. Cada tela recebe fluxos de áudio e vídeo. Em alguns casos, dependendo da GPU, também é possível montar uma conexão para juntar seis monitores em uma só fonte. Conclusões Em conclusão, você deve ter em mente que a porta escolhida depende dos recursos do seu monitor, e dos recursos de que você precisa. O DisplayPort é um pouco mais versátil, mas se o seu monitor oferece apenas a escolha entre HDMI 2.0 e DisplayPort 1.2, o HDMI pode ser a melhor escolha. Isso porque o HDMI 2.0 suporta HDR e o DisplayPort 1.2 não. Naturalmente, você precisará consultar as especificações do monitor para decidir qual porta usar em sua configuração específica. fonte: oficinadanet.com.br
  18. P1, P2, P3 e P10: Saiba a diferença entre os conectores TS, TRS e TRRS Se você está precisando entender a diferença entre os cabos P1, P2, P3 e P10, aqui você vai entender para que cada um deles serve e como utilizá-los. Neste universo tecnológico, a nomenclatura de dispositivos é fundamental, pois apenas uma letra ou um número diferente muda tudo sobre o produto. E se você está precisando de cabos conectores, muito provavelmente pode se deparar com o P1, P2, P3 e P10. Afinal, qual a diferença entre estes conectores? Aqui você aprendera um pouco mais sobre os cabos TS, TRS e TRRS. Você deve ter muitos cabos em casa, assim como eu. Eles estão por todo o lado. No computador, no smartphone, na TV, na sua guitarra ou violão. Enfim. Há vários tipos de cabos, e nem sempre sabemos para que cada um deles serve. Nesse artigo iremos abordar as funções e as diferenças entre os conectores. Entenda as variedades de entrada de áudio e como identificá-las, além de descobrir por que um determinado cabo não funcionará para todas as suas necessidades. História O tamanho de plug 3,5 mm foi originalmente projetado na década de 1950, como conectores de dois condutores para fones de ouvido em rádios de transistores, e continuam sendo usados como padrão atualmente. Esta versão de aproximadamente metade do tamanho do original, popularizada pelo rádio Sony EFM-117J (lançado em 1964), ainda é comumente usada em dispositivos portáteis. Tornou-se muito popular com os Walkmans, já que ao contrário dos rádios transistores mais antigos, esses dispositivos não tinham alto-falantes; a maneira usual de ouvi-los era conectar fones de ouvido. Os tamanhos de 2,5 mm foram similarmente popularizados em pequenos eletrônicos portáteis. Eles freqüentemente apareciam ao lado de um conector de microfone de 3,5 mm para um interruptor liga / desliga do controle remoto, nos primeiros gravadores portáteis; o microfone fornecido com essas máquinas tinha a chave liga / desliga e usava um conector de duas pontas, com os plugues de 3,5 e 2,5 mm. Eles também foram usados ​​para entrada de energia CC de baixa tensão de adaptadores de parede. No último papel, eles foram logo substituídos por conectores de alimentação CC coaxiais. As entradas de 2,5 mm também foram usadas como conectores de alguns telefones celulares. Qual a diferença entre os cabos P1, P2, P3 e P10? Identificando os plugs Atualmente, temos três tamanhos principais de fones de ouvido, medidos pelo seu diâmetro: 6,35mm, usado em instrumentos (P10), 3,5mm (P2 e P3) e 2,5mm (P1). Ou também chamados por polegada: 1/4" (P10), 1/8" (P2 e P3) e 3/32" (P1), mais três configurações principais de plugue, conforme você pode ver na imagem abaixo. É mais fácil e mais preciso fazer referência a cada tipo por meio da configuração P1, P2,P3, P10, para evitar qualquer mal-entendido, especialmente quando o áudio balanceado é levado em consideração. Esta descrição funciona para todos os tamanhos, por isso não desanime que os diagramas mostrem 3,5 mm e não 6,5 mm. Os cabos de áudio de nível profissional utilizados para apresentações ao vivo, têm por vezes os seus próprios conjuntos de regras. Neste artigo, estamos discutindo apenas tomadas de áudio não balanceadas, ou de uso geral. Microfone Estéreo Plus O local mais comum de encontrar um conector de áudio é em seu smartphone ou computador. Apenas conecte seus fones de ouvido e pronto. Tanto o áudio mono quanto o estéreo foram padronizados, para garantir a compatibilidade do equipamento entre sistemas analógicos - mesmo quando adaptados a