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  1. vou baixar o arquivo e diz quqe nao consigo baixar o que fazer ?
  2. Fala pessoal, passando aqui pra deixar esta dica pra quem precisar ligar este notebook sem o teclado, embora ele exiba imagem ao plugar a o carregador para mostrar a porcentagem da bateria, ele não liga sem o botão POWER que fica no teclado. Segue a dica: Basta um leve curto/jumper nos pinos do teclado conforme referência mostrado na imagem abaixo. Espere que ajude
  3. Estou começando a estudar diagnóstico eletrônico em placas de notebook e adquiri um osciloscópio portátil FNIRSI 1C15. Gostaria de entender, na prática, como utilizar esse equipamento para análise de sinais em placas-mãe de notebooks, como por exemplo: Identificação de sinais PWM em bobinas e MOSFETs Análise de clock e sinais digitais Verificação de ripple em linhas de alimentação Ajustes corretos de escala (tempo e tensão) Boas práticas de medição sem risco de danificar a placa Se alguém puder compartilhar dicas práticas, exemplos reais ou até um passo a passo inicial, seria de grande ajuda!
  4. Não estou conseguindo o Firmware Tv Box RK3229_MXQ_5G_R329Q_V8_SV6256P... Alguém?
  5. preciso do esquema de instalação do raspberry pico para playstation 1 placa pu-23
  6. gostaria de saber como cosnigo o dicatec
  7. pessoal estou precisando do dicatec 4.4.2. e nao tenho credito para baixar aqui no forum. alguem pode me manda um link para baixar em outro lugar.
  8. usei o alcool isopripilico junto com um cartão de visita para ir aos poucos soltando o display da moldura . Terminei esta etapa conseguindo retirar o display . Agora preciso retirar aquela fita dupla face que ficou presa por baixo do display . Qual a melhor maneira ?
  9. Tenho um ACER NITRO 5 AN 515 - 58, que acende o led azul e apaga em alguns segundo, analizei tudo e pelo que percebi as tenções que são liberadas pelo Sio não estão presentes logo pensei em regarvar a EC mais estou procurando na internet mais não acho nada que funcione para o ENE KB9542, tenho uma gravadora CH341A vi que ela grava a linha KB90xx mais não acho nada sobre essa linha de SIO queria saber se alguem sabe alguma software que faça a leitura?
  10. Olá! Não tenho curso técnico, mas não sou leigo. Tenho muita experiência com hardware, e eletrônica em geral. Encontrei essa comunidade através do Google, sou amador na área da informática.
  11. Fonte impressora HP M454dw Com placa fonte RM3-7224 Foi ligada em 220V. Trocado CHIP, os dois FETS e dois diodos (D2121 e D2122) por 1N4007. Agora, na saída, fica 8V e oscilando um pouco. É normal essa pequena oscilação na tensão? O que fiz para testar até agora: com um resistor de 3k9 dos 8V, fui experimentando em cada pino do conector J451. Ao encostar no pino 4 a tensão subiu para 15/16V e oscilando. Queria saber como testar a fonte na bancada; alguém consegue me ajudar? Obrigado desde já, Moacir
  12. Muitas vezes, ao pegar uma placa que não liga ou apresenta falhas, a tendência é começar medindo as tensões primárias (3.3V e 5V) e seguir a linha de alimentação tentando identificar onde ela é interrompida. Esse método é válido e bastante utilizado, mas há situações em que todas as tensões aparentam estar corretas e, ainda assim, a máquina não inicia ou apresenta comportamento irregular. Na prática, a maioria desses equipamentos segue uma sequência lógica de inicialização — e entender essa sequência pode mudar completamente a forma como o diagnóstico é conduzido. Em vez de trabalhar por tentativa, é possível identificar em qual etapa o sistema parou e focar exatamente naquele ponto. Durante a análise de notebooks, desktops e outros dispositivos, é importante lembrar que o equipamento não liga “tudo de uma vez”. Ele segue uma sequência de estados, onde cada etapa depende da anterior para continuar o processo. Essa sequência é frequentemente documentada em esquemas e datasheets como power sequence. De forma simplificada: Entrada de energia (fonte / carregador) Tensões primárias (3.3V / 5V) Sinal de power (PWRBTN) Inicialização do chipset / PCH Ativação do processador Inicialização de memória e vídeo Se algum desses estados falhar, o sistema não avança. Exemplos práticos: • Sem 3.3V / 5V → problema na entrada ou circuito primário • Tem tensão, mas não liga → possível falha no power ou SIO • Liga e desliga → possível falha em CPU ou memória • Liga sem vídeo → falha após POST Nos esquemas, essa sequência aparece como sinais de controle (EN, PWROK, SLP_S3, SLP_S5, etc). No schematic anexado (HP DV4 COMPAQ CQ40), já nas primeiras páginas é possível ver essa lógica através de sinais como: SLP_S5, SLP_S3, PWROK, VR_ON, SUS_PWR, MAIN_PWR Na prática: SLP_S5 ativo → sistema em estado desligado Saída do SLP_S5 → habilita tensões principais SLP_S3 → transição de estado PWROK → tensões estabilizadas VR_ON → habilita alimentação do CPU Cada sinal depende do anterior. Se um falhar, a sequência trava. Aplicando no diagnóstico: Verificar liberação do SLP_S5 Confirmar presença do PWROK Checar se o VR_ON chega ao regulador do CPU Se um desses sinais não aparece, você identifica exatamente onde o processo parou. Esses nomes podem variar, mas a lógica é sempre a mesma: uma cadeia de habilitação. Em muitos casos, o problema não é a falta de tensão, mas a ausência de um sinal lógico que impede o avanço da sequência. Essa abordagem torna o diagnóstico mais preciso e evita trocas desnecessárias. Alguém já utilizou esse método na prática? Já acompanhou esses sinais em esquema para identificar onde a placa travava? Se tiver exemplos ou casos reais, seria interessante compartilhar.
  13. I — O que é uma porta de depuração? Estamos estruturando no EBR um mapeamento prático das portas de depuração (UART, JTAG e SWD) em notebooks — principalmente MacBooks, Intel, T2 e Apple Silicon. A maioria das placas possui um microcontrolador chamado EC (Embedded Controller) que fica ligado assim que a placa recebe 3,42v G3H ou 1,8v EC. Mesmo com a máquina “morta”, o EC já está rodando código e muitas vezes já envia mensagens por UART. Em muitos notebooks, essas linhas UART não aparecem como um conector separado. Elas vêm misturadas no próprio conector JTAG / Debug ou até roteadas para o USB-C (SBU1/SBU2) quando a porta entra em modo de debug. Basta ligar no TX do EC ou do CPU para capturar mensagens de inicialização, erros de power, falhas de reset, etc. Em resumo: boa parte das soluções modernas de debug combinam JTAG e UART no mesmo cabo, e muitas placas de notebook expõem o TX da UART do EC nesses conectores. Esse recurso, aliado ao fato de o EC ser energizado por uma LDO always-on, permite extrair logs úteis logo nos primeiros instantes de alimentação. Isso transforma uma placa aparentemente morta em uma fonte de informação. Além do JTAG, muitos MCUs implementam um pino opcional chamado SWO (Serial Wire Output) que fornece um “canal de printf” assíncrono para envio de mensagens. O SWO é unidirecional e pode transmitir logs semelhantes ao UART (por Manchester ou UART), mas não permite enviar comandos para a CPU. Em outras palavras, o SWO funciona como um “UART embutido” dentro da interface SWD/JTAG. Dentro de todo notebook — inclusive MacBooks T2 (2018–2020) e Apple Silicon — existe uma “boca secreta” como TP_SOC_DEBUGPRT_TX / RX que a placa usa para falar. Essa boca é chamada de porta de depuração. Ela é usada para saber: Se o processador acordou Se a memória respondeu Onde o notebook travou Mesmo quando não liga, essa porta muitas vezes continua falando. II- O que é UART? UART é o idioma mais simples que a placa usa para falar. Ele só precisa de: TX → a placa falando Level Shifter → ampliar ou reduzir amplitude do sinal serial GND → terra (referência elétrica) É como um walkie-talkie: um fio fala, o outro escuta TX+RX; Só vai nos interessar a transmissão. saída serial de firmware (debug console) em ASCII. Cada linha que aparece ali foi escrita por um engenheiro da Apple, Intel ou do fabricante do EC para responder perguntas como: – “o chip acordou?” – “a RAM respondeu?” – “o power-good veio?” – “o firmware carregou?” III — Como