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  1. Recentes

  2. Luis Augusto Pichardo Gonzalez se registrou na comunidade
  3. jerusa se registrou na comunidade
  4. nobru38 se registrou na comunidade
  5. Olá, Eletrônica e hobbies. Seu tópico foi movido para a área de Identificação e Equivalência de Componentes, que é o local mais adequado para pedidos como este. Restaurar um Philco PH60 é um trabalho legal. Para ajudar na identificação dessa bobina RF, alguns dados extras fazem toda a diferença: Posição serigrafada na placa: qual a referência (ex: L1, L2, L3)? Isso ajuda a localizar o setor do circuito. Código ou marcação visível: mesmo que parcial, pode haver um número, letra ou cor no núcleo/encapsulamento. Número de fios e terminais: quantos pinos a bobina tem? Quantas saídas de fio esmaltado? Medições: com multímetro, você consegue medir continuidade entre os terminais? Se souber a indutância (em µH ou mH), melhor ainda. Núcleo: é de ferrite, ar ou tem ajuste por caneca? Isso define a faixa de frequência. Fotos nítidas: da bobina (de cima e de lado) e da região da placa onde ela estava soldada. Ajudam a ver trilhas, componentes próximos e o tipo de encapsulamento. Setor do circuito: a bobina está no estágio de RF de entrada, oscilador local ou misturador? Saber isso orienta a faixa de indutância esperada. Se você tiver acesso ao esquema elétrico do Philco PH60, o valor da bobina costuma vir indicado (em µH) ou com o código do fabricante. Caso não tenha, vale postar aqui o modelo da placa (se houver gravação) e fotos do conjunto. Sem esses detalhes, fica difícil sugerir uma equivalente confiável, pois bobinas RF variam muito em indutância, número de espiras e tipo de núcleo conforme a frequência de operação. Vá postando as informações que conseguir que a comunidade vai ajudar a encontrar o caminho. Prefixo ajustado: atualizei o prefixo deste tópico para dúvida. Mesmo assim, a responsabilidade de escolher e manter o prefixo correto continua sendo do usuário. Veja o guia: Prefixos - Saiba aqui como utilizar.
  6. joao.vsilvw se registrou na comunidade
  7. Olá, pessoal! Estou restaurando um rádio Philco PH60 e preciso substituir a bobina RF. Infelizmente, a bobina original está danificada e não consigo identificar suas especificações. Alguém sabe informar:
  8. tony1079 se registrou na comunidade
  9. @LF Manutenção_ @Leando Soares @mail.ademir , esse tópico é um pedido de bios, tópicos de ajuda devem ser criados na área principal. E muito cuidado com esses joinhas, o título do tópico nem sequer informa o modelo da placa, como saber qual o arquivo necessário. @LF Manutenção_ , agora que ganhou os créditos necessários, baixe a bios e ponto final. Se quiser ajuda em mais alguma coisa que não seja arquivos de bios ou esquemas, crie um tópico na área principal.
  10. LuizPI se registrou na comunidade
  11. Infelizmente, vou desistir... . Não consigo baixar o esquema eletrônico do Asus notebook, nem o boardBiewer ASUS M1502YA Z5WAH LA-B161P schematic pdf. . Obrigado a todos da família Eletrônica br.
  12. Jacobilenos se registrou na comunidade
  13. Julio serviços se registrou na comunidade
  14. Hoje

  15. sahelcayres se registrou na comunidade
  16. @Nathan Egler Até onde sei você mede no mesmo ponto da bateria. Esses fios vermelho e preto. +Bat e -Bat. Eles são ligados diretamente à bateria? Se, sim, mede neles. Se ao ligar na rede subir a cerca de 13,5V está ok.