RCA. Quando chegou a hora de adicionar um canal de microfone, as coisas ficaram um pouco em forma de pêra porque havia duas escolas de pensamento sobre como conectar as conexões. Um chamado CTIA e outro conhecido como OMTP. Alguns fabricantes optaram por trocar o soquete para fazer o contato da luva como a linha de aterramento (OMTP), enquanto outros optaram por deixar o contato com a base onde estavam, e espremer o novo canal na manga (CITA). Como você pode ver no diagrama acima, houve um benefício em manter inalterada a posição de contato com a base, e esta é a solução que vemos com maior frequência em fones de ouvido para computadores, smartphones e tablets. Este foi sem dúvida o primeiro padrão. Áudio e Vídeo O áudio do microfone não era o único tipo de sinal que esse novo contato poderia transmitir, e com a miniaturização de câmeras e filmadoras. A saída de áudio e vídeo analógica chegou logo à nós na forma de P3 para cabos 3RCA. Novamente, sem um padrão definido, as pinagens dentro do soquete fêmea podem mudar de um fabricante para outro. Uma filmadora Sony provavelmente não funcionaria com um cabo breakout Panasonic AV, porque elas não eram conectadas da mesma maneira. Em alguns casos, você pode trocar a RCA e continuar obtendo áudio e vídeo, mas nem sempre dá certo. Por que mover a forma de contato com a base? Se um fabricante mudasse os plug, impedia que os acessórios do concorrente e do mercado de reposição funcionassem em seus dispositivos, possivelmente com a intenção de forçar o consumidor a comprar "o original". Você pode agradecer as grandes marcas por isso! Plugues de Mixagem e Soquetes Como você pode imaginar, conectar um plugue P2 em um soquete P3 ou vice-versa resultará em um curto-circuito entre um canal e o terra. Na maior parte, um curta como este não é uma grande preocupação: Os conectores TS/TRS são conhecidos como P1 (TS, TRS ou TRRS 2,5 mm), P2 (TS, TRS ou TRRS* 3,5 mm) e P10 (TS ou TRS 6,35 mm). O diagrama acima mostra um plug regular de fones de ouvido P2. Usar ele em um smartphone não permitirá fazer chamadas de voz com "mãos livres", mas também não danificará nada. Isso também funciona para outros dispositivos como tablets e notebooks/PC. Pode surgir problemas ao misturar cabos onde o contato com a base não está no primeiro anel. Os telefones Nokia, as filmadoras Panasonic e os leitores de DVD portáteis para automóvel tiveram suas pinagens movimentadas no passado, portanto, e é preciso ter cuidado para evitar danos ao trabalhar com equipamento especial ou ao tentar conectar diferentes tipos de produtos. Isso é difícil quando os cabos parecem idênticos, mas estão conectados de maneira diferente. Você não pode enviar muita energia em um circuito em curto. Soluções Infelizmente, não existe um produto universal que possa funcionar com todos os dispositivos, e é impossível olhar para dentro de um soquete fêmea para saber para qual plug usar. Quando se trata de filmadoras, a melhor opção é procurar um acessório oficial do fabricante. Para fones de ouvido estéreo com microfone, as coisas são muito mais fáceis. No máximo, você pode precisar dividir um TRRS em plugues estéreo, e de microfone separados, para se adequar ao seu notebook ou computador. Usos comuns de cada um TS (P10) Um plugue TS ou P1 possui dois condutores e pode existir pelo menos como 1/4 "e 3,5mm, podendo ser usado com conexões mono desequilibradas, no nível do microfone, no nível da linha ou no nível do alto-falante. TRS (P1 e P2) Um plugue P2 tem três condutores, e pode existir pelo menos como 1/4 "e 3,5mm, podendo ser usado com conexões mono balanceadas (especialmente quando não há espaço suficiente para o XLR de 3 pinos preferencial), embora muito seja usado para estéreo desbalanceado, no nível do microfone, no nível da linha ou no nível do alto-falante. TRRS (P3) Um plugue TRRS ou P3 possui quatro condutores, e é muito popular com 3,5 mm, podendo ser usado com áudio estéreo não balanceado com vídeo, ou com áudio estéreo não balanceado, e um condutor de microfone mono. O conector TRRS é extremamente popular entre smartphones e tablets e, até em certo ponto, com computadores, incluindo notebooks Windows e Macs. Infelizmente, existem dois padrões conflitantes