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  1. Você sabe quais as diferenças entre os cabos HDMI e DisplayPort? Confira aqui neste artigo todos os detalhes sobre as duas tecnologias. DisplayPort e HDMI são dois padrões distintos para a transmissão de vídeo e áudio de um player para um monitor. Mas qual é a diferença entre o DisplayPort e o HDMI, além dos conectores claramente distintos? Afinal, eles foram projetados para fazer a mesma coisa? Os formatos DisplayPort e o HDMI são concorrentes? Bem, não exatamente. Embora o HDMI e o DisplayPort tenham o mesmo objetivo (que é enviar vídeo e áudio digital em alta definição de um dispositivo de origem para um monitor), eles foram de fato concebidos sob diferentes óticas. HDMI vs. DisplayPort: Surgimento O HDMI (abreviação de High-Definition Multimedia Interface) foi introduzido em 2003 por um consórcio de fabricantes de displays, incluindo Sony, Philips, Panasonic e Toshiba, todas grandes corporações voltadas principalmente para dispositivos de reprodução de imagens. É por isso que o HDMI é o padrão mais comum em aparelhos como televisores, projetores e computadores domésticos. Alguns anos depois, em 2006, outro grande consórcio de fabricantes de PCs e chips trabalhou para criar o DisplayPort (DP), um acompanhamento dos padrões VGA e DVI mais antigos. O foco principal eram telas de computador e equipamentos profissionais de TI, para mercados mais centrados em dados. HDMI vs. DisplayPort: Conectores O conector HDMI possui 19 pinos e quatro tamanhos diferentes, que são: Tipo A (padrão), Tipo C (mini), Tipo D (micro) e o Tipo E. O tipo A é o mais comum e o mais utilizado, já o Tipo E é usado para aplicações automotivas. O padrão HDMI geralmente vem com parafusos para prender o cabo ao soquete, pois assim, a trava impede que os cabos sejam puxados e interrompidos. Já o conector do DisplayPort vem com 20 pinos e possui apenas dois tamanhos, o DisplayPort padrão e o DisplayPort Mini. A interface apresenta o mesmo mecanismo de trava comentado acima, mas somente em conectores full-size, porque a especificação oficial não exige. Cabos HDMI No caso de uso de um cabo HDMI, deve-se prestar atenção no padrão de cabo que se está utilizando, pois cada cabo é voltado para uma tarefa específica, e se usado para algo a que não é destinado ele poderá apresentar bugs de áudio e de sincronização de vídeo. Atualmente existem 4 padrões de cabo HDMI, sendo que mais um está para ser lançado com a mais recente especificação 2.1. Veja abaixo as versões atuais de cabo HDMI: Cabo HDMI padrão: largura de banda indicada apenas para vídeos com resolução de 720p e 1080p; Cabo HDMI padrão com Ethernet: mesma largura de banda, mas possui suporte para Ethernet de até 100Mbps. Cabo HDMI de alta velocidade: alta largura de banda, podendo transmitir vídeos com resolução de 1080p acima, até 4K e 3D. Cabo HDMI de alta velocidade com Ethernet: mesmas condições de banda do anterior, mas com suporte para Ethernet de até 100Mbps. Além dos recursos acima citados, todas as portas HDMI modernas devem suportar a tecnologia FreeSync da AMD, que elimina 'lags' em jogos, combinando a taxa de atualização do monitor com a taxa de quadros da placa de vídeo. O HDMI, no entanto, não suporta a tecnologia G-Sync da Nvidia - para isso, você precisa do DisplayPort. Em termos de material utilizado nos cabos, geralmente o cobre é o mais comum. Os sinais também podem ser transmitidos por cabos CAT 5 ou CAT 6, cabos coaxiais ou via fibra. São considerados "ativos" os cabos que possuem circuitos integrados embutidos com objetivo de amplificar o sinal, e são mais longos e finos do que os "passivos". Adaptador que liga DisplayPort para HDMI. Cabos DisplayPort O DisplayPort é mais restrito, pois não consegue carregar dados Ethernet e também não possui canal para retorno de áudio na opção padrão, somente transmitir áudio digital multicanal. Junto de um adaptador, é possível fazer um cabo DisplayPort conectar uma fonte DisplayPort que vá até um monitor VGA. Estes adaptadores também permitem a conexão de um cabo DisplayPort com um display de link único DVI ou HDMI. Já os cabos HDMI só podem ser conectados com interface DVI com o adaptador. Versões de DisplayPort: DisplayPort 1.2 : Suporta até 4K a 60Hz, algumas portas 1.2a também podem suportar o FreeSync da AMD DisplayPort 1.3 : Suporta até 4K a 120Hz ou 8K a 30Hz DisplayPort 1.4 : Suporta até 8K a 60Hz e HDR Isso pode parecer menos poderoso do que o HDMI (especialmente considerando os recursos do HDMI 2.1), mas o DisplayPort está presente em alguns dos melhores monitores - como o Acer XR382CQK, e também tem algumas vantagens. Primeiramente, ele suporta o FreeSync da AMD e o G-Sync da Nvidia, para que você tenha uma experiência de jogo livre de lacunas, independentemente de qual você usa (desde que o seu monitor suporte a tecnologia, é claro). Além disso, você pode conduzir vários monitores a partir de uma conexão DisplayPort, em vez de usar várias portas, o que é útil. Notebooks podem até enviar sinais DisplayPort através de uma porta USB-C. Áudio e Vídeo Neste ponto, é o HDMI que perde pontos, pois com ele só se consegue um único stream de áudio e um stream de vídeo apenas, ou seja, só pode transmitir para uma tela ou um monitor por vez. É um ponto negativo se pensado na quantidade de pessoas que utilizam mais de um monitor hoje em dia. Já com um cabo DisplayPort se vai mais longe. Uma interface garante transmissão para até quatro monitores com resolução de 1920x1200, ou ainda dois monitores de 2560x1600. Cada tela recebe fluxos de áudio e vídeo. Em alguns casos, dependendo da GPU, também é possível montar uma conexão para juntar seis monitores em uma só fonte. Conclusões Em conclusão, você deve ter em mente que a porta escolhida depende dos recursos do seu monitor, e dos recursos de que você precisa. O DisplayPort é um pouco mais versátil, mas se o seu monitor oferece apenas a escolha entre HDMI 2.0 e DisplayPort 1.2, o HDMI pode ser a melhor escolha. Isso porque o HDMI 2.0 suporta HDR e o DisplayPort 1.2 não. Naturalmente, você precisará consultar as especificações do monitor para decidir qual porta usar em sua configuração específica. fonte: oficinadanet.com.br
