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Conteúdo Popular

Mostrando o conteúdo com a maior pontuação em 22/04/2026 em todas as áreas

  1. @Jack O'Neo @FLAVIOTECH @zazulak @jone melo @adrianopluz Participante 4 anos da manutenção e não houve queima! A experiencia serviu para aprimorar técnicas de identificação de mosfet e igbts falsos, tema para outro tópico, assunto longo! Vou fixar para futuras consultas...
  2. Estou com uma TV TCL 32S6500S NS:941021 com Loop Infinito, já tentei diversos softwares e nenhum aceita, procurei em vários lugares o compatível com a versão 941021, mas não achei, a fabricante não ta disponibilizando no site, gostaria de alguma ajuda ou dica sobre o que devo fazer para recuperar. Abaixo deixo imagem da placa e modelo. Agradeço!
  3. Depende!!! O componente em si é um resistor. Ele faz as vezes o papel de fusistor(flameproof) em alguns circuitos, mas pode ser tambem um shunt em outros... depende da função dele no circuito. Ao procurar um substituto, compre com os mesmos valores e potência... sempre potência maior, nunca menor.... senão sobe o cheiro de Ampere queimado. Se as cores forem realmente Marrom, Preto, Ouro, Ouro... então realmente o valor é 1R ou 1 Ohm... com 5% de tolerância. Já a potência parece ser de 3 Watts. Flw...
  4. Retirei esse componente de um nobreak Ragtech. A serigrafia da placa em baixo do componente é J1, isso parece me dizer que não se trata de um resistor. Suspeito que seja um fusistor, isso está certo? Se sim, qual seria a potência?
  5. é um fusistor de 1.0 Ohms, acredito que seja isso, marrom, preto, ouro e ouro, é o que vejo na imagem, deixa um like para ajudar a baixar arquivos
  6. Olá a todos, sou iniciante no concerto de fones chaveadas e estou com dificuldades de identificar o defeito desta fonte, o modelo da fonte é ILPI-032 REV.A, a principio haviam vários capacitores eletrolíticos estufados que foram todos substituídos. Através do esquema elétrico descobri que essa fonte gera duas tensões: 5V e 14V medi na saída 5vcc que estava a 1,8v e bobina L803 da tensão de 14v e estava a 8v aproximadamente. testei a opto acoplador e não apresentou defeito. Gostaria de uma força para tentar resolver esse problema. Desde já agradeço.
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    Revista Nova Eletrônica vol. 1 ao vol. 114 com índice por temas
    Free
  7. Bios Receptor Globalsat GS240 PRO Visualizar Arquivo Gravado com programador CH341a. Uploader jesielms Enviado 05/05/2024 Categoria Receptores Satélite, Cabo, DVR e HDVR
  8. @GILDECI WANDERLEY Para fazer downloads é necessário ter Créditos ou Assinatura VIP. Para conseguir ajuda, inclusive para baixar o arquivo que precisa, abra um novo tópico na área correspondente. O título do tópico deve seguir este padrão: Marca e Modelo + Modelo da Placa + Defeito. Informe também todos os testes já realizados. Segue alguns links que podem ajudar: Preciso de um arquivo e não tenho créditos Como fazer downloads no fórum? Conheça agora os segredos!!! Manual do Usuário Sistema de Créditos do EBR
  9. @Tulcídio olá bom dia, por favor, evite responder tópicos antigos. Obrigada😉
  10. Eu estava com dois PS4 Fat apresentando o mesmo problema: no final da instalação do sistema, o console desligava e depois não ligava mais. Fiz vários testes na placa e tudo aparentava estar funcionando normalmente. Como sei que o CI HDMI desse modelo costuma dar bastante problema, resolvi substituí-lo — e foi justamente isso que solucionou o defeito. Quis compartilhar essa experiência porque não encontrei ninguém comentando sobre esse caso específico. Espero que essa dica ajude outras pessoas a resolverem esse mesmo problema.
  11. estou com um dell all in one 24 5430. consegui identificar o curto mas o componente nao consigo encontrar disponivel em sucata ou pela internet
  12. Bom dia @wwwsw . Não conheço esse componente, mas quero tentar ajudar com uma sugestão, mas somente pode dar certo se você tiver um testador multifunções tipo LCR-TC? para identificação de componentes como resistores, capacitores, transistores em geral, etc... Existem vários outros disponíveis no mercado. A sugestão é encontar nessa mesma placa outro componente desse, retirá-lo da placa e testá-lo no testador mencionado.