a gente escuta a placa? A partir daqui, a intenção não é só ligar um cabo: é padronizar como o EBR captura, interpreta e compara esses sinais. Usamos um adaptador USB → UART. O computador não entende direto o idioma da placa. Então usamos um adaptador chamado USB → UART. Alguns exemplos: CH341A USB-UART level selectable (1.8V / 2.5V / 3.3V / 5V) Eles transformam: USB do PC → sinais UART da placa Ela vai dizer coisas como: falha de ALL_SYSPWRGD erro de memória RAM falha de ME REGION reset infinito watchdog do EC Isso permite saber se o defeito é elétrico, firmware ou lógico. Se esses logs começarem a ser postados aqui, em pouco tempo teremos um mapa real de como as placas falham. Isso é o que falta hoje na bancada: memória coletiva. IV — Onde encontrar o UART na placa (T2, EC, JTAG e ARM Silicon USB-C) Depois de entender o que é UART e por que ele existe, o próximo passo é simples: Onde estão esses sinais na placa? Na prática, quase todo notebook moderno possui pelo menos dois UARTs: Um do EC (Embedded Controller); Um do CPU / SoC; E eles aparecem de muitas formas diferentes. 1) UART do EC (Embedded Controller) Mesmo com a máquina sem vídeo, sem boot e sem BIOS, o EC já está tentando inicializar e vai mandar mensagens por esse TX. O EC é o primeiro chip a ligar quando a placa recebe 1.8v ou 3,3v LDO. Antes do BIOS, antes do PCH, antes do CPU. Por isso, o UART do EC é o mais importante para diagnóstico de placas mortas que ainda sussurram. Nos esquemas ele aparece com nomes como: EC_TX EC_RX KBC_TX KBC_RX SMC_DEBUG_TX EC_DEBUG_TX HOST_DEBUG_TX e ETC. Se você encontrar um ponto de teste escrito TX perto do KBC, SMC, T2 no Board View, quase sempre é ele. 2) UART dentro do conector JTAG / Debug Muita gente acha que JTAG serve só para programação. Na prática, a maioria dos conectores JTAG de notebook também carrega UART. Fabricantes fazem isso porque: JTAG é usado para depurar o dispositivo via UART que é usado para ver logs então eles colocam tudo no mesmo conector Por isso você encontra conectores com sinais como: TMS TCK TDI TDO e também: DEBUG_TX Mesmo quando o conector não está populado, os pads na placa quase sempre existem. Se você localizar o conector JTAG do EC, há grande chance de ali existir um TX de UART pronto para uso. 3) UART roteado pela USB-C (SBU1 / SBU2) Nos notebooks ARM modernos mais novos (Apple Silicon M), o UART muitas vezes não sai em pads físicos. Ele é roteado para a porta USB-C quando ela entra em modo de debug. Nesse modo: SBU1 vira UART TX SBU2 vira UART RX Isso é o mesmo UART do EC ou do CPU, apenas passando pela Type-C. Com um cabo Type-C breakout ou um adaptador, dá para ligar um USB-UART nesses pinos e capturar os logs sem abrir a máquina. V — Adaptação do CH341 com level shifter para UART seguro em 1.8 V e 3.3 V Pessoal, conforme fui avançando nos testes de UART em placas de MacBook, T2, ficou claro um problema sério: os adaptadores USB-UART comuns (CH341, FT232, PL2303) trabalham em 5 V ou 3,3 V, enquanto a maioria dos SoCs, T2 e ECs modernos usam 1,8 V. Ligar RX/TX direto nesses chips pode: – não funcionar – gerar ruído – ou até danificar o SoC Os adaptadores comuns trabalham em 5 V ou 3,3 V. Mas EC, T2 e Apple Silicon usam 1,8 V. Por isso estamos modificando o CH341 com level shifter interno. Isso cria um padrão de hardware para o EBR. CH341 (USB 5 V) → Level Shifter → Placa (1.8 / 3.3 V) Por isso comecei a modificar o próprio CH341, adicionando internamente um level shifter (conversor de nível lógico) entre o CH341 e a placa. Isso cria um padrão de hardware para o EBR. Isso permite capturar logs de: EC, PCH, T2, iBoot, BootROM e Apple Silicon sem risco. Por que isso muda tudo? Com isso o CH341 deixa de ser um programador/cabo TTL barato” e vira uma interface de debug profissional. Os principais benefícios: • Permite ler UART de T2 e Apple Silicon sem risco • Funciona tanto em 1,8 V quanto 3,3 V • Evita back-power e latch-up no SoC • Permite deixar o adaptador conectado durante boot, reset e falha • Permite capturar logs de EC, iBoot, BootROM