  2. P1, P2, P3 e P10: Saiba a diferença entre os conectores TS, TRS e TRRS Se você está precisando entender a diferença entre os cabos P1, P2, P3 e P10, aqui você vai entender para que cada um deles serve e como utilizá-los. Neste universo tecnológico, a nomenclatura de dispositivos é fundamental, pois apenas uma letra ou um número diferente muda tudo sobre o produto. E se você está precisando de cabos conectores, muito provavelmente pode se deparar com o P1, P2, P3 e P10. Afinal, qual a diferença entre estes conectores? Aqui você aprendera um pouco mais sobre os cabos TS, TRS e TRRS. Você deve ter muitos cabos em casa, assim como eu. Eles estão por todo o lado. No computador, no smartphone, na TV, na sua guitarra ou violão. Enfim. Há vários tipos de cabos, e nem sempre sabemos para que cada um deles serve. Nesse artigo iremos abordar as funções e as diferenças entre os conectores. Entenda as variedades de entrada de áudio e como identificá-las, além de descobrir por que um determinado cabo não funcionará para todas as suas necessidades. História O tamanho de plug 3,5 mm foi originalmente projetado na década de 1950, como conectores de dois condutores para fones de ouvido em rádios de transistores, e continuam sendo usados como padrão atualmente. Esta versão de aproximadamente metade do tamanho do original, popularizada pelo rádio Sony EFM-117J (lançado em 1964), ainda é comumente usada em dispositivos portáteis. Tornou-se muito popular com os Walkmans, já que ao contrário dos rádios transistores mais antigos, esses dispositivos não tinham alto-falantes; a maneira usual de ouvi-los era conectar fones de ouvido. Os tamanhos de 2,5 mm foram similarmente popularizados em pequenos eletrônicos portáteis. Eles freqüentemente apareciam ao lado de um conector de microfone de 3,5 mm para um interruptor liga / desliga do controle remoto, nos primeiros gravadores portáteis; o microfone fornecido com essas máquinas tinha a chave liga / desliga e usava um conector de duas pontas, com os plugues de 3,5 e 2,5 mm. Eles também foram usados ​​para entrada de energia CC de baixa tensão de adaptadores de parede. No último papel, eles foram logo substituídos por conectores de alimentação CC coaxiais. As entradas de 2,5 mm também foram usadas como conectores de alguns telefones celulares. Qual a diferença entre os cabos P1, P2, P3 e P10? Identificando os plugs Atualmente, temos três tamanhos principais de fones de ouvido, medidos pelo seu diâmetro: 6,35mm, usado em instrumentos (P10), 3,5mm (P2 e P3) e 2,5mm (P1). Ou também chamados por polegada: 1/4" (P10), 1/8" (P2 e P3) e 3/32" (P1), mais três configurações principais de plugue, conforme você pode ver na imagem abaixo. É mais fácil e mais preciso fazer referência a cada tipo por meio da configuração P1, P2,P3, P10, para evitar qualquer mal-entendido, especialmente quando o áudio balanceado é levado em consideração. Esta descrição funciona para todos os tamanhos, por isso não desanime que os diagramas mostrem 3,5 mm e não 6,5 mm. Os cabos de áudio de nível profissional utilizados para apresentações ao vivo, têm por vezes os seus próprios conjuntos de regras. Neste artigo, estamos discutindo apenas tomadas de áudio não balanceadas, ou de uso geral. Microfone Estéreo Plus O local mais comum de encontrar um conector de áudio é em seu smartphone ou computador. Apenas conecte seus fones de ouvido e pronto. Tanto o áudio mono quanto o estéreo foram padronizados, para garantir a compatibilidade do equipamento entre sistemas analógicos - mesmo quando adaptados a RCA. Quando chegou a hora de adicionar um canal de microfone, as coisas ficaram um pouco em forma de pêra porque havia duas escolas de pensamento sobre como conectar as conexões. Um chamado CTIA e outro conhecido como OMTP. Alguns fabricantes optaram por trocar o soquete para fazer o contato da luva como a linha de aterramento (OMTP), enquanto outros optaram por deixar o contato com a base onde estavam, e espremer o novo canal na manga (CITA). Como você pode ver no diagrama acima, houve um benefício em manter inalterada a posição de contato com a base, e esta é a solução que vemos com maior frequência em fones de ouvido para computadores, smartphones e tablets. Este foi sem dúvida o primeiro padrão. Áudio e Vídeo O áudio do microfone não era o único tipo de sinal que esse novo contato poderia transmitir, e com a miniaturização de câmeras e filmadoras. A saída de áudio e vídeo analógica chegou logo à nós na forma de P3 para cabos 3RCA. Novamente, sem um padrão definido, as pinagens dentro do soquete fêmea podem mudar de um fabricante para outro. Uma filmadora Sony provavelmente não funcionaria com um cabo breakout Panasonic AV, porque elas não eram conectadas da mesma maneira. Em alguns casos, você pode trocar a RCA e continuar obtendo áudio e vídeo, mas nem sempre dá certo. Por que mover a forma de contato com a base? Se um fabricante mudasse os plug, impedia que os acessórios do concorrente e do mercado de reposição funcionassem em seus dispositivos, possivelmente com a intenção de forçar o consumidor a comprar "o original". Você pode agradecer as grandes marcas por isso! Plugues de Mixagem e Soquetes Como você pode imaginar, conectar um plugue P2 em um soquete P3 ou vice-versa resultará em um curto-circuito entre um canal e o terra. Na maior parte, um curta como este não é uma grande preocupação: Os conectores TS/TRS são conhecidos como P1 (TS, TRS ou TRRS 2,5 mm), P2 (TS, TRS ou TRRS* 3,5 mm) e P10 (TS ou TRS 6,35 mm). O diagrama acima mostra um plug regular de fones de ouvido P2. Usar ele em um smartphone não permitirá fazer chamadas de voz com "mãos livres", mas também não danificará nada. Isso também funciona para outros dispositivos como tablets e notebooks/PC. Pode surgir problemas ao misturar cabos onde o contato com a base não está no primeiro anel. Os telefones Nokia, as filmadoras Panasonic e os leitores de DVD portáteis para automóvel tiveram suas pinagens movimentadas no passado, portanto, e é preciso ter cuidado para evitar danos ao trabalhar com equipamento especial ou ao tentar conectar diferentes tipos de produtos. Isso é difícil quando os cabos parecem idênticos, mas estão conectados de maneira diferente. Você não pode enviar muita energia em um circuito em curto. Soluções Infelizmente, não existe um produto universal que possa funcionar com todos os dispositivos, e é impossível olhar para dentro de um soquete fêmea para saber para qual plug usar. Quando se trata de filmadoras, a melhor opção é procurar um acessório oficial do fabricante. Para fones de ouvido estéreo com microfone, as coisas são muito mais fáceis. No máximo, você pode precisar dividir um TRRS em plugues estéreo, e de microfone separados, para se adequar ao seu notebook ou computador. Usos comuns de cada um TS (P10) Um plugue TS ou P1 possui dois condutores e pode existir pelo menos como 1/4 "e 3,5mm, podendo ser usado com conexões mono desequilibradas, no nível do microfone, no nível da linha ou no nível do alto-falante. TRS (P1 e P2) Um plugue P2 tem três condutores, e pode existir pelo menos como 1/4 "e 3,5mm, podendo ser usado com conexões mono balanceadas (especialmente quando não há espaço suficiente para o XLR de 3 pinos preferencial), embora muito seja usado para estéreo desbalanceado, no nível do microfone, no nível da linha ou no nível do alto-falante. TRRS (P3) Um plugue TRRS ou P3 possui quatro condutores, e é muito popular com 3,5 mm, podendo ser usado com áudio estéreo não balanceado com vídeo, ou