  13. Normalmente se quando a voltagem de entrada chega em 200Vac, o nobreak entra em modo baterias, é porque está ajustado para isso. Digo que através do software de controle desse modelo é possível alterar esses limites. Nesse caso, não se trata de defeito, apenas ajunte de parâmetros.
  14. 1 ponto
    Já realizei todos os testes possíveis mais não consigo resetar e meu s1 ainda continua com o led vermelho
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    arquivo de eprom para gravacao ESMT MXIC WinBond
    Free
    • 1 download
    arquivo para regravacao de eprom
    Free
  15. nand Azamerica king Gx pro Visualizar Arquivo arquivo para regravacao de eprom Uploader alanjohnson Enviado 10/04/2026 Categoria Receptores Satélite, Cabo, DVR e HDVR
  16. H313 Tourobox firmware Visualizar Arquivo Firmware (ROM) para tvbox Tourobox processador H313. Firmware original. Uploader soheroes soheroes Enviado 06/11/2025 Categoria Android
  17. tio foi em site argentino que peguei so nao sei onde coloquei a senha . ai tenha ele aq sem senha
  18. I — O que é uma porta de depuração? Estamos estruturando no EBR um mapeamento prático das portas de depuração (UART, JTAG e SWD) em notebooks — principalmente MacBooks, Intel, T2 e Apple Silicon. A maioria das placas possui um microcontrolador chamado EC (Embedded Controller) que fica ligado assim que a placa recebe 3,42v G3H ou 1,8v EC. Mesmo com a máquina “morta”, o EC já está rodando código e muitas vezes já envia mensagens por UART. Em muitos notebooks, essas linhas UART não aparecem como um conector separado. Elas vêm misturadas no próprio conector JTAG / Debug ou até roteadas para o USB-C (SBU1/SBU2) quando a porta entra em modo de debug. Basta ligar no TX do EC ou do CPU para capturar mensagens de inicialização, erros de power, falhas de reset, etc. Em resumo: boa parte das soluções modernas de debug combinam JTAG e UART no mesmo cabo, e muitas placas de notebook expõem o TX da UART do EC nesses conectores. Esse recurso, aliado ao fato de o EC ser energizado por uma LDO always-on, permite extrair logs úteis logo nos primeiros instantes de alimentação. Isso transforma uma placa aparentemente morta em uma fonte de informação. Além do JTAG, muitos MCUs implementam um pino opcional chamado SWO (Serial Wire Output) que fornece um “canal de printf” assíncrono para envio de mensagens. O SWO é unidirecional e pode transmitir logs semelhantes ao UART (por Manchester ou UART), mas não permite enviar comandos para a CPU. Em outras palavras, o SWO funciona como um “UART embutido” dentro da interface SWD/JTAG. Dentro de todo notebook — inclusive MacBooks T2 (2018–2020) e Apple Silicon — existe uma “boca secreta” como TP_SOC_DEBUGPRT_TX / RX que a placa usa para falar. Essa boca é chamada de porta de depuração. Ela é usada para saber: Se o processador acordou Se a memória respondeu Onde o notebook travou Mesmo quando não liga, essa porta muitas vezes continua falando. II- O que é UART? UART é o idioma mais simples que a placa usa para falar. Ele só precisa de: TX → a placa falando Level Shifter → ampliar ou reduzir amplitude do sinal serial GND → terra (referência elétrica) É como um walkie-talkie: um fio fala, o outro escuta TX+RX; Só vai nos interessar a transmissão. saída serial de firmware (debug console) em ASCII. Cada linha que aparece ali foi escrita por um engenheiro da Apple, Intel ou do fabricante do EC para responder perguntas como: – “o chip acordou?” – “a RAM respondeu?” – “o power-good veio?” – “o firmware carregou?” III — Como a gente escuta a placa? A partir daqui, a intenção não é só ligar um cabo: é padronizar como o EBR captura, interpreta e compara esses sinais. Usamos um adaptador USB → UART. O computador não entende direto o idioma da placa. Então usamos um adaptador chamado