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  1. @Gerson Aisawa Fico feliz que tenha curtido o assunto. Só um alerta importante: tanto em roteador quanto em iMac/SMC, o maior risco não é “não funcionar” — é queimar o chip por nível lógico errado. Arduino e alguns adaptadores podem soltar 5 V no RX. Antes de ligar qualquer coisa, veja o item III (aviso importante) e, se puder, meça com osciloscópio/multímetro a tensão idle do UART (geralmente RX fica em nível alto) então vc pode conseguir medir com multimetro. Mas em muitos casos o UART é somente TX (saída de log). Eu vi o cara falar que “o RX estava cortado” — ele só estava capturando log mesmo em seu roteador. Eu vi aqui Minha captura em Mac T2 foi assim (exemplo real). Seria top se todo mundo começasse a postar logs e contexto, porque isso vira um banco gigante com ajuda de IA: No iMac 2008, a chance maior é o debug do SMC/EFI ser 3,4 V (mas confirme na medição). Se você achar algo como SMC_DEBUGPRT_TX / SMC_DEBUGPRT_TX_L e conseguir capturar log, posta aqui nesse formato: Modelo (iMac 2008 / placa se souber) Onde pegou TX/GND (foto ou nome do ponto) Tensão do TX (1.8/3.3) Baudrate testado (115200 / 57600 / 38400…) Primeiras 30–50 linhas do log Aí a gente consegue comparar e tirar conclusão técnica sem adivinhar.
  2. I — O que é uma porta de depuração? Estamos estruturando no EBR um mapeamento prático das portas de depuração (UART, JTAG e SWD) em notebooks — principalmente MacBooks, Intel, T2 e Apple Silicon. A maioria das placas possui um microcontrolador chamado EC (Embedded Controller) que fica ligado assim que a placa recebe 3,42v G3H ou 1,8v EC. Mesmo com a máquina “morta”, o EC já está rodando código e muitas vezes já envia mensagens por UART. Em muitos notebooks, essas linhas UART não aparecem como um conector separado. Elas vêm misturadas no próprio conector JTAG / Debug ou até roteadas para o USB-C (SBU1/SBU2) quando a porta entra em modo de debug. Basta ligar no TX do EC ou do CPU para capturar mensagens de inicialização, erros de power, falhas de reset, etc. Em resumo: boa parte das soluções modernas de debug combinam JTAG e UART no mesmo cabo, e muitas placas de notebook expõem o TX da UART do EC nesses conectores. Esse recurso, aliado ao fato de o EC ser energizado por uma LDO always-on, permite extrair logs úteis logo nos primeiros instantes de alimentação. Isso transforma uma placa aparentemente morta em uma fonte de informação. Além do JTAG, muitos MCUs implementam um pino opcional chamado SWO (Serial Wire Output) que fornece um “canal de printf” assíncrono para envio de mensagens. O SWO é unidirecional e pode transmitir logs semelhantes ao UART (por Manchester ou UART), mas não permite enviar comandos para a CPU. Em outras palavras, o SWO funciona como um “UART embutido” dentro da interface SWD/JTAG. Dentro de todo notebook — inclusive MacBooks T2 (2018–2020) e Apple Silicon — existe uma “boca secreta” como TP_SOC_DEBUGPRT_TX / RX que a placa usa para falar. Essa boca é chamada de porta de depuração. Ela é usada para saber: Se o processador acordou Se a memória respondeu Onde o notebook travou Mesmo quando não liga, essa porta muitas vezes continua falando. II- O que é UART? UART é o idioma mais simples que a placa usa para falar. Ele só precisa de: TX → a placa falando Level Shifter → ampliar ou reduzir amplitude do sinal serial GND → terra (referência elétrica) É como um walkie-talkie: um fio fala, o outro escuta TX+RX; Só vai nos interessar