com áudio estéreo não balanceado, e um condutor de microfone mono. O conector TRRS é extremamente popular entre smartphones e tablets e, até em certo ponto, com computadores, incluindo notebooks Windows e Macs. Infelizmente, existem dois padrões conflitantes associados ao seu uso, com áudio estéreo desbalanceado e um condutor de microfone mono. Algumas combinações permitidas e proibidas Aqui estão algumas combinações permitidas e proibidas. Conexão permitida De um modo geral, é perfeitamente possível conectar um fone de ouvido estéreo P2 - sem microfone - ao seu smartphone ou tablet que tenha um soquete P3. Como você verá observando os dois padrões P3, há uma sobreposição de padrões, de modo que o P2 se alinha perfeitamente aos conectores apropriados na parte externa do soquete. Em muitos smartphones, a detecção de um P2 desliga automaticamente o alto-falante interno, enquanto mantém o microfone do dispositivo ativo, para que você possa ter uma conversa telefônica ouvindo seu fone de ouvido estéreo, e ainda falando ao telefone. Combinações Proibidas Não conecte os fones de ouvido P3 na entrada de fone de ouvido P2 de alguns microfones MXL, que possuem um cabo Y embutido no cabo do microfone. Isso causará problemas graves. Se você estiver usando qualquer dispositivo de áudio digital para gravar com seu smartphone ou tablet (por exemplo, 30 pinos, Lightning ou USB OTG), incluindo qualquer um dos muitos dispositivos de áudio digital que funcionam com Android ou iOS, não conecte seus fones de ouvido na entrada P3 do seu smartphone ou tablet durante uma gravação. Você deve usar apenas o fone P2 (ou um adaptador) para monitorar quando estiver gravando de uma fonte digital no smartphone ou tablet. Caso contrário, em muitos casos, a presença do plugue P3 fará com que seu smartphone ou tablet substitua a fonte digital. fonte: oficinadanet.com.br
  3. Qual a diferença entre Wireless, Wi-Fi, WiMAX e WLAN? “Vou montar uma rede wireless em meu escritório” “Você tem a senha do Wi-Fi?” “Aqui temos acesso à Internet via WiMAX”. “Preciso comprar um Roteador Wireless mais potente”. Quantas vezes você já escutou, ou mesmo proferiu, uma dessas frases? Provavelmente várias. Mas você sabe exatamente o que significa cada uma dessas palavras? Por exemplo, existe diferença entre dizer “Minha rede Wireless” ou “Minha rede Wi-Fi“? Todo Wireless é Wi-Fi? E quando você quer se conectar à Internet em um restaurante, pergunta ao garçom sobre a senha do Wi-Fi ou da WLAN? Certamente essas palavras se referem à tecnologias específicas, mas o que será que significam, e quando usar cada uma delas? Para elucidar estas questões vamos explicar neste arquivo do que se trata cada uma dessas expressões. Wireless Wireless é uma palavra inglesa que significa “Sem Fio”, e é um termo genérico utilizado para nos referirmos a qualquer rede de dados que não use cabos para comunicação entre os dispositivos, empregando em vez disso ondas eletromagnéticas. Existem muitos exemplos de redes de comunicação wireless que utilizamos comumente, como por exemplo: Bluetooth Wi-Fi Rádio (AM / FM) Satélite (como GPS) ZigBee LTE Li-Fi UMTS E muitas outras. Basicamente, se existe a comunicação sem fios, então é uma comunicação usando alguma tecnologia wireless qualquer. WLAN WLAN é uma sigla que significa “Wireless LAN“, ou Rede Local Sem Fio. Basicamente, uma rede WLAN se refere a uma rede local (LAN) em uma residência, escritório ou outros locais onde seja necessária uma rede com pequena área de cobertura sem o emprego de cabeamento para conectar as estações. Quando você vai a um restaurante e pergunta sobre a rede sem fio, está perguntando se há uma WLAN disponível no local. Da mesma forma, ao conectar um smartphone ou notebook à rede sem fio dentro de sua casa ou escola, está acessando também uma WLAN, de um padrão específico. Atualmente, a rede WLAN padrão é a rede Wi-Fi (outros tipos já existiram, como a HiperLAN), sendo baseada nos padrões IEEE 802.11 para a implementação de redes sem fio. Rede local sem fio – WLAN Em suma, WLAN se refere a qualquer rede em âmbito local que permita a conexão de dispositivos sem usar cabos à outras redes. Wi-Fi Wi-Fi é uma sigla que significa “Wireless Fidelity“, e se trata de um tipo de rede wireless WLAN empregada na construção de redes locais para comunicação entre computadores e dispositivos portáteis, como tablets, notebooks e smartphones, entre outros, a redes como a Internet ou outras redes locais, cabeadas ou não. O termo Wi-Fi, na verdade, é uma marca registrada da Wi-Fi Alliance, que restringe o uso da expressão Wi-Fi Certified somente a produtos que passaram em um teste de certificação de interoperabilidade. Tecnicamente, as redes Wi-Fi são padronizadas como IEEE 802.11, com várias revisões (a, b, g, n, etc.), dependendo das características de cada revisão do padrão. É empregada na construção de redes locais sem fio em escritórios, redes domésticas, e hotspots públicos, fazendo uso de um Access Point (Ponto de Acesso) ao qual as estações se conectam para ter acesso aos serviços da rede, que pode incluir conexão à uma rede cabeada existente. Lembra-se de que falamos sobre as redes sem fio do restaurante ou da sua residência anteriormente? Essas redes são, na verdade, WLANs no padrão 802.11 – ou seja, Wi-Fi. É possível acessar uma rede sem fio que não seja uma WLAN? Sim, se houver um serviço de WMAN na região, como o WiMAX, que discutiremos a seguir. WiMAX A sigla WiMAX significa “Worldwide Interoperability for Microwave Access” (“Interoperabilidade Mundial para Acesso de Micro-Ondas”), e é um padrão criado por um consórcio de empresas que especifica uma interface para redes de banda larga sem fio em escopo metropolitano (WMAN). Uma das principais diferenças entre o padrão WiMAX (IEEE 802.16) e o Wi-FI (802.11) é o raio de alcance em que cada um pode ser usado. O padrão WiMAX foi projetado para ser usado em redes de área metropolitana sem fio (WMAN / Wireless MAN), podendo cobrir em torno de 50 km de área com sinal. Já o padrão Wi-Fi, como vimos anteriormente, é usado em ambientes privados ou áreas restritas, com alcance máximo de umas poucas centenas de metros, geralmente muito menos. Em estações fixas a taxa de transferência do WiMAX pode chegar a até 1Gbit/s. As principais aplicações do WiMAX são: Fornecer conectividade móvel de banda larga entre cidades (ou até mesmo países limítrofes) Servir como alternativa sem fio aos aserviços de cabo e DSL para acesso banda larga de última milha Fornecer serviços de VoIP e IPTV em conjunto com dados (Triple Play) entre outras. Na prática, o WiMAX funciona de forma similar ao Wi-Fi, porém em uma área de cobertura muito maior, em velocidades superiores e atendendo a uma grande quantidade de usuários, atingindo locais onde redes cabeadas ainda não chegaram, como áreas rurais ou afastadas dos centros metropolitanos. O futuro do WiMAX é um pouco incerto, devido à existência de tecnologias concorrentes e em ascensão, como o LTE, a qual abordaremos em um artigo específico. Fonte