e kernel sem danificar a placa Na prática, isso faz com que portas de aparelhos que parecem “bloqueadas” ou “mortas” simplesmente passem a funcionar, porque o problema real era elétrico, não lógico. A ideia é simples: CH341 (USB, 5 V) → Level Shifter → Placa (1,8 V ou 3,3 V) O level shifter é alimentado pela mesma tensão da placa 820-00850 (por exemplo, P1V8SLPS2R_SW0 ou PP1V8_UPC_ vinda do Controlador PD, do EC do notebook ou de um Rail Always-On ou LDO). Assim ele só funciona quando a placa está viva e nunca injeta tensão mais alta no SoC. Objetivo desse projeto no EBR A ideia é que, com esse tipo de adaptador, a gente possa padronizar: – Captura de logs e armazenamento; – Depuração de falhas de power até S0; – Análise de ITE, ENE, MEC, EC, PCH, T2, Apple Silicon e outro; – Desenvolver uso do UART via USB-C ou test points dos SUPER IO, SMC e T2; – Contribuir com pontos de teste, logs ou pinouts está ajudando a transformar tentativa-e-erro em engenharia de bancada; – E usar isso para alimentar o banco de dados colaborativo do EBR sem fins lucrativos. Quem já tentou UART direto e teve problemas, recomendo testar esse método. Vocé vai precisar cortar o UART que sai do CI Ch341 de 5v para fazer a adaptação e tranformar nosso programador velho em uma ferramenta TLL de 1.65v a 5v A parte difícil (e a que realmente importa) é esta: 1. pegar um CH341 de verdade, 2. pegar um bisturi, 3. cortar trilhas, 4. soldar fios, 5. adaptar o CI level shifter, 6. testar em placa real É isso que transforma um “esquema bonito” em uma ferramenta que realmente funciona na bancada. Por isso, na próxima etapa, eu não vou ficar só em diagrama. Vou fazer o procedimento em um CH341 virgem, aqui na minha bancada. Vou usar um TXS0102 (ou similar) retirado de sucata de notebook ou MacBook, cortar as trilhas de RX/TX que saem do CH341 em 5 V, e inserir o level shifter no meio, do jeito certo: CH341 → Level Shifter → Placa Isso é muito mais valioso do que qualquer imagem desenhada no computador, porque mostra: • onde cortar • onde soldar • quais pinos usar • onde ligar VCCA, VCCB, OE • como alimentar pelo 1.8 V ou 3.3 V da placa • como evitar back-power Próximos passos Vou postar aqui: Fotos reais do CH341 Onde as trilhas são cortadas Onde o TXS0102 entra Como ficou depois da modificação E logs reais capturados em MacBook (CoolTerm) A ideia é que qualquer técnico consiga olhar isso e dizer: “ok, eu consigo repetir isso na minha bancada”. Um pedido simples Esse projeto tomou tempo, estudo, sucata, erros e testes. Se você acha que isso pode ajudar a comunidade, deixa um joinha no tópico. Isso me motiva a ir até o fim e publicar tudo — inclusive logs reais e casos práticos. O objetivo é simples: fazer algo longo, completo, mas que qualquer pessoa consiga entender em 10 minutos e sair sabendo: onde ligar, como medir, e como ouvir a placa falar. Continua
  14. Pessoal, compartilho alguns métodos simples que utilizo na bancada para localizar curto em placas eletrônicas, principalmente em fontes chaveadas e placas de TV. 1 – Como identificar a linha em curto Primeiro localize a linha suspeita ou se não souber já meça a entrada ac Em DC, coloque o multímetro em escala de resistência. ponta preta no GND ponta vermelha na linha suspeita em AC tanto faz a posição das pontas. Se medir resistência muito baixa (ex: abaixo de 10Ω), provavelmente existe curto. 2 – Usar fonte assimétrica Conecte a fonte assimétrica na linha em curto. Recomendo iniciar com: 1V limite de corrente entre 1A e 3A Procure componente aquecendo Com a corrente passando na linha, o componente em curto normalmente aquece. Métodos para identificar: dedo (com cuidado) álcool isopropílico spray congelante câmera térmica 4 – Componentes que mais causam curto Os mais comuns são: MOSFET diodo rápido capacitor cerâmico SMD CI regulador 5 – Importante Nunca injete tensão maior que a tensão original da linha e observe a polaridade dos componentes, nunca inverta positivo e negativo. Isso evita danificar outros componentes. Espero que ajude os colegas na bancada.