a transmissão. saída serial de firmware (debug console) em ASCII. Cada linha que aparece ali foi escrita por um engenheiro da Apple, Intel ou do fabricante do EC para responder perguntas como: – “o chip acordou?” – “a RAM respondeu?” – “o power-good veio?” – “o firmware carregou?” III — Como a gente escuta a placa? A partir daqui, a intenção não é só ligar um cabo: é padronizar como o EBR captura, interpreta e compara esses sinais. Usamos um adaptador USB → UART. O computador não entende direto o idioma da placa. Então usamos um adaptador chamado USB → UART. Alguns exemplos: CH341A USB-UART level selectable (1.8V / 2.5V / 3.3V / 5V) Eles transformam: USB do PC → sinais UART da placa Ela vai dizer coisas como: falha de ALL_SYSPWRGD erro de memória RAM falha de ME REGION reset infinito watchdog do EC Isso permite saber se o defeito é elétrico, firmware ou lógico. Se esses logs começarem a ser postados aqui, em pouco tempo teremos um mapa real de como as placas falham. Isso é o que falta hoje na bancada: memória coletiva. IV — Onde encontrar o UART na placa (T2, EC, JTAG e ARM Silicon USB-C) Depois de entender o que é UART e por que ele existe, o próximo passo é simples: Onde estão esses sinais na placa? Na prática, quase todo notebook moderno possui pelo menos dois UARTs: Um do EC (Embedded Controller); Um do CPU / SoC; E eles aparecem de muitas formas diferentes. 1) UART do EC (Embedded Controller) Mesmo com a máquina sem vídeo, sem boot e sem BIOS, o EC já está tentando inicializar e vai mandar mensagens por esse TX. O EC é o primeiro chip a ligar quando a placa recebe 1.8v ou 3,3v LDO. Antes do BIOS, antes do PCH, antes do CPU. Por isso, o UART do EC é o mais importante para diagnóstico de placas mortas que ainda sussurram. Nos esquemas ele aparece com nomes como: EC_TX EC_RX KBC_TX KBC_RX SMC_DEBUG_TX EC_DEBUG_TX HOST_DEBUG_TX e ETC. Se você encontrar um ponto de teste escrito TX perto do KBC, SMC, T2 no Board View, quase sempre é ele. 2) UART dentro do conector JTAG / Debug Muita gente acha que JTAG serve só para programação. Na prática, a maioria dos conectores JTAG de notebook também carrega UART. Fabricantes fazem isso porque: JTAG é usado para depurar o dispositivo via UART que é usado para ver logs então eles colocam tudo no mesmo conector Por isso você encontra conectores com sinais como: TMS TCK TDI TDO e também: DEBUG_TX Mesmo quando o conector não está populado, os pads na placa quase sempre existem. Se você localizar o conector JTAG do EC, há grande chance de ali existir um TX de UART pronto para uso. 3) UART roteado pela USB-C (SBU1 / SBU2) Nos notebooks ARM modernos mais novos (Apple Silicon M), o UART muitas vezes não sai em pads físicos. Ele é roteado para a porta USB-C quando ela entra em modo de debug. Nesse modo: SBU1 vira UART TX SBU2 vira UART RX Isso é o mesmo UART do EC ou do CPU, apenas passando pela Type-C. Com um cabo Type-C breakout ou um adaptador, dá para ligar um USB-UART nesses pinos e capturar os logs sem abrir a máquina. V — Adaptação do CH341 com level shifter para UART seguro em 1.8 V e 3.3 V Pessoal, conforme fui avançando nos testes de UART em placas de MacBook, T2, ficou claro um problema sério: os adaptadores USB-UART comuns (CH341, FT232, PL2303) trabalham em 5 V ou 3,3 V, enquanto a maioria dos SoCs, T2 e ECs modernos usam 1,8 V. Ligar RX/TX direto nesses chips pode: – não funcionar – gerar ruído – ou até danificar o SoC Os adaptadores comuns trabalham em 5 V ou 3,3 V. Mas