  4. Qual a diferença entre MBR e GPT? Com a introdução do Windows 8 e com a adopção da problemática interface UEFI – (EFI (Extensible Firmware Interface) Unificado) concebida para substituir a tradicional BIOS (Basic Input/Output System), houve também uma mudança no modelo de particionamento do disco rígido. “MBR” ou “GPT são os modelos agora disponíveis, sendo que, apesar de arquitecturas diferentes, o GPT é considerado quase uma evolução do MBR. Mas Qual a diferença entre MBR e GPT? Partições nos discos rígidos Em tempos apresentamos aqui um artigo muito completo sobre como particionar o disco. Na prática, particionar é o acto de dividir um disco rígido em múltiplas unidades lógicas (partições), isto é, como se múltiplos discos existissem dentro do disco físico. Mas qual a estrutura de particionamento do disco? MBR (Master Boot Record) ou GPT (Guid Partition Table). Master Boot Record (MBR) O MBR é um standard antigo, que todos certamente conhecem, e que define a estrutura das partições, mantendo a informação sobre como as partições lógicas estão organizadas no disco. Usando esta estrutura, há mais limitações do que propriamente vantagens. 1 - Um disco pode dividir-se num máximo de 4 partições primárias (Para contornar esta limitação é possível dividir o disco até 3 partições primárias e 1 partição estendida). Uma partição estendida pode dividir-se em múltiplas partições lógicas. Cada partição primária e lógica tem a sua própria letra de drive. 2 - Como o MBR usa 32 bits para guardar informações da partições, cada partição apenas pode ter um tamanho máximo de 2 TB 3 - Toda a informação das partições é guardada apenas num único local (..se o MBR ficar corrompido…) Guid Partition Table (GPT) A estrutura GPT (Tabela de Partição Guid) é um novo layout relativo a particionamento de disco rígidos. O GPT traz muitos benefícios comparativamente ao tradicional MBR (Master boot record), dos quais se destacam: ===> Suporte para partições acima dos 2 TB (ou seja, 2^64 blocos, um máximo de 1 ZB). De referir que no Windows, devido ao sistema de ficheiros NTFS, este tamanho está limitado para 256TB ===> Apesar de poderem ser criadas um número ilimitado de partições, o GPT “apenas” suporta 128 partições primárias ===> Melhor estrutura/organização ao nível das partições ===> Possui mecanismos para detecção da dados e partições corrompidas ===> Aumenta a probabilidade de recuperação de dados, na existência de sectores do disco danificados, uma vez que tem um cabeçalho secundário (Secondary GPT Header) que funciona como backup da tabela de partições. ===> O campo Protective MBR funciona ao estilo do MBR, mas com suporte para 64 bits. Esta área funciona como como “mecanismo” de retro compatibilidade. O modelo GPT é actualmente suportado pela maioria dos sistemas operativos. De referir, que no caso do windows, apenas as versões a 64 bits suportam este esquema de partições. Como vimos, o GTP traz melhorias significativas comparativamente ao tradicional MBR e é este o único modelo de partições suportado quando activamos a interface UEFI. Num próximo artigo iremos ensinar a converter de MBR para GPT. Fonte
  5. Serviços cloud – armazenamento SSD, SAS ou SATA: qual a diferença entre eles? – armazenamento SSD, SAS ou SATA: qual a diferença entre eles? Quando falamos em computação em nuvem, sempre pensamos em armazenamento como se fosse um recurso único e padronizado. A verdade é que, tanto em dispositivos quanto nos serviços cloud, a tecnologia que garante ao armazenamento pode variar. A diferença das tecnologias não é apenas protocolar, os diferentes tipos de armazenamento entregam velocidades, capacidades e conexões diferentes, é importante que você conheça essas diferenças antes de definir a sua escolha. Por mais que pareça irrelevante se preocupar com a tecnologia que envolve o armazenamento na nuvem, temos que lembrar que, com a transformação digital, o número de dados que são produzidos nas empresas está crescendo vertiginosamente. Contar com o modelo ideal de dispositivo de armazenamento fará toda a diferença no longo prazo, em que a empresa necessitará de agilidade e segurança nas requisições. Nesse post, explicaremos detalhadamente as três principais tecnologias utilizadas para o armazenamento de dados. São elas: SSD, SAS e SATA. Confira! O que é SATA? O nome SATA vem de Serial ATA — do inglês “Advanced Technology Attachment” —, que é o modelo de HD que substituiu os antigos IDE, corrigindo antigas limitações desse hardware. A sigla indica como os dados são transmitidos do PC para o drive. A diferença para o IDE é que a transferência é feita em série não mais em paralelo. A vantagem do SATA é fazer a conexão direta entre o armazenamento e o controlador, com sua arquitetura ponto a ponto. Quais são as principais vantagens dessa tecnologia? O SATA privilegia a refrigeração dos componentes internos, pois os modelos com 80 filamentos foram substituídos por fios planos com 7 filamentos mais finos. Como os cabos são mais estreitos, há um maior aproveitamento do comprimento deles. Nesse modelo mais novo, temos 2 fios sendo utilizados para a recepção e 2 para o envio de dados, sendo que os 3 restantes ficam com a função de fio terra. Essa divisão em 2 canais separados, um para receber e outro para enviar, melhora a frequência de dados, eliminando os problemas de sincronização, que eram causados com as interferências e pela falta de sincronização. Em suma, podemos dizer que os HDs SATA melhoram as transmissões de dados, se mostrando muito mais eficiente do que o padrão master-slave dos antigos IDEs. O que é SAS? O SAS é a evolução do SATA, mantendo a comunicação em paralelo, mas entregando um padrão totalmente novo de SCSI. Podemos dizer que o SAS está para o SATA, e que o SATA está para o IDE. Como funciona a tecnologia SAS? Ao contrário dos outros modelos de HD, que só entra em atividade quando há uma requisição, o SAS fica ativo o tempo todo, enquanto o computador está ligado. Os modelos apresentam uma vedação excelente, capaz de impedir a entrada de poeira e de ar que poderiam danificar o sistema e impedir o acesso a arquivos. Os discos rígidos ficam dispostos sobre um eixo rotativo de alta velocidade. No modelo SAS, a comunicação se dá via transmissão seria, e full-duplex, com uma taxa média de 3 gigabytes por segundo no envio e recebimento de dados. O comprimento dos dados pode chegar a 8 metros, oferecendo um suporte hot-plug, podendo conectar 4 dispositivos em cada. Quais são as principais vantagens do SAS? O modelo SAS, por ser uma evolução criada com base no SATA, apresenta uma boa compatibilidade com o padrão mais antigo. A vantagem desse modelo é poder conectar vários HDs em uma única