USB → UART. Alguns exemplos: CH341A USB-UART level selectable (1.8V / 2.5V / 3.3V / 5V) Eles transformam: USB do PC → sinais UART da placa Ela vai dizer coisas como: falha de ALL_SYSPWRGD erro de memória RAM falha de ME REGION reset infinito watchdog do EC Isso permite saber se o defeito é elétrico, firmware ou lógico. Se esses logs começarem a ser postados aqui, em pouco tempo teremos um mapa real de como as placas falham. Isso é o que falta hoje na bancada: memória coletiva. IV — Onde encontrar o UART na placa (T2, EC, JTAG e ARM Silicon USB-C) Depois de entender o que é UART e por que ele existe, o próximo passo é simples: Onde estão esses sinais na placa? Na prática, quase todo notebook moderno possui pelo menos dois UARTs: Um do EC (Embedded Controller); Um do CPU / SoC; E eles aparecem de muitas formas diferentes. 1) UART do EC (Embedded Controller) Mesmo com a máquina sem vídeo, sem boot e sem BIOS, o EC já está tentando inicializar e vai mandar mensagens por esse TX. O EC é o primeiro chip a ligar quando a placa recebe 1.8v ou 3,3v LDO. Antes do BIOS, antes do PCH, antes do CPU. Por isso, o UART do EC é o mais importante para diagnóstico de placas mortas que ainda sussurram. Nos esquemas ele aparece com nomes como: EC_TX EC_RX KBC_TX KBC_RX SMC_DEBUG_TX EC_DEBUG_TX HOST_DEBUG_TX e ETC. Se você encontrar um ponto de teste escrito TX perto do KBC, SMC, T2 no Board View, quase sempre é ele. 2) UART dentro do conector JTAG / Debug Muita gente acha que JTAG serve só para programação. Na prática, a maioria dos conectores JTAG de notebook também carrega UART. Fabricantes fazem isso porque: JTAG é usado para depurar o dispositivo via UART que é usado para ver logs então eles colocam tudo no mesmo conector Por isso você encontra conectores com sinais como: TMS TCK TDI TDO e também: DEBUG_TX Mesmo quando o conector não está populado, os pads na placa quase sempre existem. Se você localizar o conector JTAG do EC, há grande chance de ali existir um TX de UART pronto para uso. 3) UART roteado pela USB-C (SBU1 / SBU2) Nos notebooks ARM modernos mais novos (Apple Silicon M), o UART muitas vezes não sai em pads físicos. Ele é roteado para a porta USB-C quando ela entra em modo de debug. Nesse modo: SBU1 vira UART TX SBU2 vira UART RX Isso é o mesmo UART do EC ou do CPU, apenas passando pela Type-C. Com um cabo Type-C breakout ou um adaptador, dá para ligar um USB-UART nesses pinos e capturar os logs sem abrir a máquina. V — Adaptação do CH341 com level shifter para UART seguro em 1.8 V e 3.3 V Pessoal, conforme fui avançando nos testes de UART em placas de MacBook, T2, ficou claro um problema sério: os adaptadores USB-UART comuns (CH341, FT232, PL2303) trabalham em 5 V ou 3,3 V, enquanto a maioria dos SoCs, T2 e ECs modernos usam 1,8 V. Ligar RX/TX direto nesses chips pode: – não funcionar – gerar ruído – ou até danificar o SoC Os adaptadores comuns trabalham em 5 V ou 3,3 V. Mas EC, T2 e Apple Silicon usam 1,8 V. Por isso estamos modificando o CH341 com level shifter interno. Isso cria um padrão de hardware para o EBR. CH341 (USB 5 V) → Level Shifter → Placa (1.8 / 3.3 V) Por isso comecei a modificar o próprio CH341, adicionando internamente um level shifter (conversor de nível lógico) entre o CH341 e a placa. Isso cria um padrão de hardware para o EBR. Isso permite capturar logs de: EC, PCH, T2, iBoot, BootROM e Apple Silicon sem risco. Por que isso muda tudo? Com isso o CH341 deixa de ser um programador/cabo TTL barato” e vira uma interface de debug profissional. Os principais benefícios: • Permite ler UART de T2 e Apple Silicon sem risco • Funciona tanto em 1,8 V quanto 3,3 V • Evita back-power e latch-up no SoC • Permite deixar o adaptador conectado durante boot, reset e falha • Permite capturar logs de EC, iBoot, BootROM e kernel