EC, T2 e Apple Silicon usam 1,8 V. Por isso estamos modificando o CH341 com level shifter interno. Isso cria um padrão de hardware para o EBR. CH341 (USB 5 V) → Level Shifter → Placa (1.8 / 3.3 V) Por isso comecei a modificar o próprio CH341, adicionando internamente um level shifter (conversor de nível lógico) entre o CH341 e a placa. Isso cria um padrão de hardware para o EBR. Isso permite capturar logs de: EC, PCH, T2, iBoot, BootROM e Apple Silicon sem risco. Por que isso muda tudo? Com isso o CH341 deixa de ser um programador/cabo TTL barato” e vira uma interface de debug profissional. Os principais benefícios: • Permite ler UART de T2 e Apple Silicon sem risco • Funciona tanto em 1,8 V quanto 3,3 V • Evita back-power e latch-up no SoC • Permite deixar o adaptador conectado durante boot, reset e falha • Permite capturar logs de EC, iBoot, BootROM e kernel sem danificar a placa Na prática, isso faz com que portas de aparelhos que parecem “bloqueadas” ou “mortas” simplesmente passem a funcionar, porque o problema real era elétrico, não lógico. A ideia é simples: CH341 (USB, 5 V) → Level Shifter → Placa (1,8 V ou 3,3 V) O level shifter é alimentado pela mesma tensão da placa 820-00850 (por exemplo, P1V8SLPS2R_SW0 ou PP1V8_UPC_ vinda do Controlador PD, do EC do notebook ou de um Rail Always-On ou LDO). Assim ele só funciona quando a placa está viva e nunca injeta tensão mais alta no SoC. Objetivo desse projeto no EBR A ideia é que, com esse tipo de adaptador, a gente possa padronizar: – Captura de logs e armazenamento; – Depuração de falhas de power até S0; – Análise de ITE, ENE, MEC, EC, PCH, T2, Apple Silicon e outro; – Desenvolver uso do UART via USB-C ou test points dos SUPER IO, SMC e T2; – Contribuir com pontos de teste, logs ou pinouts está ajudando a transformar tentativa-e-erro em engenharia de bancada; – E usar isso para alimentar o banco de dados colaborativo do EBR sem fins lucrativos. Quem já tentou UART direto e teve problemas, recomendo testar esse método. Vocé vai precisar cortar o UART que sai do CI Ch341 de 5v para fazer a adaptação e tranformar nosso programador velho em uma ferramenta TLL de 1.65v a 5v A parte difícil (e a que realmente importa) é esta: 1. pegar um CH341 de verdade, 2. pegar um bisturi, 3. cortar trilhas, 4. soldar fios, 5. adaptar o CI level shifter, 6. testar em placa real É isso que transforma um “esquema bonito” em uma ferramenta que realmente funciona na bancada. Por isso, na próxima etapa, eu não vou ficar só em diagrama. Vou fazer o procedimento em um CH341 virgem, aqui na minha bancada. Vou usar um TXS0102 (ou similar) retirado de sucata de notebook ou MacBook, cortar as trilhas de RX/TX que saem do CH341 em 5 V, e inserir o level shifter no meio, do jeito certo: CH341 → Level Shifter → Placa Isso é muito mais valioso do que qualquer imagem desenhada no computador, porque mostra: • onde cortar • onde soldar • quais pinos usar • onde ligar VCCA, VCCB, OE • como alimentar pelo 1.8 V ou 3.3 V da placa • como evitar back-power Próximos passos Vou postar aqui: Fotos reais do CH341 Onde as trilhas são cortadas Onde o TXS0102 entra Como ficou depois da modificação E logs reais capturados em MacBook (CoolTerm) A ideia é que qualquer técnico consiga olhar isso e dizer: “ok, eu consigo repetir isso na minha bancada”. Um pedido simples Esse projeto tomou tempo, estudo, sucata, erros e testes. Se você acha que isso pode ajudar a comunidade, deixa um joinha no tópico. Isso me motiva a ir até o fim e publicar tudo — inclusive logs reais e casos práticos. O objetivo é simples: fazer algo longo, completo, mas que qualquer pessoa consiga entender em 10 minutos e sair sabendo: onde ligar, como medir, e como ouvir a placa falar. Continua