porta — com a utilização de extensores. Além de entregar uma maior capacidade de armazenamento, o SAS entrega mais velocidade do que o modelo anterior. Isso acontece graças aos eletroímãs que estão em seu interior. O que é a tecnologia SSD? O SSD é uma tecnologia de armazenamento que veio como uma espécie de evolução dos HDs, até então dominantes quando o assunto era armazenamento de alto escala. A primeira grande diferença entre os SSD e os HDs é que o primeiro não tem partes móveis. O aparelho é desenvolvido em torno de um circuito integrado semicondutor, que fica responsável pelo armazenamento; diferentemente dos HDs, que dependem dos sistemas magnéticos. Mas quais são as diferenças práticas entre o SSD e o HD? Já sabemos que o SSD dispensa as partes mecânicas, isso reduz as vibrações e tornam os SSDs completamente silenciosos. Por não depender dessas partes móveis, o acesso à memória flash é reduzido em relação aos HDs, ou seja, as requisições são mais rápidas. Essa ausência também dá uma maior resistência aos SSDs, por ser constituído em bloco. Isso torna os computadores dotados de SSD mais rápidos do que os dotados de HDs: ou seja, para atingir uma velocidade semelhante, os HDs dependem de muito mais energia. Agora você tá pensando: mas se o SSD é tão vantajoso em relação ao HD, por que ele não substituiu completamente os velhos discos rígidos? Porque esses pequenos e velozes dispositivos são mais caros do que os HDs — para empresas que trabalham com volume de armazenamento, o custo de cada gigabyte do SSD acaba sendo bem mais caro do que o SSD. É claro que, como tudo no mundo da tecnologia, o barateamento do armazenamento em SSD é questão de tempo, o que coloca essa tecnologia como uma real substituta do HD, e não apenas como uma alternativa. Como escolher a melhor solução? A escolha da melhor solução para os serviços cloud deverá ser feita baseada em uma análise de custo-benefício. Temos os dois modelos de HDs, o SATA e o SAS e o SSD como opções de armazenamento. Já sabemos que o SSD é um pouco mais caro, mas entrega uma velocidade e eficiência melhor do que os HDs. Em contrapartida, o HD SAS, traz a evolução do SATA e, mesmo com uma tecnologia que envolve componentes móveis, traz um sistema muito mais seguro e vedado, com proteção anti-impacto, que entrega uma qualidade importante para os serviços de nuvem. Converse com o seu provedor e analise os planos, de acordo com o volume de dados que a sua empresa produz, e veja aquele que atenda melhor ao seu bolso. Esperamos que, após a leitura deste post, você tenha entendido a diferença entre os modelos de armazenamento. Com esse conhecimento, você terá mais base para opinar na hora de negociar os serviços cloud para a sua empresa, agregando desempenho e confiabilidade para os seus dados. Fonte
  6. E você, sabe qual é a diferença entre BIOS e UEFI? Quando um computador é ligado, muitos processos invisíveis acontecem. Os componentes começam a falar entre si, para funcionarem. O BIOS e a UEFI são o elemento base para que o hardware funcione de forma perfeita durante esse arranque. O propósito destes elementos é carregar e executar as operações iniciais do sistema, usando para isso o hardware. Hoje vamos conhecer cada um deles em pormenor e quais as suas diferenças. Em meados da década de 1990, a Intel percebeu que o modelo da interface de firmware do BIOS (Basic Input/Output System) da IBM tinha limitações inerentes. Estas não afetaram o utilizador “normal”, no entanto dificultaram a tarefa de criar servidores de alto desempenho, o que levou a Intel a iniciar o desenvolvimento da EFI para a sua plataforma Itanium. Havia ainda a necessidade de controlar a proliferação de rootkits. Em 2007, a Intel, juntamente com a AMD, AMI, Apple, Dell, HP, IBM, Lenovo, Microsoft e Phoenix Technologies, concordaram em usar UEFI (Unified Extensible Firmware Interface), sucessor do famoso EFI (Extensible Firmware Interface), cuja detentora é o Unified EFI Fórum. BIOS O BIOS é o padrão usado pelos PCs desde a sua criação, e remonta aos antigos computadores compatíveis com IBM e foi, durante cerca de vinte anos, o padrão nos computadores. Basicamente, o BIOS é um software especial, chamado de firmware, armazenado num chip especial e soldado na placa-mãe, chamado ROM (EEPROM atualmente). As suas 3 principais funcionalidades são: 1 - Executar o POST (Power-On Self-Test): É verificado se os componentes instalados na placa-mãe funcionam, principalmente o processador e a(s) memória(s) RAM. 2 - Fornecer o IO (Input/Output) básico: Para que possam operar periféricos essenciais, como o teclado, monitor e portas série, possibilitando a execução de tarefas básicas. 3 - Inicializar: O BIOS tenta inicializar, a partir de dispositivos ligados (HDDs, SSDs, entre outros), o sistema operativo e garantir que este possa usar todos os componentes de hardware. Inicialmente não era possível escrever ou apagar a ROM, ou seja, o software não podia ser programado ou atualizado. Isso mudou e o BIOS passou a poder ser atualizada com o intuito de oferecer suporte a hardware mais recente e a ser programada para executar novas tarefas, mais específicas, como: 1 - Ligar/desligar portas USB, portas série ou portas IDE/SATA; 2 - Under/Overclocking de CPUs/RAMs; 3 - Regular os controladores da ventoinha da placa-mãe. Desde a sua origem que o BIOS era limitada por 1 MB de memória e operava a 16-bit. Esta era uma limitação, nomeadamente quando se tratava de discos com mais de 2TB (Terabytes) porque só inicializava partições MBR (Master Boot Record). Além disso, a MBR apenas permite até 4 partições primárias. Este problema tinha uma solução. Recorrendo ao GPT (GUID Partition Table) o problema de discos maiores que 2TB ficava resolvido, mas infelizmente o BIOS não suporta GPT. Isto significa que caso seja usado um disco de 3TB existem duas possibilidades: ===> Usar particionamento MBR: Desta forma é permitido inicializar um sistema operativo, mas serão apresentados no sistema apenas 2TB. ===> Usar particionamento GPT: Esta opção está fora de questão, pois o BIOS não o suporta. Anteriormente já aqui foi falado sobre as principais diferenças entre MBR e GPT. UEFI (A sucessora) A UEFI é talvez um pouco mais para ser entendida como a pura substituta do BIOS, isto porque pode ser vista como mini sistema operativo, que fica por cima do hardware e do firmware. Em vez de ser armazenada no firmware, como o BIOS, o código UEFI é armazenado no diretório /EFI/ na memória não-volátil. Assim, a UEFI pode estar na memória flash NAND, na placa-mãe, ou pode residir num disco rígido, ou até mesmo numa partilha na rede. Essencialmente, ela veio resolver o problema do BIOS. Pode dizer-se que a UEFI foi a segunda versão, tendo sido a antiga EFI a primeira. Muito provavelmente, se adquiriu um computador após 2010, terá já a UEFI em vez do BIOS. Eis algumas das