sem danificar a placa Na prática, isso faz com que portas de aparelhos que parecem “bloqueadas” ou “mortas” simplesmente passem a funcionar, porque o problema real era elétrico, não lógico. A ideia é simples: CH341 (USB, 5 V) → Level Shifter → Placa (1,8 V ou 3,3 V) O level shifter é alimentado pela mesma tensão da placa 820-00850 (por exemplo, P1V8SLPS2R_SW0 ou PP1V8_UPC_ vinda do Controlador PD, do EC do notebook ou de um Rail Always-On ou LDO). Assim ele só funciona quando a placa está viva e nunca injeta tensão mais alta no SoC. Objetivo desse projeto no EBR A ideia é que, com esse tipo de adaptador, a gente possa padronizar: – Captura de logs e armazenamento; – Depuração de falhas de power até S0; – Análise de ITE, ENE, MEC, EC, PCH, T2, Apple Silicon e outro; – Desenvolver uso do UART via USB-C ou test points dos SUPER IO, SMC e T2; – Contribuir com pontos de teste, logs ou pinouts está ajudando a transformar tentativa-e-erro em engenharia de bancada; – E usar isso para alimentar o banco de dados colaborativo do EBR sem fins lucrativos. Quem já tentou UART direto e teve problemas, recomendo testar esse método. Vocé vai precisar cortar o UART que sai do CI Ch341 de 5v para fazer a adaptação e tranformar nosso programador velho em uma ferramenta TLL de 1.65v a 5v A parte difícil (e a que realmente importa) é esta: 1. pegar um CH341 de verdade, 2. pegar um bisturi, 3. cortar trilhas, 4. soldar fios, 5. adaptar o CI level shifter, 6. testar em placa real É isso que transforma um “esquema bonito” em uma ferramenta que realmente funciona na bancada. Por isso, na próxima etapa, eu não vou ficar só em diagrama. Vou fazer o procedimento em um CH341 virgem, aqui na minha bancada. Vou usar um TXS0102 (ou similar) retirado de sucata de notebook ou MacBook, cortar as trilhas de RX/TX que saem do CH341 em 5 V, e inserir o level shifter no meio, do jeito certo: CH341 → Level Shifter → Placa Isso é muito mais valioso do que qualquer imagem desenhada no computador, porque mostra: • onde cortar • onde soldar • quais pinos usar • onde ligar VCCA, VCCB, OE • como alimentar pelo 1.8 V ou 3.3 V da placa • como evitar back-power Próximos passos Vou postar aqui: Fotos reais do CH341 Onde as trilhas são cortadas Onde o TXS0102 entra Como ficou depois da modificação E logs reais capturados em MacBook (CoolTerm) A ideia é que qualquer técnico consiga olhar isso e dizer: “ok, eu consigo repetir isso na minha bancada”. Um pedido simples Esse projeto tomou tempo, estudo, sucata, erros e testes. Se você acha que isso pode ajudar a comunidade, deixa um joinha no tópico. Isso me motiva a ir até o fim e publicar tudo — inclusive logs reais e casos práticos. O objetivo é simples: fazer algo longo, completo, mas que qualquer pessoa consiga entender em 10 minutos e sair sabendo: onde ligar, como medir, e como ouvir a placa falar. Continua
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    rom original retirado via gravadora
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    Manual de treinamento técnico dos nobreaks Classic-DSP, modelos Classic 075, Classic 100 e Classic 150 da CP Eletrônica.
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  19. Meus caros nobres colegas aqui do forum, Venho pedir ajuda com essa placa de video AMD Radeon RX-560 D, Colegas a 3 resistores bem do lado do IC U701, que estou deixando destacado na imagem, Precisaria do esquema eletrico desse modelo ou se alguém ainda tiver uma igual fazer as mediçoes e postar aqui porfavor ficaria agradecido. A placa funcionava achei esse resistores danificados devido a oxidação porém eu não tiver certeza das referencias e ainda não liguei a placa no PC pois pode haver curto. Deixo as imagens para vocês comparem e ver quais são os resistrores ok. obrigado espero que alguem ajude!!!