  15. Sou técnico desde os 13 anos quando fiz meu primeiro curso de montagem e Manuntencao de computadores e desde então tenho me aprofundado nessa maravilhosa profissão, atualmente tenho 13 anos de profissão
  16. Colegas, Estou com uma missão que é nova para mim: Um cliente necessita fazer este upgrade no M1 dele de 8GB de Ram para 16 GB Algume já fez isto? Onde fica a memoria neste macbook e como fazer a placa reconhecer os 16 GB? Abs, Roberto
  17. Opa, tudo bem? Espero que esta mensagem encontre todos bem. Estou com um Nobreak Keor BR 6kva com as seguintes mensagens: FLT 55,56,68,70 E 00 Executamos a manutenção preventiva dos equipamento, limpeza, lubrificação de cooler, troca de baterias, substutição de bornes, limpeza de placas e o equipamento está em perfeitas condições. Outro equipamento que também estamos dando manutenção, porém funciona conforme, mas apresenta os seguintes códigos: FLT -> 00, 03, 08, 09, 40, 55, 56, 66, 68 e 70. Alarmes bem parecidos com o anterior. WhatsApp Video 2026-02-19 at 21.06.45.mp4 WhatsApp Video 2026-02-19 at 21.09.04.mp4
  18. Boa tarde, eu peguei um Chromebook Samsung de uma amiga para arrumar. O problema dele é a tal conta empresarial, ela acabou comprando pela internet Chromebook mas quando recebeu o Chromebook percebeu que estava bloqueado. Eu como arrumo notebooks me ofereci para arrumar para ela. Já li e vi vários vídeos sobre, pois nunca havia pego um Chromebook para arrumar. Tenho a gravadora e todos as ferramentas para arrumar, mas não encontro a tal arquivo de Bios que tanto falam sobre o Chromebook. É um: Chromebook Samsung com ChromeOS BlueBird C4D-A3D-C3Q-K9R-A7M Se alguém poder me ajudar com alguma dica de onde conseguir está Bios modificada, agradeço muito de coração.
  19. Olá amigos! Gostaria de obter acesso ao arquivos de BIOS da Impressora Laserjet HP P1102 (Sem Wifi), pois o equipamento está reconhecendo como P1015, vi em um outro tópico que a regravação de BIOS corrige de forma completa esse erro, mas não tenho autorização para download do arquivo. testes já realizados em 2 computadores diferentes. Instalado o driver original do equipamento via site da HP e tentativa de utilizar o HP SMART, removi todos os driver e quaisquer programas relacionados a HP inclusive pelo Printui /s /t2, tentei reinstalar novamente mas todas as tentativas param no ponto em que é necessário reconhecer a impressora para dar continuidade na instalação. Como trabalho0 com reparo de impressoras já há um tempo e peguei inúmeras vezes problemas com Epson onde corrompe a firmware e ela reconhece como outro modelo, entendi que poderia resolver regravando.
  20. Pessoal tudo bem, faz tempo que eu não posto aqui no eletronicabr, mas gostaria de saber como vocês fazem pra descobrir o modelo do celular? geralmente eu vejo o modelo da placa, mas não consigo encontrar alguns celulares pelo modelo da placa, falo de celulares normais da LG, Samsung, Nokia, Xaiomi tem algum site que vc coloca o numero do modelo da placa e descobre o modelo do celular???