características que a UEFI disponibiliza a mais em relação à BIOS: ===> Inicializar mais rapidamente; ===> Inicializa discos maiores que 2TB, usando o sistema de partição GPT; ===> Fornece ao utilizador uma interface gráfica mais avançada; ===> Suporta a utilização de rato; ===> Inicialização segura (Secure Boot), proteção contra malware e rootkits, que operam em ambiente pre-boot; ===> Fornece uma interface modular, independente da arquitetura do CPU e também para aplicações e dispositivos baseados em drivers EFI (o chamado EBC – EFI Byte- Code). Com a UEFI nasceu um novo método de inicialização, passando a existir dois modos: ===> Modo de UEFI: Mais recente, requer uma partição separada (partição EFI) onde os bootloaders são armazenados. ===> Modo de BIOS: Mais antigo, usado pela BIOS, o gestor de inicialização é armazenado, normalmente no início do discos. Antes da UEFI, a única maneira de instalar um sistema operativo era o modo BIOS, mas, após a sua implementação, passou a ser o novo padrão selecionado. Com isto, criou-se uma confusão, pois um sistema operativo instalado no modo BIOS não pode ser inicializado utilizando o modo UEFI e vice-versa, sem modificar a instalação ou reinstalar todo o sistema. Por este motivo, a UEFI passou a suportar o modo “Legacy Mode”. O Legacy Mode opera como se fosse um BIOS. Serão perdidos quase todos os benefícios da UEFI, como o Secure Boot ou o Fast Boot, mas a interface gráfica do utilizador manter-se-á. A única diferença é que a UEFI será capaz de inicializar a partir de discos MBR, sem ser necessária a partição EFI, e será capaz de inicializar instalações não-UEFI. Atualmente, a maioria das placas-mãe suportam já suportam este modo. Para saber se o seu sistema operativo está instalado no modo UEFI ou Legacy siga os passos abaixo: Windows: Use a ferramenta de gestão de discos para verificar se existe a “EFI System Partition” no disco onde o Windows está. Caso exista, o sistema foi instalado no modo UEFI, se não existir, foi instalado no modo Legacy. Linux: Verifique se existe o ficheiro /sys/firmware/efi. Se existir, o sistema está instalado no modo UEFI. O grande benefício da UEFI é ser capaz de operar lado a lado com o BIOS. A BIOS pode ser usada em dispositivos que não necessitem de grande capacidade armazenamento ou segurança, e está a desaparecer lentamente. Qual é a vossa opinião sobre esta evolução? Quais são os recursos favoritos que mais apreciaram? E que vantagens/desvantagens acham existir? Deixem nos comentários a vossa opinião. Fonte
  7. Dica: Qual a diferença entre os processadores Intel Core i3, i5, i7 e i9? Se você tem muitas dúvidas quanto às diferenças entre os processadores Intel Core i3, i5, i7 e i9, e se não sabe ao certo qual o mais rápido para seu uso, confira esse artigo e entenda tudo sobre. Um processador é como o cérebro de um computador. E, dentre esses "cérebros", os fabricados pela Intel são os mais poderosos do mercado. Eles têm vários núcleos para mais potência e multitarefa mais suave. Existem 4 categorias principais: Core i3, i5, i7 e i9. Cada um tem inúmeras opções de especificações, mas estritamente falando, o i5 é superior ao i3 e assim por diante. E se você quer entender as diferenças entre os processadores da Intel Core, convidamos você a continuar a leitura. Qual é a diferença entre as gerações Intel? Todos os anos, os processadores Intel Core são atualizados. As atualizações de 2018 são conhecidos como a 8ª geração. Se você não tem certeza de qual geração de processador seu PC possui, basta atentar para o número após o hífen em seu número de série. Por exemplo, um processador Intel Core i9-9900K é um processador de 9ª geração. Um i7-8550U é um chipset de 8ª geração e o i7-7500U é do 7º. Como identificar o meu processador Intel? Existem diferentes opções para obter o nome e o número dos processadores Intel. Opção 1: Sistema operacional Acesse o ícone do Windows, localizado no canto inferior esquerdo da tela, clique com o botão direito e selecione Sistema. Procure o nome e número do processador nas informações do Processador. Opção 2: Caixa de embalagem Se você tem um computador com um processador Intel, as informações sobre o número do processador juntamente com outras informações, como o número do lote (FPO) e o número de série (ATPO) são listadas na caixa de embalagem. Opção 3: Marcações nos processadores O nome e número do processador Intel estão constam na parte superior do processador, como na imagem abaixo. Qual a diferença entre os processadores da Intel i3, i5, i7 e i9 em poucas palavras? Se você quer uma resposta simples e em poucas palavras, em geral os Core i7s são melhores que os Core i5s, que por sua vez são melhores que os Core i3s. Não, o Core i7 não tem sete núcleos nem o Core i3 tem três núcleos. Os números são simplesmente indicativos de seus poderes de processamento relativos. Vamos entrar em mais detalhes a seguir. Seus níveis relativos de poder de processamento são baseados em uma série de critérios, que envolvem o número de núcleos, a velocidade do clock (em GHz), o tamanho do cache e as tecnologias da Intel, como Turbo Boost e Hyper-Threading. A letra no final do nome de uma CPU é a segunda parte mais importante do código da Intel a ser observada. Nas CPUs de desktop, você não verá nenhuma letra ou um 'K'. As CPUs da série K são 'desbloqueadas'. Isso significa que você pode fazer overclock mais livremente, aumentando a dificuldade em trabalhar para melhorar o desempenho. Esses processadores são para entusiastas que colocam um pensamento extra no sistema de resfriamento do PC. O Overclocking aumenta o nível de calor que uma CPU cria, e pode causar problemas com um cooler padrão. Você pode comprar versões 'padrão' e 'desbloqueadas' dos processadores Core i3, i5 e i7. Aprofunde-se um pouco mais, e você encontrará CPUs com letras 'X', 'T' e 'B' também. Os processadores T e B possuem recursos extras para uso comercial. E os processadores da série X fazem parte da 7ª geração. Eles continuam sendo os processadores mais rápidos, mas são muito caros. Número de núcleos Quanto mais núcleos houver, mais tarefas (conhecidas como threads) poderão ser atendidas ao mesmo tempo. O menor número de núcleos pode ser encontrado nos processadores Core i3, ou seja, que possuem apenas dois núcleos. Atualmente, todos os Core i3s são processadores dual-core. Todos os processadores Core i5, com exceção do i5-4570T, são quad-core. O Core i5-4570T é apenas um processador dual-core com uma velocidade de clock padrão de 2.9GHz. Lembre-se de que todos os Core i3s também são dual-core. Além disso, o i3-4130T também é 2.9GHz. Veja como vários fatores afetam o poder de processamento geral de uma CPU, e determinar se ela deve ser considerada um i3, um i5 ou um i7. Mesmo que o i5-4570T funcione normalmente com a mesma velocidade que o Core i3-4130T, e mesmo se todos tiverem