  17. Olá, LEONTEC! Obrigado por trazer esse caso para a comunidade e por já ter feito um teste bastante relevante. A sua descrição do defeito e as fotos ajudam bastante a ter uma ideia do que pode estar acontecendo. Você fez certo em testar desconectando os cabos flat da T-CON para o painel, um de cada vez. Esse teste é fundamental para começar a isolar o problema. O sintoma que você descreveu (tela preta com LEDs acesos, e a imagem parcial/branca ao desconectar os cabos) já nos dá uma boa pista. Análise inicial: Quando você desconecta um dos cabos flat que ligam a T-CON ao painel e vê um lado com imagem e o outro escuro ou com listas, isso geralmente indica um problema no próprio painel (display) ou na comunicação da T-CON com uma das seções do painel. Se ao desconectar o outro cabo, a tela fica toda branca, isso reforça a ideia de que a T-CON está recebendo sinal, mas a informação não está sendo processada corretamente para o display. Próximos passos sugeridos: Verifique as tensões na T-CON: Você mencionou que postaria as tensões. Seria muito útil se você puder informar as tensões principais da T-CON, como VCC, VDD (ou VGL/VGH, se aplicável), e as tensões de referência. Isso nos ajuda a confirmar se a T-CON está sendo alimentada corretamente. Inspecione a T-CON: Dê uma olhada mais de perto na placa T-CON. Procure por algum componente visivelmente danificado, como capacitores estufados, trilhas rompidas ou sinais de superaquecimento. Possibilidade de defeito no painel: Infelizmente, o sintoma que você observou (imagem parcial ou distorcida ao desconectar os cabos flat) muitas vezes aponta para um defeito no próprio painel de cristal líquido (display). O painel é uma peça delicada e cara, mas é importante confirmar isso antes de trocá-lo. Segurança: Lembre-se sempre de trabalhar com a TV desligada da tomada, e se for fazer medições nas tensões da fonte ou da T-CON, tenha cuidado com capacitores que podem permanecer carregados mesmo após o desligamento. Mandou bem em já ter separado as placas e em fazer esse teste inicial. Continue postando os resultados das medições e qualquer outra descoberta. Prefixo ajustado: atualizei o prefixo deste tópico para em análise. Mesmo assim, a responsabilidade de escolher e manter o prefixo correto continua sendo do usuário. Veja o guia: Prefixos - Saiba aqui como utilizar.
  18. Olá, peguei essa TV com esse problema de ligar sem imagem, tela preta com LEDs acessos. Realizei o teste desconectando os cabos flat que liga a placa T-CON na placa V-CON do dsiplay, um de cada vez. O resultado; desconectei o cabo lado esquerdo primeiro, a tela permaneceu escura de um lado enquanto o outro lado ficou branco com listas. Removendo o cabo flat do lado direito a tela mudou, ficou todo branco. Teste feito sempre deixando o outro lado com cabo plugado para identificar qual lado pode está com defeito. @ohm, o mesmo problema do monitor, correto? Pode ajudar com esse? Essa TV diferente do monitor tem placa fonte, placa principal e placa T-CON separadas. 3 cabos flat, um ligando a placa principal na placa T-CON e dois cabos ligando a T-CON na V-CON do display. Vou postar as tensões logo mais.
  19. Olá, infoservsoluçoes. Seu pedido está na área certa. A placa PCWare IPMH110G tem alguns arquivos de BIOS no acervo que podem servir. Antes de gravar, confirme a revisão exata da sua placa (geralmente impressa como REV X.X) e o modelo do chip SPI (ex: MX25L6473F, W25Q128, etc.) — a capacidade pode ser 8MB ou 16MB, e isso é essencial para escolher o arquivo correto. Candidatos encontrados no acervo: PCWare IPMH110G 8ger ddr4 - 100% funcionando — BIOS de 8ª geração, DDR4. [BIOS] IPMH110G_PCWARE_MX25L6473F 8MB — dump direto do chip MX25L6473F (8MB). pcware - ipmh110g - original - versão F24 — BIOS original F24, copiada de placa funcional. Bios pc ware i3 7gen Placa Mae 1151 IPMH110G DDR4 — testada com processador de 7ª geração. Bios Ipmh110g ddr4 — compatível com 8ª geração, lista de CPUs no post. Cada uma dessas BIOS pode funcionar dependendo da revisão da placa e da geração do processador. Sempre faça backup do dump original antes de gravar qualquer arquivo, para ter como voltar caso algo não dê certo. Sobre o download: para baixar arquivos técnicos como BIOS, é necessário ter Créditos EBR ou assinatura VIP ativa. Você pode conhecer mais sobre o sistema de créditos clicando aqui. Qualquer dúvida, poste a revisão da placa e o resultado dos testes. Exceção: Apostilas, E-Books, Cursos, Dicas e Tutoriais de Eletrônica não exigem Créditos EBR nem VIP para download.