  20. Hoje tenho a resposta que os mosfets irfb4227 são originais pois chegou um aparelho nunca mexido com essas peças. Usem dados da mensagem #25 com parâmetro para identificação. Obs- O amplificador esta rumo aos 2 anos sem apresentar falhas!
  21. Ola amigos preciso do arquivo da memoria nand do azamerica king de 132mb. Desde ja agradeço
  22. 1 ponto
    • 276 downloads
    • Versão REV: E
    Esquema elétrico do notebook LG C400 - Placa DA0QL7MB6E REV: E
    Free
  23. NOTAS: O procedimento pode danificar sua placa de vídeo permanentemente, este guia se aplica ao estudo eletrônico da placa e procedimentos de alteração de BIOS. Não reclame caso sua placa não funcione após o procedimento. Não me responsabilizo caso sua placa apresente defeitos, só execute se for técnico na área e tenha conhecimento para consertar o que possa vir a estragar durante a tentativa de alteração. Sua placa estará instantaneamente fora da garantia após a edição da BIOS, tenha em mente que o corrompimento de BIOS para abertura de RMA já é uma prática conhecida e facilmente detectável por todos os fabricantes. Neste guia será realizado o experimento de desbloqueio de TMUs não disponibilizados pelos fabricantes das RX560. Compatível com: RX460, RX560 e RX560D Softwares necessários: AMD VBFlash 2.93 Polaris Bios Editor 1.6.7 AMD Pixel Clock Patcher 1.4.10 Sempre foi muito comum o uso de técnicas de cut-down em processadores pela indústria, seja por firmware ou hardware, tal como foi com os AMD Phenom II X2 que por software se tornavam quadcores, ou o Pentium G6951, do qual pode-se desobloquear 1MB extra de memória cache, processadores LGA 775 os usuários tampavam pads com fita isolante e os biosmod em placas mãe para overclock via BCLK nos Skylake. Um processador que não tenha alcançado as caracteristicas necessárias para se tornar um produto específico, passa a ser rebaixado a um de menores especificações, se tornando então, um modelo inferior, seja por não alcançar determinado número de núcleos, determinada faixa de tensão, consumo, ou até mesmo demanda de mercado. Processo que é denominado como "binagem" em tradução direta. Seguindo as especificações, uma RX560 tem originalmente 56 TMU's e 896 Shaders, uma configuração que pode facilmente ser aumentada para 64 TMU's e 1024 Shaders. Texture mapping unit (TMU, unidade de mapeamento de textura) — Unidade que rotaciona e redimensiona uma imagem bitmap e a aplica em uma superfície ou objeto 3D. São responsáveis pela aplicação do Filtro Anisotrópico. Render output unit (ROP, unidade de saída de renderização) — uma das etapas finais de renderização na qual os pixels e texels na placa são processados no pixel final a ser exibido na tela. São responsáveis pela aplicação dos algoritmos de antialiasing por exemplo. Aumentando no número de TMUs e Shaders: O primeiro passo para qualquer modificação de BIOS, será extrair a mesma da placa, não será possível utilizar uma BIOS de uma Gigabyte em uma placa de vídeo Aorus por exemplo, são raríssimas as exceções, por isso a necessidade de trabalhar encima da BIOS da própria placa. A extração poderá ser realizada pelo próprio software GPU-Z, clicando na seta que fica ao lado do campo "BIOS VERSION". Ao salvar sugiro nomear o arquivo como "original.rom" Começa agora a edição do arquivo de bios propriamente dito, nesta etapa que será feito o desbloqueio dos TMUs e Shader. Abra o arquivo "original.rom" com o programa HxD Editor. Use o atalho CTRL+R para localizar e substituir, em seguida preencha conforme a imagem abaixo. Será procurado o padrão 6F 22 70 22 e substituido por 6F 22 6F 22, lembre-se de escolher a aba de valores hexadecimais conforme a imagem: Após a modificação, salve o arquivo como "biosmod1.rom". O próximo passo será a correção de checksum do arquivo, assim o gravador não irá reportar erro por corrompimento durante a gravação. Para isso, basta abrir o arquivo em um editor de BIOS, neste caso, o "PolarisBiosEditor". Note que haverá um erro assim que o arquivo editado for aberto com este programa, bastará salvar o arquivo novamente, recomendo utilizar o nome "biosmod.rom". Temos agora um