o mesmo número de núcleos, o i5-4570T beneficia de uma tecnologia conhecida como Turbo Boost. Core 2 Duo e anteriores Os processadores Core 2 Duo foram lançados em meados de 2006. Esses processadores ainda estavam sendo utilizados por fabricantes em novos PCs até 2010. Os processadores Core i7, Core i5 e Core i3 existem desde 2008. Além disso, em 2016, a Intel mudou do tradicional ciclo de atualização do tick-tock para o ciclo de processo, arquitetura e otimização de três etapas, muito mais lento. Anteriormente, cada tock seria uma grande atualização em termos de velocidade, eficiência e fabricação. No entanto, isso provou ser muito difícil agora. O novo ciclo adiciona melhorias e só a cada poucos anos veremos grandes atualizações, como passar de chips de 14nm para 10nm. Core i3 O Core i3 é o mais recente processador de baixo custo da Intel. Mesmo que o Core i3 seja o mais baixo do grupo, ele ainda é um processador muito bom, que recebeu boas críticas por parte da maioria dos especialistas e clientes. A tecnologia por trás dos processadores Core i3 inclui base dual core, suporte a hiperprocessamento e virtualização. Os processadores Core i3 suportam versões de 64 bits do Windows. Aproveitando o novo chipset da Intel, e a tecnologia de 14nm, o Core i3 funciona muito bem para a maioria das tarefas de computação atuais. Além disso, este ano é o primeiro ano em que um processador Core i3 (Coffee Lake) terá 4 núcleos em vez de 2. Cada núcleo é basicamente como seu próprio processador, e quanto mais núcleos você tiver, mais tarefas um computador pode fazer simultaneamente. A outra grande diferença entre o Core i3 e as versões superiores é que o Core i3 não suporta o turbo boost. Turbo boost é a capacidade de fazer overclock do processador, além da velocidade base do clock. Além disso, os processadores mais recentes do Coffee Lake i3 reduziram a hiperprocessamento. Vale a pena comprar um computador com um processador Core i3 em 2019? Depende. Se você usa seu computador para tarefas básicas, como processamento de texto, e-mail, navegar na web, assistir a vídeos, etc., um processador quad-core i3 é mais que suficiente para lidar com tudo isso com facilidade. Um processador Core i3 é uma escolha sólida e acessível para a maioria das pessoas. Assine a seção de Hardware do Oficina da Net. Core i5 O Core i5 é o mais recente processador intermediário da Intel. Um passo acima dos processadores Core i3, o i5 lhe dará uma notável diferença de velocidade, dependendo do tipo de aplicativos que você executa. Se você está joga apenas paciência, não será capaz de notar a diferença entre os processadores Core i3 e Core i5. Mas se você usa por exemplo o Adobe Photoshop, perceberá que o Core i5 pode concluir tarefas mais rapidamente. Tecnicamente, os processadores Core i5 são comercializados de forma um pouco diferente. Existem três tipos principais de processadores Core i5: dual-core, quad-core e hexa-core. ===> Os processadores dual-core i5 possuem tecnologia de 32nm e 22nm, suporte a hiperprocessamento, virtualização e tecnologia Turbo Boost. ===> Os processadores quad-core i5 têm tecnologia de 45nm, 22nm ou 14nm, suporte a virtualização e tecnologia Turbo Boost, mas não possuem suporte para hiperprocessamento. ===> Os últimos chips Coffee Lake i5 também não suportam hiperprocessamento, mas foram aumentados para seis núcleos, em vez de quatro. Os três tipos de processadores Core i5 oferecem desempenho semelhante? Para aplicativos single-thread (ST), os seis núcleos vão superar o dual-core, mas não farão uma grande diferença em comparação com o quad-core. No entanto, para aplicativos multi-thread (MT), o processador de seis núcleos terá uma vantagem significativa sobre as versões dual e quad-core. Ao comprar um i5, tenha cuidado para observar quantos núcleos estão no processador. Vale a pena comprar um computador com um processador Core i5 em 2019? Na maioria das situações, um Core i5 é uma aposta segura. O Core i5 oferece desempenho suficiente para fazer coisas como edição de vídeo e rodar jogos, e desempenho mais que suficiente para fazer coisas básicas, como processamento de texto, navegação na internet e e-mail. Um processador Core i5 é um ótimo processador, de preço intermediário para pessoas que usam seus computadores com frequência e muitas vezes com várias tarefas simultâneas. Core i7 Em seguida, temos a linha de processadores Intel Core i7. Os processadores Core i7 eram os atuais chips top de linha, dentre todos os processadores da série Core. Isso é até os chips da série Core i9 e Core X. No entanto, a série Core i7 ainda é um pouco cara. O Core i7 também vem em várias variedades diferentes. A diferença está no chipset. Antes do Coffee Lake, a série i7 tinha desempenho quad-core, suporte a virtualização, hiperprocessamento e tecnologia Turbo Boost. Com o Coffee Lake, houve um bom impulso para seis núcleos, assim como o i5, mas o i7 suporta o hiperprocessamento, então temos um total de 12 threads. O principal uso dos processadores Core i7 é para multi-tarefas, tarefas multimídia pesadas, jogos de alto nível e programas pesados, como Adobe Photoshop, Corel Draw, dentr outros. Você verá os benefícios de um i7 ao executar esses programas pesados ou ao editar um vídeo em 4K ou superior no Premiere. Os processadores i7 também têm um cache on-board maior, o que permite executar tarefas repetitivas com mais eficiência. Caches maiores também significam melhor desempenho multitarefa. Vale a pena comprar um computador com um processador i7 em 2019? Para a grande maioria das pessoas, é até um exagero. Seria muito mais inteligente comprar um i5 de 8ª geração e investir o restante do dinheiro em placa gráfica melhor, ou mais RAM ou até mesmo um disco rígido SSD mais rápido. No entanto, se você ocasionalmente executar tarefas intensivas de CPU a série i7 é uma excelente opção. Core i9 Por último, mas não menos importante, temos a nova série de chips Core i9, que são uma grande mudança em relação ao resto da programação. Em primeiro lugar, todos os chips i9 usam o novo soquete LG 2066, que exige uma placa-mãe com chipset Intel X299. A série de chips i9 é também o mais poderoso conjunto de processadores que a Intel já lançou. O mais barato tem 10 núcleos, um enorme cache L3 e ainda assim, custa uma fortuna para a maioria dos brasileiros. O maior i9 tem 18 núcleos espantosos (36 threads) e custa o valor de um carro. Todos os processadores i9 também fazem parte da série de processadores Core-X. Há também versões Core-X dos processadores Core i7 e Core i5, embora os processadores i9 esmaguem totalmente as versões i7 e i5. Vale a pena comprar um computador com um processador i9? Sim, se você quer o computador mais legal, mais rápido e o mais perverso possível. Basta estar pronto para gastar um grande valor. Além disso, quando você compra um processador com especificações tão altas, só faz sentido se todos os outros componentes também forem de alta qualidade. Estamos falando de valores bem altos mesmo, então o i9 é indicado para empresas e quem trabalha com animação 3D, cálculos científicos, etc. Conclusão e Conselhos Não importa qual processador você decida comprar, você deve pensar em comprar o melhor que puder, mas levando em conta que as outras peças do seu hardware devem acompanhar a qualidade. Você pode testar as diferenças entre os processadores no site CPUBenchmark, para obter detalhes sobre cada processador que você está considerando comprar. Use essa ferramenta junto com seu orçamento e necessidades para determinar o melhor processador para comprar. Mesmo que você não esteja pensando em comprar uma CPU, esperamos que isso lhe dê uma boa ideia sobre as diferenças entre os processadores Core i3, i5, i7 e i9 da Intel. Fonte