  20. Eu agradeço, mas mesmo assim o notebook continuou do mesmo jeito, tensão do processador está em 1.87v quando liga e continua tela preta. Pior que nem achei esquema elétrico dessa placa pra analisar certinho.
  21. Olá, Flávio! Seja muito bem-vindo à comunidade EletrônicaBR. Sua apresentação está ótima! Ficou claro seu nível técnico como Analista de Segurança da Informação com pós-graduação e certificações, além do seu interesse e dedicação à eletrônica como hobby, que você compartilha em seu canal no YouTube. É muito bom ter você aqui para trocar conhecimentos e experiências. Como sua apresentação foi aprovada, você já tem acesso liberado para participar ativamente do fórum. Para te ajudar a começar, aqui estão alguns links úteis: Manual do Usuário Dúvidas Frequentes Sistema de Créditos do EBR Preciso de um arquivo e não tenho créditos Como fazer downloads no fórum? Participe dos tópicos, compartilhe seus projetos e, sempre que precisar de ajuda ou quiser colaborar, procure as áreas mais adequadas para suas dúvidas e contribuições. Obrigada por se apresentar! — Maya Volt Moderadora da Comunidade
  22. Sou Analista de Segurança da Informação, pós-graduado em Tecnologia da Informação, com certificações ISO/IEC 27001 e CompTIA Security+. Como hobby, dedico-me a atividades técnicas em eletrônica e compartilho alguns dos meus projetos e experiências no canal do YouTube Eletrônica e Hobbies. https://www.youtube.com/@eletrônicahobbies
  23. Alvaro Maciel Gomes se registrou na comunidade
  24. Na bancada da tecnologia, onde as trilhas de silício se estendem até onde a vista alcança, algumas notícias chegam como um sinal inesperado no osciloscópio: parecem distantes, mas o impacto pode ser sentido mais cedo do que imaginamos. Um desses sinais vem da órbita. Google e SpaceX estariam em conversas para um projeto audacioso: data centers espaciais. Quando o hardware encontra o espaço, o limite é o céu? Para a inteligência artificial, esta parceria pode ser um divisor de águas, movendo o processamento para além da atmosfera terrestre. O desafio é imenso, mas o potencial, revolucionário. O Desafio de Levar IA para o Espaço Processar dados em órbita não é tarefa simples. A necessidade de energia, a dissipação de calor, a robustez contra radiação e a própria conexão com a Terra são gargalos técnicos que exigem soluções inovadoras. No entanto, a promessa de ter data centers fora da atmosfera, com acesso a energia solar constante e longe das limitações terrestres, é um atrativo poderoso, especialmente para a crescente demanda da Inteligência Artificial. O Google, com sua expertise em infraestrutura de larga escala e IA, e a SpaceX, pioneira em lançamentos espaciais e com planos ambiciosos para a conectividade global via Starlink, parecem ter encontrado um terreno fértil para colaboração. A notícia sugere que a parceria visa especificamente lançar os data centers do Google no espaço, um passo que poderia marcar um ponto histórico e impulsionar o futuro IPO da SpaceX. Impacto para a Bancada e o Mercado Para nós, que vivemos o dia a dia da manutenção, do desenvolvimento e da inovação em eletrônica e informática, essa notícia ecoa de diversas maneiras: Novos Desafios de Hardware: Imagine o que será necessário para manter esses sistemas funcionando. Equipamentos que resistam ao vácuo, à radiação e operem com eficiência energética em um ambiente hostil. Isso abre portas para novas áreas de especialização e desenvolvimento de componentes. Avanço da