associados ao seu uso, com áudio estéreo desbalanceado e um condutor de microfone mono. Algumas combinações permitidas e proibidas Aqui estão algumas combinações permitidas e proibidas. Conexão permitida De um modo geral, é perfeitamente possível conectar um fone de ouvido estéreo P2 - sem microfone - ao seu smartphone ou tablet que tenha um soquete P3. Como você verá observando os dois padrões P3, há uma sobreposição de padrões, de modo que o P2 se alinha perfeitamente aos conectores apropriados na parte externa do soquete. Em muitos smartphones, a detecção de um P2 desliga automaticamente o alto-falante interno, enquanto mantém o microfone do dispositivo ativo, para que você possa ter uma conversa telefônica ouvindo seu fone de ouvido estéreo, e ainda falando ao telefone. Combinações Proibidas Não conecte os fones de ouvido P3 na entrada de fone de ouvido P2 de alguns microfones MXL, que possuem um cabo Y embutido no cabo do microfone. Isso causará problemas graves. Se você estiver usando qualquer dispositivo de áudio digital para gravar com seu smartphone ou tablet (por exemplo, 30 pinos, Lightning ou USB OTG), incluindo qualquer um dos muitos dispositivos de áudio digital que funcionam com Android ou iOS, não conecte seus fones de ouvido na entrada P3 do seu smartphone ou tablet durante uma gravação. Você deve usar apenas o fone P2 (ou um adaptador) para monitorar quando estiver gravando de uma fonte digital no smartphone ou tablet. Caso contrário, em muitos casos, a presença do plugue P3 fará com que seu smartphone ou tablet substitua a fonte digital. fonte: oficinadanet.com.br
  19. Ola meus amigos estou com este defeito de travar ou desliga. ja estou com esta maquina ja tem quase 2 semana e não resolvi. testes feito: troca de HD (3 unidades) troca do processador ( 2 unidades) troca de memoria ( 4 unidades ) troca da placa mae ligada sem o teclado bios regravada com troca de chip ja não sei mais o que fazer, alguem tem uma opinão diferente que posso acresentar
  20. Olá pessoal, Estou com um projeto para fazer onde eu tenho que ter uma comunicação entre dois hardwares para saber qual a distância entre eles. Essa distância estará entre 1 e 10 metros, podendo haver obstáculos como árvores, veículos, etc. Estava dando alguma pesquisada e vi algumas coisas para calcular através de eco, da forma que o sonar faz, porém existem alguns problemas que nesse cenário eu terei muito barulho e também existirão alguns obstáculos entre esses equipamentos. Eu gostaria de algumas ideias de como eu poderia resolver esse problema, não preciso que me passem nada pronto, apenas ideias para que eu possa pesquisar sobre elas e ver qual a melhor que se adequaria para este projeto. Muito obrigado
  21. Olá! Baseado nessa parte do datasheet, é possível afirmar que é a mesma coisa? A tela do meu monitor está toda manchada (urina de gato), o código dela é HT190WG1-600 (esquerda) e a outra, anunciada no MercadoLivre é SVA190WX02TB. HT190WG1-600 SVA190WX02TB
  22. Hola a todos, espero entiendan algo de español, mi nombre es Federico Locker, soy de Entre Ríos - Argentina. Conocí EletronicaBR a traves de Google. Soy Técnico en electrónica y automatización industrial, me dedico al servicio técnico de equipos electrónicos como Smart TV, Monitores, equipos de audio. Así que espero nos podamos ayudar mutuamente, saludos para todos.
  23. Bom dia Já tenho há meio ano um domínio registrado que utilizo como ecommerce e configurado o CNAME no Registro.BR para funcionar com uma plataforma de ecommerce (no caso, provedora da estrutura para cadastrar meus produtos) e está operando desde ano passado. Inclusive, configurado a proteção com a Cloudflare Para incluir o Cloudflare, foi precisa Editar a Zona e lançar os códigos em servidor Master e Slave Contratei um servidor apenas para hospedar um conta de email com o meu domínio próprio, mas a ferramenta não consegue transferir para si o meu domínio Isso é algum problema de incompatibilidade? Ou preciso limpar o registro CNAME do Registro.BR e depois transferir tudo para este novo servidor?
  24. Boa tarde pessoal, minha duvida é compativeis esse dois chipsets ( bd82qm57 / bd82hm55 )

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