  8. Qual a diferença entre a resolução 8K e a 4K? Não nos adaptamos completamente à era 4K, mas o 8K já está aí. Qual a diferença entre 4K e 8K? O 8K substituirá o 4K num futuro próximo? Continue lendo para saber. Demorou algum tempo, mas a ultra-alta definição (UHD ou 4K) é agora efetivamente a resolução padrão para TVs com mais de 40 polegadas. No CES 2018, foi apresentadas as primeiras TVs 8K. Se você acabou de comprar uma TV 4K, não se preocupe. Você não colocou dinheiro fora em algo que ficará defasado em breve. Muito pelo contrário. O reinado do 4K está longe de acabar. Saiba nas próximas linhas, tudo sobre o 8K, e quando ele deve se tornar uma tecnologia acessível. Qual a diferença entre a resolução 8K e a 4K? O 8K é um padrão de resolução mais alto que 4K, quadruplicando o número total de pixels, como 4K fez com 1080p. O 8K tem uma resolução de 7.680 x 4.320, ou aproximadamente 8.000 pixels horizontais. O 4K, em contraste, é de cerca de 4.000 pixels horizontais em 3.840 x 2.160, e o Full HD tem cerca de 2.000 pixels horizontais a 1.920 x 1.080. Assim como há o dobro de pixels horizontais para cada resolução, também há o dobro de pixels verticais. Isto significa que cada passo quadruplica o número de pixels, e que 8K tem 16 vezes o número de pixels do Full HD. Resolução 8K Por que eles são chamados 8K e 4K em vez de, digamos, 2.160p e 4.320p? Basicamente, é mais fácil de falar e escrever. Quanto mais altos os números, mais confusos ficam (embora vemos 4K referido como 2,160p em algumas especificações técnicas). O 4K e 8K são termos simples, que mostram o ponto, arredondando o número de pixels horizontais. 4K também é referido como ultra-alta definição, ou UHD, então 8K pode eventualmente ter seu próprio descritor. O que posso assistir em 8K? Ainda não existe no Brasil nenhum conteúdo em 8K disponível, mas isso não significa que ele não esteja a caminho. Na verdade, o único lugar que já tem transmissões em 8K é no Japão, onde foram realizadas algumas transmissões de demonstração de 8K em seu canal de TV NHK, em 2016. Desde então, a emissora anunciou planos para um canal dedicado de TV 8K no final deste ano, onde os Jogos Olímpicos de 2020 serão transmitidos no formato. O Brasil até mostrou parte da Copa do Mundo de 2018 em 8K, no museu de ciências do Rio de Janeiro, embora o suporte técnico necessário para que isso aconteça estava longe de ser simples, então ainda não está exatamente nada pronto para consumo em massa. Do ponto de vista do cinema, Hollywood já está pensando em 8K - assim como aconteceu com o 4K muito antes da tecnologia ser popularizada. Atualmente, os editores tem se preocupado mais com as opções na suíte de edição do que realmente na produção de um filme em 8K. Mas o equipamento está lá para fazer esses tipos de filmes acontecerem, quando for a hora certa. Na verdade, o primeiro já está na lata. Guardiões da Galáxia Vol. 2 (2017) foi o primeiro filme a ser gravado em uma câmera 8K Vista Vision da RED, e esperamos ver muito mais seguindo seus passos neste ano. Há também coisas como a tecnologia VR para se pensar. O GoPro Omni é capaz de gravar em uma resolução esférica de 8K 30fps para VR. A câmera Insta360 Pro oferece gravação similar em realidade virtual, enquanto o bem o pensado headset Apple AR / VR tem telas 8K duplas - uma para cada olho. Os Gamers também estão de olho, com uma infinidade de vídeos no YouTube mostrando 8K - e, há boatos, de até mesmo 16K para plataformas de jogos. O monitor de jogos Dell Canvas UP3218K tem capacidade para 8K, mas o problema será o hardware necessário para rodar a resolução. Resolução 8K vs Resolução 4K Devo esperar pelo 8K para comprar uma TV? Com tão pouco conteúdo atualmente disponível, o 8K atualmente pode ser visto como algo para um futuro próximo, talvez na próxima década. Então, a resposta é bem clara. Como ainda não existe nenhum conteúdo 8K real, você só estaria comprando uma TV de 8K para se gabar e ter um vislumbre de seu potencial. Ainda estamos muito longe de ver o 8K chegar à popularidade. Lembre-se: O 4K ainda está longe de ser onipresente, e dado o volume de investimento em tecnologia por grandes redes, estúdios e empresas, é extremamente improvável que fique defasado em breve. O 8K é melhor que 4K? Assim como a mudança para HDTVs e, em seguida, para 4K, o tamanho da tela e a distância de onde vemos interfere em muito. Se você estiver assistindo de um sofá, você não notará muita diferença entre o full HD e o 4K em uma TV menor que 40 polegadas. A distinção entre 4K e 8K provavelmente será semelhante. Até agora, o que foi exibido em 8K ocorreu com telas protótipos muito grandes, em um ambiente muito maior que a sala de nossas casas. Uma coisa é assistir a uma tela dessas em um ambiente bem grande, a outra é se o 8K será importante para ver melhor no sofá, a três metros de distância da TV. 8K e o HDR Quanto ao HDR, o 8K irá certamente suportá-lo de alguma forma. Essa forma também provavelmente não existe ainda. O HDR está em constante evolução ano a ano, e formatos como o HLG e o HDR10 + equipado com metadados dinâmicos ainda estão sendo desenvolvidos. O formato do HDR que o 8K usará provavelmente está muito distante. No lado positivo, isso significa que 8K HDR, quando acontecer, pode ser ainda mais escuro, mais brilhante e mais colorido do que a tecnologia atual. Vou precisar de novos dispositivos 8K também? Sim, e novos cabos também. O novo suporte padrão HDMI 2.1 8K de até 60 quadros por segundo requer quase o triplo da largura de banda do que o HDMI 2.0, compatível com 4K. Isso significa que seus atuais players de Blu-ray, streamers de mídia e consoles serão exibidos em 4K. Você precisará de novos dispositivos equipados com HDMI 2.1, que possam processar vídeo 8K e enviá-lo para uma TV 8K. Então não se preocupe. Sua TV 4K atual não está extinta e, se você deseja atualizar uma tela antiga, um modelo 4K é o melhor que você pode obter por hora. Fonte

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