IA: Com processamento mais distribuído e potencialmente mais potente, a IA pode dar saltos em suas capacidades, seja em análise de dados espaciais, comunicação global ou até mesmo em simulações complexas. Conectividade e Latência: Embora pareça contraditório, data centers em órbita podem, com a infraestrutura correta de satélites como a Starlink, oferecer novas formas de conectividade, talvez com latências otimizadas para certas aplicações ou regiões. O Futuro das Infraestruturas: Se essa ideia se concretizar, o que mais podemos esperar? Centros de dados lunares? Computação em Marte? O céu, ou melhor, o espaço, deixa de ser o limite. É um lembrete de que a tecnologia avança em múltiplas frentes, e o que hoje parece ficção científica, amanhã pode estar em nossas bancadas para diagnóstico e manutenção. Observar essas tendências é fundamental para estarmos preparados. Na bancada de vocês, esse movimento de levar o processamento para o espaço muda algo na percepção do futuro da tecnologia? O que mais a corrida espacial pode trazer para o mundo da eletrônica? Fonte: tomshardware.com
  25. Se você trabalha com manutenção de hardware de alto desempenho, sabe que o lançamento de uma nova geração de placas de vídeo não traz apenas mais frames por segundo; traz novos desafios térmicos e elétricos para a nossa bancada. Com a proximidade da arquitetura Blackwell (a linha GeForce RTX 50 da NVIDIA), o assunto que está aquecendo os fóruns técnicos não é apenas o clock do chip, mas como ele será alimentado. O fantasma dos conectores derretidos da série 40 ainda assombra muitos clientes, e é por isso que o novo padrão 12V-2x6 surge como o protagonista silencioso dessa transição. Antes de aceitar o hype das novas GPUs, precisamos colocar esse conector na bancada e entender o que mudou. O antigo padrão 12VHPWR, introduzido com o ATX 3.0, foi uma tentativa ambiciosa de simplificar a alimentação, mas falhou na entrega de uma margem de segurança robusta para erros de instalação. O 12V-2x6 não é apenas um "rebranding"; é uma correção de engenharia necessária que altera a mecânica do sinal e o contato físico para garantir que, se o cabo não estiver 100% encaixado, a placa simplesmente não receba a potência total, evitando o superaquecimento catastrófico. A Engenharia do Ajuste: O que mudou no sinal? O grande diferencial técnico do 12V-2x6, que faz parte da especificação ATX 3.1, reside nos pinos de sinal (sense pins). Em comparação ao 12VHPWR original, os novos pinos de sinal são mais curtos e estão recuados dentro do receptáculo. Parece um detalhe bobo, mas para quem faz diagnóstico de placas, isso muda tudo. Se o conector estiver mal encaixado, os pinos de sinal perdem o contato antes dos pinos de potência. Isso sinaliza para a GPU que a conexão é instável, forçando o sistema a operar em um estado de baixa energia ou nem sequer dar boot. "O 12V-2x6 é a prova de que a indústria aprendeu com o erro: a segurança elétrica em altas potências não pode depender apenas da atenção do usuário, mas sim de um design que impeça fisicamente a falha." Além disso, a condutividade térmica e a resistência dos materiais foram revisadas. Os pinos de potência agora utilizam ligas de cobre mais robustas e revestimentos que minimizam a resistência de contato. Para o técnico de manutenção, isso significa que ao medir as tensões em carga total, devemos observar uma queda de tensão (voltage drop) muito menor do que víamos nas primeiras revisões da série 40. Impacto Prático na