  3. @rickalmeida VERIFIQUE NO U7000, VDD, VDDP=5V VHST, SMB_RST = 3V3 DCIN = TENSÃO DO CARREGADOR SE AQUI ESTIVER OK ! VERIFIQUE C7025 Veja se c7025 esta com sua capacitância normal ele é um capacitpor de 22 nanofarared
  4. 8.5 fica nos macbboks Air os Macbook PRO são 12.6v
  5. @Dayana M @Dayana M https://www.cassio10.com/produtos/nuvoton-npce285pa0dx-npce285paodx-285pa/
  6. Quantos volts vc tem em PPBUS_G3H, PPVRTC_G3H, PP3V3_S5 Observação: a placa do ira funcionar se PPBUS_G3H estiver em 12.56~12.60
  7. @Anderson Patricio verifica também se não tem curto na linha de S3 essas placas tem um componente com uns 5 ou 6 pinos cada lado ela passa a linha de 3v3 e 5v para as linhas de S3 lá pode ter curto se tiver dúvidas tento te mandar uma foto do componente ele se trata de um transferidor como se fosse dois fet canal N Só que internamente deve ter dois ou três dele na placa mas o que vc deve dar atenção é o que comuta 3 e 5 para S3
  8. Sera que nao pegou fogo naqueles capacitores perto do cooler ?
  9. Modelos de Chip de Segurança T2 de 2018 a 2020 Do momento em que você conecta o adaptador de energia até a inicialização da placa-mãe, o processo pode ser dividido em 4 etapas: 1. Conexão do Adaptador de Energia: Após conectar o adaptador de energia, a tensão de 5V é elevada para 20V (corrente de 85-100 mA). 2. Ativação do T2 e Leitura do Bridge OS: Após a elevação para 20V, o chip de segurança T2 inicia o fornecimento de energia para o disco rígido e lê o sistema operacional Bridge OS. Também ativa a tensão de espera do PCH (corrente de 110-200 mA). 3. Ativação Gradual dos Componentes da Placa-mãe: A energia é ativada sequencialmente para os diversos módulos da placa-mãe, como memória, PCH e CPU (corrente de 210-600 mA). 4. Inicialização do Sistema Operacional: A CPU gera a saída de imagem e carrega o sistema operacional macOS. Nesse momento, o backlight (iluminação de fundo) e o logotipo aparecem, e o sistema entra em funcionamento (corrente de 700 mA a 1A). Princípio de Elevação de 5V para 20V no Modelo Apple A1989 com Chip T2 e Porta Tipo C Alguns dos novos modelos de MacBook utilizam uma interface TYPE-C para alimentação, com um total de 4 portas TYPE-C e 4 chips CD3215 ou CD3217. Cada par de portas (2 à esquerda e 2 à direita) qualquer uma delas pode carregar o MacBook. Vamos analisar o funcionamento de uma dessas portas estamos utilizando o A1989 placa 820-0850 com CD3215. CD3217 FIRMWARE INTERNO Dispositivos de porta C podem ter endereços I2C configurados de duas maneiras: OTP (One-Time Programmable): Nesse método, o endereço é gravado permanentemente no dispositivo durante a fabricação. Uma vez programado, ele não pode ser alterado. Straps (Configuração Física): Alguns dispositivos permitem que o endereço seja alterado por meio de straps físicos (como jumpers ou resistores) conectados a pinos específicos. Esses straps definem o endereço I2C do dispositivo. O endereço I2C do CD3217B13 pode ser configurado conforme mencionado acima (por OTP ou straps) Compatibilidade e Configuração do CD3217: Entendendo os Detalhes O CD3217 é um chip crucial em placas lógicas de dispositivos, como MacBooks. Vamos explorar os detalhes importantes sobre sua compatibilidade e configuração: 