  21. A Virtualização, Máquina Virtual, ou Emulador de Sistema, é um recurso que permite ter um outro sistema operacional rodando dentro do seu original, como se estivesse usando um outro computador, seja ele com Windows ou Linux instalado. Entretanto, há um grande problema com esses softwares: eles não utilizam todo o poder do seu hardware, como um PC normal usa. Para contornar esse sistema, é possível fazer a Virtualização de Hardware. Nela, você habilita os recursos do seu PC para que eles sejam utilizados também pela máquina virtual. Dessa forma, ele irá tirar proveito, da mesma forma que o sistema nativo faz, mas em um ambiente isolado criado com o recurso. O que é Virtualização de hardware? Diferente da Virtualização comum, a de hardware – como o próprio nome sugere – é voltada para aqueles que buscam alta performance na hora de criar uma máquina virtual. Em outras palavras, utilizando o procedimento comum de emulação de sistema geralmente é criada uma versão otimizada, como se a mesma usada componentes de menor poder, como um processador inferior. Já na Virtualização de Hardware, a máquina virtual criada tem acesso direto aos seus componentes nativos, ou seja, utiliza o seu processador, memória RAM, placa de vídeo e outros componentes de forma similar ao PC normal. Com ela, é possível ter mais performance na hora de criar seus ambientes, principalmente para testes mais específicos e que exigem mais da sua CPU. Quais as vantagens da Virtualização de Hardware? As vantagens para aplicar a Virtualização de Hardware são muitas, mas a principal delas é a possibilidade de realizar testes em um ambiente protegido, e que não vai comprometer o seu sistema operacional principal. Por exemplo, em uma máquina virtual, você pode executar um determinado tipo de software, sem que ele corrompa os dados do seu Windows. Sendo assim, caso ele tenha algum grave problema de execução, basta remover o sistema emulado e criar um novo para continuar os experimentos. Outro fator importante é o econômico. Isso porque, é um tanto comum empresas investirem em máquinas virtuais para armazenarem diversos servidores em um só hardware. Em outras palavras, investe-se em um único e robusto PC, para que dentro dele sejam criados diversos servidores, compartilhando os mesmos componentes. O mesmo vale para o usuário comum, que ao invés de compartilhar o login com outras pessoas da casa, pode criar máquinas virtuais para ela. O recurso é uma alternativa a mais, principalmente para os pais que querem ter um controle maior do que seus filhos fazem no PC. Sem contar que dessa forma, não há risco de apagar ou mudar uma configuração do sistema que possa vir a comprometer o Windows principal. Como ativar a Virtualização de Hardware? A Virtualização de Hardware precisa ser ativada na BIOS da sua placa-mãe, ou seja, na tela que antecede a inicialização do sistema. É importante lembrar que, por conta dos diferentes tipos de placa-mãe e processadores, o caminho pode variar um pouco, principalmente em relação a nomenclatura: 1. Ligue o computador e entre na parte de "Configurações da BIOS". Para isso, segure a tecla F2 (F1 em alguns modelos) no momento que o PC estiver ligando, e solte apenas quando o menu surgir na tela; 2. Uma vez lá, procure pela opção "Configurações de CPU" ou "CPU Configuration" caso o menu esteja em inglês; 3. Em seguida, procure pelas "Configurações de Virtualização". Elas também possuem nomenclaturas como "Virtualization Configuration"; 4. Agora, é preciso ficar atento pois a opção para habilitar a Virtualização varia de acordo com o modelo. Entretanto, para todos os casos, basta colocar a opção como "Enabled" para habilitar o recurso. São eles: Processadores AMD - "AMD SVM Mode". Processadores Intel - "Virtualization for Direct-IO (ou VT-d)"; PCs da Dell - "Virtualization". 5. Em seguida, faça o comando para "Salvar e Sair" ou "Save and Exit", que também varia de caminhos e teclas de atalho para cada um das versões; 6. Basta ligar novamente o seu PC e a opção de Virtualização de Hardware já estará ativada. Agora que você já sabe como fazer a Virtualização de Hardware e seus benefícios, já é possível criar Máquinas Virtuais mais potentes, e que fazem melhor uso dos componentes do seu computador. Fonte: https://www.tecmundo.com.br/
  22. boa noite amigos, gostaria de saber como que funciona o forum e suas regras
  23. Como se testa esse comprovante? A09T

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