Manutenção e na Escolha da Fonte Para a nossa comunidade, essa mudança traz uma pergunta imediata: precisaremos trocar todas as fontes de novo? A resposta curta é: depende da sua exigência de segurança. Embora o 12V-2x6 seja mecanicamente compatível com o 12VHPWR, a implementação completa dos benefícios de segurança exige que tanto a fonte quanto a placa sigam o padrão ATX 3.1. Na bancada, isso significa que ao montar uma RTX 5090, que deve beirar os 500W ou mais de TDP, o uso de adaptadores de quatro pontas de 8 pinos deve ser desencorajado em favor de cabos nativos de alta qualidade. Pontos cruciais para observar na montagem: Curvatura do Cabo: Mesmo com o novo conector, a regra de ouro continua: evite dobras acentuadas nos primeiros 35mm após o conector. Inspeção Visual: O novo conector tem marcações mais claras de inserção total. Ensine seu cliente a verificar isso. Firmware da GPU: Espere por atualizações de BIOS/Firmware que refinam a leitura dos pinos de sinal para evitar desligamentos falsos-positivos. O que esperar da série Blackwell Os rumores técnicos apontam que a NVIDIA não quer correr riscos. A RTX 5090 e a RTX 5080 devem vir equipadas exclusivamente com a versão revisada do conector. Para quem faz reparo em nível de componente, é bom preparar o estoque de conectores fêmea de reposição com o padrão 12V-2x6, pois eles tendem a ser o novo padrão de substituição mesmo para placas da série 40 que chegarem com danos no conector original. Essa evolução mostra que a indústria de hardware está finalmente tratando a entrega de energia com a seriedade que componentes de meio milhão de transistores exigem. Na sua bancada, você já pegou algum caso de conector derretido que poderia ter sido evitado com esse novo padrão? Como você está orientando seus clientes sobre a transição para o ATX 3.1? Participe da discussão nos comentários e, se precisar de esquemas ou BIOS para as placas de vídeo que já estão circulando, não esqueça de conferir nosso acervo no EletrônicaBR. Fonte: TechSpot / Hardware Analysis Fonte: TechSpot
  26. Doc EBR comentou no arquivo de Italo Bandeira em: Outros
    @Suelen Cruzeiro Que bom que a TV voltou a funcionar normalmente! Obrigado por confirmar que o firmware funcionou certo, esse feedback ajuda outras pessoas que precisam desse arquivo.
  27. Olá galera a minha tv voltou a normal graças a Deus.. Pode comprar sem medo... Se for problema de atualização vai voltar como era de fábrica!
  28. jose willames santos alterou sua foto pessoal
  29. Olá, Silvio. Entendi que você quer saber como conseguir créditos ou se tornar VIP para baixar os arquivos. Vou explicar direitinho. Créditos EBR Você ganha créditos ao receber joinhas de outros membros em suas postagens — cada joinha vale 10 créditos. Também é possível ganhar créditos por participar ativamente, ajudando outros usuários. Para mais detalhes, veja o Sistema de Créditos do EletrônicaBR. Assinatura VIP Se preferir acesso mais rápido, você pode contratar uma assinatura VIP paga. Os planos dão direito a downloads diários e acesso a áreas fechadas. Confira as opções aqui: Assinaturas VIP. Com créditos ou VIP ativo, você conseguirá baixar os arquivos técnicos que precisa, incluindo o dump do Duosat Joy HD. Qualquer dúvida, é só falar.
  30. Obrigado gora só preciso conseguir créditos para baixar. se possivel me da informação como ser vip ativo ? Eu ainda não tenho como ver os tamanhos desses arquivos o arquivo tem q ser exatamente 16bm, caso contrario nao da certo.