arquivo já editado, que pode ser utilizado na gravação da EEPROM. Utilize a versão adequada do programador para evitar corrompimento durante a gravação. Copie o arquivo "biosmod.rom" para o diretório do gravador (apenas para simplificar a digitação em seguida na linha de comando na programação). Abra o prompt de comando do Windows como administrador, navegue até a pasta do programador (exemplo, CD C:\Users\Usuario\Downloads\atiflash_293). Execute o comando: Salve e reinicie o computador. Solução para o erro 43: Devido ao arquivo de BIOS contar com um checksum não assinado digitalmente, o sistema acusará erro ao instalar o driver, neste caso será necessário rodar o patch para que o driver seja instalado assim mesmo. Confirme e reinicie o computador, o driver estará corretamente instalado. Note que o GPU-Z acusará a nova especificação que a placa passa a ter: Os passos seguintes serão opcionais, onde será realizado um aumento na frequencia da memória com o intuito de aumentar de 96Gbps para 112Gbps. Abra o arquivo "biosmod.rom" com o "PolarisBiosEditor", em seguida altere a linha referente ao clock da memória para 2000mhz. Dependendo da fabricante, as placas podem estar utilizando memórias reaproveitadas de outras placas, muito comum em marcas chinesas que em alguns casos até repintam os módulos e reimprimem o modelo da memória por cima da repintura para esconder o tom marrom do componente, assim pode não funcionar com o aumento do clock, devido a rampa extremamente agressiva utilizada na ressoldagem, mas isso é assunto para outra postagem. Pode-se aumentar também o TDP para 65W para evitar queda do clock da GPU graças ao consumo extra das memórias. Salve o arquivo como "biosmodmem.rom" Repita o processo de gravação com o comando: Após reiniciar, o aumento de desempenho estará em vigor, em alguns jogos ou até mesmo mineração será notada a diferença. Seguem capturas de tela comparando as diferenças no GTA V: Original: Biosmod de Shaders/TMUs Biosmod de Shaders/TMUs com memorias em 2000Mhz (sem alteração no TDP) Meu teste foi realizado com Filtro Anistrópico desligado, MSAA em 2X e FXAA ligado. Dependendo do jogo ou aplicação, o uso dos recursos da placa de vídeo podem variar, em alguns jogos que usam pouco acesso à memória, a diferença de desempenho será inferior, ou caso o uso seja em maiores resoluções, a diferença de desempenho será maior devido a necessidade de acesso a memória serem maiores. Analise o seu uso pois pode não valer a pena a alteração da BIOS tendo em vista o risco em danificar a placa, obviamente espera-se do leitor o bom senso ao realizar estes procedimentos e um certo nível técnico na área eletrônica. Não recomendo o procedimento para uso em mineração, uma vez que a grande maioria de placas de vídeo de entrada não contam com dissipadores para as memórias e a área de contato da GPU com o dissipador é bem pequena, super aquecendo o controlador de memória. Leve em conta que o uso do controlador de memória em jogos é bem menor se comparado ao uso em mineração. Extra: Vou deixar abaixo uma lista dos processadores que tem bloqueio por software de seus recursos, conforme citei no início do tópico, apenas para fins ilustrativos: Espero que o uso do biosmod seja realizado com cautela pelos leitores e que tudo ocorra bem, em caso de sucesso, sinta-se livre para compartilhar a diferença de desempenho obtida, assim os demais leitores poderão avaliar a necessidade de realizar ou não o procedimento baseado no desempenho extra que possam vir a extrair de suas placas.
  24. Perfeitamente normal, ainda mais se contar com o recurso fan stop que ajuda a placa a manter-se sempre desumidificada e com as fans com o menor desgaste.
  25. Visualizar Arquivo BIOS- DELL OptiPlex 3020 SFF -Wistron DIH81R-Tigris SFF 12125-1M- 19697.bin BIOS- DELL OptiPlex 3020 SFF -Wistron DIH81R-Tigris SFF 12125-1M- 19697.bin Uploader Kaio Macedo Enviado 30-05-2017 Categoria Dell
  26. Sim, serve. Você só precisa da cópia dos dados de um S1009 PLUS que também usa Winbond.
Esta classificação está definida para São Paulo/GMT-03:00

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