1. Compatibilidade e Configuração OTP do CD3217: Os dispositivos de porta 4TBT (Thunderbolt) têm endereços I2C configurados por OTP (One-Time Programmable) ou por straps (configuração física). No CD3215, cada controlador obtém seu endereço com straps de depuração ao redor dele. Entretanto, em placas lógicas com mais de 2 CD3217, os endereços são configurados por firmware (OTP). Infelizmente, não há método conhecido para alterar essa configuração. Portanto, provavelmente nunca será possível configurar chips de outros dispositivos para uso em placas como 820-01949 ou 820-001700. 2. Lado Esquerdo vs. Lado Direito: O lado esquerdo do laptop usa endereços configurados por hardware (straps). O lado direito obtém o endereço a partir da configuração OTP gravada no CD3217. Assim, os CD3217 1949/01700 são intercambiáveis, mas você precisa combinar o lado correto. 3. Análise Lógica: Se você tiver um analisador lógico, pode conectar-se à linha I2C no conector de depuração para identificar qual porta exata está com mau funcionamento. Isso também pode ser útil se você tiver vários CD3217 de fontes aleatórias e quiser encontrar um com o endereço correto. 4. Lista de Revisões do CD3217: O CD3217B13 não é compatível com outras revisões. Ao comprar chips, cuidado com a chance de obter um chip Magsafe que provavelmente não funcionará na posição configurada por strap (UF400, UF500). Há também uma alta chance de obter chips de MacBooks de 14 e 16 polegadas, que podem ter configuração de endereço OTP I2C. Procure fornecedores com marcações de posição nos chips ou use uma placa doadora. 5. MacBook Pro M3 (820-02862): Como outros MacBooks de 14/16 polegadas, ele possui controladores CD3217B13. Modelos com mais de 2 portas USB-C têm 2 chips configurados por strap e 2 por OTP. Provavelmente, UF400 e UF500 são configurados por strap, enquanto UG400 e U5500 são OTP. CONTINUA...
  10. Essas placas so vai aparecer 3 e 5 quando a placa estiver ligada, vc tem que verificar no CI de 3 e 5 se vc tem as LDO presentes são duas uma de 3 e uma de 5. Outra coisa que voce pode fazer é verificar se esses capacitores estao com sua capacitância boa, vc tem scope ?
  11. Acer Nitro 5 AN515-55-53E5 - LA-K861P Eu tenho um arquivo em que a placa liga, desliga, da buf escuro na tela e não da video. Eu estou usando o LBE++ ele me traz uma tela até diferente com esse arquivo. Eu vou fazer o que vc pediu
  12. @FDONATO tenho um arquivo em CSE ME e ele esta com OEM Configuration - YES não tenho o backup do arquivo a maquina veio de outra assistência tem como eu ligar essa maquina sem a assinatura do fabricante com a PCH ?
  13. Resolveu aqui SR2EY (Intel Core i5-6200U)
  14. Imagine que, toda movimentação de elétrons "corrente" gere calor, esse FET duplo estava armado junto com a bateria? Esse consumo para essa maquina é carregando bateria. De cara eu trocaria o DC Jack esses DC Samsung são problemático!
  15. Costumo a chamar esses aparelhos de POSI-LIXO
  16. NP370R4V-S01TH i5 BA41-02176A Schematics + BoardView Visualizar Arquivo Se ajudou Fortalece com Uploader NinjaInfo Enviado 29-01-2022 Categoria Samsung  
  17. o que significa 3 slots ?
  18. Qual esquema esta usando manda aqui pra gente
  19. funcionou ok!
  20. Paulo como eu faria para remover a password do firmware quando aperto option
  21. NinjaInfo

    em análise Sony PS4 FAT SAB-001 Não liga

    Na verdade é uma pena a placa nao ter nem um boardview

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