  31. @sergioelf Olá, sergioelf! Entendo que você está com dificuldades para baixar as partes 4 e 5 do instalador Simplo 2025. Como sua conta possui um plano VIP ativo, você geralmente tem permissão para baixar os arquivos. Se você está enfrentando problemas de download, mesmo com o VIP ativo, sugiro que tente o seguinte: Limpe o cache e os cookies do seu navegador: Às vezes, dados antigos armazenados no navegador podem interferir no acesso.Tente em outro navegador: Use um navegador diferente do que você costuma usar para ver se o problema persiste.Verifique o limite diário: Mesmo com o VIP, pode haver um limite de downloads por dia. Verifique se você atingiu esse limite.Se mesmo após essas verificações você não conseguir baixar, por favor, informe qual o erro exato que aparece na tela e se você já tentou baixar outros arquivos para confirmar se o problema é específico deste download. Obrigado por sua participação!
  32. Olá amigos, alguem conseguiu baixar as partes 4 e 5? Ou tem algum outro post mais atualizado, estou precisando bastante dessa versão mais atualizada. Desde já agradeço!
  33. Vanessa Pantaleão alterou sua foto pessoal
  34. Olá, Caroline. Pedido de dump XCC para servidor Lenovo SR650. Esse tipo de arquivo é bem específico e depende da revisão da placa, Service Tag e versão do firmware original. Código da placa-mãe (geralmente algo como 00YJxxx ou 00FKxxx, serigrafado na placa). Revisão da placa (Rev X.X) e, se possível, fotos nítidas da placa inteira e da área do chip SPI/Flash que contém o XCC. Sintoma exato do servidor: não liga, não dá POST, LED de erro específico, mensagem no painel LCD, etc. Se já fez backup do dump original e qual tamanho do arquivo (ex: 16MB, 32MB). Testes já realizados: troca de fonte, reset de CMOS, tentativa de recuperação via IMM/XCC padrão, etc.Como sua conta tem acesso VIP, você pode baixar arquivos normalmente pelo File Manager. Se encontrar algum dump candidato listado, confira revisão e Service Tag antes de gravar. Caso não encontre, poste os dados acima que a própria comunidade pode ter o arquivo correto ou ajudar a localizar. Também sugiro ajustar o título do tópico para algo como "Lenovo SR650 7X06 - Pedido de dump XCC / BIOS" – isso já ajuda outros técnicos a identificar rapidamente o assunto.
  35. Alguém possui esse arquivo para reparar um servidor Lenovo SR650 7X06 01PE934 U135 XCC dump bin Tamanho do arquivo BMC/XCC 4 MB
  36. Olá, Silvio. O pedido é claro: dump completo de 16MB da memória SPI W25Q128FV do receptor Duosat Joy HD. Existem alguns arquivos candidatos no acervo para este equipamento. Nenhum deles é explicitamente descrito como dump completo da flash, mas vale a pena conferir: Firmware Receptor Duosat Joy HD - Versão 1.1.2 — arquivo de atualização.bin de 10,16 MB. Bios Duosat Joy HD — descrito como BIOS perfeita. Atualização DuoSat JOY HD — arquivo para recovery via pendrive. Duosat Joy HD - Att V1.0.2 Jul19 + Para CS — instrui a regravar a memória com a atualização. Cuidado importante: Nenhum desses arquivos é explicitamente um dump completo de 16MB da flash. Se você for testar algum, faça primeiro o backup do dump original do seu aparelho com um gravador externo (como CH341A, TL866, etc.) antes de qualquer gravação. Arquivo incompleto ou de revisão diferente pode travar o receptor. Para aumentar as chances de encontrar o dump exato, informe também o código completo da placa (geralmente algo como ALI M3330 +... ou similar) e, se possível, uma foto da placa mostrando o chip e a etiqueta. Se precisar de ajuda com o processo de backup ou gravação, é só falar. Sobre downloads: para baixar BIOS, esquemas, BoardViews, dumps, firmwares e arquivos técnicos do File Manager, é necessário ter Créditos EBR ou assinatura VIP ativa. Apostilas, E-Books, Cursos, Dicas e Tutoriais de Eletrônica não exigem Créditos EBR nem VIP.

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